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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

DUAS PESSOAS E MEIA SALVAS!



Moody voltava de uma reunião evangelística quando alguém lhe perguntou:

- Foi boa a reunião?
- Sim - ele respondeu.
- Alguém foi salvo?
- Sim, disse Moody, duas pessoas e meia foram salvas.
Aquele homem sorriu com a resposta e observou:
- Sei o que você quer dizer: dois adultos e uma criança.
- Na verdade, não, respondeu Moody, foram duas crianças e um adulto.
O que exatamente Moody queria dizer?
Quantas almas foram salvas naquela noite? Três.
Quantas vidas foram salvas? Duas e meia.
As duas vidas salvas eram daquelas crianças que chegaram a Cristo quando crianças e possuíam a vida inteira para viver para Ele.
A meia-vida era a do adulto, que já tinha vivido a maior parte de sua vida no mundo, e tinha apenas a última parte de sua vida para dar a Jesus Cristo.
(Dwight L. Moody foi um famoso evangelista norte-americano).

Fonte: http://criparacristo.blogspot.com/
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Aproveitamos para divulgar uma iniciativa da APEC - 

23 a 29 de Outubro de 2011 

 Semana de Oração das Crianças

Maiores informações AQUI.

sábado, 2 de julho de 2011

EBI - COMO DEVEMOS ENSINAR AS CRIANÇAS A ORAR?


COMO DEVEMOS ENSINAR AS CRIANÇAS A ORAR?

1. Use uma canção especial para introduzir o tempo de oração. Escolha uma canção que fale sobre oração, ou uma canção que seja uma oração. Use a mesma canção semana após semana como introdução ao tempo de Oração.

2. Numa Escola dominical nova, o professor deve ser o primeiro a orar. Quando uma igreja começa uma nova Escola Dominical, no início as crianças podem ficar assustadas ou envergonhadas àcerca da oração em frente de outros. Podem não saber orar. Para evitar problemas, o professor deve orar no princípio. Isto permite às crianças ouvirem como podem orar. O professor deve fazer uma oração pequena, natural, de forma simples. Então, as crianças vão saber que podem falar com Deus da mesma forma. Ele deve estar familiarizado com os princípios bíblicos sobre a oração para que não viole nenhum deles. Mas não deve ser sempre o professor a orar. Não queremos que as crianças pensem que a oração é exclusivamente para professores. Elas devem começar a orar o mais cedo possível.

3. Ensine um princípio sobre a oração de cada vez.

Fizemos uma lista de muitos princípios de oração. Escolha um que possa ajudar os seus alunos, e ensine um só princípio de cada vez. Continue a rever e a explicá-lo até que as crianças o compreendam e comecem a usá-lo. Cada princípio deve tomar entre duas a cinco semanas a ser interiorizado, dependendo da compreensão das crianças.

4. Continue a rever os pricípios que já ensinou

Todas as semanas, use uma parte do programa para rever rapidamente 3 ou 4 princípios de oração que elas já aprenderam. Isto pode ser feito fazendo perguntas ou começando uma frase e elas terem que a terminar. Ou, você pode dizer-lhes que vai dar um mau exemplo de oração e depois pedir-lhes que elas corrijam, e digam qual o princípio que foi violado. Depois de ter ensinado muitos dos princípios, não os reveja todos, todas as semanas. Escolha poucos de cada vez para revisão.

5. Coloque imediatamente em prática o princípio, logo que as crianças o aprendam. Depois de ter ensinado um princípio de oração, comece a demonstrar e a usar esse princípio. Exemplo: Se ensinou o princípio de que deve orar pelos lideres da sua igreja, durante a oração desse dia, certifique-se de que menciona os lideres da sua igreja local. Nas semanas seguintes, continue a lembrá-los na sua oração.

6. O que deve fazer se as suas crianças têm hábitos de oração que não são bíblicos? Se as crianças que tem na sua Escola Dominical vem de campos não bíblicos, então elas podem estar a orar de formas que a Bíblia não aprova, mesmo na Escola dominical. Nos primeiros anos do meu ministério em África, uma vez, uma criança levantou-se na Escola dominical e orou fervorosamente a Maria. Contudo, não lhe vai acontecer muito destas situações se você ensinar sobre oração. Antes das crianças começarem a orar, pergunte-lhes: “A quem devemos orar?” (Ao nosso Deus Pai) “Em Nome de quem oramos?” (No Nome de Jesus)

Não podemos controlar o que as crianças fazem em casa, ou nas igrejas que possam frequentar ao mesmo tempo que vão à Escola dominical, mas você pode ser um bom exemplo na Escola Dominical. Se uma criança começar a orar de uma maneira não bíblica diante de toda a classe, não a envergonhe. Não se zangue nem a repreenda. No entanto, termine, imediatamente com essa oração. Pode fazer algo como isto: “Desculpa.” (Diga-o de forma firme mas não com uma voz zangada) ponha a mão sobre o seu ombro se ele continuou a orar. Depois diga mais ou menos isto: “Desculpa, tu não sabes como nós costumanos orar ou esqueceste-te. Na Escola Dominical, nós só oramos como a Bíblia diz. Nós oramos (então mostre-lhe a forma correcta, por exemplo: A Deus, no Nome de Jesus. Amém. Dê-lhe uma outra oortunidade, se ele quiser, e, no fim da Escola dominical, fale com ele em privado, fazendo-o compreender porque é que você o interrompeu, e que não está zangado com ele. Talvez até o possa elogiar pela forma como acabou por orar. Tente terminar a sua conversa de forma positiva. Se as crianças o informarem de que, em casa, oram de forma diferente, pode dizer: “Na nossa Escola dominical, gostamos de orar como a Bíblia diz”.

7. Peça voluntários para orar, em vez de forçar

Pode perguntar quem quer orar, e só depois escolher uma criança. Ou pode perguntar com antecedência a algumas crianças se elas querem orar. Deixe várias crianças orarem, não sempre as mesmas.

8. Encoraje as crianças que oram bem

Quando as crianças estão a usar bem os princípios que você ensinou, reconheça o esforço delas e encoraje-as. Pode dizer isto: “Foi uma ótima oração. Lembraste-te … … “(seja qual for o princípio que a criança usou)

9. Dê às crianças boas ideias sobre assuntos de oração

Você pode trazer à frente 3 ou 4 crianças para orar. Dê a cada uma, um assunto de oração. Exemplo: primeira criança – somente louva a Deus. Segunda criança: Ora pelo nosso pastor e lideres da igreja. Terceira criança: ora pelos que estão doentes. Quarta criança: Ora pelas crianças da vila que não são salvas. Quinta criança – Ora pelas crianças noutros países onde é difícil ser-se cristão, como a Líbia, Sudão etc.

10. De tempos a tempos, use canções como orações

Uma canção pode ser, ela própria, uma oração. As crianças podem cantá-la numa atitude de oração, e no seu coração vai tornar-se uma oração. Exemplo: Uma canção pode ser uma oração que busca cura. À medida que as crianças cantam, peça às que estão doentes que se levantem ou levantem as suas mãos. Uma canção pode falar de perdão. Peça às crianças que, em silêncio, pensem nos seus pecados e depois cantem todos juntos, pedindo que Deus as perdoe.

ALGUNS PRINCÍPIOS BÍBLICOS SOBRE ORAÇÃO (Lembre-se, em qualquer ordem)

1. É muito importante que os cristãos orem Marcos 13:33, Lucas 6:12, Tiago 5:16-18

2. Deus está desejoso para nos ajudar, mas Ele espera que Lhe peçamos. Mateus 7:11, Salmos 65:2, Jeremias 33:3

3. Podemos orar a qualquer altura,em qualquer lugar. Salmos 55:17, I Timóteo 2:8

4. Podemos pedir ajuda a Deus nos momentos difíceis ou em tempos de problemas. Salmos 27:5, 91:15

5. Devemos orar somente a Deus, e a mais ninguém nem a nada. Mateus 6:9, Lucas 4:8

6. Devemos orar a Deus no Nome de Jesus. 1Timóteo 22:5, João 14:13

7. Devemos agradecer e louvar a Deus. 1Tessalonissences 5:16-18

8. Devemos orar até que venha a resposta, mesmo que demore muito tempo. Lucas 18:1, I Tessalonissences 5:17

9. Podemos orar de joelhos (Lucas 22:4) de pé (Marcos 11:25) com as mãos unidas ou com as mãos levantadas (I Timóteo 2:8), ou seja, em qualquer posição.

10. Podemos orar a Deus cantando (Salmos 9:1-2, Tiago 5:13) ou chorando (Salmos 39:12)

11. Devemos estar preparados para aceitar a vontade de Deus em todos os assuntos que orarmos. (Lucas 22:42, I João 5:14)

12. Devemos perdoar os que nos fizeram mal ou nos feriram se queremos que Deus responda às nossas orações. (Mqteus 6:14-15)

13. Devemos confessar os nossos pecados, senão eles podem impedir que as nossas orações sejam respondidas. (Isaías 59:1-2, João 9:31)

Adaptado

sexta-feira, 1 de abril de 2011

SETE PRINCÍPIOS PARA O MINISTÉRIO COM CRIANÇAS



Ser um EVANGELISTA DE CRIANÇAS é ganhar para Cristo e discipular os que estão na faixa etária de 4 a 14 anos de idade. É ser um MISSIONÁRIO DA JANELA 0 X 14 - a janela da oportunidade. As estatísticas apontam que é justamente na faixa etária de 0 a 14 anos que 86% dos que hoje se dizem salvos pela graça, mediante a fé em Jesus Cristo, receberam-nO como seu Senhor e Salvador. Infelizmente, há preconceitos e atitudes erradas que se tornam barreiras no evangelismo de crianças. Um raciocínio preconceituoso é: “Se não posso dar assistência a uma criança marginalizada, não é conveniente então, evangelizá-la. Para que evangelizá-la se depois não poderei dar-lhe um lar, uma roupa, um prato de comida?” Outro pensamento errado é supor que uma criança mais afortunada não tem nenhum interesse nas coisas de Deus. E assim, milhares de crianças, tanto ricas como pobres, são deixadas sem ouvir o precioso evangelho. É preciso eliminar os preconceitos e adotar uma atitude correta na tarefa de ganhar as crianças para Cristo. Considere, então, os princípios abaixo: 

1. PRINCÍPIO DA PRIORIDADE 
Há tanto para fazer que, na maioria das vezes, ficamos agitados de um lado para outro com "muitas coisas", quando apenas "uma coisa é necessária" - estar aos pés de Jesus! Em João 21:15 Jesus faz a seguinte pergunta: “Tu me amas”? Após a resposta positiva de Pedro, Jesus lhe disse: “Cuida dos meus cordeiros”. Aquele que se preocupa com o Senhor em primeiro lugar, desejando adorá-lo, amá-lo, honrá-lo, estará com o coração correto para amar também as crianças ao seu redor e será usado pelo Senhor alcançando com a mensagem da salvação as crianças das classes mais e menos favorecidas. O princípio de prioridade quer dizer: "Seja Maria e não Marta!

2. PRINCÍPIO DO PODER DO EVANGELHO
O evangelho é “o poder de Deus para, salvação de todo aquele que crê" (Romanos 1: 16). "Todo aquele" pode ser qualquer criança, não importa qual a sua condição. Muitas pessoas acreditam que as crianças mais carentes, ao contrário das mais ricas, reconhecem com mais facilidade o seu próprio estado de pecado e a sua real necessidade de um Salvador, mas na prática sabemos que não é assim. Este princípio afirma: "Nunca pense que é mais difícil alcançar uma criança do que outra". 

3. PRINCÍPIO DO VALOR DE UMA ALMA 
Jesus Cristo afirmou: "Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Que daria um homem em troca de sua alma?" (Marcos 8:36,37). Se uma criança tiver todos os recursos necessários para o seu bom desenvolvimento e, ainda assim, não confiar em Jesus Cristo como seu único e suficiente Salvador, de que lhe adiantará todo o luxo e todo o conforto? Por outro lado, a criança que vive na miséria e na pobreza que assola tantas famílias, convivendo com a marginalidade, a violência, o abandono e a prostituição, tão alarmantes, teria, na solução destes problemas, maior possibilidade de crer na mensagem da salvação? Sem nenhuma sombra de dúvida, as almas eternas das crianças são de suprema importância e não a sua condição de miséria ou abundância ou qualquer outra condição exterior. A criança, seja rica, seja pobre, precisa ouvir, entender e crer no evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo. Deveremos, por isto, ser indiferentes à sorte dos pobres? De maneira nenhuma. Conforme Tiago 5.1-6, o Senhor ouve o clamor dos pobres, vê a acumulação cada vez maior de riquezas nas mãos dos ricos, a avareza, a injustiça, a crueldade e a corrupção. O Senhor dará a justa retribuição àqueles que acumulam riquezas desonestamente. Que sejamos pacientes e perseverantes em anunciar a verdade, expondo o pecado em toda a sua realidade, não só o pecado individual, mas também o pecado que gera problemas sociais, mesmo que isto acarrete algum tipo de sofrimento. Oremos contra toda a injustiça. Para nós, o fato de não podermos resolver toda a problemática da pobreza e do sofrimento neste mundo, não deverá ser um impedimento na tarefa de evangelizar e discipular, pois esta é a Grande Comissão que recebemos de nosso Senhor Jesus Cristo. Este princípio nos livra de aceitar a lógica humana de que o principal problema do homem seja terreno. Não! “O problema número 1 do ser humano, criança ou adulto, é o seu destino eterno”. 

4. PRINCÍPIO DA IDENTIFICAÇÃO 
Poderiam as circunstâncias limitar a graça de Deus? De maneira nenhuma! Por mais difícil que seja a circunstância em que a criança vive, é um erro supor que ela precisa ser retirada da sua situação, às vezes tão negativa, para que possa ouvir favoravelmente ao evangelho, pois é exatamente ali onde ela se encontra que a graça do Senhor pode alcançá-la. O amor, a alegria, a paz, o poder e o consolo prometidos pelo Senhor podem ser experimentados mesmo nas situações mais desfavoráveis e adversas e podemos aprender com o apóstolo Paulo, a dizer confiadamente: "Tanto sei estar humilhado, como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias já tenho experiência, tanto de fartura, como de fome; assim de abundância como de escassez; tudo posso naquele que me fortalece" (Filipenses 4:12,13). Quando Jesus ordenou: "Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura" (Marcos 16:15), Ele sabia que os discípulos enfrentariam culturas e situações completamente diferentes daquelas a que estavam acostumados e vivenciariam situações que não poderiam nem mesmo compreender completamente. Será que eu precisarei ser um miserável para evangelizar a criança abandonada? Será que eu precisarei ser um milionário para evangelizar a criança privilegiada? Será que as crianças me aceitarão, embora eu não seja de seu próprio contexto? A compreensão da cultura e dos problemas específicos da criança a quem vamos ministrar, a identificação com ela, a contextualização da mensagem, a disposição de amá-la, conhecendo ao máximo como ela vive e falando a linguagem que ela possa entender, sem a preocupação exagerada com a questão de que somos diferentes dela, são elementos que cooperarão para que ela seja sensível ao Senhor e ao evangelho. Vale a pena meditar nas palavras do apóstolo Paulo em 1 Coríntios 9.22: "Fiz-me fraco para com os fracos, com o fim de ganhar os fracos. Fiz-me tudo para com todos, com o fim de, por todos os modos salvar alguns". Sim, é necessário levar a sério este princípio da identificação: "Alcance a criança em seu próprio contexto!" 

5. PRINCÍPIO DA NÃO ACEPÇÃO DE PESSOAS 
A maioria do esforço evangelístico é sempre direcionada para as camadas menos favorecidas da sociedade. Provavelmente, isto se deve ao fato de que, identificando-se as necessidades físicas, atenta-se também para as necessidades espirituais das pessoas. Deus, entretanto, não faz acepção de pessoas. Uma alma eterna não pode valer mais do que outra. As óbvias necessidades materiais de uma criança carente não fazem o seu destino eterno ser, de modo algum, mais importante do que o das outras crianças. Sendo assim, é necessário empregar todo esforço e diligência para se alcançar as crianças em todas as classes sociais. Que jamais, por causa do medo ou da incredulidade, venhamos a negligenciar os pequeninos! Precisamos amar ao Senhor e amar as crianças, certos de que elas são receptivas ao Evangelho e estão desejosas de aprender da Bíblia. Precisamos crer que, em todos os contextos sociais, as crianças podem ser alcançadas com a mensagem da salvação. Vamos descobrir estratégias para cumprir o nosso ministério de alcançar todas as crianças e em todos os lugares. Este princípio, da não acepção de pessoas, diz: "Não julgue ser mais importante alcançar a criança miserável do que qualquer outra". Vá, onde as crianças estão, com o evangelho de Cristo Jesus! 

6. PRINCÍPIO DA IGREJA 
Nenhum trabalho que vise evangelizar as crianças deveria ser planejado e iniciado sem o conhecimento e aprovação da igreja e sua liderança. É fundamental que os ministérios especiais que venhamos a realizar sejam da igreja, e não os nossos ministérios. Isto contribuirá, e muito, para que as crianças sejam preparadas para uma futura integração à vida da igreja. A igreja com a visão da importância de se evangelizar as crianças, dará o apoio fundamental para que o trabalho não seja interrompido: orações, materiais, pessoas, etc. Ninguém pode fazer tudo sozinho! Este princípio afirma: "Trabalhe sempre em sintonia com a sua igreja”.

7. PRINCÍPIO DA GLÓRIA DE DEUS 
A nossa mente e o nosso coração devem ser dominados pelo sentimento de que somos simplesmente instrumentos nas mãos do Senhor. "Porque de Deus somos cooperadores" (1 Coríntios 3:9). Se há algum fruto, algum resultado, não temos do que nos gloriar. Somos seus cooperadores. Trabalhamos para o Senhor e tudo quanto fazemos, devemos fazer para a glória de Deus! Na verdade, Ele é quem realiza Seu plano através de nós, pois Ele mesmo disse: "Sem mim nada podeis fazer" (João 15:5). Este princípio é claro: "Faça tudo para a glória de Deus!"

CONCLUSÃO
Observemos bem estes princípios com disposição para evangelizar e discipular a JANELA 0 X 14. Estes princípios são também os que norteiam o trabalho da Aliança Pró Evangelização das Crianças – APEC, que em 2011 completará 70 anos de atividades no Brasil. Continuemos juntos, alcançando as crianças no Brasil e no mundo, sem distinção de origem, raça, cor, idade, religião, ou quaisquer outras formas de discriminação.

sábado, 22 de maio de 2010

JOVENS SEM IDENTIDADE

*

Elisabete R. Pereira

Há uma preocupação natural entre os pais de adolescentes, mais precisamente os pais daqueles que já deixaram a adolescência e estão num período transitório. Isto porque nesta fase, os jovens já adquiram uma emancipação inegável e, portanto, não desejam mais ir à igreja, seja na escola bíblica ou no culto do domingo à noite. Muitos se sentem donos dos seus próprios narizes.
A vontade de estar nos átrios do Senhor vai se desvanecendo e os filhos vão para o campo de trabalho, obtendo sucesso na vida profissional e parecem caminhar para o curso deste mundo.
Mas, é preciso perscrutar as causas deste afastamento, deste súbito interesse de se desligar da igreja, a fim de entendermos os verdadeiros motivos que levam a juventude a se distanciar do convívio religioso.
Sem responsabilizar a liderança eclesiástica e tampouco abreviar o compromisso dos pais que têm o dever de ensinar os filhos desde a mais tenra idade no Caminho, é possível destacar alguns pontos:

1. Falta homogeneidade: as classes de escola bíblica normalmente são divididas por faixa etária e não por afinidade. As crianças e os jovens, às vezes, vão para as salas e não encontram parceiros de estudo, alguém para compartilhar as mesmas dificuldades e alegrias do seu cotidiano. Isto sem contar que é comum ter as atividades expostas por pessoas despreparadas tanto teologica quando pedagogicamente. Em sala de aula não são oferecidas dinâmicas que promovam o envolvimento mútuo e os relacionamentos que tragam homogeneidade ao grupo. Se os recursos pedagógicos forem escassos e a aula for pautada no monólogo (professor fala e aluno ouve), o jovem certamente se sentirá só, desamparado e se for do tipo tímido ou calado procurará sanar as suas dúvidas em casa com os pais, se estes por sua vez forem convertidos e se houver um ambiente propício. É preciso desmantelar as panelas!

2. Falta fraternidade: acho que para o nosso tempo devemos considerar a palavra coleguismo. A palavra fraternidade significa amor ao próximo. É o mesmo que tratar os outros como se deseja ser tratado. Os jovens sentem as mesmas necessidades relacionais que os adultos. É preciso trocar informações, encontrar-se fora dos limites da igreja, participar de eventos, confidenciar peculiaridades, chorar e rir juntos. Quando a igreja não tem força para promover coesão entre os jovens, eles se dispersam e não se sentem mais motivados a freqüentar um grupo que não os aceita, que não se incomoda em agregá-los. Eles se sentem fora do ninho e acabam sendo influenciados por outras manifestações que lhes dêem prazer, que falam a sua linguagem, que tenham os seus costumes, que não os rejeita. Razão de alguns filhos de crentes se enveredarem pelos caminhos das drogas, incluindo os bulímicos e anoréxicos, que atentam para padrões do mundo e a ditadura da moda.

3. Falta discurso teológico: há um generalizado desprezo para com a Hermenêutica Bíblica nos últimos tempos. Os que tem manuseado a Palavra da Verdade nem sempre estão capacitados para trazer ao público juvenil a historicidade dos textos Sagrados. Assim, a contextualização fica manca e alguns jovens reproduzem discursos distorcidos e sem bases bíblicas. Sem conhecimento suficiente alguns líderes manipulam grupos induzindo o rebanho à marginalização, ao distanciamento da fonte da água da vida e à perdição. Os jovens acabam cometendo erros por não conhecerem as Escrituras e nem o poder de Deus. Alguns tem zelo sem conhecimento, buscam leituras extra-bíblicas sem qualquer orientação e assim produzem maus frutos e dão mau testemunho aos que estão de fora.

4. Falta espírito urbano: durante muito tempo meus filhos e eu praticamos missões urbanas, visitando favelas, levando suprimento aos excluídos da sociedade na capital de São Paulo. Levávamos tanto o adulto como o jovem aos pés da Cruz, intempestivamente. Descobrimos que igreja deve ser um lugar de portas abertas ao longo do dia, um local de refúgio, de confissão de pecados, de socorro, de perdão, de misericórdia. Quando pensamos em igreja, logo pensamos num ajuntamento de pessoas santas, cordiais, amáveis, hospitaleiras, de braços abertos e prontas para acolher aqueles que a procuram. Raramente vemos um jovem se convertendo e buscando a Deus desprovido de companhia. No mínimo ele foi amparado por alguém que impactou o seu coração com o Amor do Senhor Jesus. Mas, para que continue a sua caminhada religiosa é preciso que alguém o leve. Este “discipulador” deve procurá-lo constantemente, estabelecer sólidos contatos para que o jovem neófito não “escape”. O risco dos nossos tempos é que tem faltado espírito urbano e os líderes da juventude ou discipuladores não visitam mais suas ovelhinhas, não ligam, não lembram-nas do compromisso do final de semana, não as incentivam a permanecer no caminho da graça, as menosprezam. Falta urbanismo, é preciso oferecer carona, é preciso ligar, é preciso orar juntos, chorar juntos. É preciso haver aliança.

5. Falta humanizar as pessoas e deixar que as coisas continuem sendo coisas. Sacralizando ou humanizando as coisas, valorizaram o inanimado. Mais uma ditadura, a da auto-suficiência! Fazer compras por telefone ou pela Internet se tornou uma tarefa fácil, prazerosa e segura, na maioria dos casos. Aprende-se à distância, amizades são estabelecidas on-line e até namoros. A telefonia móvel celular deixou de ser apenas um telefone sem fio. Hoje um celular dispõe de recursos cada vez mais avançados. É possível fotografar, gravar, filmar, exibir páginas da Internet e de comunicação com redes sociais em tempo real entre outras facilidades pessoais e personalizadas. As coisas tomaram um lugar importante na vida das pessoas e não somente isto, algumas delas tem sido o Baal das últimas gerações. Numa via de contra mão as pessoas tem sido coisificadas. Entretanto, a velocidade ou a promessa da facilidade das coisas não tornaram as pessoas mais ociosas ou disponibilizaram mais tempo para outras atividades, ao contrário, as coisas tornaram-se verdadeiras vilãs que roubam o tempo. Os jovens, sucumbidos por esta avalanche de inovações, não são incentivados a fazerem visitas aos asilos, aos hospitais, aos descrentes. Todos alegam que não têm tempo. Não são mais promovidos cultos ao ar livre, para que o transeunte seja alcançado, é preferível a igreja com ar condicionado. Se a maioria possui carro cada um vai dirigindo o seu, extingue-se o lema “um por todos, todos por um”, agora é “cada um no seu quadrado”. 

6. Falta oportunidade: são sempre os mesmos que tocam, que louvam, que dançam, que oram, que pregam. Se não dão oportunidade aos jovens eles hão de se sentir inúteis e sem valor. Muitos possuem conhecimento, tem conteúdo e dons, porém, são “atropelados” por uma liderança cega e tirana que só busca privilegiar os filhos dos membros eméritos. É preciso dar oportunidade a todos, assim como o Brasil é um país de todos, a igreja também deve oferecer um lugar para todos.

7. Falta voluntariado: a maioria dos serviçais da igreja é voluntariado. Há casos onde até o pastor não é remunerado por seu trabalho eclesiástico ou possui vínculo empregatício. O mesmo acontece com os presbíteros, diáconos e outros líderes e auxiliares, mas em muitos lugares são cargos disputadíssimos. Buscar um membro da juventude para se voluntariar como recepcionista nos cultos do domingo à noite, para cuidar da arrumação das cadeiras ou até mesmo do som, são coisas que eles adorariam fazer para se sentirem úteis, agregados, valorizados, importantes. Quando um jovem é visto como um vidro transparente e sua presença passa despercebida, não há razão para freqüentar a igreja.

É preciso dar IDENTIDADE à nossa juventude cristã. A venda de IPADs nos EUA já totaliza um bilhão de dólares*. O mundo tem dado prazer sem fronteiras à juventude em todo planeta. O que a igreja cristã pode oferecer para eles além de um assento aos domingos?
É imprescindível que busquemos resgatar para eles aquilo que verdadeiramente teve valor para nós no passado e que nos deu a chance de hoje estarmos na Casa do Rei. Se quisermos mudança, devemos promover estas mudanças!
Quando a nossa juventude descobrir o real valor das coisas divinas, as terrenas tornar-se-ão insípidas, infrutíferas, indesejáveis e desgostosas. Assim, eles sentirão plena satisfação em depender exclusivamente de Deus e alcançarão uma IDENTIDADE Cristã.
“As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, certamente o desprezariam” – Cantares 8:7.
Elisabete R Pereira é missionária em Anápolis-GO, bacharel em teologia com especialização em psicologia pastoral pelo CPPC, Mestre em Teologia pelo ITEPAR e missionária online da Global Media Outreach. Tem dois filhos, Kaleb e Jade e é membro da Igreja Presbiteriana Orvalho do Hermom.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Cantatas Missionárias para as crianças - download gratuito

*

Na página de downloads do site da Junta de Missões Mundiais da Convenção Batista do Brasil, são disponibilizados 4 CDs com músicas de teor missionário. O download é gratuito. Destaque para dois CDs infantis: As cantatas Vamos Alvoroçar o Mundo e Uma Decisão Superespecial.

Os CDs trazem músicas e diálogos muito bem produzidos, que visam edificar as crianças e despertar nas mesmas o amor pela obra missionária. Várias músicas contam também com o playback.

O material pode ser útil a qualquer igreja, independente de sua denominação.

Baixe e compartilhe com outros irmãos, e líderes de departamentos infantis e de Missões, da sua e de outras igrejas.

Visite a página de downloads da JMM, Clique Aqui .

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

9 Passos para um Ministério Infantil de Sucesso - Curso gratuito da APEC

O curso da APEC – “9 Passos para um Ministério Infantil de Sucesso” encerra em 31 de outubro de 2009.
Milhares de pessoas em todo Brasil e em mais 28 Países concluíram ou ainda estão recebendo as lições do e-curso e já estão sendo abençoadas em suas vidas e ministérios. Para desenvolver um ministério com crianças de maneira eficaz, é necessário que se utilizem ferramentas adequadas para isso. Assim, a APEC também coloca à disposição dos interessados o Kit de Ferramentas para o Ministério Infantil.
No próximo dia 31 de outubro de 2009, as inscrições do curso, por e-mail, da APEC estarão encerradas. Mas ainda há tempo para fazer e indicar um amigo ou uma amiga para que também sejam abençoados com os 9 Passos para um Ministério Infantil de Sucesso.
É grátis, e você pode começar imediatamente, acessando o link abaixo:

http://www.seguindoparaoalvo.com.br/squeeze/9PassosMI/
Aliança Pró Evangelização das Crianças – excelência no ensino.
http://www.apec.com.br


Ev. Lauberti Marcondes
http://diaconia-integral.blogspot.com

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

A VERDADEIRA HISTÓRIA DE COSME E DAMIÃO


Como todos sabem, a tradição religiosa e popular de nosso país dedica o dia 27 de Setembro para venerar a Cosme e Damião (mártires cristãos do século III) através da distribuição de doces.
Os adeptos dos cultos afro-brasileiros também aproveitam esta data para cumprir sua "obrigações" com ibeji, entidade "protetora" dos gêmeos que, no sincretismo religioso, se associa a Cosme e Damião. O que passa despercebido da maioria da população é que, através da idolatria, estão, na realidade, cultuando a demônios que lançam sementes das trevas e de morte na vida de milhões de pessoas, e principalmente na vida das crianças, que são as que mais se envolvem através do consumo de doces oferecidos às entidades demoníacas.

Aproveite este espaço e conheça a verdadeira história desses mártires cristãos:

Seguidores de Jesus Cristo, nasceram na Arábia, no terceiro século depois de Cristo, eram gêmeos e seus pais eram cristãos. Estudaram na Síria, e se tornaram médicos. Eram "Anargiros" (inimigos do dinheiro), e não cobravam nada pelo trabalho que exerciam. Como trabalhavam de graça, começaram a ser muito conhecidos, atraindo muita gente para ouvir a mensagem que pregavam sobre o Salvador Jesus Cristo. Naquele mesmo tempo, Diocleciano era o Imperador Romano, homem perverso que nutria forte ódio por cristãos. Ele mandou para a cidade de Egéia, onde estavam Cosme e Damião, um representante de nome Lísias. Sob o comando deste homem, começaram a torturar Cosme e Damião, até por fim degolá-los. Desse modo foram mortos no ano 283 depois de Cristo, não porque trabalhavam de graça como médicos, mas porque eram cristãos e por sua fama tornaram-se alvo do imperador Diocleciano. Lísias mandou que eles adorassem ou se ajoelhassem diante de algumas imagens. Porém, como seguidores de Jesus, nunca poderiam fazer isso. A Bíblia diz: "Não farás para ti imagens de esculturas, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem embaixo na terra, nem nas águas de debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás, porque Eu sou o Senhor, o teu Deus, sou Deus zeloso." (Êxodo 20.4,5) Foi então, por obedecerem às ordens de Deus e não se encurvarem ou rezarem às imagens, que eles morreram. Que ironia diabólica, fazer imagens de Cosme e Damião para se curvar diante delas e pedir bênçãos e proteção.

Jesus disse "Eu sou o Caminho e a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim." (João 14.6) Portanto sabemos que não adianta pedir nada a Cosme e Damião, a São João, São Paulo, Santa Maria ou outro "santo" qualquer. Buscamos somente a Jesus, o Filho de Deus! Foi Ele quem morreu por nós numa cruz, ressuscitou ao terceiro dia e hoje roga a Deus por nós (I Timóteo 2.5; I João 2:1). Pegar doces nesse dia torna-se um laço porque a maioria das pessoas que fazem essa distribuição estão presas à promessas feitas à estas imagens e esses doces são oferecidos aos "santos" em algum terreiro de candomblé ou centro espírita como pagamento dessas promessas. Esses que parecem ser "santos" nos terreiros ou centros, são na realidade demônios (ajudantes do diabo que estão enganando tais pessoas) I Corintios 10.19,21).

Fonte: Enciclopédia Universal Ilustrada Europeo-Americana -Volume 15, páginas 1140-1142.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Apostila - A Criança no Coração de Deus

Amados leitores, a dica de download de hoje é sobre um excelente material para quem trabalha com crianças: O manual A Criança no Coração de Deus. São apresentadas diversas e interessantes atividades, para que as crianças possam aprender e aplicar as descobertas espirituais que fazem por meio das Escrituras e das experiências pessoais, e também uns dos outros.

Para baixar o Manual, CLIQUE AQUI .

Fonte: Rede Evangélica Nacional de Ação Social - http://www.renas.org.br/.

terça-feira, 13 de maio de 2008

QUAL É O SEU HERÓI FAVORITO?

A alguns dias publiquei aqui uma mensagem para evangelismo estratégico. Pois bem, um amigo de curso, o irmão Edmilson, escreveu há algum tempo uma breve mensagem para crianças e pré-adolescentes, usando o tema dos super-heróis. É uma forma interessante e bem atual de alcançar este público.
Abaixo publico o texto da mensagem. Caso você queira usar o texto para evangelizar, fique à vontade. Você pode ainda adaptá-lo. E que Deus lhe abençoe!
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(As histórias abaixo não são fictícias, como as dos heróis dos desenhos e dos quadrinhos)



Um dia, um homem chamado Elias enfrentou 450 profetas contrários à sua fé em Deus e os venceu. Porque Deus estava com ele (Leia na Bíblia, no livro de 1Reis, capítulo 18, versículos 22 a 40).
Um outro herói, Sansão, foi atacado por mil homens de um povo inimigo, de uma só vez, e usando uma queixada (osso da mandíbula) de jumento os venceu a todos. Porque Deus estava com ele (Juízes 15:15).
Davi, ainda jovem e sem experiência no combate, enfrentou o gigante Golias, que era um guerreiro experimentado e estava fortemente armado. Em nome do Deus vivo, Davi o venceu (1Samuel 17:49,50).
O profeta Eliseu fez flutuar um machado que havia caído no rio, quando ainda não se ouvia falar em Magneto, personagem dos quadrinhos que tem poder sobre os metais.
Mas o maior de todos os heróis que já existiram foi o Senhor Jesus, o Filho de Deus. Ele deu vista aos cegos, andou sobre o mar, ressuscitou mortos, curou muitos enfermos, expulsou demônios. Nem a própria morte conseguiu segurá-lo! Mesmo depois de morto, ao 3° dia Ele ressuscitou, reviveu. Ele tem domínio sobre a morte e o inferno. E possui o poder maravilhoso de dar a vida eterna a todo aquele que nEle crer. Ele quer que você se una a Ele, e quer fazer de você um vencedor!
Glória e majestade, força, honra e poder sejam dados a Jesus, soberano Rei dos reis e Herói dos heróis.
“Pois ele nos resgatou do domínio das trevas e nos transportou para o Reino do seu Filho amado, em quem temos a redenção, a saber, o perdão dos pecados” (Colossenses 1:13,14).
Ele é superior a todas as coisas. Se você está em dificuldade, invoque o nome dEle.
“Invoca-me, e te responderei; anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas, que não sabes” (Jr 33:3).
Você pode saber muito mais sobre as ações e palavras de Jesus lendo o livro de Deus, que é a Bíblia, e visitando uma igreja evangélica. Não perca tempo!
Jesus, que morreu para salvar a humanidade, e ressuscitou, vencendo a morte, é o maior dos super-heróis! Venha unir-se a Ele!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

PACOTES DO EVANGELISTA – estudos e e-books


Baixe aqui dois pacotes contendo cada um uma série de estudos, trechos de livros e e-books completos sobre vários aspectos do evangelismo, coletados em diversas fontes e reunidos aqui para você.

O primeiro (Pacote Evangelismo) contém:


A APRESENTAÇÃO DO EVANGELHOtrecho do livro "Discernindo os Tempos" , de Martyn Lloyd-Jones, Editado pela Editora PES;

Maneiras de Usar Folhetos EvangelísticosVárias dicas práticas e relevantes sobre o uso desta ferramenta;

APELANDO POR DECISÕESde D.M. Lloyd-Jones. Capítulo do livro "Pregação e Pregadores" - Editora FIEL

Guia de Evangelismo Pessoal
- Com Respostas às Objeções Mais Comuns – Excelente!

Municípios Brasileiros onde é menor a presença de evangélicosConforme senso do IBGE. Veja onde estão excelentes campos missionários em nossa pátria!

Para baixar,
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No segundo pacote (E-books Evangelismo) você encontra os excelentes estudos e e-books em pdf:

Aspectos Fundamentais sobre EvangelizaçãoEscrito pelo Rev. Oziel Gomes, um excelente artigo.


Como Evangelizar sem Medode WILLIAM FAY & RALPH HODGE. Um e-book de 57 páginas.

Guia Básico de Evangelismo InfantilEstudo elaborado por Carolina D. Miklos, da Igreja Época da Graça em Cristo.


Para baixar,
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