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sábado, 31 de março de 2018

VISLUMBRE DO FUTURO - Um reflexão sobre o serviço cristão


 
 
Alegre e feliz o pastor foi deitar-se. Um dia de muitas atividades, muitas alegrias. Era o terceiro pastor desta nova igreja. Conseguira instalar o forro do salão de cultos, terminara o lindo jardim de entrada e assinara a escritura de posse do terreno da congregação que iniciara. Em breve uma nova igreja seria organizada, a primeira na história desta igreja. Ele sentia-se alegre. E, em sua mente, imaginava o quanto todos seriam gratos pelos seus trabalhos. Sem perceber, deixou-se levar pelo ego envaidecido. E, acalentado pelo doce aroma do orgulho santo, adormeceu.
 
Acordou cinquenta anos depois. Era dia de festa. Aniversário da igreja. Gente de toda parte chegava. O templo era o mesmo, com algumas pinturas novas, bancada moderna, um andar a mais na estrutura que tão bem construira. Viu alguns poucos irmãos que conhecia, eram as crianças e adolescentes de anos atrás. Sentou-se num local bem situado. O culto começou.
 
Uma programação bonita. E então a exibição dos homenageados.
 
Homenagearam o pastor, um homem de meia idade, também político de carreira. Homenagearam a sua esposa, que vestia-se com um modelo muito extravagante. Homenagearam a diretoria atual e também os fundos para os quais a igreja contribuia. Igrejas organizadas pela aniversariante também vieram prestar honras (a primeira era a que havia organizado).
 
Quando o culto terminou, o pastor entristeceu-se.
 
Ninguém mencionara o seu trabalho. Nem de ele organizara a primeira congregação. Não falaram das lutas do estabelecimento, das campanhas realizadas, das noites mal dormidas, dos desafios que existiram. Ninguém mencionara os pastores que passaram pela igreja ao longo de sua história. Apenas o atual recebera a glória de uma igreja construída por diversos antes dele. Procurou algum quadro, alguma publicação, alguma coisa exposta nos corredores do templo. Nada indicava que uma história anterior existira. Cabisbaixo, saiu do culto, falando consigo mesmo: "Ninguém se lembrou de mim. Ninguém mencionou o meu nome. Ninguém fez caso da história que construímos".
 
Subitamente acordou. Estava a ter um pesadelo! Suado e perplexo, percebera o quanto estava enganado. Por maiores que fossem os seus esforços (e não foram poucos, com certeza!), duas grandes realidades tornaram-se evidentes em seu coração pesaroso.
 
A primeira era de que toda a glória pertencia a Deus. Ele era o realizador da própria obra através de Seus servos, de Suas igrejas, da geração que recebe a incumbência de estabelecer as cordas das tendas aumentadas. Deus era digno de louvor, Deus era quem operava em nós o querer e o efetuar. E toda tentativa de tomar dEle a glória devida seria fadada ao fracasso, ao pecado. Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, (Is 42:8). Paulo apóstolo teve grande trabalho para convencer os pagãos de que as curas que aconteceram em Listra não vinham de si, mas do Deus vivo . E dizendo: Senhores, por que fazeis essas coisas? Nós também somos homens como vós,  (At 14:15). Pedro e João fizeram o mesmo, no caso do coxo curado à porta do templo de Jerusalém, afirmando que fora Deus quem o curara. Homens israelitas, por que vos maravilhais disto? Ou, por que olhais tanto para nós, como se por nossa própria virtude ou santidade fizéssemos andar este homem? (At 3:12).Quando o ego invade o espaço de glória que só a Deus pertence, então ergue-se o pecado como flâmula e o Espírito de Deus não atua mais. E que tens tu que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te glorias, como se não o houveras recebido? (1Co 4:7). A glória pertence a Deus.
 
A segunda verdade que pôde detectar era a de que os homens têm memória muito curta. Eles fazem questão de ignorar a história, o passado e as grandes lutas que trouxeram a vitória celebrada.  Na história de uma igreja o que menos importa é o suor e as lágrimas dos pioneiros idealistas, daqueles que abriram uma picada no meio da floresta virgem de uma região sem igreja. O povo gosta de exaltar o asfalto novo e bem pintado, esquecendo-se de quem abriu a primeira trilha que deu origem à rodovia. Na memória da geração atual o que menos importa é a lembrança de quem lutou bravamente para fazer vingar e prosperar um trabalho. Como disse Salomão  "... já não têm parte alguma para sempre, em coisa alguma do que se faz debaixo do sol. (Ec 9:6). Ninguém mais se lembrará daquelas tardes quentes em que a família pioneira cedia o quintal da casa para as escolas bíblicas de férias. Ninguém se lembrará dos cultos nos lares, do ponto de pregação, dos bancos rudes e da sala apertada, das doações de bíblias, dos folhetos, dos cultos ao ar livre, das visitas em dias de chuva, dos primeiros batismos, do primeiro salão alugado e das vitórias pequeninas e indispensáveis para que tudo chegasse onde chegou.  Tudo isso foi esquecido, às vezes pela desinformação, às vezes por maldade ou por qualquer outro motivo.
 
Este pesadelo trouxe ao pastor a certeza de duas coisas.
 
A primeira é de que toda a honra sempre pertence a Deus. Ele reavaliou algumas práticas que tinha, algumas celebrações que visavam, em última análise, trazer a si próprio alguma glória e vaidade.  Deixou de fazer citações de suas próprias virtudes e de buscar elogios para si. Ele conscientizou-se de que trabalhava para Deus e que por mais que fizesse nunca seria o bastante para demonstrar gratidão suficiente. Assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos somente o que devíamos fazer. (Lc 17:10) Além do mais Cristo fizera tudo na cruz e na vida e era o responsável em dar poder, graça, condições e sucesso. Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. (Jo 15:5)
 
A segunda certeza (oh, maravilhosa verdade!) foi a de que  Deus não se esqueceria de seu trabalho. Porque Deus não é injusto para se esquecer da vossa obra, e do trabalho do amor que para com o seu nome mostrastes, enquanto servistes aos santos; e ainda servis. (Hb 6:10) Por mais que os homens procurassem apagar as memórias de seu serviço, por mais que tudo ficasse relegado a documentos de museu ou registros de cartório, Deus não se esqueceria do trabalho feito com amor e em nome de Jesus. Conheço as tuas obras tendo pouca força, guardaste a minha palavra, e não negaste o meu nome. (Ap 3:8) Esse pastor creu que o galardão que vale a pena não é aquele que os homens concedem em suas celebrações jactanciosas, em suas premiações temporais. O galardão que vale é aquele que receberemos diante do Supremo Juiz, no dia em que prestarmos conta de nossas vidas. E, eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo, para dar a cada um segundo a sua obra. (Ap 22:12) Assim, ele tentaria não se frustrar mais quando se esquecessem de suas vitórias e o privassem de merecidas homenagens. Bastaria lembrar que Deus jamais se esqueceria e isto seria o suficiente.
 
Os próximos meses na vida daquele pastor foram muito melhores. Ele, consciente de que era apenas um servo, servindo com alegria e cada vez mais. Mandara refazer a placa da igreja, que tinha um grande retrato de si mesmo, trocando-a pelo nome de Jesus. Tornou-se grato a Deus por cada chance de servi-Lo. Ele já havia recebido o bem maior, a vida eterna através de Jesus Cristo e de Seu sacrifício; servi-Lo fielmente era o mínimo que podia fazer para dizer a Ele: muito obrigado!
 
Que Deus dê aos leitores a mesma convicção, de que  a glória pertence a Deus e de que Ele não se esquecerá do trabalho feito para Ele, ainda que os homens se  esqueçam.
 
Wagner Antonio de Araújo
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segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Somos representantes da firma Deus Pai e Jesus o Filho


Somos representantes da firma Deus Pai e Jesus o Filho

Um rapaz entrou em eu escritório, avançando logo, apresentando-me o seu cartão. Puxei uma cadeira, olhando ao mesmo tempo para o cartão, no qual lia: “Fulano & Cia., São Paulo”. Só conhecia a casa pela sua fama e a considerava como uma das melhores. Por isto, de relance, observei o seu representante. Bastou-me notar o terno amassado, camisa suja, cabelos despenteados e gravata mal posta, para compreender o fracasso. Porém, achei ainda mais estranha a maneira com que começou a apresentar os méritos das mercadorias da casa. Parecia apreensivo de ser surpreendido em flagrante.
Por certo, perdi todo o desejo que tinha de ver as amostras. Podiam ser melhores do que as de qualquer outra casa, mas este representante não me convencia. Por isto, apressadamente lhe expliquei que estava satisfeito com a casa onde comprava, e que não queria trocá-la por outra. Com poucas palavras mais, retirou-se, aparentemente alegre por te findo uma missão desagradável.
Depois que saiu, fiquei meditando: Por que será que uma casa como a de Fulano & Cia. deixa um moço, mal vestido e envergonhado com a mercadoria, ser seu representante?
“Mas, este moço deve orgulhar-se com a felicidade de representar tal casa. Sei que o faria”; disse com ênfase.
“Então porque não o fazes?” disse uma voz. Olhei em redor, admirado, mas não havia ninguém no escritório.
“Porque não o fazes?” repetia a voz, calmamente.
“Mas, o faço, ou faria, se estivesse no lugar dele”, insisti.
“Não, não o farias. Estás representando uma Casa infinitamente melhor do que a de Fulano & Cia., porém envergonhas-te dela”
“Enganas-te mesmo”, persisti.
“Não, sei que não me engano. Pensa um pouco. Estás lembrado de ontem, quando saías de casa como te sentias envergonhado com o livro de amostras, que resolveste não levar?”
De repente, me lembrei: sim, tinha deixado a minha Bíblia, em casa, porque não queria que alguém me visse levá-la à igreja.
A voz continuou: “Também, estás lembrado de que experimentaste interessar um conhecido a comprar da Casa que representas, e como ficastes envergonhado a entrar no assunto? Como falavas em voz baixa para que outros não ouvissem e sentiste grande alivio quando findaste? Podias esperar outra coisa a não ser que ele não comprasse?”

Fiquei humilhado e não pude responder, era verdade. O pastor pedira no domingo anterior que cada crente convidasse um conhecido a alistar-se ao exército do Senhor. Resolvi convidar um vizinho a assistir ao culto. É verdade que me aproximei dele, sem coragem, receando que zombasse de mim; ele se desculpou sorrindo. Vi, então, que eu era o representante da Casa de maior confiança e mais gloriosa do Universo e que me envergonhei dela. Resolvi, desde então, representá-la fiel e dignamente, com o auxílio divino, a Cia. Deus Pai e Jesus o Filho.

Orlando Boyer, no livro Esforça-te para Ganhar Almas (CPAD).

domingo, 22 de outubro de 2017

LIDERANÇA 2D: O que o LÍDER espera dos líderes - E-book para download


Travei conhecimento com o irmão Quissindo, natural de Gabela, província de Kuanza Sul / Angola, há pouco tempo atrás. Servindo a Deus em sua actual cidade residente, Huambo, em Angola, Quissindo, paralelamente ao seu trabalho como obreiro / cooperador na Igreja Assembleia de Deus Pentecostal, Ministério Maranata / Huambo, tem escrito alguns textos e estudos que solicitam nossa especial atenção, para os quais tem buscado oportunidades de publicação.
Neste breve texto, o autor traça um panorama da liderança a partir do modelo crístico. Liderança não opõem, propõem – liderar é mostrar o caminho certo, é lecionar mais do que ordenar, é dar o exemplo e confiar, propõe Quissindo, pondo ênfase na interface 2D (ou seja, em duas dimensões) entre os líderes (nós, homens) e o Líder, nosso supremo Senhor e Deus – interface que, se rompida, compromete todo o projeto diretivo de Deus para o indivíduo e para a Sua igreja.

Em tempos de inversão de valores e posições, onde homens arrogam-se autoridade que nem merecem e nem lhes foi pelos céus outorgada; onde homens de toda estatura escolhem de si mesmos como servir e o que fazer ou não, pois tantos e tantos afazeres e serviços se lhes afiguram indignos de sua alta pessoa, o opúsculo de Quissindo, que além de escritor tem vocação missionária, vem nos chamar à realidade e nos recolocar nos trilhos da correta reflexão sobre nossa missão enquanto servos de Cristo, quer atuemos como líderes*ou*liderados.                                                                                                                      ---------------------Sammis Reachers, editor

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sábado, 1 de julho de 2017

29º Seminário Soemus de Música Sacra - Participe!

local:

Catedral Evangélica de São Paulo
Rua Nestor Pestana, 152 – Centro
próximo do metrô República

horários:

dias 24 e 25 das 18 às 22h (5ª e 6ª feira)
dia 26 das 8 às 21h (sábado)
dia 27 das 9h às 13h (Domingo)

encerramento:

dia 27 às 10h45m
CULTO ABERTO AO PÚBLICO
transmissão ao vivo pela web
www.catedralonline.com.br
informações sobre o seminário:
Marcelo – (11) 96906-5877
Elizabeth – (11) 96399-8100
www.soemus.org.br

inscrição online:

http://bit.ly/insc29sem
maiores informações:
www.soemus.com.br

inscrição por telefone:

Elizabeth – (11) 96399-8100

maestros:

João Wilson Faustini e Parcival Módolo

oficinas:

Composição,
Instrumento acompanhador,
Regência,
Técnica vocal,
Noções de partitura para coristas
Voz infantil

professores:

Cyrene Paparotti,
Fábio Maciel,
Leandro Souza,
Luiz Otávio,
Marcio Lisboa

inscrição individual:

até 31 de julho – 120 reais
após 31 de julho – 150 reais

inscrição para grupos*:

até 31 de julho – 110 reais / pessoa
após 31 de julho – 130 reais / pessoa
* mínimo de 10 pessoas da
mesma igreja ou instituição

participação eventual:

somente na quinta-feira 60 reais
somente na sexta-feira 60 reais
somente no sábado 100 reais

pagamento:

pagamento antecipado poderá
ser feito no Banco Bradesco
ag. 7949 conta poupança 0005467-4
Silvia Gerevini

http://soemus.org.br/

terça-feira, 25 de abril de 2017

MULTIMÍDIA NA IGREJA - Entrevista com Ricardo Silva Lourenço

Para fornecer suporte de sonorização, computação e apresentação de imagens e vídeos nos cultos e eventos da igreja  e aperfeiçoar o processo de comunicação nas Igrejas surgiu a Área de Apoio Multimídia.

São várias as atribuições da Área (Ministério/Departamento) de Multimídia como: Fornecer suporte de som e multimídia para os cultos, reuniões e outros eventos da igreja; por meio da projeção de slides com as letras dos louvores, textos bíblicos, programações e eventos da igreja, avisos referente à outras áreas.  Produção, edição e transmissão de vídeos diversos. Capacitar os integrantes da área nas competências necessárias para o excelente uso e manutenção dos equipamentos de som, computação e multimídia; Motivar e agregar voluntários para o aprimoramento no uso de tecnologias de som e multimídia;  Zelando dos equipamentos de som, computação e multimídia da igreja e supervisionando seu uso adequado, prestando sempre relatório de suas atividades.  
Mas será que qualquer igreja deve fazer uso da Multimídia?
Num bate-papo com o Instituto Jetro, Ricardo Silva Lourenço, Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Arthur Thomas - FAAT e que atua desde 2010 na Igreja Presbiteriana Independente de Londrina como Operador de Áudio e Vídeo Sonoplastia, iluminação, filmagem, edição de áudio e vídeo responde alguns questionamentos sobre o tema. 


Instituto Jetro - A visão de que equipamentos de multimídia são caros e devem ser atualizados frequentemente tem dificultado a inclusão da área de apoio de multimídia nas igrejas? Esta é uma visão correta?  
Ricardo - Realmente os equipamentos de ponta são caros, mas eu acredito que toda igreja tem condição de criar uma Área de Apoio de Áudio e Vídeo. Só precisam de uma orientação correta da forma de como investir e se a igreja tiver uma boa condição financeira ou pessoas na igreja dispostas a investir nessa área, vale muito a pena já comprar um equipamento bom. Lembrando que nem sempre o equipamento mais caro é o ideal para sua realidade, por isso a importância de uma boa orientação, saber bem qual o propósito dessa área de apoio. Já vi Igrejas que começaram com um pequeno equipamento de som e gravação das mensagens em Cds  e que com a venda dos mesmos comprou mais equipamentos e passou a produzir DVDs, por exemplo.

Instituto Jetro - Você acredita que igrejas de qualquer tamanho podem explorar a multimídia como uma ferramenta de comunicação? 
Ricardo - Acredito sim, hoje na nossa igreja caminhamos bem próximos com a Área de Apoio de Comunicação, todos recados, avisos e programações da igreja são gravados em vídeos, editados e repassados nos cultos e nas nossas redes sociais, com isso essa mensagem tem uma maior abrangência ou alcance. Um bom equipamento ajuda, mas os jovens da nossa igreja, já fizeram vídeos muito bons, utilizando gravação pelo celular mesmo.


Instituto Jetro - Tem crescido o número de pessoas com experiência em computador, edição de vídeo e de áudio, mas ainda é difícil a captação de voluntários para área?

Ricardo - Acho que a maior dificuldade é a visão que as pessoas tem de ser uma função bem técnica, mas é uma área de apoio bem abrangente, com diversas funções, creio que cada um de nós temos que ter no nosso coração a visão ministerial, hoje eu sou funcionário contratado na minha igreja, mas acima disso tenho isso como meu ministério, e me sinto privilegiado por isso. A parte espiritual é bem importante, considero cada voluntário ou membro da área de apoio como um ministro na sua função, mesmo que seja mixando um PA, trocando a letra de uma música, mexendo em uma câmera, ou ajudando a enrolar cabos no final dos cultos.


Instituto Jetro - Poderia compartilhar algumas ideias que possam ajudar na formação de uma área de apoio multimídia nas igrejas? 
Ricardo - Acredito que devemos sempre buscar pessoas que já fazem parte da igreja, já frequentam as programações, já tem o coração na igreja. Aí depois vem a parte de capacitação, se não tiver alguém na igreja para ensinar, temos diversos cursos para capacitação (de maneira presencial ou pela Internet) que podem dar essa orientação inicial  e depois vem a prática da caminhada. 

Instituto Jetro -  Por que as Igrejas deveriam investir numa área de apoio Multimídia? 
Ricardo - Nos dias de hoje temos que buscar explorar cada vez mais recursos audiovisuais, o mundo tem feito isso, e temos que ser criativos, essa nova geração busca isso. Nossa igreja é bem grande e temos diversos cultos, desde um culto de domingo 8h no templo mais tradicional até um culto de jovens num sábado à noite, nesse culto de jovens utilizamos mais recursos audiovisuais. Em todos os cultos vemos o mover de Deus, mas as pessoas buscam já ir no culto de acordo como o perfil de cada um, é importante falarmos, que um bom som com iluminação não necessariamente é um "show", muitos tiveram essa visão quando colocamos iluminação nos cultos, mas temos o coração bem tranquilo em relação a isso, estamos buscando fazer o melhor com o que temos para Deus.

Instituto Jetro - Comentários finais sobre o assunto? 
Ricardo - Nós da área de apoio de Áudio e Vídeo somos um ministério de bastidores, normalmente somos os primeiros a chegar e os últimos a sair, quanto menos aparecemos melhor, significa que nosso trabalho está sendo bem feito. Nossa melhor recompensa? Vidas, vidas transformadas, tocadas, quando o grupo de louvor chega para ensaiar e encontra tudo pronto e organizado, ele já vai ter mais paz e segurança para a ministração, o pastor quando recebe o momento da palavra a igreja já envolvida na adoração, já com o coração aberto para receber a palavra, quando ele fala e percebe que está sendo escutado, sem ruídos, e a palavra entra no coração das pessoas, algumas já foram tocadas na adoração mesmo, com uma letra de um cântico projetada que tocou seu coração, o fruto disso são pessoas tocadas, mudanças de vidas, pessoas consoladas, quando nós como área de apoio executamos nossas funções, passamos segurança para nossos pastores e membros do louvor ministrarem a igreja. O principal é sempre termos bem claro em nossos corações, tudo que fazemos é para que o nome de Deus seja glorificado, e que estamos aqui para servir a Ele.

Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site http://www.institutojetro.com/ e comunicada sua utilização através do e-mail artigos@institutojetro.com

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Calendário Evangélico 2017 Baixe e imprima


O ano de 2016 se aproxima de seu término, e como fizemos no ano passado, preparamos para nossos leitores uma série de calendários com foco missionário, para você baixar e imprimir.
Se no ano de 2016 o foco foram países variados onde é pequena a presença do evangelho (Arábia Saudita, Indonésia etc.), o tema para o ano de 2017 são os seis países lusófonos (que têm o português como língua oficial) da África: Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique e São Tomé e Príncipe.
Cada uma das seis páginas (formato A4) traz, além de uma bela imagem do país e os calendários de dois meses do ano, informações gerais sobre o país em questão (população, povos, povos não-alcançados, principais cidades, línguas oficiais, estatísticas religiosas e bandeira). E ainda uma frase de incentivo à tarefa de evangelização da igreja.
Preparamos ainda o calendário tendo por tema as crianças. Neste caso, também como no ano passado, são duas páginas, com uma imagem (neste caso, de crianças africanas) e seis meses de calendários em cada uma, além de uma frase sobre a importância da evangelização/discipulado de nossos pequeninos.
Note ainda o selo em comemoração aos 500 Anos de Reforma Protestante (1517 - 2017), que elaboramos especialmente para a data, e que será inserido em todas as nossas publicações e projetos durante 2017. Sobre os significados do selo, confira AQUI.

Para baixar o Calendário Missionário Países 2017 pelo Google Drive, CLIQUE AQUI.
Para baixar o Calendário Missionário Países 2017 pelo Scribd, CLIQUE AQUI.
Para baixar o Calendário Missionário Países 2017 pelo 4Shared, CLIQUE AQUI.
Para baixar o Calendário Missionário Países 2017 pelo SlideShare, CLIQUE AQUI.



Para baixar o Calendário Crianças 2017 pelo Google Drive, CLIQUE AQUI.
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Para baixar o Calendário Crianças 2017 pelo 4Shared, CLIQUE AQUI.
Para baixar o Calendário Crianças 2017 pelo SlideShare, CLIQUE AQUI.



Além dos arquivos em PDF, ideais para você imprimir, também disponibilizamos as imagens do calendário, em boa resolução, para você copiar e usar onde quiser. Confira abaixo:


PAÍSES 2017
(Clique nas imagens para ampliar, em seguida copie/salve em seu computador)









CRIANÇAS 2017


Caso não consiga fazer o download, solicite o envio por e-mail, escrevendo para:  sreachers@gmail.com

sábado, 10 de dezembro de 2016

Como integrar uma criança na igreja


Como integrar uma criança na igreja

1. Faça da Igreja um lugar especial: vá constantemente e com alegria, não apenas pressionado ou em ocasiões festivas.
2. Seja leal aos compromissos com a Igreja em relação ao tornar-se membro dela: aluno da Escola Dominical, participante dos cultos e demais atividades, contribuinte com sua oferta.
3. Não mande seu filho à Igreja: dê o exemplo e vá com ele.
4. Em casa, não relaxe o culto doméstico: habitue-se a orar antes das refeições; leia com ele a Bíblia; reserve tempo para cultivar nele os valores espirituais.
5. Leve-o às atividades semanais da Igreja.
6. Não critique a Igreja, para que ele venha a acreditar nela.
7. Dê testemunho da sua fé, para que ele perceba a diferença entre o lar cristão e a família mundana.
8. Decididamente, eduque-o no caminho em que deve andar, antes que os donos de outras filosofias o façam.
9. Transmita-lhes sua fé desde cedo - a Bíblia lhe entrega esta responsabilidade.
10. Prepare-se, então, para uma vida de alegrias, colhendo o que você plantou.


Extraído de Antologia do Lar Cristão (UFMBB).

domingo, 27 de novembro de 2016

As três vias da evangelização apaixonada




Existe a evangelização mercenária e a evangelização apaixonada. Elas têm motivações opostas, propósitos opostos, métodos opostos e costumam produzir resultados opostos.
As três vias da evangelização apaixonada são a oração, o exemplo e o anúncio.

A evangelização pela oração

É preciso orar pelos descrentes por causa do estado de morte em que se encontram todos os mais de 6 bilhões de habitantes do planeta, sem nenhuma possibilidade de retornar à vida.

Todos pecaram, dizem as Escrituras, e “estão destituídos [ou privados] da glória de Deus”, ou “afastados da presença gloriosa de Deus” (Rm 3.23, NTLH). Estão todos “mortos em pecados e delitos” (Ef 2.1). A terra é um vale cheio de ossos sequíssimos, que precisam se juntar osso com osso outra vez, e receber carne, tendões, pele e espírito, para tornarem a viver (Ez 37.1-10).

É preciso orar por causa da extrema dureza do coração humano (Jr 3.17; 7.24; 11.8; 16.12; 18.12). O pecador tem “coração obstinado” (Is 46.12), “tendão de ferro no pescoço” e “testa de bronze” (Is 48.12). Ele carrega uma bagagem enorme de apatia, ignorância, cegueira, loucura, incredulidade, tradicionalismo, preconceito, soberba e servidão pecaminosa.

É preciso orar porque só Deus é capaz de fazer o mais difícil de todos os transplantes: “Tirarei do peito deles o coração de pedra e lhes darei um coração de carne” e “colocarei no íntimo deles um espírito novo” (Ez 11.19, EP).

A evangelização pelo exemplo

É preciso viver o que se prega, senão a evangelização torna-se uma hipocrisia. Essa incoerência entre conduta e mensagem gera indignação, desprezo, zombaria, escândalo, incredulidade e rejeição.

Jesus deu muita ênfase à evangelização pelo exemplo, quando declarou francamente: “Vocês são o sal da terra para a humanidade; mas, se o sal perde o gosto, deixa de ser sal e não serve mais para nada; é jogado fora e pisado pelas pessoas que passam” (Mt 5.13, NTLH). No mesmo Sermão do Monte, Ele ensina que “uma cidade construída sobre a montanha não fica escondida” e “não se acende uma lâmpada para colocá-la debaixo de uma caixa, mas sim no candelabro, onde ela brilha para todos os que estão em casa”. Em seguida, Jesus ordena: “Assim também, a luz de vocês deve brilhar para que os outros vejam as coisas boas que vocês fazem e louvem o Pai de vocês, que está no céu” (Mt 5.14-16, CNBB e NTLH). Somos agora o que Jesus foi no passado: “Enquanto estou no mundo, eu sou a luz do mundo” (Jo 9.5). A igualdade da missão de Jesus com a de seus discípulos aparece também na Grande Comissão: “Assim como tu me enviaste ao mundo, eu também os enviei” (Jo 17.18).

Aos coríntios, Paulo assume que, “como um perfume que se espalha por todos os lugares, somos usados por Deus para que Cristo seja conhecido por todas as pessoas” (2 Co 2.14, NTLH). Tornamos o evangelho conhecido mais pelo perfume do que pela palavra. Abusando da figura, é possível acrescentar: mais pelo olfato do que pela audição. Foi por isso que São Francisco de Assis disse: “Evangelize sempre; se necessário, use palavras”.

Pouco na frente, o mesmo Paulo garante aos seus filhos na fé: “Nossa carta de recomendação são vocês mesmos..., conhecida e lida por todos os homens” (2 Co 3.2, EP). Horácio, o poeta romano do primeiro século antes de Cristo, dizia que “mais profundamente nos impressiona aquilo que vemos do que aquilo que ouvimos”.

O exemplo de quem é sal da terra, luz do mundo, perfume de Cristo e carta de apresentação se manifesta pelas boas obras. Aliás, somos “criados em Jesus para as boas ações, que Deus de antemão preparou para que nós as praticássemos” (Ef 2.10, EPC). Se o evangelho não alterou o nosso comportamento e continuamos iguais aos não convertidos, não temos como evangelizar, pois “a fé que não se traduz em ações é vã” (Tg 2.20, CNBB), não tem valor, não vale nada, não produz nenhum fruto, é inoperante, é morta. Mostra-se a fé salvadora pelas obras e não pela mera confissão de fé. A única evidência visível da fé alojada no íntimo, ao olhar perscrutador do descrente, é constituída dos atos de obediência do crente. Entre esses atos convincentes estão a autenticidade (“comprometo-me a viver o que prego e deixar de pregar o que não vivo”), o casamento estável, o cumprimento do dever, a honestidade, a linguagem sadia (não agressiva, não bajuladora, não caluniadora, não mentirosa, não obscena, não soberba), as relações humanas aprovadas (controle do gênio, cordialidade, humildade, perdão), a sexualidade mantida dentro dos padrões bíblicos, o envolvimento social (posição pública contrária à injustiça) e o equilíbrio religioso tanto nas convicções como na defesa delas (o fanatismo é uma contra-evangelização desastrosa).

A evangelização pelo anúncio

Não basta orar e ser exemplo. É preciso ir. É preciso mover-se. É preciso falar. É preciso gastar tempo. É preciso apaixonar-se. É preciso vencer a preguiça, o comodismo e o acanhamento. É preciso atear o fogo do evangelismo. É preciso guardar-se tanto do ativismo (predominância da ação em prejuízo da oração) como do misticismo (predominância da oração em prejuízo da ação).

Entre o muito que se pode fazer para evangelizar os descrentes, os testas de bronze, os corações de pedra, ocupa lugar de destaque o ministério da amizade. Esse ministério consiste em amar profundamente as pessoas, aproximar-se delas, mormente os que sofrem, os enfermos, os enlutados, os pobres, os marginais e os marginalizados. Na verdade, “não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes” (Mt 9.12, NVI). O amor cria possibilidades e abre caminhos. Sem amor não se inicia uma conversa, não se faz evangelismo pessoal, não se dá uma porção bíblica ou um folheto de boa qualidade, não se convida alguém para um encontro ou para uma reunião na igreja.

A arte de trazer os excluídos do lugar onde estão para a sala do banquete e de obrigar (não no sentido de violação da vontade alheia, mas no sentido de insistir, atrair, encorajar) os mais distantes a entrar é um ministério maravilhoso e tem fundamento bíblico. Foi assim que, na Parábola do Grande Banquete, a sala se encheu de toda sorte de gente: “Vá pelos caminhos e valados e obrigue-os a entrar” (Lc 14.23, NVI). Simão Cirineu foi agarrado e obrigado pelos soldados a carregar a cruz de Jesus até o Gólgota (Lc 23.26). Muito provavelmente foi isso que mais tarde o levou à fé.

Quando a oração, o exemplo e o anúncio acontecem ao mesmo tempo, é muito difícil não haver novos convertidos. Isso, por sua vez, faz a Igreja crescer tanto em número quanto em qualidade.



As duas mais antigas estratégias para o crescimento da igreja evangélica brasileira

A proposta do escocês Robert Kalley, o primeiro missionário protestante a se fixar no país (de 1855 a 1876), fundador da Igreja Evangélica Fluminense (a mãe das igrejas congregacionais) era:

1) Publicar artigos na imprensa diária, para firmar certas doutrinas cristãs e expor os costumes da igreja primitiva, que são desconhecidos do povo.

2) Vender e distribuir livros e folhetos para instruir o povo no único caminho seguro da salvação.

3) Visitar casas particulares, lojas e oficinas para conversar sobre o amor de Deus, revelado na pessoa de Jesus e mostrar as boas dádivas do Pai Celeste para os que recebem a redenção tornada possível pelo sangue de seu Filho.

4) Instituir a prática diária do culto doméstico e ter reuniões familiares para leitura e estudo da Palavra e para louvar a Deus em espírito e verdade.

5) Socorrer os enfermos e aconselhá-los a confiar em Jesus somente, para o bem eterno de suas almas.

A proposta do americano Ashbel Green Simonton, o segundo missionário protestante a se fixar no país (de 1859 a 1867), fundador da Igreja Presbiteriana do Rio de Janeiro (a mãe de todas as igrejas presbiterianas) era:

1) A santidade da igreja deve ser ciosamente mantida no testemunho de cada crente.

2) O uso abundante de literatura evangélica. A Bíblia, e não somente a Bíblia, mas também livros e folhetos religiosos devem inundar o Brasil. É impossível envolver tão vasto país sem o auxílio da palavra impressa.

3) O evangelismo pessoal é de suma importância. Cada crente deve comunicar o evangelho a outra pessoa.

4) A formação de um ministério nacional idôneo, isto é, pastores brasileiros para brasileiros.

5) O estabelecimento de escolas paroquiais para os filhos dos crentes.

Como se pode observar, não havia um frenesi por números, mas uma preocupação muito grande com a santidade dos crentes e com o aprofundamento bíblico.

(Fonte: Entrevistas com Ashbel Green Simonton, p. 16-17, Editora Ultimato.)

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Breve palavra sobre liderança - Ronaldo Lidório


Alguns conceitos gerais e posturas na formação de líderes

1.    Faça uma clara diferença entre problemas e conflitos.

-    Problemas são disfunções na estrutura ou dinâmica do grupo. Seja rápido e objetivo na intervenção.
-    Conflitos são disfunções nos relacionamentos. Permita que passem pelo ciclo platônico da insatisfação / inconformação / respeito / tolerância / amor. Seja apenas um pacificador e moderador.

2.    Avalie um possível líder de acordo com a capacidade de resolver problemas e solucionar conflitos. Se necessário gere situações em que os conflitos se tornem mais evidentes para que todos pratiquem solucioná-los.

3.    Não confronte tudo. Confronte o prioritário e não parta para o próximo capítulo até que o presente tenha sofrido mudanças positivas.

4.    Mantenha em mente que investir em pessoas é uma ação de médio e longo prazo. Não espere mudanças instantâneas.

5.    Tenha em mente a visão geral e os poucos elementos não negociáveis. Sobre estes, seja sempre claro e esteja pronto para defendê-los.

6.    Desenvolva amigos na equipe que tenham liberdade para lhe apontar o erro.

7.    Não procure agradar em tudo. Admita que outros possam não gostar de seu estilo e posições. Porém não seja desagradável em seu testemunho e integridade.

8.    Procure não atrapalhar.

9.    Pondere sobre o custo/benefício entre a instituição e as pessoas. Em alguns casos permita que a primeira sofra por algum tempo a fim de que a segunda cresça.

10.    Enfraqueça sua liderança em momentos tranquilos a fim de que novas lideranças surjam.

11.    Fortaleça sua liderança em momentos de crises para que o essencial seja mantido.

12.    Leve a equipe a pagar preços pastorais, investindo em pessoas, para que o caráter de todos seja forjado de acordo com o amor e não apenas justiça.

13.    Procure ser um exemplo em três areas principais: tolerância, iniciativa e amor.

14.    Trate cada membro de acordo com seu perfil e habilidade. Não compare nem as pessoas nem as habilidades e sobretudo o potencial.

15.    Descubra o potencial da equipe dando-lhes atividades desafiadoras, fora de sua visível area de ação, que demande domínio próprio ou grande grau de maturidade.

16.    Sua missão em relação à instituição é ser um coordenador e facilitador, para que todos possam produzir o máximo dentro de suas habiidades e dons, e que o alvos gerados sejam concluídos.

17.    Sua missão em relação às pessoas é ser um investidor, para que daqui a 2 anos sejam melhores homens e mulheres do que eram.

18.    Invista em pessoas para a vida e não simplesmente para o tempo de atuação na instituição ou equipe.

19.    Não terceirize o pastoreio. Não permita mobilização de grupos contra um indivíduo. 

20.    Defenda o fraco para que não se quebre. Gere oportunidades para que se fortaleça.

21.    Identifique em sua equipe aqueles que a) tem um espírito ensinável; b) seja um simplificador de problemas; c) tenha caráter íntegro. 

22.    Mantenha-se perto de todos, mas especialmente dos novos e dos enfraquecidos.

23.    Caso a equipe não o pastoreie como líder, procure gerar o contexto para tal através da amizade. Caso isto não aconteça facilite o pastoreio com amigos de fora do grupo. Não deixe de prestar contas a alguém.

24.    Não instrua abusivamente. Permita que cada um desenvolva seu conhecimento e experiência.

25.    Prepare a equipe para funcionar bem com pouca liderança.


Do livro Liderança e Integridade