Quantas e quantas almas já não foram salvas
através da ação de um folheto evangelístico? Por suas características de
semente que se lança praticamente sobre qualquer terreno, muitas vezes não se
pode conhecer os resultados e nem o alcance, em termos de pessoas e distâncias
atingidas por aquele folheto. São inúmeros os testemunhos de conhecidos e
anônimos servos de Deus que foram alcançados pela mensagem de salvação através
de um simples folheto, o “evangelista que não dormita”.
Mas isso tudo é para falar de um interessante
livro. Em O Folheto Falante (Edições Cristãs, 1997) o autor Orlando Arraz Maz
relata as conquistas, apuros e peripécias de um folheto. Isso mesmo: de mão em
mão, de vida em vida, acompanhamos o pequeno folheto por favelas e mansões,
aviões e navios, lixões, hospitais, ruas e celas, em estórias que entrelaçam-se
em cadeia de eventos cujo eixo é “um simples folheto de quatro páginas”.
Uma leitura agradável e edificante, que colabora
para nos dar a dimensão real das largas possibilidades e oportunidades de ação
das literaturas evangelísticas. Isso é
proveitoso ainda para renovar nosso ímpeto evangelístico. Seus capítulos curtos
e o agradável estilo do autor permitem que o livro seja utilizado para instrução,
edificação e inspiração de pessoas de todas as idades, inclusive nossas
crianças.
O livro pode ser adquiro no site da editora, AQUI.
Aproveitando: Para aqueles que desejam conhecer
e/ou adquirir literaturas evangelísticas variadas, apresentamos em nosso blog
Recursos para Evangelização uma ampla listagem. Confira AQUI.
A Antologia Poética Águas Vivas, seleção bianual que desde 2007 reúne a produção de poetas evangélicos que se tem destacado pela sua ótima produção, chega a seu quinto volume. O livro, de noventa e seis páginas, pode ser baixado gratuitamente.
Prefácio
Costumo dizer que a poesia é a antecâmara da Fé. A entrega poética, o salto/libertação que o sentimento poético opera, prenuncia a entrega maior que a fé solicita. E este livro é uma obra de fé. A de quem escreve e a de quem lê, a de quem, em meio a tempos de furiosa turbulência e apressadas solicitações, consegue tempo e alma para adentrar esta antecâmara que fala de re-ligação com o divino.
Pois a caravana não pode parar. De diversos cantos, o canto dos peregrinos ainda faz-se ouvir. A primavera resiste. A poesia cumpre seu papel, supre alento aos homens.
Nesta nova seleta, como já é tradicional em Águas Vivas, reunimos a voz experimentada de poetas laureados à voz de jovens iniciantes nos meandros poéticos, promissores e já de forte expressão.
Uma outra tradição de Águas Vivas é promover e celebrar a fraternidade que podemos chamar de lusófona: Desde a primeira edição, apresentamos, junto aos autores brasileiros, a obra de excelentes poetas evangélicos portugueses. Neste volume, além da presença honrosa do pastor, escritor e poeta português Samuel Pinheiro, ampliamos nossa corrente fraternal até a nação irmã de Moçambique, na figura da jovem Carla Júlia, poeta cuja riqueza de expressão é de admirar. E não bastasse a reunião de tão boa poesia devocional, apenas isso - a comunhão em livro de ótimos poetas de três continentes, três países da lusofonia – já seria um selo distintivo a chancelar a relevância de Águas Vivas.
O talento em comum é aqui o eixo axial a unir poetas tão díspares em estilo, que operam nas mais variadasfrequências poéticas, e que, juntos, dão o tom democrático que sempre norteou esta antologia. Da beleza clássica dos sonetos de Natanael Santos aos versos de moderna dicção e com um toque de poesia marginal de Newton Messias; da caudalosidade hermética de Jorge F. Isah ao poema franco e filosófico de Júnior Fernandes; da maturidade decantada de Samuel Pinheiro até os versos sublimados da jovem moçambicana Carla Júlia e à terna entrega devocional de outra jovem, Karla Fernandes, estabelece-se aqui a corrente confraternal que, tenho certeza, acrescerá encanto aos olhos de todo amante do verso inspirado.
É pois com renovada alegria que entregamos aos leitores este novo volume de Águas Vivas.
Sammis Reachers, organizador.
Para baixar o livro pelo Google Drive, CLIQUE AQUI.
(Dedicado
ao leitor Adonias dos Reis Santiago, de Brasília)
“A
verdadeira felicidade só é encontrada quando definimos o propósito da nossa
existência” (W.Cowper)
Antes, durante e depois da Segunda
Guerra Mundial os
evangélicos brasileiros foram incentivados a ler O Peregrino, de John Bunyan
(1628-1688), a maior obra alegórica da literatu-ra inglesa.
Presenteado por Frederica Torres
(1897-1981), tia e
mãe
adotiva, li “O Peregrino” em 1939, quando tinha 10 anos de idade. Esse livro me
orientou em alguns passos importantes.
Lembro que era fácil
encontrar nos lares evangélicos um quadro intitulado “Os dois caminhos”, talvez
inspirado pela alegoria de Bunyan, que simbolicamente dizia: “O cristão não
pertence a este mundo; está marchando para o Céu”. Bunyan tinha uma nova “visão
de mundo” (ver: Bunyan, John. O Peregri-
no. São Paulo: Imprensa Metodista, 1972; Editora Mundo Cris- tão, 1981).
Os meninos de nossos dias
podem assistir o filme “Pilgrim’s Progress – Journey to Heaven”, produzido em
2008 por Danny Carrales, com Terry Jernigan. É uma adaptação para as crianças
do livro de Bunyan.
Bunyan, ao escrever “The Pilgrim’s
Progress” (entre
1667
e 1672), igualou-se a John Milton (1608-1674), na opinião do crítico literário
Otto Maria Carpeaux. Este erudito intelectual comparou o começo da alegoria de
Bunyan (“As I walked through the wilderness of this world”) com o da obra de
Dante (“Nel mezzo del camin di nostra vita”), fazendo um paralelismo moral entre
a Itália (século XIII) e a Inglaterra (século XVII).
Lembrou o dramaturgo irlandês
George Bernard Shaw que o inglês Bunyan foi afastado do teatro pelo
Puritanismo.
Segundo o poeta Samuel Coleridge
(1772-1834) a
obra
foi escrita “no mais vulgar estilo; se você quiser melhorá-lo, deverá destruir
a realidade da visão”. O realismo de muitos personagens pode ser reconhecido na
experiência diária, decor-ridos 350 anos da elaboração da alegoria.
O estilo literário, no início
do século XVII, ainda era douto (William
Shakespeare, 1564-1616) e realizou a versão do rei Tiago para a Bíblia inglesa;
no fim, a prosa simples de Bu-nyan tornou-se a característica da língua inglesa
moderna.
Devemos ponderar que os
Dissidentes (batistas e ou-tros evangélicos) sofreram sob o código de Edward
Clarendon (1609-1674): foram excluídos da vida política, da administração
municipal e das universidades. Apesar disso, foi uma época mui-to importante da
literatura inglesa.
Bunyan escreveu “O Peregrino”
durante o período que passou na prisão(1660-1672),no reinado de Carlos II
(1660-1685) era pastor da igreja batista em Bedford e favorecia o canto con- gregacional.
No “Baptist Hymnal”(1975) figura seu hino “He Who Would Valiant be”, escrito em
1684, um dos mais antigos da hinodia batista.
Apelando à classe média
inferior inglesa, Bunyan transmitiu para a posteridade muito do que era nobre
no Puritanismo britânico.
Em seu livro, Bunyan descreve
a viagem de “Christ-ian” (Cristão), da Cidade da Destruição para a Cidade de
Deus, passando pelo Desfiladeiro do Desespero, a Aldeia da Moral, a Colina da
Dificuldade, o Vale da Humilhação, a Feira das Vai-dades e o Rio da Morte,
usando citações e alusões bíblicas.
Em 1987, em São Paulo,
tomamos conhecimento da existência de uma gravação, em disco LP, da
“moralidade” de Vaughan Williams, baseada na alegoria de Bunyan, feita sob a
regência de Adrian Boult.
Agora, graças ao mecenato
praticado pelo nosso amigo Rosber Neves Almeida, temos a gravação, em disco CD
de 20-bit, realizada em 1997, com o Coro e a Orquestra da Royal Opera House,
regidos por Richard Hickox.
O compositor britânico Ralph
Vaughan Williams (1872-1958) tinha compilado canções folclóricas e organizado edições
de música religiosa inglesa, além de compor sinfonias e óperas. Impressionado
pela busca de Bunyan, VW refletiu sobre a fé puritana e a ética evangélica em
seus dias; podemos comparar a arenga evangélica e a ideologia burguesa do
século 21.
VW teve a ideia de compor uma
ópera baseada em “O Peregrino”; ela surgiu em 1906 quando compôs uma melodia
para a canção “Who would true valour
see, let him come hither”, que Bunyan pôs na boca do personagem “Cristão”.
Outros episódios foram
compostos entre 1925 e 1936, quando VW parece ter decidido que alguns temas
seriam aproveitados em sua Quinta Sinfonia (1943); vários temas da sinfonia
aparecerão na “moralidade” (1951).
Depois de 45 anos, VW viu
concretizar-se o seu sonho: em 26 de abril de 1951, no Covent Garden, em
Londres, ocorreu a estréia da obra, dividida em prólogo, quatro atos e epílogo.
O compositor insistiu que a
obra destinava-se ao pal-co, e não ao templo.
Apesar de suas deficiências
dramáticas, a obra ofere-ce esplendor musical: no prólogo, quando o Pererino
entra e grita: “Que farei?”; nas cenas da “House Beautiful” (Ato I) e da
“Vanity Fair” (Ato III); no monólogo do Peregrino na prisão; no episódio das
“Delectable Mountains” (Ato IV); nos “aleluias” do Peregrino. Os “quatro
vizinhos” de Bunyan contrastam com os “três amigos” de Jó.
VW compilou o libreto; à
alegoria de Bunyan, fez vá-rias adições, extraídas dos Salmos e outras fontes
bíblicas; usou o nome “Peregrino”, ao invés de “Cristão”, porque conce-bia o
personagem principal como alguém muito interessado na vida espiritual ... O
propósito de sua obra era alcançar todos os que se preocupam com a vida
espiritual. Alguns versos foram escritos por Ursula Vaughan Williams. Ela
admitiu que seu mari-do tinha sido ateu durante o curso na universidade de
Cambrid-ge, e que mais tarde tornara-se agnóstico.
Embora trate de assunto
religioso, a obra de VW não pertence ao gênero sacro (ver: Herbert Murrill,
“Vaughan Willi-ams’s Pilgrim”, Music & Letters, XXXII, 1951, p. 324).
Filho de pastor anglicano, VW
conhecia bem as tradições musicais; compôs melodias para hinos do “The
English Hymnal” (1906) e “Songs of Praise”.
“O Peregrino” termina quando
o personagem “Bunyan” chega ao centro do palco e apresenta um livro aos espectadores,
dizendo: “Este livro fará de ti um viajante; ele te conduzirá à Terra Santa,
se quiseres entender as suas instruções; então, vem, e põe o meu livro junto à
tua cabeça e ao teu coração”
Recomendamos esta obra de
Vaughan Williams alertando para a circunstância de que, embora seja religiosa,
não é sacra.
Existe a evangelização mercenária e a evangelização apaixonada. Elas têm motivações opostas, propósitos opostos, métodos opostos e costumam produzir resultados opostos.
As três vias da evangelização apaixonada são a oração, o exemplo e o anúncio.
A evangelização pela oração
É preciso orar pelos descrentes por causa do estado de morte em que se encontram todos os mais de 6 bilhões de habitantes do planeta, sem nenhuma possibilidade de retornar à vida.
Todos pecaram, dizem as Escrituras, e “estão destituídos [ou privados] da glória de Deus”, ou “afastados da presença gloriosa de Deus” (Rm 3.23, NTLH). Estão todos “mortos em pecados e delitos” (Ef 2.1). A terra é um vale cheio de ossos sequíssimos, que precisam se juntar osso com osso outra vez, e receber carne, tendões, pele e espírito, para tornarem a viver (Ez 37.1-10).
É preciso orar por causa da extrema dureza do coração humano (Jr 3.17; 7.24; 11.8; 16.12; 18.12). O pecador tem “coração obstinado” (Is 46.12), “tendão de ferro no pescoço” e “testa de bronze” (Is 48.12). Ele carrega uma bagagem enorme de apatia, ignorância, cegueira, loucura, incredulidade, tradicionalismo, preconceito, soberba e servidão pecaminosa.
É preciso orar porque só Deus é capaz de fazer o mais difícil de todos os transplantes: “Tirarei do peito deles o coração de pedra e lhes darei um coração de carne” e “colocarei no íntimo deles um espírito novo” (Ez 11.19, EP).
A evangelização pelo exemplo
É preciso viver o que se prega, senão a evangelização torna-se uma hipocrisia. Essa incoerência entre conduta e mensagem gera indignação, desprezo, zombaria, escândalo, incredulidade e rejeição.
Jesus deu muita ênfase à evangelização pelo exemplo, quando declarou francamente: “Vocês são o sal da terra para a humanidade; mas, se o sal perde o gosto, deixa de ser sal e não serve mais para nada; é jogado fora e pisado pelas pessoas que passam” (Mt 5.13, NTLH). No mesmo Sermão do Monte, Ele ensina que “uma cidade construída sobre a montanha não fica escondida” e “não se acende uma lâmpada para colocá-la debaixo de uma caixa, mas sim no candelabro, onde ela brilha para todos os que estão em casa”. Em seguida, Jesus ordena: “Assim também, a luz de vocês deve brilhar para que os outros vejam as coisas boas que vocês fazem e louvem o Pai de vocês, que está no céu” (Mt 5.14-16, CNBB e NTLH). Somos agora o que Jesus foi no passado: “Enquanto estou no mundo, eu sou a luz do mundo” (Jo 9.5). A igualdade da missão de Jesus com a de seus discípulos aparece também na Grande Comissão: “Assim como tu me enviaste ao mundo, eu também os enviei” (Jo 17.18).
Aos coríntios, Paulo assume que, “como um perfume que se espalha por todos os lugares, somos usados por Deus para que Cristo seja conhecido por todas as pessoas” (2 Co 2.14, NTLH). Tornamos o evangelho conhecido mais pelo perfume do que pela palavra. Abusando da figura, é possível acrescentar: mais pelo olfato do que pela audição. Foi por isso que São Francisco de Assis disse: “Evangelize sempre; se necessário, use palavras”.
Pouco na frente, o mesmo Paulo garante aos seus filhos na fé: “Nossa carta de recomendação são vocês mesmos..., conhecida e lida por todos os homens” (2 Co 3.2, EP). Horácio, o poeta romano do primeiro século antes de Cristo, dizia que “mais profundamente nos impressiona aquilo que vemos do que aquilo que ouvimos”.
O exemplo de quem é sal da terra, luz do mundo, perfume de Cristo e carta de apresentação se manifesta pelas boas obras. Aliás, somos “criados em Jesus para as boas ações, que Deus de antemão preparou para que nós as praticássemos” (Ef 2.10, EPC). Se o evangelho não alterou o nosso comportamento e continuamos iguais aos não convertidos, não temos como evangelizar, pois “a fé que não se traduz em ações é vã” (Tg 2.20, CNBB), não tem valor, não vale nada, não produz nenhum fruto, é inoperante, é morta. Mostra-se a fé salvadora pelas obras e não pela mera confissão de fé. A única evidência visível da fé alojada no íntimo, ao olhar perscrutador do descrente, é constituída dos atos de obediência do crente. Entre esses atos convincentes estão a autenticidade (“comprometo-me a viver o que prego e deixar de pregar o que não vivo”), o casamento estável, o cumprimento do dever, a honestidade, a linguagem sadia (não agressiva, não bajuladora, não caluniadora, não mentirosa, não obscena, não soberba), as relações humanas aprovadas (controle do gênio, cordialidade, humildade, perdão), a sexualidade mantida dentro dos padrões bíblicos, o envolvimento social (posição pública contrária à injustiça) e o equilíbrio religioso tanto nas convicções como na defesa delas (o fanatismo é uma contra-evangelização desastrosa).
A evangelização pelo anúncio
Não basta orar e ser exemplo. É preciso ir. É preciso mover-se. É preciso falar. É preciso gastar tempo. É preciso apaixonar-se. É preciso vencer a preguiça, o comodismo e o acanhamento. É preciso atear o fogo do evangelismo. É preciso guardar-se tanto do ativismo (predominância da ação em prejuízo da oração) como do misticismo (predominância da oração em prejuízo da ação).
Entre o muito que se pode fazer para evangelizar os descrentes, os testas de bronze, os corações de pedra, ocupa lugar de destaque o ministério da amizade. Esse ministério consiste em amar profundamente as pessoas, aproximar-se delas, mormente os que sofrem, os enfermos, os enlutados, os pobres, os marginais e os marginalizados. Na verdade, “não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes” (Mt 9.12, NVI). O amor cria possibilidades e abre caminhos. Sem amor não se inicia uma conversa, não se faz evangelismo pessoal, não se dá uma porção bíblica ou um folheto de boa qualidade, não se convida alguém para um encontro ou para uma reunião na igreja.
A arte de trazer os excluídos do lugar onde estão para a sala do banquete e de obrigar (não no sentido de violação da vontade alheia, mas no sentido de insistir, atrair, encorajar) os mais distantes a entrar é um ministério maravilhoso e tem fundamento bíblico. Foi assim que, na Parábola do Grande Banquete, a sala se encheu de toda sorte de gente: “Vá pelos caminhos e valados e obrigue-os a entrar” (Lc 14.23, NVI). Simão Cirineu foi agarrado e obrigado pelos soldados a carregar a cruz de Jesus até o Gólgota (Lc 23.26). Muito provavelmente foi isso que mais tarde o levou à fé.
Quando a oração, o exemplo e o anúncio acontecem ao mesmo tempo, é muito difícil não haver novos convertidos. Isso, por sua vez, faz a Igreja crescer tanto em número quanto em qualidade.
As duas mais antigas estratégias para o crescimento da igreja evangélica brasileira
A proposta do escocês Robert Kalley, o primeiro missionário protestante a se fixar no país (de 1855 a 1876), fundador da Igreja Evangélica Fluminense (a mãe das igrejas congregacionais) era:
1) Publicar artigos na imprensa diária, para firmar certas doutrinas cristãs e expor os costumes da igreja primitiva, que são desconhecidos do povo.
2) Vender e distribuir livros e folhetos para instruir o povo no único caminho seguro da salvação.
3) Visitar casas particulares, lojas e oficinas para conversar sobre o amor de Deus, revelado na pessoa de Jesus e mostrar as boas dádivas do Pai Celeste para os que recebem a redenção tornada possível pelo sangue de seu Filho.
4) Instituir a prática diária do culto doméstico e ter reuniões familiares para leitura e estudo da Palavra e para louvar a Deus em espírito e verdade.
5) Socorrer os enfermos e aconselhá-los a confiar em Jesus somente, para o bem eterno de suas almas.
A proposta do americano Ashbel Green Simonton, o segundo missionário protestante a se fixar no país (de 1859 a 1867), fundador da Igreja Presbiteriana do Rio de Janeiro (a mãe de todas as igrejas presbiterianas) era:
1) A santidade da igreja deve ser ciosamente mantida no testemunho de cada crente.
2) O uso abundante de literatura evangélica. A Bíblia, e não somente a Bíblia, mas também livros e folhetos religiosos devem inundar o Brasil. É impossível envolver tão vasto país sem o auxílio da palavra impressa.
3) O evangelismo pessoal é de suma importância. Cada crente deve comunicar o evangelho a outra pessoa.
4) A formação de um ministério nacional idôneo, isto é, pastores brasileiros para brasileiros.
5) O estabelecimento de escolas paroquiais para os filhos dos crentes.
Como se pode observar, não havia um frenesi por números, mas uma preocupação muito grande com a santidade dos crentes e com o aprofundamento bíblico.
(Fonte: Entrevistas com Ashbel Green Simonton, p. 16-17, Editora Ultimato.)
É com felicidade que apresentamos o segundo número de AMPLITUDE. Durante estes seis meses de espera ou gestação desta segunda edição, pudemos auferir a boa recepção que a nossa primeira edição obteve entre autores e leitores. Isso nos incentiva a avançarmos na jornada, cientes da seriedade e importância da iniciativa de reunir em revista, o melhor da produção literária poética e ficcional, além de outras expressões artísticas levadas a cabo por cristãos protestantes e de outras filiações.
Vamos ao panorama da edição: Na seção Hot Spots, a sapiência de um dos maiores nomes da mística cristã, Ramon Llull (Raimundo Lúlio). Em Galeria, a obra da pastora, artista plástica, grafiteira, quadrinista e ativista cultural Lya Alves. Na seção Cinema, destacamos a realização da terceira edição do Festival Nacional de Cinema Cristão.
Esta edição chega inaugurando diversas novas seções. Uma delas é Poeta em Detaque, iniciando com a obra da pernambucana Júlia Lemos.
Inaugurando a nossa seção Especial, de enfoque temático, temos como mote Estêvão para tempos de perseguição, uma mini-antologia reunindo as percepções de seis excelentes poetas acerca de nosso protomártir, sobre quem nos é oportuno refletir em tempos de recrudescimento das perseguições aos cristãos ao redor do globo.
E as artes visuais ganharam ainda mais destaque: além da já citada seção Galeria, e de HQ (História em Quadrinhos), inauguramos mais uma seção, Luminares, destacando, em singelas inserções, a pintura, ilustração ou desenho de nossos concidadãos de Reino. E a Fotografia chega com força na seção Álbum, abrindo as portas com a obra de William Rosa.
Os contos, como diria meu pai, estão de lascar: Iniciamos com Eça de Queiroz, na seção Jardim dos Clássicos, apresentando o conto OSuave Milagre. Seguimos com o humor e a precisão de Judson Canto (A Morte da Encrenqueira); a dramaticidade soberba de J.T.Parreira (O Poeta do Salmo Exilado); Florbela Ribeiro relatando (em O Hóspede) sobre o príncipe que tinha por norma se hospedar junto aos pobres; Lindolfo Weingärtner num conto terno e luminoso (O canto do sabiá preto); Joed Venturini com o impactante & metafísico A Troca; este vosso humilde escriba, num conto de terror(!?), A Matilha Fantasma; e concluímos com nossa saudosa e maravilhosa Myrtes Mathias, num conto com um toque arrebatador (O Menino).
O objetivo de AMPLITUDE é fomentar a reflexão e a expressão, AMPLIAR visões, entreter com valores cristãos, comunicar a verdade e o belo e estimular o engajamento artístico/intelectual entre nossos irmãos. Convidamos todos a compartilhar esta publicação gratuita, seja por e-mail e nas redes sociais, e ainda em blogs e sites, livremente.
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AMPLITUDE é uma revista de cultura evangélica, com foco principal em ficção e poesia. Mas nosso leitmotiv, nosso motivo de ser e de existir, é a arte cristã em geral: Transitamos por música, cinema, fotografia, artes plásticas e quadrinhos. Publicamos artigos, estudos literários, crônicas e resenhas.
Nossa intenção diz respeito àquela despretensiosa excelência dos humildes. Nosso porto de partida e porto de chegada é Cristo. Nosso objetivo é fomentar a reflexão e a expressão, AMPLIAR visões, entreter com valores cristãos, comunicar a verdade e o belo e estimular o engajamento artístico/intelectual entre nossos irmãos.
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AMPLITUDE, revista cristã de literatura e artes, nasce como um espaço inter ou não-denominacional aberto à criação daqueles que por tanto tempo foram silenciados pela visão oblíqua e deturpada do velho status quo que via nas expressões artísticas algo menor, indigno ou mesmo inútil ao cristão ou à igreja. Um fórum para os que tem-se visto alienados de veículos de expressão, de formas de publicar/expor/comunicar, de interagir entre pares, e para além dos pares.
Esta revista nasce com dois anos de atraso, desde a gestação da ideia de uma revista dedicada fundamentalmente à nossa literatura, em conversações com o poeta e escritor lusitano J.T.Parreira. Porém, projetos outros impediram naquele momento a concretização da ideia.
Como a focalização de nossas lentes recai fundamentalmente sobre a ficção e a poesia, esta edição inaugural chega com força total: são oito contos. Na poesia, contamos com nomes consagrados como o próprio J.T.Parreira, Israel Belo de Azevedo, Joanyr de Oliveira, Gióia Júnior e outros, aliados a novos nomes de excelente produção.
O anglicano George Herbert, uma das figuras centrais dos assim chamados poetas metafísicos ingleses, inaugura a seção Jardim dos Clássicos.
Marcelo Bittencourt apresenta sua história em quadrinhos Pobre Maria, encantando com seu texto e sua arte.
Na seção de entrevistas, iniciamos com Veronica Brendler, idealizadora do Festival Nacional de Cinema Cristão.
As artes plásticas são contempladas na seção Galeria, que abre suas portas com a obra de Rafaela Senfft, que também comparece com o artigo A arte moderna e a cosmovisão cristã.
E vamos aos contos: O saudoso Joanyr de Oliveira, verdadeiro patrono da (boa) literatura evangélica, faz-se presente com o conto A Catequese ou Feliz 1953, onde o autor revisita os porões da ditadura brasileira, inspirado em eventos autobiográficos. J.T.Parreira comparece relatando sobre as crises ontológicas de Pedro, em Os Pronomes; e ainda o fino humor de Judson Canto em Uma mensagem imprópria; um singelo conto de Rosa Jurandir Braz, Você aceita esta Flor?; Célia Costa com o brevíssimo O que poderia ter sido, sobre o que poderia ter sido naquele Jardim de possibilidades; Margarete Solange Moraes com o pungente Filhos da Pobreza; este humilde escriba comparece com um conto de ficção científica, Degelo, ambientado em futuro(s) distópico(s); e Hêzaro Viana, fechando a edição com um forte e terno conto, Por Amor, em 12 páginas de ótima prosa.
Confira ainda as seções: Notas Culturais, com pequenos flashes sobre o que rola na cena cultural cristã (e fora dela); Hot Spots, abarcando a cada edição citações da obra de um grande autor; Parlatorium, com citações diversas de autores de ontem e de hoje; e Resenhas, abarcando livros, música, cinema et al.
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Este Como quem ia para longe é um livro sobre a Bíblia. Ou, fundamentalmente, sobre seus atores. Sob a pena do poeta, aqui as personagens bíblicas saltam para diante do leitor, vívidas – ganham em tessitura, têm como que expandida sua humanidade. A força da descrição faz a elas irmanarmo-nos de imediato. Caminhamos curiosos junto aos três que avançam para Emaús, no conto que dá nome ao livro. Em O poeta do Salmo exilado, onde o autor revisita um tema caro à sua literatura, o Salmo 137, sentamo-nos ao lado do exilado poeta-ancião que cisma, e suas dores, a existencial e a criativa, são nossas dores. Somos ora o irmão do pródigo filho, ora o cego Bartimeu - ou Pedro debatendo-se em suas contradições; revisitamos o angustioso Judas, de quem o autor, como Giovanni Papini em seu clássico Testemunhas da Paixão, decompõe os passos sombrios.
Ao longo dos dezenove contos que compõem o livro, o dito e o não dito interpenetram-se, como é de praxe na grande literatura. A eficácia da expressão concisa, do hábil buril que extrai o máximo da palavra, e que o poeta alcança em sua produção poética, temos aqui fidedignamente reproduzida em prosa: contos curtos, que sustentam com segurança e maestria a tensão narrativa, envolvendo o leitor em seu jogo de construção/desconstrução das personagens bíblicas.
Um pequeno volume de formidável literatura, tão superior a muito do que se vê hoje sendo comercializado nas livrarias, e aqui graciosamente ofertado pelo autor, neste e-book gratuito. Livro que já nasce imprescindível, dentro da infelizmente paupérrima seara da ficção evangélica, em seu gênero conto.
Por tudo isso, lhe faço o convite, amigo leitor: Sente-se confortável. Apanhe um café ou uma outra bebida de sua predileção. E mergulhe neste conciso e aprazível exercício de arte narrativa.
O missionário, pastor e escritor Jairo de Oliveira, autor de diversos livros missiológicos e vencedor do Prêmio Areté, traz a público nesta obra sua bela produção poética, numa seleta de poemas que falam sobre temas caros ao cristão, da obra missionária à família, da salvação à adoração. Poemas biblicamente embasados, onde o autor deixa transparecer toda a sua vivência e sabedoria, expressas com a argúcia de quem domina verdadeiramente as palavras. Um livro onde a edificação e o encanto unem-se na perfeição de uma dança, para o pleno deleite dos leitores.
Tivemos a honra de escrever o prefácio desta obra, que conta também com a recomendação de autores como Hernandes Dias Lopes e João Tomaz Parreira, dentre outros.
Um excelente presente de Natal, em preço promocional. Não deixe de adquirir!
Escreva para: jairinhodeoliveira@gmail.com
CONCORRA A EXEMPLARES DO LIVRO - O blog irmão do Arsenal do Crente, o Veredas Missionárias, sorteará dois exemplares entre os leitores do blog (serão dois os leitores premiados). Para concorrer, basta deixar um comentário no post da promoção lá no Veredas (CLIQUE AQUI para acessar), com seu nome e e-mail para contato. Simples assim. O sorteio acontecerá no dia 03 de janeiro de 2014, e os vencedores receberão o livro em suas casas.
A Missão Aleluia é uma missão baseada em Minas Gerais e que produz ou redistribui diversas literaturas evangelísticas. São dezenas de modelos de folhetos (adultos e infantis), e também livretes de estudos bíblicos, Bíblias e Hinários. A Missão não cobra taxa de entrega.
Você pode solicitar uma amostra dos folhetos por Correio, escrevendo para
MISSÃO ALELUIA
CAIXA POSTAL 51120
CEP 31080-970 BELO HORIZONTE - MG FONE 031 31 34823906 ALGUNS DOS MATERIAIS DISPONÍVEIS: 10 ESTA FOI A SUA VIDA (Livrete quadrinhos) - R$ 2,00
100 ESTA FOI A SUA VIDA - R$ 20,00
100 FOLHETOS - R$ 2,60
1000 FOLHETOS - R$ 26,00
CANTOR CRISTÃO - R$ 8,00
HARPA CRISTÃ - R$ 8,00
BÍBLIA GRANDE - R$15,00
BÍBLIA MÉDIA - R$10,00
BÍBLIA PEQUENA - R$8,00
ESTUDOS BÍBLICOS CONTENDO 7 LIVROS - R$ 8,00
BRADESCO AG.0465-0 CONTA POUPANÇA: 0322291-8 TITULAR: DAVID KLEEFELDT
Como é do conhecimento de todos, deste mês em diante, com a realização da Copa das Confederações, os maiores eventos esportivos de todo o planeta (Copa do Mundo e Olimpíadas) serão realizados, e em sequencia direta, no Brasil. Reunir-se-ão em nosso país pessoas de todos os quadrantes do globo, dos mais variados povos e culturas. Desta feita não iremos até os povos: Os povos virão até nós. A Igreja brasileira não pode deixar passar tais oportunidades evangelísticas em branco. A Igreja conta com os esforços coordenados pelo Movimento Joga Limpo Brasil, que é uma iniciativa de diversos setores da igreja evangélica brasileira (SBB, AMME Evangelizar, Atletas de Cristo, Renas, Coalizão Brasileira de Esportes etc) em prol de uma grande ação evangelística durante os eventos esportivos que acontecerão no Brasil (através de treinamentos, coordenação de esforços e produção de material). Você pode inscrever-se diretamente no site do Movimento Joga Limpo Brasil, receber informações e ainda baixar gratuitamente dois manuais que eles disponibilizam: O Manual de Ações Evangelísticas para a Copa das Confederações 2013 e Copado Mundo 2014, e o Manual Apito Inicial - A Igreja no contexto esportivo - manual de liderança. Aproveitando o momento, elaboramos uma lista informal de materiais, notadamente literatura evangelística, publicados por diversos ministérios do Brasil e do exterior, e que podem ser utilizados nos contextos de eventos esportivos. O objetivo aqui não é estabelecer uma listagem exaustiva, mas apresentar um panorama das possibilidades atuais em termos de recursos disponíveis. Aproveitamos para conclamar as editoras e ministérios brasileiros a produzirem material contextualizado, e não apenas em português, pois o tempo é agora. Caso não seja possível a criação, pode-se com a devida autorização traduzir materiais estrangeiros, pois com certeza nossos irmãos terão prazer em colaborar com nosso esforço missionário. A disponibilidade de literaturas em inglês também é de grande valia, visto ser esta a atual língua universal - mas também necessitamos de material em espanhol e em outras línguas. Afinal, além dos grandes eventos esportivos, o Brasil está tornando-se a cada dia mais atrativo como mercado de trabalho - ou refúgio político - para diversos estrangeiros, desde os povos latinoamericanos em quase todas as nossas fronteiras, até haitianos e bengaleses no Acre ou estrangeiros de todas as nacionalidades nos grandes centros econômicos. E por fim, lembramos que a cidade de São Paulo está na disputa para sediar a Exposição Universal de 2020, e é mesmo uma forte candidata. Então possivelmente teremos mais um evento global em nossas terras.
Materiais da Sociedade Bíblica do Brasil
Como pode ser visto na imagem acima, a SBB preparou diversos materiais contextualizados. São 10 modelos de folhetos, Bíblia e Novo Testamento com capas esportivas e suplemento ilustrado sobre esportes, o Evangelho de João com capa esportiva, e ainda os livretes com porções bíblicas O Segredo da Vitória e A Caminho da Vitória. Visite o site da SBB - http://www.sbb.com.br/
Missão Interlink
Entre dezenas de bons materiais disponíveis, a Missão Interlink oferece o folheto Vitória, com mensagem contextualizada para a temática do futebol. Visite o site da Interlink: http://www.interlink.org.br/pedidos/folhetos.html
O Ministério J3.16 Impacto oferece diversos modelos de folhetos para download gratuito, em preto-e-branco e também os mesmos modelos coloridos, para você imprimir e/ou xerocar, incluindo o folheto Bola Pra Frente, cuja mensagem aproveita-se do tema futebol. Esse e outros folhetos estão disponibilizados em outras línguas além do português, como inglês, francês e espanhol.
Os Ministérios RBC (Recursos Bíblicos de Comunicação), dedicados à produção de recursos para evangelização e edificação cristã (são os editores do Devocional Nosso Andar Diário / Pão Diário, entre outros recursos) e presentes em diversos países, criaram o movimento Jogada Perfeita, que objetiva motivar e capacitar a igreja para a evangelização nos eventos esportivos, ou utilizando de diversas maneiras a temática dos esportes. No site especial eles publicarão testemunhos de atletas, devocionais temáticos, recursos bíblicos, projetos esportivos e sociais, etc. Eles publicaram o livrete devocional Jogada Perfeita, com devocionais e reflexões usando o tema futebol. Eles enviam amostras gratuitas do livrete de 7 dias, e disponibilizam para venda o livrete de 30 dias do devocional, a preço de custo. Irão também publicar folhetos evangelísticos contextualizados.
Sobre a temática esportiva, eles publicam ainda o devocional Linha de Chegada (com foco em Olimpíadas) e o livro O Jogo da Vida (futebol).
Nota: A imagem acima refere-se aos materiais 'A Jogada Perfeita' preparados para a Copa de 2010, mas serve para que você tenha uma base.
Embora não possuindo temática diretamente relacionada aos Esportes, esses folhetos da Editora Elim possuem a mensagem evangelística em três línguas (português, inglês e espanhol) no mesmo folheto. Interessante iniciativa que poderia ser ampliada pela editora e replicada por outros produtores de literatura.
O Ministério Here's Life disponibiliza folhetos bilíngues (como por exemplo português-inglês, português-chinês, português-coreano e português-espanhol), todos baseados no texto das 4 Leis Espirituais, de Bill Bright, já devidamente contextualizadas para cada língua/cultura. Você pode fazer o download em pdf, e imprimir. Há ainda folhetos bilíngues reunindo combinações de outras línguas que não o português, como por exemplo árabe-inglês, árabe-espanhol, turco-inglês, farsi-francês, e muito mais. Para que você tenha ideia, os folhetos bilíngues envolvendo somente o inglês com uma outra língua, somam mais de 100. E há ainda folhetos com texto em uma língua apenas.
Para nossos propósitos, cabe destacar principalmente três folhetos (disponíveis apenas em inglês): The Football Match of Your Life! (sobre Futebol); Where Are You in the Game of Life? (sobre esportes em geral); e Where Are You in the Race of Life? (sobre corridas). Caso queira, você pode solicitar por e-mail o envio dos arquivos em PDF de alta resolução, para impressão. Isso mesmo: eles enviam o arquivo pronto para você mandar imprimir em uma gráfica! Seria mesmo oportuno que este ministério ou mesmo algum outro pudesse traduzir tais folhetos com foco em esportes para outras línguas, para facilitar assim a evangelização em eventos esportivos em todo o mundo.
Difusão de Tratados Cristãos
A Difusão de Tratados Cristãos é uma outra missão, baseada na Suíça, que produz e distribui diversos modelos de folhetos e em diversas línguas, inclusive português, para todo o mundo. Eles enviam os folhetos impressos, muitas vezes gratuitamente.
Para nossos propósitos, há por lá os folhetos What's the Score, sobre futebol, e Outstanding, sobre Jogos Olímpicos (ambos em inglês, alemão e algumas outras línguas, embora não seja discernível, através das informações no site, se tais folhetos estão traduzidos também para português).
Bible Truth Publishers
Este ministério publica em inglês o folheto Electrifying, com a mensagem baseada num acidente com raios acontecido durante uma partida de futebol. Mas o mais interessante sobre este ministério é que eles disponibilizam dezenas e dezenas de seus modelos de folhetos, em inglês e espanhol, para download gratuito, para que você possa imprimir em casa. Uma excelente oportunidade para quem tem dificuldade em conseguir materiais nessas línguas. Infelizmente o folheto Electrifying não consta da lista dos disponíveis para download. Mas visite a lista e confira os modelos disponíveis: http://bibletruthpublishers.com/printable-tracts/c861
The Barn Hayes Press
O ministério inglês The Barn Hayes produz diversos materiais, inclusive dezenas de modelos de folhetos evangelísticos. Dentre estes, temos três modelos focados em esportes: Substitutes, com foco em futebol/esportes coletivos; Going for Gold, sobre Jogos Olímpicos; e Why do They do It?, sobre atletas em geral, e o sacrifício que fazem para manter a forma. É possível ler as mensagens dos folhetos online. Infelizmente, creio que tais recursos não estão disponíveis em outras línguas...
* * * * Confira AQUI a tabela de jogos da Copa das Confederações. * Confira AQUI a tabela da Copa do Mundo (Apenas as sedes e as datas, pois o sorteio dos grupos da primeira fase do evento acontecerá apenas em 06 de dezembro de 2013). * * *
Caso você tenha conhecimento de outros materiais e literaturas que possam ser oportunos para a evangelização em eventos esportivos, por favor envie a dica/informação para meu e-mail: sammisreachers@ig.com.br , para que a informação possa ser incluída neste post. E mobilize a sua igreja para aproveitar esta grande oportunidade evangelística que o Senhor nos apresenta!