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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Por que ir à igreja?


Um frequentador de igreja escreveu para o editor de um jornal e declarou que não faz sentido ir aos cultos todos os domingos.
"Eu tenho ido à igreja por 30 anos e durante este tempo devo ter ouvido uns 3.000 sermões. Mas, por minha vida, com exceção de um ou outro, eu não consigo lembrar da maiora deles... Assim, eu penso que estou perdendo meu tempo e os pastores também estão desperdiçando o tempo deles".
Esta carta iniciou uma grande controvérsia na coluna "Cartas ao Editor", para alegria do editor chefe do jornal, que recebeu diversas cartas, das quais, ele decidiu publicar esta resposta de um outro leitor:  


"Eu estou casado há mais de 30 anos. Durante este tempo minha esposa deve ter cozinhado umas 3.000 refeições. Mas, por minha vida, com exceção de uma  ou outra, eu não consigo me lembrar da maioria delas, mas de uma coisa eu sei, todas elas me nutriram e me deram a força que eu precisava para fazer o meu trabalho. Se minha esposa não tivesse me dado estas refeições, eu e nossos filhos estaríamos desnutridos ou mortos. Da mesma maneira, se eu não tivesse ido à Igreja para alimentar minha alma e de minha família, estaríamos hoje em terríveis condições espirituais".

Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.
Mateus 4.4

(Autor desconhecido)

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

A Bússola e a Peregrina, uma reflexão



Ela sempre esteve ali, eu não a via até ficar cega.




Wilma Rejane

Blog A Tenda na Rocha -  http://www.atendanarocha.com 

Aquele não era um destino que eu conhecesse: medo, frio e incertezas.  Queria repousar em lugar seguro que me fizesse perder tudo que me perdia e ganhar tudo o que ainda não tinha. Foi preciso retornar ao começo para chegar bem ao fim. Esse fim que não tem fim porque ao morrer, renasce para continuar vivo em mim.


Eu não sabia que a vida era esse caminho inesperado, cheio de atalhos que cortam terrenos planos e desembocam em abismos. Eu não sabia porque caminhava como caminham os deuses; inabaláveis em suas convicções, guardados em oráculos convenientes e promessas irreais de salvação. Onde estaria a glória do Olimpo ,  as mansões de cristais morada dos doze ? Elas que fundaram a ilusão da graça, do mito, da fúria, do belo? Eu já  não conseguia enxergar a vida com tanta fantasia. Havia algo que eu precisava saber para me livrar da morte, das sombras que espreitavam minha alma com ânsia de ganhá-la para o inferno.

Acuada na beira da estrada, peregrina cansada de  dores e lágrimas, não sabia quem era ,porque em algum lugar do passado e do presente havia perdido a identidade. Eu peregrina.  Em caravana,  mas solitária, porque na multidão de pessoas que caminhava, não encontrava nenhuma capaz de me responder para onde estávamos indo. Algo estava errado. Por que a vida havia me obrigado a parar no caminho? Por que estava tão ferida?  Onde estava a chegada daquela estrada?  Vidas iam e vinham, algumas apressadas, outras devagar, onde ficava a morada que me daria abrigo seguro? Onde, estavam as respostas para minhas indagações de peregrina?


“Pela fé,  Abraão, sendo chamado, obedeceu indo para um lugar que havia de receber por herança e saiu, sem saber para onde ia. Pela fé habitou na terra da promessa, como em terra alheia, morando em cabanas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa” Hb 11:8,9.


O amor de Deus nos sustenta.

Descobri que as respostas não estavam na estrada que eu percorria e nos atalhos que explorava para conquistar territórios de paz. Não. Para cada passo, havia Alguém que me sustentava . O percurso, não era propriedade minha, não era seguro se O que sustentava meus passos, também não me segurasse a mão. Havia uma escolha. Caminhar sozinho, eternamente peregrino, sem rumo ou abrigo, cujo fim seria o abismo ou peregrinar acompanhado com destino certo, rumo a um alvo.  As respostas sempre estiveram em mim, mas eu não percebia. A bussola que me conduziria a salvação, sempre estivera ali e eu não a percebia, até ficar cega !


Segurei-a firme em minhas mãos . Outrora peregrina perdida, hoje com direção. 



Não há caminho seguro sem certeza da Salvação. A Bíblia é nosso manual, a Bússola que nos assegura o destino.  Ela transforma e faz por nós acima do que pensamos ou mesmo somos capazes. Através da Palavra de Deus, o homem nasce para uma viva esperança, onde o espírito encontra Refúgio e Fortaleza. Crescemos no caminhar e aprendendo com Cristo, nos transformamos para viver uma vida melhor e eterna. A bússola, é a Fonte inesgotável que alivia as dores do mundo. Caminhar com Deus e viver novos planos e realizar novos sonhos, é ter felicidade: " E guiarei os cegos por um caminho que nunca conheceram, fá-los-ei caminhar por veredas que não conheceram, tornarei as trevas em luz perante eles e as coisas tortas farei direitas. Essas coisas lhes farei e nunca os desampararei" Is 42:16.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

A estrutura maligna no desvio de nossos jovens

O presente artigo é parte do material de preparação dos facilitadores que atuarão no #PACI12 – PACIFICADORES, a escola da AMME Evangelizar de liderança para adolescentes e jovens evangélicos, que na presente edição fará o enfrentamento do desvio. O artigo procura descrever o cenário da atuação malígna no desvio (nossa luta não é contra a carne).

Uma inaceitável taxa de desvio diminui a contribuição que adolescentes e jovens poderiam dar para o estabelecimento da Igreja. No que se refere especialmente aos adolescentes e jovens, o relatório SUPER20, conjunto de dados sobre o crescimento da Igreja, demonstrou que 77% da Igreja Evangélica hoje assentada em nossos bancos foi formada por pessoas que se converteram até os 24 anos de idade. Nesse grupo de idades de 20 anos os adolescentes entre 11 e 17 anos tem a maior representatividade. Então não é novidade que o inimigo tenha organizado uma estrutura para seduzir, cativar e destruir essa parte importante da Igreja.
O relatório SUPER20 demonstrou que, dos crentes que se converteram quando crianças, adolescentes ou jovens e estão na igreja hoje, 27% se desviou e passou anos fora, durante os quais sofreram consequências do pecado que diminuiram sua capacidade e possibilidade de serem usados por Deus. A maior porcentagem nesse grupo foi a de adolescentes. Esses dados se referem apenas aos que se desviaram e retornaram. Embora não haja dados confiáveis sobre o total de desviados, é possível supor que o número dos que nunca retornaram seja bem maior.
Um dos aspectos do desvio apareceu em outra pesquisa realizada pela AMME: o crescente número de cristãos evangélicos nominais entre crianças, adolescentes e jovens. Em julho de 2011 a AMME Evangelizar concluiu e publicou, em inglês, um relatório de pesquisa realizada com 780 pessoas, crianças, adolescentes e jovens na maioria, em quinze cidades das três regiões mais populosas do país e constatou que 17,11% dos evangélicos entrevistados se declararam não praticantes. Esse número pode ser comparado ao dos ‘sem vínculo institucional’ no “Novo Mapa das Religiões” (Neri 2011), publicado dois meses depois do relatório da AMME e referente a adultos. Conforme Marcelo Neri e sua equipe, os evangélicos ‘sem igreja’ são 14%.
No trabalho com o grande número de adolescentes e jovens afetados de alguma forma por esses altos índices de desvio, é preciso identificar se eles se desviaram da Igreja ou da fé. Considerando essas duas possibilidades, ainda é possível identificar quatro categorias de desvio:
a) Hipocrisia – esses são os desviados dentro da igreja, aqueles que frequentam os cultos mas não vivem de acordo com a fé e ainda corrompem a outros. As pesquisas recentes falam do crescimento do sexo fora do casamento entre jovens na igreja, diminui a idade da primeira experiência sexual. Ouve-se também ques se torna comum a prática do homossexualismo e da pornografia. Vícios como a mentira e a violência de todos os tipos fazem parte do cotidiano desses crentes.
b) Afastamento – esses são os evangélicos não praticantes, aqueles que estão fora da igreja mas continuam se classificando como evangélicos. Não aderem a outra religião, eventualmente vão a algum culto, vivem junto a parentes envolvidos com a igreja, conservam alguns hábitos religiosos como símbolos, expressões e práticas.
c) Oposição – fazem forte oposição à fé evangélica, evidenciando escândalos, atacando práticas e lideranças até como modo de justificar seu afastamento. Podem assumir comportamentos abertamente anti-evangélicos como a promiscuidade, sensualidade, homossexualismo, violência etc. Promovem seu ataque a partir da experiência classificada como negativa: ‘eu fui evangélico, sei como é’.
d) Inversão – assumiram uma nova prática religiosa como o catolicismo, o espiritismo ou o islamismo, tanto para se distanciar do Evangelho como por se identificar com aspectos doutrinários ou práticos, i.e. reencarnação, disciplia islâmica, iconologia católica.
Além do trabalho da AMME com o programa Reconquista, há pouco trabalho específico no resgate de desviados e nenhum especializado no resgate de crianças, adolescentes e jovens. Preparando-se para oferecer opções nessa frente, a AMME reconhece que este é um trabalho triplamente dificultado: a) Por causa da natureza do adolescente – sua necessidade de individualização, seu sentimento de saber, sua vontade de poder; b) Por causa de sua experiência – o adolescente crescido na Igreja acha que conhece plenamente o cristianismo e desconfia das tentativas de lhe mostrarem algo novo; c) Por causa da Igreja – o Evangelho do ‘bem estar’ promovido atualmente pelas três principais correntes teológicas (da prosperidade, terapêutica e da libertação) formam um ‘outro evangelho’, incapaz de produzir uma conversão intensa, verdadeira e definitiva.
Há urgentes medidas corretivas, contensivas e preventiva a serem tomadas pela igreja. Mais do que resgatar adolescentes que se desviaram, a Igreja precisa urgentemente fechar as enormes brechas na muralha espiritual por onde seus membros mais jovens estão se desviando. Olhando para o cenário que temos adiante, esse não é um trabalho fácil, mas para Deus, tudo é possível, e o trabalho da AMME Evangelizar é cooperar com Deus nessa obra. Pacificadores em 2012 será um marco nessa luta. Ore por isso.

domingo, 1 de janeiro de 2012

A IGREJA E O BANHO - Porque não vou e porque não tomo




A IGREJA E O BANHO


10 razões porque não vou à Igreja
1 – Fui forçado a ir à igreja quando era criança.
2 - Pessoas que vão à igreja são hipócritas - elas acham-se mais santas que as outras.
3 - Há muitos tipos de igrejas, eu nunca saberia qual a certa.
4 - Eu costumava ir à igreja, mas tornou-se uma coisa chata.
5 - Nenhum dos meus amigos vai à igreja.
6 – Vou à igreja apenas no Natal ou na Páscoa.
7 - Começarei a ir à igreja quando ficar mais velho.
8 - Não tenho tempo.
9 – A igreja é muito fria.
10 - Os pastores estão somente atrás do meu dinheiro.


10 razões porque não tomo banho
1 – Fui forçado a tomar banho quando era criança.
2 - Pessoas que se banham são hipócritas - elas se acham mais limpas que as outras.
3 - Há muitos tipos de sabonete, eu nunca decidiria qual usar.
4 - Eu costumava tomar banho, mas tornou-se uma coisa chata.
5 - Nenhum dos meus amigos toma banho.
6 - Tomo banho apenas no Natal ou na Páscoa.
7 - Começarei a tomar banho quando ficar mais velho.
8 - Não tenho tempo.
9 - O banheiro é muito frio.
10 - Os fabricantes de sabonete estão somente atrás do meu
dinheiro.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Carta aos Derrotados


Aos derrotados de todas as idades, tempos e lugares:
Jesus já venceu por nós

Aos que escrevem poemas de amor
na língua morta
de um país que já não existe:
Continuemos Poesia contra os muros,
Jesus já venceu por nós

Aos mutilados e deixados pra morrer
em Waterloo e Stalingrado,
Roraima e São Paulo, na próxima esquina,
nos porões das (in)direitas ditaduras
ou nas sibérias comunistas,
no miolo efervescente da multidão
ou nos últimos últimos últimos bancos
das Igrejas:
Olhemos para o alto,
Jesus já venceu por nós

Aos apunhalados enquanto dormiam
por um dos cem milhões
de Judas que Satanás
comissionou e infiltrou
nos mais improváveis meios, famílias e lugares:
Perdoemos,
Jesus já venceu por nós

Aos que sempre ou apenas
numa única hora errada
(apenas)
deram as costas:
Ele é o nosso Grande Perdão
pois Filho do único Onibenevolente;
Jesus já venceu por nós

Aos que nas malfadadas todas
as tantas e tantas e tantas vezes
roubaram e estupraram,
mentiram e abusaram,
traíram e assassinaram;
àqueles e àquelas prostituídos e travestidos,
aos viciados em substâncias, jogos ou pessoas,
aos cães de todas as estirpes,
aos extirpados, a todo aquele
que habita e palmeia
o fundo frio do poço:
Arrependamo-nos, arrependamo-nos, arrependamo-nos
e creiamos:

Em Cristo Jesus somos mais que vencedores.

Sammis Reachers
(texto e imagem)
Reprodução livre em qualquer meio, citando-se autor e fonte

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Devocional: Falhas do Passado



Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim e dos teus pecados não me lembro. —Isaías 43:25

Como deveríamos lidar com momentos de falta de fé, em que, aos olhos de nossos amigos e até da família, causamos dano ao reino ou desonramos a Deus em nossas ações?
Podemos aprender com o rei Davi após sua humilhação no escândalo com Bate-Seba. Mesmo sem poder evitar as consequências daquele pecado, Davi encontrou o caminho de volta ao relacionamento com Deus, o que tornou possível que ele continuasse a servi-lo. Nós também podemos encontrar nosso caminho de volta.
O modelo de Davi no livro de 2 Samuel 12 serve também para nós: precisamos declarar francamente nosso erro (v.13) e buscar o perdão de Deus. Em seguida, podemos pedir-lhe que outros sejam poupados das consequências de nossas ações (v.16). Finalmente, precisamos reconhecer que algumas vezes as consequências simplesmente não podem ser evitadas e precisam ser toleradas. Apesar de sempre lamentarmos tais consequências, não podemos permitir que nos consumam, a ponto de deixarmos de ser servos de Deus (vv.20-23).
Satanás não apenas se alegra no momento de nosso fracasso, mas também com a inatividade espiritual que algumas vezes nos enlaça em nosso remorso. Quando maculamos nosso testemunho, somos e deveríamos ser humilhados. Mas, como embaixadores de Cristo, não deveríamos multiplicar o dano nos recolhendo ao silêncio e escuridão. Podemos deixar nossas falhas para trás.
_______________________________________________
Deus perdoa os nossos pecados por completo para restaurar-nos à Sua presença e serviço.

quarta-feira, 16 de março de 2011

CARTA AO QUE SE FOI... (Poema)



CARTA AO QUE SE FOI...


Escrevo pela dor de ver o Pai sofrer
Esperando você sem nada acontecer
E os dias passam em vão
Esperando em vão


Escrevo ao recordar tua alegria aqui
E como era você um exemplo para mim
Mas acabou e você partiu
Me deixando só a dor


Volta ao lar, Vem ficar
Na alegria que deixaste
Descansar, Repousar
Na esperança que renasce


Se estou a te escrever
É que quero te dizer
Que o Pai não deixa nunca de te amar!


Escrevo ao sentir que você não é feliz
E por reconhecer que eu sei qual a raiz
Do teu problema e da confusão
Que está em teu coração


Tentaste recusar o amor do Pai por ti
Tentaste encontrar uma alternativa enfim
Mas não há nada que restaure a paz
Só o Pai te satisfaz


Volta ao lar, Vem ficar
Na alegria que deixaste
Descansar, Repousar
Na esperança que renasce


Se estou a te escrever
É que quero te dizer
Que o Pai não deixa nunca de te amar!


Dr. Joed Venturini
Visite o blog do autor: http://poesiasecontosevangelicos.blogspot.com


Leia no Bookess os livros do autor: http://www.bookess.com/profile/joedventurini/books/


domingo, 6 de março de 2011

SEIS COISAS QUE O PASTOR USOU PARA BUSCAR A OVELHA PERDIDA



Lc 15:1-7


1ª.) O PASTOR USOU O CORAÇÃO

  • Se fosse um pastor sem coração, insensível, diria: - “Já tenho 99 ovelhas seguras no aprisco...Uma mais uma menos, não faz diferença...
  • Mas, isto não ocorreu;  porque aquele pastor tinha coração. Coração este cheio de compaixão, que o inquietou, que o comoveu, que o moveu em busca da ovelha perdida.
  • É surpreendente o número de pastores sem coração nos dias de hoje: insensíveis, homens amantes de si mesmos,  que deram lugar aos seus interesses, em detrimento a dor e abandono das ovelhas.

2ª.) O PASTOR USOU OS PÉS

  • Aquele amado pastor não ficou estático em seu lugar de conforto.  Ao contar as ovelhas, e ao dar conta que a centésima tinha se desgarrada do rebanho;  mais que depressa, sai correndo a procura-la.
  • Que nossos pés jamais corram para o mal; mas, corram em busca das almas perdidas e feridas que clamam por ajuda.
  • A Bíblia declara que são “formosos os pés dos que anunciam boas novas” (Is 52:7)

3ª.) O PASTOR USOU OS OLHOS

  • Imaginai a cena maravilhosa: O dolente pastor levantando seus olhos, e com muita diligencia busca sua querida ovelha.
  • Isto fala espiritualmente da nossa disposição, diligencia e atenção a cada ovelha do Senhor.
  • Pastores espiritualmente cegos não repousam seus olhos nas feridas das ovelhas machucadas.

4ª.) O PASTOR USOU OS OUVIDOS

  • Peregrinando por valados e montes.  Descendo e subindo as montanhas escarpadas, segue o amoroso pastor com seus ouvidos bem atendos.
  • Todo e qualquer ruído o faz parar e procurar sua querida ovelha...
  • Ao ouvir o gemido de sua ovelha, volta-se depressa em direção a ela.  Oh, Senhor!  Sara os nossos ouvidos espirituais para que ouçamos o clamor dos perdidos e o gemido do que se desgarrou.

5ª.) O PASTOR USOU O CAJADO

  • Ao ver sua ovelha ferida, e sabendo da dificuldade de resgatá-la, o diligente pastor estende com sua mão seu cajado, até envolve-la e traze-la para cima.
  • O cajado fala da preciosa Palavra de Deus – que tem poder de resgatar, soerguer e salvar.
  • Faltam pastores hoje da Palavra.  Muitos já perderam o cajado; e portanto, perderam o instrumento divino que tem poder para trazer vida e resgate.

6º.) O PASTOR USOU OS OMBROS

  • Lucas 15:5, nos declara que ao encontrar a ovelha perdida, o pastor a põe sobre os seus ombros.
  • Deus quer usar nossos ombros queridos colegas pastores. Ombros de misericórdia, de afeto e compaixão.   Quantas ovelhas dizem: “Não encontrei nenhum ombro amigo...”
  • Certamente os ombros daquele pastor, eram ombros de amor e compaixão;  pois o texto bíblico ternamente nos diz: “ao encontrá-la, a põe nos ombros gostoso.”

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Deus te dá outra chance


Andar de Bicicleta
…todos estes […] obtiveram bom testemunho por sua fé… —Hebreus 11:39
Em uma carta, Albert Einstein aconselhou seu filho Eduardo com as palavras: “Viver é como andar de bicicleta. Para manter o equilíbrio você precisa manter-se em movimento.” O conselho do grande físico é sábio e prático.
Esse sábio conselho pode ser aplicado à vida cristã. Muitos cristãos continuam avançando pela fé em meio às circunstâncias dolorosas e árduas. Porém, ao enfrentarem um fracasso moral pessoal, perdem o equilíbrio e caem. O arrependimento e o sentimento de que não mais merecem o perdão de Deus, os mantêm ao chão e eles já não mais se movem em sua caminhada espiritual.
A Bíblia nos dá muitos exemplos daqueles que enfrentaram sérios fracassos pessoais. Abraão mentiu para Faraó sobre sua esposa Sara (Gênesis 12:11-17). Jacó enganou seu pai para obter a bênção que pertencia a Esaú (Gênesis 27:18-29). Moisés desobedeceu a Deus ao atingir a pedra ao invés de falar-lhe (Números 20:7-12). Apesar de suas falhas, nos é dito: “…todos estes […] obtiveram bom testemunho por sua fé…” (Hebreus 11:39).
Estes personagens bíblicos são colocados como exemplos porque após suas quedas voltaram-se para Deus e começaram a segui-lo novamente. Você perdeu seu equilíbrio espiritual através de uma escolha pecaminosa e agora isso o mantém no chão? Arrependa-se e siga o Deus das segundas chances mais uma vez.
Dennis Fisher
Nosso Deus é um Deus de segundas chances.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Não se mata um soldado ferido - A Questão dos Afastados da Igreja



Não se mata um soldado ferido. Pv 18:19

“O irmão ofendido é mais difícil de conquistar do que uma cidade forte...”. Pv 18:19

Pr. Edenir Araújo



Introdução: Amados eu gostaria de compartilhar essa palavra de hoje com você por que já há algum tempo eu tenho estado incomodado e ocupado orando sobre a realidade dos crentes desviados nas nossas igrejas.
Gostaria de fazer a seguinte consideração: Ao mencionar a palavra desviado me referir àqueles que estão sem congregar em uma igreja local, não quero que você pense no que é comum pensar a respeito destes. Quando falo desviado, estou me referindo àqueles que passaram por essa igreja, mas por alguma razão não permaneceram mais entre nós. Não quero também fazer juízo destes, dizendo que estão fora dos caminhos do Senhor, apenas quero enfatizar o valor de cada um deles e o nosso desejo de tê-los de volta.
As igrejas brasileiras têm cumprido o ide de Jesus na pregação da Palavra de Deus.Prova disto é o crescente número de evangélicos no país. No censo do IBGE, realizado no ano 2000, o Brasil tinha 26 milhões de evangélicos (5,45% da população). No entanto, o estudo “Economia das Religiões”, realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostra que, em apenas três anos, entre 2000 e 2003, mais de 7,5 milhões de brasileiros foram batizados em igrejas evangélicas. Em 2007 o número de evangélicos no país subiu para aproximadamente 43 milhões de pessoas. O que representa 23% da população brasileira. Vários são os recursos para a propagação do evangelho: rádio, TV, livros, internet, missões... mas poucas são as denominações que se preocupam em manter o rebanho e resgatar as ovelhas perdidas, os soldados feridos. Algumas igrejas na contramão do encargo pastoral até tentam tirar as ovelhas dos vizinhos e tornam-se rivais concorrentes.
Calcula-se que hoje existam no Brasil cerca de 40 milhões de "desviados", Essas pessoas receberam a Jesus como Salvador de suas almas, passaram pelo batismo, mas acabaram abandonando a igreja. São cidadãos que chegaram a sentir a alegria de fazer parte da igreja do Senhor Jesus, sentaram ao seu lado nessa igreja, porém, por motivos diversos, tiveram “saudades do Egito”. Alguns deles certamente estiveram até ocupando alguma função ministerial, mas hoje estão prostrados diante do pecado. O mais preocupante é que boa parte dos desviados hoje povoa os hospícios e presídios.
O pastor Sinfrônio Jardim Neto desde 1994 avaliou centenas de igrejas e concluiu que a respeito dos desviados, uma igreja de 200 membros perde outros 400 em 10 anos!


Enquanto você ouve esta palavra, pare um instante e olhe à sua direita e esquerda. Agora, saiba que daqui a dez anos é possível que a senhora, o jovem sorridente e o austero senhor que estão em cadeiras próximas a você cantando louvores estejam completamente afastados da igreja, bamargurados com Deus e entristecidos por algum motivo.



A igreja vê o desviado como se fosse Judas Iscariotes, que traiu a Deus e a igreja.E o trata como se fosse lixo que precisa ser retirado daquele ambiente. Mal sabe que o desviado é como o ouro de Deus que se perdeu na lama podre. Está perdido na lama, mas ainda é ouro e precisa de gente interessada, garimpeiros que estendam a mão e vasculhem até encontrá-lo".

A respeito dos desviados, eu estou sinceramente assustado com a tamanha negligência no meio do povo evangélico para com essas pessoas. Me parece que para a maioria dos crentes congregados que conheço, os desviados são leprosos miseráveis que quanto mais distantes da igreja melhor.

Certo militar disse a um pastor: “Vocês crentes são loucos! Pois a igreja é o único exército que abandona os seus soldados feridos na batalha.”

O propósito das minas nas guerras não é matar, mas ferir, fazendo com isso que outros soldados sejam mobilizados para prestar socorro, detendo assim o avanço do exército inimigo. Então todas as vezes que uma mina explode, um soldado ferido precisa de socorro, e até os exércitos mais cruéis do mundo cuidam dos seus feridos.
Muitos crentes estão desviados do corpo local, estão feridos, e a maior parte dos congregados indiferentes ao sofrimento destes irmãos.

???Mas quem de fato são os desviados??? 

Agora veja que quando um crente negligencia a responsabilidade de ir atrás da centésima ovelha, também se torna um desviado. Pois se alguns se desviaram saindo da igreja por motivos vários, não estamos nós dentro da igreja desviados pelo simples motivo de não irmos atrás destes mesmos irmãos, uma vez que a orientação de Jesus neste caso é ir atrás da ovelha perdida?
“Que homem dentre vós, tendo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove, e não vai após a perdida até achá-la?” Lc 15:4
Você pode estar ouvindo essa palavra e pensando: “ainda bem que eu não sou pastor!”
Não se engane! Ainda que a maioria de nós não tenha o título e nem seja chamado de pastor em nossas igrejas, somos também corresponsáveis pelo pastoreio deste rebanho no qual estamos inseridos. Quase todos nós, assumimos que amamos a Jesus, todavia quem ama a Deus de todo coração deve ter o encargo de cuidar de ovelhas.
Negligenciar este chamado, é desobedecer a Deus e cooperar com a obra do maligno. Pv 18:9 diz: “O negligente na sua obra é irmão do destruidor.”
Veja a conversa de Jesus com Pedro sobre tal responsabilidade:
“15Depois de terem comido, perguntou Jesus a Simão Pedro: Simão Pedro: Simão, filho de João, amas-me mais do que estes? Respondeu-lhe: Sim, Senhor; tu sabes que te amo. Disse-lhe: Apascenta os meus cordeirinhos. 16 Tornou a perguntar-lhe: Simão, filho de João, amas-me? Respondeu-lhe: Sim, Senhor; tu sabes que te amo. Disse-lhe: Pastoreia as minhas ovelhas. 17 Perguntou-lhe terceira vez: Simão, filho de João, amas-me? Entristeceu-se Pedro por lhe ter perguntado pela terceira vez: Amas-me? E respondeu-lhe: Senhor, tu sabes todas as coisas; tu sabes que te amo. Disse-lhe Jesus: Apascenta as minhas ovelhas.” Jo 21:15-17
Muitas teorias dão conta de explicar este texto. Uma delas diz que Pedro teve que confessar três vezes por que essa foi a quantidade de vezes que ele O negou. Outros dizem que Pedro ao negar Jesus teria negado também ao Pai e ao Espírito Santo, e também por isso confessou seu pecado três vezes, particularmente gosto dessa interpretação. Mas a hermenêutica aqui não cabe para saber sobre isso. O que importa de fato é a vontade de Deus revelada, e sua direção para Pedro a partir daquele momento era: Seja um apascentador!

Ø  Hoje a lição para todos os crentes é: Quem ama apascenta!
As pessoas que estão desviadas, ao contrário do que muitos pensam, não foram excluídas do rebanho de Jesus, eles fazem parte do corpo do Senhor. Estes precisam de auxílio, pois estão longe da vida da igreja local, e nós estamos sendo recrutados para resgatá-los com vida.
Será preciso deixar a televisão, o futebol, talvez alguns passeios, a comodidade de dormir até mais tarde no fim de semana para visitar um soldado ferido, um irmão desviado. Lembre-se: O tempo que gastamos nos ocupando com algo, determina o valor disto para nós. Precisamos ter um encargo genuíno por pessoas, e isso só será possível se houver compaixão em nós.
Salomão falando sobre a responsabilidade que os cristãos devem ter no tratamento com os demais membros da Igreja disse: “O irmão ofendido é mais difícil de conquistar do que uma cidade forte...”. Pv 18:19
Resgatar um soldado ferido é trabalhoso e nos custará um alto preço, pois o inimigo o fez refém. Estes estão debaixo da condenação do pecado, sem forças para lutar.

No filme “Um ato de coragem” Jonh Q. (Denzel Washington) descobre que seu filho possui um problema grave no coração e precisa de um transplante urgente. Mas a operação é muito cara e o plano de saúde de John não cobre. Correndo contra o tempo e sem dinheiro para pagar a cirurgia, John procura a direção do hospital, órgãos governamentais e associações civis, coloca a sua casa e tudo o que tem à venda. Mas, infelizmente, é em vão! O hospital vai mandar o garoto para casa e selar o seu destino. John, então, toma uma atitude radical: invade o setor de emergência do hospital, faz médicos e pacientes reféns, na tentativa de obrigá-los a realizar o transplante em seu filho. Logo o hospital está cercado pela imprensa, pelo público e pela polícia. Na mira dos atiradores de elite, John não sabe como tudo terminará, mas tem uma certeza: Ele não enterrará seu filho!
Será que estamos passivos à sentença de morte que foi dada aos nossos irmãos e filhos na fé? Será que estamos enterrando nossos irmãos desviados? Precisamos apenas de “um ato de coragem”, uma decisão de ir e resgatar os feridos das mãos de satanás. Devemos dizer como Moisés disse a faraó: “Nem uma unha ficará!” Nada do que Deus nos deu, permanecerá nas mãos do inimigo.
Vamos dar de encontro com as portas do inferno pois elas não resistirão a IGREJA DE JESUS!!!

Qual o valor do crente desviado para Jesus?
“Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? ou que dará o homem em recompensa da sua alma?” Mt 16:26 
Uma alma vale mais que o mundo todo!
“Saiba que aquele que fizer converter do erro do seu caminho um pecador salvará da morte uma alma e cobrirá uma multidão de pecados. Tg 5:20
“O fruto do justo é árvore de vida; e o que ganha almas sábio é.” Pv 11:30
Será que estamos cooperando para manter desviados, os nossos irmãos na fé?

O que fazer diante da triste realidade em que muitos de nossos irmãos se encontram?
Paulo pode nos ensinar algo a respeito disso. Vejamos o texto de 2Co 2:5-11
“5 Ora, se alguém tem causado tristeza, não me tem contristado a mim, mas em parte (para não ser por demais severo) a todos vós. 6 Basta a esse tal esta repreensão feita pela maioria. 7 De maneira que, pelo contrário, deveis antes perdoar-lhe e consolá-lo, para que ele não seja devorado por excessiva tristeza.
8 Pelo que vos rogo que confirmeis para com ele o vosso amor. 9 É pois para isso também que escrevi, para, por esta prova, saber se sois obedientes em tudo. 10 E a quem perdoardes alguma coisa, também eu; pois, o que eu também perdoei, se é que alguma coisa tenho perdoado, por causa de vós o fiz na presença de Cristo, para que Satanás não leve vantagem sobre nós; 11porque não ignoramos as suas maquinações. 2Co 2:5-11
Paulo aqui está tratando a respeito de um irmão que estava fora da comunhão do corpo local. Esse irmão agiu de maneira errada e por essa causa estava desviado. Paulo preocupou-se com esse irmão, orientando a igreja para que o perdoasse e o restaurasse à comunhão do corpo local.
Podemos aprender algumas coisas preciosas com esse texto a respeito do crente desviado.
1.Perdoar. ...deveis antes perdoar-lhe. v.7
2.Consolar. ...e consolá-lo. v.7
3.Confirmar o nosso amor. ...confirmeis para com ele o vosso amor. v.8  
Devemos ter o coração de Deus neste sentido pois desde o primeiro relato de desvio do homem, Deus sempre procurou corrigir e restaurar a condição do homem (Gn 3). Ir de encontro com o soldado ferido a fim de restaurá-lo foi sempre a atitude de Deus. Foi assim com Adão (Gn 3), Caim (Gn 4), com seu povo Israel, e ainda hoje com cada um de nós.  
Não podemos ignorar a ação do maligno, ele está trabalhando para destruir a vida daqueles que estão longe de Jesus, afastados da comunhão do corpo local.

Fonte: http://www.gaiv.com.br
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Dicas para Auxiliar sua Igreja no Resgate aos Afastados


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