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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Hinos e Louvores de Missões em coletânea - Hinário Hinos Missionários


Você com certeza deve conhecer alguns daqueles hinos de temática missionária, que incentivam a igreja à evangelização e estão presentes nos hinários tradicionais de nossas igrejas, tais como o Cantor Cristão, a Harpa Cristã, Salmos e Hinos, Hinário Aleluia e outros. Imagine-os reunidos em um só lugar, um só hinário? Pois é o que encontramos no hinário HINOS MISSIONÁRIOS.
O livro, gratuito, reúne em suas páginas uma seleção de hinos e louvores que vão servir de precioso auxílio para o esforço de avivamento missionário/evangelístico de sua igreja.
O Hinário conta ainda com recursos para facilitar sua consulta e utilização, como índice dos primeiros versos dos hinos e índice de autores e tradutores, além de nota introdutória sobre cada hinário antologiado.

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Caso queira receber o arquivo diretamente por e-mail, escreva para: sammisreachers@ig.com.br

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Fatal Negligência - Poema do Rev. Tiago Rocha



Fatal Negligência

Sonhei num sonho triste, impressionante,
Que um grande amigo me dizia adeus...
Havia dor expressa em seu semblante...
E lágrima a correr dos olhos seus...

O caminho! O caminho? Será distante?
Quem me pode guiar os passos meus?
Ó, meu amigo, parto neste instante,
Sem saber o caminho para Deus...

Foi um aviso, sim, eu bem senti
Que do Evangelho nunca lhe falara...
E ao telefone fui, correndo, para

Levá-lo à decisão por Cristo, ali:
“Onde está, por favor, o amigo meu?”
E do outro lado disse a voz: “Morreu!”

Tiago Rocha
in Raio de Luz

sábado, 3 de setembro de 2011

Campanha (NÃO) Viaje Para a Terra Santa e Ganhe um Galardão Incomensurável no Céu


Desde o início da Cristandade que existe a prática de peregrinar à Terra Santa, assim como a outros ‘santuários’ cristãos. Prática esta levada a cabo notadamente por católicos romanos ao longo de séculos e séculos (uma a mais de suas centenas de práticas vazias, cal com que caiam sepulcros). Uma mistura cruel de IDOLATRIA e MERCANTILISMO. No entanto, é com tristeza e espanto que tenho visto multiplicar-se ultimamente este tipo de ‘turismo’ entre os cristãos evangélicos/protestantes brasileiros, das mais variadas vertentes: São caravanas e mais caravanas indo todos os anos para conhecer Israel.

Primeiramente, reproduzo abaixo um post que publiquei no Twitter, e que foi bastante retuitado, me incentivando a escrever este texto:

Não, não, não viaje para a Terra Santa. DEUS prefere que você invista este dinheiro em #Missões . Deixe seu sonho, viva o sonho de seu DEUS!

Irmãos, será preciso algum laivo, necessárias algumas gotas de MATURIDADE, ou qualquer criança das EBI’s de nossas igrejas sabe que isso é uma inútil vaidade, e mais, quase um ultraje ao Deus que alegamos servir, e à memória de milhares e milhares de cristãos missionários que deram tudo de si e dos seus para fazer o Evangelho avançar um centímetro, milímetro que fosse, e chegar à minha e à tua porta?

E então meu irmão? Preciso me prolongar em argumentos, destrinchar motivos e razões? Há algo a acrescentar, da parte de quem quer que seja? Há o que argumentar? Ou é tudo muito claro, muito simples, não o sendo somente para aqueles que obstinadamente não querem ver?

A obra missionária avança, mas avança a passos muito, mas muito mais curtos do que poderia, deveria! Temos material humano e dinheiro, MUITO MATERIAL HUMANO E MUITO DINHEIRO, mas não os empenhamos! Misericórdia, sobre todos nós misericórdia! Até quando dormiremos? Misericórdia! Até quando meu sonho, teu sonho reinará? Até quando o que é só meu, só teu persistirá? Quando será a vez do Outro, do Único? E aí vêm pastores e mais pastores (a cada semana um novo pastor envereda nesta empresa) promovendo caravanas para Israel? O que o Reino de Deus ganha com isso? E por que não descer até o inferno? Mais emoção e aventura, a possibilidade de encontrar pessoas queridas, e muito mais calor do que o deserto do Negueb pode ofertar!

Está então lançada a 'Campanha': troque sua viagem para Israel (ou para Ilhabela, ou para Miami) por três meses de sustento para um casal missionário transcultural em Rondônia ou Burkina Faso! Troque suas passagens aéreas por uma moto para os missionários do sertão nordestino! Troque suas estadias em hotéis 4 e 5 estrelas por apoio financeiro a escolas de formação de missionários transculturais aqui mesmo no Brasil, por sustento para vocacionados que querem estudar nestas instituições – mas não podem! Troque sua viagem de cruzeiro por meia tonelada de Bíblias – na língua que você escolher! Troque a bolsa Gucci que é o sonho de sua esposa, sua filha – por uma, duas, ou melhor, mensais ofertas para missionários brasileiros que livram a abrigam meninas vendidas pelas próprias famílias para a prostituição na Índia, Tailândia e Nepal! 

Viva os sonhos de Deus! Viva os sonhos de Deus! Enxergue finalmente que esta é a única vida verdadeira! Aceite e exulte por ter sido chamado para não ser, para esvaziar-se – para que Ele seja através de você! Perceba a gritante diferença entre os sonhos dEle e os seus, dê-se conta das vaidades e do vazio delas, do vazio delas – e de seus promotores e incentivadores! Faça a diferença e tenha certo seu Galardão Incomensurável, que lhe será entregue com honras ao mérito ao fim da única viagem verdadeira, a única que importa! Acumule tesouros que os lobos não podem rapinar – acumule no refúgio secreto o quanto puder e não puder, toneladas do único ouro que existe: ALMAS de homens salvos!

Não me agrada apontar ninguém, não sou pregador para bradar por santidade do alto de qualquer tribuna – sou só um cristão vendo que caminhamos para o nada e para sepulcros caiados, sou só um desesperado por misericórdia e por MUDANÇA!

Participe desta campanha, divulgue o texto e as imagens, republique em seu blog, site e em qualquer mídia ao seu alcance.


O $HOW TEM QUE PARAR! Uma campanha dura de roer, contra uma prática dura de engolir, por uma Missão que não pode parar!


Sammis Reachers


:::: ALGUMAS FRASES PARA REFLEXÃO ::::



“Doe sua vida. Doe todo o dinheiro que puder doar, faça todo o trabalho que puder fazer, faça todas as orações que puder fazer. Doe tudo o que puder, porque por toda a eternidade, você olhará para trás e sentirá alegria por tê-lo feito.” - Bill Hybels

"A Igreja não existe para satisfazer as nossas necessidades… Nós existimos como igreja para satisfazer as necessidades dos outros." - Joel Houston

"Ah, se pudéssemos sentir-nos mais preocupados com o estado de inanição em que se encontra hoje a causa de Cristo na terra, com os avanços do inimigo em Sião (a Igreja) e com a devastação que o diabo tem efetuado nele. Mas infelizmente um espírito de indiferença vem imobilizando muitos de nós." - A.W. Pink

"Suponhamos que alguém me oferecesse mil dólares por cada pessoa que eu levasse a Cristo. Será que com isso a minha vontade de ganhar almas para Jesus seria maior do que a que tenho no momento? Se assim o for, quão mesquinha e medíocre tem sido a minha fé em Deus." - D. L. Moody

"A Igreja costumava ser um barco resgatando os que perecem. Agora, ela é um cruzeiro recrutando pessoas promissoras." - Leonard Ravenhil

"O homem verdadeiramente sábio é aquele que sempre crê na Bíblia contra a opinião de qualquer outro homem." R. A. Torrey

domingo, 5 de junho de 2011

Biografia e Frases de Leonard Ravenhill

LeonardRavenhill


Leonard Ravenhill (1907-1994) foi um evangelista cristão e autor que centrou suas mensagens sobre os assuntos da oração e do reavivamento. Ele é mais conhecido por desafiar a igreja moderna e por seu livro mais notável, “Por Que Tarda o Avivamento?”. Nascido em Leeds, em Yorkshire, Inglaterra, foi educado em Ravenhill Cliff College na Inglaterra sob o ministério de Samuel Chadwick. Ele era um ávido estudante de história da Igreja e um especialista na área de avivamento. Suas reuniões durante os anos da II guerra mundial, atraiu grandes multidões na Grã-Bretanha, e como resultado, muitos consagraram suas vidas ao Senhor e a vida no ministério cristão e se lançaram nos campos missionários do mundo.
Em 1939, casou com uma enfermeira irlandesa, Martha. Os Ravenhills tiveram três filhos: Paulo, David, e Philip. Paul e David se tornaram ministros do Evangelho, e Philip professor. Em 1959, Ravenhill e sua família mudaram-se  da Grã-Bretanha para os Estados Unidos. Na década de 1960 viajavam pelo interior dos Estados Unidos fazendo reuniões evangelísticas em tendas, reuniões de avivamento. Na década de 1980, Ravenhill mudou-se para uma casa perto Lindale, Texas, a uma curta distância do “ministério dos últimos dias”, do cantor cristão Keith Green. Ele ensinou regularmente aulas nesse ministério e foi um mentor para o falecido Keith Green. Também passou algum tempo ensinando no Bethany College of Missions em Minnesota, e algum tempo em Seguin, Texas. Entre outros, foram influenciados por Ravenhill,
Ravi Zacharias, Tommy Tenney, Steve Hill, Charles Stanley, Bill Gothard, Paul Washer, Dan Brodeur, Sean Cabral Myers, Brett Mullett, David Wilkerson

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O Mais famoso livro de Ravenhill

Ele era um escritor prolífico e amigo próximo do pastor e escritor A.W. Tozer. Através de seu ensino e de seus livros, Ravenhill abordou as disparidades que ele percebia entre a Igreja do Novo Testamento e a Igreja moderna e apelou para a adesão aos princípios do reavivamento bíblico. Tozer disse de Ravenhill:
“Para homens como este, a igreja tem uma dívida muito pesada para pagar. O curioso é que ela raramente tenta pagá-la enquanto ele vive. Pelo contrário, a próxima geração constrói seu sepulcro e escreve a sua biografia – como se instintivamente cumprisse a obrigação que a geração anterior, em grande medida, tinha ignorado”.
Quando ele faleceu em Novembro de 1994, Ravenhill foi enterrado no mesmo espaço do cantor Keith Green, seu aluno na fé.

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:: FRASES  ::

“Será que um marinheiro ficaria parado se ouvisse o clamor de um náufrago? Será que um médico permaneceria sentado comodamente, deixando seus pacientes morrerem? Será que um bombeiro, ao saber que alguém está perecendo no fogo, ficaria parado e não iria prestar-lhe socorro? E você, conseguiria ficar à vontade em Sião vendo o mundo ao seu redor ser condenado?”

“Em cada um de nós existem três pessoas: a que nós achamos que somos; a que os outros pensam que somos; e a que Deus sabe que somos.”

"Para fazer frente a esta geração ávida pelo pecado, só uma igreja ávida pela oração.”

"Por que tarda o avivamento? A resposta é muito simples. Tarda porque muitos pregadores e evangelistas estão mais preocupados com dinheiro, fama e aceitação pessoal do que em levar os perdidos ao arrependimento."

"Se somos fracos em oração, nós somos fracos em todo o resto”.

“Homem dá conselho; Deus dá orientação”.

“As coisas para que você tem vivido valem pelo que Cristo morreu?”

“Um homem pecador para de orar, um homem de oração para de pecar”.

“A única razão de nós não termos avivamento é porque nós queremos viver sem ele!”

“A Igreja costumava ser um barco resgatando os que perecem. Agora ela é um cruzeiro recrutando o promissor”.

“Deus lamenta de nós que depois de anos de escrita, utilizando montanhas de papeis e rios de tinta, esgotando pretensiosa terminologia sobre os maiores encontros de avivamentos na história, nós ainda enfrentamos rude corrupção em cada nação, assim como somos a igreja que menos ora desde Pentecostes”.

“Se Jesus tivesse pregado a mesma mensagem que os ministros pregam hoje, Ele nunca teria sido crucificado”.

“Minha maior ambição na vida e estar na lista de mais procurados pelo diabo”.

"Como você pode derrubar as fortalezas de Satanás, se você não tem nem a força para desligar a TV?"

"Muitos pastores me criticam por ter tomado o Evangelho tão a sério. Mas será que realmente pensam que no Dia do Julgamento, Cristo vai castigar-me, dizendo," Leonard, você me levou muito a sério'? “

"Quando há algo na Bíblia que as igrejas não gostam, eles o chamam de ‘legalismo’."

"Um evangelista popular atinge suas emoções. Um verdadeiro profeta alcança sua consciência."

"Um verdadeiro pastor conduz o caminho. Ele não somente indica o caminho."

"Nenhum homem é maior do que sua vida de oração. O pastor que não está orando está brincando, as pessoas que não estão orando estão desviando. O púlpito pode ser uma vitrine para mostrar os talentos de uma pessoa; já o quarto de oração não permite nenhum exibicionismo.”

"Todo mundo reconhece que Estêvão era cheio do Espírito quando estava realizando maravilhas. Porém, ele era igualmente cheio do Espírito quando estava sendo apedrejado até a morte."

"Se um cristão não está tendo tribulação do mundo, há algo errado!"

"Será que o mundo está crucificado para você esta noite? Ou será que ele o fascina?”

"Esse mundo lá fora não está esperando uma nova definição de Cristianismo, está esperando uma nova demonstração de Cristianismo.”

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

John Piper - Um Chamado aos Cristãos Coronários

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 Gosto de adrenalina. Acho que ela tem me ajudado a atraves­sar muitos domingos. Contudo, não é adequada para as se­gundas-feiras. Na verdade, sou grato mesmo é pelo meu coração. Ele se mantém sendo um servo humilde e calado durante os dias bons e ruins, felizes e tristes, altos e baixos, apreciados ou desconside­rados. Ele nunca me deixa na mão, nem diz: "Eu não gostei de sua atitude, Piper. Vou dar o fora!" Apenas se mantém batendo humildemente, como sempre.
Os cristãos "coronários" agem como o coração nas causas às quais servem. Os cristãos-adrenalina, por sua vez, são uma explosão de energia, e então, a fadiga. O que a Igreja e o mundo precisam hoje é de corredores de maratona, e não velocistas. Pessoas que mante­nham o passo até terminar a corrida (que dura toda uma vida).
Sou grato a Deus pelos cristãos "coronários"! Cristãos compro­metidos com as grandes causas, e não com os grandes confortos. Rogo para que você comece a sonhar com algo que seja maior do que você, sua família e igreja. Anseio por deixarmos de endeusar a família, e dizermos ousadamente que nossos filhos não são a nossa causa. Eles nos são dados para que os treinemos, em pouco tempo, para as grandes causas da verdade, misericórdia e justiça num mun­do preconceituoso, sofrido e decadente.
Meu sangue ferve pela a idéia de ver cristãos fortes, persistentes, coronários, comprometidos com as grandes causas, porque nesses últimos dias fui profundamente tocado pela vida de WilliamWilberforce. Houve um cristão "coronário" na causa da justiça racial. Ele era profundamente cristão, um evangélico vibrante, e um polí­tico apaixonado durante a longa luta contra o tráfico de escravos africanos na Casa dos Comuns norte-americana.
Em 28 de outubro de 1787, com 28 anos de idade, ele escreveu em seu diário: "O Deus Todo-Poderoso tem colocado diante de mim dois grandes objetivos: o fim do tráfico de escravos e a Refor­ma (moral)". Foi derrotado batalha após batalha no Parlamento, pois "O Tráfico" estava muito entranhado nos interesses financei­ros do país.
Entretanto, ele nunca desistiu ou recuou, era "coronário", e não movido a adrenalina. Em 24 de fevereiro de 1807, às 4h da manhã, vinte anos mais tarde, o voto decisivo foi lançado (283 a favor, 16contra) e o tráfico de escravos tornou-se ilegal. A Casa levantou-se como um só homem e colocou-se diante de Wilberforce numa ex­plosão de palmas parlamentares, enquanto o pequeno homem sen­tado permanecia curvado, com a cabeça baixa e com lágrimas correndo pela face.
O cristão "coronário" William Wilberforce nunca desistiu. Ha­via explicações para sua inflexibilidade: a grandeza, a retidão e a justiça de sua causa o sustentavam. Abolir a escravidão era "o maior objetivo de minha carreira parlamentar". "Diante dessa grande cau­sa", ele escreveu em 1796, "todas as outras coisas diminuíam aos meus olhos, e devo dizer que a convicção que me faz estar exata­mente aqui soma-se à grande satisfação com a qual manifesto tal declaração. Se honrar-me até agora agrada a Deus, que eu possa serum instrumento para deter o curso dessa perversidade e crueldade que, como nunca antes, desgraçou um país cristão".
Ele viu que as explosões de adrenalina nunca prevaleceriam: "Diariamente procuro me tornar mais sensível para que meu traba­lho seja mais afetado pelas ações constantes e regulares do que por atitudes súbitas e violentas". Aprendera o segredo de ser fortaleci­do, e não detido, pela oposição. Um de seus adversários disse: "Ele é abençoado com uma grande porção de entusiasmo, o que é extre­mamente proveitoso, já que isso influencia de forma muito mais vigorosa do que uma atitude explosiva".4 Essencialmente, o segredo do seu compromisso "coronário" com essa grande causa consistia em sua profunda aliança com Jesus Cristo.
Ele orou: "(Possa Deus) capacitar-me a ter um olhar sincero e um coração singelo, desejoso de agradar-lhe, para o bem do meu próximo e para demonstrar minha gratidão ao meu adorável Re­dentor". Que essa oração possa estimular muitos outros "coronários" apaixonados por Cristo a lutarem contra o racismo, o aborto, a fome, a ignorância, a miséria, o desabrigo, as drogas, o crime, a corrupção, a violência, a AIDS, a apatia, a incredulidade... com uma perseverança inabalável.

Sim, Senhor! Este é o nosso desejo de coração. Perdoa-nos pelos ímpetos passageiros de justiça, pelas curtas corridas em busca da santidade, pelos pequenos flashes de sacrifícios nobres. Edifica na fibra de nossa fé uma perseverança vigorosa, resistente e inabalável pela causa da verdade e do amor! Torna-nos cristãos "coronários"! Em nome de Jesus. Amém.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Em Sintonia com o Espírito

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Uma história de John Wimber
John White é canadense, psiquiatra, conferencista e autor de vários livros, muitos deles editado no Brasil pela ABU. É dele o testemunho abaixo, publicado em “Quando o Espírito vem com poder”, da ABU.
“Num domingo, dia 16 de fevereiro de 1986, ouvi um homem da Irlanda do Norte falar no culto da noite da Comunidade Vineyard, em Anaheim. Com poucas e breves palavras ele descreveu a terrível situação que seu país enfrentava e expressou a esperança de que Deus viria despertar e usar a igreja da Irlanda do Norte para impedir uma tragédia. Nós nos dividimos em pequenos grupos para orar brevemente, depois do que John Wimber deu início à mensagem daquela noite. Ele tinha proferido apenas poucas palavras quando parou e disse:
- Creio que o Espírito Santo quer compartilhar conosco o coração de Deus para com a Irlanda do Norte.
Por alguns momentos houve silêncio. Então pôde ser ouvido o som de choros abafados por todo o auditório.
Observei e prestei atenção com o interesse de um psiquiatra. De repente, e para minha grande surpresa, soluços começaram a subir do fundo do meu ser. Eu os reprimi, e ao esforçar-me nesse sentido os meus ombros e o meu peito começaram a tremer. Por um momento eu não sabia o que pensar. Então percebi que tinha que parar de ser naquela hora um psiquiatra, e começar a interceder pela Irlanda e pelo povo de Deus lá, e logo me vi (em meio a soluços abafados) clamando silenciosamente a Deus por sua misericórdia para com aquele país infeliz. Por que isso aconteceu comigo justo naquela hora?
Enquanto choravam e oravam, John Wimber nada fez para explorar a situação, mas permaneceu calado por vários minutos. Então ele orou: “Agora, Senhor, concede a teus servos um espírito de paz!” Em menos de um minuto todo choro tinha cessado, e sem maiores comentários Wimber prosseguiu com a sua exposição.  Nem o choro, nem a cessação do choro foram produzidos pelo pregador. Wimber não fez menção alguma a chorar, e permaneceu em silêncio durante todo o tempo que isso acontecia. Deus tinha por algum tempo compartilhado o seu coração com o seu povo”
milton paulo
FONTE:  | vineyard café || blog
via  http://www.aleksandropr.blogspot.com/

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Efeitos Imediatos do Avivamento


O aspecto mais importante de um avivamento não é a duração do fenômeno de um avivamento em si: é o impacto que gera na igreja e na sociedade e a permanência dessas mudanças.
Nos primeiros seis meses do avivamento ocorrido entre 1904 e 1905, estima-se que mais de 100.000 pessoas foram convertidas. Algumas já eram membros de igreja, mas nunca tiveram uma experiência viva com Deus. Outras eram mais facilmente identificadas como ‘pecadoras’, gente que antes não queria saber de Deus ou da igreja.
O efeito nas vilas, aldeias e locais de trabalho em todo o País de Gales era muito marcante. O ambiente nas minas de carvão, onde grande parte dos homens da região trabalhava mudou completamente. Os mineiros que já tinham de se levantar muito cedo para começar o trabalho, chegavam meia hora antes para a reunião de oração.
O grande vício do povo na época era a bebida alcoólica. Os bares foram esvaziados. Muitos faliram e foram obrigados a fechar as portas. Com a queda no consumo da bebida, houve queda marcante nos índices de criminalidade. A vida nas famílias foi transformada, porque os homens ficavam em casa e davam mais atenção para esposas e filhos.
No avivamento de Gales, pelo que sabemos, não houve curas ou milagres. Não aconteceu nenhuma transformação de água em vinho, mas houve uma outra transformação, mais sutil, porém tremendamente sobrenatural: a transformação de cerveja em roupas e alimentos para as famílias carentes que antes passavam necessidade por causa do vício da bebida.
Um médico foi entrevistado por um jornalista durante o avivamento. “O que o senhor está achando do avivamento?”
“Estou achando maravilhoso”, ele respondeu. “As pessoas estão acertando todas as suas dívidas antigas. Contas que achei que nunca mais receberia estão sendo pagas.”
Um batismo de honestidade, um batismo de perdão, um batismo de reconciliação. Nos tribunais de justiça, às vezes não havia casos para serem julgados. A polícia ficava ociosa e, em um lugar, passou a formar quartetos para cantar nas igrejas, para ocupar o tempo.

Nancy Leigh DeMoss e Maurice Smith
Extraído do Jornal SEARA EM FOGO.