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segunda-feira, 18 de novembro de 2019

FILHOS DESVIADOS - Uma história sobre a fidelidade de Deus



AS TÁBUAS DO ASSOALHO

Aquela casa de porta larga de cor cinzenta, situada à beira da floresta era bem conhecida, não só naquele rincão mas em toda a paróquia.
Como qualquer outro lar, tinha também a sua história. O lugar era em seu tempo uma colônia muito linda. Em alguns lugares podia-se usar o arado para virar a terra, mas em quase todo o terreno era necessário usar a pá por causa das muitas pedras. Nos antigos tempos como se diz - havia vida e movimento no lugar; quando Kristian e Nils corriam no pátio, cheios de vida e alegria, mas aquilo durou pouco tempo. Depois silenciou de uma maneira um tanto mística - parecia um cemitério. Não se via mais aquela linda colônia, nem se ouviam mais o mugido das vacas e cabritos nas lindas noites de verão, quando voltavam das pastagens, nem os meninos que apascentavam o gado. Veio aquele silêncio de cemitério. A casinha vermelha diminuiu no meio do mato que tomou conta e crescia ao redor dela. Algum mistério parecia descansar sobre o lugar, como se esperasse acontecer alguma coisa extraordinária; o próprio ar parecia denunciar tal coisa.
Renovam-se a alma e a mente na aurora depois de uma noite longa - quando o crepúsculo foge -, e o sol nasce e vem o dia claro sobre Liagrenda. Assim se chamava o lugar.
Altar de oração - Aquele silêncio solene, tinha a sua própria pré-história - os vizinhos a conheciam muito bem: como Nils e Kari viviam com o Senhor, como oravam pelos seus dois filhos Kristian e Nils. Lá no quarto, junto à sala, um banco de madeira servia-lhes como "altar de oração". Durante muitos anos, orações ardentes subiram, por aqueles filhos queridos.
Enquanto eles estavam em casa, eram o objeto de maior amor imaginável, mas como muitas vezes acontece, eles não ligavam a isso como deviam. Os filhos, por certo, amavam o pai e mãe, mas achavam que o fervor da religião dos pais era muito exagerado. As orações e advertências constantes não eram fáceis de suportar. Nunca podiam sair uma noite de sábado sem que se ouvissem sérias advertências e, muitas vezes, viam lágrimas nos rostos dos pais. Quando saiam de casa com essas impressões, a noite inteira, gasta em divertimentos, parecia-lhes um fracasso. Muitas vezes quando se retiravam de um baile voltando para casa, viam a mãe, espiando, a esperar por eles. Ela não se importava com o tempo que gastava ali, tossindo e trêmula de frio enquanto orava ao Senhor: Oh Deus, manda meus filhos para casa!
Lentamente o ambiente caseiro parecia apertado demais para os filhos.
Não se sentiam mais livres. Debaixo dessa vigilância constante dos pais, nascendo nos seus corações a dureza e oposição. Faziam o possível para não ferir demasiadamente os pais, mas não era fácil se afastarem dos divertimentos e pecados deste mundo enquanto tinham o mundo no coração. A situação piorava, pois os filhos começaram a tomar bebidas alcoólicas. A primeira vez que chegaram em casa embriagados, depois de um baile, deixaram a mãe tão triste e impressionada que caiu doente. Aqueles dias foram terríveis também para Kristian e Nils. Eles oravam a Deus para que sua querida mãe não morresse e prometeram a seus pais que nunca mais se embriagariam. Contudo, continuavam no pecado. Quando os filhos não voltavam para casa nas noites de sábados, os pais ficavam sentados, esperando, chorando e orando a Deus. Às vezes, quando a mãe chorava muito, tinha fortes ataques. Ouviam-se os gritos de longe, mas ainda assim os filhos não deixaram a miserável bebedeira.
Distante do lar - Aconteceu um dia que um "noruego-americano" (assim são chamados os noruegueses que emigraram para os EUA) veio visitar o lugar. Este fazia muita propaganda, contando como tudo era melhor no outro lado do oceano. Muitos moços ficaram influenciados a emigrarem para a América do Norte. Entre esses estavam também os dois queridos filhos de Kari e Nils. Os pais não se conformavam. Tudo fora feito para impedir que os moços viajassem, até o próprio padre daquela paróquia os advertiu, dizendo: "Virá o dia do arrependimento, quando souberdes que vossos pais não estarão mais com vida". Os velhos eram doentes e mesmo assim cuidaram da pequena propriedade durante alguns anos. Diminuiram-lhes as suas forças físicas e, por fim, já não podiam mais trabalhar. O resultado foi que tudo decaiu e o mato tomou conta do que outrora era terra bem cultivada.
Nils e Kristian mandavam seguidamente cartas para seus pais; às vezes mandavam também algum dinheiro. E isso era mais do que bem-vindo, pois, os velhos eram pobres. Um dia aconteceu o que o padre predissera - os filhos receberam a triste notícia que seus pais partiram no espaço de algumas semanas.
Kristian e Nils prosperaram na América do Norte. Eles tinham uma só preocupação: ganhar dinheiro. Cerca de seis anos depois da morte de seus pais, uma forte saudade se apoderou deles. Cansados de todo o trabalho, voltaram à casa paternal.
Era um lindo dia de primavera, dois noruego-americanos robustos, entraram no velho pátio de Liagrenda. Sentiram uma solenidade profunda encher o próprio ar. Um casal de passarinhos estava na antiga escada, meneando as cabeças, no mesmo lugar em que seus queridos se despediram deles. Outro casal de passarinhos estava no telhado, cantando, parecia dar-lhes as boas-vindas, enquanto outros pássaros cantavam ao redor, nas árvores, como se fosse um verdadeiro coro. Era tudo isso como nos tempos passados! Somente uma coisa faltava: os pais.
Volta ao lar - Nils e Kristian sentaram-se na escada. Ficaram nessa posição por um tempo, sem dizer palavra alguma um ao outro. Era como se revivessem o passado. Sentiam como se lhes faltasse o fôlego enquanto pronunciavam: - Mãe, pai! Mas ninguém lhes respondia. Quando chegaram ao cemitério, acharam ali os sinais do lugar onde foram enterrados os pais.
Oh, como ardiam os seus corações; era como que tivessem feridas incuráveis.
Nesse momento não puderam fazer outra coisa se não lançarem-se ao pescoço um do outro - chorando.
Não achavam mais alegria ao chegar ao seu lar paterno. Andavam tristes, dia após dia. A casinha vermelha parecia-lhes outra vez apertada, tornando-se-lhe impossível morar ali. Resolveram demoli-la e construir outra maior e mais moderna. Um dia iniciaram a demolição. Agora importava mostrar coragem, e sob cânticos e júbilo tiraram o telhado. Logo a seguir estavam já sobre o quarto, aonde tantas vezes ouviram as orações dos pais. As lembranças vinham-lhes tão fortes à sua memória que silenciavam os seus cânticos. A demolição prosseguia a rapidez do estilo americano. Importava terminar breve esse serviço. Enquanto desmanchavam a casa, alguma coisa dentro dos seus corações também parecia desmanchar-se.
Finalmente acharam-se no quarto, junto àquele banco de madeira - o falar de oração dos pais. Parecia-lhes ouvir as orações, quando clamavam a Deus pela salvação de Nils e Kristian. Coitados dos moços! A vida assim não era tão fácil para eles agora. Chegara o grande momento em suas vidas, a hora de prestar contas ao A!tíssimo. Agora as orações incessantes dos pais seriam galardoadas, como uma bênção eterna para estes dois filhos, que até então tinham-se endurecido contra a chamada do Espírito Santo. Eles se retiraram o máximo possível do lado direito onde estava o banco, até que faltavam só umas dez tábuas, lugar de luta e lágrimas pelos dois filhos queridos, pararam o serviço. Kristian e Nils olharam um para o outro, era como se cada qual dissesse: Tira essas tábuas, tu. Eu não posso fazê-lo. Pareciam ter os braços paralisados. Não contavam com uma coisa desta, quando começaram com este serviço: não pensaram que havia na casa qualquer parte que lhes seria impossível desmanchar, sim, que havia ali algumas tábuas que se chamavam "tábuas de oração", que exigiam respeito e santo temor. Eles se sentaram no banco, completamente sem forças para ficar em pé, as lágrimas corriam com abundância, não das faces de dois velhos e esgotados, mas, finalmente, dos dois filhos pelos quais Kari e Nils tanto choraram.
Renovação - No silêncio ouviu-se o canto dos passarinhos, indicando alguma coisa nova a acontecer - uma coisa alegre. Um poder invisível obrigou os dois moços fortes a ajoelharem-se e ali se acharam orando, pedindo a Deus perdão por todos os seus pecados. Durante algum tempo ficaram assim, clamando..., pedindo... Mas repentinamente pareceu-lhes que as vozes de mãe e pai falavam por meio da Bíblia de capa marrom - muito gasta de tanto uso - que ainda estava no lugar de costume.
Promessa após promessa vieram-lhes ao encontro dentro de seus corações. Podiam agora, claramente, sentir o perdão de seus pais - e o perdão de Deus. Era como se tornassem meninos outra vez, sentados no colo dos pais, como na meninice.
Juntos louvaram a Deus pela salvação pelo sangue do Cordeiro. Um novo tempo raiou e sentiram-se alegres outra vez no velho lugar: Liagrenda.
Pais crentes! Não desfaleçais na oração, mesmo não vendo nenhum resultado das vossas orações pelos vossos filhos que não são salvos! Virá o dia quando as orações serão atendidas, pois, Deus é fiel.

Jornal Mensageiro da Paz / Via http://paginasilustrativas.blogspot.com/
gravura: http://alexandrehreis.arteblog.com.br/3

sábado, 20 de julho de 2019

AS DEZ PRINCIPAIS ESTRATÉGIAS DE SATANÁS CONTRA A MULHER DE DEUS



Priscilla Shirer

O que Satanás faz para deter o avanço do cristão? Qual a sua pior iniciativa contra VOCÊ, mulher?
E se eu fosse o seu inimigo, isso é exatamente o que eu desejaria. Eu iria querer desvalorizar as armas mais potentes em seu arsenal. Eu criaria estratégias contra você, usando métodos cuidadosamente calculados para desorientá-la e derrotá-la.
Na verdade, esta abordagem faz um sentido diabólico tão grande que é exatamente o que o diabo faz — com você, na vida real — tudo dentro do esquema do engano. Ele vem até você para...bem, você não precisa dar ouvidos só ao que eu tenho a dizer; ouça as vozes de um grande número de mulheres que me responderam, em uma enquete, sobre as principais formas de o inimigo atacá-las. Depois de categorizar todas as respostas, cheguei ao que acredito ser as dez estratégias favoritas do inimigo. Vamos ver onde ele mais tenta atingi-lo.

Estratégia 1— Contra Sua Paixão
Ele procura tirar todo o seu desejo pela oração, diminuir o seu interesse pelas coisas espirituais, e minimizar a potência das suas armas mais estratégicas (Ef. 6:10-20).

Estratégia 2— Contra Seu Foco
Ele se disfarça e manipula a sua perspectiva de modo que você acaba focando no culpado errado, dirigindo as suas armas para o inimigo errado (2 Co. 11:14).

Estratégia 3— Contra Sua Identidade
Ele amplia as suas inseguranças, levando-a a duvidar do que Deus diz sobre você e a desconsiderar o que Ele tem lhe dado (Ef. 1:17-19).

Estratégia 4— Contra Sua Família
Ele quer desintegrar a sua família, dividindo a sua casa, tornando-a caótica, agitada, e infrutífera (Gn. 3:1-7).

Estratégia 5 — Contra Sua Confiança
Ele constantemente a faz relembrar os seus erros passados e as suas más escolhas, na esperança de convencê-la de que você está sob o juízo de Deus, e não sob o Seu sangue (Ap. 12:10).

Estratégia 6 — Contra Seu Chamado
Ele amplifica o medo, a preocupação e a ansiedade até que elas se tornem as vozes mais altas em sua cabeça, fazendo com que você considere a aventura de seguir a Deus demasiadamente arriscada para tentar (Js. 14:8).

Estratégia 7— Contra Sua Pureza
Ele procura fazê-la cair na tentação de cometer certos pecados, convencendo-a de que você pode cometê-los sem arriscar más consequências, mas na verdade isso só irá aumentar a distância entre você e Deus (Is. 59:1-2).

Estratégia 8 — Contra Seu Descanso e Contentamento
Ele espera sobrecarregar a sua vida e a sua agenda, empurrando-a para uma vida sob pressão acima de seus limites, não tendo jamais a permissão para dizer não (Dt. 5:15).

Estratégia 9 — Contra Seu Coração
Ele usa todas as oportunidades para manter frescas em sua mente as velhas feridas, sabendo que a raiva, a mágoa, o rancor e a falta de perdão vão apenas conservar o dano (Hb. 12:15).

Estratégia 10 — Contra Seus Relacionamentos
Ele cria perturbações e desunião dentro do seu círculo de amigos, e dentro da comunidade compartilhada do corpo de Cristo (1 Tm. 2:8).

E essa lista é constituída de apenas dez categorias — dez das estratégias mais comuns utilizadas pelo inimigo contra a força da mulher de Deus. Bem, dois podem jogar esse jogo. E com Deus ao nosso lado, assumindo a liderança na definição de nossos próprios planos estratégicos, já estamos colhendo vantagens. Mas ainda assim devemos ser diligentes e determinadas. Nós devemos reconhecer e clamar contra os ataques altamente personalizados desferidos em nossa direção. Não, não há nenhuma necessidade de temer, mas é melhor estarmos em guarda. E é melhor nunca esquecermos de— como a avó da foto diz — continuar a orar com propósito e precisão, da maneira como ela ora por pessoas como sua neta.

Trecho do livro Oração Fervente (BV Books Editora)

domingo, 31 de dezembro de 2017

Sugestão de receita para um ano inteiro de paz e felicidade


Familienkalender 2014, página 97 (via Portal Luteranos)
Tomem-se 12 meses. Limpem-se os mesmos completamente de amargura, avareza, pedantismo e medo. Então se divida cada um dos meses em 30 ou 31 porções, de modo que o estoque dure exatamente para um ano.
Prepare-se a receita com:
• Uma parte de trabalho e duas partes de alegria e humor.
• Acrescentem-se 3 colheres de sopa bem cheias de otimismo,
• 1 colher de chá de tolerância,
• 1 grãozinho de ironia e 1 pitada de delicadeza.
Por fim deite-se sobre a massa 1 generosa calda de amor. Enfeite-se o prato com ramalhetes de pequenas gentilezas.
Sirva-se com uma deliciosa xícara de chá (ou outra bebida à escolha, conforme o gosto).
Deus, que tem sido tão gracioso comigo desde a minha infância, por certo escolherá um lugarzinho para mim, onde posso concluir os meus dias em
paz e satisfeita.
– Eu me alegro com a vida,
– Não procuro espinhos,
– Lambisco as pequenas alegrias.
– Se as portas por que tenho de passar são baixas, eu me curvo.
– Se for possível tirar a pedra do caminho, eu o faço;
– Se a pedra for pesada demais, eu a circundo.
– E assim a cada dia encontro algo com que me alegrar.
E a pedra angular, a fé em Deus, esta traz alegria ao meu coração e faz o meu semblante feliz.
Texto atribuído a Catharina Elisabeth Goethe (1731-1808),
mãe do poeta Johann Wolfgang von Goethe,
tradução P. Dr. Osmar Zizemer

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

E-book: Deus e a Família - Roteiro de estudos bíblicos


A Aliança Evangélica Brasileira disponibilizou o e-book Deus e a Família - Roteiro de estudos bíblicos, de autoria do pastor e professor Martin Weingaertner. Nas 108 páginas do e-book o professor Weingaertner, que é editor do Devocional Orando em Família, apresenta um riquíssimo conteúdo para a edificação de nossos lares.

Para baixar o e-book, CLIQUE AQUI.

sábado, 10 de dezembro de 2016

Como integrar uma criança na igreja


Como integrar uma criança na igreja

1. Faça da Igreja um lugar especial: vá constantemente e com alegria, não apenas pressionado ou em ocasiões festivas.
2. Seja leal aos compromissos com a Igreja em relação ao tornar-se membro dela: aluno da Escola Dominical, participante dos cultos e demais atividades, contribuinte com sua oferta.
3. Não mande seu filho à Igreja: dê o exemplo e vá com ele.
4. Em casa, não relaxe o culto doméstico: habitue-se a orar antes das refeições; leia com ele a Bíblia; reserve tempo para cultivar nele os valores espirituais.
5. Leve-o às atividades semanais da Igreja.
6. Não critique a Igreja, para que ele venha a acreditar nela.
7. Dê testemunho da sua fé, para que ele perceba a diferença entre o lar cristão e a família mundana.
8. Decididamente, eduque-o no caminho em que deve andar, antes que os donos de outras filosofias o façam.
9. Transmita-lhes sua fé desde cedo - a Bíblia lhe entrega esta responsabilidade.
10. Prepare-se, então, para uma vida de alegrias, colhendo o que você plantou.


Extraído de Antologia do Lar Cristão (UFMBB).

terça-feira, 30 de junho de 2015

Família e sociedade em perigo: Um alerta vindo do Canadá


Você sabia que o Canadá é um dos primeiros países do mundo a reconhecer legalmente o casamento homossexual? Isso já faz mais de 10 anos! Muitas pessoas acreditam que o casamento homossexual apenas equipara direitos e não fere a liberdade de ninguém. Na realidade, ele redefine o próprio conceito de matrimônio, paternidade, educação e acaba tendo consequências muito práticas da vida de todo cidadão. O casamento gay é apenas a primeira linha de uma longa agenda ativista de metas que visa em última instância uma reorganização de toda a sociedade. Se você acha que isso não é do seu interesse, talvez se surpreenda com o relato abaixo.
Tradução livre.

Um alerta vinda do Canadá
Nos é dito todos os dias que “permitir a casais do mesmo sexo o acesso a designação de casamento não irá retirar o direito de ninguém”. Isto é uma mentira.
Quando o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi legalizado no Canadá em 2005, a paternidade foi imediatamente redefinida. A Lei do Casamento Gay Canadense (Bill C-38) incluiu a determinação de apagar o termo “paternidade biológica” e a substituir por todo o país com o termo “paternidade legal” através de uma lei federal. Agora todas as crianças possuem apenas “pais legais”, como definido pelo Estado. Apagando através da força legal a paternidade biológica, o Estado ignora um dos direitos mais básicos das crianças: o direito imutável, inalienável e intrínseco de conhecerem e serem formados pelos seus pais biológicos.
Pais e mães trazem a seus filhos dons únicos e complementares. Muito ao contrário da lógica do casamento entre pessoas do mesmo sexo, a identidade sexual dos pais importa muito para um desenvolvimento saudável das crianças. Sabemos, por exemplo, que a maioria dos homens encarcerados não tiveram a companhia de seus pais em casa. Pais pela sua própria natureza e identidade são seguros, estimulam disciplina e traçam limites, apontam direções claras ao mesmo tempo que sabem assumir riscos, se tornando assim um exemplo aos seus filhos para toda a vida. Mas pais não podem gerar crianças num útero, dar a luz e amamentar bebês em seus peitos. Mães criam seus filhos de uma maneira única e de uma forma tão benéfica que não podem ser replicados pelos seus pais.
Não é preciso um cientista espacial para sabermos que homem e mulher são anatomicamente, biologicamente, fisiologicamente, psicologicamente, hormonalmente e neurologicamente diferentes entre sí. Essas características únicas proporcionam benefícios perenes para suas crianças e não podem ser replicados por “pais legais" do mesmo sexo, mesmo quando esses se esforcem para agir em diferentes papéis numa clara tentativa de substituir a identidade sexual masculina ou feminina faltante nesta casa.
Com efeito, o casamento entre pessoas do mesmo sexo não apenas priva crianças de usufruir seu direito a paternidade natural, mas dá ao Estado o poder de sobrepor a autonomia dos pais biológicos, o que significa que os direitos dos pais foram usurpados pelo governo.
Crianças não são produtos que podem ser retirados de seus pais naturais e negociados entre adultos desconexos. Crianças em lares com pais homossexuais irão frequentemente negar sua aflição e fingir que não sentem falta de dos seus pais biológicos, se sentindo pressionados a falar positivamente graças as políticas LGBTs. Contudo, quando uma criança perde um de seus pais biológicos devido a morte, divórcio, adoção ou a reprodução artificial, eles experimentam um vazio doloroso. Foi exatamente isso quando nosso pai homossexual trouxe seu parceiro do mesmo sexo para dentro de nossas vidas. Seus parceiros não poderão nunca substituir a ausência de um pai biológico.
No Canadá, é considerado discriminatório dizer que casamento é entre homem e mulher ou até que cada criança deveria conhecer e ser criado por seus pais biológicos unidos em casamento. Não é apenas politicamente incorreto, você também pode ser multado legalmente em dezenas de milhares de dólares e mesmo forçado a passar por “tratamentos de sensibilidade”.
Qualquer pessoa que se sentir ofendido por qualquer coisa que você tenha dito ou escrito pode fazer uma reclamação para a Comissão de Direitos Humanos ou mesmo nos Tribunais de Justiça. No Canadá, essas organizações fiscalizam o que é dito, penalizando cidadãos por qualquer expressão contrária a um comportamento sexual em particular ou a grupos protegidos identificados como de “orientação sexual”. Basta uma única queixa contra uma pessoa para que esta seja intimada diante de um tribunal, custando ao acusado dezenas de milhares de dólares em taxas legais pelo simples fato de ter sido acusado. Essas comissões possuem poder para entrar em residências privadas e a remover qualquer item pertinente as suas investigações em busca de evidências de “discurso de ódio”.
O acusador que faz a queixa tem todas as suas custas processuais pagos pelo governo. Mas não o acusado que faz a sua defesa. E mesmo que este prove sua inocência ele não pode ter reembolso das custas processuais. E se é condenado, também precisará pagar por danos à pessoa que fez a queixa.
Se as suas crenças, valores e opiniões políticas forem diferentes daquelas endossadas pelo Estado, você assume o risco de perder sua licença profissional, seu emprego e até mesmo seus filhos. Veja o caso do grupo Judeu-Ortodoxo Lev Tahor. Muitos dos seus membros, que estiveram envolvidos numa batalha sobre a custódia de crianças aos cuidados de serviços de proteção tiveram de deixar a cidade de Chatham, Ontario, para a Guatemala em março de 2014, como uma forma de escapar da perseguição jurídica contra suas crenças religiosas, que não estava de acordo com as políticas regionais sobre educação religiosa. Dos mais de 200 membros deste grupo religioso, restaram apenas 6 famílias na cidade de Chatham.
Pais podem esperar interferência estatal quando se trata de valores morais, paternidade e educação - e não apenas lá nas escolas. O Estado tem acesso a sua casa para supervisionar você como pai para julgar sua adequação educativa. E se o Estado não gostar do que você está ensinando aos seus filhos, o Estado irá fazer o necessário para remover seus filhos de sua casa.
Professores não podem fazer comentários em suas redes sociais, escrever cartas para editores, debater publicamente, ou mesmo votar de acordo com suas consciências mesmo fora do ambiente profissional. Eles podem ser “disciplinados”, sendo obrigados a participar de aulas de re-educação ou mesmo de treinamentos de sensibilidade, quando não acabam demitidos por seus pensamentos politicamente incorretos.
Quando o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi criado no Canadá, a linguagem de gênero-neutro se tornou legalmente obrigatório. Essa “novílingua” proclama que é discriminatório assumir que um ser humano possa ser masculino ou feminino, ou mesmo heterossexual. Então, para ser inclusivo, toda uma nova linguagem de gênero-neutro passou a ser usado pela mídia, pelo governo, em ambientes de trabalho, e especialmente em escolas, que querem evitar a todo custo serem recriminadas como ignorantes, homofóbicas ou discriminatórias. Um curriculum especial vem sendo usado em muitas escolas para ensinar os alunos como usar apropriadamente a linguagem do gênero-neutro. Sem o conhecimento de muitos pais, o uso de termos que descrevem marido e esposa, pai e mãe, dia dos Pais e das Mães, e mesmo “ele” e “ela” estão sendo radicalmente erradicados das escolas canadenses.
Organizadores de casamento, donos de salões de festas, proprietários de pousadas, floristas, fotógrafos e boleiros já viram suas liberdades civis e religiosas bem como seus direitos a objeção de consciência destruídas no Canadá. Mas isso não está reduzido apenas a indústria do casamento. Qualquer empresário que não tiver uma consciência em linha com as decisões do governo sobre orientação sexual e suas leis de não-discriminação de gênero, não terá permissão de influenciar suas práticas profissionais de acordo com suas próprias convicções. No final das contas, é o Estado quem basicamente dita o que e como os cidadãos podem se expressar.
A liberdade para pensar livremente a respeito do casamento entre homem e mulher, família e sexualidade é hoje restrita. A grande maioria das comunidades de fé se tornaram “politicamente corretas” a fim de evitar multas e cassações de seus status caritativos. A mídia canadense está restrita pela Comissão Canadense de Rádio, Televisão e Telecomunicações. Se a mídia publica qualquer coisa considerada discriminatória, suas licenças de transmissão podem ser revogadas, bem como serem multadas e sofrerem restrições de novas publicações no futuro.
Um exemplo de cerceamento e punição legal sobre opinões discordantes a respeito da homossexualidade no Canadá envolve um caso chamado Case of Bill Whatcott, que foi preso por “discurso de ódio” em abril de 2014 após este distribuir panfletos com críticas ao comportamento homossexual. Independente se você concorda ou não com o que este homem disse, você deveria se horrorizar a este ato de sanção estatal. Livros, DVDs e outros materiais também podem ser confiscados nas fronteiras canadenses se tais conteúdos forem considerados “odiáveis”.
Os americanos precisam se preparar para o mesmo tipo de vigilância estatal se sua Suprema Corte decidir legislar e banir o casamento como uma instituição feita entre homem e mulher. Isso significa que não importa o que você acredite, o governo terá toda liberdade para regular suas opiniões, seus escritos, suas associações e mesmo se você poderá ou não expressar sua consciência. Os americanos precisam entender que a meta final para muitos ativistas do movimento LGBT envolve um poder centralizado estatal - e o fim das liberdades previstas na primeira emenda constitucional.
Dawn Stefanowicz é autora e palestrante internacional. Ela foi criada por pais homossexuais, e foi ouvida pela Suprema Corte Norte Americana. Ela é membro do Comitê Internacional de Direito Infantil. Seu livro, Out from Under: O impacto da paternidade homossexual, está disponível em http://www.dawnstefanowicz.org

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Cartazes contra as drogas, álcool e cigarros para você baixar e imprimir


Elaboramos uma série de seis cartazes simples, em tamanho A4 e preto-e-branco, com mensagens de combate ao uso de drogas, álcool e cigarro. Para tal, valemo-nos tanto da criação 'pura' como da adaptação de materiais/mensagens já disponíveis na internet, como a mensagem sobre o álcool solvente, ou o cartaz da caveira formada por drogas, que é um cartaz do artista americano Jude Landry, e que nós traduzimos. São materiais ideais para você imprimir e tirar cópias, e espalhar por sua comunidade, e em murais de escolas, faculdades, empresas etc.
Outra dica: note que os cartazes sobre álcool e cigarro possuem dois modelos de cada um: em um está inserida uma pequena mensagem evangelística, e no outro não, para que ele possa ser veiculado em locais onde é proibida ou mal recebida a mensagem religiosa.
O arquivo com os cartazes está em formato PDF.

Para baixar o arquivo pelo site Google Drive, CLIQUE AQUI.
Para baixar o arquivo pelo site 4Shared, CLIQUE AQUI.
Para baixar (ou visualizar online) pelo site Scribd, CLIQUE AQUI.



FOLHETOS - E disponibilizamos também dois destes cartazes (contra drogas e álcool) em formato menor, para utilização como folheto evangelístico, e junto a eles o folheto Drama de Um Apaixonado, também para usuários de drogas.
Para baixar o arquivo pelo site Google Drive, CLIQUE AQUI.

Caso não consiga realizar o download, por favor solicite-me o envio por e-mail:sreachers@gmail.com

sábado, 19 de julho de 2014

Ebook gratuito - Drogas: Como Evitar — princípios para pais e educadores

capa_ebook_drogas
O segundo livro digital (e-book) da série “Um Livro, Uma Causa” acaba de sair do forno. E é grátis. Trata-se do livro publicado pela Editora Ultimato em parceria com Eirene do Brasil, Drogas: Como Evitar — princípios para pais e educadores. A série “Um livro, Uma Causa”, iniciada com o lançamento de Teologia Bíblica da Criação, é um projeto da Editora Ultimato que celebra o conteúdo bíblico e os diferentes campos de ação ministerial e engajamento da igreja. Com o lançamento da série “Um Livro, Uma Causa”Ultimato coloca a disposição dos leitores um instrumento para a criação e o desenvolvimento de grupos de trabalho e reflexão, bem como divide com a igreja sua prática e vocação editorial, relacionadas a meio ambiente, criança em vulnerabilidade social, arte, presidiários, unidade da igreja, evangelização transparoquial, ação social, missão integral, entre outras. Acesse Drogas: Como Evitar, baixe o seu livro e espalhe essa boa notícia.

domingo, 11 de maio de 2014

MÃE, UM MINISTÉRIO, poema de Thiago Rocha

Giuseppe Magni

MÃE, UM MINISTÉRIO

Ó tu, que tens a divinal função
de ser esposa e mãe, nesse mister,
ao te realizar como mulher,
alcançaste a mais santa vocação.

Esposa e Mãe: não haverá missão
que possa mais honrar e enobrecer
toda mulher, em cuja criação
há um toque divino a envolver.

No seio da família, como exemplo,
podes fazer da casa um santo templo,
ou, negligente, a deixes derribar.

De tuas mãos depende, ó mãe e esposa,
fazer de tua casa a mais ditosa,
construindo, com fé e amor, um lar!


Thiago Rocha, no livro Arte de Viver

sábado, 22 de março de 2014

Jogral O Lar Ideal - Evangélico


O Lar Ideal

Jogral Para 5 Rapazes ou 5 Moças

Autora: Gláucia Curvacho Peticov

TODOS - "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor.”
 1 - Eu e a minha casa.
2 - Eu e a minha casa?
3-4 - Como assim? Como assim?
 5 - Como pode uma casa servir ao Senhor?
2 - Casa é feita de cimento,
3 - de tijolos,
4 - de areia e de ferro.
2-3-4 - Uma casa servir ao Senhor?
TODOS - "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor."
Eu e a minha família serviremos ao Senhor.
Eu e o meu lar serviremos ao Senhor.
3-5 - Agora entendo...
2 - Eu também entendo.
4 - Eu também.
1-2 - Mas existem muitos lares que não servem ao Senhor.
3 - Você é capaz de dar um exemplo?
4-5 - O lar que se parece com uma jaula não serve ao Senhor.
1 - Com uma jaula?
2 - Com uma jaula? Com feras? Leões? Onças? Tigres?
TODOS - Eu não desejo um lar assim de jeito nenhum...
1- Prefiro ficar solteiro a vida toda.
4-5 - Você já ouviu falar de lares onde os familiares
1 - se mordem,
2 - se devoram,
 3 - se maltratam,
4 - se desentendem,
5 - e se odeiam?
TODOS - É uma jaula!
1 - Prefiro ficar solteiro a vida toda...
TODOS - “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor."
1-2 - Mas existem muitos lares que não servem ao Senhor.
3 - Você é capaz de dar um exemplo?
4-5 - O lar que se parece com um xadrez não serve ao Senhor.
1 - Com um xadrez?
2 - Com um xadrez? Com uma prisão?
TODOS - Eu não desejo um lar assim de jeito nenhum...
1 - Prefiro ficar solteiro a vida toda...
4-5 - Você já ouviu falar de lares onde os familiares vivem
1 - brigando,
2 - discutindo,
1 - lamentando a sua sorte,
4 - parecendo criaturas algemadas pela lei?
TODOS - É um xadrez. É uma prisão. Duas pessoas algemadas pela lei lamentam a sua sorte.
1-2-3 - Triste sorte! 
 4-5 - Às vezes é melhor a morte!
2-3 - Prefiro ficar solteiro a vida toda...
TODOS - "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor."
1-2 - Mas existem muitos lares que não servem ao Senhor.
3 - Você é capaz de dar um exemplo?
4-5 - O lar que se parece com um castelo não serve ao Senhor.
1 - Com um castelo?
2 - Com um castelo?
TODOS - Parece até bonito... um castelo!
3 - Penso que eu desejaria um lar assim...
4-5 - Pessoas que se acastelam,
1 - que ficam sempre dentro de casa,
2 - que não "dão bola” para o que se passa lá fora,
3 - que não querem nada com a igreja,
4 - nem com o trabalho do Senhor...
TODOS - Você gostaria de um lar assim?
3 - Eu prefiro ficar solteiro a vida toda...
TODOS - "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor."
1-2 - Mas há muitos lares que não servem ao Senhor.
3 - Você é capaz de dar um exemplo?
4-5 - O lar que se parece com um armazém não serve ao Senhor.
1 - Um armazém?
 2-5 - Um armazém? Com secos e molhados? Material elétrico? Ferragens? Com um armazém?
TODOS - Eu não desejo um lar assim...
2 - Eu prefiro ficar solteiro a vida toda.
3 - Eu não quero me casar para ter um armazém.
4-5 - Eu quero me casar para ter um lar.
TODOS - Um lar feliz.
2-3 - No lar-armazém os familiares ajuntam,
1 - armazenam,
2 - depositam,
3 - acumulam,
4 - se esquecem da igreja
5 - e de tudo mais,
1-2 - só ambição de dinheiro,
3-4 - mais dinheiro,
5 - mais,
1-2-3 - muito mais!
4-5 - Depois vêm os ratos.
1 - Depois vêm as traças.
2 - Depois vem a ferrugem.
3 - Depois vêm os ladrões.
 4-5 - E tudo se acaba!
TODOS - Eu não quero um lar assim... um lar-armazém...
3 - Eu prefiro ficar solteiro a vida toda.
TODOS - "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor."
1-2 - Mas existem muitos lares que não servem ao Senhor.
2 - Você é capaz de dar um exemplo?
4-5 - O lar que parece com um posto de gasolina não serve ao Senhor.
1 - Com um posto de gasolina?
2 - Nunca ouvi falar disto.
TODOS - Eu não desejo um lar assim de jeito nenhum...
3 - Prefiro ficar solteiro a vida toda.
1-5 - Você já ouviu falar de familiares que procuram o lar apenas para abastecimento?
2 - Para lubrificação?
3 - Para limpeza?
4 - Para banho...
 1 - Trocam de roupa...
5 - Perfumam-se.
1-2 - Se jantam, não almoçam...
3-4 - Se almoçam, não Jantam...
TODOS - Correria... correria... correria...
1-2-3 - É o carro que foi lavado,
2 - lubrificado,
 3 - abastecido...
1 - e saiu correndo,
TODOS - correndo...
3-5 - a 120 por hora!
TODOS - Prefiro não me casar!
1 - Eu não quero ter um lar semelhante a um posto de gasolina.
TODOS - "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor."
1-2 - Mas existem muitos lares que não servem ao Senhor.
3 - Você é capaz de dar um exemplo?
TODOS - Chega de exemplos! Chega! Preferimos o lar ideal!
5 - Se não ficaremos todos solteirões.
1-3 - E deixaremos tristes muitas moças...
1-3 - "Eu e a minha casa...
 2-4 - ...serviremos ao Senhor!"
TODOS  - É o lar feliz a serviço do Senhor.
1 - O lar feliz.
2 - Onde existe fé.
3 - Fé em Deus para a solução dos problemas.
4 - Fé em Deus como alicerce.
5 - Porque a fé é o firme fundamento do lar feliz.
TODOS - É o lar feliz a serviço do Senhor.
1 - Onde existe a esperança.
2-3 - E Cristo é a única esperança.
4-5 - Cristo no lar.
1 - Reinando.
2 - Governando.
3 - Dirigindo.
4 - Dominando.
TODOS – É o lar feliz a serviço do Senhor.
1 - Onde existe luz.
2 - A luz que é a Palavra de Deus.
3-5 Que ilumina e guia.
4-5 Que alegra e anima.
1-5 Que ensina o caminho do bem,
1 - da felicidade
2-3 - e do amor.
TODOS - É o lar feliz a serviço do Senhor.
4-5 - Onde existe inspiração.
2-3 - Inspiração que vem da igreja
1 - e do cultivo espiritual,
2 - da vida devocional.
3-5 - Os familiares se amam
1-4 - e se entendem.
TODOS - E quando se desentendem, se entendem de novo.
2-3 - E se defendem.
5 - Os laços se fortalecem.
TODOS - É o lar feliz a serviço do Senhor.
1 - Onde existe zelo.
2 - Zelo pelas coisas espirituais.
3 - Zelo pelo bem-estar de cada um.
4 - Zelo pela igreja.
5 - Zelo pelo próximo.
1-2 - Zelo pela saúde.
3-4 - Em tudo zelo.
2 - Lar repleto de esperança,
3 - de luz,
4 - de inspiração
5 - de zelo.
TODOS - "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor."
1 - Num lar feliz.
2 - Assim não ficarei solteiro, não!
3 - Eu também, não!
4 - Eu também, não!
5 - Eu também, não!
TODOS - Que todos possamos dizer alegremente: "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor."


Do livro Antologia do Lar Cristão (Editora UFMBB)

terça-feira, 4 de junho de 2013

Manifestação Pacífica em Brasília dia 05 de Junho


Maya Felix
http://www.ubeblogs.net
  


Não moro em Brasília, mas vou à manifestação pacífica promovida pelo pastor Silas Malafaia em Brasília, dia 05 de junho. Será um esforço significativo para mim, sob vários aspectos. Mas eu vou.

Vou porque concordo com as razões da manifestação. Vou porque a manifestação política e pacífica de grupos sociais é garantida pela Constituição Federal, assim como a manifestação de pensamento, de expressão e de culto. Vou porque vejo diariamente tentativas de partidos governistas de violar a Constituição Federal em vários de seus artigos no que diz respeito à liberdade de culto – particularmente do culto cristão-evangélico. 

Vou porque, como evangélica, penso que é legítimo, democrático e necessário que nós, evangélicos, nos levantemos agora para defendermos nossos pontos de vista diante de um Governo cujo partido e aliados constantemente trabalham para levar a cabo políticas que contrariam nossas crenças e nossos princípios. Também pagamos impostos. Também votamos. Também trabalhamos duramente. Também pensamos.

Estarei lá, dia 05 de junho, às 15h, em frente ao Congresso Nacional. Vou pacificamente. Vou certa do que defendo. Vou porque creio que o Estado laico não justifica a perseguição religiosa que ora ocorre no Brasil sob os rótulos de “combate à homofobia” (leia-se: kit gay nas escolas públicas), “defesa dos direitos da mulher” (leia-se: defesa do aborto), “defesa do estado laico” (leia-se: destruição de símbolos culturais que remetem ao cristianismo) e tantos outros, cujo deslizamento de sentido opera a justificativa para atos que vão de processos penais a pastores e evangelistas por exposição da Palavra bíblica a ameaças de fechamento de igrejas.

Eu vou. Sou cidadã, pago impostos altíssimos, trabalho duramente e respeito meu próximo. Apesar disso, manifestações de “cristianofobia” tornam-se corriqueiras no Brasil. Assistimos a insultos, ofensas e desrespeitos diversos a políticos evangélicos, trechos da Bíblia, santos católicos, religiosos evangélicos e católicos e até ao Papa, como veio a público na Parada Gay de São Paulo, no último domingo dia 02/06. Assistimos a tudo isso e nos calamos, e creio que é chegada a hora de manifestarmos nossa indignação diante dessa situação injusta. 

Vou porque o que o Governo Federal, parlamentares e ministros do STF têm chamado de “respeito às minorias sexuais” mostra-se, progressivamente, a simples concessão de privilégios a uma minoria que, de modo truculento, manipula dados a fim de mais confortavelmente ter a aprovação da opinião pública, impor seus pontos de vista e exigir a aprovação da sociedade às suas práticas sexuais. Para isso, tentam desmoralizar um segmento religioso que condena suas ações. Insultam-nos, atacam-nos e nada dizemos.

Vou porque me sinto diariamente desrespeitada, ofendida e discriminada, como evangélica. Como eu, conheço tantos mais que chegam a ter medo de expor seus pontos de vista em determinados meios sociais e profissionais. No entanto, reza a Constituição Federal, em seu Artigo 5º, incisos IV, VI e XVI: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato; é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias; todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente.”
 
Por isso tudo, irmãos, eu vou.