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domingo, 31 de dezembro de 2017

Sugestão de receita para um ano inteiro de paz e felicidade


Familienkalender 2014, página 97 (via Portal Luteranos)
Tomem-se 12 meses. Limpem-se os mesmos completamente de amargura, avareza, pedantismo e medo. Então se divida cada um dos meses em 30 ou 31 porções, de modo que o estoque dure exatamente para um ano.
Prepare-se a receita com:
• Uma parte de trabalho e duas partes de alegria e humor.
• Acrescentem-se 3 colheres de sopa bem cheias de otimismo,
• 1 colher de chá de tolerância,
• 1 grãozinho de ironia e 1 pitada de delicadeza.
Por fim deite-se sobre a massa 1 generosa calda de amor. Enfeite-se o prato com ramalhetes de pequenas gentilezas.
Sirva-se com uma deliciosa xícara de chá (ou outra bebida à escolha, conforme o gosto).
Deus, que tem sido tão gracioso comigo desde a minha infância, por certo escolherá um lugarzinho para mim, onde posso concluir os meus dias em
paz e satisfeita.
– Eu me alegro com a vida,
– Não procuro espinhos,
– Lambisco as pequenas alegrias.
– Se as portas por que tenho de passar são baixas, eu me curvo.
– Se for possível tirar a pedra do caminho, eu o faço;
– Se a pedra for pesada demais, eu a circundo.
– E assim a cada dia encontro algo com que me alegrar.
E a pedra angular, a fé em Deus, esta traz alegria ao meu coração e faz o meu semblante feliz.
Texto atribuído a Catharina Elisabeth Goethe (1731-1808),
mãe do poeta Johann Wolfgang von Goethe,
tradução P. Dr. Osmar Zizemer

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

E-book: Deus e a Família - Roteiro de estudos bíblicos


A Aliança Evangélica Brasileira disponibilizou o e-book Deus e a Família - Roteiro de estudos bíblicos, de autoria do pastor e professor Martin Weingaertner. Nas 108 páginas do e-book o professor Weingaertner, que é editor do Devocional Orando em Família, apresenta um riquíssimo conteúdo para a edificação de nossos lares.

Para baixar o e-book, CLIQUE AQUI.

sábado, 10 de dezembro de 2016

Como integrar uma criança na igreja


Como integrar uma criança na igreja

1. Faça da Igreja um lugar especial: vá constantemente e com alegria, não apenas pressionado ou em ocasiões festivas.
2. Seja leal aos compromissos com a Igreja em relação ao tornar-se membro dela: aluno da Escola Dominical, participante dos cultos e demais atividades, contribuinte com sua oferta.
3. Não mande seu filho à Igreja: dê o exemplo e vá com ele.
4. Em casa, não relaxe o culto doméstico: habitue-se a orar antes das refeições; leia com ele a Bíblia; reserve tempo para cultivar nele os valores espirituais.
5. Leve-o às atividades semanais da Igreja.
6. Não critique a Igreja, para que ele venha a acreditar nela.
7. Dê testemunho da sua fé, para que ele perceba a diferença entre o lar cristão e a família mundana.
8. Decididamente, eduque-o no caminho em que deve andar, antes que os donos de outras filosofias o façam.
9. Transmita-lhes sua fé desde cedo - a Bíblia lhe entrega esta responsabilidade.
10. Prepare-se, então, para uma vida de alegrias, colhendo o que você plantou.


Extraído de Antologia do Lar Cristão (UFMBB).

terça-feira, 30 de junho de 2015

Família e sociedade em perigo: Um alerta vindo do Canadá


Você sabia que o Canadá é um dos primeiros países do mundo a reconhecer legalmente o casamento homossexual? Isso já faz mais de 10 anos! Muitas pessoas acreditam que o casamento homossexual apenas equipara direitos e não fere a liberdade de ninguém. Na realidade, ele redefine o próprio conceito de matrimônio, paternidade, educação e acaba tendo consequências muito práticas da vida de todo cidadão. O casamento gay é apenas a primeira linha de uma longa agenda ativista de metas que visa em última instância uma reorganização de toda a sociedade. Se você acha que isso não é do seu interesse, talvez se surpreenda com o relato abaixo.
Tradução livre.

Um alerta vinda do Canadá
Nos é dito todos os dias que “permitir a casais do mesmo sexo o acesso a designação de casamento não irá retirar o direito de ninguém”. Isto é uma mentira.
Quando o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi legalizado no Canadá em 2005, a paternidade foi imediatamente redefinida. A Lei do Casamento Gay Canadense (Bill C-38) incluiu a determinação de apagar o termo “paternidade biológica” e a substituir por todo o país com o termo “paternidade legal” através de uma lei federal. Agora todas as crianças possuem apenas “pais legais”, como definido pelo Estado. Apagando através da força legal a paternidade biológica, o Estado ignora um dos direitos mais básicos das crianças: o direito imutável, inalienável e intrínseco de conhecerem e serem formados pelos seus pais biológicos.
Pais e mães trazem a seus filhos dons únicos e complementares. Muito ao contrário da lógica do casamento entre pessoas do mesmo sexo, a identidade sexual dos pais importa muito para um desenvolvimento saudável das crianças. Sabemos, por exemplo, que a maioria dos homens encarcerados não tiveram a companhia de seus pais em casa. Pais pela sua própria natureza e identidade são seguros, estimulam disciplina e traçam limites, apontam direções claras ao mesmo tempo que sabem assumir riscos, se tornando assim um exemplo aos seus filhos para toda a vida. Mas pais não podem gerar crianças num útero, dar a luz e amamentar bebês em seus peitos. Mães criam seus filhos de uma maneira única e de uma forma tão benéfica que não podem ser replicados pelos seus pais.
Não é preciso um cientista espacial para sabermos que homem e mulher são anatomicamente, biologicamente, fisiologicamente, psicologicamente, hormonalmente e neurologicamente diferentes entre sí. Essas características únicas proporcionam benefícios perenes para suas crianças e não podem ser replicados por “pais legais" do mesmo sexo, mesmo quando esses se esforcem para agir em diferentes papéis numa clara tentativa de substituir a identidade sexual masculina ou feminina faltante nesta casa.
Com efeito, o casamento entre pessoas do mesmo sexo não apenas priva crianças de usufruir seu direito a paternidade natural, mas dá ao Estado o poder de sobrepor a autonomia dos pais biológicos, o que significa que os direitos dos pais foram usurpados pelo governo.
Crianças não são produtos que podem ser retirados de seus pais naturais e negociados entre adultos desconexos. Crianças em lares com pais homossexuais irão frequentemente negar sua aflição e fingir que não sentem falta de dos seus pais biológicos, se sentindo pressionados a falar positivamente graças as políticas LGBTs. Contudo, quando uma criança perde um de seus pais biológicos devido a morte, divórcio, adoção ou a reprodução artificial, eles experimentam um vazio doloroso. Foi exatamente isso quando nosso pai homossexual trouxe seu parceiro do mesmo sexo para dentro de nossas vidas. Seus parceiros não poderão nunca substituir a ausência de um pai biológico.
No Canadá, é considerado discriminatório dizer que casamento é entre homem e mulher ou até que cada criança deveria conhecer e ser criado por seus pais biológicos unidos em casamento. Não é apenas politicamente incorreto, você também pode ser multado legalmente em dezenas de milhares de dólares e mesmo forçado a passar por “tratamentos de sensibilidade”.
Qualquer pessoa que se sentir ofendido por qualquer coisa que você tenha dito ou escrito pode fazer uma reclamação para a Comissão de Direitos Humanos ou mesmo nos Tribunais de Justiça. No Canadá, essas organizações fiscalizam o que é dito, penalizando cidadãos por qualquer expressão contrária a um comportamento sexual em particular ou a grupos protegidos identificados como de “orientação sexual”. Basta uma única queixa contra uma pessoa para que esta seja intimada diante de um tribunal, custando ao acusado dezenas de milhares de dólares em taxas legais pelo simples fato de ter sido acusado. Essas comissões possuem poder para entrar em residências privadas e a remover qualquer item pertinente as suas investigações em busca de evidências de “discurso de ódio”.
O acusador que faz a queixa tem todas as suas custas processuais pagos pelo governo. Mas não o acusado que faz a sua defesa. E mesmo que este prove sua inocência ele não pode ter reembolso das custas processuais. E se é condenado, também precisará pagar por danos à pessoa que fez a queixa.
Se as suas crenças, valores e opiniões políticas forem diferentes daquelas endossadas pelo Estado, você assume o risco de perder sua licença profissional, seu emprego e até mesmo seus filhos. Veja o caso do grupo Judeu-Ortodoxo Lev Tahor. Muitos dos seus membros, que estiveram envolvidos numa batalha sobre a custódia de crianças aos cuidados de serviços de proteção tiveram de deixar a cidade de Chatham, Ontario, para a Guatemala em março de 2014, como uma forma de escapar da perseguição jurídica contra suas crenças religiosas, que não estava de acordo com as políticas regionais sobre educação religiosa. Dos mais de 200 membros deste grupo religioso, restaram apenas 6 famílias na cidade de Chatham.
Pais podem esperar interferência estatal quando se trata de valores morais, paternidade e educação - e não apenas lá nas escolas. O Estado tem acesso a sua casa para supervisionar você como pai para julgar sua adequação educativa. E se o Estado não gostar do que você está ensinando aos seus filhos, o Estado irá fazer o necessário para remover seus filhos de sua casa.
Professores não podem fazer comentários em suas redes sociais, escrever cartas para editores, debater publicamente, ou mesmo votar de acordo com suas consciências mesmo fora do ambiente profissional. Eles podem ser “disciplinados”, sendo obrigados a participar de aulas de re-educação ou mesmo de treinamentos de sensibilidade, quando não acabam demitidos por seus pensamentos politicamente incorretos.
Quando o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi criado no Canadá, a linguagem de gênero-neutro se tornou legalmente obrigatório. Essa “novílingua” proclama que é discriminatório assumir que um ser humano possa ser masculino ou feminino, ou mesmo heterossexual. Então, para ser inclusivo, toda uma nova linguagem de gênero-neutro passou a ser usado pela mídia, pelo governo, em ambientes de trabalho, e especialmente em escolas, que querem evitar a todo custo serem recriminadas como ignorantes, homofóbicas ou discriminatórias. Um curriculum especial vem sendo usado em muitas escolas para ensinar os alunos como usar apropriadamente a linguagem do gênero-neutro. Sem o conhecimento de muitos pais, o uso de termos que descrevem marido e esposa, pai e mãe, dia dos Pais e das Mães, e mesmo “ele” e “ela” estão sendo radicalmente erradicados das escolas canadenses.
Organizadores de casamento, donos de salões de festas, proprietários de pousadas, floristas, fotógrafos e boleiros já viram suas liberdades civis e religiosas bem como seus direitos a objeção de consciência destruídas no Canadá. Mas isso não está reduzido apenas a indústria do casamento. Qualquer empresário que não tiver uma consciência em linha com as decisões do governo sobre orientação sexual e suas leis de não-discriminação de gênero, não terá permissão de influenciar suas práticas profissionais de acordo com suas próprias convicções. No final das contas, é o Estado quem basicamente dita o que e como os cidadãos podem se expressar.
A liberdade para pensar livremente a respeito do casamento entre homem e mulher, família e sexualidade é hoje restrita. A grande maioria das comunidades de fé se tornaram “politicamente corretas” a fim de evitar multas e cassações de seus status caritativos. A mídia canadense está restrita pela Comissão Canadense de Rádio, Televisão e Telecomunicações. Se a mídia publica qualquer coisa considerada discriminatória, suas licenças de transmissão podem ser revogadas, bem como serem multadas e sofrerem restrições de novas publicações no futuro.
Um exemplo de cerceamento e punição legal sobre opinões discordantes a respeito da homossexualidade no Canadá envolve um caso chamado Case of Bill Whatcott, que foi preso por “discurso de ódio” em abril de 2014 após este distribuir panfletos com críticas ao comportamento homossexual. Independente se você concorda ou não com o que este homem disse, você deveria se horrorizar a este ato de sanção estatal. Livros, DVDs e outros materiais também podem ser confiscados nas fronteiras canadenses se tais conteúdos forem considerados “odiáveis”.
Os americanos precisam se preparar para o mesmo tipo de vigilância estatal se sua Suprema Corte decidir legislar e banir o casamento como uma instituição feita entre homem e mulher. Isso significa que não importa o que você acredite, o governo terá toda liberdade para regular suas opiniões, seus escritos, suas associações e mesmo se você poderá ou não expressar sua consciência. Os americanos precisam entender que a meta final para muitos ativistas do movimento LGBT envolve um poder centralizado estatal - e o fim das liberdades previstas na primeira emenda constitucional.
Dawn Stefanowicz é autora e palestrante internacional. Ela foi criada por pais homossexuais, e foi ouvida pela Suprema Corte Norte Americana. Ela é membro do Comitê Internacional de Direito Infantil. Seu livro, Out from Under: O impacto da paternidade homossexual, está disponível em http://www.dawnstefanowicz.org

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Cartazes contra as drogas, álcool e cigarros para você baixar e imprimir


Elaboramos uma série de seis cartazes simples, em tamanho A4 e preto-e-branco, com mensagens de combate ao uso de drogas, álcool e cigarro. Para tal, valemo-nos tanto da criação 'pura' como da adaptação de materiais/mensagens já disponíveis na internet, como a mensagem sobre o álcool solvente, ou o cartaz da caveira formada por drogas, que é um cartaz do artista americano Jude Landry, e que nós traduzimos. São materiais ideais para você imprimir e tirar cópias, e espalhar por sua comunidade, e em murais de escolas, faculdades, empresas etc.
Outra dica: note que os cartazes sobre álcool e cigarro possuem dois modelos de cada um: em um está inserida uma pequena mensagem evangelística, e no outro não, para que ele possa ser veiculado em locais onde é proibida ou mal recebida a mensagem religiosa.
O arquivo com os cartazes está em formato PDF.

Para baixar o arquivo pelo site Google Drive, CLIQUE AQUI.
Para baixar o arquivo pelo site 4Shared, CLIQUE AQUI.
Para baixar (ou visualizar online) pelo site Scribd, CLIQUE AQUI.



FOLHETOS - E disponibilizamos também dois destes cartazes (contra drogas e álcool) em formato menor, para utilização como folheto evangelístico, e junto a eles o folheto Drama de Um Apaixonado, também para usuários de drogas.
Para baixar o arquivo pelo site Google Drive, CLIQUE AQUI.

Caso não consiga realizar o download, por favor solicite-me o envio por e-mail:sreachers@gmail.com

sábado, 19 de julho de 2014

Ebook gratuito - Drogas: Como Evitar — princípios para pais e educadores

capa_ebook_drogas
O segundo livro digital (e-book) da série “Um Livro, Uma Causa” acaba de sair do forno. E é grátis. Trata-se do livro publicado pela Editora Ultimato em parceria com Eirene do Brasil, Drogas: Como Evitar — princípios para pais e educadores. A série “Um livro, Uma Causa”, iniciada com o lançamento de Teologia Bíblica da Criação, é um projeto da Editora Ultimato que celebra o conteúdo bíblico e os diferentes campos de ação ministerial e engajamento da igreja. Com o lançamento da série “Um Livro, Uma Causa”Ultimato coloca a disposição dos leitores um instrumento para a criação e o desenvolvimento de grupos de trabalho e reflexão, bem como divide com a igreja sua prática e vocação editorial, relacionadas a meio ambiente, criança em vulnerabilidade social, arte, presidiários, unidade da igreja, evangelização transparoquial, ação social, missão integral, entre outras. Acesse Drogas: Como Evitar, baixe o seu livro e espalhe essa boa notícia.

domingo, 11 de maio de 2014

MÃE, UM MINISTÉRIO, poema de Thiago Rocha

Giuseppe Magni

MÃE, UM MINISTÉRIO

Ó tu, que tens a divinal função
de ser esposa e mãe, nesse mister,
ao te realizar como mulher,
alcançaste a mais santa vocação.

Esposa e Mãe: não haverá missão
que possa mais honrar e enobrecer
toda mulher, em cuja criação
há um toque divino a envolver.

No seio da família, como exemplo,
podes fazer da casa um santo templo,
ou, negligente, a deixes derribar.

De tuas mãos depende, ó mãe e esposa,
fazer de tua casa a mais ditosa,
construindo, com fé e amor, um lar!


Thiago Rocha, no livro Arte de Viver

sábado, 22 de março de 2014

Jogral O Lar Ideal - Evangélico


O Lar Ideal

Jogral Para 5 Rapazes ou 5 Moças

Autora: Gláucia Curvacho Peticov

TODOS - "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor.”
 1 - Eu e a minha casa.
2 - Eu e a minha casa?
3-4 - Como assim? Como assim?
 5 - Como pode uma casa servir ao Senhor?
2 - Casa é feita de cimento,
3 - de tijolos,
4 - de areia e de ferro.
2-3-4 - Uma casa servir ao Senhor?
TODOS - "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor."
Eu e a minha família serviremos ao Senhor.
Eu e o meu lar serviremos ao Senhor.
3-5 - Agora entendo...
2 - Eu também entendo.
4 - Eu também.
1-2 - Mas existem muitos lares que não servem ao Senhor.
3 - Você é capaz de dar um exemplo?
4-5 - O lar que se parece com uma jaula não serve ao Senhor.
1 - Com uma jaula?
2 - Com uma jaula? Com feras? Leões? Onças? Tigres?
TODOS - Eu não desejo um lar assim de jeito nenhum...
1- Prefiro ficar solteiro a vida toda.
4-5 - Você já ouviu falar de lares onde os familiares
1 - se mordem,
2 - se devoram,
 3 - se maltratam,
4 - se desentendem,
5 - e se odeiam?
TODOS - É uma jaula!
1 - Prefiro ficar solteiro a vida toda...
TODOS - “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor."
1-2 - Mas existem muitos lares que não servem ao Senhor.
3 - Você é capaz de dar um exemplo?
4-5 - O lar que se parece com um xadrez não serve ao Senhor.
1 - Com um xadrez?
2 - Com um xadrez? Com uma prisão?
TODOS - Eu não desejo um lar assim de jeito nenhum...
1 - Prefiro ficar solteiro a vida toda...
4-5 - Você já ouviu falar de lares onde os familiares vivem
1 - brigando,
2 - discutindo,
1 - lamentando a sua sorte,
4 - parecendo criaturas algemadas pela lei?
TODOS - É um xadrez. É uma prisão. Duas pessoas algemadas pela lei lamentam a sua sorte.
1-2-3 - Triste sorte! 
 4-5 - Às vezes é melhor a morte!
2-3 - Prefiro ficar solteiro a vida toda...
TODOS - "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor."
1-2 - Mas existem muitos lares que não servem ao Senhor.
3 - Você é capaz de dar um exemplo?
4-5 - O lar que se parece com um castelo não serve ao Senhor.
1 - Com um castelo?
2 - Com um castelo?
TODOS - Parece até bonito... um castelo!
3 - Penso que eu desejaria um lar assim...
4-5 - Pessoas que se acastelam,
1 - que ficam sempre dentro de casa,
2 - que não "dão bola” para o que se passa lá fora,
3 - que não querem nada com a igreja,
4 - nem com o trabalho do Senhor...
TODOS - Você gostaria de um lar assim?
3 - Eu prefiro ficar solteiro a vida toda...
TODOS - "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor."
1-2 - Mas há muitos lares que não servem ao Senhor.
3 - Você é capaz de dar um exemplo?
4-5 - O lar que se parece com um armazém não serve ao Senhor.
1 - Um armazém?
 2-5 - Um armazém? Com secos e molhados? Material elétrico? Ferragens? Com um armazém?
TODOS - Eu não desejo um lar assim...
2 - Eu prefiro ficar solteiro a vida toda.
3 - Eu não quero me casar para ter um armazém.
4-5 - Eu quero me casar para ter um lar.
TODOS - Um lar feliz.
2-3 - No lar-armazém os familiares ajuntam,
1 - armazenam,
2 - depositam,
3 - acumulam,
4 - se esquecem da igreja
5 - e de tudo mais,
1-2 - só ambição de dinheiro,
3-4 - mais dinheiro,
5 - mais,
1-2-3 - muito mais!
4-5 - Depois vêm os ratos.
1 - Depois vêm as traças.
2 - Depois vem a ferrugem.
3 - Depois vêm os ladrões.
 4-5 - E tudo se acaba!
TODOS - Eu não quero um lar assim... um lar-armazém...
3 - Eu prefiro ficar solteiro a vida toda.
TODOS - "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor."
1-2 - Mas existem muitos lares que não servem ao Senhor.
2 - Você é capaz de dar um exemplo?
4-5 - O lar que parece com um posto de gasolina não serve ao Senhor.
1 - Com um posto de gasolina?
2 - Nunca ouvi falar disto.
TODOS - Eu não desejo um lar assim de jeito nenhum...
3 - Prefiro ficar solteiro a vida toda.
1-5 - Você já ouviu falar de familiares que procuram o lar apenas para abastecimento?
2 - Para lubrificação?
3 - Para limpeza?
4 - Para banho...
 1 - Trocam de roupa...
5 - Perfumam-se.
1-2 - Se jantam, não almoçam...
3-4 - Se almoçam, não Jantam...
TODOS - Correria... correria... correria...
1-2-3 - É o carro que foi lavado,
2 - lubrificado,
 3 - abastecido...
1 - e saiu correndo,
TODOS - correndo...
3-5 - a 120 por hora!
TODOS - Prefiro não me casar!
1 - Eu não quero ter um lar semelhante a um posto de gasolina.
TODOS - "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor."
1-2 - Mas existem muitos lares que não servem ao Senhor.
3 - Você é capaz de dar um exemplo?
TODOS - Chega de exemplos! Chega! Preferimos o lar ideal!
5 - Se não ficaremos todos solteirões.
1-3 - E deixaremos tristes muitas moças...
1-3 - "Eu e a minha casa...
 2-4 - ...serviremos ao Senhor!"
TODOS  - É o lar feliz a serviço do Senhor.
1 - O lar feliz.
2 - Onde existe fé.
3 - Fé em Deus para a solução dos problemas.
4 - Fé em Deus como alicerce.
5 - Porque a fé é o firme fundamento do lar feliz.
TODOS - É o lar feliz a serviço do Senhor.
1 - Onde existe a esperança.
2-3 - E Cristo é a única esperança.
4-5 - Cristo no lar.
1 - Reinando.
2 - Governando.
3 - Dirigindo.
4 - Dominando.
TODOS – É o lar feliz a serviço do Senhor.
1 - Onde existe luz.
2 - A luz que é a Palavra de Deus.
3-5 Que ilumina e guia.
4-5 Que alegra e anima.
1-5 Que ensina o caminho do bem,
1 - da felicidade
2-3 - e do amor.
TODOS - É o lar feliz a serviço do Senhor.
4-5 - Onde existe inspiração.
2-3 - Inspiração que vem da igreja
1 - e do cultivo espiritual,
2 - da vida devocional.
3-5 - Os familiares se amam
1-4 - e se entendem.
TODOS - E quando se desentendem, se entendem de novo.
2-3 - E se defendem.
5 - Os laços se fortalecem.
TODOS - É o lar feliz a serviço do Senhor.
1 - Onde existe zelo.
2 - Zelo pelas coisas espirituais.
3 - Zelo pelo bem-estar de cada um.
4 - Zelo pela igreja.
5 - Zelo pelo próximo.
1-2 - Zelo pela saúde.
3-4 - Em tudo zelo.
2 - Lar repleto de esperança,
3 - de luz,
4 - de inspiração
5 - de zelo.
TODOS - "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor."
1 - Num lar feliz.
2 - Assim não ficarei solteiro, não!
3 - Eu também, não!
4 - Eu também, não!
5 - Eu também, não!
TODOS - Que todos possamos dizer alegremente: "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor."


Do livro Antologia do Lar Cristão (Editora UFMBB)

terça-feira, 4 de junho de 2013

Manifestação Pacífica em Brasília dia 05 de Junho


Maya Felix
http://www.ubeblogs.net
  


Não moro em Brasília, mas vou à manifestação pacífica promovida pelo pastor Silas Malafaia em Brasília, dia 05 de junho. Será um esforço significativo para mim, sob vários aspectos. Mas eu vou.

Vou porque concordo com as razões da manifestação. Vou porque a manifestação política e pacífica de grupos sociais é garantida pela Constituição Federal, assim como a manifestação de pensamento, de expressão e de culto. Vou porque vejo diariamente tentativas de partidos governistas de violar a Constituição Federal em vários de seus artigos no que diz respeito à liberdade de culto – particularmente do culto cristão-evangélico. 

Vou porque, como evangélica, penso que é legítimo, democrático e necessário que nós, evangélicos, nos levantemos agora para defendermos nossos pontos de vista diante de um Governo cujo partido e aliados constantemente trabalham para levar a cabo políticas que contrariam nossas crenças e nossos princípios. Também pagamos impostos. Também votamos. Também trabalhamos duramente. Também pensamos.

Estarei lá, dia 05 de junho, às 15h, em frente ao Congresso Nacional. Vou pacificamente. Vou certa do que defendo. Vou porque creio que o Estado laico não justifica a perseguição religiosa que ora ocorre no Brasil sob os rótulos de “combate à homofobia” (leia-se: kit gay nas escolas públicas), “defesa dos direitos da mulher” (leia-se: defesa do aborto), “defesa do estado laico” (leia-se: destruição de símbolos culturais que remetem ao cristianismo) e tantos outros, cujo deslizamento de sentido opera a justificativa para atos que vão de processos penais a pastores e evangelistas por exposição da Palavra bíblica a ameaças de fechamento de igrejas.

Eu vou. Sou cidadã, pago impostos altíssimos, trabalho duramente e respeito meu próximo. Apesar disso, manifestações de “cristianofobia” tornam-se corriqueiras no Brasil. Assistimos a insultos, ofensas e desrespeitos diversos a políticos evangélicos, trechos da Bíblia, santos católicos, religiosos evangélicos e católicos e até ao Papa, como veio a público na Parada Gay de São Paulo, no último domingo dia 02/06. Assistimos a tudo isso e nos calamos, e creio que é chegada a hora de manifestarmos nossa indignação diante dessa situação injusta. 

Vou porque o que o Governo Federal, parlamentares e ministros do STF têm chamado de “respeito às minorias sexuais” mostra-se, progressivamente, a simples concessão de privilégios a uma minoria que, de modo truculento, manipula dados a fim de mais confortavelmente ter a aprovação da opinião pública, impor seus pontos de vista e exigir a aprovação da sociedade às suas práticas sexuais. Para isso, tentam desmoralizar um segmento religioso que condena suas ações. Insultam-nos, atacam-nos e nada dizemos.

Vou porque me sinto diariamente desrespeitada, ofendida e discriminada, como evangélica. Como eu, conheço tantos mais que chegam a ter medo de expor seus pontos de vista em determinados meios sociais e profissionais. No entanto, reza a Constituição Federal, em seu Artigo 5º, incisos IV, VI e XVI: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato; é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias; todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente.”
 
Por isso tudo, irmãos, eu vou.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

A ALEGRIA DE UMA FAMÍLIA CHEIA DA PALAVRA, livro de John Barnett para download gratuito


A ALEGRIA DE UMA FAMÍLIA CHEIA DA PALAVRA - Um excelente livro, gratuito, disponibilizado em português pelo próprio autor. São mais de 400 páginas onde o autor, Dr. John Barnett, discorre sobre a Família. O livro conta com prefácio de John MacArthur.

Acesse o site do Ministério Discover the Book Ministries e baixe o seu exemplar: http://www.dtbm.org/mediafiles/jwff-portuguese-translation.pdf

quinta-feira, 28 de junho de 2012

LIbertando-se do Materialismo



“Como podemos transmitir a nossos filhos de forma direta e convincente todo o vazio do materialismo? Tente levá-los a uma excursão por um ferro-velho ou a um aterro sanitário. Isso pode se tornar um verdadeiro evento familiar. (As filas são menores que nos parques de diversão, a entrada é franca e os meninos adoram!) Mostre-lhes todas as montanhas de ‘preciosidades’ que um dia foram presentes de Natal ou de aniversário. Mostre coisas que custaram centenas de reais, coisas pelas quais seus filhos brigaram, coisas que destruíram amizades, que sacrificaram a honestidade e fizeram casamentos desmoronar. Mostre a eles a miscelânea de braços e pernas e restos de bonecas, robôs enferrujados e aparelhos elétricos jogados fora depois de uma breve vida útil. Mostre-lhes que a maioria das coisas que uma família possui, cedo ou tarde, acabará num lixão igual a esse. Leia 2Pedro 3.10-14 onde está escrito que tudo se queimará no fogo. E então faça a impressionante pergunta: “Se tudo o que possuímos acaba jogado aqui, inútil e estragado, o que podemos adquirir que permaneça por toda a eternidade?”

Randy Alcorn, citado por Norberth Lieth in Nove Regras para a Vida Espiritual (revista Chamada da Meia-Noite, #10 -Out/2011).

terça-feira, 13 de março de 2012

Um estranho em meu lar



Alguns anos depois que nasci, meu pai conheceu um estranho, recém-chegado à nossa pequena cidade.
Desde o princípio, meu pai ficou fascinado com este encantador personagem, e em seguida o convidou a viver com nossa família. O estranho aceitou e desde então tem estado conosco.
Enquanto eu crescia, nunca perguntei sobre seu lugar em minha família; na minha mente jovem já tinha um lugar muito especial. Meus pais eram instrutores complementares: minha mãe me ensinou o que era bom e o que era mau e meu pai me ensinou a obedecer.
Mas o estranho era nosso narrador. Mantinha-nos enfeitiçados por horas com aventuras, mistérios e comédias. Ele sempre tinha respostas para qualquer coisa que quiséssemos saber de política, história ou ciência. Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro!
Levou minha família ao primeiro jogo de futebol. Fazia-me rir, e me fazia chorar. O estranho nunca parava de falar, mas o meu pai não se importava.
Às vezes, minha mãe se levantava cedo e calada, enquanto o resto de nós ficava escutando o que tinha que dizer, mas só ela ia à cozinha para ter paz e tranquilidade. (Agora me pergunto se ela teria rezado alguma vez, para que o estranho fosse embora).
Meu pai dirigia nosso lar com certas convicções morais, mas o estranho nunca se sentia obrigado a honrá-las. As blasfêmias, os palavrões, por exemplo, não eram permitidos em nossa casa… Nem por parte nossa, nem de nossos amigos ou de qualquer um que nos visitasse. Entretanto, nosso visitante de longo prazo, usava sem problemas sua linguagem inapropriada que às vezes queimava meus ouvidos e que fazia meu pai se retorcer e minha mãe se ruborizar.
Meu pai nunca nos deu permissão para tomar álcool. Mas o estranho nos animou a tentá-lo e a fazê-lo regularmente.
Fez com que o cigarro parecesse fresco e inofensivo, e que os charutos e os cachimbos fossem distinguidos.
Falava livremente (talvez demasiado) sobre sexo. Seus comentários eram às vezes evidentes, outras sugestivos, e geralmente vergonhosos.
Agora sei que meus conceitos sobre relações foram influenciados fortemente durante minha adolescência pelo estranho.
Repetidas vezes o criticaram, mas ele nunca fez caso aos valores de meus pais, mesmo assim, permaneceu em nosso lar.
Passaram-se mais de cinquenta anos desde que o estranho veio para nossa família. Desde então mudou muito; já não é tão fascinante como era ao principio.
Não obstante, se hoje você pudesse entrar na guarida de meus pais, ainda o encontraria sentado em seu canto, esperando que alguém quisesse escutar suas conversas ou dedicar seu tempo livre a fazer-lhe companhia...
Seu nome? Nós o chamamos Televisor... Agora tem uma esposa que se chama Computador e um filho que se chama Celular!

Nota: Pede-se que este artigo seja lido em cada lar.

*Infelizmente ignoramos o nome do autor.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

A criança e o Carnaval




Num Estado onde existem vários blocos carnavalescos, grandes escolas de samba, é praxe entre as várias escolas públicas ou particulares formar seu bloco e cair na folia. Aliás, este procedimento também ocorre nas festas juninas, nas quais muitas escolas decoram suas salas com adereços alusivos às festas. Inclusive, algumas escolas obrigam o aluno a participar de tais festas como parte do currículo escolar, sob pena de perda de pontos. O aluno deve não apenas participar dos grupos, como se caracterizar para a festa.
Ocorre que no meio das festas estão os alunos cristãos. E aí a coisa complica, porque tais pais, não sabendo dos direitos que têm, imaginam que poderão sofrer retaliações e liberam com resignação seus pupilos. Eu pergunto: É lícito ao pai cristão deixar suas crianças brincar Carnaval?
Analisando as origens de tal festa, primeiro pagã, depois católica, não temos dúvidas que o cristão, não apenas o adulto, não deve participar de tal festa. É mundana, devassa, corrompe a alma, destrói os relacionamentos, pois baseia-se na licenciosidade. É fora de dúvida sua inspiração maligna. Chegaríamos a esta conclusão sob qualquer prisma. E não é necessário ser cristão para não gostar dela.
E com as crianças? Bem, as crianças também são salvos. São nossos filhos a quem devemos ensinar valores e o Carnaval não se enquadra, nem de longe, no quesito. O que fazer? Saiba que você está resguardado de qualquer ação que vá de encontro à sua liberdade e à de seus filhos pela Constituição de nosso País, tanto quanto um aluno islâmico, numa escola pública ou privada, não confessional (aliás, até elas devem se submeter, apenas duvido que seja uma situação possível), pode se recursar a recitar o Pai Nosso.
A escola tem o direito de fazer o bloco, mas não pode obrigar seu filho a participar dele, nem subtrair pontos por causa de sua ausência. A obrigação do aluno é com a sala de aula e com o aprendizado. A menos que você ache bonitinho sua fantasia?! É isso que você vai deixar de mais precioso para seu filho?
Para os cristãos em folia, eu lamento que tão depressa vocês hajam se distanciado do objetivo da graça de Deus. Se querem sambar, que seja, mas não por serem cristãos, mas porque na dureza do coração não percebem que tais práticas dizem respeito ao velho homem, que deve estar crucificado. Ou Cristo ou o velho homem. Sem negociatas, nem meio-termos. O mais não vem de Deus!

sábado, 15 de outubro de 2011

PROGRAMA PARA ENCONTRO DE CASAIS


Este poderá ser um evento que ocorrerá em um local fora da igreja. Sugerimos um dia de lazer em um sítio  onde haja ambiente para reunir, pelo menos, de 15 a 20 casais ou na própria igreja no salão de festas (se houver).

SUGESTÕES:
1- Tema – "Construir juntos é melhor"
Divisa – "Um ao outro ajudou e ao seu companheiro disse: esforça-te!" (Isaías 41.6 )
2- Atividades – A depender do ambiente onde ocorrerá o evento (jogos, atividades físicas, reflexões, aconselhamento, testemunhos, troca de experiências, música, artes cênicas, arte culinária, filmes).
3- Comissão de organização – Esta Comissão ficará com a responsabilidade de distribuir com outras subcomissões a administração das atividades que deverão ocorrer no Encontro.

Desenvolvimento das atividades:
1- Os casais deverão ser previamente convidados para o evento (através de convites impressos, confirmação por telefone ou por e-mail).
2- Se o evento for ao ar-livre, em um sítio, por exemplo, ou em uma casa com espaço aberto, sugerimos o seguinte programa:

PROGRAMA
Recepção aos casais (que deverão ser orientados a comparecer com roupa leve e esportiva)
Atividade para conhecimento (técnica das cores)
Devocional
Grupo de louvor (dirigirá os cânticos)
Recitação do tema e divisa
Oração: Pelos casais
Apresentação da ordem do dia – (Orientação sobre o procedimento das atividades e como serão distribuídas as tarefas. Também deverão ser apresentados os componentes das diversas equipes que trabalharão com o grupo).
1- Primeira atividade – Todos, ao chegar ao local, deverão ter recebido um crachá com cores diversificadas. Neste momento serão convidados a se reunir com seus pares, isto é, com aqueles casais que tenham recebido crachás com cores idênticas. Passarão alguns momentos juntos a fim de se conhecerem melhor. Por exemplo, os nomes, o que fazem, há quanto tempo estão juntos, o que estão esperando do encontro. Após a reunião destes casais, cada grupo deverá ter escolhido o seu representante que falará, aos demais, sobre as impressões colhidas no seu grupo.
2- Segunda atividade – Há duas alternativas, a depender do ambiente físico onde o evento ocorrerá.
(a) Se em ambiente fechado, sugerimos que haja a exibição de um filme com conteúdo educativo sobre relacionamento familiar.
(b) Se em ambiente aberto, um campeonato de jogos de mesa ou de futebol ou de voleibol. Nesta atividade sugerimos que sejam os maridos x as esposas.
3- Terceira atividade – Deverá ser servido um lanche ao grupo.
4- Quarta atividade – Reflexão: "Como Deus pode nos ajudar a construir?"
5- Quinta atividade – Momentos de aconselhamento: Líderes previamente convidados, que saibam trabalhar com casais, estarão à disposição dos casais em locais diversos para ajudá-los nas suas dificuldades.
6- Sexta atividade – Almoço
7- Momentos de descanso e descontração – Os casais serão liberados para conversarem e se conhecerem melhor.
8- Grupo de teatro – Um grupo de teatro, com prática em Encontro de Casais, deverá encenar um momento vivenciado em família. Deverá ter conteúdo formativo e educativo, mas poderá ser apresentado de forma alegre e descontraída.
9- Nona atividade – Momentos de louvor: Grupo de louvor com prática em Encontro de Casais, dirigirá momentos de louvor. 
10- Décima atívidade – Deverá, neste momento, haver um compromisso entre os presentes, de levar a sério o seu envolvimento com Deus, sua palavra e seus propósitos para a família. Um casal previamente escolhido entre os presentes dará o seu testemunho pessoal.
11- Encerramento
Sugestão extraída do site: http://www.ufmbb.org
Via http://ministerioenlace.blogspot.com