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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

A criança e o Carnaval




Num Estado onde existem vários blocos carnavalescos, grandes escolas de samba, é praxe entre as várias escolas públicas ou particulares formar seu bloco e cair na folia. Aliás, este procedimento também ocorre nas festas juninas, nas quais muitas escolas decoram suas salas com adereços alusivos às festas. Inclusive, algumas escolas obrigam o aluno a participar de tais festas como parte do currículo escolar, sob pena de perda de pontos. O aluno deve não apenas participar dos grupos, como se caracterizar para a festa.
Ocorre que no meio das festas estão os alunos cristãos. E aí a coisa complica, porque tais pais, não sabendo dos direitos que têm, imaginam que poderão sofrer retaliações e liberam com resignação seus pupilos. Eu pergunto: É lícito ao pai cristão deixar suas crianças brincar Carnaval?
Analisando as origens de tal festa, primeiro pagã, depois católica, não temos dúvidas que o cristão, não apenas o adulto, não deve participar de tal festa. É mundana, devassa, corrompe a alma, destrói os relacionamentos, pois baseia-se na licenciosidade. É fora de dúvida sua inspiração maligna. Chegaríamos a esta conclusão sob qualquer prisma. E não é necessário ser cristão para não gostar dela.
E com as crianças? Bem, as crianças também são salvos. São nossos filhos a quem devemos ensinar valores e o Carnaval não se enquadra, nem de longe, no quesito. O que fazer? Saiba que você está resguardado de qualquer ação que vá de encontro à sua liberdade e à de seus filhos pela Constituição de nosso País, tanto quanto um aluno islâmico, numa escola pública ou privada, não confessional (aliás, até elas devem se submeter, apenas duvido que seja uma situação possível), pode se recursar a recitar o Pai Nosso.
A escola tem o direito de fazer o bloco, mas não pode obrigar seu filho a participar dele, nem subtrair pontos por causa de sua ausência. A obrigação do aluno é com a sala de aula e com o aprendizado. A menos que você ache bonitinho sua fantasia?! É isso que você vai deixar de mais precioso para seu filho?
Para os cristãos em folia, eu lamento que tão depressa vocês hajam se distanciado do objetivo da graça de Deus. Se querem sambar, que seja, mas não por serem cristãos, mas porque na dureza do coração não percebem que tais práticas dizem respeito ao velho homem, que deve estar crucificado. Ou Cristo ou o velho homem. Sem negociatas, nem meio-termos. O mais não vem de Deus!

sábado, 15 de outubro de 2011

PROGRAMA PARA ENCONTRO DE CASAIS


Este poderá ser um evento que ocorrerá em um local fora da igreja. Sugerimos um dia de lazer em um sítio  onde haja ambiente para reunir, pelo menos, de 15 a 20 casais ou na própria igreja no salão de festas (se houver).

SUGESTÕES:
1- Tema – "Construir juntos é melhor"
Divisa – "Um ao outro ajudou e ao seu companheiro disse: esforça-te!" (Isaías 41.6 )
2- Atividades – A depender do ambiente onde ocorrerá o evento (jogos, atividades físicas, reflexões, aconselhamento, testemunhos, troca de experiências, música, artes cênicas, arte culinária, filmes).
3- Comissão de organização – Esta Comissão ficará com a responsabilidade de distribuir com outras subcomissões a administração das atividades que deverão ocorrer no Encontro.

Desenvolvimento das atividades:
1- Os casais deverão ser previamente convidados para o evento (através de convites impressos, confirmação por telefone ou por e-mail).
2- Se o evento for ao ar-livre, em um sítio, por exemplo, ou em uma casa com espaço aberto, sugerimos o seguinte programa:

PROGRAMA
Recepção aos casais (que deverão ser orientados a comparecer com roupa leve e esportiva)
Atividade para conhecimento (técnica das cores)
Devocional
Grupo de louvor (dirigirá os cânticos)
Recitação do tema e divisa
Oração: Pelos casais
Apresentação da ordem do dia – (Orientação sobre o procedimento das atividades e como serão distribuídas as tarefas. Também deverão ser apresentados os componentes das diversas equipes que trabalharão com o grupo).
1- Primeira atividade – Todos, ao chegar ao local, deverão ter recebido um crachá com cores diversificadas. Neste momento serão convidados a se reunir com seus pares, isto é, com aqueles casais que tenham recebido crachás com cores idênticas. Passarão alguns momentos juntos a fim de se conhecerem melhor. Por exemplo, os nomes, o que fazem, há quanto tempo estão juntos, o que estão esperando do encontro. Após a reunião destes casais, cada grupo deverá ter escolhido o seu representante que falará, aos demais, sobre as impressões colhidas no seu grupo.
2- Segunda atividade – Há duas alternativas, a depender do ambiente físico onde o evento ocorrerá.
(a) Se em ambiente fechado, sugerimos que haja a exibição de um filme com conteúdo educativo sobre relacionamento familiar.
(b) Se em ambiente aberto, um campeonato de jogos de mesa ou de futebol ou de voleibol. Nesta atividade sugerimos que sejam os maridos x as esposas.
3- Terceira atividade – Deverá ser servido um lanche ao grupo.
4- Quarta atividade – Reflexão: "Como Deus pode nos ajudar a construir?"
5- Quinta atividade – Momentos de aconselhamento: Líderes previamente convidados, que saibam trabalhar com casais, estarão à disposição dos casais em locais diversos para ajudá-los nas suas dificuldades.
6- Sexta atividade – Almoço
7- Momentos de descanso e descontração – Os casais serão liberados para conversarem e se conhecerem melhor.
8- Grupo de teatro – Um grupo de teatro, com prática em Encontro de Casais, deverá encenar um momento vivenciado em família. Deverá ter conteúdo formativo e educativo, mas poderá ser apresentado de forma alegre e descontraída.
9- Nona atividade – Momentos de louvor: Grupo de louvor com prática em Encontro de Casais, dirigirá momentos de louvor. 
10- Décima atívidade – Deverá, neste momento, haver um compromisso entre os presentes, de levar a sério o seu envolvimento com Deus, sua palavra e seus propósitos para a família. Um casal previamente escolhido entre os presentes dará o seu testemunho pessoal.
11- Encerramento
Sugestão extraída do site: http://www.ufmbb.org
Via http://ministerioenlace.blogspot.com

domingo, 28 de agosto de 2011

Primeiros Socorros para um Casamento Ferido - Livro gratuito



O Ministério 2=1 é uma um esforço conjunto de três outros ministérios americanos, e realiza uma obra dedicada ao apoio à família e ao fortalecimento dos casamentos, atuando através de palestras, cursos, vídeos e outros materiais.
Eles disponibilizam gratuitamente e em diversas línguas o livro Primeiros Socorros para um Casamento Ferido, de Marillyn Phillipps. O e-book possui possui 32 páginas e está em formato pdf. Um excelente recurso para aconselhamento, que pode ser útil a você e também para ser presenteado a outros que atravessam problemas conjugais.

Para baixar o livro em português, CLIQUE AQUI.

E visite o site do ministério: http://www.2equal1.com/

sábado, 18 de junho de 2011

Dica de livro: Deus, Casamento e Família



Deus, Casamento e Família, de Andreas J. Köstenberger e David W. Jones - Editora Vida Nova



Vivemos uma crise no que diz respeito ao casamento e à família e somente com um retorno ao fundamento das Escrituras poderemos ter a esperança de recuperar essas instituições. A fim de fornecer um tratamento bíblico e integrado desses temas, os autores examinam o que a Bíblia diz sobre os propósitos que Deus tem para homem e mulher tanto no casamento quanto na vida familiar. Essa análise abrange tópicos como casamento, criação de filhos, solteirismo, homossexualidade, divórcio, novo casamento, contracepção, aborto, o papel de cada sexo e liderança no lar. Portanto, este livro é essencial para todos que buscam uma visão bíblica e uma resposta para os complexos desafios que nossa cultura lança às intenções de Deus para o casamento e a família.

Ao final da obra os autores prepararam um guia de estudo que facilita o aprendizado e é ideal para estudos em pequenos grupos.

Um estudo aprofundado, de grande interesse para todo cristão, notadamente os envolvidos com o ministério.


terça-feira, 2 de novembro de 2010

O valor da mesa para a família

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por Josué Gonçalves

A mesa na cultura de uma família, é mais que um simples lugar para colocar as vasilhas com alimentos para todos se alimentarem. A mesa é lugar de encontros, de oração, de alegrias, de tristezas, de lembranças, de comunhão, de sonhos compartilhados e de lições aprendidas.

Ontem, fiquei sabendo que o filho de um amigo meu morreu em um acidente de automóvel, um jovem marido, pai de dois filhos. Nesta casa, por um bom tempo a mesa será um lugar de lembranças que vão provocar muita saudades e com certeza lágrimas que não se misturar com o café e o pão. Tudo porque nunca mais os filhos e a esposa terá o prazer da companhia daquele que partiu para uma outra dimensão de vida.

Ontem eu também recebi a noticia de que a filha da minha secretária, que tinha um problema no sangue que na concepção de muitos médicos era incurável, misteriosamente, sobrenaturalmente esta semana a médica disse para a mãe, não sabemos explicar, o certo é que a sua filha está radicalmente curada. Para esta família, neste momento a mesa é lugar de alegrias, celebração e cântico de gratidão.

É na mesa que reconhecemos o cuidado de Deus, o carinho e dedicação da mamãe, o esforço do pai em trazer o pão, o valor de se ter saúde. Bendita mesa, por onde passou e passa a construção de toda nossa história. Uma casa sem mesa, é uma casa sem um ponto de encontro imprescindível. Valorize a mesa em sua casa e faça dela o lugar sagrado do encontro da família!

http://www.amofamilia.com.br
http://familiaegraca.blogspot.com

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Como evangelizar os filhos

P. Eu gostaria de saber como ganhar os meus filhos para Cristo. Eles estão iludidos com as coisas do mundo e eu gostaria de levá-los para a igreja.

Embora nós pais sempre achemos que nossos filhos são muito especiais, na verdade são como qualquer outra pessoa de sua idade e a evangelização deles ou a chance de virem a Cristo é igualmente semelhante. Talvez, a única coisa que realmente diferente é a nossa condição como evangelistas enquanto pais. Não estou falando apenas do fato de que nosso testemunho é muito mais conhecido dos filhos do que o de qualquer outro evangelista que possam encontrar. Isso é uma bênção. Falo do fato de que, principalmente para os adolescentes, o que os pais dizem está sob grave juízo. Na ânsia de conquistar sua independência, tudo que vem dos pais, toda a amorosa orientação, parece prendê-los à infância, e por isso discutem, esbravejam, rejeitam e se rebelam. Assim, a evangelização de filhos adolescentes depende de uma saudável mudança no relacionamento, quando os pais passam a ver os filhos como pessoas mais responsáveis por suas decisões. Por outro lado, os pais podem favorecer o relacionamento dos filhos com jovens cristãos preparados para a evangelização. Se isso for feito de modo discreto, a igreja pode ajudar os pais na evangelização de seus filhos. Finalmente a oração: Muitos pais não percebem a importância da oração e não sentem que estão fazendo algo enquanto oram. Não cansamos de dizer que a oração somente não é suficiente, Jesus mandou pregar! Mas pregar sem oração também não funciona.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

CREDIBILIDADE

 Julie Ackerman

[Seja] exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios, para que […] observando-vos em vossas boas obras, glorifiquem a Deus… —1 Pedro 2:12

A recente crise financeira global fez as pessoas prestarem mais atenção aos extratos bancários. Quando o crédito era fácil de conseguir, algumas pessoas se tornaram descuidadas em sua maneira de usá-lo. Não se importavam em economizar para comprar o que queriam; simplesmente faziam empréstimos. Ter dívidas não era um grande problema. Em uma crise, no entanto, não é mais assim. Ter um bom nome como credor se tornou subitamente muito importante.
Logo após um anúncio de serviço de restauração de crédito, um noticiário local disse: “Restauração de crédito não está à venda; você deve lutar por ele.”
O mesmo princípio se aplica à credibilidade de nossas vidas. Não podemos comprá-la; às vezes precisamos lutar por ela. Pode ser que possamos “emprestar” credibilidade por um tempo, associando-nos às pessoas que têm credibilidade, mas cedo ou tarde precisaremos da nossa própria.
A credibilidade é resultado da capacidade de gerar confiança. É essencial para os cristãos, por que nossas vidas afetam a reputação de Deus (1 Pedro 2:12). Quando nos chamamos pelo nome de Cristo — cristãos, Sua reputação fica ligada à nossa. Se as pessoas têm motivo para não acreditar em nós, poderão não acreditar em Deus.
A maneira de ganhar credibilidade é viver honradamente. Outras pessoas então crerão, e glorificarão a Deus.

Se cuidarmos do nosso caráter, nossa reputação cuidará de si mesma.

Fonte: http://ministeriosrbc.org/
 

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

A diferença que Jesus faz na família

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Mais imagens de uso livre (não comercial) no blog Imagens Cristãs

Hernandes Lopes Dias

O casamento é o palco onde se desenrolam os grandes dramas da vida. O casamento é o sonho de uns e o pesadelo de outros. É lugar de vida para uns e também ante-sala da morte para outros. É na família que celebramos as nossas vitórias e é também nela que*curtimos*a*nossa*dor*mais*amarga.
O texto de João 2.1-11, nos fala que Jesus foi a uma festa de casamento. Ele participa conosco dos nossos momentos de alegria, Ele celebra conosco as nossas vitórias. Esse texto tem algumas lições que podem revolucionar sua vida e salvar o seu casamento:

1. Jesus é a pessoa mais importante a ser convidada para o casamento – Jesus estava presente naquele casamento de Caná da Galiléia. Ele foi convidado e lá compareceu. A presença e a intervenção de Jesus naquele casamento salvou aquela família de um grande constrangimento. A maior necessidade das famílias hoje é da presença de Jesus. As pessoas não estão precisando tanto de mais dinheiro ou mais conforto, mas da presença de Jesus na família. Seu lar pode ter tudo: dinheiro, conforto, saúde, amigos e prosperidade, mas se Jesus ainda não é o centro da sua vida e do seu lar, está faltando o principal. Só Jesus pode satisfazer a sua alma e dar sentido pleno à sua vida e à sua família.

2. Mesmo quando Jesus está presente, os problemas acontecem – Jesus estava presente, mas o vinho acabou na hora da festa. O vinho é símbolo da alegria. Muitos casamentos estão caminhando pela vida sem o vinho da alegria. Há aqueles que perdem a alegria mesmo na festa nupcial. Há casamentos que estão vivendo o drama do desencanto, da decepção e da amargura. Há muitos casais feridos, machucados e desiludidos. Há famílias que mesmo pertencendo ao Senhor, curtem a dor da separação, vivem o estigma da desarmonia e não conseguem experimentar a verdadeira alegria na vida familiar. Em algum momento da caminhada, a alegria foi perdida. Situações adversas e inesperadas conspiraram contra a família e a alegria ameaça ir embora.

3. Precisamos discernir com rapidez quando a alegria está acabando – Maria, usando sua acuidade espiritual e sua profunda percepção feminina, livrou aquela família de um grande vexame. Ela percebeu que o vinho estava acabando e que alguma coisa deveria ser feita. Ela não ficou parada. Ela não guardou o problema só para ela. Ela tomou uma iniciativa. Ela estava ligada. Precisamos também estar com as antenas ligadas. Precisamos ter olhos abertos para ver o que acontece na família. Muitos casamentos naufragam porque os cônjuges não discernem as crises no seu nascedouro. Não agem preventivamente. Deixam o tempo passar e quando vão buscar ajuda já é tarde demais.

4. Precisamos recorrer à pessoa certa na hora da crise – Maria buscou a Jesus. Ela levou o problema à pessoa certa. O segredo da felicidade conjugal não é a ausência de problemas, mas ter sabedoria e pressa para levar os problemas a Jesus. Muitos casais ao entrarem em crise, buscam solução onde não há solução. Cavam cisternas rotas onde não há água. Buscam ajuda em caminhos que só os fazem desviar mais da vereda da felicidade. Jesus é a resposta para a família. Ele é a solução de Deus para o lar. Precisamos levar os problemas da família e deixá-los aos pés de Jesus. Dele vem o nosso socorro. Do céu promana a nossa ajuda.

5. Precisamos obedecer e fazer o que Jesus manda – Jesus mandou os serventes encher de água as talhas. Aquela ordem parecia absurda. Eles poderiam ter questionado, dizendo: nós não estamos precisando de água. O que está faltando aqui é vinho. Mas se queremos ver as maravilhas de Deus acontecendo na família, precisamos exercer uma pronta obediência às ordens de Jesus. Precisamos deixar de lado nossas racionalizações e fazer o que ele nos manda. Sempre que obedecemos a Jesus nossa vida é transformada. Sempre que o casal se dispõe a obedecer a Palavra de Deus, o vinho da alegria começa a jorrar de novo dentro do lar.

6. Precisamos ser guiados pela fé e não pelos nossos sentimentos – Aqueles serventes não questionaram, não relutaram nem duvidaram da ordem de Jesus. Eles obedeceram prontamente. Eles creram e agiram. Eles encheram de água as talhas. Eles levaram a água ao mestre sala. Mas quando este enfiou a cuia dentro da água, um milagre aconteceu: a água se transformou em vinho. O milagre da transformação acontece quando nos dispomos a crer e a confiar. Quando fazemos o que Jesus ordena, mesmo que a nossa razão não consiga explicar, experimentamos as maravilhas divinas. Feliz é a família que vive pela fé. Bem-aventurada é a família que obedece a Palavra de Deus.

7. Quando Jesus intervém na família, o melhor sempre vem depois – O vinho que Jesus ofereceu era de melhor qualidade. O costume era sempre oferecer primeiro o melhor vinho, depois servia-se o inferior. Mas com Jesus o melhor vem sempre depois. A vida com Jesus não tem decepções. O casamento não precisa ser uma descida ladeira abaixo. Com Jesus, o casamento é uma aventura cada vez melhor. Os melhores dias não foram os da lua de mel. Os melhores dias estão pela frente. Quando Jesus reina na família a vida conjugal se torna mais consistente, mais profunda, balsamizada por um amor mais maduro e sublime. Muitos casais, infelizmente, estão juntos por causa dos filhos; moram na mesma casa, dormem na mesma cama, mas o coração já está vazio de amor. Os sonhos de uma vida feliz já morreram. Mas, quando Jesus intervém, o amor é restaurado, a alegria volta a pulsar e*a*família*experimenta*os*milagres*do*céu.

8. Quando Jesus intervém na família, as pessoas glorificam a Deus e passam a crer nele – Não há milagre maior do que uma família transformada. Não há nada que promova tanto a glória de Deus do que ver um casamento sendo restaurado e uma família experimentando a alegria verdadeira, depois de um tempo de tristeza e dor. Os discípulos de Jesus passaram a crer nele depois desse milagre e muitos glorificaram a Deus. Jesus é o mesmo. Ele nunca mudou. Ele ainda continua fazendo maravilhas na vida das famílias. Ele pode restaurar também a alegria lá na sua casa. Ele pode mudar a sua sorte. Ele pode curar as suas feridas, restaurar a sua alma e refazer o seu casamento. Ele pode derramar amor em seu coração. Ele pode lhe dar capacidade de perdoar. Ele pode transformar o seu deserto árido em manancial. Ele pode fazer florescer no seu coração a esperança de uma nova vida, de um casamento restaurado, de uma família cheia de verdor e felicidade!

Fonte: www.hernandesdiaslopes.com.br/

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Como manter filhos na igreja - A importância da educação religiosa na criação

Diego Rivera

Noemi Vieira

Revista Enfoque Gospel - http://www.revistaenfoque.com.br/

Desde os primórdios da humanidade, a família tem sido a base principal da sociedade. Os costumes, os comportamentos e até mesmo os cenários se modificam com o passar dos séculos. Mas o papel que a família exerce permanece essencial. É desse pequeno núcleo que vem a formação de caráter de uma pessoa e até mesmo de sua personalidade. E, nesse contexto, é preciso destacar a importância da educação religiosa dentro de muitas casas, especialmente, nos lares evangélicos.

O assunto adquire grande destaque. Até porque, biblicamente falando, existe uma responsabilidade dada aos pais sobre a continuidade dos valores cristãos dentro de casa, conforme o trecho em Provérbios: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho, não se desviará dele”. Neste tempo de 2008, a missão de educar um filho segundo os princípios cristãos e fazê-lo permanecer na fé depois de adulto continua valendo, embora essa tarefa seja cada dia mais complexa. Influências diversas dos meios de comunicação, das escolas, da internet, etc., podem provocar desvios de comportamento, gerando mudanças de interesse e de atitudes. Nesse sentido, é fundamental descobrir a resposta para uma questão: qual o método mais eficaz para criar os filhos dentro da igreja?



A INFÂNCIA

Não há uma regra única e infalível para responder à pergunta, mas psicólogos, educadores, pais e pastores concordam em, pelo menos, um ponto: tudo começa na infância. “Até os 7 anos, a criança está em formação da sua personalidade. A criança pequena é como uma esponja, pois absorve tudo o que lhe é ensinado. O que aprende nessa fase, vai levar para o resto da vida. Quanto mais cedo conviver com a idéia de Deus, certamente isso será apreendido de forma mais profunda”, explicou a psicóloga Elizabeth Pimentel, autora do livro “O poder da palavra dos pais” (Hagnos).

O casal Gerson e Aline Daminelli, membros da Igreja Batista e pais de Camila (18 anos), Priscila (16) e Isabela (7), é exemplo de como a educação religiosa durante a infância pode ser eficaz. Ambos são “frutos de lar cristão” e, assim como aprenderam com os pais, começaram a educar suas filhas no cristianismo desde cedo. “Num primeiro momento, a gente sempre as levava, incentivava e acompanhava à igreja. Quando elas emburravam, a gente obrigava, sempre mostrando a elas o prazer de ir à Casa do Senhor”, afirmou Aline.

É claro que esse processo não aconteceu automaticamente. Uma das estratégias para conseguir manter a família unida numa mesma fé foi, segundo o casal, a confiança estabelecida com as filhas. “Nossa relação com as meninas é de extrema confiança. E isso é coisa que se conquista. Você vai acompanhando, educando, participando, ouvindo e deixando com elas a tomada de decisão em relação às questões da vida.” Gerson também diz que a imposição não é usada, mas, sim, o aconselhamento.



DIÁLOGO É FUNDAMENTAL

A experiência de Gerson e Aline também mostrou que o diálogo franco e honesto, desde criança, estabelece um vínculo saudável entre pais e filhos. No entanto, muitos resistem à idéia da conversa aberta com medo de perder controle e autoridade. “Não gostamos de ser questionados por filhos e nem que eles apontem nossos erros. Mas eles precisam compartilhar conosco suas experiências, problemas, expectativas, anseios, medos, frustrações, decepções, segredos, alegrias, etc.”, explicou o pedagogo e escritor Marcos Tuler, chefe do Setor de Educação Cristã da Editora Casa Publicadora das Assembléias de Deus (CPAD).

Outro ponto relevante nessa caminhada de ensino aos filhos é a imposição – ou indiferença dos pais em relação ao pensamento dos filhos –, que pode causar um sentimento de distanciamento e descrédito. É preciso, antes de tudo, respeitar o que os filhos pensam.

Esse é o princípio do livre arbítrio. O pastor Josué Gonçalves, escritor especializado na área de família, mostra que o diálogo produtivo entre pais e filhos, no que se refere ao Evangelho, ocorre quando os pais respeitam o direito dos filhos de escolher. Ele afirmou que pais podem convencer o filho com a verdade, se esta verdade não for imposta.

Mas a etapa mais difícil de criar os filhos deságua na tão discutida adolescência. É nessa fase, ressaltou Marcos Tuler, que os filhos têm muitos conflitos emocionais, são inseguros e inconstantes. “E porestarem passando pelo período de maior abstração e reflexão dos conhecimentos recebidos, são facilmente influenciados pelas filosofias anticristãs.” É também o que confirma a experiência do pastor Edílson Lopes e sua esposa Regina Sartori, da Assembléia de Deus, em Arenápolis (MT), que são pais de três filhos: João Ricardo (18 anos), Keren (16) e Filipe (19). Todos atingiram a fase da adolescência quase simultaneamente. Segundo Lopes, conseguir mantêlos na igreja foi uma tarefa difícil, mesmo com sua vocação pastoral.

É também na fase da adolescência que o exemplo dos pais em relação à prática da fé cristã é colocado à prova. Para a jovem Keren Sartori, a conduta dos pais foi de fundamental importância para que ela continuasse nesse caminho quando se sentiu frágil. “Foi difícil passar pela cobrança da igreja, mas minha mãe e meu pai sempre conseguiram me mostrar o que é ser crente. É muito além de ir à igreja. E isso me ajuda a permanecer na fé e a querer me parecer com eles”, reconheceu. Ou seja, os atos precisam condizer com o discurso dentro de casa. “Se os pais estão convictos de sua fé, os filhos se sentem seguros e desejam acompanhá-los em suas escolhas e decisões.



Os sermões mais convincentes são os pregados em casa, na sala de estar, às refeições, nos momentos de lazer”, acrescentou Marcos Tuler. Crianças geralmente observam tudo e procuram verificar se aquilo que os pais dizem sobre religião e fé faz parte da experiência de vida deles. Se os pais estão dispostos a obedecerem àquilo que ensinam, então, são dignos de inteira confiança. Cabe também à igreja o papel de auxiliar e dar suporte à educação dos filhos de seus membros. Esse trabalho deve ser desenvolvido para todas as idades. É aqui que entra a importância das organizações dominicais, como escola bíblica, grupos de música e ainda retiros e outras atividades da igreja. “Funciona como um suporte, porque a responsabilidade religiosa dos filhos é dos pais. O que realizamos são trabalhos direcionados”, esclareceu Leninha Maia, autora do livro “Manual prático para líderes de jovens e adolescentes”(Candeia), além de coordenadora da área de infância da Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro.



Para a escritora, grande parte dos adolescentes se afasta da fé porque não aprofundou suas habilidades dentro da igreja. Outros, porque viram seus amigos de infância se distanciarem da fé. Daí a necessidade de incentivar as crianças a “fazerem o social” com outros coleguinhas da igreja. Essa troca fortalece a vida espiritual delas. “Muitos pais saem do culto correndo para casa e se esquecem de que os filhos precisam desenvolver essas amizades. Além disso, os pais precisam mostrar a alegria de estar na igreja para que os filhos desejem permanecer mais tempo ali”, acrescentou Leninha Maia.

Além da boa vontade, a igreja precisa ser criativa e contextualizada com o mundo atual para atrair as crianças e os adolescentes às suas atividades. A autora disse que é preciso desenvolver uma escola dominical que ensine a Bíblia, mas aborde os assuntos atuais – como drogas e masturbação – para que o jovem consiga aplicar a Palavra de Deus à sua realidade. As programações da igreja também precisam englobar os pais para que eles tenham ciência do que seus filhos estão aprendendo dentro da igreja.

Esse tipo de trabalho é levado a sério na Assembléia de Deus em Maringá (PR). Lá, foi implantado o Projeto Sementinha, que acompanha a formação religiosa de cerca de cinco mil crianças em toda a Região Metropolitana da cidade. Uma das atividades da iniciativa é capacitar professores para dar aulas de escola dominical. E, aliado ao conhecimento técnico-pedagógico, o Sementinha também ensina os professores a lidar com crianças que não são filhas de pais evangélicos e sofrem problemas como espancamento e alcoolismo dos pais. “Procuramos passar valores morais para essas crianças, além de falar sobre questões como o meio ambiente, a consciência da cidadania, a necessidade de ser um bom aluno na escola secular e a obediência”, exemplificou a professora Taffaneto.

Só que é imprescindível mencionar o que pais não devem fazer em hipótese alguma, o que é advertido no trecho bíblico do livro de Efésios: pais não devem provocar a ira nos filhos, antes devem ensiná-los, protegê-los, corrigi-los, oferecer-lhes bons exemplos e, acima de tudo, amá-los.



Josué Gonçalves, pastor e escritor especializado na área de família, ressalta que pais podem convencer o filho com a verdade, se esta verdade não for imposta.



DICAS QUE PODEM AJUDAR NA CRIAÇÃO DOS FILHOS*
Que avaliação você faz sobre o que pode desmotivar ou motivar crianças e adolescentes a permanecerem na igreja e nos caminhos de Deus?

Creio que o exemplo dos pais é fundamental para motivar crianças e adolescentes a permanecerem na igreja e nos caminhos de Deus. A família tem a responsabilidade de transmitir valores e conceitos verdadeiros a seus filhos. Os pais são os primeiros educadores na vida dos filhos. Assim como os filhos aprendem a falar com os pais, também aprendem códigos de conduta, a viver com limites, a respeitar e serem respeitados, a amar a Deus acima de todas as coisas, a ter um coração grato, a amar ao próximo, a ler a Bíblia, a orar, a obedecer...
Provérbios 22:6 diz: “Ensina a criança no caminho em que deve andar e, ainda quando for velho, não se desviará dele”. Esse versículo é muito forte e contundente. O problema é que os pais muitas vezes não ensinam os filhos “no” caminho em que devem andar, mas ensinam “o” caminho em que devem andar, e os próprios pais andam por outro caminho. O exemplo dos pais é o mais importante na educação dos filhos. Eles são observadores de tudo o que acontece em casa e imitadores das atitudes dos pais.
Tudo isso começa em casa. Na igreja deve haver uma continuidade dos ensinamentos e das atitudes aprendidas com os pais. Além disso, as crianças – e principalmente os adolescentes – devem se entrosar num ministério ativo, motivador e atraente dentro da igreja local. As amizades são muito importantes, as ministrações na igreja devem ser dinâmicas e adequadamente direcionadas às diferentes idades. Hoje as igrejas contam com ministérios para crianças e adolescentes cheios de vida, atividades sociais e unção do Espírito Santo. Mas creio que o mais importante também dentro das igrejas é o exemplo de comportamento de homens e mulheres de Deus, referenciais para eles. Uma frustração ou um desapontamento com atitudes dos líderes pode ser prejudicial para a permanência de crianças e adolescentes na igreja e nos caminhos de Deus.

sábado, 27 de junho de 2009

O casamento é importante?

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Zig Ziglar

O antropologista britânico John D. Unwin dirigiu um estudo profundo sobre oitenta civilizações que nasceram e morreram durante um período de uns quatro mil anos. Dr. Unwin descobriu que uma ameaça comum ocorrida em todas elas. Em cada caso elas iniciavam-se com um ponto de vista conservador, que envolvia fortes valores morais e enfatizava o valor da família. Depois de certo tempo, a conduta conservadora tornava-se mais e mais liberal, os valores morais declinavam e a família sofria. Em cada caso, enquanto a família deteriorava-se a própria civilização desintegrava-se, e em todos os oitenta casos, a queda da nação foi relacionada com a queda da família. Na maioria dos casos a civilização decaiu dentro de uma geração, com a queda da união da família.

A pesquisa de Unwin revelou que quando um homem se apaixona por uma mulher, dedicando-se a cuidar dela, protegê-la e sustentá-la, ele de repente se torna o esteio da ordem social. Em vez de usar suas energias perseguir suas luxúrias e desejos, ele se esforça para construir um lar e poupa para o futuro, procurando conseguir melhor trabalho. Seus impulsos egoístas são inibidos, seus desejos sexuais são canalizados. Ele descobre um sentimento de orgulho, sim, orgulho masculino, porque ele é necessário à sua esposa e filhos. Todos se beneficiam com o relacionamento.

Quando a sociedade é composta por milhões de famílias, estabelecidas em uma moral de conduta saudável, a nação torna-se forte e estável. Força e solidariedade são as grandes contribuições que o casamento traz para as civilizações. Mas na ausência da obrigação familiar, a ruína é inevitável. Quando maridos e mulheres não têm motivos para juntar suas energias a fim de sustentar o lar, então abusam das drogas, do álcool, da promiscuidade sexual, há instabilidade no trabalho, e pode ser esperado um irreprimido comportamento agressivo na cultura. E a falta de energias objetivas é o começo do fim.

Extraído do livro “Namoro no Casamento”, de Zig Ziglar, Editora Maltese-norma, 1992.

Via http://www.urrodoleao.com.br/

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

O que resta no fim?


Norbert Lieth

Quem tem tempo?

A tecnologia nos presenteia constantemente com artefatos para se "poupar tempo". Em poucas horas damos meia volta ao mundo, em poucos minutos dispomos de mais informações que dispunham todas as gerações que nos antecederam e medimos a arrancada dos campeões de esqui em centésimos de segundo. Em casa, uma máquina de lavar louça se encontra na cozinha, e um computador de última geração, bem equipado com os últimos lançamentos em software, ocupa nossa escrivaninha, e os filhos aumentam a velocidade e o barulho de suas motos "envenenando" os motores. Apesar de todos esses recursos temos cada vez menos tempo. Por que será?

Olhos nos olhos

Ponha em prática este conselho: Conscientemente tome tempo para ficar a sós com uma pessoa querida. Olhe simplesmente em seus olhos, sem dizer nada. Você vai descobrir que não é tão fácil assim. Os "ladrões de tempo" arruinaram os nossos sentimentos e, com isso, também a nossa capacidade de nos relacionarmos com o nosso próximo. Temos medo de perder alguma coisa importante na vida. Só os vitoriosos, os ganhadores, os que fazem mais barulho são notados. A tripla exortação da Palavra de Deus, com sua delicadeza, quase passa desapercebida:

Ontem – hoje – amanhã

Em relação ao tempo que passou a Palavra de Deus diz: "não te esqueças..." (Sl 103.2). Temos as grandiosas obras de Deus na nossa retaguarda! Por exemplo, o povo de Deus já vive desde 1948 na terra prometida.
Para o hoje está escrito: "Alegrai-vos sempre no Senhor!" (Fp 4.4). Cristo vive em mim!
Acerca do amanhã está escrito para todos os cristãos: "...ninguém as arrebatará da minha mão" (Jo 10.28; Rm 8.38-39). Esta certeza me dá confiança e esperança para o futuro.

Ter tempo...

A pessoa a quem Deus presenteia a eternidade tem tempo. Ter tempo não é uma questão de relógio ou de agenda, mas é uma questão de amor! Por isso, não tome bons propósitos, pois eles só duram alguns poucos dias. A máquina do tempo os arrancará de você. Só o amor de Deus pode lhe abrir os olhos. Então, de repente, você não verá mais sua esposa ou seu marido, seus filhos ou seu próximo com um olhar marcado pela pressa. Isso lhe custará tempo, mas a colheita será imensuravelmete grande. (C.W. em "EDU-Standpunkt", Nº 1/1997)
Quando o Senhor Jesus diz: "...os cuidados do mundo e a fascinação das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera" (Mt 13.22), isso com certeza se aplica também ao modo de se lidar com o tempo. A preocupação cotidiana nos rouba o tempo, a busca por conforto e riqueza ocupa todo o nosso tempo. Assim, não apenas a Palavra de Deus é sufocada, mas igualmente é sufocado o nosso relacionamento com nossos familiares e com as pessoas que nos cercam. No fim, talvez tenhamos conseguido tudo, só não tivemos tempo, e chegamos à conclusão de que não conseguimos nada.
Quantos viúvos e viúvas sofrem depois da morte de um dos companheiros por terem tomado tão pouco tempo um para o outro. E quantos filhos sofrem por toda a vida por não terem tido a devida atenção dos pais; eles sentem falta das mais belas recordações da infância porque o pai e a mãe nunca tiveram tempo de verdade para eles.
A pergunta do Senhor Jesus também é válida neste contexto: "Pois, que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?" (Mt 16.26). E parafraseando a passagem bíblica, podemos adaptá-la ao nosso assunto da seguinte forma: "Que adianta ao homem ter tido uma vida longa se nunca teve tempo para o próximo?" (Norbert Lieth)

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, julho de 1997.
www.chamada.com.br