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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Tributo à memória de Pedro Poty, primeiro mártir nativo brasileiro


Josué Sylvestre

Pesquisando sobre os primeiros mártires da fé evangélica no Brasil, entre as surpresas que a garimpagem histórica me reservou, a mais significativa foi, com certeza, a descoberta de um autóctone paraibano como protomártir brasileiro do Evangelho. Sua execução ajunta-se ao sacrifício dos huguenotes franceses Jean de Bourdel, Matthieu Verneuil, Pierre Bourdon e Jean Jacques Le Balleur (o João de Bolés), mortos no Rio de Janeiro. Os três primeiros, em 1558, sob a responsabilidade ignominiosa do "Caim da América" — Nicolau Durand de Villegaignon: o último, em 1567, por decisão do governador-geral Mem de Sá, com a participação pessoal do padre José de Anchieta, conforme pesquisa do Rev. Dr. Álvaro Reis.
 Mas o holocausto de Pedro Poty, 85 anos depois, tem um relevante diferencial. Os outros eram estrangeiros. O índio potiguara era um filho da terra.
A primeira vez que tomei conhecimento da existência e do testemunho de Pedro Poty foi através de um trabalho de muita lucidez e perseverança, organizado pelo pesquisador e escritor Álvaro Jorge Ribeiro, autor da História da Igreja Presbiteriana da Parahyba.
Ali encontrei uma preciosa — embora concisa — narrativa, com remissão creditada ao notável historiador paraibano Horácio de Almeida que, no seu livro A História da Paraíba — Volume I, conta a saga impressionante de Pedro Poty, arrimado em longas pesquisas realizadas em arquivos holandeses pelo diligente historiador pernambucano Pedro Souto Maior.

Cultura e religião - O historiador José Fernandes de Lima,
que não era protestante, descreve no seu discurso de posse no Instituto Histórico e Geográfico  da Paraíba, em solenidade ocorrida em 1971, a sequência dos episódios que envolveram e transformaram a trajetória de Pedro Poty.
1)   Poty foi levado para a Holanda, com outros companheiros, lá estudou o idioma da terra e foi instruído na doutrina da Igreja Cristã Reformada. Ficou na Europa, de 1625 a 1631.
2)    Voltou falando e escrevendo corretamente o holandês, manteve-se fiel aos seus protetores e, sobretudo, à fé evangélica, que havia adotado.
3)   Por sua cultura, coragem, fidelidade e prestígio entre os de sua gente, foi designado, pelo Supremo Comando Holandês, Regente dos Índios da Paraíba, enquanto Antonio Paraupaba liderava no Rio Grande do Norte.
4)    No curso das hostilidades entre Portugal e Holanda, recebeu várias cartas de seu primo Felipe Camarão, líder do apoio indígena aos lusitanos, que lhe encarecia adesão e prometia recompensas e prestígio se passasse para o seu lado.
Firme, leal e convicto de que estava defendendo a melhor opção para a sua gente e seu país, respondeu:
Eu me envergonho da nossa família e nação ao me ver  sendo induzido por tantas cartas vossas à traição e deslealdade, isto é, a abandonar meus legítimos chefes, dos quais tenho recebido tantos benefícios.
Na continuação de sua carta a Felipe Camarão, procurando esclarecer e justificar seu posicionamento espiritual, Por afirma com plena convicção:
Sou cristão e melhor do que vós; creio só em Cristo, sem macular a religião com a idolatria, como fazeis com a vossa.
Aprendi a religião cristã e a pratico diariamente, e se vós a tivésseis aprendido não serviríeis com os pérfidos e perjuros portugueses, que apesar das promessas do rei e de juramento feito por ele, depois de roubarem os bens dos holandeses, vêm atacar traiçoeiramente a esses e a nós mesmos; mas hão de receber o devido castigo de Deus.

Tortura e morte - O sofrimento e a execução de Pedro Poty são registrados por Fernandes de Lima, baseando-se em descrição de Antônio Paraupaba (que após a rendição dos batavos foi com eles para a Holanda, em 1654).
Diz o historiador paraibano:
Correram os tempos e em janeiro de 1654 os holandeses foram expulsos do Brasil. Em agosto desse mesmo ano, Antonio Paraupaba foi para a Holanda.
   Formulou o chefe indígena dois memoriais sobre a situação dos índios após a expulsão dos holandeses.
Em um deles, narra o martírio e o heroísmo de seu companheiro Poty, afirmando: ‘Pedro Poty, Regedor dos índios da Paraíba (da infeliz nação), tendo caído prisioneiro dos portugueses a 19 de fevereiro de 1649 na segunda batalha dos Guararapes, foi barbaramente tratado por aqueles algozes, excedendo as crueldades perpetradas para consigo, as mais desumanas que se possa imaginar. Era constantemente açoitado, sofreu todas as espécies de tormentos, foi atirado preso por cadeia de ferros nos pés e nas mãos, a uma escura enxovia, recebendo por alimento unicamente pão e água, e realizando ali mesmo durante seis longos meses as suas necessidades naturais.
Resultou daí, que, decorrido os seis meses, vendo aqueles sanguinários que de um ânimo tão firme nada se podia conseguir por meio de torturas ou promessas de honra, cargo nem fortuna, tiram-no do escuro subterrâneo onde tanto sofrera, sob o pretexto de mandá-lo à Bahia, mas cujo plano era matá-lo, cruelmente, o que depois concretizaram.

Esquecimento e resgate - Acerca da omissão da maioria dos historiadores sobre a presença marcante de Poty na fase da ocupação holandesa, Fernandes de Lima assinala:
Pedro Poty, considerado herege, apóstata, sujeito na época às penas da inquisição por aceitar uma religião repudiada pelos que defendiam a colonização portuguesa, não poderia merecer a devida consideração pelos historiadores de antanho quase sempre propensos a exaltar o poder triunfante.
Outro prestigiado historiador paraibano, Horácio de Almeida, também não-evangélico, registra:
Pedro Poty, natural da Baía da Traição, esteve na Holanda até 1631, tendo recebido aprimorada educação, tanto no conhecimento da língua, que falava e escrevia corretamente, como no da religião reformada, do qual se tornou fervoroso adepto.
Pedro Poty caiu no esquecimento duas razões (...) Ter tomado partido contra os vencedores da guerra de ocupação e ter professado uma religião que os portugueses abominavam.

Por sua vez, Souto Maior, garimpando arquivos na Holanda, encontrou documentos que comprovam indubitavelmente o destacado desempenho de Poty como líder de sua gente. Entre os papéis, há uma citação do historiador holandês Johannes de Laet, que, no seu livro Nouveau Monde, anotou ter estado várias vezes com os indígenas levados à Holanda e que eles aprenderam o holandês e a doutrina da religião cristã reformada.
Culminou Pedro Poty sua trajetória de superação das condições adversas em que nasceu e foi criado, com uma derrota? Absolutamente não. Jamais são derrotados os que lutam convictamente por um ideal legítimo que buscam atingir.
Poty foi um proclamador do Evangelho no Brasil-criança do século 17. Pioneiro da evangelização no Nordeste, foi um dos primeiros a defender a Graça transformadora do Cristo de Nazaré no território nacional.
Foi cruelmente assassinado, é verdade, mas o Jesus, ao qual ele servia com tanto entusiasmo e dedicação, asseverou certa vez: “Quem crê em mim ainda que morra, viverá.
Nas mansões da eternidade, quando se fizer chamada para o galardão das recompensas da graça e do amor de Deus, lá estará o índio Pedro Poty, nosso compatriota e nosso irmão, que, três séculos e meio depois do seu martírio, embora quase anônimo, permanece como um paradigma de coragem e de firmeza moral e espiritual.
Mas enquanto não chega esse dia, nós, evangélicos brasileiros, precisamos prestar, sem maiores delongas, um TRIBUTO À MEMÓRIADE PEDRO POTY.

Do livro Antologia - Primeira Coletânea de Textos Seletos, da Academia Evangélica de Letras do Brasil (Rio de Janeiro: AELB, 2012)


Josué Sylvestre, Membro emérito da AELB (Cadeira no 40), da qual foi Presidente no período de 2000 a 2008, é escritor, historiador e jornalista. Pertence também à Associação Nacional de Escritores (Brasília-DF), à Academia Paraibana de Letras (João Pessoa-PB) e à Academia de Letras de Capina Grande - PB 

domingo, 16 de junho de 2013

História de conversões de padres do catolicismo ao protestantismo



Hoje em dia nós não temos o hábito de relatar as conversões de pessoas ilustres da sociedade ao protestantismo, a não ser muitas falsas conversões de celebridades, talvez por causa de nos dias de hoje isso ser um fato raro, o certo é que no passado, no início do protestantismo no Brasil, as conversões eram mais destacadas entre intelectuais, pessoas ilustres e entre sacerdotes católicos.

Em seu livro “O Protestantismo Brasileiro – Estudo de Eclesiologia e História Social”, Émile – G. Leonard (Juerp-ASTE, 1963), fazendo referência principalmente a Kidder e a Themudo Lessa, relata conversões de sacerdotes católicos ocorridas no início da evangelização do Brasil logo depois da segunda metade do século XIX.

A mais famosa conversão dessa época foi a do padre José Manoel da Conceição, que tornou-se pastor presbiteriano e ajudou a consolidar a pregação do Evangelho e das doutrinas da Graça no interior de São Paulo. Hoje o seu nome é destacado entre os presbiterianos e até um Seminário com o seu nome, existe na cidade de São Paulo.

SACERDOTES CONVERTIDOS AO PROTESTANTISMO
O nome que sempre vem a nossa mente quando lembramos de conversões de sacerdotes católicos é o da conversão de Martinho Lutero no séc. XVI, aquele que perpetrou o movimento da Reforma e outros que também foram protagonistas desse movimento da Idade Média. Aliás à época milhares de padres e freiras abandonaram as fileiras do catolicismo e aderiram ao protestantismo.

CONVERSÕES DE SACERDOTES CATÓLICOS AO PROTESTANTISMO NO BRASIL.
            Alguns desses novos conversos ao protestantismo e que saíram do catolicismo, estão os nomes de indivíduos que eram figuras de grande projeção no cenário nacional em seu tempo.

            - Francisco Rodrigues dos Santos Saraiva (1834-1900). Foi padre. Era filologista, especialista na língua hebraica, foi um dos amigos pessoais de D. Pedro II. Escreveu o livro: “O catolicismo romano ou A velha e fatal ilusão da sociedade”. Ele foi também o tradutor de um esplendido trabalho nos Salmos intitulado “A Harpa de Israel”.

            - Antônio Teixeira de Albuquerque (1840-1887). Era padre. Foi o primeiro pastor batista de Maceió-AL, cidade onde já havia sido vigário. Escreveu a obra: “Três razões porque deixei a Igreja Romana”, foi reeditada pela Casa Publicadora Batista em 1945. No livro ele dá as razões de sua saída, que eram: A Transubistanciação, o celibato dos padres e a confissão absolutória.

            - Antônio Lino da Costa (1850-1913). Era padre. Sobrinho do Bispo Dom Sebastião Pinto do Rego. Ele foi pastor presbiteriano depois de convertido ao protestantismo.


            - Hipólito de Oliveira Campos – Foi vigário de Juiz de Fora-MG e era membro de uma família ilustre do Estado. Abandonou o sacerdócio católico após 26 anos de trabalhos e se tornou um pastor da Igreja Metodista. Publicou em 1919 uma Miscelânia Religiosa anti-católica.

            - ex-cônego, Dr. Honório Benedito Ottoni - Foi pastor batista. Foi o tradutor da Apologética de Tertuliano.

            - José Domingos Batista – Ex-cônego – Publicou entre os anos de 1898 e 1900 a sua autobiografia intitulada: “Cinquenta anos em Cativeiro”.

            Podemos citar ainda as conversões ao protestantismo dos padres João Francisco da Cruz e dos padres italianos Constâncio OmegnaLuiggi Fideli e Joseph Piani, os dois últimos eram salesianos, que se converteram em virtude da violência contra os protestantes da região de Recife.

Essas e outras conversões podem ser confirmadas na bibliografia. Existiram também conversões temporãs de indivíduos que abandonaram a batina, e depois de um tempo abandonaram a fé e se tornaram pessoas comuns da sociedade, atuando na área educacional, principalmente.


Bibliografia:

ÉMILE - G. Leonard - O protestantismo Brasileiro - Estudo de Eclesiologia e História Social. Juerp/ASTE. 1963.

TEMUDO LESSA, Vicente. Anais Históricos da 1ª Igreja Presbiteriana de São Paulo. São Paulo, 1938.

sábado, 18 de agosto de 2012

Livro gratuito: Antologia da Poesia Cristã Universal



Em 2008, trouxemos a lume a Antologia de Poesia Cristã em Língua Portuguesa, reunindo textos de 80 poetas do Brasil, Portugal e África lusófona, de Camões aos dias atuais. Já naquele momento, durante minhas pesquisas, ficou patente tanto a inexplicável lacuna bibliográfica, a ausência de obras correlatas em nossa literatura, como também a necessidade de empreender, além da referida antologia lusófona, trabalho ainda mais desafiador e necessário: uma Antologia da Poesia Cristã Universal, compilando dessa vez o melhor da poesia cristã de todo o mundo. Mas confesso que fui adiando e adiando tal empresa, por sabê-la demorada e demandar um esforço terrível, hercúleo. Mas ao iniciarmos o ano de 2012, senti enfim que era tempo, e mergulhei de corpo e alma no trabalho, voltando a ser frequentador habitué da Biblioteca Nacional e do Real Gabinete Português de Leitura, adquirindo livros, ‘desossando’ sites e blogs literários de toda a internet...

O resultado do trabalho está aqui: as 235 páginas deste livro congregam textos de 110 autores, nomes capitais de suas literaturas nacionais. Pode-se dizer, grosso modo, que este livro inicia-se em Aurélio Prudêncio, primeiro grande poeta da cristandade, indo até Ernesto Cardenal, talvez o mais importante poeta vivo da Latinoamérica. Os textos avançam desde os primórdios da poesia cristã latina, passando por versos de pais da igreja, das três maiores epopeias cristãs (A Divina Comédia, a Jerusalém Libertada e o Paraíso Perdido), e indo a períodos em que a poesia do cristianismo atingiu alguns de seus ápices, como por exemplo durante o Siglo de Oro espanhol, com os metafísicos ingleses, e na poesia cristã francesa do século XX.

Ao proceder à leitura, você talvez diga que este livro bem que merecia uma edição impressa – sim, concordo com você, leitor, e com meus amigos que tomaram conhecimento deste projeto - mas merece ainda mais ser compartilhado com quantos for possível, da melhor, mais simples e mais rápida maneira possível, como a própria Boa-Nova de Cristo deve ser compartilhada. E assim o faço, publicando este livro gratuitamente na internet, pois acredito piamente em algo: conhecimento é conhecimento compartilhado. O mais é egoísmo e cabala. Depois pode-se tentar ou não uma edição impressa, para contemplar aqueles ainda muitos que não tem acesso, entendimento ou mesmo prazer em ler em computadores e dispositivos móveis. Mas o principal está feito, o livro está publicado, e espero que uma pequena, mas antiga e significativa lacuna em nossa bibliografia - seja no tocante especificamente à literatura cristã, mas também e de uma maneira ampla para todo o estudo da literatura em si - seja sanada com esta humilde obra, de infelizmente tão poucos paralelos. E que ela possa vir a inspirar autor mais capacitado a encetar obra mais prolífica e abrangente, para enriquecimento da literatura cristã em nossa língua, pois como se diz no livro de Josué 13:1, “...e ainda muita terra ficou por ser conquistada”, e os dois mil anos de cristianismo trouxeram a lume muito, mas muito mais tesouros do que estas singulares joias que vão aqui coligidas.

E que você possa, amado leitor, além de desfrutar da leitura deste livro, compartilhá-lo livremente com seus amigos, leitores e contatos.

Ao Senhor seja dada toda a glória.

Sammis Reachers

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*Caso tenha dificuldade em fazer o download, solicite-me o envio por e-mail: sammisreachers@ig.com.br


Listagem dos autores antologiados, por ordem de entrada:
Gregório de Nazianzo (o Teólogo) - Aurélio Prudêncio - Agostinho de Hipona - Ávito (Aventino) - Agatias Escolástico - Gregório de Narek - Francisco de Assis - Gertrudes de Helfta - Dante Alighieri - Francesco Petrarca - John Lydgate - Michelangelo Buonarroti - Martinho Lutero - Vittoria Collona - Teresa de Ávila ou Teresa de Jesus - Pierre de Ronsard - Frei Luis de León - Baltazar de Alcázar - Francisco de Aldana -João da Cruz - Torquato Tasso - Miguel de Cervantes - Agrippa d’Aubigné - Balassi Bálint - François Malherbe - Luis de Góngora - Lope de Vega - John Donne - Francisco de Quevedo - Francisco López de Zárate - Juan de Tassis - Pedro Soto de Rojas - Dirk Rafaelsz Camphuysen - George Herbert - Francis Quarles - Autor espanhol desconhecido - Calderón de la Barca - Gabriel Bocángel - Pierre Corneille - Paul Gerhardt - John Milton - Richard Crashaw - Andreas Gryphius - Henry Vaughan – Moliére - Jean Racine - Edward Taylor - Madame Guyon - John e Charles Wesley - Thomas Gray - Mathias Claudius – Goethe - William Blake - Friedrich Holderlin - Juan Nicasio Gallego - Achim Von Arnim - Marceline Desbordes-Valmore - Ludwig Uhland - Lorde Byron - Friedrich Rückert - Alphonse de Lamartine - Theodor Körner - Alfred de Vigny - Heinrich Heine - Aleksandr Pushkin - Vítor Hugo - Eduard Mörike - Elizabeth Barret Browning - Henry Wadsworth Longfellow - Giuseppe Giusti - Emily Dickinson - Paul Heyse - José-Maria de Heredia - Gerard Manley Hopkins - Paul Verlaine - Erik Axel Karlfeldt - Miguel de Unamuno - Paul Claudel - W. B. Yeats - Silvano do Monte Athos - Rubén Darío - Francis Jammes - Amado Nervo - Charles Péguy - Gertrud Von Le Fort - Oscar Lubcz Milosz - Juan Ramón Jiménez - Jules Supervielle - D. H. Lawrence - Joyce Kilmer - Pierre Jean Jouve - T.S. Eliot - Gabriela Mistral - Ugo Betti - César Vallejo - Jorge Guillén - Lucian Blaga - Marià Manent - Dietrich Bonhoeffer - W. H. Auden - Leopoldo Panero - Luis Rosales – Melissanthi - Czeslaw Milosz - Francisco Matos Paoli - Denise Levertov - Carlos Bousoño - Jaime García Terrés - Ernesto Cardenal - Maria Victoria Atencia

quinta-feira, 19 de julho de 2012

John W. Price e Elizabeth W. Price: uma história missionária no Brasil



'' Aleluia! Como é feliz o homem que teme o Senhor e tem grande prazer em seus mandamentos! Seus descendentes serão poderosos na terra, serão uma geração abençoada, de homens íntegros.'' - Salmos 112:1-2


A partir do século XIX, o Brasil começa a ser o campo de trabalho de missionários protestantes vindos da América e da Europa. Conheça a linda história de um desses casais missionários que foram pioneiros do Evangelho no Brasil: Rev. Dr. John Price e Elizabeth Price e os frutos que deixaram em sua descendência. Leia a seguir essa impactante história.

Desde a primeira década do século XIX os missionários protestantes, de diversas tradições, chegaram e se estabeleceram no Brasil. Esses desbravadores do Evangelho de Cristo semearam nos quatro cantos da nação brasileira e investiram as suas vidas para que o Brasil hoje pudesse ser um celeiro missionário para o mundo inteiro. Todavia, eles não foram os primeiros protestantes que chegaram no Brasil, poisnos séculos XVI e XVII, de formas pontuais aqui estiveram cristãos protestantes oriundos da França (Huguenotes) e da Holanda  (Reformados). A partir do século XIX, porém, alcançariam uma permanência definitiva em terras brasileiras. As primeiras organizações protestantes que atuaram junto aos brasileiros foram as sociedades bíblicas: Britânica e Estrangeira (1804) e Americana (1816).O binômio “evangelizar e educar” caracterizava a estratégia missionária dos protestantes que se instalaram no Brasil durante o século XIX. A partir desse momento histórico, o Brasil passa a ser transformado e profundas mudanças ocorrem na história do país. Hoje, segundo dados do censo demográfico do IBGE(2010), os evangélicos já somam mais de 42,3 milhões de fiéis ou 22,2% da população brasileira. Ainda hoje somos testemunhas oculares desse mover do Espírito de Deus sobre a nação e que se deve em grande parte ao sacrifício e dedicação dos pioneiros do Evangelho que investiram suas vidas em favor da evangelização desse país.
Um dos pioneiros do Evangelho na nação brasileira foi o casal de missionários Rev. Dr. John Watkin Price e Elizabeth Wittmann Price. Eles chegaram no Rio de Janeiro em 25 maio de 1896, a bordo do Navio “Coleridge” vindo do Brooklyn em Nova Iorque, enviados pela Igreja Metodista Episcopal dos Estados Unidos da América. A partir dessa data uma grande obra missionária se iniciava em solo brasileiro. O casal de missionários norte-americanos durante mais de 35 anos investiu suas vidas em favor da causa do Evangelho no Brasil deixando um legado espiritual imensurável para as gerações futuras.Segundo o artigo “O Apóstolo” publicado no jornal de Porto Alegre (RS) em Janeiro de 1939 escrito pelo Rev. A.M.Ungaretti, o médico Rev. Dr. John Price destacou-se como um missionário de grande envergadura em sua época. Ele e sua esposa pastorearam e fundaram várias igrejas locais nos estados do Rio Grande do Sul , Mato Grosso e Mato Grosso do Sul,  destacando-se as igrejas de Porto Alegre, Santa Maria, Cruz Alta, São Lucas e Rio da Prata. Como missionário e evangelista trabalhou com sua esposa em diversos outros projetos sociais no Brasil tendo fundado também escolas e hospitais,deixando profundas marcas espirituais por onde viajavam. Outro admirador e cooperador do Rev. John Price, João P. Flores, descreve em sua biografia um artigo dedicado ao casal de desbravadorespublicado no Jornal “Expositor Cristão” de 1938, dizendo: “ Aqui no Brasil muitos serão os corações que se lembrarão do agradável casal que deixa uma rica herança entre nós. O casal Price dedicou mais de 35 anos de suas vidas na obra de Deus em nosso favor.” O missionário Rev. John Price era um homem de ferro e não media esforços para o bem da causa do Evangelho. Ele viajava montado a cavalo e não se importava com o inverno, nem com o calor sufocante nos dias de verão. Ele e sua esposa eram uma só carne e aspiravam o mesmo objetivo: a expansão do Reino de Deus. Em muitas ocasiões, o casal de missionários se sacrificava e investia seus próprios recursos para sustentar as ações sociais e a manutenção das escolas nas cidades onde plantavam igrejas. A perseguição e hostilidade ao protestantismo eram notórias naquela época. Em algumas cidades os comerciantes eram orientados pelos líderes religiosos locais a não venderem alimentos para o casal, nem tão pouco podiam se comunicar com eles. Mas, o chamado de Deus em suas vidas falava mais alto. O casal Price prosseguiu incansavelmente na obra evangelizadora, inclusive na zona colonial e encerraram seu ministério em solo brasileiro na cidade de Porto Alegre (RS), após 35 anos de ininterrupta obra missionária na nação que escolheram para amar e servir.  

“ Eu e minha casa serviremos ao Senhor” - Josué 24.15


Aprouve ao Senhor Deus em sua presciência na genealogia do casal de missionários reascender no século XXI a chama sacerdotal e missionária na família Price. Hoje, o bisneto do casal missionário, Pastor Mauricio Price juntamente com sua esposa, Cristina Price, servem no Ministério Cristão e prosseguem com a obra evangelística de seus antecessores e referenciais. Com o mesmo espírito missionário e empreendedor de seus bisavós, desejam contribuir com a expansão do Reino de Deus. Ao longo de sua vida, o Pr. Mauricio Price  tem se dedicado integralmente em favor da Causa da Bíblia no RJ e no Brasil, bem como ao pleno exercício do Sacerdócio Pastoral e da Medicina. Foi batizado em águas, em outubro de 1992 no Rio Jordão em Israel e ordenado ao Ministério da Palavra no dia 21 de Maio de 2006. Como Presidente do Diretório Estadual no RJ e Conselheiro Nacional da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) e Membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil serve também no ministério cristão universitário desde 1997, tendo idealizado a Capelania Evangélica Universitária (CEU) na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), movimento cristão universitário, onde atua com o segmento jovem fluminense. É Ministro do Evangelho filiado a CEADER da Convenção Geral das Assembléias de Deus do Brasil (CGADB). Em sua trajetória profissional, o Pr. Price, seguindo a formação de seu ascendente, graduou-se em Medicina na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) em 2002 tendo ingressado no mesmo ano nas fileiras da Marinha do Brasil como Oficial Médico do Corpo de Saúde (CSM), obtendo o segundo lugar geral de sua turma. Como pastor e como médico militante, o Pr. Price, seguindo o exemplo deixado por seus bisavós, juntamente com toda sua família tem  adotado como lema de sua vida,  o que está escrito no livro de Josué 24.15: Eu e minha casa serviremos ao Senhor’ Em sua mensagem de gratidão pela homenagem ao receber a Medalha Pedro Ernesto na solenidade de comemoração do “Dia da Reforma Protestante” na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, o jovem pastor finalizou dizendo:Sou simplesmente fruto da fidelidade e da abnegação de meus bisavós que amaram esse país em favor da expansão do Evangelho. Louvo ao Senhor pela vida deles e pelo exemplo que são para mim e toda a minha família. Tal como meu bisavô, minha vida tem sido uma jornada de dedicação, esforço e serviços prestados em favor do Evangelho e da Pátria. Dou graças a Deus por tudo o que Ele tem feito em minha vida, família e ministério. Deus é fiel! Creio que serviço a Igreja do Senhor e ao Senhor da Igreja é o maior privilégio que um homem pode alcançar nessa vida. A Deus seja dada toda a honra e glória!”

Fonte: Jornal ‘’ Expositor Cristão’’ e  www.mauricioprice.com.br 

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Você sabe quando a Bíblia foi dividida em versículos e por quem?



A divisão do Antigo Testamento em versículos foi estabelecida por estudiosos judeus das Escrituras Sagradas, chamados de massoretas. Com hábitos monásticos e ascéticos, os massoretas dedicavam suas vidas à recitação e cópia das Escrituras, bem como à formulação da gramática hebraica e técnicas didáticas de ensino do texto bíblico. Foram eles que, entre os séculos IX e X, primeiro dividiram o texto hebraico (do Antigo Testamento) em versículos. Influenciado pelo trabalho dos massoretas no Antigo Testamento, um impressor francês chamado Robert d´Etiénne, dividiu o Novo Testamento em versículos no ano de 1551. D´Etiénne morava então em Gênova, na Itália.

Via página da SBB no Facebook

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Os Heróis do Evangelho Pouco Conhecidos


Heróis do Evangelho Pouco Conhecidos

“Levem os fardos pesados uns dos outros e, assim, cumpram a lei de Cristo. Se alguém se considera alguma coisa, não sendo nada, engana-se a si mesmo. Cada um examine os próprios atos, e então poderá orgulhar-se de si mesmo, sem se comparar com ninguém” (Gl 6.2-4, NVI).

A Igreja é designada de corpo de Cristo. Esse corpo é formado por muitos membros. Cada um tem sua função. Por isso, cada membro é importante. Somente no nosso inter-relacionamento funcionamos plenamente. Se um membro cai, todo o corpo fica deficiente. O corpo de Cristo somente funciona com excelência quando todos os membros cooperam uns com os outros.
O livro de Atos dos Apóstolos é a história dos grandes feitos dos apóstolos. Mas, lado a lado com esses homens famosos houve muitos outros heróis anônimos, homens e mulheres pouco conhecidos, que trabalharam nos bastidores e quase não foram notados.

Os cinco diáconos sem nome: trabalho nos bastidores

“Mas, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria, aos quais encarregaremos deste serviço; e, quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra. O parecer agradou a toda a comunidade; e elegeram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas e Nicolau, prosélito de Antioquia” (At 6.3-5).
Todos nós conhecemos Estêvão e Filipe. Mas havia mais cinco diáconos que realizaram um trabalho igualmente importante para a igreja primitiva. Seu ministério diaconal amoroso e prático liberou os apóstolos de diversas tarefas, permitindo que cumprissem com sua incumbência de pregar o Evangelho. O trabalho desses homens quase não era percebido, mas tinha grande importância para o funcionamento do corpo de Cristo. O mesmo se dá com aqueles apóstolos que não são mencionados outras vezes no decorrer do avanço do Evangelho (por exemplo: Tomé, André, Filipe, Simão, o Zelote, Judas, filho de Tiago, Bartolomeu, Tiago, filho de Alfeu, etc.). O Senhor Jesus havia declarado acerca de todos os Seus discípulos: “É por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus; ora, todas as minhas coisas são tuas, e as tuas coisas são minhas; e, neles, eu sou glorificado. Já não estou no mundo, mas eles continuam no mundo, ao passo que eu vou para junto de ti. Pai santo, guarda-os em teu nome, que me deste, para que eles sejam um, assim como nós” (Jo 17.9-11).
Querido leitor, querida leitora, mesmo que você não pregue, o trabalho que você faz nos bastidores é importante quando contribui para propagar o Evangelho que outros pregam!

Ananias: obediência nas coisas pequenas

Mesmo que você não pregue, o trabalho que você faz nos bastidores é importante quando contribui para propagar o Evangelho que outros pregam!
“Ora, havia em Damasco um discípulo chamado Ananias. Disse-lhe o Senhor numa visão: Ananias! Ao que respondeu: Eis-me aqui, Senhor! Então, o Senhor lhe ordenou: Dispõe-te, e vai à rua que se chama Direita, e, na casa de Judas, procura por Saulo, apelidado de Tarso; pois ele está orando e viu entrar um homem, chamado Ananias, e impor-lhe as mãos, para que recuperasse a vista” (At 9.10-12).
Ananias não se tornou uma personalidade conhecida como Paulo, Pedro ou Tiago. Mas, por sua obediência, ele foi a chave que o Senhor usou para introduzir Saulo (Paulo) na obra do Senhor.
É justamente a obediência nas pequenas coisas que faz com que a obra do Senhor cresça e se torne grandiosa.


Lídia: o valor da hospitalidade

“Depois de (Lídia) ser batizada, ela e toda a sua casa, nos rogou, dizendo: Se julgais que eu sou fiel ao Senhor, entrai em minha casa e aí ficai. E nos constrangeu a isso... Tendo-se(eles) retirado do cárcere, dirigiram-se para a casa de Lídia e, vendo os irmãos, os confortaram. Então, partiram” (At 16.15,40).
Lídia se converteu, e logo abriu sua casa para Paulo e seus cooperadores. Ali, na sua casa, eles encontravam repouso e restauração. A partir dela, muitas pessoas vieram a se tornar cristãs e ali Filipe fundou uma igreja. A hospitalidade tem valor inestimável, assim como o encorajamento mútuo. Irmãos em Cristo têm seus fardos aliviados com essas práticas cristãs.


Jasom: empenho altruísta

“Os judeus, porém, movidos de inveja, trazendo consigo alguns homens maus dentre a malandragem, ajuntando a turba, alvoroçaram a cidade e, assaltando a casa de Jasom, procuravam trazê-los para o meio do povo. Porém, não os encontrando, arrastaram Jasom e alguns irmãos perante as autoridades, clamando: Estes que têm transtornado o mundo chegaram também aqui, os quais Jasom hospedou. Todos estes procederam contra os decretos de César, afirmando ser Jesus outro rei. Tanto a multidão como as autoridades ficaram agitadas ao ouvirem estas palavras; contudo, soltaram Jasom e os mais, após terem recebido deles a fiança estipulada” (At 17.5-9).
“Jasom os hospedou” é uma boa acusação, não é mesmo? Ele pôs sua vida em jogo por causa do Evangelho, sem discursos poderosos, mas simplesmente colocando sua casa à disposição dos judeus que haviam se tornado crentes em Jesus. O que arriscamos por Jesus?


O sobrinho de Paulo: coragem exemplar

“Na noite seguinte, o Senhor, pondo-se ao lado dele (de Paulo), disse: Coragem! Pois do modo por que deste testemunho a meu respeito em Jerusalém, assim importa que também o faças em Roma. Quando amanheceu, os judeus se reuniram e, sob anátema, juraram que não haviam de comer, nem beber, enquanto não matassem Paulo. Mas o filho da irmã de Paulo, tendo ouvido a trama, foi, entrou na fortaleza e de tudo avisou a Paulo” (At 23.11-12,16).
O Senhor pode usar qualquer pessoa, independentemente de sua idade, crentes jovens ou velhos, mas obedientes e destemidos.
O nome desse sobrinho de Paulo não é citado no texto bíblico. Presume-se que Paulo foi expulso de sua família quando se converteu a Jesus (veja Fp 3.8). Mas esse sobrinho, de alguma forma, tinha simpatia por Paulo. Familiares podiam visitar prisioneiros que tivessem a cidadania romana (At 24.23), e o sobrinho fez uso desse privilégio. Deus poderia simplesmente ter arrebatado Paulo, assim como fez com Filipe (At 8.39). Porém, Ele não o fez, para mostrar como é importante nossa cooperação na realização da Sua vontade. Deus poderia ter enviado um anjo, mas usou o sobrinho de Paulo para salvar a vida do apóstolo. Esse jovem teve a coragem de revelar um plano assassino. O Senhor pode usar qualquer pessoa, independentemente de sua idade, crentes jovens ou velhos, mas obedientes e destemidos. O jovem que ajudou Paulo foi corajoso por não seguir com a massa e não compartilhar da opinião da maioria.


Júlio: interferência resoluta

“Quando foi decidido que navegássemos para a Itália, entregaram Paulo e alguns outros presos a um centurião chamado Júlio, da Coorte imperial. O parecer dos soldados era que matassem os presos, para que nenhum deles, nadando, fugisse; mas o centurião, querendo salvar a Paulo, impediu-os de o fazer; e ordenou que os que soubessem nadar fossem os primeiros a lançar-se ao mar e alcançar a terra” (At 27.1,42-43).
O centurião Júlio salvou a vida de Paulo quando outros soldados queriam matá-lo. Com isso, o Evangelho chegou a seu destino, a Roma. Você, ao se empenhar com resolução e coragem, também contribui para que o Evangelho seja difundido, independentemente de seu empenho ser reconhecido por todos ou ocorrer de forma mais escondida. Seja uma pessoa que não concorda com tudo o que o ambiente lhe sussura aos ouvidos, mas faça aquilo que o Espírito Santo o constranger a fazer.


Você é importante!

“Deus pôde usar um perseguidor como Paulo... Usou um colérico como Martim Lutero e um melancólico como John Wesley... e uma tetraplégica como Joni Eareckson Tada”.[1]
Deus pôde usar uma tetraplégica como Joni Eareckson Tada.
O corpo humano tem muitos órgãos, mas só quando todos eles operam em conjunto é que formam o corpo. O corpo de Cristo também funciona assim. Os crentes devem evitar dois erros muito comuns: (1) ter orgulho de suas capacidades ou (2) achar que não têm nada a oferecer à comunhão dos cristãos. Ao invés de nos compararmos uns com os outros, deveríamos usar os diferentes dons que Deus nos deu para espalhar a boa mensagem do Evangelho... Paulo, ao usar o corpo como analogia, salienta a importância de cada membro da Igreja. Quando uma parte aparentemente sem importância deixa de funcionar, o corpo todo fica menos eficiente. Considerar o próprio dom mais importante que o dom de outro é sinal de orgulho espiritual. Não devemos menosprezar aqueles que parecem menos importantes, e não devemos invejar aqueles que possuem dons mais vistosos. Ao invés disso, deveríamos usar os dons que nos foram dados para animar outros cristãos a também usarem as capacidades que Deus lhes concedeu. Quando não fazemos isso, a comunhão dos crentes é menos eficiente. (comentário da edição alemã da Bíblia “Neues Leben”)
Jovem ou idoso, com mais dons ou menos dons, em público ou nos bastidores: você é importante!

Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br
Notas:
1. 50 Bibelworte die die Welt veränderten, Brockhaus, p.156.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

HISTÓRIA DOS MOVIMENTOS EVANGÉLICOS EM PORTUGAL



com a coordenação da Sara Narciso e a supervisão do Pr. Samuel R. Pinheiro, o Portal Evangélico de Portugal disponibiliza um oportuno estudo: HISTÓRIA DOS MOVIMENTOS EVANGÉLICOS EM PORTUGAL. O texto traça o início e a evolução de diversos movimentos de caráter evangélico/reformado na terra lusa, num estudo de 41 páginas.

Para baixar o estudo, CLIQUE AQUI.

E visite o Portal Evangélico: http://www.portalevangelico.pt/

quinta-feira, 7 de julho de 2011

CRONOLOGIA DAS IGREJAS EVANGÉLICAS NO BRASIL


Monumento em homenagem à primeira Ceia Protestante, 
na Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

SEQUENCIA DAS INFORMAÇÕES
Ano - Data - Igreja - Evento - Observação


1557 - 07 de Março - Igreja Calvinista
1ºs Missionários Chegam ao Brasil: os primeiros missionários calvinistas (huguenotes-franceses), enviados por João Calvino à França Antártica, antiga colônia francesa na Baía de Guanabara no atual Estado do Rio de Janeiro. Eram liderados pelos Reverendos Pierre Richier e Guillaume Chartier.


10 de Março Igreja Calvinista
1º Culto Protestante Realizado o primeiro culto protestante nas Américas, oficiado pelo Reverendo Pierre Richier.


21 de Março Igreja Calvinista
1ª Santa Ceia - No domingo, 21 de março, houve a primeira celebração da Ceia do Senhor sob o rito calvinista.


1816 – ND - Igreja Anglicana
1º Capelão chega ao Brasil na cidade do Rio de Janeiro - RJ, o primeiro capelão anglicano, Robert C. Crane.


1822 - 26 de Maio - Igreja Anglicana
1ª Igreja Inaugurada no Rio de Janeiro - RJ, a primeira capela anglicana, direcionada aos estrangeiros anglicanos, na sua maioria ingleses.


1824 – ND - Igreja Luterana
Inicio da imigração alemã - Chegam ao Brasil os primeiros luteranos vindos da Alemanha para a Região Sul. Mais precisamente em São Leopoldo, RS e Blumenau, SC.


1855 - 10 de Maio - Igreja Congregacional
1ºs Missionários Chegam ao Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, RJ. O primeiro casal de missionários da Igreja Congregacional, Robert Reid Kalley (escocês) e Sarah Poulton Kalley (inglesa).


1858 - 11 de Julho - Igreja Congregacional
Fundação da 1ª Igreja de estilo congregacional 1ª Igreja Evangélica de estilo congregacional e de fala portuguesa no Brasil: A Igreja Evangélica Fluminense fundada pelo missionário escocês Robert R. Kalley.
Em 1913 junta-se à União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil.


1858 - 12 de agosto - Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB)
1º Missionário Primeiro missionário presbiteriano chega ao Brasil, Ashbel Green Simonton.


1862 - Janeiro - Igreja Presbiteriana do Brasil
Fundação da Denominação - Fundador: Ashbel Green Simonton, missionário americano. Fundada na cidade do Rio de Janeiro, RJ.


1864 - ND - Igreja Presbiteriana do Brasil
1º Jornal Evangélico do Brasil, "Imprensa Evangélica", fundado por Ashbel G. Simonton.


1865 - ND - Igreja Presbiteriana do Brasil
1º pastor brasileiro - José Manoel da Conceição, ex-padre, foi o primeiro brasileiro a ser pastor.


1867 – Agosto - Igreja Metodista
1º Missionário Junius Estaham Newman (americano) chega ao Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, pioneiro da obra metodista permanente no Brasil, fixando-se na cidade de Saltinho, próximo a Santa Bárbara d'Oeste, SP.


1871 - Agosto Igreja Metodista
Fundação da Denominação - Reverendo Newman organiza, com nove membros a 1ª Igreja Metodista no Brasil, em Saltinho, interior de São Paulo.
Origem: Igreja Metodista Episcopal do Sul - EUA embora não apoiada oficialmente por essa organização.


1871 - 10 de Setembro - Igreja Batista
Fundação - Igreja para imigrantes norte-americanos. Em 1871 o primeiro grupo batista se estabeleceu em Santa Bárbara, onde fundaram a primeira igreja batista em solo brasileiro.
Os fundadores foram os Pr. Richard Ratcliff e o Pr. Robert Porter Thomas.
Os cultos eram realizados em inglês, para servir aos imigrantes norte-americanos.


1879 - 11 de Setembro - Igreja Evangélica Brasileira
Fundação da Denominação - Fundador: Doutor Miguel Vieira Ferreira.
Fundada na cidade de Rio de Janeiro, RJ.


1882 - ND - Igreja Batista do Brasil
Fundação da Denominação - Foi organizada a primeira Igreja Batista do Brasil na cidade de Salvador - BA, pelos missionários Willian Buck Bagby e sua esposa Anne Luther Bagby.
Onde vinte cinco anos depois seria fundada a Convenção Batista Brasileira.


1885 – ND - Igreja Metodista
1º Pastor Metodista Bernardo de Miranda é o primeiro brasileiro nomeado como pastor metodista.


1886 – ND - Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB)
Fundação da Organização - Organizado o Sínodo Rio-Grandense da Igreja Evangélica Alemã, que em 1968 se tornaria a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil.


1890 - 01 de Junho - Igreja Episcopal Anglicana do Brasil
Fundação da Denominação - Fundadores: missionários Lucien Lee Kinsolving e James Watson Morris. Fundada na cidade de Porto Alegre, RS.


1901 - 25 de Agosto - Igreja Cristã Evangélica do Brasil (ICEB)
Fundação da Denominação - Fundador: Reginaldo Young (canadense).
Fundada na cidade de São Paulo, SP. Sede: Anápolis, GO.


1903 - 31 de Julho - Igreja Presbiteriana Independente do Brasil (IPI)
Fundação da Denominação - Fundador: Reverendo Eduardo Carlos Pereira.
Fundada a cidade de São Paulo, SP. Sede: São Paulo, SP. Dissidência: Igreja Presbiteriana do Brasil.


1904 - 24 de Junho - Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB)
Fundação da Denominação - Fundador: diversos pastores luteranos.
Fundada na cidade de São Pedro do Sul, RS. Sede: Porto Alegre, RS.
Origem: Igreja Luterana - Sínodo de Missouri.


1907 - Julho - Convenção Batista Brasileira (CBB)
Fundação - Fundada por 32 delegados que representavam 39 igrejas, reunidos na cidade de Salvador, BA


1910 ND Congregação Cristã no Brasil


(CCB) Fundação Denominação - Fundador: Louis Francescon (italiano).


Fundada na cidade de Santo Antônio da Platina, PR.


Sede: São Paulo, SP.


1910 - 19 de Novembro - Igreja Evangélica Assembléia de Deus (IEAD)
Missionários suecos Chegam ao porto de Belém, capital do Estado do Pará. Os missionários suecos batistas Gunnar Vingren e Daniel Berg, vindos dos EUA, ao chegarem naquela cidade são acolhidos pela Igreja Batista local.


1911 - 18 de Junho - Igreja Evangélica Assembléia de Deus
1º Batismo com Espírito Santo - Na madrugada do dia 18 de junho de 1911, na cidade de Belém, PA. Em uma vigília de oração dirigida pelos missionários suecos batistas Gunnar Vingren e Daniel Berg. A Sra Celina Albuquerque foi a primeira crente a receber o batismo no Espírito Santo.


18 de Junho - Igreja Evangélica Assembléia de Deus
Fundação da Denominação - Fundadores: Missionários Gunnar Vingren e Daniel Berg (suecos). Fundada na cidade de Belém, PA. Adotando o nome de Missão da Fé Apostólica.


1912 - 3 de Setembro - Convenção das Igrejas Batistas Independentes (CIBI)
Inicio Missão - Fundador: Missionário Erik Jansson (sueco). Fundada na cidade de Guarani das Missões, RS.


1913 - ND - União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil (UIECB)
Fundação da Organização - Treze igrejas locais originárias do trabalho do casal Kalley, se reuniram e formaram a UIECB - União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil.


1918 - 18 de Janeiro - Igreja Evangélica Assembléia de Deus
Alteração do Nome - Por sugestão de Gunnar Vingren, passou a chamar-se Assembléia de Deus.


1925 - 15 de Julho - Igreja Evangélica Holiness do Brasil
Inicio - Missão Chega ao Brasil o missionário japonês Pastor Takeo Monobe, dando inicio ao trabalho de visitação e evangelização no estado de São Paulo.


1926 - ND - Igreja Evangélica Holiness do Brasil
Fundação da Denominação - Com a chegada da esposa do Pastor Takeo Monobe ao Brasil, é estabelecida na cidade de São Paulo, na rua Conde de Sarzedas no bairro da Liberdade a sede da denominação.


1930 – 02 de Setembro - Igreja Metodista do Brasil
Autonomia Na Igreja Metodista Central da cidade de São Paulo, foi organizada a Igreja Metodista do Brasil. O primeiro bispo eleito foi o missionário John Willian Tarboux.


13 de Dezembro - Igreja de Cristo no Brasil (IC)
Fundação da Denominação - Fundadores: membros oriundos da Assembléia de Deus destacando-se o Pastor Manoel Higino de Souza.
Fundada na cidade de Mossoró, RN.
Dissidência: Igreja Evangélica Assembléia de Deus.
Motivo: Salvação apenas pela fé e não por obras uma vez salvo não se perde a salvação.


1935 - 09 de Janeiro - Igreja de Cristo Pentecostal no Brasil
Fundador: missionário da "A Igreja de Cristo Pentecostal" Reverendo Horace S. Ward oriundo dos EUA.


1936 - 17 de Maio - Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo (INSJC)
Fundação da Denominação - Fundador: Pastor Marcos Batista.
Fundada na cidade de São Paulo, SP.
Sede: São Paulo, SP.


1936 - 01 de Novembro - Igreja Metodista Livre(IMEL)
Fundação da Denominação - Fundadores: Reverendos Daniel Masayoshi Nishizumi e Hiroyuki Hayashi (japoneses).
Fundada na cidade de São Paulo, SP.
Sede: descentralizada.
Origem: Igreja Metodista Livre do Japão


1937 - 24 de Janeiro - Igreja de Cristo Pentecostal no Brasil
Fundação da Denominação - Fundador: Reverendo Horace S. Ward (americano).
Fundada na cidade de Serra Talhada, PE.
Sede: Mogi Guaçu, SP.
Origem: A Igreja de Cristo Pentecostal - EUA.


1939 - ND - Missão Evangélica Pentecostal do Brasil (MEPB)
Fundação da Denominação - Fundadores: missionários Harland e Hazel Graham (americanos).
Fundada na cidade de Manaus, AM.
Sede: Natal, RN.
Origem Igreja da Beira da Estrada - Seattle, EUA.


1940 - 11 de Fevereiro - Igreja Presbiteriana Conservadora do Brasil
Fundação da Denominação - Fundadores: membros da Liga Conservadora da IPI, sob a liderança do Reverendo Bento Ferraz.
Sede: São Paulo, SP.
Origem: Igreja Presbiteriana Independente.


1942 - 11 de Janeiro - Igreja Evangélica Congregacional do Brasil (IECB)
Fundação da Denominação - Fundador: Pastor Karl Spittler dentre outros.
Fundada na cidade de Panambi, RS.
Sede: Panambi, RS.
Origem: A IECB foi apoiada pela Igreja Evangélica Congregacional da Argentina e dos EUA.


1948 - 25 de Março - Igreja de Cristo no Brasil
Chega na cidade do Rio de Janeiro - RJ, o primeiro casal de missionários americanos Lloyd David Sanders e Ruth Sanders com a missão de estabelecer a "Igreja de Cristo" no Brasil.


1949 – ND - Igreja de Cristo no Brasil
Fundação da Denominação - Fundador: Missionário e Pastor Lloyd David Sanders.
Fundada na cidade de Goiânia, GO.
Sede: descentralizada.
Origem: Igreja de Cristo - EUA


1951 - 15 de Novembro - Igreja do Evangelho Quadrangular (IEQ)
Fundação da Denominação - Fundador: Missionário Harold Edwin Willians (americano).
Fundada na cidade de São João da Boa Vista, SP.
Sede: descentralizada.
Origem: Igreja do Evangelho Quadrangular - EUA


1952 - 22 de fevereiro - Convenção das Igrejas Batista Independentes (CIBI)
Fundação da Denominação - Fundador: Missionário Erik Jansson (sueco).
Fundada na cidade de Guarani das Missões, RS.


1955 - ND - Igreja Evangélica Pentecostal O Brasil para Cristo (OBPC)
Fundação da Denominação - Fundador: Missionário Manoel de Mello e Silva.
Fundada na cidade de São Paulo, SP.
Sede: São Paulo.
Dissidência: Igreja do Evangelho Quadrangular.


1962 - 03 de Junho - Igreja Pentecostal Deus é Amor (IPDA)
Fundação da Denominação - Fundador: Missionário David M. Miranda.
Fundada na cidade de São Paulo, SP.
Sede: "Templo da Glória de Deus" na cidade de São Paulo.
Dissidência: Igreja Evangélica Pentecostal O Brasil para Cristo.


1963 - 12 de Julho - Igreja Unida (IU)
Fundação da Denominação - Fundador: Pastor Luiz Schiliró.
Fundada na cidade de São Paulo, SP.
Fusão das Igrejas: Igreja Cristã Pentecostal de Evangelização e Cura Divina “Maravilha de Jesus"; Igreja Evangélica do Povo e Igreja Cristã Evangélica Unida.


1964 - 09 de Junho - Igreja Tabernáculo Evangélico de Jesus
Casa da Benção (ITEJ)
Fundação da Denominação - Fundador: Doriel de Jesus.
Fundada na cidade de Belo Horizonte, MG.
Sede: Catedral da Benção na cidade de Taguatinga, DF.
Dissidência: Igreja Evangélica Pentecostal O Brasil para Cristo.


1965 - Janeiro - Convenção Batista Brasileira (CBB)
Exclui 32 igrejas Em Niterói - RJ, a CBB exclui 32 igrejas de seu rol, por terem aceitado a doutrina pentecostal dos dons do Espírito Santo em sua liturgia.


1966 - Janeiro - Convenção Batista Nacional (CBN)
Fundação da Organização - Sobe para 52 igrejas recém desligadas da CBB, devido a aceitação da doutrina pentecostal. Devido aos fatos os pastores Ilton Quadros e Artue Freire, criam a Ação Missionária Evangélica.


1967 - 05 de Janeiro - Igreja Metodista Wesleyana (IMW)
Fundação da Denominação - Fundador: diversos pastores da Igreja Metodista do Brasil que aderiram ao movimento de renovação.
Fundada na cidade de Nova Friburgo, RJ.
Sede: Nova Friburgo, RJ.
Dissidência: Igreja Metodista do Brasil.


1967 - 10 de Agosto - Aliança das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil (AIECB)
Fundação da Denominação - Fundadores: diversos pastores oriundos da UIECB.
Sede: João Pessoa, PB.
Dissidência: União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil.
Motivo: Batismo com Espírito Santo.


1967 - 16 de Setembro - Convenção Batista Nacional (CBN)
Fundação da Denominação - Por ocasião da primeira Assembléia Geral, realizada na Igreja Batista da Lagoinha em Belo Horizonte - MG, com a presença de 43 representantes de 19 igrejas a AME - Ação Misssionária Evangélica passa a se chamar Convenção Batista Nacional.


1967 - Outubro - Igreja Cristã Maranata (ICM)
Fundação da Denominação - Fundada na cidade de Vila Velha, ES.
Sede: Vila Velha, ES.
Dissidência: Igreja Presbiteriana do Brasil.


1968 - ND - Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB)
Fundação da Denominação - Surge a partir da união dos: Sínodo Rio-Grandense da Igreja Evangélica Alemã (1886); Sínodo Evangélico Luterano de Santa Catarina, Paraná e outros Estados da América do Sul (1905); Associação de Comunidades Evangélicas de Santa Catarina e Paraná (1911); Sínodo Evangélico do Brasil Central.


1977 - 09 de Julho - Igreja Universal do Reino de Deus (IURD)
Fundação da Denominação - Fundadores: Bispo Edir Macedo e Romildo R. Soares (R. R. Soares).
Fundada na cidade do Rio de Janeiro, RJ.
Sede: "Templo da Glória do Novo Israel" - Rio de Janeiro, RJ.
Dissidência: Igreja de Nova Vida.


1978 - 10 de Setembro - Igreja Presbiteriana Unida do Brasil (IPU)
Fundação da Denominação - Fundadores: diversos pastores oriundos da IPB.
Fundada na cidade de Atibaia, SP.
Sede: Vitória, ES.
Dissidência: Igreja Presbiteriana do Brasil.


1980 - ND - Igreja Internacional da Graça de Deus
Fundação da Denominação - Fundador: Romildo Ribeiro Soares mais conhecido como Missionário R.R. Soares.
Fundada na cidade de Duque de Caxias, RJ.
Sede: São Paulo, SP.


Dissidência: Igreja Universal do Reino de Deus.


1985 - ND - Igreja Evangélica Cristo Vive
Fundação da Denominação - Fundador: Apóstolo Miguel Ângelo (angolano).
Fundada na cidade do Rio de Janeiro, RJ.
Sede: Rio de Janeiro, RJ.
Dissidência: Igreja de Nova Vida.


1986 - ND - Igreja Apostólica Renascer em Cristo
Fundação da Denominação - Fundadores: Apóstolo Estevam Hernandes e Bispa Sônia Hernandes.
Fundada na cidade de São Paulo, SP.
Sede: São Paulo, SP.
Dissidência da Igreja Cristã Pentecostal da Bíblia.


1987 - ND - Igreja de Cristo Internacional
Fundação da Denominação - Fundadores: Mike e Anne-Brigitte Taliaferro.
Fundada na cidade de São Paulo, SP.
Sede: São Paulo, SP.
Origem: Igreja de Cristo Internacional - Boston - EUA.


1991 - 30 de Junho - Igreja Pentecostal de Jesus Cristo (IPJC)
Fundação da Denominação - Fundador: Pastor Ademar Alves Lacerda.
Fundada na cidade de Curitiba, PR.
Sede: Curitiba, PR.
Dissidência: Igreja Pentecostal Deus é Amor.


1992 - Fevereiro - Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra (SNT)
Fundação da Denominação - Fundadores: Bispos Robson e Maria Rodovalho.
Fundada na cidade de Brasília, DF.
Sede: Brasília, DF.


1993 - Março - Ministério Apascentar de Nova Iguaçu
Fundação da Denominação - Fundador: Pastor Marcus Gregório e Pastora Christina Almeida.
Fundada na cidade de Nova Iguaçu, RJ.
Sede: Nova Iguaçu, RJ.


1994 - ND - Igreja Apostólica Fonte da Vida
Fundação da Denominação - Fundador: Apóstolo César Augusto M. de Sousa.
Fundada na cidade de Goiânia, GO.
Sede: Goiânia, GO.


1995 - 07 de Outubro - Igreja Visão Missionária (IVM)
Fundação da Denominação - Fundador: Pastor Alexandre da Rosa.
Fundada em Blumenau, SC.
Sede: Curitiba, PR.
Dissidência: Igreja Pentecostal de Jesus Cristo e Igreja Pentecostal Deus é Amor.


1998 - 09 de Março - Igreja Mundial do Poder de Deus (IMPD)
Fundação da Denominação - Fundador: Apóstolo Valdomiro Santiago.
Fundada na cidade de Sorocaba, SP.
Sede: Templo dos Milagres na cidade de São Paulo, SP.
Dissidência: Igreja Universal do Reino de Deus.


2000 - 04 de Julho - Igreja Evangélica Templo das Águias (IETA)
Fundação da Denominação - Fundadores: Pastores Sérgio de Castro Oliveira, Sérgio P. Negrão e Iran S. Negrão.
Fundada na cidade de Curitiba capital do Paraná.
Sede: Curitiba, PR.
Dissidência: Igreja do Evangelho Quadrangular.


Fonte: http://jrazevedo1979.blogspot.com/2011/01/cronologia-das-igrejas-e (adaptado)