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sábado, 15 de agosto de 2009

Campanha Ficha Limpa ganha força - Participe!

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Já passa de 1 milhão o número de pessoas que assinaram projeto de lei de iniciativa popular que dificulta a candidatura de políticos com maus antecedentes.


Sylvio Costa

Dois chavões, tão manjados quanto verdadeiros:

1) Política é algo sério demais para ficar entregue apenas aos políticos.

2) Ou a população pressiona democraticamente o Congresso Nacional a agir em favor das aspirações e interesses da maioria dos eleitores ou seremos, cada vez mais, reféns dos maus costumes políticos.

A novidade é que um número crescente de brasileiros se mobiliza, de modo voluntário, para mudar esse cenário. Um dos frutos mais promissores dessa reação popular é a campanha Ficha Limpa, que pretende levar para votação no Congresso o projeto de lei de iniciativa popular sobre a vida pregressa dos candidatos. veja a íntegra (link para a íntegra do projeto).

O projeto, entre outras mudanças, proíbe que seja registrada a candidatura de pessoas condenadas em primeira instância por crimes como racismo, homicídio, estupro, tráfico de drogas e desvio de verbas públicas, por compra de votos ou uso eleitoral da máquina administrativa; assim como de parlamentares que tenham renunciado ao mandato para fugir de cassações ou que respondem a denúncias recebidas pelos tribunais superiores do Poder Judiciário.


O movimento

Quem coordena a campanha é o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que é formado por 42 entidades, dentre as quais a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Essa expressiva rede de organizações sociais deu origem a cerca de 300 comitês, que já conseguiram colher até o momento mais de 1 milhão de assinaturas. Para o projeto começar a tramitar no Congresso, ele precisa de 1,3 milhão, isto é, o correspondente a 1% do eleitorado nacional.

“Como não há aqui juízos de valor sobre a culpa do pretendente ao registro de candidatura, não há que se falar em presumir-se ou não a sua inocência. A decisão do foro eleitoral baseia-se objetivamente na existência da sentença criminal, não subjetivamente na possível culpa do réu”, explica o juiz Marlon Reis, coordenador do movimento, em artigo exclusivo para o Congresso em Foco (leia mais).

O MCCE foi responsável pelo primeiro projeto de iniciativa popular que se transformou em lei no Brasil: a Lei 9.840, que proibiu a compra de votos e o uso eleitoral da máquina administrativa. Ela completará dez anos agora em setembro.


Está na Constituição

A campanha Ficha Limpa pretende fazer algo que a Constituição Federal já prevê, o disciplinamento das situações em que a vida pregressa de uma pessoa pode impedi-la de concorrer a cargos eletivos. Mas, em um Congresso marcado pelo grande número de parlamentares envolvidos em acusações de desvio de conduta, somente a pressão popular poderá garantir o êxito da iniciativa.

O Congresso em Foco foi o primeiro veículo de comunicação brasileiro a publicar a lista dos parlamentares federais que respondem a processos judiciais. Isso ocorreu em março de 2004, logo após o lançamento do site, época em que foi contabilizado em 46 o total de congressistas então acusados criminalmente (confira).

Desde então, o site passou a publicar regularmente levantamentos de congressistas com pendências judiciais. Durante todo o período da legislatura passada (2003/2007), 206 deputados e senadores responderam a processos no Supremo Tribunal Federal. No último levantamento, que foi ao ar em junho deste ano, 150 congressistas apareceram como réus de 318 processos em andamento no STF. Ou seja: de cada quatro parlamentares no exercício do mandato, um responde a acusações formais naquela corte.

Como ocorre desde os primeiros levantamentos realizados por este site, crimes contra a administração pública, crimes eleitorais, tributários e financeiros predominam entre os ilícitos atribuídos aos deputados e senadores.

À linha de acompanhamento aberta pelo Congresso em Foco seguiram-se outras iniciativas de grande repercussão, como o projeto Excelências, da Transparência Brasil, e a divulgação dos candidatos processados, durante a campanha eleitoral municipal de 2008, pela Associação dos Magistrados Brasileiros. Tudo isso aumentou muito as pressões contra a presença na política dos chamados “ficha-suja”.


Como aderir à campanha

Para aderir à campanha Ficha Limpa, você pode entrar no site do MCCE, imprimir o formulário, recolher assinaturas e depois enviar para o endereço indicado no próprio documento.

Leia mais:

Campanha Ficha Limpa: a consideração objetiva da vida pregressa


via http://congressoemfoco.ig.com.br/

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Arsenal do Crente: 30 ENTREVISTAS

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Dentre os objetivos ao criar o blog Arsenal do Crente, um dos principais foi reunir bom número de entrevistas com personalidades evangélicas, entrevistas oportunas para informar e edificar, e que por sua vez estavam dispersas em revistas, jornais e diversos sites e blogs na internet.
Pois bem, eis que chegamos agora à significativa marca de trinta entrevistas publicadas no blog. E para comemorar, publicamos aqui o link direto para cada uma delas – escolha as que lhe interessarem e sirva-se à vontade!
Aproveitando o embalo, leia também as entrevistas publicadas em outros blogs que mantenho (os links estão no final do post).


- Pr. Maurício Price

- Pr. Airton Evangelista da Costa

- Jaime Kemp

- James C. Hunter

- Samia Oliveira de Castro (Ministério com surdos)

- Pr. Ronaldo Didini

- Teólogo Jürgen Moltmann

Regis Danese

- Pr. Ariovaldo Ramos

- Pr. Macéias Nunes

Stephen Kendrick (diretor do filme Desafiando Gigantes)

Bispo Valdemiro Santiago

Asaph Borba

Ariana Ortega (atleta de Cristo)

Silas Malafaia

- João Alexandre

- Pr. Silas Tostes

- Pr. Marcos Pereira

- Teólogo Os Guinness

- Missionário Ronaldo Lidório

Fernanda Brum

- C. S. Lewis

- Apóstolo Paulo

- Philip Yancey

- Luiz Sayão

Entrevista com Jesus Cristo

- Russell Shedd

Gedeon Alencar

- Pr. Carlos Ribas

- Pr. Euder Faber



Entrevistas do blog Veredas Missionárias:

Missionária Débora Kornfield

- Dr. Paul Hiebert

- Pr. Carlos Paiva (Missão Betânia)

- Bráulia Ribeiro

- Pr. Jairo de Oliveira

- Pr. José Bernardo (Amme Evangelizar)

- Ronaldo Lidório (2)



Entrevista blog Equattoria

- Pr. José Carlos Alcântara da Silva



Entrevista blog Poesia Evangélica

- João Tomaz Parreira


Fonte: http://arsenaldocrente.blogspot.com

quinta-feira, 18 de junho de 2009

CATÓLICOS E HINDUÍSTAS UNEM-SE...

Em post neste dia 16 de junho, o site da Rádio do Vaticano, “A voz do papa e da igreja em diálogo com o mundo”, informa que um certo card. Jean-Louis Tauran, com o pomposo título de presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, costurou a unidade dos católicos romanos com líderes hindus para evitar a violência daqueles religiosos contra os católicos. De volta a Roma, o homem deu o seguinte depoimento surrealista:

“Pude constatar que, para os nossos amigos hinduístas, é muito difícil compreender a diferença entre um católico, um batista, um pentecostal… O que os hinduístas desaprovam é o proselitismo, a construção de igrejas. Existe uma região na qual estão sendo construídas 160 igrejas: é evidente que não se trata de igrejas católicas, mas de seitas protestantes. Tive então que explicar a um dos maiores líderes religiosos hinduístas a diferença que existe entre um católico e um protestante, e devo confessar que ele não tinha as ideias muito claras a respeito.”

Este comentário é muito mais elucidativo para nós cristãos evangélicos do que para os hindus. Tão rico em informação que vale a pena, grande pena, lidar com a podridão que contém. Vejamos o que encontramos na autópsia das falas do sr. Tauran:

Dize-me com quem andas…
“Pude constatar que, para os nossos amigos hinduístas, é muito difícil compreender a diferença entre um católico, um batista, um pentecostal…”. Note que o sr. Tauran, falando em nome do papa e da igreja romana, se faz amigo dos hinduístas em clara oposição aos batistas e aos pentecostais. Ele escolheu um lado e não foi o lado de cá. É interessante que muitos evangélicos, com tanta “canção nova” por ai, também andam esquecendo a diferença entre romanos e evangélicos. O sr. Tauran sabe bem qual é a diferença e está disposto a nos ensinar. Aprendam isso: os romanos são amigos dos hindus, e ambos se opõem aos batistas e aos pentecostais. Eles escolheram seu lado, e alguns evangélicos precisam se decidir também. Ecumenismo - esse faz-de-conta que é tudo igual não resiste às chamas da verdade. A turma do deixa-disso vai dizer que não é bem assim, que nem todo católico pensa da mesma forma, que há quem se salve, mas a verdade é que o presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso deve saber a opinião oficial da igreja romana.

Não podeis servir a dois senhores
“O que os hinduístas desaprovam é o proselitismo, a construção de igrejas.” O sr. Tauran, o papa e a igreja de Roma escolheram seu senhor. Se os hinduístas desaprovam é errado, e eles não fazem. Esse negócio de ir por todo o mundo e pregar o Evangelho a todos os hinduístas não tem qualquer relevância. Para os romanos quem disse isso não está com nada. Eles decidiram obedecer aos hinduístas já que parece que todo o poder lhes foi dado nos céus romanos e na terra indiana. Pedro, pensava diferente: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens.” At 5:29. Alguns evangélicos, infelizmente, também se deixam intimidar por palavras politicamente incorretas. Creio que o sr. Tauran e o chefe de sua igreja merecem ganhar uma indulgência se conseguirem explicar a diferença entre proselitismo e evangelização. Sim, as indulgências estão de volta.

A turma do não fui eu
“Existe uma região na qual estão sendo construídas 160 igrejas: é evidente que não se trata de igrejas católicas, mas de seitas protestantes”. Talvez seja ruim a tradução, ou será que o sr. Tauran disse isso mesmo? Vamos consertar isso: Existe uma região na qual 160 igrejas estão construindo seus templos. Sim, porque embora os romanos queiram fazer isso parecer errado, templos não se constróem sozinhos. Eles são construídos pelas igrejas que querem se abrigar dentro deles enquanto se preparam para continuar a evangelizar. Então glória a Deus!!! São 160 igrejas formadas por pessoas que deixaram o hinduísmo e agora estão servindo ao Senhor Jesus. É lógico que os hindus não gostam disso, e nem os católicos, e nem o diabo. Mas no céu há festa quando um pecador se arrepende. E você, faz parte da igreja que está crescendo na Índia, mesmo com a perseguição dos que se unem para o mal? Não vá mudar de lado e começar a se perguntar porque mandar missionários para um lugar onde há tanta perseguição.

A seita deixa o resto
“…não se trata de igrejas católicas, mas de seitas protestantes.” - Parece que o sr. Tauran procura diminuir os evangélicos chamando-nos de seitas. Ele acha que isso ofende, mas vejamos o que o Houaiss tem a dizer sobre isso. Na acepção 3. doutrina ou sistema que se afasta da crença ou opinião geral - Considerando qual é a crença ou opinião geral fazemos bem em nos afastar disso. Na acepção 4. grupo de dissidentes de uma religião ou de uma comunhão principal - ou em outras palavras, “santificação” que significa separar-se. Na acepção 8. sociedade cujos membros se agregam voluntariamente e que se mantêm à parte do mundo - Sobre isso Tiago diria: ” Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.” Tg 4:4. Pensando bem é muito melhor ser seita do que resto.

A última relíquia oferecida pelo sr. Tauran em nome do papa dele foi a mais interessante: “Tive então que explicar a um dos maiores líderes religiosos hinduístas a diferença que existe entre um católico e um protestante…”. Espero que o sr. Tauran tenha sido bem sucedido, afinal a diferença entre católicos e protestantes ficou evidente: Os católicos são amigos dos hindus, por isso ficaram do lado deles e contra os protestantes; já os protestantes são amigos dos indianos, hindus ou não, por isso formaram 160 igrejas em uma só região, para livrá-los da escravidão do pecado. Os católicos se unem a Jesus para salvar a própria pele. Os protestantes se unem a Cristo no sofrimento e na perseguição para salvar os indianos.

Finalmente, se algum líder evangélico for tentado a fazer acordo com os gibeonitas, eis aqui, para pensar, algo que o Senhor dos senhores disse: “Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada… Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim não é digno de mim; e quem não toma a sua cruz e vem após mim não é digno de mim. Quem acha a sua vida perdê-la-á; quem, todavia, perde a vida por minha causa achá-la-á.” Mt 10:34,37-39. Na Índia tereis aflições, mas tende bom ânimo!

Fonte: http://www.evangelizabrasil.com
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via blog
Confeitaria Cristã

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Autor afirma que John Lennon fez pacto com Satanás

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A subida meteórica dos Beatles, sem precedentes na cultura popular e sem rival durante quase quatro décadas depois que a banda se dividiu, é explicada pelo menos em parte por um pacto que John Lennon fez com o diabo, diz um livro recente.

No livro “The Lennon Prophecy”, o escritor Joseph Niezgoda revela que o próprio Lennon, obcecado com o ocultismo, poderes mágicos, a numerologia e em ser maior do que Elvis Presley, confidenciou a seu amigo Tony Sheridan que ele fez tal acordo. O livro também defende a idéia de que os “sinais sobre morte” há muito ligados a Paul McCartney eram realmente mensagens subliminares dando pistas sobre o destino fatal de Lennon.

Escrito por um músico que foi fã dos Beatles a vida inteira, o livro especula que o pacto foi feito logo antes de a banda experimentar seus primeiros grandes sucessos e terminou 20 anos mais tarde com o assassinato de Lennon em Nova Iorque. O assassino foi Mark David Chapman, que posteriormente afirmou que demônios foram expulsos dele enquanto ele estava cumprindo sentença na Prisão Estadual de Attica pelo assassinato.

“Chapman disse que quando o último demônio saiu do seu corpo ele entendeu o motivo por que ele vivia possesso”, Niezgoda disse para WND. “Foi para exibir o grande poder de Satanás no mundo usando o assassinato de John Lennon como o veículo. Sempre cri intuitivamente… que o verdadeiro autor dessa história é Satanás e que eu sou apenas o mensageiro”.

É claro que muitos rejeitarão a noção de que há um espírito real chamado Satanás. Outros zombarão da noção de que as pessoas possam fazer pactos com ele que possam trazer resultados no mundo real.

Por isso, Niezgoda dedica um capítulo ao que pode surpreender a muitos leitores como pactos satânicos razoavelmente bem documentados durante a História — inclusive o caso de Johann Faust, que, no período da Renascença, conquistou fama e fortuna talvez iguais às de Lennon e dos Beatles quatro séculos depois. Ele também teve uma morte prematura misteriosa e estranhamente inexplicável 20 anos depois.

Embora Faust se gabasse de realizar mais milagres do que Jesus Cristo, Lennon criou controvérsia ao se gabar de que sua banda era mais famosa do que Jesus Cristo.

“Se John tivesse entrado num pacto de 20 anos com Satanás para adquirir riqueza e fama mundial, esse contrato terminou em 8 de dezembro de 1980, com sua morte violenta”, disse Niezgoda. “Contando 20 anos passados, ocorreu algo incomum na história dos Beatles em dezembro de 1960?”

De fato, ocorreu, recorda Niezgoda. Em 27 de dezembro de 1960, os Beatles fizeram um show no salão de bailes da prefeitura de Litherland, Inglaterra.

“Dizem que depois da apresentação nessa única noite, os Beatles nunca mais foram os mesmos”, recorda Niezgoda. “Cada um dos Beatles se lembra dessa noite como o momento mais decisivo de suas carreiras”.

Logo depois dessa apresentação inesquecível, os Beatles começaram a tocar no Clube Caverna de Liverpool, onde se tornaram um fenômeno local. Então foram para Hamburgo, onde as audiências alemãs ficavam fora de si.

Essa apresentação também marcou o começo da conduta declaradamente anticristã de Lennon. No livro “The Love You Make”, de Peter Brown, ele reconta como Lennon vestia uma coleira de cachorro feita de papel, depois recortava-a, transformando-a numa cruz de papel, e começava a pregar à audiência de Hamburgo — desenhando um retrato debochado de Jesus pendurado na cruz usando um par de pantufas.

Mais tarde, também na Alemanha, na Sexta-Feira Santa, Lennon direcionou para um grupo de freiras um retrato de Jesus em tamanho real na cruz pendurado na sacada de seu apartamento.

“Enquanto as freiras fitavam pasmas essa exibição sacrílega, John começava a jogar nelas camisinhas cheias de água”, escreveu o biógrafo Albert Goldman.

Pete Best, o baterista original do grupo, também testemunhou tal conduta e escreveu sobre isso em seu próprio livro descrevendo como Lennon urinou em outro grupo de freiras da sacada de seu prédio enquanto proclamava: “Gotas de chuva celestial!”

Esses eram apenas alguns dos modos como Lennon confrontava e antagonizava quem adorasse a Cristo — sem nenhuma razão aparente, a não ser para seu próprio divertimento.

O livro dedica um capítulo inteiro às tragédias, desapontamentos e tristezas de Lennon. Sua mãe, Julia, e seu pai, Freddie, brigavam para ficar com a custódia do menino John. Aos 5 anos, ele foi forçado a decidir se queria ficar com o pai ou com a mãe. De início, ele escolheu seu pai. Mas quando sua mãe lhe perguntou se ele tinha certeza, ele correu para ela.

“John nunca se esqueceu do horror desse incidente”, escreve Niezgoda. “Deixou uma cicatriz permanente e grandes sentimentos de insegurança, e só depois de passados 20 anos é que ele viu seu pai de novo”.

Viver com Julia Lennon não era fácil. Ele era muitas vezes deixado em casa sozinho e tinha dificuldade para dormir. Mais tarde Lennon lembrou que ela “não estava se prostituindo por dinheiro, mas para ter vestidos caros”.

Aos 6 anos, Lennon começou a fugir de casa para ficar com sua tia Mimi. Ele aprendeu qual bonde pegar pela qualidade das poltronas de couro preto, explicou ele.

“Até hoje, adoro couro preto”, diria ele mais tarde. “Acho-o confortante”.

Às vezes, ele era apanhado por adultos preocupados com seu bem-estar e levado a uma delegacia de polícia local.

“Nunca consegui achar as palavras certas para explicar minha situação”, diria ele.

Os problemas de Lennon prosseguiram no período escolar — ele tinha pouco interesse em aprender na sala de aula, mostrava desprezo pelos professores, faltava às aulas, fumava e falava palavrões, colava nas provas, roubava doces das outras crianças e furtava cigarros para fazer dinheiro.

Ele foi expulso de um coral de igreja por substituir as letras dos hinos por palavras obscenas.

Outro biógrafo escreveu: “John regularmente zombava das lideranças da igreja, satirizava os hinos e fazia desenhos blasfemos de Cristo na cruz de um jeito que só os desviados conseguem fazer”.

Talvez para compensar sua dura infância, Lennon ficou obcecado de se tornar rico e famoso.

Pete Best recordou como Lennon diria que ia chegar ao topo — de um jeito ou de outro.

“Se tivermos de ser determinados e enganadores, então isso é o que teremos de fazer para chegar ali”, Best citou Lennon, que disse: “Não importa o que seja necessário para chegar ao topo. Poderia causar alguma dor de cabeça, mas uma vez ali em cima, será um tipo diferente de maçada. Sim, ele dizia, ‘eu’ e não ‘nós’. Esse era o real John Lennon, brilhante, divertido, mas cruel”.

Niezgoda cita o “delírio” sem precedentes e sem igual que cercava os Beatles como um dos sinais mais intrigantes sugerindo algo sobrenatural na carreira deles.

“John, Paul, George e Ringo eram escritores e músicos de muito talento — como ficou bem evidenciado pelas carreiras solo deles”, Niezgoda disse para WND. “Mas o que é que estava no começo que os distinguiu de outros músicos da época deles? O que foi que os elevou em poucos anos da total obscuridade para se tornarem o maior espetáculo da terra? Quando eles viajaram para a Austrália em 1964, que tipo de força terrena fez com que 400.000 fãs se ajuntassem fora do hotel deles para meramente olhar de relance os quatro rapazes de Liverpool? Como dá para explicar de forma lógica que eles tenham conseguido, por 20 vezes, o lugar número 1 nas paradas de sucesso num curto período de seis anos?

“Nada antes ou depois chegou perto de se igualar ao rápido e popular delírio emocional universal que cercava os Beatles. Não dá para eu ficar enumerando interminavelmente as realizações sobrenaturais deles… Tentar explicar a fonte da fama e fortuna dos Beatles é como tentar definir os poderes da magia”.

No pico da popularidade deles, os fãs dos Beatles ficaram obcecados com o que pareciam ser sinais na música deles acerca de uma morte dentro da banda. Na época, o foco era sobre uma especulação de que McCartney havia morrido num acidente de carro e havia sido substituído por um sósia.

Nem mesmo uma entrevista coletiva à imprensa de Paul conseguiu persuadir os fãs dos sinais de que ele era, de fato, o real Paul. Tudo pareceu bobagem depois que a longa e reconhecida carreira solo de McCartney decolou.

“A suspeita, porém, não era sem mérito”, explica Niezgoda. “As pistas estavam ali, e numerosas demais para se ignorar. Elas só precisavam ser vistas mediante lentes diferentes para criar não um quadro de uma conspiração passada, mas uma tragédia futura. Quando examinadas como possível profecia, os sinais parecem ser bem claramente não sobre Paul, mas sobre John Lennon”.

Niezgoda está convencido de que os Beatles tinham assistência sobrenatural — não só com sua subida ao topo, mas com esses “sinais” que pareciam tão convincentes de que algo não estava certo dentro dos Beatles. Ele não está feliz com sua conclusão. Aliás, como fã a vida inteira dos Beatles, ele parece estar num conflito profundo.

“Sempre tive de lidar com o constante conflito do meu amor pela música genuína deles e o mal que percebo a cerca”, ele disse para WND. “A única diferença é que tenho procurado definir ou fazer sentido dela com a ajuda deste livro”.

Fonte: WorldNetDaily / http://noticias.gospelmais.com.br
Traduzido por: Julio Severo


domingo, 10 de maio de 2009

O MUSEU DA CORRUPÇÃO



Numa oportuna iniciativa, o Jornal do Comércio criou um museu online dedicado a um tema infelizmente sempre atual no Brasil: a corrupção. Isso mesmo: já está no ar o Museu da Corrupção, que conta com diversas ‘exposições’ sobre fatos recentes e históricos da corrupção no Brasil. Vale a pena visitar o museu, e convidar os amigos para admirar o acervo.

O link do museu online é: http://www.dcomercio.com.br/especiais/2009/museu/home.htm

E já que o tema é combate à corrupção, não deixe de visitar e explorar os sites do Transparência Brasil (http://www.transparencia.org.br/), e do Contas Abertas (http://contasabertas.uol.com.br/asp/).

Se cada um de nós fizer a sua parte é possível sim dar melhor destino às verbas públicas do que a construção de castelos ou o depósito em contas em paraísos fiscais, por exemplo.
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Fonte: Blog CIDADANIA EVANGÉLICA - http://www.cidadaniaevangelica.blogspot.com/

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Mais um filho para o Bispo Lugo: Presidente do Paraguai vira piada

As recentes acusações de que o presidente do Paraguai, o ex-bispo católico Fernando Lugo, seria pai de três crianças (de três mães diferentes) geraram uma onda de piadas no país.

O grupo de cumbia (gênero musical) Los Angeles lançou uma música sobre o episódio que já se tornou o hit do momento no Paraguai. O refrão da música Lugaucho diz: "Lugaucho tem coração, mas não usou condón (preservativo)".

Em outro trecho, a letra se refere às promessas de mudança feitas por Lugo antes de ser eleito. "Não fiz mudanças no país, mas 'mudo' fraldas", diz a letra.

Assista ao vídeo com sobre as piadas com Lugo:

O título da música, Lugaucho, sugere a união das palavras Lugo e gaucho (uma gíria local para designar uma pessoa que faz favores). A música diz ainda que os "parlamentares vão pensar três vezes, a partir de agora, antes de mandar a mulher para o confessionário".

Outra piada que circula no Paraguai diz que Lugo não deveria ter renunciado à batina para ser candidato a presidente porque "afinal, já era padre (palavra que significa pai e sacerdote em espanhol)".

As piadas sobre o episódio também já chegaram a países vizinhos, como a Argentina. Os cartunistas Nik, do jornal La Nación, e Daniel Paz & Rudy, do Página 12, publicaram nesta quarta-feira charges similares.

"Presidente Lugo, continuam aparecendo mulheres que dizem ser mães de seus filhos. O senhor não tomou nenhuma precaução?", pergunta o cartum de Nik. "Não, por favor. Isso vai contra os princípios da Igreja."

Rádio e teatro

No Paraguai, ouvintes ligaram nesta quarta-feira para diversas emissoras de rádio, entre elas a Ñanduti, de Assunção, para comentar os episódios que envolvem o presidente.

"Ele pecava, mas logo confessava, porque era bispo", disse um dos ouvintes. "Lugo poderia mudar seu slogan e dizer: venham a mim as mulheres precoces que querem ser mãe", disse outro.

A polêmica em torno de Lugo também promete chegar aos palcos do teatro paraguaio. "Os niños (filhos) cantores de Lugo" é o título de uma peça do grupo humorístico Ab Ovoque, segundo a imprensa local, estreará em 1 de maio.

"Como não param de aparecer filhos de Lugo, já preparamos um coral inteiro de crianças que os representarão no palco", disse o porta-voz do grupo, Tony Apuril.

Outro grupo teatral humorístico, liderado por Carlitos Vera, anunciou que sua próxima peça será chamada de "Grande Pa!" ("Grande Pai"). "Quero agradecer ao presidente Lugo por nos oferecer um baita tema que vai deleitar o nosso público", disse Vera, que se vestirá de padre no espetáculo.

Leia também:


Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br
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Nota do editor: Seria mesmo cômico se não fosse tão trágico... Um bispo católico com um comportamento tão promíscuo, e que ainda consegue ser eleito presidente de um país. Imaginemos a custa de que promessas... E qual a graça? Só vejo horror em tudo isso. Falando em grande horror, imagine se cada filho de padre, bispo ou outro dignitário católico resolvesse 'aparecer' agora, ao mesmo tempo, em cada esquina deste planeta? E os abortos? Seria o maior desmascaramento geral de hipocrisias jamais visto em toda a milenar história de nossa espécie humana. Mas se não hoje, no Dia do Juízo: a Bíblia assevera que não existe nada oculto que não há de ser revelado.

domingo, 19 de abril de 2009

Acordo entre Brasil e Vaticano desperta críticas de outras religiões

Quatro meses depois de firmado, tratado entre Brasil e Vaticano só agora chama a atenção da sociedade e desperta críticas.

Um acordo assinado entre o governo brasileiro e o Vaticano no fim do ano passado e que agora tramita no Congresso Nacional está deixando setores da Igreja Evangélica nacional bastante preocupados. Os detalhes, que começaram a ser acertados durante a visita do papa Bento XVI ao país, em 2007, estão no documento Acordo entre a República Federativa do Brasil e a Santa Sé relativo ao estatuto jurídico da Igreja Católica no Brasil, firmado no dia 13 de novembro de 2008, durante visita oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Estado do Vaticano. O instrumento leva as assinaturas dos ministros do Exterior da Santa Sé, D.Dominique Mamberto, e do Brasil, o chanceler Celso Amorim. Negociado sem um debate mais amplo e sem a divulgação adequada – apesar da comitiva de jornalistas que acompanhava o presidente, as notícias veiculadas sobre o assunto não detalharam aspectos do tratado –, o acordo, em tese, apenas regulamenta o funcionamento da Igreja Católica Apostólica Romana em território brasileiro. Mas também pode desencadear interpretações enviesadas e tendenciosas.

Submetido mês passado ao Legislativo na forma da Mensagem 134/2009, o documento deverá ser apreciado pelas Comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) e pela de Constituição e Justiça e de Cidadania – CCJC. No momento, o acordo aguarda a designação dos relatores responsáveis pelos pareceres em cada Comissão. Com 20 artigos, ele trata de diversos assuntos, incluindo amenidades como as relações diplomáticas entre a Santa Sé e o Estado brasileiro e o reconhecimento mútuo de títulos e graduações acadêmicas. Mas alguns de seus trechos geram polêmica, como o que trata do ensino religiosos nas escolas e da natureza e conservação do patrimônio da Igreja e instituições católicas. Representantes de órgãos ligados à Igreja Evangélica já manifestam preocupação. “A proposta de ensino religioso, nos termos do Artigo 11 do acordo, contrapõe o princípio de laicidade do Estado”, aponta o Fórum Nacional Permanente do Ensino Religioso (Fonaper).

Em manifesto, a entidade reclama que o conteúdo do acordo não passou por um debate público, aberto e transparente sobre as implicações que poderiam trazer à sociedade brasileira. “O processo democrático exige que as questões de interesse público sejam amplamente debatidas pela sociedade”, lembra o Fonaper. O fórum expressa maior preocupação em relação à parte que trata do ensino religioso. No entender do organismo, a menção específica ao ensino católico nos currículos escolares contraria a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.475), que estabelece que o ensino religioso deve ter caráter amplo, baseado nos princípios e valores comuns a toda as religiões “como forma de exercitar e promover a liberdade de concepções”. Para o Fonaper, a proposição poderia expressar uma concepção de ensino religioso a serviço das instituições religiosas – no caso, o catolicismo – e não da educação. “Poderia a Igreja Católica transformar tal espaço em aulas de religião, para catequização e doutrinação religiosa?”, indaga o manifesto.

Além disso, o status do tratado confere à Igreja Católica uma representatividade que as demais confissões jamais terão, já que é ligada a um Estado estrangeiro. O Colégio Episcopal da Igreja Metodista também veio a público manifestar sua contrariedade com a iniciativa, em nota assinada pelo seu presidente, bispo João Carlos Lopes. Lembrando que o direito à liberdade religiosa é um dos pilares das sociedades democráticas, o órgão denominacional denuncia que ele fere preceitos constitucionais relativos à separação entre a Igreja e o Estado e apela aos legisladores para que não referendem o acordo.

Patamar diferenciado “Ratificar o acordo significará o Congresso Nacional alçar a Igreja Católica, por meio de um acordo internacional, a um patamar oficialmente diferenciado das demais religiões”, critica a professora Roseli Fischmann, do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de São Paulo (USP). Segundo ela, uma vez aprovado pelo Legislativo, o texto – que chama de concordata entre um Estado laico, o Brasil, e um teocrático, o Vaticano – passa a integrar o direito brasileiro, “atropelando processos legislativos complexos como os que a ordem constitucional garante, tanto do ponto de vista processual da técnica legislativa, quanto das negociações políticas inerentes à democracia”. A estudiosa lembra que o texto assinado busca justificação baseando-se, de um lado, nos documentos do Concílio Vaticano II e no Código Canônico, o que, no seu entender, pode representar uma regulamentação da esfera civil baseada em normas religiosas. “A Igreja Católica, como religião, tem direito de escolher a norma que quiser para regulamentar a vida de seus seguidores, mas estes também precisam ver respeitados seus demais direitos como cidadãos brasileiros, sendo que poderão invocá-los quando quiserem, sem restrições ou privilégios.”

Outro item polêmico do acordo binacional é o que versa sobre isenções fiscais para rendas e patrimônios de pessoas jurídicas eclesiásticas, mencionadas no artigo 15. É que existe uma grande preocupação sobre o uso da imunidade tributária das receitas das igrejas, e não apenas a Católica. Uma das cláusulas determina que imóveis, documentos e objetos de arte sacra integram o patrimônio cultural brasileiro, e que tanto a Igreja quanto o poder público passam a ser responsáveis pela sua manutenção. Em tese, o dispositivo abre brecha para que recursos públicos sejam investidos na conservação de bens de natureza privada. “Mais que estabelecer o território dos templos católicos como se tivessem imunidade diplomática, o acordo estende seu braço normativo e restritivo de direitos estabelecidos pela Constituição Federal ao conjunto da cidadania brasileira”, insiste Roseli.

Apontada pelo Acordo entre a República Federativa do Brasil e a Santa Sé como instância representativa do catolicismo nacional junto ao governo brasileiro, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) defende que seu conteúdo não concede privilégios à Igreja Católica. Em nota divulgada logo após a assinatura do tratado, a CNBB afirma que ele “não concede privilégios à Igreja Católica nem faz nenhuma discriminação com relação às outras confissões religiosas”. A senadora Ada Mello (PTB-AL) também defende a constitucionalidade do tratado. Segundo a parlamentar, ele apenas “formaliza aspectos já vigentes no dia-a-dia do país”.

Na verdade, o documento firmado entre o Executivo brasileiro e o Estado do Vaticano não foi uma resolução nova. Há alguns anos, a Santa Sé vem trabalhando para fazer com que o maior país católico do mundo firmasse o compromisso. O assunto foi discutido muitas vezes nos últimos anos dentro de vários ministérios em Brasília, visando à formulação do texto. O caráter sigiloso da matéria é que chama a atenção. De forma semelhante, em 2004, um tratado do gênero foi assinado entre o governo de Portugal, outra nação tradicionalmente católica, e o Vaticano. Desde então, uma comissão paritária , com membros nomeados pelas duas partes, tem poder de decisão sobre assuntos nacionais, como o ensino religioso nas escolas públicas.

“Na medida em que o acordo contenha direitos e prerrogativas para a Igreja Católica, esperamos que o governo brasileiro os estenda, com naturalidade, às demais confissões, pois trata-se de preceito constitucional que não pode ser ferido”, defende o pastor Walter Altmann, presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB). Em uma carta pastoral, o dirigente avalia a substância do acordo quanto às suas consequências e repercussões em relação à liberdade de culto, ao ensino religioso nas escolas públicas e ao reconhecimento dos ministros religiosos. “São assuntos que dizem respeito não apenas à Igreja Católica, mas também às demais igrejas. Nesse sentido, lamentamos que o acordo tenha sido elaborado, negociado e, por fim, assinado sem que tivesse havido uma troca de idéias e um diálogo com outras confissões religiosas, bem como com a sociedade em geral”, enfatiza a carta.

Fonte: http://www.cristianismohoje.com.br

terça-feira, 7 de abril de 2009

Gritos inocentes na Superinteressante

Segue abaixo interessante e necessário artigo escrito pelo amigo José San Martin sobre matéria denominada “Mamãe, quero ser menina” da Revista Superinteressante do mês de abril de 2009, que fala sobre práticas adotadas nos EUA e Europa de “troca de sexo” já em crianças. É terrível!


Gritos inocentes na Superinteressante

_José_San_Martín_

Apesar de aprendermos desde cedo que “criança não tem querer”, aSuperinteressante [para quem se interessa por homossexualismo] tenta nos convencer do contrário nesta edição de abril. Como não existe criança de três anos gay, o departamento de arte da revista pintou de rosa pintinhos-futuros galinhos, e de azul as futuras galinhas para representar a precocidade da “dúvida” de crianças sobre sua sexualidade. Na maior cara-de-pau passam a narrar o esforço do que denominaram “alguns médicos” para “ajudar” os pequeninos a resolver o grande dilema de decidir se vão querer ser homem ou mulher como nasceram ou, caso rejeitem a natureza de seus corpos, se serão transexuais, andróginos e outras opções polêmicas.

O nome inventado para justificar e direcionar erradamente o comportamento infantil é tão estranho quanto a proposta de cura: “Transtorno de identidade de gênero”. O texto é de corar qualquer pai de família. Na matéria intitulada “Mamãe quero ser menina” a redatora Karin Hueck parece ter o objetivo de quebrar paradigmas com afirmações diretas, como se fosse verdade, provada e ponto final.

A mudança [de sexo] é possível — Toda criança nasce com um sexo. Mas nem toda criança acha que nasceu com o sexo certo [Quem decide ou direciona isto?]. Quando isso acontece, estamos diante de um dos maiores desafios da medicina. A idéia parece radical, mas já está sendo feita na Europa e nos EUA, desde o começo dos anos 2000 na Europa, alguns médicos iniciam a troca de sexo já em crianças. Para isso, prescrevem bloqueadores da puberdade entre os 10 e 12 anos, e hormônios sexuais a partir dos 16. (grifo nosso)

Agora, pasmem os leitores com o que é apenas o começo da matéria “científica” descrevendo a manipulação, pelos próprios pais, de um inocente para o lado inverso e não o ajudando a ser o homem que nasceu.

A revista cita o suposto caso de um menino de apenas três anos que se comportava como menina. Assim, os pais do pequeno Nick achavam estranho que ele se interessasse tanto por roupas femininas, queria ser fada princesa e coisa e tal. Ao invés de ajudar o filho, a mãe pergunta ao garotinho se ele gostaria de comprar um vestido. “Ele começou a ofegar de felicidade”, diz o texto engajado da Super.

É necessário frisar: estamos falando de uma criança de três anos… Um. Dois. Três aninhos.

Nick só seria feliz se vivesse como menina. E foi exatamente o que os “pais” fizeram. Hoje aos sete anos Nick se chama Mary. Na escolinha na Califórnia quase ninguém sabe que ela é um “menino com variação de gênero”. (grifo nosso)

Qualquer leigo em psicologia sabe o óbvio: aos três anos uma criança está em formação. É senso comum que o fato de uma criança se vestir com roupas ou, da mesma forma, se interessar por brinquedos e outras coisas do sexo oposto é perfeitamente normal nessa fase. Mas por conta disso os “especialistas” estão ministrando hormônio que paralisam o desenvolvimento normal da sexualidade de meninos e meninas até que eles possam ter condições de fazer a decisão que a natureza já havia sacramentado.

Enquanto escrevia este texto, neste sábado, meu filhinho de dois anos me trouxe uma flor, dentre outras, que colhera lá fora. Deveria eu ir à Europa ver “alguns” médicos para ajudá-lo? Agora, pensemos nos milhares de crianças adotadas por casais gays na Europa e EUA e mundo afora…

A verdade é que em nome de uma pseudociência (falsa ciência) estão a ressuscitar Josef Mengele e outros monstros presentes na história dos carniceiros da humanidade com seus experimentos macabros. Brincam com algo seriíssimo sem calcular as terríveis consequencias de sua intervenção — ou intromissão — onde não foram chamados.

Assim como os alimentos transgênicos, que ninguém sabe o que causarão ao organismo humano a longo prazo, “alguns médicos” se enveredam pelo caminho perigoso de tentar “consertar” distúrbios mentais-sexuais com remédios. Quem são esses médicos falíveis para “reprogramar” um ser humano em formação de acordo com seus postulados contaminados pelo rolo compressor da agenda gay que domina a Europa e EUA “avançados”?

Essa monstruosidade acaba sendo perfeitamente cabível a uma sociedade que se despreza a Deus. Dawkins e seus discípulos devem estar radiantes na Inglaterra pós-cristã. Ateus da Europa, darwinistas, naturalistas ao redor do globo não verão qualquer problema em submeter seus filhos como ratinhos às experiências pós-modernas no laboratório da sexualidade planejada. Os gritos dos inocentes abusados em seu direito de se tornarem pessoas normais serão abafados por uma “ciência” inconseqüente e engajada à pratica homossexual.

A grande questão é: O que farão com os adultos repletos de distúrbios mentais-sexuais que estão a criar? O que responderão a meninos e meninas transformados em seres andróginos com sua personalidade devastada para sempre? Como reagirão às inimagináveis formas de revolta a ser produzidos por aqueles de quem tiraram o direito de ser o que Deus planejara?

Temos de reiterar: O que vão fazer com as inúmeras vítimas (ou cobaias) de sua temerária experiência quando na idade da razão os culparem por transformá-los naquilo que não desejavam? Se gente tida como normal está a protagonizar matanças em série na Europa e EUA, o que será dos contemporâneos dessas pobres criaturas manipuladas contra a sua vontade?

Isso, sem meias palavras, é o ser humano reescrevendo o destino de inocentes encaminhados à transexualidade com argumentos “científicos”. Tudo muito natural, naturalista, numa cosmovisão que não tem lugar para Deus, e tão-somente às teorias improváveis de Darwin e seus ossos que não emendam o elo perdido. São ajustes forçados e homologados por gente com diploma de PhD, seguidores da cartilha evolucionista-naturalista.

É a tentativa temerária de dar ares de normalidade ao que sempre será anormal. Novamente chamam o mal de bem e vice-versa. Estão descaradamente a dizer que Deus está errado, como bradou Satanás a Eva no Éden. Mas isto também é incompatível com o que pensam sobre a Bíblia e o Gênesis, que não passam de lenda e alegoria, num livro escrito por homens, como defendeu a Super no fim do ano passado.

“Ai dos que chamam ao mal bem e ao bem, mal, que fazem das trevas luz e da luz, trevas, do amargo, doce e do doce, amargo! 21 Ai dos que são sábios aos seus próprios olhos e inteligentes em sua própria opinião! 22 Ai dos que são campeões em beber vinho e mestres em misturar bebidas, 23 dos que por suborno absolvem o culpado, mas negam justiça ao inocente!, Isaías 5.20-23, Nova Versão Internacional

“Coitados dos que dizem que o certo está errado e o errado está certo; que dizem que o preto é branco e o branco é preto; que afirmam que o amargo é doce e o doce é amargo.
21 Pobre de quem se considera muito sábio, e quem se acha uma pessoa inteligente e sensata! 22 Coitados dos que são “heróis” da bebida e gostam de mostrar para os outros o quanto podem beber; 23 gente que por um pouco de dinheiro torce a justiça, dando liberdade aos criminosos e prendendo os inocentes”, Bíblia Viva

Ok, contrarie a natureza,vá em frente, mas saiba que problemas reais sobrevirão. As conseqüências não se encaixam na “forçação” de barra para a prática controversa.

Doutora em Genética Humana pela universidade de Tübingen, Alemanha, a médica Angelica Boldt, escreveu recentemente o seguinte aos senadores da República brasileira em relação à Lei da Homofobia:

Não pode ser normal pessoas morrerem com garrafas dentro do intestino! Num estudo publicado em 2004 na revista British Journal of Psychiatry, observou-se que 42% dos homossexuais, 43% das lésbicas e 49% dos bissexuais apresentaram pensamentos e ações auto-destrutivos. Em 1981, observou-se que aproximadamente um de cada 10 homicídios em São Francisco deviam-se a práticas sexuais sadomasoquistas entre homossexuais! Analisando as estatísticas publicadas em 1999 no Clinical Psychology Review, observa-se além disso uma íntima associação entre o homossexualismo e violência doméstica: 48% dos casais de lésbicas e 38% dos casais homossexuais reportam este tipo de violência, comparados a 28% dos casais heterossexuais. Em outro trabalho publicado em 2005 na Family Practice News, observou-se que os homossexuais apresentam um aumento de quatro vezes no consumo de marihuana, 7 vezes de cocaína e 10 vezes de anfetamina comparados à população em geral!

O problema se agravará. Os distúrbios sexuais permanecem nas vidas dos que insistem em desprezar o infinito amor de Deus. Contra fatos não há argumentos. As fartas pesquisas que não interessam à Superestão a dizer que a felicidade real está em crer em Deus, em ter uma religião, no casamento entre um homem e uma mulher. (leia nosso artigo Sexo=Casamento).

Percebam os problemas causados ao organismo devido ao uso dos bloqueadores de puberdade, enumerados pela própria Super, em contraste com as argumentações sobre os transtornos sociais reais vividos por transexuais. Um mal compensaria o outro?

Os bloqueadores de puberdade ajudam a aliviar o preconceito porque deixam a pessoa com uma aparência mais natural depois da mudança de sexo. As contraindicações são muitas: atrapalham a calcificação dos ossos e, se o tratamento for iniciado muito cedo — com bloqueadores e hormônio na puberdade — a pessoa quase certamente ficará infértil. Além disso, a dose do GnRH [hormônio liberador de gonadotrofina,que impede o testosterona e o estrogênio de agir] pode chegar a R$ 3 mil.

Os gritos dos pequeninos estão a clamar, a partir da Europa e Estados Unidos, por socorro aos transtornos que serão submetidos na vida adulta. À dificuldade de amar e ser amado com que terão de conviver. Gritam por ser o que Deus quer que sejam: homens e mulheres aptos a conhecer a vontade de Deus e o servirem. Quaisquer indivíduos ou grupos que tirarem esse direito sagrado dos inocentes haverão de ter com o Criador. Aí a conversa será diferente.

“Mas se alguém fizer tropeçar um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe seria amarrar uma pedra de moinho no pescoço e se afogar nas profundezas do mar”,Mateus 18.6, NVI

“Mas se qualquer um de vocês fizer um destes pequeninos que crêem em Mim perder a sua fé, seria melhor para vocês serem jogados no mar com uma pedra amarrada no pescoço”,
Bíblia Viva

Um erro nunca consertará outro. Mas Deus pode consertar quaisquer anormalidades ou anomalias presentes num ser humano,sejam morais ou físicas. O Senhor Jesus deu a indicação: “Tudo é possível ao que crê”. Ele é o Criador do homem e da mulher e pode ajudar TODOSquantos o buscarem de coração para abandonarem a condição adversa. Sobre o cego de nascença, que os discípulos acreditavam estar pagando por erros passados, Jesus foi claro.

“Seus discípulos lhe perguntaram: “Mestre, quem pecou: este homem ou seus pais, para que ele nascesse cego?” 3 Disse Jesus: “Nem ele nem seus pais pecaram, mas isto aconteceu para que a obra de Deus se manifestasse na vida dele, João 9.2,3, NVI

“Mestre”, perguntaram os seguidores, “por que este homem nasceu cego?” Isto foi conseqüência dos pecados dele mesmo, ou dos seus pais?”
3 “Nem uma coisa, nem outra”, respondeu Jesus, “mas para manifestar o poder de Deus”, Bíblia Viva

José San Martín
“Consagro a Deus o que escrevi”

Por favor, reproduza nossos conteúdos à vontade, mas dê os devidos créditos ao autor e ao blog http://www.josesanmartin.com.br.Comente no espaço abaixo ou entre contato conosco pelo e-mail:josesanmartincaminaneto@gmail.com - Deus o(a) abençoe!

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via blog E Agora, Como Viveremos?

Situação do Brasil – ETNIAS INDÍGENAS



Foram divulgadas pelo IBGE as estatísticas populacionais dos municípios brasileiros em 2008, com a estimativa de 189.612.814 brasileiros morando em nossa pátria. Destes mais de 180 milhões, 700 mil são indígenas, distribuídos em 345 etnias e representando 0,37% da população brasileira. Apenas 165 etnias têm presença evangélica, e mais da metade, 180 etnias, continua sem a existência de uma igreja, sem a presença de missionários, evangelistas ou crentes. Precisamos de 540 missionários ou mais, para completar a evangelização de todas as etnias no Brasil.

O desafio da Igreja hoje, portanto, encontra-se espalhado por matas, rochas, montanhas, desertos, ilhas e planícies remotas e grandes centros urbanos em países resistentes.

O cântico profético de Simeão continua clamando por uma oportunidade para os povos sem Cristo. Para que as nações sejam alcançadas pela salvação de Deus em Cristo, a igreja, sua testemunha fiel, tem sobre seus ombros a responsabilidade da grande comissão. Não temos o direito de reter para nós a mensagem que foi dada a todos os povos. Precisamos anunciar o evangelho aos confins da terra.

Compilado por Jadir Siqueira

Fontes: Ethnos – cultura dos povos
Dados da NTM – Jill Goring
Instituto Antropos

*Texto extraído da revista CONFINS DA TERRA, Ano 42, número 136 (Jan – Mar 2009), publicada pela Missão Novas Tribos do Brasil.
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sexta-feira, 20 de março de 2009

Universidades como Harvard, Yale e Princeton foram fundadas por evangélicos




Uma Carta de Princípios divulgada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie sobre a contribuição do reformador João Calvino e dos cristãos evangélicos reformados para a educação dá informações pouco conhecidas na sociedade brasileira atual, que tanto aplaude universidades como Harvard e Princeton, e tanto critica os evangélicos. O documento informa que “muitas das maiores e melhores universidades do mundo foram fundadas por Reformados” e cita, além da própria Harvard e Princeton, a Universidade Livre de Amsterdam e Yale.

Leia os trechos do documento que mencionam os feitos reformados pela educação no mundo:

“A Universidade Livre de Amsterdam, uma das melhores do mundo, foi fundada em 1881 pelo reformado holandês Abraão Kuyper, que mais tarde se tornou Primeiro Ministro da Holanda”;

“A Universidade de Princeton, também considerada uma das melhores do mundo, foi fundada em 1746 como Colégio de Nova Jersey. Seu fundador foi o Governador Jonathan Belcher, que era congregacional, atendendo ao pedido de homens presbiterianos que queriam promover a educação juntamente com a religião reformada”;

“A conhecida Universidade de Harvard foi fundada em 1643 pelos reformados, apenas seis anos após a chegada deles na baía de Massachussets, nos Estados Unidos. Sua declaração da missão e do propósito da educação, sobre a qual Harvard foi erigida, foi redigida da seguinte maneira: "Cada estudante deve ser simplesmente instruído e intensamente impelido a considerar corretamente que o propósito principal de sua vida e de seus estudos é conhecer a Deus e a Jesus Cristo, que é a vida eterna, (João 17.3); consequentemente, colocar a Cristo na base é o único alicerce do conhecimento sadio e do aprendizado”.

“A Universidade de Yale, uma das mais antigas universidades dos Estados Unidos, foi fundada na década de 1640 por pastores reformados da recém formada colônia, que queriam preservar a tradição da educação cristã da Europa. Essa é a universidade americana que mais formou presidentes dos Estados Unidos. Em seu alvará de funcionamento concedido em 1701 se diz: “...que [nessa escola] os jovens sejam instruídos nas artes e nas ciências, e que através das bênçãos do Todo-Poderoso sejam capacitados para o serviço público, tanto na Igreja quanto no Estado”;

“No Brasil, os Reformados trouxeram importantes contribuições para a educação, com a fundação de escolas e universidades e a influência nos meios educacionais”.

A Carta de Princípios 2009, intitulada “João Calvino e a Universidade”, é assinada pelo Chanceler do Mackenzie, Augustus Nicodemus Lopes, e foi elaborada com o apoio de outros estudiosos como Alderi Souza de Matos, Hermisten Costa Pereira e Franklin Ferreira.


Fonte: http://www.agenciasoma.org.br

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Leia a Bíblia e ganhe prêmios

Começa em 1º de março concurso ‘Vamos ler a Bíblia’, que prevê 300 dias de leitura da Palavra de Deus.

A partir do dia 1º de março, os crentes vão ter um estímulo a mais para a leitura da Palavra de Deus. É o concurso “Vamos ler a Bíblia”, promoção que tem como principal objetivo estimular as pessoas a lerem todas as Escrituras Sagradas em 300 dias, até 25 de dezembro. Para isso, serão dados prêmios aos participantes que responderem corretamente à maior quantidade de perguntas referentes aos textos bíblicos lidos ao longo do ano de 2009. A base do concurso será um calendário de leitura diária, que deverá ser acompanhado por todos os participantes. Pelo programa, cada candidato terá que ler quatro capítulos por dia, tarefa que não deve consumir mais que 15 minutos.

Serão realizadas 10 provas ao longo do concurso, contendo 30 perguntas de múltipla escolha. Os cinco primeiros colocados de cada prova vão ganhar prêmios como bíblias e novos testamentos digitalizados, aparelhos de MP3s e MP4s, celulares e máquinas fotográficas. Ao fim da campanha, o candidato que acumular mais pontos ganhará um notebook. Mas o melhor de tudo é que todos os participantes do concurso “Vamos ler a Bíblia” serão vencedores, pois certamente chegarão ao fim da campanha com a fé e o espírito fortalecidos pela Palavra de Deus.

O concurso, que tem o apoio da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), já está com inscrições abertas através do site http://www.vamoslerabiblia.com.br/

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via Portal CRISTIANISMO HOJE - www.cristianismohoje.com.br/

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Barack Obama é maçom grau 32

Barack Obama é integrante de uma Loja Maçônica fundada por ex-escravo alforriado.

Sublime Príncipe do Real Segredo, Grau 32 do Rito Escocês Antigo e Aceito, em obediência permanente à Maçonaria Prince Hall. O detentor deste título é ninguém menos que Barack Hussein Obama, o 44º presidente dos Estados Unidos da América. Empossado ontem no cargo de maior prestígio no mundo, Obama, que é evangélico declarado, também integra a Maçonaria, antiga sociedade surgida na Europa e hoje espalhada pelo mundo.

Prince Hall é o primeiro alojamento maçônico dos EUA, sendo o nome uma homenagem a um escravo que vivia na região de Boston e foi alforriado por seu dono em 1770. Hall e outros negros egressos da escravidão integraram o Alojamento Britânico de Freemasons (“maçons livres”). Nascia ali o movimento da Maçonaria negra americana. Apesar dos ideais de fraternidade pregados pela instituição, até hoje o ramo integrado pelos maçons negros é separado daquele formado por brancos.

Hall, que chegaria ao grau de Venerável Mestre, morreu em 1807. Um ano depois, seus seguidores deram seu nome à Loja que iniciou. Em entrevista concedida durante sua campanha à Presidência, Obama disse que sentia orgulho por ser maçom e pertencer à Loja fundada pelo ex-escravo, que assim como outro ícone do movimento negro norte-americano, o pastor Martin Luther King Jr, dedicou sua vida à causa da igualdade racial no país.

via Portal CRISTIANISMO HOJE - www.cristianismohoje.com.br/, com informações do Portal Maçom e da Gospel TV.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Natalie Grant, cantora gospel americana, e sua luta contra o tráfico sexual infantil na Índia



Quando Natalie Grant deparou-se com a tragédia do tráfico sexual infantil no sul da Ásia, a popular cantora sabia que precisava fazer algo a respeito.

Portal CRISTIANISMO HOJE - www.cristianismohoje.com.br/


Para ser sincera, eu estava vivendo uma fase onde o dia não tinha horas suficientes para fazer tudo o que eu precisava. Muitas expectativas e obrigações em pauta. Possuía a certeza de que não estava sensível e atenta a nenhuma mudança de rumo na vida. Não tinha tempo para grandes surpresas. Mas quando Deus tem algo a lhe mostrar, é incrível o que Ele usa para chamar sua atenção.

Eu só queria deitar em frente à televisão e apagar. Um episódio da série Law & Order (Lei e ordem) estava passando enquanto eu me deitava na minha cadeira preferida e tomava uma xícara de chá. Eu sabia que os casos mostrados em Law & Order sempre foram baseados em casos reais: “extraídos das manchetes dos jornais!”, gritavam nos comerciais. Mas eu não podia acreditar no que eu estava vendo: meninas de 10, 11, 12 anos, colocadas em jaulas e enviadas para a América como escravas sexuais e forçadas à prostituição. Enquanto sentava em minha casa tão confortável, na cadeira de couro e com uma xícara quente de chá na mão, pensei: “isso não pode ser verdade. Quer dizer, talvez em algum lugar do mundo, mas não na América”. Eu nunca havia escutado o termo “tráfico humano”.

Peguei meu laptop, procurei as palavras, fiquei horrorizada com o que li e com o que vi. Na tela do meu computador, o rosto de lindas e doces meninas, vivendo enjauladas; seus olhos tristes olhavam em minha direção. Pareciam dizer: “você está me vendo?”.

Os rostos e os fatos eram chocantes: seis milhões de crianças são vendidas e abusadas ao redor do mundo, algumas tão pequenas que não chegam a ter cinco ou seis anos de idade. Pelo menos 25 mil destas crianças são enviadas para os EUA, como escravas sexuais. Sim, enviadas para a “terra da liberdade”. Como se a pobreza e o abandono não fossem trágicos o suficiente, muitas destas crianças são mantidas em jaulas e forçadas a cometer atos indescritíveis 50 vezes por dia ou mais.

“Você me vê?” - Caminhos misteriosos. Como isto poderia estar acontecendo? Por que eu nunca havia ouvido sobre isso antes? Conforme eu olhava para a tela do computador, chocada com as histórias destas doces crianças, roubadas em sua inocência e liberdade, eu chorei por horas. Estava quebrantada em saber que tanto mal existia no mundo e que eu estava tão cega, tão desatenta a respeito.

Naquela noite, enquanto lia sobre o tema na internet, encontrei duas organizações cristãs dedicadas em resgatar crianças da prostituição e dar a elas a chance de uma vida saudável: Shared Hope (Esperança Compartilhada) e International Justice Mission (Missão e Justiça Internacional).

Foi como se uma luz se acendesse em minha mente. Na manhã seguinte, liguei para a Shared Hope e desatei a falar como uma louca acerca do que havia descoberto na noite anterior, disse que era cantora e que gostaria de ajudar a falar para as pessoas sobre esta tragédia.

A jovem que me atendeu ao telefone disse: “Acalme-se. Fale devagar. Primeiro me diga seu nome”. Quando eu disse a ela o meu nome, ela respondeu: “Natalie Grant? Fui ao seu show na semana passada!”.

Sempre acreditei firmemente na verdade de que “Deus trabalha por caminhos misteriosos”, mas naquele momento, Deus tornou tudo claro como cristal para mim. Aquele episódio de Law & Order havia sido o início de uma intervenção divina, o começo de algo que iria transformar minha vida para sempre.

Nas ruas de Mumbai - Dentro de poucos meses, meu marido Bernie e eu viajamos para Mumbai (antiga Bombaim), na Índia. Viajamos com a missão Shared Hope e sua fundadora, a ex-senadora Linda Smith. Pude ver com meus próprios olhos a tragédia da escravidão infantil e o que tem sido feito a respeito para interromper este processo. Nunca esquecerei o que vi ali. Não quero esquecer.

Era luz do dia e andávamos pelas ruas de Mumbai, quando vi uma preciosa garotinha olhando para nós. Ela não tinha mais do que sete anos. Seus olhos olhavam nos meus com intensidade. Suas mãos estavam estendidas para fora das barras de uma jaula. Sim, uma jaula nada diferente daquelas onde nós colocamos animais. Meus olhos não conseguiam mover-se dos dela e por alguns segundos, percebi como era a vida desta garotinha. A vida dela era esta, na jaula. Todos os dias pessoas passavam pelas ruas e não olhavam para ela, nem a notavam.

Um homem indiano chamado Deveraj lidera um ministério de resgate de crianças; ele andava conosco pelas ruas. Deveraj disse: “Aqui é onde eles mantêm as meninas. Só as libertam nos horários em que precisam servir aos clientes”. Não sabia o que fazer para não vomitar. Sentei na calçada e chorei por muito tempo.

De Mumbai, viajamos para um local chamado “Vila da Esperança”. Quando resgatam as meninas da cidade, levam as crianças para o que será sua primeira casa de verdade, um lugar maravilhoso. São alimentadas, vestidas, educadas e ensinadas sobre Deus. Foi incrível ver aquelas garotinhas, crianças, pré-adolescentes e as adolescentes que haviam tido experiências inimagináveis de tragédia e abuso, agora felizes e em lugar seguro. Completamente restauradas. Vivendo, respirando um ar de paz vindo de Deus.

Lembro de duas garotinhas em particular, que para minha surpresa, vieram me encorajar. Na semana anterior da minha ida à Índia, sofri uma ruptura nas cordas vocais e os médicos me disseram que eu não poderia falar por 30 dias. No início, pensei que nem poderia viajar. Mas em meu coração eu sabia que esta era a vontade de Deus, que eu fizesse a viagem. Eu não sabia que o silêncio imposto pelos médicos seria uma bênção disfarçada. Muitas vezes falo sem pensar e verbalizo antes de processar as coisas por completo. Agora eu não poderia falar nada e como resultado, senti tudo de forma profunda, pude realmente ouvir e compreender aquela realidade de forma mais aprofundada.

Na Vila da Esperança, conheci duas garotinhas de cinco anos de idade. Uma já havia sido usada para prostituição durante um ano e a outra tinha AIDS. Agora estavam felizes e a salvo, vivendo com a nova esperança. Aquelas doces meninas queriam orar por mim, por minhas cordas vocais. E como oraram! Nunca havia recebido uma oração daquelas em minha vida. Orações vindas do coração, fé e sabedoria espiritual que iam além de sua pouca idade. Foi um momento que levarei comigo para sempre.

Cresci na igreja e sempre senti que conhecia o poder da redenção em nossas vidas, mas nunca havia entendido tão claramente e profundamente como naquele dia. No meio dos sorrisos daquelas garotinhas, seus olhos mostravam esperança e vida nova. Eu encontrei um tesouro e precisava compartilhar acerca dele.

Voz pela justiça - Quando Bernie e eu retornamos para casa, refleti sobre o que eu havia visto e experienciado na Índia. Sabia que eu não podia retornar à mesma vida de sempre. Nunca havia me sentido tão viva e tão determinada a fazer algo que realmente importasse. Sempre acreditei que Deus me deu a voz para cantar e que Ele cria as oportunidades para que eu continue a carreira e viva fazendo aquilo que amo. Mas Deus usou a Índia e aquelas meninas para me mostrar que minha vida de artista tem que ir muito além de cantar. Não estou aqui apenas para cantar. Estou aqui para doar minha vida, dividir as experiências e o conhecimento que Deus me deu, dizer aos outros a respeito da experiência na Índia e o que podemos fazer para apoiar os esforços missionários naquele lugar. Quero que minha música vá além de melodias agradáveis.

Quero inspirar pessoas a serem instrumentos da paz e da justiça de Deus no mundo. Quando estão abertos e desejam usar suas vidas para abençoar a outros, Deus ilumina até os lugares mais escuros.

Natalie Grant é uma cantora cristã norte-americana. É autora do livro The Real Me: Being the Girl God Sees.
Melissa Riddle é uma escritora residente em Nashville (EUA).


FATOS SOBRE O TRÁFICO SEXUAL

A International Organization for Migration estima que a cada ano 500.000 pessoas sejam vendidas para mercados de prostituição na Europa. As vítimas do tráfico sexual são mulheres e homens, meninas e meninos, mas em sua maioria mulheres e meninas. Existe um padrão comum de aliciamento às vítimas para situações de tráfico sexual, incluindo:

* A promessa de um bom emprego em outro país.

* Uma falsa proposta de casamento que se torna um cárcere.

* A venda para o mercado sexual por pais, maridos e namorados.

* Ser seqüestrada diretamente por traficantes.


COMO AJUDAR?

Inspirada em sua experiência na Índia, Natalie fundou a The Home Foundation, uma ONG missionária para lutar contra a escravidão infantil, mobilizar e conscientizar a população, promover ajuda, resgate e restauração para vítimas do tráfico sexual nos EUA e ao redor do mundo.
Melissa Riddle
Copyright © 2008 por Christianity Today International

Para visitar o site oficial da cantora Natalei Grant, clique aqui.

Para visitar o site The Home Foundation, clique aqui.

domingo, 2 de novembro de 2008

Entrevista com o diretor de Desafiando Gigantes, STEPHEN KENDRICK

O pastor cineasta


Maurício Tupinambá

Revista Enfoque - http://www.revistaenfoque.com.br/

Nem “A Paixão de Cristo’’ nem ‘’Deixados para Trás’’. O grande fenômeno do cinema cristão das últimas décadas é um longa-metragem feito por membros de uma igreja batista dos Estados Unidos com irrisórios cem mil dólares e muito trabalho voluntário. "Desafiando os Gigantes’’ conquistou os evangélicos de dezenas de países com a história do time de futebol americano que passa por um autêntico avivamento.
O filme faturou mais de dez vezes o seu custo e estimulou milhares de pessoas a reavaliar sua relação com Deus. Exibido em igrejas por todo o mundo, a obra despertou o interesse de diversos produtores, que, incentivados por seu sucesso, decidiram investir na realização de produções cristãs – o que está gerando o surgimento de toda uma geração de cineastas devotados a divulgar o Evangelho e a ética cristã por meio da sétima arte.
À frente do longa-metragem está a Sherwood Pictures, ministério fundado em 2003 por dois irmãos, membros da Sherwood Baptist Church, Alex e Stephen Kendrick. Em setembro, eles vão lançar mundialmente seu terceiro filme – depois de ‘’A Virada’’ e ‘’Desafiando os Gigantes’’ –, que no Brasil sairá direto em DVD: ‘’Fireproof’’ (‘’À Prova de Fogo’’).
O co-roteirista e produtor do longa-metragem, Stephen Kendrick, é casado com Jill, com quem tem três filhos, Grant, Cohen e Karis. Ele é pastor auxiliar de sua congregação desde 2001 e, na ausência do pastor titular, prega na igreja. Stephen ainda consegue tempo para liderar grupos de oração, dar aulas na Escola Bíblica Dominical e conduzir um programa de discipulado de adultos. O pastor-cineasta concedeu esta entrevista exclusiva à Enfoque, em que fala sobre o impacto de ‘’Desafiando os Gigantes’’ e seu novo projeto ‘’Fireproof’’ (‘’À prova de fogo’’).


ENFOQUE – Conte-nos um pouco sobre a história de “Fireproof”.

STEPHEN KENDRICK – Trata-se de um drama de ação sobre um bombeiro chamado Caleb Holt, cujo casamento está caindo aos pedaços. Depois que ele e sua esposa concordam em assinar o divórcio,Caleb é desafi ado por seu pai a ler um livro. Essa obra o leva em uma jornada de 40 dias que o faz compreender o que é verdadeiramente o amor incondicional. O bombeiro parte, então, numa missão de resgate para salvar seu casamento moribundo e reconquistar o coração ferido de sua esposa.

ENFOQUE – O que o público pode esperar desse filme?

STEPHEN KENDRICK– “Fireproof” é um filme que honra a família e a Palavra de Deus enquanto lida com assuntos da vida cotidiana. Apresenta de forma realista algumas das lutas que os casais enfrentam nos dias de hoje. Mas também se apega às verdades que a Bíblia oferece para lidar com essas lutas. Do mesmo modo que em “Desafiando os Gigantes”, os fãs vão chorar, rir e deixar o cinema inspirados e transformados. Esse filme terá sempre algo para todos. Os maridos e as esposas vão olhar para a tela, em especial na primeira metade do filme, e dizer “Somos nós, esta é a nossa história”. Depois verão o que pode acontecer quando Cristo começa a ressuscitar um casamento e sopra o amor verdadeiro sobre ele.

ENFOQUE – Como foi o processo de filmagens de “Fireproof”?

STEPHEN KENDRICK– “Fireproof” foi filmado ao longo de seis semanas, no outono de 2007. Foi muito divertido. O grupo se uniu como uma família. Foi uma aventura rejubilante, intensa, cansativa, inspiradora e divertida. E certamente valeu o sacrifício. É maravilhoso fazer parte de um grupo como nossa família da fé e trabalhar em coisas tão grandiosas juntos. Temos uma igreja unida, que ora e é compromissada com o ministério cinematográfico, disposta a se sacrificar para produzir este filme. Quando você tem um apoio de oração tão incrível como esse e encorajamento constante, isso te ajuda a ir adiante durante os longos e difíceis dias de filmagem. Foi maravilhoso ver como Deus capacitou de forma única pessoas dentro de uma igreja, de modo que cada uma contribuiu de forma especial. Tivemos mais de 1.200 voluntários envolvidos de algum modo no processo de produção do filme. Dividimos o roteiro e a produção em pequenos segmentos e delegamos cada aspecto do processo a um certo grupo de pessoas, dependendo de seus dons individuais. Mas também houve grandes desafios.

ENFOQUE – Quais foram as principais dificuldades no processo de produção?

STEPHEN KENDRICK– O tempo é sempre um fator relevante no processo de produção de um filme. Dizem que você nunca termina um filme, apenas chega ao fim do prazo. Isso é uma grande verdade. Filmar no outono e no inverno foi muito difícil, porque os dias acabavam muito cedo e a luz do sol ia embora antes de terminarmos o trabalho. E quando uma cena precisava ser rodada ao longo de muitos dias, era complicado, pois a intensidade da luz e as sombras mudavam de dia para dia. Um de nossos cinegrafistas mais importantes faleceu durante as filmagens. Suspendemos os trabalhos e fomos ministrar à família dele. Isso realmente nos atrasou por umas duas semanas. Sem falar dos ataques espirituais, pois Deus tem abençoado e usado nossos filmes e sabemos que o diabo não está feliz. “Desafiando os Gigantes” está em 57 países de todo o mundo e temos conhecimento de milhares de pessoas que foram a Cristo por intermédio dele. Muitas igrejas nos mandaram e-mails, dizendo: “Estamos especificamente orando pelo seu próximo filme”. Assim, houve guerra espiritual. Muita oração foi necessária apenas para que completássemos o filme. O diabo sempre ataca do mesmo modo: tenta dividir a equipe, distraí-la com coisas secundárias e desencorajá-lo para que você desanime e desista. Ele ataca a sua mente e tenta enganá-lo com mentiras. Mas tínhamos momentos devocionais todos os dias no local de filmagens, o que foi de grande valor. Tínhamos toda uma corrente de oração, orando especificamente pelo filme durante o período de produção.

ENFOQUE – Depois de todo o barulho que houve em torno de “Desafiando os Gigantes”, imagino que foi uma grande responsabilidade escolher qual seria a próxima história a ser rodada, uma vez que havia uma expectativa mundial a esse respeito. Quais foram os critérios para selecionar o roteiro e quais serão os critérios para futuros projetos?

STEPHEN KENDRICK – Antes de qualquer coisa, tentamos obedecer àquilo que entendemos ser a vontade de Deus para um roteiro.Desde que “Desafiando os Gigantes” foi lançado, uma multidão de pessoas nos enviou roteiros e idéias de todos os tipos. Mas aprendemos que existe uma grande diferença entre uma boa idéia e a idéia de Deus. Idéias de Deus se confirmam repetidamente em oração e com conselhos divinos.Muitas pessoas nos disseram: “Deus me falou que a minha história tem de ser o seu próximo filme”. Mas não havia confirmação de Deus a esse respeito. As idéias de Deus são claramente vindas dEle. Elas também têm grandes impactos. Por isso, passamos meses orando pela próxima idéia e Deus claramente nos conduziu a focalizar na questão do casamento. Alex teve a inspiração original. Ele nem ao menos estava muito empolgado com a idéia de um filme focalizado no casamento. Mas Deus estava conduzindo claramente nessa direção. Quando compartilhamos isso com nossos pastores, eles concordaram.

ENFOQUE – Algo sobre o qual todos comentam é que vocês realizaram um filme que parecia ter sido feito de modo bastante profissional, mas que na realidade foi rodado apenas com amadores. Com “Fireproof” vocês seguiram esse mesmo caminho ou investiram em um elenco e uma equipe mais profissionais?

STEPHEN KENDRICK – Contratamos dez profissionais para nos ajudar a operar o equipamento. Foram uma grande aquisição e nos ajudaram a manter o profissionalismo na qualidade do que foi feito. Mas Sherwood forneceu o roteiro, os diretores, produtores, as locações, os atores, o figurino, a trilha sonora. Isso e centenas de voluntários para facilitar o processo de produção.

ENFOQUE – Desta vez vocês tinham muito mais experiência do que na época em que fi zeram “Desafiando os Gigantes”. O que mudou no processo de realização do filme?

STEPHEN KENDRICK – Como sempre, você quer crescer e desenvolver o padrão de excelência naquilo que faz. Nós representamos o Senhor, e seu nome é excelente em toda a Terra. Precisamos representá- lo com excelência em tudo o que fazemos. Portanto, buscamos aumentar a qualidade da nossa produção. Contratamos mais profissionais para ajudar com iluminação e som. Chamamos dois professores de interpretação para melhorar nosso nível dramático. Aprendemos a aumentar a resolução da imagem. Eu aprendi a delegar certas atribuições da produção e envolver mais pessoas. Como produtor, era minha esponsabilidade ter uma visão panorâmica do processo, de cronogramas, prazos, equipe. Na época da produção de “Desafiando os Gigantes”, tudo aquilo que não deleguei voltou para mim na forma de horas extras muito cansativas de trabalho noturno.

ENFOQUE – A quê você atribui o impacto de “Desafiando os Gigantes”? Você espera o mesmo de “Fireproof”?

STEPHEN KENDRICK– “Desafiando os Gigantes” foi um filme divertido, do tipo que os crentes estavam esperando e desejando assistir. Quando as pessoas o assistiram, riram, choraram, foram desafiadas. E as coisas certas foram honradas, como a oração, a Palavra de Deus, o casamento e Jesus Cristo. Dedicamos “Desafiando os Gigantes” a Deus desde o princípio e buscamos ser obedientes a Ele durante todo o processo. O Senhor decidiu abençoar um bando de amadores destreinados de uma igreja e fazer algo além de tudo o que pudéssemos imaginar. Buscamos sua bênção diariamente no set de filmagens. Como crentes, precisamos agradá-lo em tudo o que fazemos: Ele recebe o crédito por todos os frutos do nosso trabalho, porque sabemos que não fizemos por nosso próprio mérito.

ENFOQUE – Como vocês se preparam espiritualmente para rodar um filme? Existe algum tipo de preparação prévia e diária?

STEPHEN KENDRICK– Primeiro temos que morrer para nós mesmos. Seu ego, seu nome em letreiros, sua conta bancária ou sua carreira. Isso é o passo mais difícil para as pessoas, mas é fundamental se você quer que Deus abençoe aquilo que faz. Em segundo lugar, temos que colocar o coração diante de Deus e lutar diariamente para mantê-lo santo. Precisamos permanecer humildes, rendidos, unidos e desesperados por Ele em oração a cada dia. Se o Senhor não edifica a casa, ou a produção, em vão trabalha aquele que a edifica. Terceiro, você dedica o projeto a Deus desde o começo e age de acordo com a sabedoria e o conselho de suas autoridades: pais, marido, o pastor, quem quer que seja. Então você passa semanas em oração e pede a liderança de Deus no que concerne à história, aos atores certos, à equipe correta. E os recursos necessários para iniciar a produção. Por fim, se Ele decide abençoar você, dê-lhE o devido crédito, pois o crédito é todo de Deus.

ENFOQUE – Depois de “Desafiando os Gigantes”, muitas igrejas e ministérios começaram a investir na realização de filmes cristãos. Que conselhos você poderia lhes dar?

STEPHEN KENDRICK – Só faça isso se Deus o estiver motivando a fazê-lo. Em segundo lugar, mantenha-se em constante oração, sob a autoridade devida, filtrando tudo pela Palavra de Deus. Busque, então, em primeiro lugar, o Reino de Deus, e não os seus próprios interesses. E não inclua absolutamente nada em seus filmes que faria uma criança se afastar de Deus.

ENFOQUE – Dentre todas as possibilidades, por que vocês escolheram fazer filmes para divulgar a Palavra de Deus?

STEPHEN KENDRICK– Soubemos por intermédio de uma pesquisa nacional que as pessoas atualmente se permitem ser influenciadas mais por filmes do que pela igreja. Junto a isso, houve uma direção clara de Deus e o desejo de fazê-lo.

ENFOQUE – Vocês receberam milhares de e-mails e cartas de pessoas falando sobre o impacto que “Desafiando os Gigantes” teve sobre elas. Pergunto, então: um filme pode modificar vidas?

STEPHEN KENDRICK – Não. Um filme é apenas uma ferramenta que Deus usa. O poder está em sua Palavra, em sua verdade, e vem por meio do Espírito Santo. No final das contas, somos apenas instrumentos de sua graça. Ouvimos falar de mais de cinco mil pessoas que foram a Cristo diretamente por causa do filme. Isso é a ação de Deus.

ENFOQUE – Você poderia compartilhar conosco o testemunho de alguém que foi impactado pelo filme e que chamou sua atenção?

STEPHEN KENDRICK – Uma menina esperou todos saírem do cinema e então se ajoelhou e entregou sua vida para Cristo. Um homem de 34 anos voltou para casa depois de ter assistido ao filme e jogou fora todos os seus DVDs e suas revistas pornográficas. Muitos casais restabeleceram os laços do casamento ou com a igreja depois de ter visto o filme.

ENFOQUE – Aqui no Brasil, muitas denominações ainda vêem o cinema como uma ferramenta do diabo. O que você diria aos irmãos que ainda têm preconceito com relação à sétima arte?

STEPHEN KENDRICK – Isso é como dizer que música ou todo tipo de arte é do diabo. Quem é o dono da arte? Deus é o autor da beleza e da arte. O diabo não é um criador. Ele apenas tenta perverter e deformar o que o Senhor criou. Filmes são uma forma de arte que transmite uma mensagem, seja ela boa ou má. São facas de dois gumes e podem ser usados para prejudicar pessoas – se estiverem em mãos erradas – ou para defender a verdade, disseminando a Palavra de Deus, e assim ajudar pessoas. Os fi lmes são uma das mais poderosas ferramentas que existem nos dias de hoje.

ENFOQUE – Seus dois filmes anteriores foram lançados no Brasil direto em DVD, o que também vai acontecer com “Fireproof”. Por que essas três produções não estréiam nos cinemas?

STEPHEN KENDRICK – Boa pergunta. Quando elas forem importantes o suficiente nos Estados Unidos é provável que estréiem. Ore por isso!

ENFOQUE – Que mensagem você gostaria de mandar para os brasileiros?

STEPHEN KENDRICK – Continuem vivendo para Cristo no Brasil, irmãos e irmãs! Continuem trabalhando em unidade com outros crentes e orem com constância por avivamento na região em que vocês vivem. Estabeleçam ministérios de oração nas suas igrejas e vejam Deus fazer coisas maravilhosas. Espero que nosso filme ajude vocês a alcançar pessoas para Cristo no Brasil. Desejamos adorá-lO junto com todos vocês por toda a eternidade no Céu... muito em breve!