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sexta-feira, 23 de agosto de 2019

PSICOLOGIA E O BEM ESTAR: ANDAM SEMPRE JUNTOS - Livro de Wauner R. P. Rodrigues para download gratuito


O livro PSICOLOGIA E O BEM ESTAR: ANDAM SEMPRE JUNTOS, de Wauner R. P. Rodrigues,  é uma compilação de artigos e informações de grande riqueza, apresentando a chamada psicologia positiva e como ela pode ajudar na superação de nossos problemas e limitações - muitas delas auto impostas. Uma leitura esclarecedora e salutar!

Para baixar o e-book pelo site Google Drive, CLIQUE AQUI.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

CUIDANDO DOS NOSSOS LÍDERES - Entrevista com Esly Regina de Carvalho



Com um e-book intitulado "Cuidemos de nossos líderes", Esly Carvalho traz a tona algumas dificuldades, mitos e verdades quanto à vida da liderança cristã.
Será que as ovelhas percebem a pressão e o peso que exercem sobre seus líderes ao exigir a perfeição destes? Será que pastores e líderes percebem que a falta de transparência quanto à suas dificuldades alimentam o mito de "ser perfeito"?
Para falar sobre o assunto, o Instituto Jetro entrevistou a psicóloga cristã Esly Carvalho. 
Esly Regina Souza de Carvalho, MSc, LPC, Mestre em Psicologia, candidata doutoral em psicologia clínica, Trainer of Trainers de EMDR pelo EMDR Institute dos Estados Unidos; presidente da EMDR Treinamento e Consultoria Ltda., a organização que oferece o treinamento básico com exclusividade no Brasil; presidente da EMDR Ibero-América; aprovada como Trainer, Educator, Practitioner (TEP) pelo American Board of Examiners in Psychodrama, Sociometry and Group Psychotherapy (com distinção); Fellow da American Society of Group Psychotherapy and Psychodrama (ASGPP); membro honorário e fundadora da Asociación de Psicodrama y Sociometría del Ecuador (APSE); treinadora de Brainspotting no Brasil; presidente da Praça do Encontro; autora de vários livros. Para conhecer mais sobre a entrevistada acesse: www.pracadoencontro.com.br  e www.emdrbrasil.com.br 
Esly Regina Souza de Carvalho

Instituto Jetro - Em sua opinião, pensando na Igreja como um "hospital" das almas, ela tem sido apenas um hospital para curar as ovelhas, esquecendo que líderes também precisam de cura?

Esly- Os nossos líderes cristãos requerem mais dos nossos cuidados espirituais. Em geral, a nossa tendência é de pensar que os nossos guias são "intocáveis" e meio  "primos-irmãos" da perfeição. Por alguma razão pensamos que eles já alcançaram uma certa maturidade cristã e que estão "vacinados" contra o pecado, a queda moral ou coisas deste tipo. Consideramos que eles são muito "maduros" no Senhor e por isso, já não se encontram expostos às tentações com as quais nós, os "mortais" nos deparamos.Devemos lembrar-nos de que o inimigo tem muita fúria na tentativa de fazer cair os nossos líderes, porque se eles caem, as ovelhas se dispersam. Então a questão não é o que fazer se um líder cair (porque eles caem), mas o que fazer por eles quando têm essas quedas. Em minha opinião, as ovelhas também são culpadas dessa crise de transparência da liderança, já que esperam um modelo perfeito e impossível, ignoram como lidar com os erros humanos dos seus líderes, com isso, impõem uma carga parecida a uma maldição,algo que Deus jamais teve a intenção que tivessem.


Instituto Jetro - Então, você acredita que a crise de transparência da liderança, deve-se mais às expectativas das ovelhas de um modelo perfeito e impossível, do que da falta de humildade dos pastores de admitir seus erros e dificuldades?

ESLY - Das duas. É importante que os líderes, inclusive mulheres, integrem um pequeno grupo no qual possam viver em transparência. Uma das grandes tentações da liderança é pensar que podemos dar conta das coisas sozinhos. "Não podemos". Deus nos criou com a necessidade de comunhão e intimidade emocional com outras pessoas. Os homens devem fazer parte de um grupo de homens, e as mulheres, de um grupo de mulheres, nos quais podem abrir seus corações com transparência e confidência, sabendo que todos estamos sujeitos a tentações. Se sei que tenho de contar ao meu grupo o que estou enfrentando, isso me ajudará a frear na hora da tentação.  Isso exige muita maturidade e uma mudança em como as pessoas nas igrejas veem os seus líderes. Eu posso muito bem imaginar de onde vem a mentira de que a vida do líder tem de ser perfeita. Tem de ter filhos perfeitos, esposas perfeitas, sempre falar de forma perfeita, com sabedoria ...

Por que nos tornamos líderes, deixamos de pecar? Não precisamos mais da confissão e do perdão? Claro que precisamos! Então, sejamos transparentes e verdadeiros, honestos. Nem tudo o que acontece precisa vir a público. Mas deve existir um grupo de duas a três pessoas ao meu redor, às quais tenho de prestar contas e viver em transparência - pessoas que podem orar por mim e me sustentar (e eu em relação a elas) para que não caiamos em tentação.
Instiuto Jetro - Como pode um cristão e líder enfrentar a tentação? 

ESLY- Os bancos de nossas igrejas estão cheios de pessoas que sofrem. Muitas  fazem em silêncio porque têm medo de falar de suas feridas e ser rejeitadas. Outras pensam que serão acusadas de "pecado oculto" se explicarem as dificuldades por que passam. Outras receberam a instrução de orar mais, ler mais a Bíblia e confiar mais em Deus, e, como o seu problema não foi resolvido, pensam que assim é a vida do cristão: ele tem de "carregar a sua cruz". Algumas querem ser santas "à força", impondo uma santidade exterior, o que gera o mal do legalismo. Outras pensam que a santidade não é tão importante, que Deus as entende, sabe que são pecadoras e perdoa-lhes tudo; assim se desculpam pelos seus pecados. Nenhum desses extremos é recomendável.

Uma das principais razões pelas quais as pessoas não levam uma vida mais santa é porque não receberam cura emocional para as feridas do seu coração. Parece que a igreja aceita a saúde espiritual - a salvação pela graça de nosso Senhor Jesus Cristo; também aceita a saúde física - por meio do médico ou pela cura divina; mas pouco se ouve falar da saúde da alma, do coração - a saúde emocional no contexto da santidade.

A falta de saúde do coração é um dos maiores obstáculos para o crescimento espiritual e a santidade do cristão. Quando Paulo disse que o que queria fazer não fazia e o que não queria fazer acabava fazendo, fez uma descrição perfeita do que vejo todos os dias em meu consultório. Informação não é suficiente. Se fosse, os sermões já teriam curado todo o nosso povo, porque excelentes informações são compartilhadas em muitas pregações. Mas a informação intelectual muda muito pouco a conduta. Não toca a parte do nosso cérebro responsável pela mudança de comportamento. E pouco toca nosso coração. Por isso sabemos de excelentes pregações e também de cristãos que continuam lutando com seus problemas emocionais. 

Instituto Jetro - Muitos líderes vêm de lares disfuncionais. A maioria das pessoas que abraçam profissões de ajuda (médicos, psicólogos, assistentes sociais, pastores) saíram de lares com problemas de alcoolismo, adultério, violência, divórcio, etc. Tendemos a repetir os modelos antigos. Como lidar com a expectativa de terem "família e filhos perfeitos"? 

ESLY - Muitas pessoas afetam nossas vidas mais por condutas pecaminosas do que por condutas de amor e cura - talvez porque elas também tenham sido tratadas mais com pecado do que com santidade. Não é sem razão que a Bíblia nos diz que Deus visita os pecados dos pais nos filhos até à terceira e quarta gerações (Nm 14.18). Alguém que trabalha com aconselhamento logo descobre que as pessoas repetem o modelo de família o qual foram criadas. Se tiveram modelos bons e saudáveis, é isso o que aprenderão. Se foram criadas em uma família em que os padrões resultaram de pecado, então isso é o que absorverão: alcoolismo, violência, promiscuidade, infidelidade, adultério, ira, ansiedade, medo, depressão, legalismo, e por aí vai.


Todos repetimos o que aprendemos por atos e palavras (especialmente pelos exemplos). A boa notícia é que podemos romper com esses padrões. Não somos obrigados a viver e repetir fatalmente o que aprendemos. Mas, para isso, temos de investir vontade e esforço. Só pensar que não vamos repetir modelos não evita a repetição, já que a nossa conduta é muito mais que o fruto dos nossos pensamentos. Temos de buscar a cura para poder alcançá-la. Deus pode romper modelos passados, mas nós também temos de aprender novas maneiras, saudáveis e curadoras, de lidar com os nossos filhos.

Por um lado, às vezes não soubemos mesmo fazer o melhor. Tivemos modelos inadequados e, quem sabe, nos dedicamos tanto ao ministério que ignoramos as necessidades emocionais da família. Somente quando nossos filhos se desviam percebemos nosso pecado de omissão. Outras vezes, quem sabe, somos muito duros e legalistas, exigindo que nossos filhos se "encaixem" em nosso modelo imaginário. Esquecemos que eles são como todos os outros filhos: têm as mesmas necessidades físicas, emocionais e espirituais.


Por outro lado, às vezes fazemos o melhor que podemos e, ainda assim, nossos filhos não são esse "modelo perfeito". É que Deus lhes deu o livre-arbítrio. Eles pecam por vontade própria. Apesar de tudo que ensinamos, do tempo que gastamos com eles em oração por seu bem-estar e proteção, às vezes eles escolhem outro caminho. Nosso coração se rompe em dor por suas decisões pecaminosas. Sofremos com as consequências do pecado nas suas vidas e às vezes na vida dos seus filhos, nossos netos.

Não há pais perfeitos. Devemos enfrentar as situações em que os nossos líderes estão lutando com filhos imperfeitos com a mesma graça que Deus nos oferece.

Instituto Jetro - Quais seus conselhos de cuidado para nossos pastores e líderes?
ESLY - Os pastores e líderes devem evitar o esgotamento, eis algumas sugestões: 1. Inove sua vida devocional: escreva suas orações em vez de fazê-las em voz alta. Saia para caminhar e ore em voz alta enquanto caminha à sós, procure um companheiro de oração com quem possa compartilhar abertamente. 2. Reserve tempo para estar à sós. 3. Durma bastante e pratique atividade física. 4. Descanse e relaxe. Sem culpa. 5. "Preste contas" a outras pessoas. Peça a Deus que coloque em sua vida pessoas de confiança com quem possa compartilhar as cargas que o afligem, suas tentações e seus sonhos. 6. Pense de formas não usuais. Busque soluções criativas. Busque soluções, e não problemas. 7. Semanalmente, faça algo que nada tenha a ver com seu ministério. 


E ainda, proteja seu chamado. De tempos em tempos, volte ao chamado original. Pergunte-se: "estou fazendo aquilo que Deus me chamou para fazer?" "Estou me tornando cada vez mais parecido a Jesus?" "Qual é o fruto das minhas mãos?" A Bíblia diz que seremos conhecidos pelo nosso fruto, não pela nossa atividade ou por uma agenda cheia. Quando eu terminar a minha carreira, o que vou deixar para as outras gerações? Estou investindo em levantar uma geração que
vai continuar a obra do Senhor?

Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade do título, dos textos, mencionado o autor e o site http://www.institutojetro.com/ e comunicada sua utilização através do e-mail artigos@institutojetro.com.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Psicólogos querem direito de ter confissão de fé na identidade profissional




A Psicóloga Marisa Lobo, Presidente da ASSOCIAÇÃO DE PSICÓLOGO E PROFISSIONAL PRÓ FAMILIA (ACPPF), recém-criado pra defender direitos de profissionais, bem como proteger a família biológica natural tradicional, e orientar profissionais em sua liberdade de crença e de expressão, que é Cristã protestante (evangélica), e tem sido conhecida como a psicóloga que está sofrendo processo ético por negar retirar de suas redes sociais referencia que faz a DEUS, e sua fé; e o PSICÓLOGO de Brasília especialista em direitos Humanos Luciano Garrido Católico Apostólico Romano estão requerendo direitos de constar sua identidade religiosa na carteira PROFISISONAL de psicólogo, e Juntos divulgando e fazendo conhecer aos psicólogos que este é um direito legítimo.

Esta semana entregaram um requerimento formal junto ao conselho de psicologia de seus estados, Marisa Lobo que já havia questionado o Conselho regional sobre esta possibilidade e ainda não obtendo resposta esta semana seguindo o exemplo de Luciano Garrido entregou novamente o pedindo por meio de requerimento formal, e esperam resposta bem como represálias já que o conselho federal de psicologia tem se mostrado relutante em aceitar discutir direitos de religião aos profissionais de psicologia.

Para Luciano Garrido, que já vem denunciando os desmando do conselho de psicologia, e que recentemente foi chamado ao conselho para dar explicações por suas declarações contra atitudes que considera usurpação de poder,

Luciano foi um dos primeiros psicólogos a concordar com a posição da psicóloga Marisa Lobo e apesar de sua luta não ser religiosa dentro dos questionamentos que faz contra o conselho, após a perseguição contra Marisa Lobo resolveu manifestar sua fé e como profissional também quer ter direito de ter os mesmo direitos dado aos homossexuais, que tem em sua carteira de identidade seu nome social direito concedido pelo conselho de psicologia isonomia é o que defende, e liberdade religiosa..

Para a psicóloga Marisa Lobo, além desse direito, diz “meu paciente também tem o dele de escolher o profissional, sabendo de qual religião pertence se for da vontade do profissional deixar isso explícito”. Estamos inseridos em uma sociedade Cristã, e como clínica não posso negar que meus pacientes se sentem confortáveis ao saber que sou Cristã creio este ser um direito dele.

É impossível não ser influenciado pelo seu terapeuta 100%, e creio que o paciente, sabendo de minha fé, ainda que no setting terapêutico, não faça referência, será produtivo meu paciente se sentirá seguro, pois se ele me procura tem que saber quem sou eu, e minha fé é minha identidade. Se há uma seleção ai, talvez sim, mas não eu quem me procura o que é um direito do meu paciente.

Muitos pacientes procuram sim, seus terapeutas pela confissão de fé, até mesmo os sem religião, não podemos negar esta verdade, tanto que existe associação Brasileira de psicólogos espiritas, budista, parapsicólogos etc., só querem deixar de ser hipócritas e assumir de forma legal nosso direito para não sermos perseguidos, isso não quer dizer que induzirei quais quer convicções dentro do meu consultório, porém de certa forma protege o profissional de futuras armadilhas.

Abaixo segue o requerimento elaborado por Luciano Garrido e divulgado pela Psicóloga em seus sites e redes sociais. Marisa Lobo esclarece que este requerimento foi entregue ao deputado Marco Feliciano, que transformará em projeto de lei, e ou indicação legal para estender esse direito a todos os profissionais que assim desejarem.

Marco Feliciano, que está defendendo a psicóloga Marisa Lobo, juntamente com a frente parlamentar, acredita ser este um dos meios legais para se requerer direitos, “se”, foi dado direto civil ao travesti, de colocar em sua carteira profissional seu nome social, tem que ser dado igualmente direito àqueles que desejarem que conste sua confissão de fé e como parlamentar, tenho a obrigação de lutar legalmente para que esse direito seja legitimado ao profissional não somente ao psicólogo, mas a todo e qualquer profissional, pois não podemos esquecer que vivemos em um país laico e professar sua fé e expô-la é direito constitucional, argumenta deputado Feliciano.



AO PRESENTE CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO PARANÁ 8ª REGIÃO.

Eu, ........................, estado civil................, psicóloga(0), inscrita no CRP ...... sob o nº ........., CPF .......... Residente e domiciliado a Rua ......... bairro .......cidade ........ estado........ Respeitosamente venho requerer direitos civis de profissional como se segue.

Venho Através deste requerimento esclarecer e informar que:

CONSIDERANDO o direito a livre manifestação da crença religiosa, previsto na declaração universal de direitos humanos, no seu artigo XVIII.

CONSIDERANDO o direito à cidadania e o princípio da dignidade da pessoa humana, previstos no artigo 1º,inc.I e III da constituição Federal de 1988;

CONSIDERADO que ninguém pode ser privado de direitos por motivo de crença religiosa, conforme Art 5º, inciso VIII, da constituição Federal de 1988.

CONISDERANDO o dispositivo na lei nº 6.206/75, a qual dá valor de documento de identidade ás carteiras expeditas pelos órgãos fiscalizadores de exercício profissional;

CONSIDERANDO que nos termos do artigo 14 da lei nº 5.766/71 e art 47 do decreto nº 79.822/77 e art 47 da resolução CFP nº 003 /2007, o documento de identificação do psicólogo é a carteira de identidade profissional;

CONSIDERANDO que o artigo 47 do Decreto nº 79.822/77 estabelece que deferida a inscrição será fornecida ao psicólogo carteira de identidade profissional, em que serão feitas anotações relativas á atividade do portador;

CONSIDERANDO decisão do plenário do Conselho Federal de Psicologia do dia 17 de Junho de 2011, e

CONSIDERANDO A resolução 14/2011, que dispõe sobre a inclusão do Nome Social no campo “observação” da carteira de identidade profissional do psicólogo e da outras providências .

Dessa forma , requer a este Conselho que assegure o direito á manifestação de minha crença religiosa, autorizando que a denominação “Cristã Protestante” conste no campo “observação” da minha Carteira de Identidade Profissional de Psicólogo , pois é desta maneira que sou reconhecida em minha comunidade e em minha inserção social. A identidade religiosa merece tratamento isonômico frente a outras formas de Identidade.

Termos em que

Pede deferimento

Cidade , data 2012

Assinatura

CRP. .......

http://www.guiame.com.br/