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domingo, 14 de dezembro de 2014

REIKI e sua incompatibilidade com o Cristianismo


REIKI, o poder para curar?


Tradução de um artigo em espanhol do Pe. Miguel Carvallo Campos,

especialista em Seitas e Heresias.

 O Reiki é uma técnica de cura promovida pela corrente da Nova Era. É uma disciplina oriental, segundo afirmam os seus seguidores, que ajuda a utilizar a capacidade escondida em cada ser humano de aproveitar a "energia vital do universo" para acabar com as doenças do corpo e da alma.
Reiki é uma palavra de origem japonesa que se refere à "energia vital do universo" que fluiria através de um discípulo "activado" por ela.
O Reiki afirma que as enfermidades são sempre ocasionadas pôr um desequilíbrio na energia e a sua técnica procura encontrar "a harmonia", "o equilíbrio" da energia existente nos diferentes centros energéticos do corpo humano (chakras), mediante a imposição de mãos. Os que utilizam o Reiki, prometem um grande alívio no plano físico, espiritual, e uma plena sensação de paz.

A História do Reiki
O Reiki surgiu a princípio do século XX com Mikao Usui, decano de uma pequena universidade cristã em Kyoto - Japão. Contam que teve que deixar o seu posto de decano porque os seus alunos lhe pediram para que lhes ensinasse a técnica utilizada por Jesus para curar com as mãos, e ele teria se sentido constrangido por não possuir este conhecimento. Decidido a investigar esta questão da imposição das mãos, matriculou-se  para estudar Teologia na Universidade de Chicago. Por não encontrar aí a "receita" para fazer curas como Jesus Cristo, viajou para o norte da Índia e para o Tibete, pois "suspeitava" que aí havia estudado, também, Jesus Cristo. Estudou os escritos budistas do Tibete, e conta ter aí encontrado a resposta intelectual para a sua inquietação interior. A seguir, voltou para o Japão e aprofundou o estudo da doutrina do Buda, pois sabia que ele também havia realizado curas. Estando num mosteiro budista, depois de fazer um jejum de 21 dias, diz ter recebido uma visão que lhe revelou o segredo do Reiki para fazer curas físicas. Mais adiante, conta que em outra visão foram revelados os cinco princípios filosóficos do Reiki, e a partir daí teria "descoberto" que toda a enfermidade física tem uma origem espiritual.

O Reiki é compatível com o cristianismo?
O Reiki rapidamente se espalhou para o ocidente, conquistando inúmeros adeptos. Um dos segredos para o seu crescimento está em dizer que é somente uma técnica de cura, e, por isso, não entra em conflito com o cristianismo. Esta é uma das estratégias mais comuns usadas pelos adeptos da Nova Era, para atrair pessoas para a sua filosofia, com o objectivo final de levar a perda da confiança nos cuidados amorosos de Deus.
Quando o Reiki fala de uma energia universal, faz desaparecer o Deus da Bíblia. A Sagrada Escritura nos revela que Deus não é uma energia, mas é uma Pessoa que nos ama com um amor pessoal. Se alguém precisa somente aprender a "activar a energia universal", não é mais necessário Deus, religião ou fé. Tudo passa a ser sem sentido, porque a própria pessoa passa a dominar o poder presente no universo. E isso, assemelha-se à heresia do panteísmo. Para este pensamento filosófico, Deus e a natureza identificam-se um com o outro. Para o panteísmo tudo é Deus, e o homem é também deus, por ser parte deste todo.
No cristianismo, Deus é o criador, e o homem a criatura. Mesmo criado à imagem e semelhança de Deus, o homem nunca será Deus.

Os cristãos crêem na cura pela imposição de mãos. Este foi um ensino de Jesus Cristo para os seus seguidores: "...imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados." (Marcos 16:18). Esta prática Jesus não a aprendeu na Índia, Tibete ou em alguma outra doutrina oriental. Ele é Deus, veio habitar entre nós  para anunciar a salvação. Nele recebemos o poder do alto: "Toda autoridade me foi dada no céu e na terra." (Mateus 28:18). Para exercitar a autoridade dada por Jesus basta a fé: "Em verdade vos declaro: todo o que disser a este monte: levanta-te e lança-te ao mar, se não duvidar em seu coração, mas acreditar que sucederá tudo o que disser, obterá esse milagre." (Marcos 11:23).


domingo, 28 de julho de 2013

Igreja Católica Romana: Uma Radiografia, ebook gratuito de David Martin Lloyde-Jones


O Projeto Castelo Forte disponibilizou para download o pequeno e-book Igreja Católica Romana: Uma Radiografia, de David Martin Lloyde-Jones. Em tempos de visita papal ao Brasil e da visão romântica de muitos que se aproximam, em variados graus, do que se poderia chamar de ecumenismo, este livrete traz importantes assuntos tratados de forma sensata e firme.

Para ler online ou baixar o livro, CLIQUE AQUI.

domingo, 16 de junho de 2013

História de conversões de padres do catolicismo ao protestantismo



Hoje em dia nós não temos o hábito de relatar as conversões de pessoas ilustres da sociedade ao protestantismo, a não ser muitas falsas conversões de celebridades, talvez por causa de nos dias de hoje isso ser um fato raro, o certo é que no passado, no início do protestantismo no Brasil, as conversões eram mais destacadas entre intelectuais, pessoas ilustres e entre sacerdotes católicos.

Em seu livro “O Protestantismo Brasileiro – Estudo de Eclesiologia e História Social”, Émile – G. Leonard (Juerp-ASTE, 1963), fazendo referência principalmente a Kidder e a Themudo Lessa, relata conversões de sacerdotes católicos ocorridas no início da evangelização do Brasil logo depois da segunda metade do século XIX.

A mais famosa conversão dessa época foi a do padre José Manoel da Conceição, que tornou-se pastor presbiteriano e ajudou a consolidar a pregação do Evangelho e das doutrinas da Graça no interior de São Paulo. Hoje o seu nome é destacado entre os presbiterianos e até um Seminário com o seu nome, existe na cidade de São Paulo.

SACERDOTES CONVERTIDOS AO PROTESTANTISMO
O nome que sempre vem a nossa mente quando lembramos de conversões de sacerdotes católicos é o da conversão de Martinho Lutero no séc. XVI, aquele que perpetrou o movimento da Reforma e outros que também foram protagonistas desse movimento da Idade Média. Aliás à época milhares de padres e freiras abandonaram as fileiras do catolicismo e aderiram ao protestantismo.

CONVERSÕES DE SACERDOTES CATÓLICOS AO PROTESTANTISMO NO BRASIL.
            Alguns desses novos conversos ao protestantismo e que saíram do catolicismo, estão os nomes de indivíduos que eram figuras de grande projeção no cenário nacional em seu tempo.

            - Francisco Rodrigues dos Santos Saraiva (1834-1900). Foi padre. Era filologista, especialista na língua hebraica, foi um dos amigos pessoais de D. Pedro II. Escreveu o livro: “O catolicismo romano ou A velha e fatal ilusão da sociedade”. Ele foi também o tradutor de um esplendido trabalho nos Salmos intitulado “A Harpa de Israel”.

            - Antônio Teixeira de Albuquerque (1840-1887). Era padre. Foi o primeiro pastor batista de Maceió-AL, cidade onde já havia sido vigário. Escreveu a obra: “Três razões porque deixei a Igreja Romana”, foi reeditada pela Casa Publicadora Batista em 1945. No livro ele dá as razões de sua saída, que eram: A Transubistanciação, o celibato dos padres e a confissão absolutória.

            - Antônio Lino da Costa (1850-1913). Era padre. Sobrinho do Bispo Dom Sebastião Pinto do Rego. Ele foi pastor presbiteriano depois de convertido ao protestantismo.


            - Hipólito de Oliveira Campos – Foi vigário de Juiz de Fora-MG e era membro de uma família ilustre do Estado. Abandonou o sacerdócio católico após 26 anos de trabalhos e se tornou um pastor da Igreja Metodista. Publicou em 1919 uma Miscelânia Religiosa anti-católica.

            - ex-cônego, Dr. Honório Benedito Ottoni - Foi pastor batista. Foi o tradutor da Apologética de Tertuliano.

            - José Domingos Batista – Ex-cônego – Publicou entre os anos de 1898 e 1900 a sua autobiografia intitulada: “Cinquenta anos em Cativeiro”.

            Podemos citar ainda as conversões ao protestantismo dos padres João Francisco da Cruz e dos padres italianos Constâncio OmegnaLuiggi Fideli e Joseph Piani, os dois últimos eram salesianos, que se converteram em virtude da violência contra os protestantes da região de Recife.

Essas e outras conversões podem ser confirmadas na bibliografia. Existiram também conversões temporãs de indivíduos que abandonaram a batina, e depois de um tempo abandonaram a fé e se tornaram pessoas comuns da sociedade, atuando na área educacional, principalmente.


Bibliografia:

ÉMILE - G. Leonard - O protestantismo Brasileiro - Estudo de Eclesiologia e História Social. Juerp/ASTE. 1963.

TEMUDO LESSA, Vicente. Anais Históricos da 1ª Igreja Presbiteriana de São Paulo. São Paulo, 1938.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Entenda porque o filme sobre Maomé gerou revoltas entre os muçulmanos


Milhares de pessoas têm protestado em países da Ásia, da África e do Oriente Médio contra um filme feito nos Estados Unidos considerado anti-slâ, que retrata o profeta Maomé. A BBC explica por que a obra tem causado tanta indignação:

O que o filme mostra?

O vídeo, que é o trailer de um filme mais longo chamado Innocence of Muslims (“Inocência de Muçulmanos”, em tradução livre), parece retratar o islã como uma religião de violência e ódio, e Maomé, como um homem tolo e com sede de poder.

A primeira cena do vídeo mostra uma família cristã copta vivendo em um Egito em processo de radicalização e sofrendo ataques de muçulmanos. O pai diz às filhas que os muçulmanos estão matando os cristãos e que o Estado islâmico está escondendo seus crimes.

Em seguida, o filme mostra o profeta Maomé com sua família e seus seguidores no deserto. Maomé é mostrado em posições sexuais com a sua mulher e com outras. Uma das sequências que mais insultaram os muçulmanos inclui uma referência a Maomé sancionando o abuso de crianças, e em determinado momento o profeta revela ser homossexual.

Muitos dos personagens recitam versos supostamente tirados do Corão, mas claramente inventados, falando de matar e extorquir pessoas.

Por que o conteúdo é tão ofensivo?

Qualquer representação de Maomé já vai contra os ensinamentos islâmicos – imagine então uma representação satírica e crítica. A descrição pouco elogiosa da mulher de Maomé e de seus seguidores também é considerada uma blasfêmia.

O princípio fundador do islã é que o Corão é a palavra direta de Deus, revelada a Maomé para ser divulgada à humanidade. Sendo assim, o fato de o vídeo sugerir que o Corão é inspirado em versos do Antigo e do Novo Testamento também é uma afronta aos muçulmanos.

Outras referências aos casos de Maomé com mulheres, a sua ganância e sua tendência à violência também são ofensivas em qualquer contexto.

O que se sabe sobre o vídeo?

Acredita-se que o filme completo tenha cerca de uma hora, ainda que o vídeo mais visto seja um trailer de 14 minutos, amplamente divulgado em inglês e árabe.

O filme tem características amadoras, no que diz respeito a atores, cenário e produção. Foi filmado durante cinco dias em um estúdio da Califórnia em agosto do ano passado, com cerca de 50 atores e outras dezenas de produtores.

A maior parte do conteúdo ofensivo parece não estar presente no filme original, e sim ter sido dublada posteriormente.

Quem é Nakoula Basseley Nakoula?

O trailer foi colocado no YouTube por uma conta ligada ao usuário “sambacile” – inicialmente descrito como um judeu israelense que levantou US$ 5 milhões com israelenses nos EUA para fazer o filme. Mas essa pessoa não existe.

Autoridades dos EUA agora dizem ter identificado Nakoula Basseley Nakoula, um egípcio cristão copta que vive na Califórnia e pode ser o autor do filme. Basseley, condenado por fraude em 2010 e forçado a pagar mais de US$ 790 mil em restituições, é suspeito de ter usado o pseudônimo “Sam Bacile” para esconder sua identidade. Ele nega as acusações.

O que dizem os atores?

Eles alegam que foram enganados a respeito do filme, dizendo que o projeto original não tinha nenhuma relação com o islã ou com o profeta. Segundo eles, todas as referências a Maomé e os insultos religiosos foram adicionados depois, na fase de pós-produção.

Cindy Lee Garcia, que fez uma pequena participação no filme, disse ao site Gawker.com que ela e seus colegas receberam um roteiro de um filme chamado Desert Warriors (“Guerreiros do Deserto”, em tradução livre), que seria um drama histórico ambientado no Oriente Mèdio.

A atriz confirmou ter visto Nakoula durante as gravações.

Tem algo mais acontecendo nessa polêmica sobre o filme?

Como ficou evidente depois da publicação dos charges sobre Maomé em 2006, líderes políticos e religiosos na região se utilizam desses supostos insultos ao islã para provocar manifestações públicas.

Manifestações começaram a se espalhar do Egito para outros países – inflamado talvez pela mídia local – por causa da desconfiança em relação ao Ocidente, algo que muitos grupos vêm capitalizando sobre a polêmica.

Desilusão, falta de oportunidades e ódio contra o establishment podem causar protestos em qualquer contexto.

Informações: BBC

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Duzentos mil muçulmanos se convertem a Cristo

Xeiques, imans, líderes islâmicos e devotos comuns desafiam a morte e o ostracismo

WASHINGTON, EUA — Não é fácil deixar o islamismo num país muçulmano.
Pode colocar sua liberdade e a própria vida em risco.
Mas milhares estão fazendo isso, de acordo com um livro recente escrito por Jerry Trousdale, diretor de ministérios internacionais de City Team International. Aliás, ele escreve no livro “Miraculous Movements: How Hundreds of Thousands of Muslims Are Falling in Love With Jesus” (Movimentos Miraculosos: Como Centenas de Milhares de Muçulmanos Estão se Apaixonando por Jesus), uns 200.000 muçulmanos se converteram ao Cristianismo nos últimos seis anos. E eles incluem xeiques, imans, líderes muçulmanos e devotos comuns da religião muçulmana.
“Há um descontentamento e desânimo tremendo entre as próprias pessoas que mais conhecem o Corão e que estão desesperadas em busca de certezas em sua própria religião”, diz Trousdale.
City Team tem locais na Califórnia, Pensilvânia e Oregon e parcerias em 42 países no mundo inteiro. Desde 1998, a organização vem cuidando de pessoas no mundo inteiro treinando, equipando, mentorando e preparando líderes locais para cuidar dos que estão em necessidade em suas comunidades. Isso inclui treinar 600.000 novos cristãos que iniciaram 18.000 novas igrejas nos sete anos passados.
“Estamos iniciando um modo totalmente novo de pensar sobre a natureza da igreja”, diz Trousdale. “O modelo da igreja que está emergindo é muito diferente da igreja tradicional. Os movimentos discipuladores estão alcançando nações inteiras no mundo. É incrivelmente emocionante ser parte de um movimento onde vemos a vida das pessoas sendo radicalmente transformada pelo Evangelho”.
Ele crê que o que vem aprendendo com essa experiência pode tornar qualquer pessoa mais eficiente no compartilhamento do Evangelho — onde quer que ela esteja.
“Este livro, essas pessoas e os testemunhos miraculosos são de verdade!” exclama Chip Ingram, pastor sênior da Igreja Cristã de Ventura. “Há um movimento de Deus de mudança de paradigmas que toda e qualquer pessoa que tem o compromisso de fazer discípulos tem de ler e aplicar”.
Trousdale diz que viu mesquitas inteiras se convertendo ao Cristianismo. Ele conta de dois fazedores de discípulos que se recusaram a desistir de certa cidade que havia martirizado cinco cristãos.
Dentro de sete anos, havia sete igrejas na cidade.
O livro também documenta relatos de muçulmanos que estão descobrindo Jesus em sonhos e visões.
Traduzido por Julio Severo do artigo de WND: 200,000 MUSLIMS CONVERT TO CHRISTIANITY

terça-feira, 18 de maio de 2010

COMO PROVAR QUE O ESPIRITISMO ESTÁ EM TOTAL DESACORDO COM A PALAVRA DE DEUS

*

 Jefferson Magno Costa - Blog Sublime Leitura

NÃO EXISTE CONCORDÂNCIA ENTRE A BÍBLIA E AS DOUTRINAS ESPÍRITAS

Para demonstrarmos qual é a verdadeira natureza do espiritismo, analisaremos neste artigo as suas doutrinas. Não faremos, porém, uma simples exposição desses ensinamentos. Isto pouca ou nenhuma utilidade teria para quem se propõe a evangelizar espíritas. Serão os próprios doutrinadores do espiritismo, através de suas declarações antibíblicas, irreverentes e irracionais, que desmascararão esse sistema cuja base é a evocação dos mortos, radicalmente condenada por Deus. Veremos, portanto, o que diz a Bíblia e o que diz o espiritismo.
Através desse confronto, poderemos mostrar que o espiritismo, ao contrário do que enganosamente é ensinado nos jornais, no rádio, nos centros, nos terreiros e nas tendas espíritas, não construiu seu conjunto doutrinário “partindo das próprias palavras de Cristo; como este, partiu das de Moisés”, sendo “consequência direta de sua doutrina”, conforme afirmou enganosamente Allan Kardec no livro A Gênese (Federeação Espírita Brasileira, Rio de Janeiro, 1985, p.28), e continuam afirmando ate hoje muitos de seus doutrinadores. A verdade é que as doutrinas espíritas contradizem tudo o que Jesus Cristo pregou. Elas negam blasfematoriamente a autoridade da Bíblia, e ensinam exatamente o contrário do que ensinam o Antigo e o Novo Testamentos.
Além de não considerar a Bíblia como Palavra de Deus, o espiritismo não reconhece o mistério da Santíssima Trindade, nega que a humanidade tenha surgido a partir de Adão e Eva, nega a existência de anjos, demônios, Céu e Inferno. Nega a possibilidade da ressurreição, e desconhece a eficácia redentora do sangue de Jesus Cristo derramado na cruz do Calvário, afirmando também que Jesus não é Deus. Analisando declarações de Kardec e seus seguidores, vejamos porque o espiritismo é o mais terrível conjunto de ensinamentos antibíblicos já aparecido sobre a face da terra, em toda a história do cristianismo.

OPINIÃO DA DOUTRINA ESPÍRITA SOBRE A BÍBLIA
Muitas vezes, durante suas enganosas argumentações, os doutrinadores espíritas, numa linguagem “mansa” e “reverente”, citam os textos bíblicos que, aparentemente, apóiam seus errôneos ensinamentos, mas capazes de desconhecer imediatamente a Bíblia como um livro infalível, autêntico e divinamente inspirado, de rotulá-la como velha e ultrapassada, e de negar, furiosos, que ela seja a palavra de Deus, quando um evangélico cita um ou alguns dos muitos versículos ou passagens bíblicas que condenam as práticas e as doutrinas espíritas.
Este capítulo foi escrito visando esclarecer particularmente os espíritas sinceros, que, entregues às suas práticas, supõem estar obedecendo à vontade de Deus e observando os ensinamentos de Jesus. Por não terem sido ainda alcançados pela luz do evangelho de Jesus Cristo, desconhecem o quanto o espiritismo é contrário às doutrinas bíblicas, ao que Jesus ensinou.
Enganados estão todos aqueles que supõem ter Allan Kardec respeitado, durante o seu trabalho como codificador do espiritismo, a autoridade da Bíblia. Para ele ela está cheia de erros: “A Bíblia, evidentemente, encerra fatos que a razão, desenvolvida pela ciência, não poderia hoje aceitar e outros que parecem estranhos e derivam de costumes que já não são os nossos”, diz arrogantemente o maioral dos espíritas na página 87 do livro A Gênese.
No livro O Evangelho Segundo o Espiritismo, Kardec, depois de declarar que os dez mandamentos são de caráter divino por pertencerem a todos os tempos e países (e só por esse motivo eles seriam divinos, diz o codificador do Espiritismo), nega a inspiração divina do Pentateuco, afirmando sobre o restante dos escritos mosaicos: “Todas as outras são leis que Moisés decretou, obrigado que sería a conter, pelo temor, um povo, em seu natural, turbulento e indisciplinado, no qual tinha ele de combater arraigados abusos e preconceitos adquiridos durante a escravidão no Egito. Para imprimir autoridade às suas leis, houve que lhes atribuir origem divina, conforme fizeram todos os legisladores dos povos primitivos. A autoridade do homem precisava apoiar-se na autoridade de Deus; mas, só a idéia de um Deus terrível podia impressionar criaturas ignorantes...” (FEB, 1979, pp. 56,57). Seriam necessárias mais provas sobre a opinião blasfema e irreverente de Kardec sobre a Bíblia?
Vemos que, além de negar a inspiração do Pentateuco, o maioral do espiritismo acusa Moisés de ter fingido proferir palavras ditadas por Deus, e de ter feito uso da autoridade divina (que, segundo Kardec, Moisés não tinha) para amedrontar um bando de pobres ignorantes, conforme algumas pessoas costumam fazer com as crianças, contando-lhes histórias de “bicho-papão” para amedrontá-las e torná-las obedientes.
Kardec ataca também diabolicamente os evangelistas, afirmando que eles “ter-se-ão possivelmente enganado, quanto ao sentido das palavras do Senhor, ou dado interpretação falsa aos seus pensamentos...” (A Gênese, p.386).
Esse mau exemplo, essas opiniões blasfematórias foram e continuam sendo imitadas por muitos espíritas no Brasil. Exemplo disto temos no livro À Margem do Espiritismo (FEB, 3a. ed., 1981, p.214), do polemista espírita brasileiro Carlos Imbassay. Irreverente diante da Palavra de Deus, Imbassay desmascara a natureza antibiblicas do espiritismo, ao declarar soberbamente:”Nem a Bíblia prova coisa nenhuma, nem temos a Bíblia como probante. O espiritismo não é um ramo do cristianismo, como as demais seitas cristãs. Não assenta os seus princípios nas Escrituras. Não rodopia junto à Bíblia. A discussão, no terreno em que se acha, seria ótima com católicos, visto como católicos e protestantes baseiam os seus ensinamentos nas Escrituras. Mas a nossa base é o ensino dos espíritos, daí o nome – espiritismo.” Alguém ainda tem alguma dúvida de que o espiritismo não tem nada a ver com o cristiansimo?  
Na França, Allan Kardec não esteve sozinho na sua tarefa diabólica de negar a autoridade da Bíblia. Leon Denis, na condição de continuador e divulgador de suas idéias, escreveu vários livros. Muitos deles foram traduzidos para o português, e hoje são muito apreciados pelos espíritas brasileiros. Entre as obras de Leon Denis, há um livro intitulado Cristianismo e Espiritismo, que nega, entre outras coisas, a inspiração da Bíblia. Na página 130 desse livro (Cito a 5a. edição, da FEB), Denis afirma que a Bíblia “não pode ser considerada produto da inspiração divina”. Ela é “de origem puramente humana, semeada de ficções e alegorias, sob as quais o pensamento filosófico se dissimula e desaparece o mais das vezes”. Aí está, caro leitor, mais um renomado doutrinador espírita mostrando a natureza visceralmente anticristã, antibiblica, irreverente a blasfematória do espiritismo.
Finalmente, eis o que o órgão oficial da Federação Espírita Brasileira, O Reformador, publicou, na página 13 do fascículo de janeiro de 1953 (cito uma fonte antiga para mostrar o quanto a posição antibíblica do espiritismo é antiga) sobre a Bíblia: “Do Velho Testamento, já nos é recomendado somente o Decálogo, e do Novo Testamento apenas a moral de Jesus; já consideramos de valor secundário, ou revogado e sem valor algum, mais de 90% do texto da Bíblia.” É esta a religião que se diz cristã, que é “simplesmente a volta ao cristianismo primitivo, sob as mais precisas formas”, conforme afirmaram hipocritamente Kardec e seus continuadores.
Os espíritas que buscam sinceramente a Deus no espiritismo, com a esperança de encontrá-lo, devem conscientizar-se de que a Bíblia não é um simples livro, e sim a Palavra de Deus. Não há Evangelho Segundo o Espiritismo, não há Livro dos Espíritos ou outro qualquer livro, humana ou diabolicamente inspirado, que a supere. A verdade nela contida permanecerá como o firmamento do Céu: “Para sempre, ó Senhor, está firmada a tua palavra no céu” (Salmo 119.89), desafiando a transitoriedade dos acontecimentos e da vida sobre a face da terra: “...seca-se a erva e cai a sua flor, mas a palavra de nosso Deus permanece eternamente” (Isaías 40.8), desafiando Kardec, o espiritismo e os “espíritos” que atuam no mundo, pois NADA conseguirá suplantá-la. Isto quem nos garantiu foi o próprio Filho de Deus, Jesus Cristo: “Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão” (Mateus 24.35). Ninguém conseguirá contradizer ou suplantar os ensinamentos de Jesus, pois “a palavra do Senhor permanece eternamente” (1 Pedro 1.25).
Saibam também os espíritas que “Toda Escritura é inspirada por Deus, e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (2 Timóteo 3.16). São injustas, enganosas e inspiradas por Satanás as afirmações que põem em dúvida a inspiração divina da Palavra de Deus, “porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana, entretanto homens falaram da parte de Deus movidos pelo Espírito Santo” (2 Pedro 1.21).

A TRINDADE VISTA PELO ESPIRITISMO
No conceito do espiritismo, Deus não passa de um ser incapaz de julgar suas criaturas com justiça. Ele tolera infinitamente o pecado dos seres humanos, e sempre procura dar um “jeitinho” (através da reencarnação) de “passar a mão" sobre a cabeça de todos os pecadores, perdoando-os. É o tipo do Deus em quem o Diabo quer que a humanidade creia. Além de considerá-lo dessa forma, o espiritismo despersonaliza-o. É o que se constata em um livro de Leon Denis, Depois da Morte. Diz ele, na página 114 dessa obra, que “Deus é infinito e não pode ser individualizado, isto é, separado do mundo, nem subsistir à parte”. Isto é uma afrontosa tentativa de anular a pessoa de Deus; não passa de aberrante panteísmo, onde Deus não é visto como um ser pessoal, definido, e sim como “a soma de tudo quanto existe”.
Quanto à existência do Pai, do Filho e do Espírito Santo – três pessoas em uma só, formando a Trindade – os espíritas ou a negam ou simplesmente a ignoram, evitando falar sobre ela, conforme fez Allan Kardec. Porém, procuram aproveitar todas as oportunidades de negá-la, como fez o Jornal Espírita (publicado no Rio de Janeiro) em seu número de março de 1953. Em um trabalho de perguntas e respostas, uma das perguntas formuladas foi: “Há mais do que uma pessoa em Deus?” obtendo uma resposta: “Não, a razão nos diz que Deus é um ser único, indivisível; que o pai celeste é um só para todos os filhos de Universo.” Aí está, claramente, a negação da Trindade.
Porém, as Santas Escrituras ensinam e provam a existência do Pai, do Filho e do Espírito Santo, em Mateus 28.19; 1 Coríntios 12.3-6; 2 Coríntios 13.13; 1 Pedro 1.2; Judas 20-21, e em outras passagens bíblicas
No livro Pseudos-Sábios ou Falsos Profetas (1947, p. 34), o espírita Rangel Veloso diz ter ouvido em um centro espírita a seguinte definição de Deus, panteística e afrontadora como costumam ser as opiniões espíritas sobre o Criador: “Deus é uma folha de papel, rasgadinha em milhões, bilhões e não sei quantas mais divisões. Lançados esses pedacinhos de papel no Universo, cada pedacinho de papel representa um homem e um ser existente, e todos reunidos, formando o todo, é Deus.”
Não, este não é o Deus a quem nós, os evangélicos, conhecemos, não é o Deus a quem servimos, não é Aquele que se identificou como pessoa a Moisés, ao dizer: “EU SOU O QUE SOU” (Êxodo 3.14), que tem manifestado o seu poder e sua vontade entre os homens, pois “o Senhor é verdadeiramente Deus; ele é o Deus vivo e o rei eterno; do seu furor treme a terra, e as nações não podem suportar a sua indignação” (Jeremias 10.10). Foi Ele que “estendeu o céu, fundou a terra e formou o espírito do homem dentro nele” (Zacarias 12.1). Saibam os espíritas que “para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem existimos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós também por ele” (1 Coríntios 8.6).

A CRIAÇÃO DO HOMEM E O PECADO ORIGINAL SEGUNDO O ESPIRITISMO
Está escrito na Bíblia, o Livro da Verdade, que o ser humano foi criado segundo a imagem e semelhança de Deus (Gênesis 1.26). Mas abrindo-se O Livro dos Espíritos, lê-se que o ser humano não foi criado conforme a Bíblia afirma, e sim que “Deus criou todos os espíritos simples e ignorantes, ou seja, sem conhecimento”. Qual está correta: a palavra dos “espíritos” ou a Palavra de Deus? Que os seguidores das doutrinas dos espíritos fiquem com os ensinamentos desses seres cuja verdadeira identidade diabólica está revelada na Bíblia. Porem nós, os que servimos ao autor da Bíblia – Deus – ficamos com sua Palavra, pois somos testemunhas de que ela é fiel, e tem-se cumprido em nossa vida.
Sabemos que Adão foi o primeiro homem criado por Deus, e que, por ele ter pecado, os homens incorreram todos na condenação divina (Romanos 5.18). Mas não é assim que o espiritismo ensina. Na página 70 do livro citado, a resposta que os “espíritos” deram à pergunta de número 50 – “A espécie humana começou por um só homem?”, foi: “Não; aquele a quem chamais Adão não foi o primeiro nem o único a povoar a Terra.” E, dessa forma blasfematória, os “espíritos” do espiritismo e Kardec prosseguem ao longo das 1018 questões contidas no livro que os espíritas consideram sua bíblia – O livro dos Espíritos –, negando tudo o que Deus ensinou á humanidade através dos profetas, e sendo contrários a tudo o que Jesus e os apóstolos pregaram. (Ver 1 Timóteo 2.13) 
O curioso é que na página 60 do livro A Gênese (que tem como subtítulo: os milagres e as predições segundo o espiritismo, FEB, 28a Ed., Rio de Janeiro, 1985) Allan Kardec assina a sentença de condenação desse sistema anti-humano, antilógico, antibiblico que é o espiritismo, ao definir os atributos de Deus: “Deus é, pois, a inteligência suprema e soberana, é único, eterno, imutável, onipotente, soberanamente justo e bom, infinito em todas as perfeições, e não pode ser diverso disso.” Como? E apesar de possuir todos esses atributos, Deus criou-nos como espíritos atrasados, sujeitos a tantos vexames e experiências ridículas e humilhantes no "caminho da perfeição" ensinado pelo espiritismo?
Na mesma página citada, Kardec coloca em situação difícil o sistema que ele mesmo ajudou a criar, ao revelar qual é o critério que deve ser usado para descobrir-se se uma doutrina filosófica ou religiosa é verdadeira ou falsa: “Tal também o critério infalível de todas as doutrinas filosóficas e religiosas. Para apreciá-las, dispõe o homem de uma medida rigorosamente exata nos atributos de Deus e pode afirmar a si mesmo que toda teoria, todo princípio, todo dogma, toda crença, toda prática, que estiver em contradição com um só que seja, desses atributos que tenda não tanto a anulá-lo, mas simplesmente a diminuí-lo, não pode estar com a verdade."
Após lermos isto, colocamos diante dos espíritas o seguinte problema: Apesar de reconhecer que um dos atributos de Deus é ser “infinito em todas as suas perfeições”, e que “a providencial sabedoria das leis divinas se revela nas mais pequeninas coisas, como nas maiores, não permitindo essa sabedoria que se duvide da sua justiça, da sua bondade”, Kardec (ou os tais espíritos que teriam ditado as doutrinas a um grupo de médiuns, e que depois foram codificadas por Allan Kardec, por que ele reconhecia que não era médium) afirma que Deus, esse Ser justo, bom e infinito em suas perfeições, criou os espíritos “simples, ignorantes, sem conhecimento". (Os espíritos e não o ser humano, observe-se este detalhe, pois o homem, segundo Kardec, surgiu muito depois, como produto da união desses “espíritos” com os macacos, que habitavam em épocas passadas o mundo, conforme veremos em outro artigo, ao estudarmos outros aspectos desse abominável conjunto de doutrinas.)
A pergunta que fazemos aos espíritas é esta: Diante de tantas contradições, aberrações, afrontas a Deus como Criador, não é justo que apontemos exatamente o espiritismo como o sistema que se enquadra perfeitamente nas condições citadas pelo próprio Kardec como determinadoras de que ele é falso? Leiamos outra vez esse “atestado de falsidade” do espiritismo, redigido pelo próprio Kardec: “...toda teoria, todo princípio, todo dogma, toda crença, toda prática que estiver em contradição com um só que seja desses atributos, que tenda não tanto a anulá-lo, mas simplesmente a diminuí-lo, não pode estar com a verdade.” Afirmando que Deus, com todos os seus atributos positivos, criou o ser humano como um espírito atrasado, imperfeito, sendo este obrigado a peregrinar, em busca da perfeição, dos mundos atrasados aos mundos mais adiantados, na condição de pedra bruta, plantas, insetos, quadrúpedes, até chegar à condição de ser humano, é inegável que o espiritismo se enquadra plenamente nessas condições de falsidade e erro.

O QUE O ESPIRITISMO ENSINA SOBRE OS ANJOS
Para o espiritismo não existem anjos nem demônios, embora a existência deles seja confirmada pelas Sagradas Escrituras. Segundo o Livro dos Espíritos, questões 128 a 131, os anjos seriam espíritos evoluídos, puros ou, seja: Deus os criou inicialmente ignorantes e rudes, e no difícil caminho do aperfeiçoamento, eles passaram pelos reinos mineral, vegetal e animal, entraram no corpo de macacos, evoluíram até chegarem ao estado de seres humanos, e depois de reencarnarem inúmeras vezes, tornaram-se espíritos de luz. Isto significa que Nero, Hitler, Lampião e outros terríveis homens sanguinários um dia serão anjos... E até o Diabo e seus auxiliares terão também a sua chancezinha, como cortesia da “bondade” do espiritismo!
Porém, Deus, através de sua Palavra, ensina à humanidade que os anjos foram criados por Ele. Divinamente inspirado, assim escreveu o profeta Neemias: “Só tu és Senhor, tu fizeste o céu, o céu dos céus, e todo o seu exército, a terra e tudo quanto nela há, os mares e tudo quanto há neles; e tu os preservas a todos com vida, e o exército dos céus te adora” (Neemias 9.6). O apóstolo Paulo, mostrando que Cristo é o Criador e Deus, disse: “...pois nele foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberania, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele” (Colossenses 1.16). Portanto, os anjos foram criados, e não são produto da evolução reencarnacionista ensinada pelo espiritismo.

O DIABO SEGUNDO O ESPIRITISMO
Quanto à existência de Satanás e seus anjos, Kardec explica que eles seriam tão-somente espíritos atrasados, impuros, mas que um dia chegarão à perfeição, tornando-se “anjos de luz". Em um comentário à questão 131 do Livro dos Espíritos, o maioral dos espíritas diz, sobre Satanás, ser “evidente que se trata da personificação do mal sobre a forma alegórica”, ou seja: O Príncipe das Trevas não passaria de uma invencionice, de uma fantasia.
Fazendo uso desse método destituído de qualquer seriedade e inegavelmente diabólico, Kardec diz que Jesus empregou palavras alegóricas ao falar do suplício eterno. É um dos comentários à questão 1009 do Livro dos Espíritos (que teria sido ditado pelo “espírito” de Lamennais): “Se, de acordo com os próprios evangelistas, tomando-se ao pé da letra as suas palavras alegóricas, o Cristo ameaçou os culpados com um fogo que não se extingue, com um fogo eterno, entretanto nada existe nessas palavras que prove tê-los condenado eternamente.”
E o que seria a eternidade então? Ora, todo ser humano em perfeito uso de suas faculdades mentais sabe que eternidade é aquilo que não tem fim. Diante da interpretação espírita contrária ao fogo eterno, um apologista cristão estudioso espiritismo ironizou: “Jesus fala em fogo eterno? Que nada, gente! (Diria Kardec). É alteração (alegoria). Deve ler-se fogo eterno.” Mais adiante, o leitor encontrará uma exposição da opinião espírita sobre o inferno.
Voltando a falar sobre a existência dos seres malignos, Kardec, no comentário à questão 131 do Livro dos Espíritos, reconhece que Jesus Cristo falou sobre a existência desses operadores do mal, porém não estava falando sério. “Não se sabe que a forma alegórica é uma das características da sua linguagem?” Porém, os seguidores dos ensinamentos tortuosos de Kardec devem se conscientizar de que a existência de espíritos maus é doutrina bíblica revelada por Deus. Pouco importa o nome que lhes dêem: espírito atrasado, diabo, satanás, demônio ou exu, o importante é que ninguém duvide que eles são seres espirituais, criaturas de Deus que se revoltaram contra o Criador e foram condenadas ao Inferno. Jesus declarou que o Diabo é “o inimigo” (Mateus 13.39) das nossas almas; é um “espírito imundo" (Marcos 3.30), “pai da mentira” (João 8.44 e “homicida desde o começo” (João 8.44).
Lendo as Escrituras, vemos também que entre esses espíritos há uma certa hierarquia; à frente deles está Satanás (ou Lúcifer). É contra esses seres das trevas que temos de lutar, contra o “reino de Satanás (Mateus 12.26), chamados também de “o dragão e seus anjos” (Apocalipse 12.7), “príncipe da potestade do ar”, o “espírito que agora atua nos filhos da desobediência (Efésios 2.2), “o deus deste século” (2 Coríntios 4.4). Jesus disse que quem satisfaz os desejos do Diabo, é filho do Diabo (João 8.44). O apóstolo Paulo, ao repreender ao mágico Elimas, chamou-o de “filho do Diabo” (Atos 13.6-12), e João, em sua primeira carta (3.8), disse: “Aquele que pratica o pecado procede do Diabo, porque o Diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus, para destruir as obras do Diabo.”
Acima e infinitamente superior ao príncipe desde mundo está Jesus Cristo, o “Rei dos reis e Senhor dos senhores” (Apocalipse 19.16). Ele é o Rei (João 18.37, e em suas mãos está todo o poder no Céu e na Terra (Mateus 28.18). Ele é o “soberano dos reis da Terra” (Apocalipse 1.5), e se fez carne entre nós “para destruir as obras do diabo” (1 João 3.8). Será que todos esses ensinamentos bíblicos sobre a existência e atuações de Satanás e seus anjos são pura alegoria? É evidente que não! O Diabo e seus anjos existem, porém Jesus veio para, através de sua morte expiatória na cruz, aniquilar o poder desse que imperava pela morte, o Diabo (Hebreus 2.14), que, após a vitória de Cristo sobre a Morte e o pecado, não é mais o senhor absoluto deste mundo. Ele é um vencido, e sua atuação na Terra findará no dia em que ele e os seus anjos forem lançados no Lago de Fogo por Aquele que disse: ”...eu sou o primeiro e o último, e Aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos, e tenho as chaves da morte e do inferno” (Apocalipse 1.17,18).

“NÃO EXISTE NEM CÉU NEM INFERNO", AFIRMAM OS DOUTRINADORES DO ESPIRITISMO
Muito esforço empreendeu Kardec para negar a existência do Céu e do Inferno. Além das dezenas de páginas ocupadas no Livro dos Espíritos com as costumeiras e diabólicas alegações de que as referências de Jesus e dos apóstolos sobre a existência de um lugar de suplício eterno e um lugar de felicidade eterna não passam de alegorias (fantasias, coisas irreais, figuradas), Kardec escreveu um livro, destinado a negar a existência do Céu e do Inferno, cujo título não poderia ser outro: O Céu e o Inferno, sob o perspectiva espírita.
Kardec diz que o Céu seria “os planetas habitados pelos espíritos evoluídos” (O Livro dos Espíritos, questões 1016,1017, nota.) Assim conclui, após uma série de argumentações fantásticas, com a costumeira falta de seriedade que caracteriza o maioral dos espíritas, o importante assunto da existência o Céu e do Inferno: “Assim, podemos dizer que prezemos em nós mesmos o nosso inferno e o nosso paraíso, e que encontramos o nosso purgatório em nossa encarnação, em nossas vidas corpóreas ou físicas.” Porém, sabemos que em dezenas de passagens bíblicas, o Céu é definido como habitação de Deus, e o lugar onde os justos viverão. O autor da Carta aos Hebreus fala do Céu como “uma cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e edificador” (Hebreus 11.10).
Quanto ao Inferno, diante da violência com que os doutrinadores espíritas o negam, será necessário nos estendermos um pouco mais nas provas de sua existência.

O QUE É O INFERNO SEGUNDO O ESPIRITISMO
Apesar de os espíritas crerem que a lei do carma determina as vidas sucessivas, e que ninguém prestará contas, de uma vez por todas, a Deus, pelas faltas cometidas, os espíritas não negam a existência do castigo após a morte. Mas acreditam que o espírito só poderá ser castigado de duas maneiras: ou reencarnado para sofrer em uma nova existência, ou sofrendo como espírito errante, no Espaço. Esses são os espíritos que “precisarão de luz”, e de praticar “caridade” através do corpo dos médiuns, que enganosamente se entregam à possessão desses seres astutos, que não passam de demônios.
Ora, admitindo esse sistema de castigo, todos os doutrinadores do espiritismo se vêem diante da necessidade de negar a existência do Inferno, jamais aceitando que será para lá que irão aqueles que morrerem em seus delitos e pecados. Eis como se posiciona Kardec diante do assunto: “O espiritismo não nega, antes confirma a penalidade futura. O que ele destrói é o inferno localizado com suas fornalhas e penas irremissíveis.” (O Céu e o Inferno, FEB, Rio de Janeiro, 33a Ed., 1985, p. 65). Na página 66, Kardec continua a sua negação do Inferno:
“Seja qual for a duração do castigo, na vida espiritual ou na terra, onde quer que se verifique, tem sempre um termo (isto é: um fim), próximo ou remoto. Na realidade, não há para o espírito mais que duas alternativas, a saber: punição temporária e proporcional à culpa, e recompensa graduada segundo o mérito. Repele o espiritismo a terceira alternativa, da eterna condenação. O Inferno reduz-se à figura simbólica dos maiores sofrimentos, cujo termo [fim] é desconhecido.”
Kardecistas, umbandistas e os demais grupos componentes do espiritismo brasileiro defendem essas idéias. “O inferno não existe”, dizem uns. Outros concluem, com o semblante resignado e o tom de voz mais doutoral deste mundo: “O inferno é aqui mesmo!” Além do mais, os espíritas creem que terão de evoluir, reencarnando muitas vezes. E essa lei terá que ser declarada falsa por quem admitir a existência do Inferno. Diante disso, bradou furiosamente o espírita frances e sucessor de Allan Kardec, Leon Denis, no livro O Invisível (FEB, Rio de Janeiro, 5a ed., p.400): “Já não acreditamos num Deus colérico e vingativo, mas em um Deus de justiça e infinita misericórdia. O Jeová sanguinário e terrível fez sua época. O inferno implacável fechou-se para sempre.” Quer dizer: O Diabo aposentou-se, demitiu os seus “funcionários”, fechou o Inferno e tirou férias da prática do mal por tempo indeterminado... E quando ele, após as férias que lhe foram dadas por Leon Denis, voltar às suas atividades, adivinhem onde ele vai pedir mprego!
Irreverentes, blasfemos, e abomináveis, a maioria dos doutrinadores espíritas não mede palavras quando tenta desautorizar as doutrinas bíblicas, ou mesmo desafiar a Deus. Em uma discussão com o pastor Jerônimo Gueiros sobre a existência do Inferno, assim se expressou o polemista espírita Carlos Imbassy na página 158 do livro À Margem do Espiritismo: “Convença-se o nosso irmão pastor de que a Bíblia não se refere ao sofrimento eterno do condenado. Se conseguissem convencer-nos de que é isso que a Bíblia afirma, nós a renegaríamos como falsa; e se nos provassem que ela é autentica, nós renegaríamos o próprio Deus, porque não podemos adorar uma entidade cujos sentimentos de amor, justiça e misericórdia sejam inferiores aos nossos. E se há um Deus capaz de condenar uma de suas criaturas a sofrer eternos horrores por uma falta momentânea, cometida seja contra quem for, então esse Deus está muito abaixo da sola dos nossos sapatos. Nós nos julgaremos, por isso, muito superiores a um tal Deus”! É muita blasfêmia para uma só ocasião! Isto mostra claramente qual é a verdadeira natureza do espiritismo.
Satanás tem-se esforçado para levar os homens a acreditarem que Deus é um velhinho de longas barbas, muito “bonzinho”, cheio de presentes para dar a todos, e incapaz de castigar alguém com severidade, pois não sabe ser justo tanto quanto misericordioso. Analisando-se a doutrina da reencarnação, chega-se à conclusão de que o Deus em quem os espíritas creem, poderia conversar com eles nos seguintes termos:
“Ó meus filhos, não façam coisas erradas, ouviram? Eu ficaria muito triste com isso. Não gostei do que andaram fazendo alguns irmãozinhos de vocês. Ora, meus filhos, mas não é que o Nero, aquele garoto romano muito do peralta, mandou envenenar seu irmão, andou fazendo coisas feias com sua própria mãe, e depois mandou matá-la, mandou matar também sua mulher e milhares de outras pessoas: praticou atos homossexuais, mentiu, estuprou, tocou fogo em Roma e jogou a culpa do incêndio sobre os cristãos, resultando esse ato na morte de milhares deles, queimados em estacas enquanto Nero passeava em seu carro à luz das tochas humanas; lançou muitas crianças cristãs aos cães, enroladas em peles de animais, e divertiu-se ao vê-las ser despedaçadas; jogou centenas de outros diante de leões famintos, e depois de praticar inúmeras ações de menino mal comportado, matou-se, apunhalando-se.
“Vocês não concordam comigo que Nero merece uma boa punição? Mas não há de ser nada. Eu vou castigá-lo quando ele reencarnar. Talvez ele volte como limpador de jaula de leão de circo. Ah! Ele vai morrer de medo dos urros do leão! Bem feito para aquele garoto terrível. Assim estaremos quites com ele! Aí vocês aproveitam pra lhes uns conselhos a ele, e também a Herodes, conforme Kardec e seus “espíritos” deram a vocês.
“Muitos outros andaram fazendo certas coisinhas, como estuprar crianças, matar mulheres indefesas, jogar bebês para cima e apará-los na ponta de uma lança, mas tudo isso são coisas de meninos mal educados e ‘atrasados’, que não se comportaram direito na encarnação anterior. Mas ainda bem que vocês aí do espiritismo andam ensinando a reencarnação. Aliás, aproveito nossa conversa para confessar que estou com um probleminha aqui. Talvez vocês, como espíritas inteligentes que são, possam ajudar-me a resolvê-lo. Estou aqui com uma turma de garotos e planejo reencarná-los em breve; são meninos travessos que merecem um bom puxão de orelhas, umas palmadas e uns bons conselhos. Trata-se de Hitler e sua turma de meninos rebeldes: Eichman, Himmler, Hydrich e outros. Andaram assassinando aí uns 6.000.000 de judeus, e praticando certas coisas que nem é bom ser mencionadas aqui.
“O que é que eu faço com eles? Estive pensando em reencarná-los e torná-los lavadores de pratos, jardineiros ou faxineiros de restaurantes de judeus. Aí eles ajustariam contas comigo, não?! Ah! Como eu ia gostar de ver Hitler, Joseph Mengele e toda aquela turma com uma vassoura ou um cortador de gramas na mão, pagando todas a traquinagens que fizeram na Segunda Guerra Mundial!”
Considerando-se a permissividade e o inadmissível e absurdo sistema de justiça que o espiritismo prega aos que se interessam por suas doutrinas, certamente esse é o “Deus” do espiritismo, um “Deus” bonachão, permissivo, só misericórdia e pequenos castigos, e incapaz de agir com justiça diante das animalescas, satânicas e terríveis ações da humanidade.
Não pense o leitor que essa representação que fizemos aqui desse deus dos espíritas é fantástica e fora dos padrões de justiça pregados pelo espiritismo, pois o próprio Allan Kardec confirma esse sistema injusto, irracional, incoerente e enganoso da justiça divina segundo o espiritismo. Eis textualmente o que ele diz no livro O Céu e o Inferno (Idem, idem, p.64,65): “ Devido às suas imperfeições, o espírito culpado sofre primeiro na vida espiritual, sendo-lhe depois facultada a vida corporal como meio de reparação. É por isso que ele se acha nessa nova existência, quer com as pessoas a quem ofendeu, quer ainda em situações opostas à sua vida precedente, como, por exemplo, na miséria, se foi mau rico, ou humilhado, se foi orgulhoso.”
Brilhante, brilhante, Allan Kardec! Que exemplo de impacialidade, equidade, justiça à toda prova! O leitor tenha certeza de que esse não é o sistema de justiça do Deus soberano, justo e verdadeiro em que nós, os evangélicos, cremos. A reencarnação não é o sitema de justiça do Deus  revelou a dimensão do seu amor à humanidade, enviando o seu Filho Jesus Cristo para morrer em nosso lugar e garantir o perdão dos nossos pecados e nossa reconciliação com Ele, distantes que estávamos desde que o primeiro casal desobedeceu a Deus e arrastou todos os seres humanos para o pecado. Porém Cristo nos reabilitou perante Deus, abrindo-nos, através de sua morte e ressurreição, a única porta que nos conduz ao Céu. Ele, Jesus Cristo, é a única porta. Não há espiritismo, não há Kardec, não há reencarnação, não há espíritos, não há pastor que possa salvar o homem da condenação eterna do Inferno, a não ser Jesus Cristo.
Fora de Jesus não há salvação. Ai do espírita que não se arrepender e não aceitar Jesus como seu Salvador! Ai de quem seguir o conselho do sucessor de Allan Kardec, Leon Denis: “Não deis, pois, crédito algum às sombrias doutrinas que vos falam de leis ferrenhas ou, então, de condenação, de inferno e paraíso...” (O Problema do Ser, do Destino e da Dor, 6a ed., p. 436). Kardec diz que o Inferno para os espíritas seria a série de reencarnações punitivas a que estão condenados todos os espíritos imperfeitos e, algumas vezes, algum espírito adiantado, mas que tenha praticado um grande crime. (O Céu e o Inferno, idem, idem, p. 64,65).

CONTRARIANDO O QUE ENSINA O ESPIRITISMO, JESUS CRISTO CONFIRMOU A EXISTÊNCIA DO INFERNO
Ninguém se engane. Jesus Cristo não deixou dúvida quanto à existência do Inferno. São 15 as referências que ele fez ao lugar de tormento eterno. Nelas não há nenhuma alegoria. As expressões são claras: “...e estará sujeito ao inferno de fogo” (Mateus 5.22), “...e não seja todo o seu corpo lançado no inferno” (Mateus 5.29), “... e não vá todo o teu corpo para o inferno” (Mateus 5.30), “...temei antes aquele que pode fazer parecer no inferno tanto a alma como o corpo” (Mateus 10.28), “Descerá até ao inferno” (Mateus 11.23), “...o tornais filho do inferno” (Mateus 23.15), “...como escapareis da condenação do inferno?” (Mateus 23.33), e outras.
No Antigo Testamento, existem 10 referências sobre o Inferno, e o certo é que os escritores bíblicos anteriores ao tempo de Jesus referiram-se a esse lugar como local de punição eterna: “Os perversos serão lançados no inferno...”, diz o salmista (Salmo 9.17). No Novo Testamento, depois de Jesus, Tiago (3.6), Pedro (2 Pedro 2.4), e João referiram-se ao Inferno, sendo que João usou também um sinônimo: lago de fogo.

JESUS CRISTO VISTO PELO ESPIRITISMO
Aparentemente, o espiritismo prestigia a pessoa de Jesus, diz apoiar-se em suas doutrinas, considera-o justo. Quiséramos que fosse assim, e o caminho estaria aberto para os espíritas deixarem para trás os seus “espíritos” e aceitarem Jesus Cristo como Senhor e Salvador de suas vidas, pois Ele é o único que tem poder para perdoar, de uma única vez por todas, todos os nossos pecados, sem necessidade de alguém ficar preso ao enganoso ciclo reencarnacionista: ”E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (Atos 4.11,12.) Nenhum outro nome, nenhum outro método, nenhum outro caminho há para a salvação, para se chegar ao céu, para se usufruir da vida eterna com Deus: só Jesus.
Tornamos a afirmar aqui: a doutrina espírita colide frontalmente com os ensinamentos bíblicos, e, arrogando-se ser a Terceira Revelação de Deus à humanidade, nega ou contradiz tudo o que Jesus ensinou sobre o perdão de pecados, a morte, a ressurreição, a salvação, o Céu, o Inferno, a vida eterna, e outras doutrinas.

O ESPIRITISMO NÃO RECONHECE A OBRA EXPIATÓRIA DE JESUS
Ensinando que cada um é responsável pela sua própria salvação (“Cada qual deve resgatar-se a si mesmo; resgatar-e da ignorância e do mal. Nada exterior a nós poderia fazê-lo”, afirma taxativamente Leon Denis no livro Cristianismo e Espiritismo, FEB, Rio de Janeiro, p.88), o espiritismo não reconhece em Jesus Cristo o Salvador da humanidade, aquele que morreu na cruz para nos redimir dos nossos pecados: “...Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-nos a Deus...” (Pedro 3.18). É em Cristo que “Temos a redenção pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça” (Efésios 1.7).
Porém, confirmando sua natureza anticristã e diabólica, o espiritismo afirma que cada um deve remir-se a si mesmo, por suas próprias obras. Enquanto a Palavra de Deus afirma: “...pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2.8,9), o órgão oficial da Federação Espírita Brasileira, o jornal O Reformador (há quase 60 anos, o que mostra o quanto esse posicinamento é antiogo entre nós), em seu número de outubro de 1951, p.236, afirma justamente o contrário: “A salvação é ponto de esforço individual que cada um emprega, na medida de suas forças.” Ainda haverá dúvida de que o espiritismo é a negação total do cristianismo?
Ao dissertar sobre o assunto, Allan Kardec mostrou-se incapaz de reconhecer que em nós mesmos não havia mérito algum que nos tornasse dignos da salvação; por isso, Jesus Cristo, colocando-se em nosso lugar, morreu por nós e nos redimiu da culpa do pecado – nossa herança desde a queda de Adão. Portanto, todo aquele que aceitar Jesus como Salvador será salvo; “não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, que ele derramou por nós ricamente, por meio de Jesus Cristo nosso Salvador, a fim de que, justificados por graça, nos tornemos seus herdeiros, segundo a esperança da vida eterna” (Tito 3.5,6,7). Portanto, Deus nos salvou “...não segundo as nossas obras, mas conforme a sua própria determinação e graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos eternos” (2 Timóteo 1.9).
Porém, contrariando todo esse ensinamento bíblico, Kardec, enganosa e blasfematoriamente, ensina que a graça é coisa que não existe, porque “seria uma injustiça” (O Evangelho Segundo o Espiritismo, 39a. ed., 1950, p.76). “Todos são filhos de suas próprias obras” (A Gênese, 1949, pg. 28), e “Toda falta cometida, todo o mal realizado é uma dívida contraída que deverá ser paga; se o não for em uma existência, sê-lo-á na seguinte ou seguintes” (O Céu e o Inferno, 16a. Ed., 1950, p. 88), ensina enganosamente Allan Kardec, e com isso enquadra-se perfeitamente na condição descrita pelo apóstolo Paulo em Gálatas 1.8,9: “Mas, ainda que nós, ou mesmo um anjo vindo do Céu, vos pregue evangelho que vá além do que nós temos pregado, seja anátema. Assim como já dissemos, e agora repito, se alguém nos prega um evangelho que vá além do que nós temos pregado, que seja anátema” (isto é:maldito).
Apresentando o espiritismo como Terceira Revelação, superior ao que foi revelado à humanidade através de Moisés e dos profetas, e dizendo que o espiritismo é superior aos ensinamentos do próprio Jesus Cristo, Kardec arranca a máscara de hipocrisia do sistema religioso cujas doutrinas foram codificadas por ele, mostrando sua condição de anátema, de condenado por Deus, de maldito. Àqueles que, diante de tudo o que foi apresentado até agora, ainda insistem em argumentar que esse terrível sistema de rebelião contra Deus não merece o título de blasfemo, e não se enquadra na condição de anátema apresentada pelo apóstolo Paulo, nós apresentamos, como prova (mais uma delas) de sua irreverência e malignidade o seguinte trecho de livro Cristianismo e Espiritismo (5a. ed., FEB, p.88), escrito pelo sucessor de Allan Kardec, Leon Denis: “Não, a missão de Cristo não era resgatar com o seu sangue os crimes da humanidade. O sangue, mesmo de um Deus, não seria capaz de resgatar ninguém. Cada qual deve resgatar-se a si mesmo; resgatar-se da ignorância do mal. Nada de exterior a nós poderia fazê-lo. É o que os espíritos, aos milhares, afirmam em todos os pontos do mundo.”
Diante de tantos ensinamentos enganosos e blasfemos, é importante que isto fique claramente estabelecido aqui: ou Kardec ou Jesus. Ou fica-se com Allan Kardec e as blasfematórias doutrinas espíritas, ou fica-se com Jesus Cristo e as doutrinas evangélicas, os ensinamentos daquele que afirmou:”Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao pai senão por mim”(João 14.6). Fazer esta distinção é importante, pois milhões de pessoas estão envolvidas com as práticas espíritas pensando estar seguindo a Jesus e sendo orientadas por ensinamentos bíblicos.

“JESUS CRISTO NÃO É DEUS", DIZEM OS DOUTRINADORES ESPÍRITAS
Vejamos o que Jesus Cristo representa para os doutrinadores espíritas. Se Ele não é o Salvador da humanidade, que papel lhe atribui então o espiritismo? “... ele era médium de Deus”, diz irreverentemente o profanador Kardec (A Gênese, 1949, p. 294). O espiritismo nega a divindade de Jesus, porém os seus doutrinadores hipocritamente continuam a enganar o povo, dizendo que as doutrinas espíritas “repetem tão-somente os ensinamentos do Filho de Deus”. A propósito, sabe o leitor em que sentido o espiritismo admite ser Cristo o Filho de Deus? Eis o sentido, nas palavras do próprio Allan Kardec: “Digamos que Jesus é Filho de Deus, como todas as criaturas, que ele chama a Deus pai, como nós aprendemos a tratá-lo de nosso pai. É o Filho bem amado de Deus, porque, tendo alcançado a perfeição, que aproxima de Deus, a criatura, possui toda a confiança e toda a afeição de Deus. Ele se diz Filho Único, não porque seja o único ser que haja chegado à perfeição, mas porque era o único predestinado a desempenhar aquela missão na terra.” Nesses termos de inspiração maligna, Kardec tenta espezinhar Jesus Cristo e negar sua divindade, considerando-o tão-somente um homem que evoluiu, reencarnando-se muitas vezes. (Aconselhamos o leitor a ler os nossos estudos sobre a divindade e a messianidade de Jesus, postados neste blog).
Para encerrar este estudo, vejamos mais algumas dessas desmascaradoras opiniões do espiritismo sobre Jesus, pois, conforme declarou um estudioso do assunto, “a melhor arma para combater o espiritismo é a sua própria doutrina, tal qual está nos melhores autores espíritas. Basta mostrar todo esse aglomerado de incongruências, contradições, disparates, tolices, absurdos, heresias e blasfêmias”. (Boaventura Kloppenburg. O Espiritismo no Brasil, Vozes, Petrópolis, 1960, p. 367.)
Leon Denis, talvez competindo com Allam Kardec em quantidade de blasfêmias e ensinamentos enganosos, diz, na página 81 do livro Cristianismo e Espiritismo, que “Jesus era um divino missionário, dotado de poderosas faculdades, um médium incomparável”, e, na página 81 do livro Depois da Morte (6a. edição), Leon Denis mostra o que é que o espiritismo quer dizer quando hipocritamente trata Jesus Cristo de “o divino Jesus”: “Nele vemos o homem que ascendeu à eminência final da evolução, e neste sentido é que podemos chamar de deus.” Em outras palavras: Jesus seria tão-somente um homem que evoluiu reencarnacionisticamente, mediunicamente! E ainda há pessoas que acreditam nas “boas intenções” do espiritismo, desse conjunto de doutrinas e práticas inspiradas por Satanás!
Não poderíamos deixar de desmascarar aqui, aos próprios espíritas (muitos deles não estão ainda plenamente conscientizados da malignidade, posição anti-bíblica e blasfêmias das doutrinas espíritas) as palavras hipócritas de Kardec, sobretudo as que ele deixou registradas na seção VIII (conclusão) do Livro dos Espíritos: “Os espíritos – perguntam algumas pessoas – nos ensinam uma nova moral, qualquer coisa de superior ao que Cristo ensinou? (...) Não, o espiritismo não encerra uma moral diferente daquela de Jesus." Eis o mais fiel retrato da hipocrisia!
Não nos deteremos mais em demonstrar o que ficou por demais demonstrado ate aqui: que o espiritismo construiu o seu conjunto de doutrinas em cima da negação total das doutrinas bíblica. E o mais grave de tudo isso tem sido sua atitude para com Jesus Cristo e o Espírito Santo de Deus, negando a divindade de Jesus, e arrogando-se em ser o próprio Consolador prometido! Nas páginas 12 a153 do livro Obras Póstumas (21a. edição, 1985), Kardec deixou um “estudo sobre a natureza de Cristo”, onde a divindade de Jesus é literalmente negada. Segundo Kardec, nem os milagres, nem as palavras, nem as confirmações dos apóstolos provam a divindade de Cristo. Ele chega ao cúmulo de afirmar que, se por acaso Jesus afirmou que era Deus, não estava falando a verdade. “Das suas afirmações espontâneas, deve-se concluir que ele não era Deus, ou que, se disse que era, voluntariamente e sem utilidade, fez uma afirmação falsa.” (Op. Cit., p. 132). Cala a boca, Satanás! Tenha mais respeito ao falar sobre Jesus, Aquele diante do qual você há de se ajoelhar um dia, e confessá-lo como único Deus. E eu e todos os demais irmãos meus que compõem a Igreja estaremos lá, sorridentes ao lado do nosso Senhor, Salvador, Mestre e Rei Eterno Jesus Cristo, para ver isto acontecer!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Entrevista Inédita e EXCLUSIVA com o Pastor Carlo Ribas!


Nesta entrevista INÉDITA e EXCLUSIVA, o Pastor Carlo Ribas fala um pouco sobre sua vida pessoal, sua família, ministério, seu livro e dos congressos que tem feito. Também fala sobre a Wicca, uma tradição de magia que tem se difundindo pelo mundo como "magia do bem".
(Fonte: Ministério Atos Dois)

1) Pastor Carlo Ribas, enquando o Brasil está passando por um avivamento espiritual, o tema Batalha Espiritual voltou a ser divulgado e pesquisado no meio de nossas igrejas. Na sua opnião, qual a verdadeira definição para Batalha Espiritual?

>> UMA REALIDADE. Vivemos em um mundo tumultuado espiritualmente, onde a cada dia que passa o inferno tem imposto suas legalidades e seus direitos territoriais. Vemos tantos atentados, em função a crenças espirituais. Batalha Espiritual hoje é uma questão de sobrevivência para o discípulo do Senhor Jesus Cristo. As igrejas que não tiverem essa visão, infelizmente perecerão em meio a trunculência dos acontecimentos que nos permeiam.


2) O livro "Bruxaria" conta sua história dentro do satanismo, assim como seu testemunho de libertação. Você passou por outras experiências que por algum motivo não foi possível divulgá-las no livro? Você costuma falar sobre estas experiências nos congressos em que ministra?
>> O livro Bruxaria foi escrito por uma ordem simples e direta do Senhor. Eu não queria escrever aquilo, pois o meu passado me traz recordações que não gosto de trazâ-las à tona. Porém o Senhor é o meu refúgio e a minha fortaleza, e Nele confio toda a minha vida. Muitas coisas não relatei no livro simplismente porque muitas pessoas poderiam lê-lo com uma intensão contrária, a de "garimpar" experiências ocultistas. Também não relatei muitos rituais de sangue , por julgar desnecessário para a edificação da igreja e, também, por saber que muitas crianças podem acabar lendo tais relatos e lhes trazer um efeito negativo em suas vidas. Nos congressos que tenho ministrado, conto experiências não relatadas no livro e ensino segredos realmente ocultos da magia negra, para que saibamos como combatê-la nos dias de hoje.


3) Pastor Carlo, o Brasil já o conhece como ex-satanista, e seu testemunho tem impactado milhares de vidas em todo o país. Porém após sua conversão e ordenação como pastor, Deus colocou em seu coração alguma especialidade ministerial, de forma a transformar toda a sua experiência passada em orientações de aprendizado aos carentes, nos dias de hoje?
>> Sim! Hoje tenho ministrado em muitas igrejas, das mais diversas denominações, em vários países, ministrando especialmente no que tange ao treinamento de obreiros, pastores, líderes em relação à batalha espiritual e libertação, de um modo bíblico, transparente e simples, sem as ilusões criadas por muitos hoje em dia .


4) Seu ministério é marcado pelo poder espiritual da parte de Deus, como avivamento, batismos com o Espírito Santo e com Fogo, muitas curas e milagres. Da mesma forma no passado você era usado com poder sobrenatural nas mãos do diabo. É algum tipo de vocação que o Senhor já coloca na pessoa quando nasce? Como funciona isso?
>> Eu me lembro quando estava em processo de conversão, em que eu já lia a Bíblia Sagrada, já orava muito e o Espírito Santo me mostrou a sua glória e soberania, e naquela madrugada pude entender que Deus é tão poderoso e soberano que permite que algumas pessoas nasçam com qualidades e dons especiais. Tenho pago um preço muito alto para ter essa comunhão com o Espírito Santo, que eu chamo de "amizade e companheirismo espiritual". Os milagres, as curas, os arrebatamentos de sentidos, os batismos com o Espírito Santo e com o Fogo, as entregas de dons espirituais que tem acontecido nos congressos que ministramos, são apenas uma confirmação de que Deus quando resgata realmente alguém das (tão) profundas covas do satanismo, o coloca num lugar de autoridade contra as trevas. Temos visto os demônios serem expulsos no Nome de Jesus, visto os trabalhos de magia negra serem quebrados, cânceres vomitados, pelo Poder do Nome de Jesus.


5) No seu livro "Bruxaria", você conta que conheceu Satanás pessoalmente. Após sua conversão ele voltou a se apresentar a você? Quais foram as vezes que isso aconteceu e como foi a experiência?
>> Sim, o conheci e mantive um relacionamento de "pai para filho" com ele. Obtive muito poder de Satanás. Aos dezesseis anos de idade, eu ganhava algo em torno de nove mil reais por mês, apenas fazendo trabalhos de magia negra. Tinha o poder de olhar para uma pessoa e desmaiá-la imediatamente. Quando saí da Tradição, Satanás muitas vezes tentou me assediar, para que voltasse. Mandava pessoas falarem comigo, me oferecerem dinheiro. Depois que ele percebeu que realmente não adiantava, pois eu jamais iria voltar atrás, começaram então as ameaças. Muitas vezes o Senhor permitiu que Satanás viesse falar comigo, e em todas elas o respondi segundo o exemplo de Jesus, na Palavra de Deus.


6) Também é citado no seu livro o Ministério Internacional de Libertação, no qual você é presidente. Como tem atuado este ministério na atualidade, e quais os resultados deste ministérios para as igrejas que o buscam?
>> O MIL (Ministério Internacional de Libertação) é um ministério de apoio às igrejas que desejam aprender mais sobre Batalha Espiritual com um todo. O MIL não está vinculado a nenhuma denominação e não se prende à barreiras teológicas. Quando uma igreja acha necessário , entra em contato conosco e agenda um de nossos vários seminários, nas áreas de Batalha Espiritual, Libertação, Intercessão Profética, Avivamento, Adoração etc, o qual é enviado um palestrante (pastor) do nosso ministério, que ministra o seminário apostilado, com certificado e carteirinha de filiação junto ao MIL, fazendo uma rede intercessória, em todo o mundo, onde milhares de pessoas oram pelos mesmos objetivos, causando um impacto tremendo no reino das trevas. As igrejas que já tiveram a participação do nosso ministério mudaram radicalmente. Foram literalmente transformadas pelo Poder Restaurador do nosso Deus.


7) Conhecemos o Pr. Carlo Ribas pelo seu testemunho e o ministério de libertação e ensino que desenvolve no Brasil e no mundo. Fale-nos acerca do pastor Carlo, como pessoa, família e igreja.

>> Sou uma pessoa muito simples. Moro em um apartamento modesto, no centro da cidade de Barracão/PR, com minha esposa e meu filho mais novo Matheus. Tenho um filho mais velho, Thalles, que tive em um relacionamento antes de conhecer ao Senhor Jesus, mas que o amo e o apoio em tudo; ele mora com a mãe. Minha esposa é ministra da igreja que pastoreio, Igreja Evangélica Unção e Poder, e minha amiga pessoal. Amo andar de bicicleta, jogar futebol de salão, tenis de mesa. Muitas pessoas olham para mim e vêem, pelo meu passado e pelo poder envolvido no meu ministério hoje, um " super-pastor " ou algo semelhante. Sou normal, apenas um adorador do nosso Poderoso Deus!! Minha igreja é fantástica! Um sonho realmente. Ela é linda, com pessoas maravilhosas. Tem crescido espantosa e fortemente. Temos um seminário teológico gratuito, cultos com adolescentes, evangelismo urbano . Uma grupo de adoração profética muito competente. Sinto falta dela quando estou viajando... realmente é - pra mim - o melhor lugar do mundo, a Casa do Senhor.
Tenho minhas horas de comunhão pessoal com Deus. Normalmente a noite, tiro algumas horas para estudar a Palavra e orar. Oramos o tempo todo. Temos o costume de não comer uma bala sem orar antes. Nossos jovens oram na igreja todos os dias às 7:00h e eu os acompanho. Às 21:30h, o grupo de intercessão profética se reúne e eu os lidero. Sempre estamos engajados na Obra do Senhor. Nossos cultos na sede são segunda-feira (adolescentes), quinta-feira (intercessão profética e cura), sábado (avivamento) e domingo (ensino/família) e eu estou presente em todos, quando não estou viajando. Normalmente tiro uns dois meses para viajar, depois fico uns três meses na minha igreja.


8) No decorrer dos séculos, Satanás tem usado de diversas formas para atrair a sociedade a práticas ocultistas e satânicas, até mesmo sem perceberem. Como o diabo tem usado estas astutas ciladas nos dias atuais?

>> Nós nos esquecemos que Satanás e os demônios que compoem a sua "equipe" são milenares. Esta é a razão pela sua esperteza e inteligência. Quando lutamos contra esses seres malígnos (os demônios) temos que ter em mente que eles já passaram e viram todas as ações do homem desde o jardim do Édem até os dias atuais. Os demônios estavam presentes nas maiores catástrofes da história, ao lado dos mais terríveis assassinos, guiando os piores maníacos que já houveram sobre a face desse planeta. Satanás está muito bem equipado com os maiores e melhores assassinos, terroristas e estrategistas de guerra que se possa imaginar, pois todas as ações maléficas que houveram até hoje foram arquitetadas por demônios, no afã de destruir a criação de Deus, o homem. Por isso é que temos que lembrar que o poder com o qual operamos as maravilhas de Deus é muito grande, porque consegue barrar todo esse "poder de guerra" que Satanás tem nas mãos. Nos dias de hoje o diabo não se modernizou, apenas se adaptou as nossas vidas , as novas sircunstâncias. As tendências que ocorrem no mundo, normalmente voltadas para a destruição da família, quebra da pureza entre os jovens, consumo de bebidas alcólicas, uso de drogas, tudo isso tem sido usado como arma de destruição em massa. Associado às legalidades trazidas para dentro de casa, como uso de objetos amaldiçoados e marcas declaradas como "satanistas", fazem com que o inimigo esteja, a cada dia, aumentando o seu território.


9) A Wicca é uma forma de feitiçaria que tem atraído milhares de adolescentes de todo o mundo. Filmes, desenhos animados, histórias e lendas, fazem entender que a Wicca é uma boa prática, e assim se consegue adeptos. Qual o seu conselho para o jovem envolvido com esta atividade?

>> A Wicca é satância. NÃO EXISTE MAGIA DO BEM!! Deus, na Sua Palavra nos adverte isso, dizendo: "Mas o Espírito expressamente diz que em tempos posteriores alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios" (1Tm. 4:1). A Wicca nada mais é do que uma doutrina de demônios, com seus rituais satânicos e suas obrigações para com a "deusa mãe", que para quem não sabe é a personificação hodierna de Semíramis, mulher de Ninrod que "encarnou" em seu filho Tamuz, tornando-se o "deus sol", ou Baal. Semíramis se personificou no demônio chamado Aserá, na época de Acabe e Jezabel. Hoje, os mesmos demônios (Baal e Aserá, sua esposa) tem novos nomes: "deusa mãe" e "deus cornífero", personificações usadas para essas entidades malígnas. Muitas pessoas que estão envolvidas com a Wicca não percebem, mas tem suas vidas terrívelmente contaminadas com castas PERIGOSÍSSIMAS de demônios, que - por tratar-se de demônios familiares - acabam destruindo a família toda de quem está envolvido.


10) Existe muitos crentes que não acreditam na possibilidade de uma pessoa ver anjos e demônios normalmente. Quando você era da feitiçaria, tinha esta habilidade. Esta habilidade foi perdida após sua conversão?

>> Não existe na Bíblia o "dom de visão espiritual", como alguns erradamente mencionam. Eu tenho essa propriedade, mas por um favor de Deus, no meu ministério. Deus me concede que eu veja os seus anjos, e também que eu veja os demônios, isso é algo que Ele permitiu que eu tivesse. Muitas vezes acontece de eu estar andando na rua, por exemplo, e o Senhor permitir que eu visse um demônio sobre uma pessoa. Eu vou lá e repreendo ele . É impressionante ver um demônio sendo repreendido por um servo de Deus! Uma força sobrenatural vem sobre ele e - literalmente - o prende. O demônio faz uma expressão de pavor e medo. Então vem os anjos de Deus, que os considero como os "carregadores" e o leva dalí para os lugares áridos, onde ficará por cerca de uns 40 dias, mais ou menos, totalmente sem forças, apanhando dos outros demônios. Muitas vezes vejo os anjos do Senhor. No meu apartamento tenho uma equipe, liberada por Deus, para nos guardar. Muitas pessoas que chegam na minha casa, tem tido experiências impressionantes com eles!

11) Suas visões espirituais estão relacionadas ao fato de você ter sido satanista, ou este é um dom dado a qualquer crente que desejar? Como adquirir esta habilidade espiritual?

>> Essa capacidade de ver o sobrenatural é algo dado TOTALMENTE por Deus. Conheço pessoas que jamais tiveram contato algum com o ocultismo e tem a mesma habilidade que eu tenho. Eu nunca pedi isso a Deus, simplesmente recebi. Aliás, nenhum dos dons espirituais que tenho, nem das habilidades sobrenaturais que o Senhor Jeová me concedeu eu pedi. Todas elas recebi gratuitamente por amor do Senhor pela Sua Obra e pela minha vida.
Tenho orado muito para que o Senhor derrame essa autoridade sobre a Sua Igreja, nestes últimos tempos, para que possamos permanecer firmes, inabaláveis, nos caminhos de Deus.


12) Existe alguma forma de uma pessoa entrar em contato contigo, caso queira saber mais sobre seu ministério, testemunho, experiências de vida?


>> Claro!! Sou um pastor, preciso estar perto das pessoas. Isso me faz bem. Quem ler esta entrevista e já participou de algum congresso que eu ministrei sabe disso, pois eu atendo todas as pessoas. Existiram igrejas em que eu fiquei até as 4 horas da manhã orando com o povo, e Deus operou MARAVILHOSAMENTE naquele lugar, curando muitas pessoas de câncer, AIDS, restaurando vidas e libertando os cativos. Se alguém desejar falar comigo, tem o meu site www.carloribas.com.br que possui um envio de mensagens direto para o meu celular pessoal. Também pode me mandar um email para pastor@carloribas.com.br. Caso desejem falar pessoalmente comigo, podem ligar para o número da minha assessoria (49) 9978-5361, falando com a Francine, e ela estará disponibilizando uma maneira de falar comigo. Podem fazer perguntas relacionadas ao meu ministério, sobre o meu livro (BRUXARIA - O desvendar de segredos ocultos há milênios - Editora Naós), igreja etc. Respondo todas elas.


13) Para os pastores e líderes que querem a possibilidade de tê-lo ministrando em suas igrejas, qual o procedimento que deve ser adotado?

>> É muito simples. Trabalhamos de duas maneiras: A primeira, é a ministração de seminários e congressos nas igrejas, dando cursos sobre Batalha Espiritual, Libertação, Cura Interior, Tomada de Territórios, Atos Proféticos, Intercessão Profética e Avivamento. Neste caso, o pastor responsável pela igreja/evento deverá entrar em contato com a nossa assessoria nacional (Rio de Janeiro), através do Pastor Ricardo Ribeiro (ricardo@batalhaespiritual.com) e agendar uma data. Ele passará todas as informações necessárias para a realização de um evento de grande unção. Os cursos são todos apostilados, com certificado e carteirinha para os obreiros, filiando-os (caso haja o desejo) no Ministério Internacional de Libertação, que trabalha no apoio às igrejas nesta área . É cobrado um valor de inscrição e não é tirado oferta para nós. TODA A OFERTA, neste caso, FICA PARA A IGREJA.
A segunda maneira é o convite para pregar em igrejas, congressos, encontros etc.Também poderá ser agendada com o Pastor Ricardo.


14) Infelizmente muitas igrejas não tem um grande porte, não tendo assim a possibilidade de bancar as despesas de transporte para ministrar em sua igreja? Nestes casos, qual o procedimento que se pode reailzar?

>> As igrejas menores tem trabalhado de uma maneira interessante. Elas tem se unido com outras igrejas e formado um evento multidenominacional, em um local neutro, como um clube, um ginásio ou uma praça. Isso tem funcionado muito bem, pois dividem as despesas e não fica "pesado" para ninguém. O retorno em almas ganhas , vidas restauradas, curas, sinais, batismos com o Espírito Santo é muito recompensador para essas igrejas, que muitas vezes por terem um porte menor, ficam de fora dos grandes eventos. Nestes casos temos um esquema bem preparado para os congressos e basta a igreja entrar em contato com a assessoria nacional, através do Pastor Ricardo Ribeiro para saber como proceder.


15) Para finalizar, faremos um "bate-bola " para que o leitor conheça mais sobre você. Falaremos uma palavra, você responde outra:

Amor: Deus

Música: Quero te Conhecer (Judson de Oliveira)

Alegria: Meus filhos

Tristeza: Criança sendo maltratada

Comida: Bife a milanesa

Sonho: Beijar os pés de Jesus

Livro: Isaías

Dom: Discernimento de Espíritos

Medo: não tenho medo, temo apenas ao Senhor, Meu Deus Todo Poderoso!