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quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Quando os mórmons batem à porta


Vivemos na mesma rua de uma grande congregação mórmon - ou de uma grande igreja, de qualquer modo. Não é de surpreender que recebamos visitas regulares dos missionários enviados para conquistar nosso bairro. Embora os indivíduos variem a cada vez, o padrão é consistente: dois jovens caucasianos de bom porte, com sotaque americano, amigáveis ​​e engajados, estão ansiosos para nos persuadir a aceitar um Livro de Mórmon e pedir a Deus que nos dê o testemunho interno de que ele é sua verdadeira revelação.
Esses missionários têm uma maneira de aparecer em momentos ruins, mas eu ainda tento passar alguns minutos conversando com eles. Eu gosto de perguntar de onde eles são e por quanto tempo eles estão indo de porta em porta. Eu gosto de perguntar se eles sentem falta de suas famílias, pois sei que eles são designados para cidades distantes das suas. Eu gosto de perguntar como eles sabem que estão nas boas graças de Deus. Nunca houve um tempo em que eles foram mal educados ou grossos comigo.
Esses missionários mórmons sempre parecem felizes e confiantes. Eles têm certeza de que têm respostas convincentes para as questões mais profundas e urgentes da vida - a fonte da verdade última, a identidade de Deus, o propósito da vida, a resposta para o que está além do túmulo. Eles parecem felizes e confiantes, mas eu sei melhor. Eu sei que eles são infelizes. Eles são infelizes porque estão sendo enviados em uma missão espiritualmente falida de um ano para cumprir uma lei feita pelo homem. Isso não pode gerar alegria verdadeira. Eles são infelizes porque precisam aderir a um padrão antibíblico de retidão. Isso diminui a alegria ou destrói-a completamente. Em última análise, eles são infelizes porque creem e ensinam um falso evangelho, não colocaram sua fé em Jesus Cristo, não foram restabelecidos no relacionamento com o Pai e não foram habitados pelo Espírito Santo. Eu sei que eles são infelizes. Como eles poderiam ser de outra forma?
Então essa é minha estratégia para quando os Mórmons visitam: Pregue o evangelho. O evangelho, afinal, é a fonte da verdadeira alegria. Essa é a mesma estratégia que uso quando as Testemunhas de Jeová, bem menos educadas e muito mais agressivas, vêm batendo. Eu posso tentar usar a Bíblia para mostrar onde suas crenças estão erradas. Eu posso tentar explicar como a Bíblia não pode ser apenas outra forma da revelação de Deus, mas que ela deve ser tudo ou nada, suprema ou totalmente fútil. Posso tentar convencer uma Testemunha de Jeová de que Jesus não é a primeira e maior criação de Deus, mas a segunda pessoa da Trindade divina com todos os atributos de Deus. Essas são todas as coisas boas para fazer. Mas eu não gostaria de dizer qualquer uma dessas coisas se eu também não pregasse o evangelho da graça somente através da fé em Jesus Cristo.
Existem muitas estratégias para se envolver com as Testemunhas de Jeová e os Mórmons e membros de outros cultos. Muitas dessas estratégias são sábias e úteis. Mas você tem que ter cuidado com eles - você pode vencer a discussão mesmo quando perder a oportunidade. Você pode ganhar a discussão sobre a autoridade da Bíblia, mas ainda perder a oportunidade de compartilhar o evangelho.  Em última análise, não queremos persuadi-los de sua teologia defeituosa, mas fazer com que o Espírito os persuada de seu evangelho defeituoso. Isso só acontecerá quando lhes dissermos o verdadeiro evangelho, o evangelho salvador, o evangelho da graça. Podemos ter total confiança nessa estratégia porque o evangelho é o poder de Deus para a salvação. O evangelho - o verdadeiro evangelho - é infinitamente melhor e mais forte do que o que eles oferecem. Eles oferecem a salvação pelas obras, mas Deus oferece a salvação pela graça. Essa é a diferença entre o céu e o inferno.
Então, quando os mórmons vieram à minha porta no outro dia, eu disse: "Terei prazer em ouvi-lo por um tempo, desde que você prometa me ouvir." Eles disseram que voltariam no sábado. Eu vou ouvi-los. Então lhes direi o evangelho e explicarei por que esse evangelho é uma notícia tão boa - notícias muito melhores do que as que eles estão oferecendo. E já estou orando para que isso crie raízes.

sexta-feira, 24 de março de 2017

Panfleto Refutando as Testemunhas de Jeová


Preparamos em formato de panfleto uma reunião de versículos que refutam algumas das crenças dos TJs.
É um material ideal para você guardar em sua Bíblia, e serve ainda como marcador de página. São três panfletos numa página, para você imprimir, recortar e compartilhar com outros irmãos.

Abaixo o texto na íntegra:

Refutando as Testemunhas de Jeová
Abaixo estão as localizações de textos da Bíblia que provam sem dúvida as principais doutrinas da igreja cristã que são negadas pelas Testemunhas de Jeová.
Guarde este folheto em sua Bíblia. Se possível, verifique estas passagens antes de ter uma discussão com uma Testemunha. Esteja preparado para defender a si mesmo e sua fé e mostrar aos outros os erros de seus ensinamentos.

Deus é Triuno (Doutrina da Trindade):
Mt 28:19; Mt 3:16, 17; Gn 1:26;
("Nós": Gn 11:7)

A Deidade de Cristo (Cristo é verdadeiramente Deus):
Jo 1:1; 5:18; 5:23; 8:58; 17:5; 20:28;
Is 7:14; 9:6; Fm 2:8-11; Hb 1:1-4; 13:8; Rm 9:5; 
1Jo 5:20

A Ressurreição Física de Cristo:
Lc 24:39-44; Jo 20:27, 28; Mc 16:14; 1Co 15:15

O Retorno Físico de Cristo:
Ap 1:7; Mt 24:30; 1Ts 4:16, 17; Zc 2:10

A Existência do Inferno e Punição Eterna:
Ap 20:15; Mt 5:22; 8:11, 12; 13:42, 50; Ap 14:9-11

O estado final de Satanás:
Ap 20:10; Mt 25:41

Governo humano ordenado por Deus:
Rm 13:1-7

A Existência da Alma:
Is 55:3; 1Co 6:20; At 7:59; Jó 32:8; Gn 1:26
(Homem criado à imagem de Deus: 1Co 11:7);
Mt 26:38

A Satisfação Completa da Obra de Cristo:
(Expiação Infinita): Rm 5:10, 11, 17, 19;
Jo 1:29, 6:44; Ap 13: 8; Lv 17:11; Hb 9:22;
1Pe 2:24; Cl 1:20; 2Co 5:21

  
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domingo, 14 de dezembro de 2014

REIKI e sua incompatibilidade com o Cristianismo


REIKI, o poder para curar?


Tradução de um artigo em espanhol do Pe. Miguel Carvallo Campos,

especialista em Seitas e Heresias.

 O Reiki é uma técnica de cura promovida pela corrente da Nova Era. É uma disciplina oriental, segundo afirmam os seus seguidores, que ajuda a utilizar a capacidade escondida em cada ser humano de aproveitar a "energia vital do universo" para acabar com as doenças do corpo e da alma.
Reiki é uma palavra de origem japonesa que se refere à "energia vital do universo" que fluiria através de um discípulo "activado" por ela.
O Reiki afirma que as enfermidades são sempre ocasionadas pôr um desequilíbrio na energia e a sua técnica procura encontrar "a harmonia", "o equilíbrio" da energia existente nos diferentes centros energéticos do corpo humano (chakras), mediante a imposição de mãos. Os que utilizam o Reiki, prometem um grande alívio no plano físico, espiritual, e uma plena sensação de paz.

A História do Reiki
O Reiki surgiu a princípio do século XX com Mikao Usui, decano de uma pequena universidade cristã em Kyoto - Japão. Contam que teve que deixar o seu posto de decano porque os seus alunos lhe pediram para que lhes ensinasse a técnica utilizada por Jesus para curar com as mãos, e ele teria se sentido constrangido por não possuir este conhecimento. Decidido a investigar esta questão da imposição das mãos, matriculou-se  para estudar Teologia na Universidade de Chicago. Por não encontrar aí a "receita" para fazer curas como Jesus Cristo, viajou para o norte da Índia e para o Tibete, pois "suspeitava" que aí havia estudado, também, Jesus Cristo. Estudou os escritos budistas do Tibete, e conta ter aí encontrado a resposta intelectual para a sua inquietação interior. A seguir, voltou para o Japão e aprofundou o estudo da doutrina do Buda, pois sabia que ele também havia realizado curas. Estando num mosteiro budista, depois de fazer um jejum de 21 dias, diz ter recebido uma visão que lhe revelou o segredo do Reiki para fazer curas físicas. Mais adiante, conta que em outra visão foram revelados os cinco princípios filosóficos do Reiki, e a partir daí teria "descoberto" que toda a enfermidade física tem uma origem espiritual.

O Reiki é compatível com o cristianismo?
O Reiki rapidamente se espalhou para o ocidente, conquistando inúmeros adeptos. Um dos segredos para o seu crescimento está em dizer que é somente uma técnica de cura, e, por isso, não entra em conflito com o cristianismo. Esta é uma das estratégias mais comuns usadas pelos adeptos da Nova Era, para atrair pessoas para a sua filosofia, com o objectivo final de levar a perda da confiança nos cuidados amorosos de Deus.
Quando o Reiki fala de uma energia universal, faz desaparecer o Deus da Bíblia. A Sagrada Escritura nos revela que Deus não é uma energia, mas é uma Pessoa que nos ama com um amor pessoal. Se alguém precisa somente aprender a "activar a energia universal", não é mais necessário Deus, religião ou fé. Tudo passa a ser sem sentido, porque a própria pessoa passa a dominar o poder presente no universo. E isso, assemelha-se à heresia do panteísmo. Para este pensamento filosófico, Deus e a natureza identificam-se um com o outro. Para o panteísmo tudo é Deus, e o homem é também deus, por ser parte deste todo.
No cristianismo, Deus é o criador, e o homem a criatura. Mesmo criado à imagem e semelhança de Deus, o homem nunca será Deus.

Os cristãos crêem na cura pela imposição de mãos. Este foi um ensino de Jesus Cristo para os seus seguidores: "...imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados." (Marcos 16:18). Esta prática Jesus não a aprendeu na Índia, Tibete ou em alguma outra doutrina oriental. Ele é Deus, veio habitar entre nós  para anunciar a salvação. Nele recebemos o poder do alto: "Toda autoridade me foi dada no céu e na terra." (Mateus 28:18). Para exercitar a autoridade dada por Jesus basta a fé: "Em verdade vos declaro: todo o que disser a este monte: levanta-te e lança-te ao mar, se não duvidar em seu coração, mas acreditar que sucederá tudo o que disser, obterá esse milagre." (Marcos 11:23).


terça-feira, 13 de dezembro de 2011

O Testemunho de conversão do Mestre-Maçom Charles Finney


Charles Finney

Quando fui convertido a Cristo, eu pertencia à Loja Maçônica em Adams, Nova Iorque.
Durante as lutas da convicção do pecado pelas quais passei, eu não me lembro se a questão sobre a Maçonaria já havia ocorrido em minha mente.

Novas Visões das Práticas da Loja
Logo depois da minha conversão, entretanto, fui certa noite a uma sessão em minha Loja.
Eles, obviamente, estavam cientes de que eu me havia tornado um cristão, e os Mestres me convidaram para abrir os trabalhos da Loja com uma oração.
Eu fiz isso, e derramei o meu coração diante do Senhor, pedindo bênçãos sobre a Loja.
Observei que isso criou considerável alvoroço.
A noite passou, e no fechamento dos trabalhos da Loja me pediram para rezar novamente.
Assim procedi, e me retirei muito deprimido em espírito.
Logo descobri que eu era completamente convertido da Maçonaria para Cristo, e que eu não tinha mais simpatia com qualquer das deliberações da Loja.
Seus juramentos pareciam-me monstruosos, profanos e bárbaros.
Naquela época eu não sabia o quanto tinha sido sujeito a muitas das pretensões da Maçonaria.
Após reflexão e análise, entretanto, sob uma luta severa e fervorosa em oração, achei que não poderia permanecer com eles de modo consistente.
Minha nova vida estava instintiva e irresistivelmente resguardada de qualquer simpatia com aquilo que eu já considerava como as improdutivas obras das trevas.

Afastando-me da Membresia
Sem consultar ninguém, eu finalmente fui à Loja e pedi meu desligamento.
Minha mentalidade havia sido formada.
Retirar-me deles é um dever - esperava, se possível, com seu consentimento; sem esse consentimento, se eu precisasse.
Sobre isso não me manifestei, mas de alguma maneira tornou-se conhecido que eu havia me desligado.
Assim, eles planejaram um ágape e enviaram-me um convite, pedindo para que eu fizesse um discurso nessa ocasião.
Calmamente eu me recusei a fazê-lo, informando à comissão que eu não poderia, de maneira tranquila e em qualquer hipótese, fazer algo que pudesse mostrar a minha aprovação àquela instituição, ou simpatia para com ela;
No entanto, durante certo período de tempo e nos anos seguintes eu permaneci em silêncio, e não disse nada contra a Maçonaria, embora eu já tivesse opinião formada sobre a questão que diz respeito aos meus juramentos maçônicos, considerando-os como absolutamente nulos e sem efeito.
A partir desse momento, entretanto, nunca mais me permiti ser reconhecido como maçom, por onde quer que eu andasse.

Iniciando um Testemunho Público
Passaram-se poucos anos antes da publicação das revelações sobre a Maçonaria, pelo capitão William Morgan.
Quando esse livro foi publicado, eu lhe perguntei se ele era uma autêntica revelação sobre a Maçonaria.
Argumentei que ele ia muito além do que eu sabia sobre a Maçonaria e que, até onde eu podia lembrar, consistia numa fiel revelação dos três primeiros graus, tal qual eu mesmo os havia obtido.
Eu reconheci com sinceridade que o que havia sido publicado fora uma autêntico relato sobre a instituição, bem como uma autêntica exposição de seus juramentos, princípios e procedimentos.
Após eu ter considerado essa revelação mais profundamente, eu fui convencido de modo mais perfeito de que eu não tinha o direito de aderir àquela instituição, nem ao menos na aparência, e que eu estava vinculado, sempre que viesse a ocasião, a manifestar livremente minha opinião em relação a ela, e de renunciar aos terríveis juramentos que eu havia feito.

Juramentos Maçônicos Tomados Através da Fraude
Descobri que, ao efetuar esses juramentos, eu havia sido enganado de modo grosseiro, uma vez sendo por eles sujeito.
Eu tinha sido levado a supor que havia alguns segredos muito importantes a me serem comunicados; nisso, todavia, encontrei-me totalmente decepcionado.
Na verdade cheguei deliberadamente à conclusão de que meu juramento tinha sido tomado pela fraude e pelo engano; que a instituição não era aquilo de que eu fui informado a seu respeito e, como já tinha os meios de examiná-la mais exaustivamente, tornou-se-me cada vez mais evidente, de modo irresistível, que a Maçonaria é altamente perigosa para o Estado, e de todas as formas prejudicial para a Igreja de Cristo.

Características de um Anticristão
Ao julgar por evidências inquestionáveis, como podemos deixar de considerar a Maçonaria como uma instituição anticristã?
Podemos ver que a sua moralidade é anticristã;
Seus segredos vinculados a juramentos são anticristãos;
Sua ministração e tomada de juramentos são anticristãos,
Além de uma violação do comando positivo de Cristo;

Os juramentos maçônicos fazem com que seus membros se comprometam com algumas das atitudes mais ilegais e anticristãs possíveis:
Ocultar os crimes, uns dos outros;
Oferecerem-se mutuamente para auxílio nas dificuldades, sejam elas corretas ou incorretas;
Favorecer indevidamente a Maçonaria em ações políticas e nas questões comerciais;
Seus membros juram retaliar e perseguir os violadores dos deveres maçônicos, até a morte;
A Maçonaria não conhece misericórdia, e faz seus candidatos jurarem que suportarão vingança a violação dos deveres maçônicos, até a morte;
Seus juramentos são profanos, tomando o nome de Deus em vão;
As sanções dos seus juramentos são bárbaras, até mesmo selvagens;
Seus ensinamentos são falsos e profanos;
Seus propósitos são parciais e egoístas;
Suas cerimônias são uma mistura de infantilidade e irreverência;
Sua religião é falsa;
Eles professam a salvar os homens, sob outras condições diferentes daquelas reveladas no Evangelho de Cristo;
Ela é, em seu todo, uma enorme mentira;
É uma vigarice a obtenção de dinheiro de seus membros sob falsos pretextos;
Ela se recusa a todas as indagações, protegendo-se sob a capa do segredo vinculado a um juramento;
Trata-se de uma virtual conspiração contra ambos Igreja e Estado.

Algumas Conclusões Diretas
Ninguém, todavia, jamais se comprometeu a defender a Maçonaria dos argumentos ora expostos.
Os próprios maçons não fingem que a sua instituição, tal como revelado em livros confiáveis, e por algumas das suas próprias testemunhas, seja compatível com o Cristianismo.
Por isso, segue-se que:
Em primeiro lugar, a Igreja Cristã não deveria ter comunhão com a Maçonaria, e aqueles que aderem de modo consciente e determinado a essa instituição não têm o direito de estar na Igreja Cristã.
Eu pronuncio esta sentença de modo triste, mas solene.
Em segundo lugar, deve-se perguntar:
"O que deve ser feito com o grande número de cristãos professos que são maçons"?
Eu respondo: não há mais nada a fazer com eles.
Que fique claramente atado a suas consciências de que todos os maçons, acima dos dois primeiros graus, têm de jurar solenemente ocultar os crimes, homicídios e traição uns dos outros, exceto estes últimos de si próprio, e que todos acima do sexto grau têm conjurado abraçar a causa um do outro, e de livrá-los de qualquer dificuldade, esteja ela correta ou incorreta.
Em terceiro lugar, se forem relevados aqueles graus em que se deva jurar a perseguir até à morte aqueles que violarem seus deveres maçônicos, questionemo-nos se eles realmente têm a intenção de agir assim.
Deixe questioná-lo de modo especial, se tencionam à ajudar e amparar a ministração e a tomada de tais juramentos, se ainda pretendem suportar os ensinamentos falsos e hipócritas da Maçonaria, ou se eles pretendem suportar a profanação das suas cerimônias, bem como a parcialidade das suas práticas juramentadas. Se assim o for, certamente não deveria ser permitido o seu lugar na Igreja Cristã.
Em quarto lugar, pode um homem que alcançou, e ainda aderiu ao juramento do grau de Mestre Maçom, ocultar qualquer crime que o irmão de Grau cometeu em segredo, exceto homicídio e traição, ser um homem justo a quem se confie um cargo público, qualquer que ele seja? Ele pode ser confiável como uma testemunha, como um jurado, ou com qualquer serviço relacionado à administração da justiça?
Em quinto lugar, pode um homem que alcançou, e ainda aderiu ao juramento do Real Arco Maçônico, ser confiável para ocupar cargos públicos? Ele jura abraçar a causa de um companheiro desse Grau, quando este se envolve em qualquer situação de dificuldade, e tão logo de livrá-lo, esteja ele certo ou errado.
Ele jura ocultar seus crimes, INCLUSIVE OS DE HOMICÍDIO E TRAIÇÃO. Tal homem, amarrado por esse juramento, pode ser empossado num cargo? Ele deveria ser aceito como testemunha ou jurado quando outro maçom é parte, no caso?
Ele deveria ser empossado no cargo de juiz, ou juiz de paz, como um delegado, ou policial, oficial de justiça ou em qualquer outro cargo?

Qual é a tua resposta?
Eu apelo à tua consciência, aos olhos de Deus, para uma resposta honesta a estas três perguntas:
Existe algum homem que, sob um juramento solene de matar a todos os que violem qualquer parte dos juramentos maçônicos, se encaixe no perfil de autoridade sobre pessoas?
Maçons dessa estirpe deveriam fazer parte da irmandade na Igreja Cristã?
Você acredita que os pecados dos juramentos maçônicos serão perdoados apenas para aqueles que se arrependem, e não o fazem quanto àqueles pecados aos quais nós ainda aderimos, e cuja adesão nos torna também cúmplices dos pecados de outros homens?
"o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado";

"E qualquer que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também ele é puro" (I João 1:7b; 3:3).

Pr. Charles Finney

Fonte: Wanderley do Projeto Boas Novas

domingo, 2 de outubro de 2011

Apostilas sobre seitas e heresias para download



No meu dia-a-dia, tenho sempre notado a dificuldade de muitos irmãos (notadamente os que não têm acesso à internet ou a bons livros), no tocante a conhecimento, compreensão e capacidade de refutação às muitas seitas e heresias que temos por aí. Principalmente aquelas seitas cristãs ou pseudo-cristãs, como Testemunhas de Jeová, Adventistas do Sétimo Dia e Mórmons.
Preparei então uma lista de apostilas e livros sobre o tema para download. São materiais de uso liberado por seus próprios autores, e que já estão a um bom tempo na rede. Você pode baixar e imprimir (os materiais só não podem ser comercializados de nenhuma forma).


Refutando as Testemunhas de Jeová Versículo por Versículo - https://www.4shared.com/s/fxFqA03Nh


Cristologia dos Testemunhas de Jeová Refutação (Pr. Joel Santana) - https://www.4shared.com/s/ffCjc4WIy

Adventismo Do Sétimo Dia – Que Seita é Essa? - https://www.4shared.com/s/fpM9AylGqgm


A Nuvem Branca (Refutando o Adventismo do 7° Dia) - https://www.4shared.com/s/fiBJXw_fqgm


A Igreja dos Mórmons – Que Seita é Essa? - https://www.4shared.com/s/fCPWkNwv0


A Ilusão Mórmon - https://www.4shared.com/s/fbJvzhGxm


Desafios no Mormonismo - https://www.4shared.com/s/fbYUedwtR

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Bispo Macedo: Destruindo o Protestantismo?





Quando a Igreja Universal surgiu, recordo-me que o Bispo Macedo, ainda pobre, mais com uma visão comercial forte,  afirmou certa vez, em um de seus programas que a Universal não seria mais uma igreja protestante o que dava a entender, pela exegese de sua doutrina, que o mesmo queria ser uma quarta via ao catolicismo, ao protestantismo e ao espiritismo. Quem parar pra analisar a doutrina e os cultos-correntes dessa Igreja perceberá que há elementos desses três grupos: nos cultos, elementos do protestantismo e espiritismo; na vida social o mesmo comportamento dúbio dos católicos, Deus e Mamon: cristanismo somente dentro da Igreja, fora dela, liberdade pra tudo.

Veja só as denominações de algumas correntes que a Igreja já utilizou ao longo de sua história em seus cultos-trabalhos espirituais:
  • Corrente da Mesa Branca;
  • Corrente do Sal Grosso e da Arruda;
  • Corrente com Círculo de Enxofre;
Observe as expressões utilizadas pela Universal, seu jargão em confronto com o que era comumente utilizada pelas demais igrejas protestantes:
  • Igrejas protestantes : "Sangue de Jesus Tem Poder!" ;
  • Igreja Universal: "Tá Amarrado".
Outras expressões  tais como, "Oração Forte", "Fechar o Corpo", "Mal Olhado", são expressões retiradas do baixo espiritismo. Acreditar e usar rosa ungida, perfumes, sal grosso e arruda, roupa branca, passar por debaixo de portas, amarrar e desamarrar, são frequentes ligadas ao baixo espiritismo.

O que a Universal é afinal? Sabemos que as expressões "universal" e "católico" significam a mesma coisa. Mas, no entanto, a Igreja Universal se propõem a ser diferente. A defesa do aborto, do homossexualismo, do petismo, do uso de bebidas álcolicas, da igreja-partido, do canal de televisão comercial/carnal é uma afronta ao catolicismo e ao protestantismo. As últimas afirmaçoes e comportamento do lider da Igreja Universal sobre esses temas mostram que ela não quer ser mais uma Igreja protestante, quer ser a Igreja dos inconformados com a doutrina católica e protestante. A igreja liberal, a igreja comercial, a igreja dos ricos e que não gostam de ler a bíblia, a igreja dos reality show onde tudo é liberado, a igreja que não estar preucupada com o arrebatamento, a igreja onde se peca voluntariamente e onde importa é ter a consciência livre. Essa é a Igreja Universal onde voce pode ficar rico da noite pra o dia em uma das correntes de empresário. Igreja das rosas sem espinho, da coroa sem os cravos, do Cristo que faz chover hamburgue, da igreja-empresária.

domingo, 27 de setembro de 2009

Legião da Boa Vontade – LBV

*

Alziro Elias David Abraão Zarur, ou simplesmente Alziro Zarur, como é conhecido, fundou esse movimento em 1° de janeiro de 1950. Segundo ele, seu movimento era a quarta revelação que veio substituir o espiritismo kardecista, considerado, pelo próprio Zarur, a terceira revelação. A LBV se denomina como a ‘Religião de Deus’, e busca reunir em si, de forma ecumênica, todas as religiões.

Ainda que a Legião da Boa Vontade faça constantes referências ao cristianismo e tenha adotado Jesus como objeto de culto, não considera as Sagradas Escrituras infalíveis. Em seu entendimento, as Escrituras estão cheias de erro, conforme o grau de evolução de seus autores humanos. O livro mais perfeito para eles é o ‘Livro de Deus’, da autoria de Zarur, que viera substituir a Bíblia, já que a Palavra de Deus está repleta de fábulas e lendas.

Seu conceito sobre Deus é de um ser infinito, que controla todo o Universo como um poder impessoal. Sobre Jesus, apresenta semelhança com o kardecismo, pois nega um corpo físico para o Salvador (chamam seu corpo de ‘fluídico’) e o sentido vicário de sua morte, que resultou na salvação dos pecadores. Assim, não aceita o nascimento virginal de Cristo e muito menos em corpo real para Ele. Esse conceito é muito semelhante ao gnóstico de Cerinto, que surgiu no século 2° da Era Cristã.
Dentro desse contexto, sua concepção a respeito do Espírito Santo não é de uma Pessoa dentro de uma Trindade divina, mas de uma mera emanação, um conjunto de espíritos puros, bons e superiores, bem distante da definição bíblica.

Uma vez que não aceitam a obra vicária de Cristo na cruz, a salvação é alcançada por sucessivas reencarnações. Ou seja, por meio dos sofrimentos e das boas obras, o homem vai-se tornando um espírito cada vez mais perfeito. Por isso não aceitam a ressurreição, de forma alguma. Após a morte, a alma fica ainda um tempo ao lado do corpo e, depois, viaja pelo mundo dos espíritos, recebendo, então, instruções para a próxima reencarnação.

O universalismo extremo é uma característica excêntrica dessa seita. Acredita que, ao fim de tudo, todos terão seus pecados perdoados, inclusive Satanás, a quem chama de ‘nosso irmão Lúcifer’, e a favor de quem Alziro Zarur ensinou a interceder.

Fonte: Bíblia Apologética de Estudo – Editora ICPhttp://www.icp.com.br

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Artigo apologético - Seitas Modalistas

Marcelo de Oliveira Lima

O gnosticismo não obteve êxito. Os membros deste movimento ensinavam a salvação através do conhecimento místico, e não pela fé em Jesus. Eles constituíam grupos muito diversificados em suas doutrinas, pois diferiam de lugar para lugar, e em seus períodos. Essa doutrina era nada mais que um enxerto das filosofias pagãs nas doutrinas cristológicas. Negava o Cristianismo histórico (segundo ela, o Senhor Jesus não teve um corpo, isto é, não veio em carne, e seu corpo seria mera aparência, que chamavam de corpo docético). Seu período áureo foi entre 135-160 d.C., mas o gnosticismo já dava trabalho às igrejas na época dos apóstolos. O evangelista João enfatiza que "o Verbo se fez carne" (Jo 1.14); e "todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus..." (1 Jo 4.3). É bom lembrar que os escritos joaninos são do final do primeiro século, escritos na cidade de Éfeso, então capital da Ásia menor, de onde surgiu o gnosticismo.

A Igreja saiu ilesa nessa batalha contra o gnosticismo, mas deixou de saldo a preocupação dos cristãos sobre a divindade do Logos e o monoteísmo. Os pais da Igreja se empenharam muito nessa luta contra as heresias. Se Jesus é Deus absoluto, como fica o monoteísmo judaico-cristão? Por outro lado havia outra questão:

se o Logos é subordinado ao Pai, não se compromete a divindade absoluta de Jesus? Havia na época os alogoi e os ebionitas.

Os alogoi eram contra a doutrina do Logos: negavam a divindade de Jesus. Os ebionitas constituíam a seita do segundo século, que negava a deidade absoluta de Cristo. Formavam uma comunidade de judeus-cristãos. O nome vem do hebraico e significa "pobre". Eles criam em Jesus como o seu Messias, mas negavam sua deidade — o embrião da doutrina cristológica das Testemunhas de Jeová. Os ebionitas tinham horror aos escritos paulinos, pois Paulo colocava judeus e gentios no mesmo bojo: "todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus" (Rm 3.23), e pelo fato deste apóstolo pregar a divindade de Cristo (Rm 9.5; Cl 2.9; Tt 2.13, etc.). Viviam o ritual da Lei e os costumes judaicos, e eram hostilizados tanto pelos judeus como pelos cristãos. Eram numerosos no final do primeiro século, mas aos poucos foram desaparecendo do palco, sumindo de vista no cenário da história da Igreja. Hoje estão manifestos com nova roupagem.

Monarquianismo

Nessa época surgiram os que Tertulíano chamou de monarquianistas (do grego monarchia - governo exercido por uma única pessoa). Os monarquianistas dinâmicos (do grego dynamis "força, poder", pois diziam que Deus deu força e poder a Jesus, adotando-o como Filho), negavam a divindade absoluta de Jesus, e também a Trindade. Esta heresia era o prenúncio do arianismo, que, no início de terceiro século, negava a eternidade de Jesus, pois considerava Cristo um deus de segunda categoria, igual ao ensino das Testemunhas de Jeová. Essa doutrina dos dinâmicos era defendida por Teodoro de Bizâncio, Artemão e Paulo de Samosata.

Monarquianistas modais ou modalistas ensinavam que as três pessoas da Trindade manifestavam-se de vários modos, daí o nome modalista. Defendidos por Noeto de Esmirna e Práxeas de Cartago, ensinavam que o Pai nasceu e sofreu, e que Jesus era o Pai. Por essa razão, no Ocidente, eles eram chamados de patripassianistas (do latim Pater "Pai" e passus de patrior "sofrer" - o Pai encarnou-se em Cristo e sofreu com Ele). No Oriente eram chamados sabelianistas, pois o heresiarca Sabélio foi quem mais se destacou na propagação dessa heresia. Segundo essa doutrina, o Pai, o Filho e o Espírito Santo são apenas três aspectos da Divindade, sendo, portanto, uma só Pessoa. Esse ensinamento do bispo Sabélio é hoje chamado de sabelianísmo ou modalismo.

Sabélio usava a palavra "pessoa" para cada Pessoa da Trindade, mas para ele essa "pessoa" tinha o sentido de máscara ou manifestações diferentes de uma mesma Pessoa Divina. Na sua concepção o Pai, o Filho e o Espírito Santo são nomes de três estágios ou fases diferentes. Ele era Pai na criação e na promulgação da Lei; Filho na encarnação, Espírito Santo na regeneração. Essa doutrina foi combatida por Tertuliano em Contra Prãxeas, quando pela primeira vez este apologista usa o termo Trinitas ("Trindade") para a Divindade:

"Todos são de um, por unidade de substância, embora ainda esteja oculto o mistério da dispensação que distribui a unidade em uma Trindade, colocando em sua ordem os três: Pai, Filho e Espírito Santo; três contudo,... não em substância, mas em forma, não em poder, mas em aparência, pois eles são de uma só substância e de uma só essência e de um poder só, pois é de um só Deus que esses graus, formas e aspectos são reconhecidos com o nome de Pai, Filho e Espírito Santo." *

Modalismo moderno

Restauração do modalismo. O sabelianismo ganhou espaço por mais ou menos cem anos em Roma, Ásia Menor, Síria e Egito. Em 263 A.D., Dionísio de Alexandria enfrentou o próprio Sabélio, derrotando o sabelianismo. Depois disso o cristianismo passou a repudiar o sabelianísmo, e o combate a essa heresia continuou até que ela desapareceu completamente da história. Depois de muitos séculos, esse ensinamento retornou das profundezas do Inferno, por John G. Schepp, fundador da seita "Só Jesus", em 1913. Temos no Instituto Cristão de Pesquisas (ICP) uma lista de mais de quinze seitas modalístas. Não é possível, aqui, um comentário sobre todas elas, mas apresentaremos apenas as principais:

Só Jesus

Fundada por John 8. Schepp em 1913, ensina que o batismo salva, igual à doutrina da Congregação Cristã no Brasil, e deve ser realizado só em nome de Jesus. Seus adeptos não seguem a fórmula batismal de Mateus 28.19:

"Em nome do Pai, e do Filho, e do Espfrito Santo". Essa seita provocou muitas divisões nas igrejas evangélicas da época. Ela mesma depois se dividiu em várias facções, entre as quais a Igreja Pentecostal Unida do Brasil, presente em outros países, que também é modalista e batiza só em nome de Jesus. (Não confundir com a Igreja Unida.)

Tabernáculo da Fé

Fundado por William Marrion Branham (1906-1965), chamado por seus adeptos de "o profeta do século e mensageiro do Apocalipse", William Marrion Branham, como os demais funda dores de seitas, arroga para si a mesma autoridade dos profetas e apóstolos da Bíblia e nega a doutrina bíblica da Trindade. Seus adeptos são modalistas, pois seguem o ensino de seu líder, e o batismo nas águas é realizado só em nome de Jesus.

Voz da Verdade

Igreja que utiliza o mesmo nome do conjunto Voz da Verdade. Suas músicas são cantadas sem restrição alguma na maioria de nossas igrejas. Muitos ainda não se deram conta dessa gravidade. Eles são uma seita e atacam a doutrina bíblica da Trindade, e seu batismo nas águas é realizado em nome de Jesus. Seus hinos que enfatizam a divindade de Jesus constituem a doutrina unicista, e estão "sacrificando o Pai", como disse Tertuliano, dos modalistas de sua época.

Igreja Local de Wltness Lee

Conhecida por seu ônibus "Expo-livro" e por seu jornal Árvore da Vida. É a que mais suscita problema entre os evangélicos, por causa de seu proselitismo sectário e desleal. Eles perturbam nossas igrejas e camuflam-se facilmente em nosso meio. Dizem que não são modalistas porque Sabélio dizia que Pai, Filho e Espírito Santo são três aspectos temporários da Divindade, ao passo que a Igreja Local afirma que são três aspectos eternos da Divindade. O ponto divergente entre eles é que ambos declaram ser a Divindade uma só Pessoa. Como Sabélio, usam com freqüência a palavra "pessoa" para cada Pessoa da Trindade, mas com outro sentido. Empregam até o nome Trindade, mas não é o mesmo trinitarianismo do Credo Atanasiano.

Testemunhas de Ierrochua.

Fundado em 1987, em Curitiba, PR. Além de modalistas, pregam que o nome do Salvador não é Jesus, mas Yehoshua, forma hebraica do nome "Josué". Os manuscritos gregos do Novo Testamento destroem completamente essa teoria das Testemunhas de Ierrochua. Há diversos disparates em sua doutrina.

Refutando o sabelianismo

A Bíblia apresenta o Deus verdadeiro como Pessoa, muito longe das idéias do panteísmo, mas não há nas Escrituras uma referência sequer de que Deus seja uma Pessoa única. Falam de um só Deus (Dt 6.4; Mc 12.29; 1 Co 8.6; Ef 4.6).

No batismo de Jesus

Jesus é o Filho do Pai (2 Jo 3) e não próprio Pai. Basta uma leitura simples da Palavra de Deus, principalmente dos quatro evangelhos, para descobrir o absurdo dessa doutrina sabelianista. No batismo de Jesus manifestam-se as três pessoas distintas da Trindade - o Pai falando do Céu, o Filho saindo das águas do Jordão, e o Espírito Santo repousando sobre Ele (Mt 3.16,17). Como os três podem ser uma só Pessoa? Nos evangelhos encontramos com freqüência Jesus referir-se a seu Pai como outra Pessoa. Muitas vezes Ele se dirigiu ao Pai em oração (Jo 17). Afirmar que Pai e Filho são uma mesma Pessoa é um disparate. * Jesus disse que o Pai era outra Pessoa

Jesus disse que era uma Pessoa, e o Pai outra (Jo 8.17,18). Cristo declarou: "E na vossa lei também está escrito que o testemunho de dois homens é verdadeiro. Eu sou o que testifico de mim mesmo, e de mim testifica também o Pai, que me enviou" (Jo 8.17, 18). Jesus falava de duas pessoas, e não de uma. Ele afirmou que veio do Pai e voltava para Ele (Jo 8.42; 16.5; 17.3, 8). Mais de 80 vezes Cristo afirmou que não era o Pai.

Batismo em nome do Jesus


Os adeptos das seitas unicistas defendem o batismo somente em nome de Jesus. Essa prática é um desvio da Palavra de Deus. A Bíblia não nos autoriza esse procedimento. A fórmula determinada por Jesus foi "em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo" (Mt 28.19).

O Didache, palavra grega que significa "ensino", pronuncia-se "didaquê", também chamado "Ensino dos Doze Apóstolos", documento encontrado em Constantinopla em 1785 e datado de 150 A.D., que, juntamente com todos os pais da Igreja, fala do batismo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Reconhecemos que a Bíblia é a palavra final. A patrística pode, às vezes, servir como jurisprudência. Longe de fundamentar nossa doutrina em outra fonte que não seja a Palavra de Deus. Essas citações servem para mostrar que a Bíblia é confirmada pela história da Igreja.

Esses unicistas apelam para quatro passagens no livro de Atos, as quais fazem menção do batismo em nome de Jesus (At 2.38; 8.16; 10.48, 19.5). A inconsistência dessa doutrina unicista é que essas passagens bíblicas não nos concedem a fórmula batismal. A prova disso é que em Atos 2.38 se diz: "em nome de Jesus Cristo"; 8.16: "em nome do Senhor Jesus"; 10.48: "em nome de Jesus Cristo"; 19.5: "em nome do Senhor Jesus". As versões que seguiram o texto grego de Erasmo (Textus Receptus) trazem Atos 10.48 : "em nome do Senhor", como a Almeida Corrigida. Dessas quatro passagens três são diferentes, ou duas, dependendo da versão. Se elas revelassem a fórmula batismal, seriam iguais, pois o método é padronizado. Isso mostra que não se trata de uma fórmula batismal. Revela que essas pessoas eram batizadas na autoridade do nome de Jesus.

A Bíblia diz que negar o Pai e o Filho traz a condenação (1 Jo 2.22, 23). Os sabelianistas mutilam a personalidade do Pai e do Filho, com a doutrina das "manifestações", que é uma maneira camuflada de negar Jesus como o Filho de Deus (1 Jo 5. 5, 9). O "Jesus" dos sabelianistas não é o Jesus da Bíblia (1 Co 11.4).

Explicando alguns textos usados pelos sabelianistas.


Todas as seitas pinçam a Bíblia aqui e ali em busca de subsídios para consubstanciar suas heresias e assim poderem dar às suas doutrinas uma roupagem bíblica. A expressão "Pai da eternidade" (Is 9.6) não afirma que o Filho seja o Deus-Pai, mas que Ele tem si mesmo a eternidade, pois é o Senhor da mesma. Assim Ele pode dar a vida eterna aos que nele crêem. Costumam citar João 10.30: "Eu e o Pai vida eterna aos que nele crêem. somos um; no grego é (Ego kai ho pater hen esmen). O texto prova que Jesus é Deus absoluto igual ao Pai, e não a mesma Pessoa do Pai. "Um" no grego, nesse versículo, está no neutro, hen, e não no masculino, heis, e mostra assim duas pessoas numa só Deidade. Além disso, o verbo está no plural "somos" e não no singular "sou" não pode, portanto, Pai e Filho serem a mesma Pessoa. O Espírito Santo é assunto registrado em outras passagens, principalmente nos capítulos 14,15 e 16 de João.

Jesus disse a Filipe: "Quem me vê a mim vê o Pai" (Jo 14.8, 9). Isso foi usado pelo próprio Sabélio para consubstanciar o seu unicismo. Esta passagem, como a de João 10.30, é ainda hoje usada pelos modernos sabelianistas para justificar a sua falsa doutrina, O versículo seguinte destrói completamente os argumentos sabelianistas: "As palavras que eu vos digo, não as digo de mim mesmo, mas o Pai, que está em mim, é quem faz as obras" (v. 10).

Fonte: Instituto Cristão de Pesquisas