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sábado, 24 de agosto de 2013

Entrevista com a missionária Kelem Gaspar






Entrevista sobre a obra missionária

 1 - Temos certeza que muitas vezes já foi perguntado sobre como iniciou sua caminhada neste campo e não podemos deixar de perguntar–lhe. Conte–nos como foi que você “descobriu” que tinha um chamado missionário e se possui alguma impressão diferente daquela que tinha no inicio do chamado?

> Não aconteceu nada de sobrenatural no início da minha chamada, não vi um anjo, não ouvi uma voz, não recebi uma profecia, nada disso. Eu estava assistindo um culto, em que uma missionária pregou e falou sobre os desafios da obra de missões, essa palavra entrou no meu coração e eu tomei uma decisão: sacrifiquei meus projetos pessoais aos pés de Cristo e ofereci a Ele minha vida para seu serviço. Foi a melhor decisão que tomei em minha vida, Deus é absolutamente digno de confiança. Como a missionária trabalhava com índios, naturalmente foi o povo que me interessou também e, a partir desse momento, passei a me preparar para servir a esse povo.

2-Fale-nos da sensação de estar pela primeira vez no campo missionário e da sensação que foi “voltar à sua realidade”, o que muda nessa primeira vez? E essa mudança é passageira ou ficou marcada para a caminhada de missões?

> É uma mistura de sentimentos muito grande: medo do desconhecido, alegria em estar finalmente no lugar que Deus havia preparado para mim, saudades de casa, desejo de colher logo os primeiros frutos, enfim, não é fácil lidar com esse turbilhão de sentimentos. Tudo era diferente do que eu conhecia, tudo era novo, mas eu tinha uma certeza: eu estava ali para servir, não para ser servida. Eu não era a grande mãe branca que havia chegado com todas as respostas. Eu desenvolvi um grande respeito pelo povo e por sua maneira de viver, trabalhávamos juntos, comíamos juntos, tínhamos comunhão, tentei me adaptar ao máximo a essa nova maneira de viver. Readaptar-se à nova realidade depois da volta pra casa também não foi fácil. O que tornou a situação mais suportável foi a íntima compreensão de que nossa motivação está calcada no compromisso com Cristo e no amor às almas perdidas, e, diante disso,nenhum sacrifício deve ser considerado grande demais.

3- Sabemos que o missionário vai se deparar com muitas situações adversas, onde com certeza mexerão com suas emoções. Neste momento, como é lidar com esses extremos e seguir com a missão dada por Deus?

> Realmente são muitas as situações adversas. As crises emocionais são constantes. O missionário precisa entender acima de tudo que é um servidor e que não está na missão porque foi forçado; a decisão de servir foi tomada livre e conscientemente e, agora, espera-se dele que faça todo o possível por amor a Cristo e ao povo. Deus não prometeu conforto, não prometeu sucesso e nem ofereceu garantia de retorno, mas Ele assegurou estar conosco sempre, até o fim. Essa certeza nos sustenta e nos faz seguir adiante.

4 - Muitas pessoas sentem o chamado missionário, porém não sabem como proceder, muitos pensam que é pegar um avião e ir para África, outros, irem para Nordeste, Norte, Sudeste, enfim... Mas como você define missões? São lugares específicos ou são formas específicas, como: O sopão na madrugada, visita a hospitais e etc?

> Deus precisa de pessoas em todas as posições, e para Deus missões e evangelização são a mesmíssima coisa, ambos tem como objetivo levar as almas a Cristo. O cristão não pode ser apático ao ponto de não fazer nada diante da grande necessidade mundial. Sou favorável à ideia de que todos tem uma chamada tripla: todos devem orar por missões, todos devem investir financeiramente de alguma forma e todos devem ser testemunhas vivas de um Cristo vivo, ou seja, compartilhar o evangelho em todas as oportunidades possíveis. As almas têm o mesmo valor em qualquer lugar do mundo.Conheço pessoas que estão aguardando para ser uma bênção quando finalmente chegarem ao campo transcultural, porém enquanto esperam não produzem nada. Não acredite nesse tipo de chamada. Você quer ser missionário? Ótimo, agora vá ler biografias de missionários, vá estudar línguas, vá fazer um curso que lhe ajude no campo, tire seu passaporte, levante um trabalho na igreja local, ganhe almas, discipule, crie um novo projeto, dê frutos, enfim, faça a sua parte. Lembre-se, Deus faz o impossível, o absurdo, não.

5 – Missões, um lindo chamado, o qual precisa de compreensão, preparação e muita força de vontade. Por isso, gostaríamos de saber qual a maior decepção que o missionário pode ter no campo? E o que já a deixou surpreendida no campo missionário, segundo sua visão e experiência?

> Ser abandonado é um medo constante, tanto financeiramente, quanto espiritualmente ou emocionalmente. Existem muitos pastores não alcançados, que não têm responsabilidade, compromisso e amor pela obra e pelos obreiros. Esses pastores veem os missionários como pessoas de segunda classe e passam essa visão para a igreja; é por isso que muitos missionários recebem de oferta ventilador sem hélice, geladeira sem motor, ferro elétrico sem resistência e a “clássica” sacola com roupas usadas. Precisamos mudar a nossa visão e ver o missionário como ele realmente é: um embaixador do Reino.

6 – Como os índios, os quais você já evangelizou, assimilam a vida cristã em sua cultura? Como foi este choque cultural para quem queria levar Jesus para um povo que luta por sua própria cultura, que é diferente em quase 80% (ou até mais) da cultura vigente em seu país?

> Precisamos de atenção e de muita dependência de Deus para entender o que implica em salvação e o que não implica. O trabalho missionário não é criar uma filial de sua igreja no campo; a cultura deve ser respeitada ao máximo e devemos adaptar o que for possível à cultura local e aquelas questões que implicam de fato em condenação devem ser trabalhadas com cautela, sempre buscando soluções em oração.

7 - Compartilhe sobre o projeto que vocês desenvolvem hoje e como as pessoas que querem participar, de alguma forma, devem proceder?

> Estamos há oito anos no município de Maracanã, interior do Estado do Pará,na região amazônica. Aqui temos uma creche escola missionária que atende setenta crianças carentes da comunidade, onde elas são alfabetizadas, discipuladas, alimentadas e orientadas diariamente; não é um trabalho fácil, não temos ajuda da prefeitura e nem de nenhuma outra organização, mas Deus tem cuidado de nós. Vivemos exclusivamente na dependência de Deus, e Ele tem despertado pessoas para nos ajudar, sem que precisemos sair para pedir nada. Funciona assim: nós oramos e Ele desperta alguém para que a necessidade seja suprida. O dinheiro de Deus está no bolso dos crentes. É uma verdadeira parceria, uma sociedade. A única obra que Deus fez sozinho foi a da criação; para todas as outras, Ele opera no homem e através do homem. Desenvolvemos também um curso de missões transculturais que prepara jovens missionários para alcançarem indígenas, ribeirinhos, quilombolas e povos minoritários. Os alunos aprendem disciplinas missiológicas, ministradas por excelentes professores, mas não nos esquecemos de também treiná-los para o dia a dia do campo missionário: eles moram em casas de barro, carregam água, comem comidas típicas, enfim procuramos antecipar o cenário que ele encontrará no campo. Se o aluno não tiver chamada divina e disponibilidade para sofrer as privações que esse tipo de obra acarreta, é melhor que ele descubra isso aqui do que depois de ter sido enviado. Não é fácil manter esse curso, mas Deus tem cuidado de nós. Além desses dois trabalhos, desenvolvemos algumas obras missionárias paralelas, como na “Ilha do Derrubado” e no "Bacabal" (localidades isoladas dentro do Município de Maracanã), também mantemos um casal de missionários no Peru, entre os índios kulinas e kashinauás. Todas essas obras são em áreas carentes e de difícil acesso, e para todas elas precisamos de apoio espiritual, emocional e financeiro. 
Para aqueles que se sentirem tocados por Deus, podem ajudar de muitas maneiras, como mandar qualquer encomenda para: PA 127, km 39, Ramal Caiacá, 05, Maracanã-Pa. CEP 68.710-000. (podem ser livros, brinquedos, material escolar, objetos de uso pessoal, material de escritório, enfim, qualquer coisa que Deus tocar no seu coração) ou se comprometer com uma oferta mensal de qualquer valor, que pode ser depositada no: Banco do Brasil, Ag. 1436-2, conta corrente nº 6993-0 ou Bradesco Ag. 0697, conta corrente nº 523.164-7. Também podem vir nos visitar ou nos adotar em oração, afinal a obra missionária nasce de joelhos e é de joelhos que ela se sustenta.
Kelem Gaspar


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Entrevista com a Missionária Kelem Gaspar


Entrevista concedida ao Ministério MiAMe - http://ministeriomiame.com.br
MiAMe – Temos certeza que muitas vezes já foi perguntado sobre como iniciou sua caminhada neste campo e não podemos deixar de perguntar – lhe. Conte – nos como foi que você “descobriu” que tinha um chamado missionário e se possui alguma impressão diferente daquela que tinha no inicio do chamado?
KG: Não aconteceu nada de sobrenatural no início da minha chamada, não vi um anjo, não ouvi uma voz, não recebi uma profecia, nada disso. Eu estava assistindo um culto, em que uma missionária pregou e falou sobre os desafios da obra de missões, essa palavra entrou no meu coração e eu tomei uma decisão: sacrifiquei meus projetos pessoais aos pés de Cristo e ofereci a Ele minha vida para seu serviço. Foi a melhor decisão que tomei em minha vida, Deus é absolutamente digno de confiança. Como a missionária trabalhava com índios, naturalmente foi o povo que me interessou também e, a partir desse momento, passei a me preparar para servir a esse povo.
MiAMeFale-nos da sensação de estar pela primeira vez no campo missionário e da sensação que foi “voltar a sua realidade”, o que muda nessa primeira vez? E essa mudança é passageira ou ficou marcada para a caminhada de missões?
KG: É uma mistura de sentimentos muito grande: medo do desconhecido, alegria em estar finalmente no lugar que Deus havia preparado para mim, saudades de casa, desejo de colher logo os primeiros frutos, enfim, não é fácil lidar com esse turbilhão de sentimentos. Tudo era diferente do que eu conhecia, tudo era novo, mas eu tinha uma certeza: eu estava ali para servir, não para ser servida. Eu não era a grande mãe branca que havia chegado com todas as respostas. Eu desenvolvi um grande respeito pelo povo e por sua maneira de viver, trabalhávamos juntos, comíamos juntos, tínhamos comunhão, tentei me adaptar ao máximo a essa nova maneira de viver. Readaptar-se à nova realidade depois da volta pra casa também não foi fácil. O que tornou a situação mais suportável foi a íntima compreensão de que nossa motivação está calcada no compromisso com Cristo e no amor às almas perdidas, e, diante disso, nenhum sacrifício deve ser considerado grande demais.
MiAMe: Sabemos que o missionário vai se deparar com muitas situações adversas, onde com certeza mexerão com suas emoções. Neste momento, como é lidar com esses extremos e seguir com a missão dada por Deus?
KG: Realmente são muitas as situações adversas. As crises emocionais são constantes. O missionário precisa entender acima de tudo que é um servidor e que não está na missão porque foi forçado; a decisão de servir foi tomada livre e conscientemente e, agora, espera-se dele que faça todo o possível por amor a Cristo e ao povo. Deus não prometeu conforto, não prometeu sucesso e nem ofereceu garantia de retorno, mas Ele assegurou estar conosco sempre, até o fim. Essa certeza nos sustenta e nos faz seguir adiante.
MiAMeMuitas pessoas sentem o chamado missionário, porem não sabem como proceder, muitos pensam que é pegar um avião e ir para áfrica, outros, irem para nordeste, norte, sudeste, enfim… Mas como você define missões? São lugares específicos ou são formas específicas, como: O sopão na madrugada, visita a hospitais e etc?
KG: Deus precisa de pessoas em todas as posições, e para Deus missões e evangelização são a mesmíssima coisa, ambos tem como objetivo levar as almas a Cristo. O cristão não pode ser apático ao ponto de não fazer nada diante da grande necessidade mundial.
Sou favorável à ideia de que todos tem uma chamada tripla: todos devem orar por missões, todos devem investir financeiramente de alguma forma e todos devem ser testemunhas vivas de um Cristo vivo, ou seja, compartilhar o evangelho em todas as oportunidades possíveis. As almas têm o mesmo valor em qualquer lugar do mundo. Conheço pessoas que estão aguardando para ser uma bênção quando finalmente chegarem ao campo transcultural, porém enquanto esperam não produzem nada. Não acredite nesse tipo de chamada.
Você quer ser missionário? Ótimo, agora vá ler biografias de missionários, vá estudar línguas, vá fazer um curso que lhe ajude no campo, tire seu passaporte, levante um trabalho na igreja local, ganhe almas, discipule, crie um novo projeto, dê frutos, enfim, faça a sua parte. Lembre-se, Deus faz o impossível, o absurdo, não.
MiAMeMissões, um lindo chamado, o qual precisa de compreensão, preparação e muita força de vontade. Por isso, gostaríamos de saber qual a maior decepção que o missionário pode ter no campo? E o que já a deixou surpreendida no campo missionário, segundo sua visão e experiência?
KG: Ser abandonado é um medo constante, tanto financeiramente, quanto espiritualmente ou emocionalmente. Existem muitos pastores não alcançados, que não têm responsabilidade, compromisso e amor pela obra e pelos obreiros. Esses pastores veem os missionários como pessoas de segunda classe e passam essa visão para a igreja; é por isso que muitos missionários recebem de oferta ventilador sem hélice, geladeira sem motor, ferro elétrico sem resistência e a “clássica” sacola com roupas usadas. Precisamos mudar a nossa visão e ver o missionário como ele realmente é: um embaixador do Reino.
MiAMeComo os índios, os quais você já evangelizou, assimilam a vida cristã em sua cultura? Como foi este choque cultural para quem queria levar Jesus para um povo que luta por sua própria cultura, que é diferente de quase 80% ou até mais em seu país?
KG: Precisamos de atenção e de muita dependência de Deus para entender o que implica em salvação e o que não implica. O trabalho missionário não é criar uma filial de sua igreja no campo; a cultura deve ser respeitada ao máximo e devemos adaptar o que for possível à cultura local e aquelas questões que implicam de fato em condenação devem ser trabalhadas com cautela, sempre buscando soluções em oração.
MiAMe: Compartilhe sobre o projeto que vocês desenvolvem hoje e como as pessoas que querem participar, de alguma forma, devem proceder?
KG: Estamos há oito anos no município de Maracanã, interior do Estado do Pará, na região amazônica. Aqui temos uma creche escola missionária que atende sessenta crianças carentes da comunidade, onde elas são alfabetizadas, discipuladas, alimentadas e orientadas diariamente; não é um trabalho fácil, não temos ajuda da prefeitura e nem de nenhuma outra organização, mas Deus tem cuidado de nós.
Vivemos exclusivamente na dependência de Deus, e Ele tem despertado pessoas para nos ajudar, sem que precisemos sair para pedir nada. Funciona assim: nós oramos e Ele desperta alguém para que a necessidade seja suprida. O dinheiro de Deus está no bolso dos crentes. É uma verdadeira parceria, uma sociedade.
A única obra que Deus fez sozinho foi a da criação; para todas as outras, Ele opera no homem e através do homem. Desenvolvemos também um curso de missões transculturais que prepara jovens missionários para alcançarem indígenas, ribeirinhos, quilombolas e povos minoritários. Os alunos aprendem disciplinas missiológicas, ministradas por excelentes professores, mas não nos esquecemos de também treiná-los para o dia a dia do campo missionário: eles moram em casas de barro, cozinham a lenha, comem comidas típicas, enfim procuramos antecipar o cenário que ele encontrará no campo. Se o aluno não tiver chamada divina e disponibilidade para sofrer as privações que esse tipo de obra acarreta, é melhor que ele descubra isso aqui do que depois de ter sido enviado.
Não é fácil manter esse curso, mas Deus tem cuidado de nós. Além desses dois trabalhos, desenvolvemos algumas obras missionárias paralelas, como na “Ilha do Derrubado” (localidade isolada dentro do Município de Maracanã) e brevemente, no “Ramal da Mina”. Todas essas obras são em áreas carentes e de difícil acesso, e para todas elas precisamos de apoio espiritual, emocional e financeiro.
Para aqueles que se sentirem tocados por Deus, podem ajudar de muitas maneiras, como mandar qualquer encomenda paraPA 127, km 39, Ramal Caiacá, 05, Maracanã-Pa. CEP 68.710-000. (podem ser livros, brinquedos, material escolar, objetos de uso pessoal, material de escritório, enfim, qualquer coisa que Deus tocar no seu coração) ou se comprometer com uma oferta mensal de qualquer valor, que pode ser depositada noBanco do Brasil, Ag. 1436-2, conta corrente nº 6993-0 ou Bradesco Ag. 0697, conta corrente nº 523.164-7. Também podem vir nos visitar ou nos adotar em oração, afinal a obra missionária nasce de joelhos e é de joelhos que ela se sustenta.
Visite o blog da Missionária Kelem:  http://www.missionariakelem.blogspot.com.br/

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Movimento Magrebe - Um esforço interdenominacional para alcançar o norte da África para Cristo



O Projeto Magreb Movement é um conjunto de ações que visam a implantação da Igreja de Cristo entre os magrebinos. Por isso, visamos a união de pessoas, grupos, igrejas, denominações e órgãos missionários para que possamos juntos alcançar o alvo. Mas como você e sua igreja podem se envolver?
Queremos apresentar agora algumas iniciativas que estão sendo feitas na região. Em todas elas você pode ser um “co-participante”. Leia cada opção com atenção e veja em qual você poderia se envolver e, junto com outros, contribuir para o avanço do Reino. Desde já agradecemos.
- REDE DE INTERCESSÃO – Essa Rede é formada por pessoas que tem, em seus corações, o desejo de orar. Você também pode sensibilizar outros à orarem pelos povos da África do norte. No nosso site há muitas informações e pedidos de oração que podem ser usados por você e compartilhados em sua igreja. Incentive o seu pastor a ter períodos frequentes de intercessão missionária, tenha 5 minutos de intercessão dominical, envolva o ministério de oração de sua igreja. Para saber mais, visite a página Intercessão. Lá você saberá como orar e também fazer o download gratuitamente de um Manual de Oração. Assim, durante um mês, você e sua igreja estarão intercedendo especificamente pela região. Mas não se esqueça de se apresentar para a gente. É uma alegria conhecê-lo e ouvir de você o que Deus tem te falado enquando você intercede por estes que Ele tanto ama. Entre em Contato.
- EXPEDIÇÃO DE ORAÇÃO - Já imaginou na possibilidade de você ir até o campo, ter uma experiência transcultural curta mas abençoadora? Já imaginou participar de uma “Caminhada de Oração” no local, de ter contato com trabalhadores e orar por eles? Tudo isso pode ser possível se você fizer parte de uma Expedição de Oração. O objetivo principal é proporcionar um tempo de louvor, adoração e intercessão em um país da África do norte. Tanto você, como um grupo de amigos, líderes de igrejas podem vir. Temos a certeza absoluta que você será impactado, como também a nação que te receberá.
- BUSINESS – Nós cremos que a missão é integral. Para que possamos realmente impactar a sociedade, existem projetos acontecendo na região. São “fazedores de tendas” realizando negócios, impactando a sociedade e o povo. Muitas atividades empreendedoras estão em curso e várias delas carecem de apoio financeiro ou do que chamamos de “consulting”. Para que possamos continuar com essas atividades, pedimos a colaboração e investimento nesses projetos. São iniciativas simples (mas importantes), que ajudam pessoas locais a desenvolverem seus pequenos negócios. Escolas e universidades também estão abertas à incentivo na educação e alguns contatos estão sendo feitos. Clique aqui e saiba um pouco sobre o assunto. Se você é empresário e empreendedor, se possui um negócio próprio e quer saber como ajudar usando o talento que possui, aguardamos o teu contato. A sua profissão também é um meio de glorificação do Reino de Deus.
Leia este exemplo de um empresário cristão no norte de Israel, e saiba um pouco mais do que significa “BAM” (Business As Mission). Saiba mais:
- INVESTIMENTO – Existem cristãos locais que precisam de uma ajuda financeira para poder realizar um negócio próprio ou ainda ajudar no ministério em si. Como precisamos caminhar juntos, estamos levantando igrejas para apoiarem financeiramente esses trabalhadores. A ideia é ajudá-los a pescar, ajudando-os a se desenvolverem e vendo até possibilidades de treinamento, caso seja a realidade. À muito a ser feito e não podemos perder as oportunidades.
- PROJETO ADOTE UM POVO - Com o passar dos anos muitas iniciativas missionárias foram criadas, todas elas bem vindas e com o único objetivo de expandir o Reino do nosso Pai. Nós apoiamos o projeto Adote Um Povo porque acreditamos que, através da união de igrejas e denominações, ações específicas e diretas podem ser feitas para o alcance de um povo. Ao se focar em povos, o alcance é mais direto. Obviamente que a nação (país) onde este povo vive será abençoado. Estamos convidando grupos de cristãos, igrejas e denominações à adotarem povos da África do norte. Para saber mais, clique aqui.
- TREINAMENTO MISSIONÁRIO – Entendemos que Deus continua levantando pessoas para irem ao campo e a região magrebina precisa muito de novos trabalhadores. Várias organizações missionárias possuem um treinamento que visa o trabalho transcultural e torna-se necessário o preparo nessas escolas para uma boa adaptação ao campo. A formação precisa ser integral, abrangendo os dons e talentos da pessoa, trazendo um prepado teológico e missiológico. Podemos ajudar você (que possui um chamado transcultural) a encontrar um centro de treinamento que mais se adeque à sua realidade e chamado.
Acesse o site do movimento e tenha acesso a muitas outras informações e recursos: http://www.pordosol.org

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Domingo da Liberdade - 26 de Fevereiro: Participe e envolva a sua igreja nesta campanha contra o trabalho escravo



Gostaríamos de convidar você e sua igreja para participarem do Domingo de Liberdade.
O Domingo de Liberdade tem como objetivo o fim da escravidão moderna através de igrejas mais ativas e conscientes na luta contra este mal. Nunca existiram tantos escravos no mundo como nos dias de hoje. Estima-se que atualmente existam de 27 a 50 milhões de escravos no mundo.

O Domingo da Liberdade foi iniciado em Fevereiro de 2010 em mais de 30 países, com mais de 1.000 igrejas participantes.
Em 2011, esse número cresceu para 2.500 igrejas em 45 países.
Nosso alvo para 2012 é que 10.000 igrejas participem em todo o mundo.

O Domingo de Liberdade pode ser realizado em qualquer domingo do ano, mas no dia 26 de Fevereiro de 2012, milhares de igrejas ao redor do mundo todo irãoproclamar a esperança da liberdade. Sintam-se livres para prepararem algo, usando a sua criatividade e a dos membros de sua comunidade para fazerem algo especial nesse dia.

■ Cantem canções sobre a Liberdade
■ Orem pelos cativos
■ Preguem sobre a Justiça e Liberdade 

■ Distribuam folhetos informativos 

■ Façam uma exibição do vídeo sobre o tráfico humano
■ Busquem informações sobre o que o governo e a rede tem feito a respeito

Assista ao video

sábado, 19 de novembro de 2011

David Botelho - A vergonha de muitas igrejas



Talvez muitos não me entendem, não querem me entender e sei que nunca me entenderão.

Em 1985 eu fui desenganado pelos médicos, isto depois de terem encontrado vários tumores, mas o Senhor resolveu preservar minha vida para um propósito específico.

Sei que muitos oraram por um milagre e o milagre aconteceu, pois ao retirarem estava tudo encapsulado.

Entendo que o que aconteceu foi em resposta as orações.

Creio que isto me levou a ser um inconformista por natureza.

Não quero investir o resto de minha vida em algo bom, mas em algo que leve a glória do Senhor entre as nações, principalmente entre os não alcançados da terra.

Vejo uma notícia super impressionante de que dois anos antes do previsto o Brasil será a sexta economia mundial, pois ultrapassará o PIB da Grã Bretanha até o final deste ano.

Isto está sendo possível devido à crise européia que tem levado muitas economias a decrescerem e ou se estagnarem.

Algo inimaginável de se pensar nos anos 70!

Isso nos traz uma grande responsabilidade como igreja brasileira para com os povos menos alcançados da terra.

Em contraste é triste saber que uma grande denominação brasileira e muito rica, que tem igrejas fortes na região de Campinas, não tem um missionário transcultural.

Ao mesmo tempo o Brasil que tem cerca de 300.000 igrejas, mas cerca de 99% delas não possui um obreiro transcultural e além de que mais de 150 tribos não tem um obreiro evangélico.

Diante de tudo disso eu parafraseio o famoso tele jornalista Boris Casoi.

Isto é uma vergonha....

Sabem que o judeu Boris Casoi não inovador em tal frase, pois está copiando o seu conterrâneo antecessor Paulo que afirmou que eles não conhecem o Evangelho para vergonha nossa.


A Ásia, o continente menos alcançado da terra, conta com cerca de 80% dos povos menos evangelizados do mundo e segundo a última estatística mostra que onde os brasileiros têm enviado menos missionários e conta com aproximadamente 275 obreiros brasileiros. Diante de tudo isso fomos desafiados para enviar em parceria um contigente de 120 obreiros para este continente. Hoje nós contamos com 70 obreiros preparados para irem e como os recebemos com apenas um terço do sustento temos diante de nós um grande desafio que estamos compartilhando com os amigos da Horizontes e de missões.

Cada um deles precisa levantar 40 investidores com apenas R$ 30.00 mensais. (Isto corresponde a dois salários mínimos mensais) para complementar o sustento e se multiplicar por 70 o que se precisa é de 2800 parceiros.

Ao mesmo tempo cada um deles precisa de R$ 18.000,00 (Passagem para a Ásia – R$ 4.500,00; Seguro com direito a repatriamento – R$ 2.000,00; Aluguel da casa por um ano – R$ 2.500,00; Móveis para mobiliar a casa – R$ 2.000,00; Universidade de línguas semestral - R$ 1.500,00; Visto anuidade – R$ 2.000,00; Dois meses adiantados – R$ 3.500,00).

Minha oração é no sentido de que o Senhor desperte os amigos, companheiros, amantes de missões e crentes fiéis que ao receberem esta carta desafio sejam tocados pelo Espírito Santo para ser um parceiro desses que o Senhor tem levantado em resposta as orações. O meu convite é para que você seja o impulsionador de um destes 70 valentes e venha a segurar as cordas dos que se colocaram na brecha.

No amor daquele que nos chamou para levar sua mensagem até os confins da terra.

David Botelho
Missão Horizontes
Bradesco – Agência 1020 Conta 3474-6
uniasia@mhorizontes.org.br

_________________________________________________

Nota do Sammis: E você, amado leitor: qual o seu nível de envolvimento ou comprometimento com a prioridade de Deus de alcançar cada povo, língua e nação? E seu pastor, ele entende isso como prioridade? Suas ofertas meu irmão, que direção tem tomado? Elas tem priorizado a Prioridade, ou ido pelo ralo do chover no molhado? Reflitamos sobre nosso empenho, para servir com nosso melhor Aquele a quem teremos de dar conta de tudo.

domingo, 24 de julho de 2011

30 Dias de Oração pelo Mundo Muçulmano - Participe e envolva a sua igreja!



Junte-se aos milhões de Cristãos ao redor do mundo que já participaram no maior enfoque de oração internacional em andamento pelo mundo Muçulmano.
O próximo Ramadan será nosso vigésimo esforço de oração, e nosso aniversário de 20 anos. Ecesse o site e baixe o livreto de oração para você acompanhar e orar junto com sua igreja, grupo pequeno, célula, família ou em particular!
Ore pelos Muçulmanos com Fé, Esperança e Amor!
Acesse o site: http://www.30-dias.org/

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Gravação Coletiva de Bíblia em Áudio - Contribua com a sua voz!


A idéia é você GRAVAR COM A SUA VOZ um capítulo da Bíblia, em áudio WMA ou MP3, pelo seu PC/Notebook/Celular/Gravador Digital/Etc, via microfone, com fundo musical ou não, e enviar para o organizador do projeto, Ricardo Miranda.

Depois tudo será reunido e colocado à disposição na internet PARA DOWNLOAD gratuito. E as melhores gravações serão veiculadas na Rádio TELE-FÉ, do Pr.Norberto Marquardt.

Vamos começar com os SALMOS?

Quem quer participar???

Quem quiser participar escreva para o Ricardo: ricardo.estandarte@gmail.com
para saber qual livro gravar.

Os arquivos serão assim nomeados (por exemplo):

Salmos(23)PorRicardoMiranda.mp3
Proverbios(11)PorMarceloToledo.mp3

Participe desta iniciativa com a sua voz!

domingo, 15 de maio de 2011

Consciência cristã, cidadania e boicote


João Cruzué
Uma das formas não violentas mais efetivas de exercer pressão e conseguir vitórias quase impossíveis é o BOICOTE. Tenho voltado a este assunto porque há ainda muito desprezo e discriminação contra evangélicos no Brasil.


O boicote foi usado com sucesso por Gandhi, na Índia, contra 300 anos de dominação do Império Britânico. O Exército inglês cometeu tantas barbaridades e tantas arbitrariedades que chegou ao ponto de ter sua imagem muito mal vista dentro da própria Inglaterra. Mahatma Gandhi apeou a "Union Jack" das costas da Índia sem dar um tiro sequer contra a maior potência mundial da época.


O Pastor Martin Luther King, Jr. também utilizou os mesmos métodos de não violência ou resistência pacífica nos anos 50/70s para conquistar a igualdade dos direitos civis dos negros americanos oprimidos - não por um inimigo externo - mas por irmãos protestantes de raça branca, que empunhavam uma Bíblia com uma mão e com a outra brandia não só o preconceito como armas e fósforos.


O Brasil é um país cheio de injustiças, com uma dívida social muito grande. Apenas para não ficar em palavras, vou dizer um número: cerca de 130 milhões de brasileiros ADULTOS ainda tiveram acesso a uma Faculdade. Mais de 80 mil (adultos) ainda não concluíram o ensino médio.


Os meios de comunicação tratam com indiferença estes números, voltando-se a eles apenas em anos de eleições majoritárias.


O respeito ao povo evangélico tem melhorado nos últimos anos, porque estamos começando a ter consciência de cidadania e engatinhando no exercício da política. Durante meio século, os pastores e mestres de nossas Igrejas nos ensinaram que política não era atividade para crentes, e com esse pragmatismo evitaram as garras da ditadura dentro das Igrejas Evangélicas. Mas a ditadura passou e somente 25 anos depois os crentes começaram a perceber que sem organização política os recursos orçamentários da nação precisam de reorientação.


Mas o preconceito contra os crentes ainda é vivo.


No trato com o contexto global, nosso comportamento e idiossincrasia sempre são vistos como o atraso da sociedade que abertamente nos aconselha que devemos "cuidar só de religião" e deixar a política e o comando da nação para (eles) os não cristãos. Com isso, uma minoria incrédula e anticristã vem exercendo com muita eficiência o controle da formação de opinião desta nação.


Estamos a ponto de perder nossa liberdade e expressão por causa de um projeto de lei anticristão que objetiva mudar os textos da Constituição e do Código civil. Somando católicos e crentes, temos maioria da população, mas somos governados e tangidos por lideranças que nunca foram cristãs, porque nunca nos organizamos e desconhecemos a força política que temos.


Quando a TV Globo, useira e vezeira em rotular crentes, tinha certa novela no ar que ridicularizava e discriminava mulher crente, sofreu uma campanha de desaprovação maciça na blogosfera evangélica e troca de emails, recuou e por causa dos protestos não permitiu, inclusive, que fosse ao ar o primeiro beijo homossexual da televisão. Crentes são grandes consumidores; cerca de 20/25% das famílias brasileiras. Novelas são patrocinadas por marcas de produtos destinados ao consumo de massa, baratos, e acessíveis às classes mais pobres. Grandes empresas ficam de olho nos "trending topics".


Nós, cristãos evangélicos, devemos e podemos tomar atitudes muito eficientes ao movimentar o dinheiro de nossos bolsos. Precisamos estar atentos e abrir nossos olhos ao que nos discrimina, despreza e ofende. Na política, todo senador, deputado ou vereador que é sistematicamente contra qualquer posicionamento da Igreja - nunca mais deve receber o voto de um crente. O Pastor ou o filho do Pastor que se candidatar e ganhar um cargo de representação política e nele se corromper e for motivo de vergonha para a Igreja, nunca mais deve ser re-eleito.


Também da mesma forma, todo preconceito, discriminação, ofensa, calúnia que for veiculada em uma Rede de Televisão, Rádio ou imprensa escrita - comprovada e sistematicamente - deve sofrer a ação de um boicote. E a experiência mostra, que a melhor forma de fazer isto é pela via indireta: deixando de comprar lá no supermercado os produtos das marcas que patrocinam tais programas.


Sei que não são muitas as pessoas que leem este blog, mas que este assunto precisa ser analisado profundamente em nossa consciência - precisa. Sim, porque não podemos financiar as fontes de preconceitos, discriminação, abandono político, que nos atingem direta ou indiretamente. Seria o mesmo que dar colocar a espada nas mãos do seu inimigo. Por ignorância muita gente simples não sabe como fazer isto, e nem sabe que está sendo discriminada, ofendida ou desprezada.


Mas você e eu sabemos. E se sabemos, não podemos ficar indiferentes nem ser omissos.

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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Enfrentando o Bullying (VRC)


Hoje, muita gente está falando do bullying e procurando soluções para esse grande problema. Quando a AMME Evangelizar começou a tratar do assunto, quase ninguém sabia o que era. Bullying é o nome em inglês para a Violência Repetida entre Colegas - VRC, como chamamos na AMME. Perseguir, encarnar, botar apelidos, zombar - a VRC é violência, é repetida insistentemente e acontece entre pessoas da mesma idade e grupo. VRC é a principal estrutura de pecado que afeta adolescentes de 12 a 14 anos.
A AMME já lançou dois programas que tratam do tema: o filme Toque de Mestre e o programa "Caminho da Paz". Foram os primeiros programas evangélicos contra esse tipo de violência. Em 2010, foram treinados 18.653 líderes em todo o Brasil para usar o programa "Caminho da Paz". Agora queremos aprofundar esse trabalho. Nosso ministério Salva Vidas está preparando uma OFICINA para tratar desse tema com mais profundidade e oferecer mais recursos aos líderes que querem trabalhar sobre esse tema. Isso faz parte de nosso esforço para evangelizar adolescentes e envolvê-los na evangelização. Você pode ajudar! 
Queremos reunir histórias sobre esse tipo de violência repetida entre colegas na adolescência. Se, na adolescência, você praticou esse tipo de violência, se sofreu ou testemunhou outros praticarem ou sofrerem, conte-nos sua história, ela poderá servir de exemplo no enfrentamento dessa estrutura de pecado que atinge os adolescentes. Seu nome, e-mail e localidade não serão revelados. Escreva para portal@evangelizabrasil.com e responda às seguintes perguntas. Faça isso ainda hoje.
  1. Quantos anos você tinha e onde aconteceu sua história de VRC?
  2. Quem praticou, sofreu e testemunho essa VRC?
  3. Como acontecia a VRC, com que frequência, o que era dito, feito?
  4. Quais foram as consequências da VRC para você na época?
  5. Foi feito algo para enfrentar a VRC? O que? Qual o resultado?
  6. Quais foram as consequências da VRC a longo prazo?
  7. Como a Igreja, o Evangelho, a fé participaram dessa história?
Você também pode ajudar divulgando essa mensagem para outras pessoas.
Seu para cumprirmos a missão bíblica,
José Bernardo
AMME Evangelizar

terça-feira, 1 de março de 2011

Blogueiros Evangélicos Conectados em Oração - Participe desta campanha



No próximo Domingo, dia 06 de Março, às 8h30, temos um encontro marcado para nos unirmos em um só propósito de fé e em oração rogarmos a Deus por salvação de almas. Convocamos toda a blogosfera a divulgar esse evento em seus blogs, igrejas, familiares, amigos, enfim, a todos quantos puderem. Participe dessa campanha inédita e seja você também um colaborador dos milagres que estão por vir.

Deus se agrada dos que intercedem e sabemos que a oração com fé produz maravilhas, por este motivo convocamos uma comissão de homens, mulheres e crianças de todas as idades e etnias para nos conectarmos em oração aos céus por dias de refrigérios na terra.

O que é "Campanha UBE Conectados em Oração"? 

É um evento que visa conectar o maior número possível de pessoas orando ao mesmo tempo com dia e hora marcados, é a formação de uma grande comissão de intercessores, internautas ou não.

Objetivo do Conectados

“Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra terá sido ligado nos céus, e tudo o que desligardes na terra terá sido desligado nos céus. Em verdade também vos digo que, se dois dentre vós, sobre a terra, concordarem a respeito de qualquer coisa que, porventura, pedirem, ser-lhes-á concedida por meu Pai, que está nos céus." Mateus 18:18-19

A campanha tem por objetivo primeiro a conversão de almas. Relacionaremos alguns motivos de oração, contudo ficará a critério de cada participante incluir outras causas.

Quem Pode Participar?

Qualquer pessoa poderá participar, desde que tenha determinado em seu coração conectar-se a essa grande comissão, em um mesmo pensamento de fé e comunhão.

Motivos de Oração

Salvação de Almas
Fronteiras Abertas Para propagação do Evangelho
Cristãos Perseguidos
Pelo Brasil
Especialmente Pela Cidade do Rio de Janeiro
Pelos Governantes
Pelos Oceanos
Por Trabalhadores Para a Seara
Missionários
Todas as Nações

Dia e Hora Para Nos Conectarmos Em Oração

6 de Março 2011 às 08h30min h (horário de Brasília)

Selo da campanha Aqui


Deus abençoe a todos.