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segunda-feira, 31 de março de 2008
Pastor lança campanha contra pornografia na rede de computadores para chamar atenção de autoridades
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Padres pedófilos
A Igreja Católica acredita que os casos de abuso sexual cometidos por religiosos são apenas pecado e, por isso, não denuncia os transgressores.
Num livro de um dos maiores pesquisadores do tema, o espanhol Pepe Rodríguez, autor de Pederastia na Igreja Católica, diz que, para encobrir os escândalos, a hierarquia romana aplica um “decálogo básico universal”, visando a proteger os religiosos. Confira abaixo:
1 - Averiguação discreta do ocorrido.
2 - Reconhecido o abuso sexual e constatado que a imagem da Igreja será prejudicada, iniciar ações dissuasórias com agressor e vítima. Os bispos dedicam-se ao convencimento das vítimas e de seus familiares, assegurando-lhes que o agressor foi punido e estaria arrependido, persuadindo-os a não perpetrarem a denúncia para não prejudicar a Igreja nem a si mesmos.
3 - Encobrimento dos fatos e do agressor antes que venham a público.
4 - Medidas para reforçar o ocultamento. A hierarquia adota um expediente canônico contra o agressor, apenas para defender-se de eventuais acusações de passividade.
5 - Negar o ocorrido. Sob o argumento de que o sacerdote, chamado por Deus, é um homem de virtude, uma figura sacra. Quando não é mais possível negar o fato, este é tratado como exceção.
6 - Defesa pública do agressor, ressaltando seus bons serviços prestados à Igreja. Apela-se para o sentimento cristão do perdão ao pecador arrependido.
7 - Desqualificação pública das vítimas e de suas condições.
8 - Atribuição paranóica de denúncia a campanhas orquestradas por “inimigos da Igreja”.
9 - Possibilidade de negociação com a vítima.
10 - Proteção do sacerdote agressor.
quarta-feira, 26 de março de 2008
Definindo Santidade
2. Um homem SANTO se esforçará para evitar cada pecado conhecido, e guardar cada mandamento revelado. A inclinação de sua mente será decisivamente direcionada para Deus. O desejo do seu coração será o de fazer a vontade do Pai. Ele temerá muito mais a desaprovação divina do que a do mundo e terá o mesmo sentimento que Paulo teve quando disse: “Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus” (Rm 7.22).
3. Um homem SANTO se esforçará para ser como o Senhor Jesus Cristo. Ele não somente viverá uma vida de fé nele, e dele receberá paz e força para vier o dia-a-dia, mas também trabalhará para ter a mente de Cristo e ser conforme à sua imagem (Rm. 8.29). O seu objetivo em relação ás outras pessoas será o de andar ao lado delas, perdoá-las...ser generoso...caminhar em amor...ser manso e humilde...Ele guardará no coração as palavras de João: “Aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou” (1Jo. 2.6).
4. Um homem santo buscará mansidão, longanimidade, bondade, paciência, gentileza e controle de sua língua. Dará um bom testemunho, será muito paciente, tolerante para com os outros, e também não se apressará em exigir os seus direitos.
5. Um homem SANTO buscará temperança e autonegação. Lutará para mortificar os seus desejos carnais, crucificar sua carne com suas tentações e lascívias, fugir das paixões e controlar suas inclinações carnais, sempre que elas se manifestarem. (Lc. 21.34 e 1Co. 9.27).
6. Um homem santo buscará praticar a caridade e a fraternidade. Ele se esforçará por fazer para os outros o que gostaria que os outros fizessem para ele e falará dos outros o que gostaria que os outros falassem dele...Abominará toda a mentira, difamação, maledicência, engano, desonestidade e injustiça, mesmo nas pequenas coisas.
7. Um homem santo buscará misericórdia e bondade no trato com os outros...Será como Dorcas, “notável pelas boas obras e esmolas que fazia”, que não somente se propôs a fazer ou falou a respeito das boas obras, mas as praticou (At 9.36).
8. Um homem santo buscará a pureza de coração. Temerá toda a corrupção e impureza de espírito e tentará evitar todas as coisas que podem levá-lo a se contaminar. Ele sabe que o seu coração facilmente se inflama, e tentará cuidadosamente evitar a brasa da tentação.
9. Um homem SANTO buscará o temor a Deus. Não me refiro ao temor de um escravo, que somente trabalha para evitar a punição que receberá, caso seja descoberto sem fazer nada. Ao contrário, penso no temor de uma criança, que deseja viver e se locomover como se estivesse sempre com o seu vigilante pai por perto, porque sabe que ele a ama.
10. Um homem SANTO buscará humildade. Desejará, em sua mente simples e caridosa, ter os outros em mais alta estima do que a si mesmo. Também perceberá mais o mal existente em seu coração do que em qualquer outro neste mundo.
11. Um homem SANTO buscará fidelidade em todos os seus deveres e relacionamentos. Por seus motivos serem os mais sublimes, e contando com o adicional da ajuda divina, ele não se contentará apenas em cumprir suas obrigações, mas, melhor ainda, tentará ajudar aqueles que não se preocupam com a sua alma. Pessoas santas devem, em todos os momentos, desejar praticar o bem, e devem se envergonhar se algo de mal acontecer a alguém que elas poderiam ter ajudado. Elas devem lutar por ser boas esposas e bons maridos, bons pais e bons filhos, bons patrões e bons empregados, bons vizinhos, bons amigos, bons cidadãos, bons em particular e em público, bons no local de trabalho e no ambiente familiar. O Senhor Jesus perguntou ao seu povo algo que exige reflexão, quando diz: “Que fazeis demais” (Mt. 5.47).
12. Por fim um homem SANTO encherá sua mente com coisas espirituais. Tentará se concentrar inteiramente nas coisas do alto, não se apegando às coisas deste mundo...Ele buscará viver como alguém cujos tesouros estão no céu e cuja permanência nesta terra é vista apenas como a de um peregrino, que viaja para a sua casa. Sua maior fonte de prazer está na comunhão com Deus por meio da oração, da leitura da Palavra e da reunião do seu povo. Ele dará valor a cada coisa, lugar e relacionamentos, uma vez que esses fatores o trazem mais para perto de Deus.
Esta lista clássica de 12 pontos de uma pessoa santa foi esboçada pelo Bispo Anglicano: John Charles Ryle
Extraído do Livro: Redescoberta da Santidade
Autor: J.L.Packer
Editora Cultura Cristã
www.missaoavante.org.br
O Homem Ostra

Este poder que a tudo excede provém de Deus, e não de nós.
2 Coríntios 4:7
Nos dias de John Wesley, pregadores leigos, com educação limitada, às vezes dirigiam os cultos nas igrejas. Um homem usou Lucas 19:21 com o texto: “Tive medo, porque és um homem severo”. Não conhecendo a palavra severo, ele achou que o texto falava de um homem ostra (a pronúncia no inglês das duas palavras é idêntica).
Ele explicou como um mergulhador tem que tatear no escuro, em águas geladas, para encontrar ostras. Neste esforço ele corta as mãos nas pontas afiadas das conchas. Depois que consegue uma ostra ele sobe à superfície, segurando-a com “suas mãos rachadas e sangrentas”. O pregador acrescentou: “Cristo desceu da glória dos céus... a uma sociedade humana pecadora, a fim de encontrar seres humanos e trazê-los de volta com ele para a glória do céu. Suas mãos rachadas e sangrentas são um sinal do valor que ele colocou no objeto de sua busca”.
Naquela noite doze homens receberam a Cristo. Mais tarde alguém foi a John Wesley para queixar-se dos pregadores iletrados que eram demasiado ignorantes, até mesmo para saber o significado dos textos sobre os quais estavam pregando. O tão bem formado Wesley simplesmente disse: “Não se preocupe. O Senhor conseguiu doze ostras hoje à noite”.
O nosso melhor nem sempre se iguala aos padrões dos outros. Mas Deus usa nossas imperfeições e esforços humildes e usa-os para a sua glória.
Cindy Hess Kasper
sexta-feira, 21 de março de 2008
Os novos NÃO-alcançados

Você já parou pra pensar no número de pessoas que não são atingidas pelas tradicionais ações de evangelização das igrejas? Por incrível que pareça, na atual sociedade “globalizada”, ainda são muitos aqueles que nunca ouviram falar das Boas-Novas de Jesus de forma efetiva. Apesar da pluralidade de igrejas, ainda há grupos não-alcançados, e não estão muito longe, geograficamente. São pessoas que nunca entram numa igreja, seja por opção ou por pura falta de oportunidade, cujo tempo está todo tomado ou a mente impregnada de preconceitos. Soma conversou com três missionários que atuam com grupos de trabalhadores que se encaixam neste perfil – caminhoneiros, marinheiros e pescadores artesanais – e constatou suas lutas, vitórias, necessidades e dificuldades no ministério. Eles apresentaram alguns desafios para os líderes das igrejas locais.
Pescador de pescadores
Em 1981, o então estudante de Teologia Márcio Garcia tomou conhecimento, através do testemunho de um missionário, da existência de comunidades de pescadores artesanais que não tinham tido contato algum com a Palavra de Deus: “A minha impressão era de que não havia nenhuma pessoa dentro do país que não houvesse ouvido falar de Jesus. No entanto, encontramos um grupo não-alcançado, e não-alcançável pelo Evangelho, pois nenhuma igreja fazia trabalhos com uma vila de pescadores”. Márcio sentiu-se incomodado com essa situação e iniciou um estudo sobre essa comunidade.
Após constatar as características e necessidades dos pescadores artesanais, o missionário fundou, com líderes de várias denominações evangélicas, a Meap (Missão Evangélica de Assistência aos Pescadores). A entidade, que tem como “carro-chefe plantar igrejas”, também busca atender às necessidades práticas das comunidades visitadas, levando atendimento médico, odontológico e ensino. “Não queremos oferecer uma perspectiva unilateral, mas apresentamos as Boas-Novas como um todo para o grupo. É o que chamamos de Missão Integral”, afirma o missionário.
Hoje, os missionários da Meap estão espalhados por vilas de pescadores em vários pontos do litoral brasileiro e realizam um trabalho que é dividido em cinco fases: Em primeiro lugar, o missionário conquista a confiança da comunidade: É o quebra-gelo. Logo depois, ele ganha os primeiros convertidos. Na terceira fase, o missionário separa aqueles que podem se tornar futuros líderes locais do trabalho. Em quarto lugar, é realizado o compartilhamento de liderança. E, por último, acontece a ausência benigna, quando o missionário se ausenta, volta e compartilha, se ausenta novamente, volta e compartilha, “até que a igreja fique com uma liderança nativa”, explica Márcio.
Caminhoneiros de Cristo
Outro exemplo de ministério que atua junto a um grupo que a igreja não atinge é o realizado com caminhoneiros. O pastor Elizionor Monteiro, que há mais de sete anos atua como missionário com esse público, afirma que “encontrar igrejas trabalhando com os motoristas é algo raro. Quem leva religião para os caminhoneiros são os padres e as testemunhas-de-jeová. Tirando isso, não há nenhuma igreja fazendo culto, nenhum pastor, nenhum irmão”.
Segundo Elizionor, os motoristas de caminhão são um grupo que necessita urgentemente da Palavra de Deus e que ainda não recebem a devida atenção da igreja: “Fora as programações que realizamos para a salvação do caminhoneiro, não vejo praticamente mais nada. Eles ficam no posto e o que se vê é jogo, bebida e prostituição. É um campo difícil, mas também uma bênção”.
O missionário destaca a urgência de uma ação mais efetiva junto a esse grupo quando afirma que do 1,5 milhão de motoristas de caminhão do Brasil – número que sobe para quatro milhões de pessoas quando considerados a mulher e os filhos dessas pessoas – apenas 10 por cento entregaram a sua vida a Jesus.
Assim como a Meap, os Caminhoneiros de Cristo investem na formação de liderança para impactarem ainda mais o seu público-alvo. “Nós temos o caminhoneiro multiplicador, que é o motorista evangélico que aceita o desafio. Aproveitando que está trabalhando, ele viaja levando o material evangelístico específico para o motorista de caminhão. Hoje nós já temos dois multiplicadores”, diz Elizionor.
Evangelização em alto-mar
Mais um grupo de trabalhadores que representa um desafio nos dias de hoje são os marinheiros, profissionais que passam de nove meses a um ano no mar, para cada dois meses de férias em casa. “Eles ficam a maior parte do tempo no mar e nos portos do mundo inteiro”, afirma o pastor Jayder André, capelão portuário do Nauta – Núcleo de Apoio aos Marinheiros, sediado em Vitória (ES). O ministério se propõe “atuar com um público que não seria alcançado de outra forma, dado o inusitado estilo de vida dos marujos”.
O trabalho de Jayder é árduo, pois é realizado com pessoas que vivem de forma frenética, o que deixa uma série de marcas negativas em suas vidas: “Solidão, ansiedade, angústia, falta de vínculo social, fadiga e estresse fazem parte do dia-a-dia dos marinheiros”. Como resposta a essa realidade, a proposta do Nauta é “criar um espaço de convivência onde o marujo tenha acesso a serviços essenciais para a sua ressocialização, seu bem-estar e o desenvolvimento da espiritualidade. Nossa estratégia de evangelização é oferecer serviços – como telefone, Internet, cultos, transporte e TV a cabo – que construam pontes para a pregação verbalizada da Palavra de Deus”.
Segundo o missionário, o objetivo é sempre oferecer o evangelho integral, “o evangelho todo para o homem todo”. Ele segue os princípios do Pacto de Lausanne e entende “que numa proposta bíblica mais pura e cristalina, devemos ministrar aos marinheiros a partir das suas necessidades, daí a razão de todos os serviços que prestamos e das atividades que desenvolvemos”.
Um desafio para a igreja
Uma impressão equivocada que pode surgir após a leitura desta reportagem é que a igreja local nada tem a ver com o trabalho realizado por Márcio, Elizionor e Jayder. Porém, os três se apressam em destacar a importância do corpo de Cristo para o início, o desenvolvimento e a continuidade dos seus respectivos ministérios.
Para eles, a igreja tem um papel muito importante tanto no sustento por meio de orações, na ajuda financeira, quanto na participação no campo, pois, como afirma Jayder André, só a igreja poderá fazer a diferença na vida de um incrédulo: “Ela é portadora de uma mensagem que se contrapõe à mercantilização das relações humanas e que transmite um amor que dá sentido à vida e restitui aos seres humanos a dignidade muitas vezes coberta por uma cultura capitalista espiritualmente empobrecedora”.
Conheça missionários que evangelizam grupos alternativos:
Meap (Missão Evangélica de Assistência aos Pescadores)www.meap.com.br – Caixa Postal 2533, Santos (SP), CEP.: 11021-970
Caminhoneiros de Cristo - www.caminhoneirosdecristo.cjb.net Rua Jaime Rodrigues da Rocha, 412, Capão Raso, Curitiba (PR), CEP.: 81150-130
Nauta – Núcleo de Apoio aos Marinheiroswww.nauta-es.org – Caixa Postal 262, Centro, Guarapari (ES), CEP.: 29200-970
Fábio Aguiar
estagiário de jornalismo e estudante de Teologia
Fonte: Agência SOMA
PARA QUEM QUER FAZER DE SUA IGREJA UM GRANDE NEGÓCIO

Mateus 7: 15-23
A seguir ensinarei uma formula mágica.
Veja, é simples “criá-la”.
Você pode chamá-la como bem desejar.
Mas saiba: ela é um "programa" de Religião. E não tem nada a ver com Jesus, embora use o tempo todo o nome Dele como "senha de acesso" à confiabilidade no coração dos “clientes”.
A maior vantagem é que o progrma "roda sozinho", não precisa nem da ajuda de Deus, embora o nome "Dele" seja muito usado. Veja como ela (a máquina) e ele (o programa) funcionam. É simples. Qualquer pode aprender e ensinar. Foi "contruído" para facilitar o uso, tanto do "profissionais", quanto dos "clientes".
1. Usa o Nome de Jesus.
2. Usa todos os símbolos e linguagens religiosas de todas as religiões.
3. Estimula o ajuntamento de riquezas na Terra.
4. Reduz toda calamidade a uma Personificação do mal e de seus agentes.
5. Fala em Deus como quem fala de um Banco de Investimentos.
6. Ensina que Deus faz "novos negócios" com o dinheiro e com a fé quando alguém investe "Nele".
7. Se põe como o Banco Recebedor e o Garantidor das negociações.
8. Denuncia o mal das demais religiões enquanto sutilmente as valida como “realidade” e “verdade”.
9. Cria uma pirâmide de poder onde ascendem somente os que arrecadam mais.
10. Estabelece que nada funciona sem barganha com Deus.
11. Usa os testemunhais como demonstração de sua validade como máquina.
12. Elabora e uniformiza todas as suas ações e padroniza as suas linguagens.
13. Se oferece como Lugar do Poder.
14. Alimenta o povo com as simplificações mágicas como soluções.
15. Não ensina nada além de uma mecânica espiritual.
16. Não permite a criação de vínculos humanos em seu meio.
17. Ensina que a fé não é um dom, é um poder pessoal do homem.
18. Omite que a Graça de Deus exista, existindo apenas o sacrifício que cada um oferece a divindade.
19. Faz a Cruz de Cristo ter apenas valor de Presépio, como um cenário, não como poder libertador.
20. Faz a Ressurreição de Jesus ser apenas uma demonstração de Poder, não o fator garantidor da Graça da salvação.
21. Faz crer que a eternidade não interessa, mas tão somente as coisas do tempo.
22. Faz de conta que Cristo não precisa voltar. Como está, está bom.
23. Dá a impressão que o mundo pode continuar horrível, pois a única coisa que interessa é a “prosperidade” de alguns.
24. Não perde tempo com o papo de "boas obras", mas tão somente grandes contribuições financeiras.
25. O Dinheiro, a Máquina Marketeira e a Política são a sua “unção-upgrade” desse softwear de Religião.
26. Não há soluções fora do Endereço Físico de Deus na Terra: o Templo Maior e suas franquias não virtuais.
27. O "password" é usar o Nome Jesus como "senha" diferencial, mas manter todas as barganhas do medo funcionando.
28. O manual é a Bíblia, embora ela tenha apenas que ser "comprada" como um amuleto, mas não pode ser lida.
29. A oração não é parte da Devoção, mas do poder prático para se executar os desejos conforme o "programa".
30. Não existe devoção pessoal, mas apenas aquela que acontece dentro de uma “corrente” ou uma “campanha”.
E muito mais... Entrevistas com os demônios, intervalos comerciais para os possessos se recomporem, etc...
Quem quiser levantar muito dinheiro e fundar uma Religião “bem-sucedida”, aplique essas técnicas, e certamente “prosperará”.
Caso você não tenha o escrachamento necessário para ir tão longe — questões bobas de pudor que alguns ainda têm —, pode aplicar a mesma “formula” em partes, e de modo mais discreto, mais light, mais ameno. Também funciona. Mas não esqueça: a alma do negócio é a “dependência”, o “poder do medo”, e a “força do dinheiro”; e não esqueça: você precisa dizer que Deus é assim, e que até “Ele” só funciona à base de dinheiro. Sim! você tem que lembrar de dizer que é possível “comprar Deus”.
Esta formula funciona muito bem. Já foi testada inúmeras vezes na História. E no Brasil já demonstrou ser altamente eficaz.
Ah! Ia esquecendo: ela também é muito adequável ao sistema de Pirâmide.
Quem estiver frustrado e desejar acabar com a frustração, use a formula. Ela não decepcionará você.
Se está certo? Pra quem interessa? O certo é o que dá certo! Certo?
Só vejo um pequeno problema: os "donos de franquias" correm o sério risco de num Certo Dia Encontrar o Dono do Nome, e ocorrer o seguinte diálogo: --Franquiados: Em teu Nome realizamos milagres incríveis e muita gente acreditou; exercemos poder profético-autoritativo, e fizemos muitos decretos em Teu Nome; e com os demônios e com as forças das trevas, nós até brincamos, de tão bem que aprendemos a manipulá-las. Nos tornamos o maior “caso de sucesso” na Terra. Tudo em Teu Nome. --Senhor: Eu não sei quem são vocês. O lugar de vocês não é Comigo. Saiam daqui. O Diabo está aguardando. O endereço não é Aqui.
Bem, a escolha é sua!
O sucesso da Terra pode ser a desgraça da eternidade!
Mas lembre-se: a escolha é sua. Você tem o poder!
Caio Fábio
domingo, 16 de março de 2008
Capítulos de Ouro da Bíblia
terça-feira, 11 de março de 2008
O pastor: deveres do crente e igreja para com o pastor

1. CONSIDERÁ-LO MENSAGEIRO, DE DEUS
11. AJUDÁ-LO
13. ORAR PELO AUMENTO DO NÚMERO DE PASTORES (FIÉIS)
Rogai, pois, ao Senhor da seara, que mande ceifeiros para a sua seara. (Mat 9:38)
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quarta-feira, 5 de março de 2008
UM PRESENTE PARA VOCÊ

Embora concebida no intuito de enriquecer a Biblioteca Evangélica de e-books (ficando assim explicitados os princípios que nortearam a seleção das citações), sendo a referida biblioteca parte de um esforço coletivo para disponibilizar bons livros gratuitamente na internet, esta obra, pelo seu caráter francamente universal, é proveitosa a todo tipo de leitor, até mesmo ao cético ou ateu.
Creio ser este um humilde mas seguro ancoradouro para qualquer um em busca da verdadeira sabedoria (para e sobre a vida), e para aqueles que querem enriquecer sua cultura. Tal obra é de grande préstimo, ainda, para todos que necessitam de uma citação para abrilhantar seja um discurso, sermão ou pregação, seja uma obra de arte ou textos de qualquer espécie, desde uma reportagem a um trabalho escolar.”
PARA BAIXAR O E-BOOK, Clique Aqui.
Leia, divulgue, compartilhe. E comente.
Nosso sincero desejo é que esta obra seja útil à tua vida e ministério.
domingo, 2 de março de 2008
Os Pastores e Seus Deveres

PROPAGANDO A FÉ
Autor: Vários
Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Atletas de Cristo: Três Testemunhos



www.atletasdecristo.org
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
As 50 diferenças entre o membro e o discípulo
1. O membro espera pães e peixes; o discípulo é um pescador.
2. O membro luta por crescer; o discípulo luta para reproduzir-se.
3. O membro se ganha; o discípulo se faz.
4. O membro depende dos afagos de seu pastor; o discípulo está determinado a servir a Deus.
5. O membro gosta de elogios; o discípulo do sacrifício vivo.
6. O membro entrega parte de suas finanças; o discípulo entrega toda a sua vida.
7. O membro cai facilmente na rotina; o discípulo é um revolucionário.
8. O membro precisa ser sempre estimulado; o discípulo procura estimular os outros.
9. O membro espera que alguém lhe diga o que fazer; o discípulo é solícito em assumir responsabilidades.
10. O membro reclama e murmura; o discípulo obedece e nega-se a si mesmo.
11. O membro é condicionado pelas circunstâncias; o discípulo as aproveita para exercer a sua fé.
12. O membro exige que os outros o visitem; o discípulo visita.
13. O membro busca na palavra promessas para a sua vida; o discípulo busca vida para receber as promessas da Palavra.
14. O membro só pensa em si mesmo; o discípulo pensa só nos outros.
15. O membro se senta para adorar; o discípulo anda adorando.
16. O membro pertence a uma instituição; o discípulo é uma instituição em si mesmo.
17. Para o membro, a habitação do Espírito Santo em si é sua meta; para o discípulo, é meio para alcançar a meta de ser testemunha viva de Cristo a toda criatura.
18. O membro vale porque soma; o discípulo vale porque multiplica.
19. Os membros aumentam a comunidade; os discípulos aumentam as comunidades.
20. Os membros foram transformados pelo mundo; os discípulos transformaram, e transformarão o mundo.
21. O membro espera milagres; os discípulos os fazem.
22. O membro velho é problema para a igreja; o discípulo idoso é problema para o reino das trevas.
23. Os membros se destacam construindo templos; os discípulos se fazem para conquistar o mundo.
24. Os membros são fortes soldados defensores; os discípulos são invencíveis soldados invasores.
25. O membro cuida das estacas de sua tenda; o discípulo desbrava e aumenta o seu território.
26. O membro se habitua; o discípulo rompe com os velhos moldes.
27. O membro sonha com a igreja ideal; o discípulo se entrega para fazer uma igreja real.
28. A meta do membro é ir para o céu; a meta do discípulo é ganhar almas para povoar o céu.
29. O crente maduro finalmente é um discípulo; o discípulo maduro assume os ministérios para o Corpo.
30. O membro necessita de festas e eventos para estar alegre; o discípulo vive em festa porque é alegre.
31. O membro espera um avivamento; o discípulo é parte dele.
32. O membro agoniza sem nunca morrer; o discípulo morre e ressuscita para dar vida a outros.
33. O membro longe de sua congregação lamenta por não estar em seu ambiente; o discípulo cria um ambiente para formar uma congregação.
34. O membro carrega uma almofada; o discípulo uma cruz.
35. O membro se considera sócio da Igreja; o discípulo é servo;
36. O membro cai nas ciladas do diabo; o discípulo as supera e não se deixa confundir.
37. O membro é espiga murcha; o discípulo é grão que gera espigas saudáveis.
38. O membro responde talvez! O discípulo responde eis-me aqui.
39. O membro preocupa-se só em pregar o evangelho; o discípulo em pregar e fazer discípulos.
40. O membro espera recompensa para dar; o discípulo é recompensado porque dá.
41. O membro é pastoreado como ovelha; o discípulo apascenta os cordeiros.
42. O membro se retira quando incomodado; o discípulo expulsa quem realmente quer incomodá-lo: os demônios.
43. O membro pede que os outros orem por ele; o discípulo ora pelos outros.
44. Os membros se reúnem para buscar a presença do Senhor; o discípulo carrega a Sua presença através do Espírito Santo.
45. Ao membro é pregada somente a salvação pelo Sangue de Jesus; o discípulo toma a Santa Ceia e anuncia às potestades do ar a vitória de Cristo sobre elas, para a glória de Deus.
46. O membro segue tentando limpar-se para ser digno de Deus; o discípulo não se olha mais e faz a obra na fé de que Cristo já o limpou.
47. O membro espera que alguém lhe interprete as escrituras; o discípulo conhece a voz de seu Senhor e testemunha dEle.
48. O membro não se relaciona com membros de outras denominações; o discípulo ama e respeita a todos, pois isto é uma ordem de Deus, e só assim o mundo o reconhecerá como discípulo de Jesus.
49. O membro procura conselhos dos outros para tomar uma decisão; o discípulo ora a Deus, lê a Palavra e em fé toma a decisão.
50. O membro espera que o mundo melhore; o discípulo sabe que não é deste mundo e espera o encontro com seu Senhor.
Jesus nos mandou fazer membros ou discípulos?
(Fonte: Ministério Batista do Avivamento / www.miba.org.br)
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Os fatos sobre a homossexualidade
Os relatos de Gênesis (Gênesis 1.27; 2.18,21-24) e Mateus 19.4-6 ensinam que Deus criou a humanidade de uma maneira específica (macho e fêmea) com propósitos específicos relativos a isso (casamento, unidade sexual e procriação subentendidos).
O lugar mais adequado para começar uma avaliação bíblica sobre o homossexualismo não é com textos que o rejeitam, mas com textos que sustentam e apóiam essas passagens condenatórias1. Essa abordagem de pano de fundo é algo que quase todos os escritores pró-homossexuais falham em suprir.
A consideração do relato da criação é vital por muitas razões. Para começar, é um relato da criação. Homens e mulheres não são o produto cego de uma evolução ao acaso em que, literalmente, nada é normativo e os indivíduos são livres para escolher sua própria moralidade ou sexualidade. Os homens devem prestar contas ao Deus que os criou; eles não são o produto de uma natureza impessoal que não se importa com o estilo de vida deles2.
Abaixo estão cinco razões pelas quais o relato da criação é decisivo para qualquer discussão bíblica sobre a homossexualidade.
Primeiro, a aceitação da homossexualidade viola a ordem e a essência da própria criação humana
Deus declarou que não era bom que o homem estivesse só. Para remediar essa situação, Ele criou a mulher como complemento divino e contrapartida da masculinidade. A comunhão sexual íntima foi pretendida somente para o homem com a mulher. Isso quer dizer que a homossexualidade distorce e desordena as intenções de Deus na criação e que a prática da homossexualidade contradiz o padrão da heterossexualidade em seu nível mais básico. O estilo de vida homossexual nega e desafia as polaridades do sexo de tal maneira que nem mesmo comportamentos heterossexuais, tais como fornicação e adultério, o conseguem.
Segundo, os homossexuais não podem obedecer ao mandamento de Deus quanto à procriação
Em Gênesis 1.28, Deus ordenou a Adão, Eva e seus descendentes:
“sede fecundos, multiplicai-vos e enchei a terra”
Se Adão tivesse decidido ser homossexual, ninguém jamais teria nascido.
Terceiro, a homossexualidade constitui uma rebelião consciente contra a ordem divinamente criada
De acordo com Romanos 1.32 e outras passagens bíblicas, os homossexuais sabem que seu comportamento é pecaminoso. A escolha contínua da prática de tal atividade é, portanto, uma rebelião intencional contra Deus e a ordem da criação.
“Eles sabem que o mandamento de Deus diz que aqueles que fazem essas coisas merecem a morte. Mas mesmo assim continuam a fazê-las e, pior ainda, aprovam os que fazem as mesmas coisas que eles fazem”, Romanos 1.32
Quarto, a Bíblia está repleta de premissas do relato da criação
Se a homossexualidade fosse de alguma maneira legítima, as Escrituras não assumiriam uma inclinação heterossexual, mas incluiriam a opção homossexual. Se Deus tivesse a intenção de que o homem fosse bissexual, ou homossexual, ou se Ele tivesse criado o homem andrógino, o fato de criá-lo dessa maneira seria evidente em outros relatos das Escrituras relacionados à natureza do homem. Mas, o único padrão mantido e defendido é o heterossexual. "Do primeiro capítulo de Gênesis até o livro de Apocalipse, o significado duplo de expressão sexual-genital – a saber, procriação e união – é claramente manifesto... Javé é descrito como o noivo fiel, e Israel, como a noiva fiel, indicando que o amor heterossexual pode ser a base para se expressar o mistério de Deus em amar a raça humana... Além disso, o autor de Efésios reitera a mesma verdade revelada sobre a sexualidade humana, no contexto da sublime comparação em que o marido é comparado a Cristo e a mulher à Igreja. Quando o autor deseja descrever o amor que Cristo tem pela Sua Igreja, ele se volta para o amor heterossexual do marido e da mulher3.
“Marido, ame a sua esposa, assim como Cristo amou a Igreja e deu a sua vida por ela. O homem deve amar a sua esposa assim como ama o seu próprio corpo. O homem que ama a sua esposa ama a si mesmo”, Efésios 5.25,28
Em outras palavras, as Escrituras estão impregnadas com premissas concernentes à adequação da heterossexualidade; por comparação, a homossexualidade está conspicuamente ausente exceto quando se trata de condenação.
Quinto, a homossexualidade distorce a imagem de Deus
“Assim Deus criou os seres humanos; ele os criou parecidos com Deus. Ele os criou homem e mulher”, Gênesis 1.27
Esse texto ensina claramente que a imagem de Deus compreende tanto macho e fêmea – uma complementaridade que é eterna e existirá para sempre. Afirmar que a homossexualidade é bíblica e normal é distorcer a imagem de Deus e, conseqüentemente, insultar a natureza e o próprio Ser de Deus.
Ao entendermos o propósito divino da criação e o fato de que a criação reflete o próprio Ser de Deus, podemos entender mais claramente as razões para as condenações bíblicas da homossexualidade moderna e porque elas são tão rígidas.
O que 2 Pedro 2.1-10 e Judas ensinam a respeito do estilo de vida homossexual?
Essas passagens estão repletas de referências ao homossexualismo e, implicitamente, também ao movimento homossexual cristão. As passagens paralelas ao trecho de Romanos são dignas de nota. Em 2 Pedro 2, observe que o contexto envolve "falsos mestres entre vós" (i.e. dentro da igreja) que ardilosamente introduzem "heresias destrutivas" até mesmo negando o Mestre (Jesus) que os comprou. Note, além disso, que muitos seguirão sua "sensualidade" (v. 2) ou "caminhos vergonhosos", e por causa de tais mestres o caminho da verdade será "difamado" ou distorcido.
Tais pessoas são consideradas como repletas de ganância e descritas como sendo aquelas que exploram os cristãos com "palavras falsas" ( v. 3) ou "fábulas".
Até aqui, a passagem é aplicável tanto a homossexuais quanto a "homossexuais cristãos" que promovem os tipos de argumentos que temos considerado no livro Os Fatos Sobre a Homossexualidade. Note também que nessa passagem é a homossexualidade que é diretamente citada como ilustração de todos acima. Sodoma e Gomorra são mencionadas especificamente por terem sido destruídas como "um exemplo para aqueles que viessem a viver vidas impiedosas depois disso."
O livro de Judas continua a rejeitar a homossexualidade:
"Como Sodoma e Gomorra e as cidades circunvizinhas que, havendo-se entregue à prostituição como aqueles seguindo após outra carne, são postas para exemplo do fogo eterno, sofrendo punição... Ora estes da mesma sorte, quais sonhadores alucinados, não só contaminam a carne, como rejeitam governo e difamam autoridades superiores... Estes, porém, quanto a tudo que não entendem, difamam... Estas são as coisas que os destroem... São estes os que promovem divisões, sensuais, que não têm o Espírito", Judas 7-19
Essas palavras dispensam qualquer explicação e requerem pouco comentário.
Examinamos os principais e mais explícitos versículos das Escrituras relacionados ao homossexualismo. Aquele que afirma que a questão bíblica contra a homossexualidade é baseada em alguns textos "isolados" e "obscuros", simplesmente não entende o peso desses trechos das Escrituras. Além dos versículos acima, há um grande número de versículos adicionais que são aplicáveis às práticas homossexuais apesar do termo em si não ser usado (por exemplo, Romanos 6.11-21; Romanos 12.1-2; 1 Coríntios 6.19-20: Filipenses 1.20; Colossenses 3.5-8, Apocalipse 21.8).
Como se pode deixar o estilo de vida homossexual?
Deixar o estilo de vida homossexual pode ser relativamente fácil ou difícil, dependendo de diversos fatores. O passo mais importante é este – aceitar que o estilo de vida homossexual é moralmente errado e resolver mudar. Como comentamos no livro "Os Fatos Sobre a Homossexualidade", a mudança é claramente possível para homossexuais que queiram mudar, e Deus concederá graça e poder àqueles que se voltarem para Ele com fé, desejosos de agradá-lO com seu comportamento sexual. Nesse caso, a chave é uma oração de arrependimento diante de Deus, resolvendo deixar o estilo de vida homossexual, o incentivo e o aconselhamento daqueles que já fizeram isso.
O MOSES - Movimento Pela Sexualidade Sadia (e-mail: moses@moses.org.br)é uma importante organização dedicada a ajudar homens e mulheres homossexuais durante a transição para um estilo de vida celibatário e a transição para a heterossexualidade.
Para aqueles que verdadeiramente desejam deixar o estilo de vida homossexual, nós recomendamos a seguinte oração:
Querido Deus:
Eu agora reconheço que a minha homossexualidade tem Te desagradado. Confesso meu pecado diante de Ti e peço o Teu poder e Tua graça para deixar o meu estilo de vida anterior, de forma final e completa. Entendo que o Senhor é Santo e que meu pecado me separou de Ti. Portanto, agora recebo a Cristo como meu Senhor e Salvador pessoal, crendo que Ele morreu na cruz por todos os meus pecados e que ressuscitou dentre os mortos ao terceiro dia. Agradeço-Te que, pela fé no Teu Filho, posso agora saber que todos os meus pecados foram perdoados, – passados, presentes e futuros. Não preciso mais temer o Teu julgamento por causa do que Cristo consumou na cruz. Com a Tua ajuda, eu agora resolvo buscar qualquer ajuda e aconselhamento necessários para obedecer à Tua vontade para a minha vida. Em nome de Jesus, amém.
Aqueles que fizeram essa oração devem entender que a entrega a Cristo é um assunto sério e envolve fazer dEle o Senhor de cada área de sua vida. Vocês devem saber também que inclinações para o mesmo sexo podem, mas provavelmente não vão, cessar automaticamente. O pecado da homossexualidade é igual a qualquer outro pecado sexual e requer tempo e paciência para ser vencido. Outro passo importante é um rompimento explícito e permanente de todos os laços com a comunidade homossexual, incluindo, se necessário, todas as amizades anteriores. Nenhuma brecha de tentação deve ser permitida. Toda rejeição ao pecado equivale à autonegação e, é claro, é algo doloroso, mas o simples fato da dificuldade não nos isenta da responsabilidade diante de Deus de amá-lO como Ele nos amou. Milhares de homens e mulheres gays testemunharam que existe vitória – vitória completa – e aqueles que acabaram de começar seu novo estilo de vida devem ser encorajados por esse fato.
John Ankerberg e John Weldon
Notas
1. John Stott, “Homosexual Partnerships”, Involvement, vol. 2, p. 226.
2. Veja John Ankerberg e John Weldon, Os Fatos Sobre Criação e Evolução (Obra Missionária Chamada da Meia-Noite, 1995).
3. John F. Harvey, The Homosexual Person (San Francisco: Ignatius, 1987), p. 95-97.
Extraído do livro Os Fatos Sobre a Homossexualidade, Editora Chamada da Meia-Noite (www.chamada.com.br).
John Ankerberg é apresentador do premiado programa “The John Ankerberg Show” em rede nacional nos EUA. Ele é orador internacional e diplomou-se em teologia, história da igreja e pensamento cristão.
John Weldon é autor e co-autor de 30 livros sobre seitas, ocultismo e questões sociais. Formou-se em sociologia, apologética cristã e religiões comparadas.
Fonte: www.caosperanca.blogspot.com
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
A instituição do papado romano, na visão de Erasmo de Roterdam

Erasmo de Roterdam, in O Elogio da Loucura (Ediouro Publicações).
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
A Apologia Através dos Anos
traduzido pelo pastor James A. Choury
Através da história da Igreja, os cristãos foram chamados para defender as razões e o raciocínio de sua fé. O Apóstolo Paulo falou deste ministério como “defesa e confirmação do evangelho” (Fil. 1.7). O Apóstolo Pedro disse que deveríamos estar "sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós,” (1 Pedro 3.15).
Esse ministério dos cristãos chegou a chamar-se “apologia” que quer dizer “defesa”. Mas se é importante defender a fé, como se faz?
Neste estudo não daremos muitas evidências ou argumentos. Antes, apresentaremos alguns princípios que nos servirão de guia na defesa da nossa fé. Analisaremos nosso ponto de partida e veremos a importância de pensarmos logicamente. Responderemos à acusação específica de “elitismo” e finalmente, trataremos de apresentar um argumento convincente em favor do cristianismo.
Apologia é a arte e a ciência de defender a fé cristã. Nos tempos dos gregos, quando alguém era acusado de alguma infração, o acusado tinha oportunidade de prestar sua “apologia”. Para nós cristãos, isso poderia significar responder à pergunta: “porque vocês acreditam que Jesus, o Nazareno, é Deus mesmo?” ou, mais provável nestes dias: “Por que os cristãos acham que só eles têm a Verdade?”.
Então, apologia é em primeiro lugar uma defesa. Um segundo aspecto da apologia é desafiar as crenças dos outros que são contrárias à nossa fé. Um terceiro aspecto é apresentar evidências positivas em favor da fé. Em outras palavras, as três áreas da apologia cristã são: uma defesa da fé, uma ofensiva contra as crenças contrárias à fé e uma ofensiva em favor das doutrinas cristãs.
Em tudo isso nosso alvo é fazer a luz da verdade de Deus brilhar ao máximo. Também é nosso desejo trazer os descrentes a uma compreensão adequada da verdade de Cristo como Salvador e persuadi-los a colocar toda a sua fé Nele.
A apologia tipicamente é uma resposta a uma pergunta ou desafio. Nos tempos de Paulo ele teve que tentar tirar o obstáculo da cruz de Cristo dos pensamentos dos judeus. No segundo século os apologistas cristãos tiveram que defender não só as doutrinas cristãs, mas também os próprios cristãos das acusações de ateísmo e canibalismo. Depois tiveram que defender a fé dos desafios do islamismo. Na era do iluminismo e por muitas décadas depois, defenderam a fé dos ataques do racionalismo e cientificismo. Hoje o desafio maior é defender a afirmação de que existe um conhecimento certo da verdade absoluta e que essa verdade se encontra na Bíblia.
Assim como nossos antepassados, nós temos que dar respostas racionais e certas pela esperança que temos em Cristo. Nos compete lidar com os assuntos contemporâneos por mais difíceis e incômodos que sejam para nós.
A importância de pensarmos bem
Uma das frustrações no estudo da apologia é a grande variedade de desafios à fé cristã. Outra é dominar as muitas evidências e razões em defesa da fé. Na verdade, é mister dominarmos algumas dessas áreas, ou pelo menos ter repostas para as objeções mais freqüentes. Mas é de muito valor adquirir a capacidade de pensar logicamente. Isso nos ajuda a tomar boas decisões no nosso dia-a-dia e deduzir verdades e o modo de viver conforme as Sagradas Escrituras.
A capacidade de pensar logicamente é mister para o apologista. Primeiro, nos ajuda a não discutir usando argumentos mal-formulados. Segundo, nos ajuda a avaliar e responder aos desafios dos descrentes. Muitas vezes o cristão fica sem saber o que responder quando confrontado com argumentos que parecem ser fortes, mas são vazios e ilógicos. Vejamos alguns destes.
Alguém diz: “Não existe a verdade absoluta”. Se essa pessoa realmente acredita que não existem declarações que são certas para todas as pessoas em todas as épocas, o melhor que ele poderia dizer é: “Em minha opinião, não existe a verdade absoluta”. Porque dizer categoricamente que não existe verdade absoluta é afirmar uma verdade absoluta e é contraditório. Se o assunto fica na esfera das opiniões, então a opinião dele vale tanto quanto a sua.
Aqui temos outro argumento conhecido, mas vazio. “Todas a religiões são iguais”. Podemos responder que o cristianismo ensina que Cristo é Deus encarnado. Muitas outras religiões ensinam que isso não é certo. A lei da não-contradição diz que Jesus Cristo não pode ser, e não ser, Deus encarnado ao mesmo tempo e no mesmo sentido.
Vejamos mais um outro. Alguns dizem, “Não posso acreditar em Cristo, pois vejo quantas coisas horríveis os cristãos fizeram durante toda a história”. Agora sabemos que o testemunho dos cristãos pode influir muito em como o cristianismo é percebido. Porém, logicamente, a conduta dos cristãos particulares não tem nada a ver com a verdade própria do cristianismo. O cristianismo não afirma que toda pessoa que chama-se “cristão” é incapaz de cometer pecado. Também, seria ilógico pensar que a conduta de pessoas vivendo no século XVII possa modificar um fato realizado no ano 33 do primeiro século. A conduta dos cristãos hoje não pode mudar de jeito nenhum o fato histórico de que Cristo morreu, ressuscitou e está sentado à destra do Deus todo-poderoso agora, fazendo intercessão por nós.
Quando alguém apresenta um argumento contra a fé, nós precisamos analisar se os fatos desse argumento estão certos e se a afirmação em si mesma é lógica. Muitas vezes as objeções à fé cristã falham em ambos os sentidos. Saber pensar logicamente nos capacitará a discernir as falhas no pensamento da pessoa fazendo a objeção. Mostrando-lhe essas falhas, de maneira suave e amável, poderemos fazer com que aquela pessoa reconsidere suas idéias ou pelo menos diminua a força do seu argumento contra o cristianismo.
Uma outra objeção que ouvimos, especialmente entre universitários, é que o cristianismo é “elitista”. Dizem que os cristãos acreditam ter a única verdade. Pensam que, com tantas crenças no mundo inteiro, é soberba demais afirmar ter o monopólio a respeito da verdade.
Como poderíamos responder a esta questão? Primeiro, podemos notar que o uso da palavra “elite” é linguagem preconceituosa. Quer dizer que antes de tratar a veracidade do assunto, a pessoa já julgou e condenou o cristianismo. Nós temos que ter o cuidado de não fazer o mesmo com eles. É mister tratar os assuntos em si e não recorrer ao ataque pessoal.
Em segundo lugar, nós deveríamos admitir que os não-cristãos também podem ter a verdade e que os ensinos de outras religiões contêm verdades. As falhas vêm dos assuntos que tratam da pessoa de Cristo e da maneira de ser reconciliado com Deus.
Terceiro, notemos a falha na lógica do argumento. Pensar que só o fato de existirem muitas opiniões sobre um assunto possa afeitar a verdade ou falsidade de uma delas é ilógico. Seria como dizer, “Alguns homens tratam a esposa com amor e respeito, outros são indiferentes, enquanto outros acham que podem bater nelas. Como vamos saber quem tem a razão?” A estrutura do argumento é a mesma nos dois casos. Alguém poderia questionar que os cristãos têm a única verdade sendo que existem tantas opiniões diferentes sobre o assunto. Porém, é ilógico concluir que ninguém tem a verdade simplesmente por existirem muitas opiniões.
Quarto, por trás desta objeção está a idéia de que duas ou mais afirmações sobre um só assunto podem ser verdade. Isso é uma infração da lei do terceiro excluído. Existindo duas afirmações com o mesmo sujeito e o mesmo predicado, uma afirmativa e a outra negativa, uma delas obrigatoriamente precisa ser verdadeira e a outra falsa, sem existir uma terceira opção. Por exemplo, as duas afirmações “Cristo ressurgiu” e “Cristo não ressurgiu”. Uma delas é verdadeira e a outra falsa. Não existe outra possibilidade.
O caso em favor do cristianismo
Acima tínhamos dito que um alvo da apologia é defender a fé e tentar persuadir os descrentes a crerem na mensagem da Bíblia. Quando alguém nos pede a razão da nossa esperança em Cristo Jesus, realmente está pedindo uma “prova” ou demonstração de que o cristianismo é a verdade. Existem evidências ou argumentos que servem para nos ajudar nisso?
Precisamos distinguir entre uma “prova” e evidências. Uma prova é a certeza de uma fórmula matemática. Isso se presta para mostrar a verdade ou falsidade de coisas puramente físicas. Podemos calcular a aceleração dos corpos em queda livre na superfície da terra. É de 9,75 metros por segundo. Porém não podemos saber, através de cálculos, porque o objeto está caindo. A matemática não serve para “provar” os eventos históricos. Que fórmula mostra que Teresina foi fundada no ano de 1852? Para demonstrar os eventos históricos aplicamos as regras do estudo da história. Desta forma vemos que a verdade do cristianismo não pode ser “provada” com a precisão da matemática e não é razoável pedir que assim se faça.
Não podemos “provar” o cristianismo deste jeito, porém podemos apresentar evidências razoáveis e lógicas que servem para abrir a mente à possibilidade de que o cristianismo é a verdade. Se só conseguirmos fazer isso, teremos atingindo muito no processo de levar uma pessoa à Salvação.
Enquanto apresentamos as evidências favoráveis ao cristianismo devemos lembrar que os preconceitos do descrente geralmente afetam sua percepção do que dizemos. Porém toda pessoa é criada à “imagem” de Deus e tem algum conhecimento de Deus e da moralidade. Podemos contar com esta imagem para nos ajudar a penetrar a mente entorpecida do homem natural.
Podemos dividir as diversas evidências em três categorias: fatos empíricos, pensamento lógico e experiência humana. Estas três categorias de evidências são usadas de duas maneiras: avaliação e explicação. Por exemplo, podemos perguntar se existem fatos objetivos que apóiam o que as Escrituras ensinam? Existem, sim. Considere a história e a arqueologia. Podemos perguntar se os ensinamentos da Bíblia são logicamente coerentes e conseqüentes. São sim. Podemos perguntar se o que a Bíblia diz a respeito da condição humana concorda com nosso dia a dia. Concorda, sim. Os personagens da Bíblia são humanos, tal como nós.
Podemos perguntar se o cristianismo serve para explicar nosso universo físico e pessoal. Por exemplo, o cristianismo oferece alguma explicação para a existência do universo, do homem, e da vida? Oferece, sim. O cristianismo oferece uma base para crermos na utilidade do raciocínio humano? Sim. O homem foi criado à “imagem de Deus”. A Bíblia explica a existência do bem e do mal? Sim. Deus fez tudo bom, mas Satanás e o homem introduziram o pecado e a morte no nosso mundo.
Neste estudo tentamos providenciar alguns princípios que ajudam na defesa da nossa fé. Explicamos a importância de pensar logicamente. Vimos a necessidade de responder com evidências razoáveis às perguntas dos descrentes e de deixar os resultados, como sempre, nas mãos de Deus.
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