
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Entrevista com Os Guinness

sábado, 24 de maio de 2008
DVD descomplicado
DIFERENCIAL
O custo para duplicar os DVDS depende da configuração e da produtividade. Quando se escolhe uma empresa séria, é difícil ter de se preocupar com o resultado. “A Microservice, por exemplo, antes de iniciar ao processo digital de replicação e de impressão do rótulo, faz uma análise criteriosa das mídias de entrada e arquivos de capa e rótulo”, comenta Gisele. A empresa Aghata Tecnologia, que tem na carteira de clientes o ministério Toque no Altar, garante que os evangélicos estão fazendo diferença no faturamento da empresa. “Tem sido um diferencial considerável. Existe um comprometimento de ambas as partes, e isso só vem aumentando a parceria no meio cristão. Focamos muito na agilidade, e o fato de nossa fábrica estar em São Paulo agiliza o nosso prazo de entrega”, diz Eliana Morselli, gerente de Compras da Agatha. O cuidado quanto ao controle de qualidade também é um dos diferenciais de uma boa empresa de reprodução de DVDs. É importante que ela conte, por exemplo, com um programa que avalie a qualidade técnica da mídia após a gravação, assim como outro que impede que o conteúdo de um disco seja reproduzido em outro.
Fonte: http://www.revistaigreja.com.br
segunda-feira, 19 de maio de 2008
É tudo sobre Ele
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Fortalecidos no Desafio

Dave Hunt
Quando eu era estudante na UCLA, há 60 anos, costumava ler, criteriosamente, tudo que podia encontrar, escrito por ateus e cépticos, contra a Bíblia. Por que? Porque desejava conhecer os seus argumentos, a fim de melhor os refutar. Ainda hoje, estou de olho no pensamento ateu mais recente.
Jamais tive a mais ínfima dúvida de que a Bíblia é, em cada palavra, inspirada pelo Espírito Santo, nem jamais duvidei de minha salvação, desde o dia em que aceitei a Cristo, naquele acampamento de verão, após ter ingressado no 10º Grau. Contudo, não era perigoso para um jovem estudante, com apenas 4 anos de convertido ao Senhor, ler os argumentos daqueles que estavam determinados a destruir a fé, em cada cristão? Não. Como poderia qualquer argumento ser perigoso para alguém que estava vestido de toda armadura de Deus? E para que serve a armadura, senão para o combate?
Minha atitude era, e continua sendo, a mesma de Davi, o qual ficou envergonhado porque o exército de Israel tremia diante de Golias. Sem hesitação, ele avançou, com absoluta confiança no Deus que havia comprovado ser, Ele mesmo, fiel (1 Samuel 17). Para Davi a estatura do gigante era irrelevante.
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terça-feira, 13 de maio de 2008
QUAL É O SEU HERÓI FAVORITO?

segunda-feira, 12 de maio de 2008
Entrevista com Ronaldo Lidório - Revista Ultimato

Todos precisamos de Deus, seja numa floresta sem fim, seja num condomínio fechado.
Ultimato - O que você é: missionário, missiólogo, antropólogo, indigenista?
Lidório - A convicção do chamado ministerial é o que enche meu coração. A antropologia e a missiologia são instrumentos de trabalho muito úteis em diversas situações e projetos, porém estar envolvido com a missão de Deus para a minha vida é insubstituível. Nas palavras de Woodford, títulos e funções não saciam nossa alma. Apenas a certeza de seguir o caminho de Deus o faz. Sou missionário.
Ultimato - A população indígena, que diminuía a cada ano no Brasil, voltou a crescer. Qual é a explicação?
Lidório - Calcula-se que havia 1,5 milhão de indígenas em 1500, os quais somam hoje pouco mais de 350.000, configurando um dos maiores processos etnofágicos nos últimos 500 anos. Porém, a população indígena, que diminuía a cada ano, voltou a crescer de forma animadora nas últimas décadas. A existência de programas de saúde que previnem e tratam as doenças em geral, e também as mais específicas como a malária, possuem uma contribuição acentuada. Programas de subsistência têm auxiliado ao prover mais proteínas e vitaminas em áreas indígenas onde o alimento se resumia quase que puramente ao carboidrato. A presença missionária também é responsável por inúmeros programas de desenvolvimento humano porém sua principal marca social é a valorização da língua materna, provendo grafia e gerando programas de alfabetização que asseguram a identidade lingüística e, conseqüentemente, cultural, em diversas etnias. Há casos, como o dos Dâw do Amazonas, em que os missionários da Associação Lingüística Evangélica Missionária (ALEM) realizaram um verdadeiro resgate lingüístico-cultural. Era uma etnia que pouco falava sua língua, vivia dispersa e excluída em um contexto urbano e quase perdera por completo sua identidade indígena. Ao encontrá-los hoje, vivendo em sua aldeia com alegria e dignidade, é visível o sentimento de cidadania e humanização. Falam sua língua com prazer e a ensinam aos seus filhos. Viver sua própria cultura os define como gente perante um universo onde outros também expressam abertamente seus valores culturais. Identidade cultural faz bem à alma.
Ultimato - Entre os indígenas há algum controle de natalidade?
Lidório - De forma geral ter filhos é sinônimo de abundância e força social, portanto não há preocupação
Para os Tariano, pode-se também evitar uma gravidez indesejada através de poções xamânicas que funcionam como contraceptivos.
Ultimato - Você está fazendo o mapeamento da região amazônica. Qual a finalidade do mapeamento?
Lidório - Estou envolvido na pesquisa de algumas áreas. O objetivo central é identificar ajuntamentos humanos com graves carências sociais e espirituais. As estatísticas convencionais que definem os agrupamentos indígenas não expressam em profundidade a situação social, o índice de preservação lingüística, o relacionamento intercultural com outras etnias da região e com os não-indígenas, entre outros. Esses dados são importantes para o desenvolvimento de programas cujo objetivo seja contribuir de maneira relevante com esta realidade. A ONG ATINI, por exemplo, que luta contra o infanticídio que ocorre em abundância no contexto indígena brasileiro, é resultado de longa observação por parte da JOCUM dessa prática social entre o povo Suruwahá e outros grupos. A pesquisa ajuda-nos a identificar os pontos de tensão e a participar na solução de conflitos.
Ultimato - Quantos grupos indígenas temos hoje no território nacional? Pode haver outros?
Lidório - Os dados divergem de uma listagem para outra por considerarem, ou não, alguns grupos ainda não reconhecidos oficialmente como indígenas. Creio ser seguro, porém, pensarmos em 258 grupos indígenas com identidade definida no Brasil, além de outros cinqüenta ainda isolados. Grupos isolados são aqueles que não possuem contato com o mundo externo, e normalmente não se sabe se são uma variação cultural de um grupo já reconhecido ou se são novos. Muitos grupos indígenas estão em fase de extinção - extinção não necessariamente populacional, mas cultural e lingüística. Aryon Rodrigues estima que, na época da conquista do Brasil, eram faladas 1.273 línguas, ou seja, perdemos 85% de nossa diversidade lingüística em 500 anos. Das línguas sul-americanas, 27% já não são aprendidas pelas crianças. Esta é uma extinção silenciosa que mata não apenas a língua mas também a identidade e a esperança de muitos povos.
Ultimato - Você é a favor da tradução da Bíblia para grupos lingüísticos reduzidos, com uma população de cem falantes, por exemplo? Por quê?
Lidório - O critério bíblico segundo o qual uma alma vale mais do que o mundo inteiro mostra que na economia de Deus a carência de um único indivíduo é o suficiente para qualquer esforço. E, se observarmos a tradução bíblica de perto, veremos que ela não é um processo isolado, mas uma atividade associada à grafia de uma língua, sua análise, desenvolvimento de cartilhas, alfabetização e fomentação de registros históricos e culturais pelo próprio povo, que contribuem para sua afirmação humana e social. Quando um povo lê a Bíblia em sua língua materna, este exercício possui um profundo valor tanto espiritual quanto sociocultural. Desta perspectiva, talvez a tradução bíblica seja ainda mais prioritária para os grupos minoritários, mais suscetíveis à perda lingüística e cultural, do que para os grandes grupos. Na África tivemos contato com o casal Stevenson, que traduzia a Bíblia para um grupo de quatorze pessoas cuja língua era uma variação lingüística dos Bikuln. Gastaram ali mais de 25 anos de suas vidas e, ao entregarem um dos livros do Novo Testamento nas mãos de um jovem da tribo, ele afirmou que entendera que o amor de Deus não é proporcional ao tamanho da tribo, pois Deus ama igualmente uma grande etnia e um pequeno grupo de quatorze pessoas. Creio que ele entendeu bem.
Ultimato - O sonho indígena de uma terra sem males pressupõe que os indígenas acreditam na vida após a morte? Eles têm alguma noção da ressurreição do corpo?
Lidório - Várias culturas indígenas possuem uma cosmologia definida pelo aquém e pelo além, a qual inclui o conceito de vida eterna em uma terra sem males. Esta cosmovisão mais escatológica da vida pode ser identificada não apenas entre os indígenas mas também em diversos outros grupos espalhados pela terra. Os Konkomba de Gana crêem que o pacham é um lugar para onde irão os que morrem já bem velhos e com muitos filhos. Os Chakali falam sobre o báthan como sendo o destino pós-morte de todo homem, sendo que aqueles que não enganaram o próximo terão comida
A convicção de uma terra sem males entre os indígenas brasileiros é, em alguns casos, tão enfática que pode ser relacionada como uma das possíveis causas da abundância de suicídios. Quando um jovem se vê sem saída, ou envergonhado, ou ainda profundamente melancólico, por vezes opta pelo suicídio, não apenas como uma maneira de fugir do conflito pelo qual passa, mas movido também pela convicção de que o mundo pós-morte será melhor, sem dor. Há poucos registros, porém, sobre crenças ligadas à ressurreição do corpo em culturas indígenas.
Ultimato - Onde você passa mais tempo: com a família, em Manaus; com os indígenas, em suas tribos; ou em viagem pelos rios da Amazônia?
Lidório - Neste ano nos mudamos para Manaus por ser um ponto central para nossas viagens e atividades no Norte. Como faço várias viagens por ano, dentro e fora do Amazonas, passo muito tempo fora de casa. As viagens fluviais na Amazônia são as mais longas, pois envolvem distâncias consideráveis. Porém aproveitamos bastante o tempo juntos
Ultimato - Como você se sente fora da chamada civilização, em plena mata, em contato com a beleza exuberante da natureza não poluída?
Lidório - Tanto na África quanto na Amazônia, o sentimento de estar em um lugar remoto com pouca intervenção humana é fascinante. Observar o verde intocado da Amazônia, por exemplo, nos faz pensar muito no poder de Deus, Criador de algo tão belo e cativante. No entanto, depois de viver nesses ambientes mais distantes por algum tempo, perde-se um pouco do romantismo e os desconfortos da privação das facilidades nas quais fomos criados passam a ser mais sentidos.
Em Gana, na África, passávamos até seis meses na aldeia viajando apenas duas vezes por ano para uma área urbana. Quando chegávamos à capital, Accra, meu maior prazer era apertar um interruptor e ver a luz acender. O de Rossana era abrir uma torneira e ter água corrente. Quando perguntávamos ao meu filho caçula, ainda pequenino, do que ele sentia falta na aldeia, ele respondia: Do McDonald's!
Ultimato - Segundo dados do governo, em 2005
Lidório - A destruição da floresta é assunto preocupante, porém não ocorre de maneira uniforme na Amazônia. Em algumas áreas indígenas, como no Alto Rio Negro, por exemplo, não é perceptível. Nos arredores de Porto Velho, Rondônia, é evidente. Creio que o problema está localizado especialmente próximo a centros urbanos, onde se escoa mais facilmente a madeira, e em setores de expansão agrícola, onde há grandes queimadas. Não creio que a Amazônia venha a ser independente justamente por sua importância nos cenários mundial e, conseqüentemente, nacional. Penso que o desenvolvimento da política de conservação ambiental só acontecerá quando ela for trabalhada com a população local - que é a única capaz de coibir o desmatamento, seja por não praticá-lo, seja por fiscalizar aqueles que o praticam. Políticas externas dissociadas de uma consciência local não surtirão efeito.
Ultimato - A relação entre a FUNAI e as missões indígenas está melhor agora?
Lidório - Minha impressão é que há uma boa relação que caminha para se consolidar. O trabalho da FUNAI é relevante e desafiador, tendo em mente a diversidade étnica indígena no Brasil e sua função de fiscalizá-la. Hoje vivemos um momento em que também cresce o movimento missionário formado pelos próprios indígenas. O CONPLEI (Conselho Nacional de Pastores e Líderes Indígenas) tem demonstrado de forma acentuada essa força. Costumo dizer que a necessidade humana é a mesma, em qualquer cultura e contexto, e é preciso juntar forças para minimizá-la. Apenas a roupagem muda. Ao lembrar-me do indígena excluído e discriminado, sem alimento nem dignidade, nas margens do rio Solimões, percebo nele a mesma dor e constrangimento do rapaz urbano e também excluído, sentado na calçada em uma rua de Recife, invisível na multidão. Jesus, ao falar sobre um homem judeu caído ao longo do caminho e socorrido por um samaritano, nos aponta que as crises humanas são idênticas e ocorrem em qualquer sociedade. Muda apenas a roupagem externa, como língua, cultura, cosmovisão e contexto.
Ultimato - Quando o reitor do Seminário Presbiteriano do Norte sugeriu que você trancasse a matrícula e passasse um ano na África, para testar a sua vocação missionária, como você reagiu? Foi nessa ocasião que você começou a se interessar pela tradução do Novo Testamento na língua dos Konkomba de Gana e Togo?
Lidório - O rev. Francisco Leonardo é um homem de muita influência em minha vida. Sua conciliação de conhecimento teológico com piedade e vida cristã é marcante. Quando sugeriu que eu testasse minha vocação passando um ano na África juntamente com outro colega, Alfredo de Souza, recebi como uma oportunidade dada por Deus, pois poderia ver de perto missionários experientes que atuavam em plantio de igrejas, tradução da Bíblia e desenvolvimento social.
Esta experiência foi confirmadora e percebi que nada mais encheria meu coração. Ali, vendo o quanto a Palavra de Deus abençoa um povo, nasceu o desejo de trabalhar também com tradução bíblica. Certa ocasião vi uma família inteira, da etnia Balanta em Guiné-Bissau, sentada ao redor de uma fogueira numa noite sem luar, lendo atentamente alguns trechos sobre Jesus nos Evangelhos e traduzindo como lições para sua vida diária. Esta cena foi transformadora. Todos nós precisamos de Deus. Seja em uma floresta, seja em um condomínio fechado.
Ultimato - Qual foi o trabalho que você e Rossana desenvolveram em Gana na década de 90?
Lidório - Fomos para Gana em 1993 e lá permanecemos até 2001, quando viemos trabalhar na Amazônia. Na África atuamos com a etnia Konkomba-Limonkpeln, uma das quatro etnias Konkomba, com plantio de igrejas e tradução bíblica, e desenvolvimento de projetos sociais na área de educação e saúde. Pela graça de Deus há hoje ali 23 igrejas, pastoreadas por cinco pastores Konkomba. Várias delas foram plantadas por iniciativa do próprio povo. A clínica médica, que atende mais de 6 mil pessoas por ano, e as escolas, que educam mais de 400 crianças, são totalmente dirigidas pelos Konkomba.
Um dos ministérios naquele lugar que encheu nosso coração foi a tradução do Novo Testamento para a língua Limonkpeln. Fomos despertados para essa necessidade porque no início os crentes vinham de aldeias distantes para participar de estudos bíblicos na aldeia onde morávamos, Koni. Passavam alguns dias conosco e memorizavam versículos que transmitiriam a outros. Uma mulher veio de Kadjokorá, uma aldeia que ficava a quatro dias de caminhada. Ela também memorizou os treze versículos e participou do encontro. Voltando para sua aldeia, depois de dois dias de caminhada, ela esqueceu um dos versos. Não pensou duas vezes. Voltou aonde estávamos e disse que estava ali porque a Palavra de Deus era preciosa demais para se perder ao longo do caminho. Memorizou de novo o verso e recomeçou sua jornada de quatro dias de caminhada para casa. Naquele momento nos comprometemos com a tradução do Novo Testamento para o Limonkpeln, que, pela graça de Deus, foi entregue em outubro de 2004 em uma linda festa com cerca de mil Konkombas louvando a Deus sob a sombra de algumas mangueiras.
Visite o site de Ronaldo Lidório: www.ronaldo.lidorio.com.br
quarta-feira, 7 de maio de 2008
DEZENAS DE E-BOOKS PARA DOWNLOAD

Visite a página da igreja:
www.metodistavilaisabel.org.br
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Fernanda Brum fala sobre o compromisso com a Igreja Perseguida

“Depois do dia em que ouvi mais sobre a realidade dos irmãos que sofrem pela fé em Cristo minha vida mudou”, disse ela. "A causa da Igreja Perseguida me consome de dia e de noite."
Experiência de fé
“O testemunho que mais falou comigo foi o da cantora Helen Berhane, da Eritréia, presa por dois anos em um contêiner e apanhando por causa do evangelho” (relembre o caso), disse Fernanda Brum.
Ela contou que na ocasião fez o possível para ajudar a colega cantora. “Procurei contato com muitas pessoas que politicamente pudessem libertar a Helen, fazer alguma coisa concreta por ela, mas não consegui."
"Foi então que me juntei para orar e lancei a campanha de intercessão por ela em meu site”. Três dias depois, segundo Fernanda, veio a notícia de que Helen Berhane havia sido solta. Hoje Helen vive na Dinamarca, onde recebeu asilo político.
“Perguntei ao Douglas Monaco (secretário geral da Portas Abertas) como ajudar e pedi para que ele me permitisse falar do tema dos perseguidos no meu CD Profetizando às Nações", revelou Fernanda.
Foram 150 mil cópias vendidas com o CD, que teve parte da renda revertida ao trabalho de campo realizado no socorro destes irmãos. "Eu entrego aqui hoje o disco de Platina conquistado com esse CD. Isso aqui significa o compromisso de 150 mil pessoas que desde então passaram a orar pelos cristãos perseguidos", disse ela.
A conquista do Corpo de Cristo
"Acredito
A partir de seu forte engajamento com a Igreja Perseguida, Fernanda Brum se tornou embaixadora da causa e deu início ao ministério Profetizando às Nações (leia mais, aqui).
"Atenda aos chamados para missões. Ore pelos cristãos perseguidos. Contribua segundo estiver proposto em seu coração para que o Reino de Deus seja estendido a quem tem fome do pão que é Cristo.
Contamos com suas orações. Precisamos chegar até os confins da Terra e sua participação é essencial para esta conquista, que não é nossa, mas do Corpo de Cristo", afirmou a cantora.
FONTE: www.underground.org.br
Razões para Evangelizar

Os primitivos cristãos tinham por hábito basear a evangelização, clara e insofismavelmente na natureza do Deus triuno. No coração d'Ele repousa a missão. Havia, porém, mais três razões que impeliam os cristãos.
1. O privilégio de ser embaixador de Cristo, representante do Rei dos reis. Nós recebemos esse ministério. Privilégio estupendo esse!
2. A necessidade dos que não têm Cristo. Isso soa através das páginas do Novo Testamento e dos primeiros dirigentes da Igreja.
Quando percebi que as pessoas sem Deus estão perdidas agora e também para todo o sempre (mesmo sendo gente boa, mesmo sendo minha família e meus amigos), fiz um propósito de gastar a minha vida em contar aos outros as fabulosas Boas Novas que Jesus trouxe ao mundo.
3. O tremendo prazer da tarefa em si. Essa tarefa inicia-se no Novo Testamento e é contagiosa. Os cristãos podiam ser presos, e cantavam louvores. Podiam mandá-los calar, e eles falavam mais ainda. Se perseguidos, na cidade seguinte divulgavam a mensagem. Se levados à morte, pereciam alegres, suplicando bênçãos para os seus algozes.
É por esse motivo que eu não trocaria a missão de pregar o Evangelho por nenhuma outra ocupação do mundo. Isso é um privilégio enorme. A necessidade é urgente. Nessa tarefa, o homem realiza-se totalmente.
Fomos criados para isso.
Michael Green
quinta-feira, 1 de maio de 2008
terça-feira, 29 de abril de 2008
Dwight L. Moody - Ensaio biográfico

Infância e conversão
Dwight Lyman Moody é conhecido como um dos mais influentes evangelistas do século XIX, fundador do Instituto Bíblico Moody e da Moody Press.
Quando seu pai faleceu, aos 41 anos, Moody tinha somente quatro anos. Jovem, mudou-se para Boston, indo trabalhar com seu tio em uma sapataria. Uma das exigências de seu tio era que Moody freqüentasse uma igreja. Fez isso, mas sem uma decisão real para Jesus.
No dia 21 de abril de 1855, Kimball, seu professor de Escola Dominical, achou que era hora de pedir que Moody assumisse um compromisso real com Cristo. Ele foi até a loja onde trabalhava, encontrou Moody empacotando sapatos e colocando-os nas prateleiras. O jovem já estava pronto para ouvir. Naquele dia, Moody tornou-se cristão.
A partir dessa decisão, Moody começa sua carreira como evangelista. Sua escola dominical, em Chicago, chegou a ser a maior da época, alcançando a média de 650 pessoas, tendo cerca de 60 professores. A escola chegou a ser tão conhecida que o recém-eleito presidente Lincoln visitou e falou em uma reunião da escola em 25 de novembro de 1860.
Evangelista
Preocupado com a evangelização de crianças, estabeleceu escola dominical para crianças nas zonas mais pobres da cidade. Em pouco tempo havia mais de mil crianças, além de seus pais, freqüentando semanalmente. O trabalho cresceu, transformando-se numa Igreja.
Foi após sua viagem à Inglaterra que Moody se tornou mais conhecido como evangelista. Nesse país, suas reuniões pareciam verdadeira tempestade. Sua pregação teve um impacto tão grande como as de George Whitefield e John Wesley. Em varias ocasiões encheu estádios com capacidade entre
O mundo vivia o começo da industrialização, com todos os seus problemas. Moody contextualizou sua mensagem e trouxe o evangelismo para seus dias. Pregava um evangelho simples. Ele insistia em que os homens colocassem suas riquezas em boas causas, como cuidar dos pobres em áreas urbanas. Aplicou técnicas de negócio no planejamento evangelístico. Música, aconselhamento e acompanhamento faziam parte de uma abordagem organizada para atingir o coração das pessoas.
Impacto
Quando retornou aos Estados Unidos, era comum pregar para
Não queria competir com os seminários tradicionais, mas o isolamento dessas escolas com relação às pessoas comuns o perturbava. Por isso, em 1879, Moody fundou escolas que viriam a ser, mais tarde, o Instituto Moody. Seu objetivo era treinar comunicadores que pudessem levar a verdade simples de Deus às massas que precisavam dela. Sua preocupação com o social inspirou profundo compromisso ministerial.
R.A. Torrey foi o sucessor de Moody como presidente do Moody Bible Institute. E a Igreja que fundara passou a chamar-se Igreja Moody em sua homenagem.
Conferencista Sivaldo Cruz
Mensagens bíblicas por telefone

A UMBET, que já realizava um trabalho com mensagens por e-mail, agora também tem mensagens por telefone. Ambas são gratuitas e estão disponíveis para você.
Apesar da UMBET não cobrar pelas mensagens, há o custo com a ligação telefônica, o qual ainda não conseguimos contornar inteiramente. Mas aprimoramos nossos equipamentos e agora é possível ouvir as mensagens pela TARIFA LOCAL em 162 cidades do Brasil.
Segue a lista das cidades que possuem a facilidade e o número para ligação.
Ligue, certamente há uma palavra especial para você.
CIDADES COM TARIFA LOCAL | ESTADO | DISCAGEM | DDD |
Discagem direta, sem DDD | |||
| ABADIA DE GOIAS | GO | 4052 6550 | 62 |
| ALMIRANTE TAMANDARE | PR | 4062 6550 | 41 |
| ALVORADA | RS | 4062 6550 | 51 |
| ANAPOLIS | GO | 4051 6550 | 62 |
| APARECIDA DE GOIANIA | GO | 4052 6550 | 62 |
| APUCARANA | PR | 4063 6550 | 43 |
| ARAGOIANIA | GO | 4052 6550 | 62 |
| ARAPONGAS | PR | 3055 6550 | 43 |
| ARAQUARI | SC | 4062 6550 | 47 |
| .ARAUCARIA | PR | 4062 6550 | 41 |
.ARUJÁ | SP | 4062 6550 | 11 |
| BALNEARIO DE CAMBORIU | SC | 4054 6550 | 47 |
| BARRA DO RIBEIRO | RS | 4062 6550 | 51 |
| BARUERI | SP | 4062 6550 | 11 |
| BELFORD ROXO | RJ | 4062 6550 | 21 |
| BELO HORIZONTE | MG | 4062 6550 | 31 |
| BENTO GONCALVES | RS | 4062 6550 | 54 |
| BETIM | MG | 4062 6550 | 31 |
| BIGUACU | SC | 4062 6550 | 48 |
| BIRITIBA MIRIM | SP | 4062 6550 | 11 |
| BLUMENAU | SC | 4052 6550 | 47 |
| BRASILIA | DF | 4062 6550 | 61 |
| BRUSQUE | SC | 4053 6550 | 47 |
| CACHOEIRINHA - P.A. | RS | 4062 6550 | 51 |
| CAIEIRAS | SP | 4062 6550 | 11 |
| CAJAMAR | SP | 4062 6550 | 11 |
| CAMBE LONDRINA | PR | 4062 6550 | 43 |
| CAMBORIU | SC | 4054 6550 | 47 |
| CAMPINAS | SP | 4062 6550 | 19 |
| CAMPO BOM | RS | 4062 6550 | 51 |
| CAMPO GRANDE | MS | 4062 6550 | 67 |
| CAMPO LARGO CURITIBA | PR | 4062 6550 | 41 |
| CAMPO MAGRO CURITIBA | PR | 4062 6550 | 41 |
| CANOAS | RS | 4062 6550 | 51 |
| CAPAO DO LEAO - PELOTAS | RS | 4062 6550 | 53 |
| CARAPICUIBA | SP | 4062 6550 | 11 |
| CASCAVEL | PR | 4062 6550 | 45 |
| CAXIAS DO SUL | RS | 4062 6550 | 54 |
| CIDADE OCIDENTAL | GO | 4062 6550 | 61 |
| COCAL DO SUL | SC | 4053 6550 | 48 |
| COLOMBO CURITIBA | PR | 4062 6550 | 41 |
| CONTAGEM | MG | 4062 6550 | 31 |
| COTIA | SP | 4062 6550 | 11 |
| CRICIUMA | SC | 4053 6550 | 48 |
| CUBATAO | SP | 4062 6550 | 13 |
| CUIABA | MT | 4062 6550 | 65 |
| CURITIBA | PR | 4062 6550 | 41 |
| DIADEMA | SP | 4062 6550 | 11 |
| DOIS IRMAOS | RS | 4062 6550 | 51 |
| DUQUE DE CAXIAS | RJ | 4062 6550 | 21 |
| ELDORADO DO SUL | RS | 4062 6550 | 51 |
| EMBU | SP | 4062 6550 | 11 |
| EMBU GUACU | SP | 4062 6550 | 11 |
| ESTANCIA VELHA | RS | 4062 6550 | 51 |
| ESTEIO | RS | 4062 6550 | 51 |
| FAZENDA RIO GRANDE | PR | 4062 6550 | 41 |
| FERRAZ DE VASCONCELOS | SP | 4062 6550 | 11 |
| FLORIANOPOLIS | SC | 4062 6550 | 48 |
| FORQUILHINHA - CRICIUMA | SC | 4053 6550 | 48 |
| FOZ DO IGUACU | PR | 4052 6550 | 45 |
| FRANCISCO MORATO | SP | 4062 6550 | 11 |
| FRANCO DA ROCHA | SP | 4062 6550 | 11 |
| GARUVA - JOINVILLE | SC | 40626550 | 47 |
| GASPAR BLUMENAU | SC | 4052 6550 | 47 |
| GOIANIA | GO | 4052 6550 | 62 |
| GOIANIRA | GO | 4052 6550 | 62 |
| GRAVATAI | RS | 4062 6550 | 51 |
| GUAIBA | RS | 4062 6550 | 51 |
| GUARAMIRIM - J.DO SUL | SC | 3055 6550 | 47 |
| GUARAPUAVA | PR | 4052 6550 | 42 |
| GUARAREMA | SP | 4062 6550 | 11 |
| GUARUJA | SP | 4062 6550 | 13 |
| GUARULHOS | SP | 4062 6550 | 11 |
| IBIRITE | MG | 4062 6550 | 31 |
| ICARA - CRICIUMA | SC | 4053 6550 | 48 |
| ITAJAI | SC | 4054 6550 | 47 |
| ITAPECERICA DA SERRA | SP | 4062 6550 | 11 |
| ITAPEVI | SP | 4062 6550 | 11 |
| ITAQUAQUECETUBA | SP | 4062 6550 | 11 |
| IVOTI | RS | 4062 6550 | 51 |
| JANDIRA | SP | 4062 6550 | 11 |
| JARAGUA DO SUL | SC | 3055 6550 | 47 |
| JOINVILLE | SC | 4062 6550 | 47 |
| .JUQUITIBA | SP | 4062 6550 | 11 |
| LONDRINA | PR | 4062 6550 | 43 |
| LUZIANIA | GO | 4062 6550 | 61 |
| MAGE | RJ | 4062 6550 | 21 |
| MAIRIPORA | SP | 4062 6550 | 11 |
| MARINGA | PR | 4062 6550 | 44 |
| MAUA | SP | 4062 6550 | 11 |
| MOGI DAS CRUZES | SP | 4062 6550 | 11 |
| MONTENEGRO | RS | 3057 6550 | 51 |
| MORRO DA FUMACA | SC | 4053 6550 | 48 |
| MORRO REDONDO | RS | 4062 6550 | 53 |
| NAVEGANTES | SC | 4054 6550 | 47 |
| NILOPOLIS | RJ | 4062 6550 | 21 |
| NITEROI | RJ | 4062 6550 | 21 |
| NOVA IGUACU | RJ | 4062 6550 | 21 |
| NOVA LIMA | MG | 4062 6550 | 31 |
| .NOVO GAMA | GO | 4062 6550 | 61 |
| NOVO HAMBURGO | RS | 4062 6550 | 51 |
| OSASCO | SP | 4062 6550 | 11 |
| PALHOCA | SC | 4062 6550 | 48 |
| PALMAS | TO | 4052 6550 | 63 |
| PARANAGUA | PR | 4064 6550 | 41 |
| PASSO FUNDO | RS | 4052 6550 | 54 |
| PAULINIA | SP | 4062 6550 | 19 |
| PELOTAS | RS | 4062 6550 | 53 |
| PINHAIS | PR | 4062 6550 | 41 |
| PIRAPORA DO BOM JESUS | SP | 4062 6550 | 11 |
| PIRAQUARA | PR | 4062 6550 | 41 |
| POA | SP | 4062 6550 | 11 |
| PONTA GROSSA | PR | 4062 6550 | 42 |
| PORTAO | RS | 4062 6550 | 51 |
| PORTO ALEGRE | RS | 4062 6550 | 51 |
| PORTO VELHO | RO | 4062 6550 | 69 |
| PRAIA GRANDE | SP | 4062 6550 | 13 |
| QUEIMADOS | RJ | 4062 6550 | 21 |
| RIBEIRAO DAS NEVES | MG | 4062 6550 | 31 |
| RIBEIRAO PIRES | SP | 4062 6550 | 11 |
| RIO BRANCO | AC | 4062 6550 | 68 |
| RIO DE JANEIRO | RJ | 4062 6550 | 21 |
| RIO GRANDE | RS | 4052 6550 | 53 |
| RIO GRANDE DA SERRA | SP | 4062 6550 | 11 |
| SABARA | MG | 4062 6550 | 31 |
| SALESOPOLIS | SP | 4062 6550 | 11 |
| SANTA CRUZ DO SUL | RS | 3056 6550 | 51 |
| SANTA ISABEL | SP | 4062 6550 | 11 |
| SANTA LUZIA | MG | 4062 6550 | 31 |
| SANTA MARIA | RS | 4062 6550 | 55 |
| SANTANA DE PARNAIBA | SP | 4062 6550 | 11 |
| SANTO ANDRE | SP | 4062 6550 | 11 |
| SANTOS | SP | 4062 6550 | 13 |
| SAO BERNARDO DO CAMPO | SP | 4062 6550 | 11 |
| SAO CAETANO DO SUL | SP | 4062 6550 | 11 |
| SAO GONCALO | RJ | 4062 6550 | 21 |
| SAO JOAO DE MERITI | RJ | 4062 6550 | 21 |
| SAO JOSE - FLORIANOPOLIS | SC | 4062 6550 | 48 |
| SAO JOSE DOS PINHAIS | PR | 4062 6550 | 41 |
| SAO LEOPOLDO | RS | 4062 6550 | 51 |
| SAO LOURENCO DA SERRA | SP | 4062 6550 | 11 |
| .SAO PAULO CAPITAL | SP | 4062 6550 | 11 |
| SAO VICENTE | SP | 4062 6550 | 13 |
| SAPIRANGA | RS | 4062 6550 | 51 |
| SAPUCAIA DO SUL | RS | 4062 6550 | 51 |
| SARANDI | PR | 4062 6550 | 44 |
| SCHROEDER - J.DO SUL | SC | 3055 6550 | 47 |
| SENADOR CANEDO | GO | 4052 6550 | 62 |
| SIDEROPOLIS | SC | 4053 6550 | 48 |
| SUMARE | SP | 4062 6550 | 19 |
| SUZANO | SP | 4062 6550 | 11 |
| TABOAO DA SERRA | SP | 4062 6550 | 11 |
| TOLEDO | PR | 3055 6550 | 45 |
| TRINDADE | GO | 4052 6550 | 62 |
| TURUCU - PELOTAS | RS | 4062 6550 | 53 |
| VALINHOS | SP | 4062 6550 | 19 |
| VALPARAISO DE GOIAS | GO | 4062 6550 | 61 |
| .VARGEM GRANDE PAULISTA | SP | 4062 6550 | 11 |
| VARZEA GRANDE | MT | 4062 6550 | 65 |
| VESPASIANO | MG | 4062 6550 | 31 |
| VIAMAO | RS | 4062 6550 | 51 |
| VINHEDO | SP | 4062 6550 | 19 |
