sábado, 27 de junho de 2009

O casamento é importante?

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Zig Ziglar

O antropologista britânico John D. Unwin dirigiu um estudo profundo sobre oitenta civilizações que nasceram e morreram durante um período de uns quatro mil anos. Dr. Unwin descobriu que uma ameaça comum ocorrida em todas elas. Em cada caso elas iniciavam-se com um ponto de vista conservador, que envolvia fortes valores morais e enfatizava o valor da família. Depois de certo tempo, a conduta conservadora tornava-se mais e mais liberal, os valores morais declinavam e a família sofria. Em cada caso, enquanto a família deteriorava-se a própria civilização desintegrava-se, e em todos os oitenta casos, a queda da nação foi relacionada com a queda da família. Na maioria dos casos a civilização decaiu dentro de uma geração, com a queda da união da família.

A pesquisa de Unwin revelou que quando um homem se apaixona por uma mulher, dedicando-se a cuidar dela, protegê-la e sustentá-la, ele de repente se torna o esteio da ordem social. Em vez de usar suas energias perseguir suas luxúrias e desejos, ele se esforça para construir um lar e poupa para o futuro, procurando conseguir melhor trabalho. Seus impulsos egoístas são inibidos, seus desejos sexuais são canalizados. Ele descobre um sentimento de orgulho, sim, orgulho masculino, porque ele é necessário à sua esposa e filhos. Todos se beneficiam com o relacionamento.

Quando a sociedade é composta por milhões de famílias, estabelecidas em uma moral de conduta saudável, a nação torna-se forte e estável. Força e solidariedade são as grandes contribuições que o casamento traz para as civilizações. Mas na ausência da obrigação familiar, a ruína é inevitável. Quando maridos e mulheres não têm motivos para juntar suas energias a fim de sustentar o lar, então abusam das drogas, do álcool, da promiscuidade sexual, há instabilidade no trabalho, e pode ser esperado um irreprimido comportamento agressivo na cultura. E a falta de energias objetivas é o começo do fim.

Extraído do livro “Namoro no Casamento”, de Zig Ziglar, Editora Maltese-norma, 1992.

Via http://www.urrodoleao.com.br/

Afinal, para que existimos?

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Bookworm Art Print


O VALOR de um livro (R$ 30,00) pode ser muito ÚTIL a um missionário na África. Nada contra livros, absolutamente - falo de PRIORIDADES.

No Twitter - http://twitter.com/sammisreachers

quinta-feira, 25 de junho de 2009

APOSTOLICISMO

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Senhor Jesus, livra-nos do apostolicismo.

Dá-nos apóstolos de verdade.

Dá-nos apóstolos que não enxergam apenas as principais avenidas dos grandes centros urbanos, as altas ofertas e salários.

Livra-nos do apostolicismo.

Dá-nos apóstolos que queiram pregar no sertão, no interior, nos povoados pobres, onde nenhuma perspectiva de vida luxuosa é vislumbrada.

Livra-nos do apostolicismo.

Dá-nos apóstolos que não se gloriam nos grandes templos erguidos para a sua própria glória e louvor.

Livra-nos do apostolicismo.

Dá-nos apóstolos de verdade!

Que o Senhor Jesus continue honrando e abençoando os verdadeiros apóstolos.

Pr. Altair Germano

http://www.altairgermano.com/

segunda-feira, 22 de junho de 2009

MISSÕES NA ÁFRICA: Curso para Igrejas

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A MIAF (Missão para o Interior da África) está disponibilizando para sua igreja um curso que trabalha com várias informações sobre o trabalho de evangelização na África, abordando temas como:

* Base Bíblica de Missões
* Antropologia Missionária no contexto Africano
* Povos não alcançados na África
* As Culturas e Religiões Africanas
* Princípios da Missão Integral na Perspectiva Africana
* Os desafios da evangelização no continente Africano.
* Oportunidades de ministério na África através da MIAF

Através deste curso você ampliará seus conhecimentos a respeito do trabalho missionário na África, poderá despertar a visão missionária em sua igreja e incentivar novos vocacionados para o ministério.

Intro África é um curso interativo que utiliza vídeos, powerpoints, grupos de discusão e muito mais!

Entre em contato conosco para mais informações: info@miaf.org.br
(43) 3357-1200

Maiores informações também no site da Missão: http://www.miaf.org.br/

A Padroeira do Brasil

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A Padroeira do Brasil - Leia Aqui este texto evangelístico e apologético.


quinta-feira, 18 de junho de 2009

CATÓLICOS E HINDUÍSTAS UNEM-SE...

Em post neste dia 16 de junho, o site da Rádio do Vaticano, “A voz do papa e da igreja em diálogo com o mundo”, informa que um certo card. Jean-Louis Tauran, com o pomposo título de presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, costurou a unidade dos católicos romanos com líderes hindus para evitar a violência daqueles religiosos contra os católicos. De volta a Roma, o homem deu o seguinte depoimento surrealista:

“Pude constatar que, para os nossos amigos hinduístas, é muito difícil compreender a diferença entre um católico, um batista, um pentecostal… O que os hinduístas desaprovam é o proselitismo, a construção de igrejas. Existe uma região na qual estão sendo construídas 160 igrejas: é evidente que não se trata de igrejas católicas, mas de seitas protestantes. Tive então que explicar a um dos maiores líderes religiosos hinduístas a diferença que existe entre um católico e um protestante, e devo confessar que ele não tinha as ideias muito claras a respeito.”

Este comentário é muito mais elucidativo para nós cristãos evangélicos do que para os hindus. Tão rico em informação que vale a pena, grande pena, lidar com a podridão que contém. Vejamos o que encontramos na autópsia das falas do sr. Tauran:

Dize-me com quem andas…
“Pude constatar que, para os nossos amigos hinduístas, é muito difícil compreender a diferença entre um católico, um batista, um pentecostal…”. Note que o sr. Tauran, falando em nome do papa e da igreja romana, se faz amigo dos hinduístas em clara oposição aos batistas e aos pentecostais. Ele escolheu um lado e não foi o lado de cá. É interessante que muitos evangélicos, com tanta “canção nova” por ai, também andam esquecendo a diferença entre romanos e evangélicos. O sr. Tauran sabe bem qual é a diferença e está disposto a nos ensinar. Aprendam isso: os romanos são amigos dos hindus, e ambos se opõem aos batistas e aos pentecostais. Eles escolheram seu lado, e alguns evangélicos precisam se decidir também. Ecumenismo - esse faz-de-conta que é tudo igual não resiste às chamas da verdade. A turma do deixa-disso vai dizer que não é bem assim, que nem todo católico pensa da mesma forma, que há quem se salve, mas a verdade é que o presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso deve saber a opinião oficial da igreja romana.

Não podeis servir a dois senhores
“O que os hinduístas desaprovam é o proselitismo, a construção de igrejas.” O sr. Tauran, o papa e a igreja de Roma escolheram seu senhor. Se os hinduístas desaprovam é errado, e eles não fazem. Esse negócio de ir por todo o mundo e pregar o Evangelho a todos os hinduístas não tem qualquer relevância. Para os romanos quem disse isso não está com nada. Eles decidiram obedecer aos hinduístas já que parece que todo o poder lhes foi dado nos céus romanos e na terra indiana. Pedro, pensava diferente: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens.” At 5:29. Alguns evangélicos, infelizmente, também se deixam intimidar por palavras politicamente incorretas. Creio que o sr. Tauran e o chefe de sua igreja merecem ganhar uma indulgência se conseguirem explicar a diferença entre proselitismo e evangelização. Sim, as indulgências estão de volta.

A turma do não fui eu
“Existe uma região na qual estão sendo construídas 160 igrejas: é evidente que não se trata de igrejas católicas, mas de seitas protestantes”. Talvez seja ruim a tradução, ou será que o sr. Tauran disse isso mesmo? Vamos consertar isso: Existe uma região na qual 160 igrejas estão construindo seus templos. Sim, porque embora os romanos queiram fazer isso parecer errado, templos não se constróem sozinhos. Eles são construídos pelas igrejas que querem se abrigar dentro deles enquanto se preparam para continuar a evangelizar. Então glória a Deus!!! São 160 igrejas formadas por pessoas que deixaram o hinduísmo e agora estão servindo ao Senhor Jesus. É lógico que os hindus não gostam disso, e nem os católicos, e nem o diabo. Mas no céu há festa quando um pecador se arrepende. E você, faz parte da igreja que está crescendo na Índia, mesmo com a perseguição dos que se unem para o mal? Não vá mudar de lado e começar a se perguntar porque mandar missionários para um lugar onde há tanta perseguição.

A seita deixa o resto
“…não se trata de igrejas católicas, mas de seitas protestantes.” - Parece que o sr. Tauran procura diminuir os evangélicos chamando-nos de seitas. Ele acha que isso ofende, mas vejamos o que o Houaiss tem a dizer sobre isso. Na acepção 3. doutrina ou sistema que se afasta da crença ou opinião geral - Considerando qual é a crença ou opinião geral fazemos bem em nos afastar disso. Na acepção 4. grupo de dissidentes de uma religião ou de uma comunhão principal - ou em outras palavras, “santificação” que significa separar-se. Na acepção 8. sociedade cujos membros se agregam voluntariamente e que se mantêm à parte do mundo - Sobre isso Tiago diria: ” Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.” Tg 4:4. Pensando bem é muito melhor ser seita do que resto.

A última relíquia oferecida pelo sr. Tauran em nome do papa dele foi a mais interessante: “Tive então que explicar a um dos maiores líderes religiosos hinduístas a diferença que existe entre um católico e um protestante…”. Espero que o sr. Tauran tenha sido bem sucedido, afinal a diferença entre católicos e protestantes ficou evidente: Os católicos são amigos dos hindus, por isso ficaram do lado deles e contra os protestantes; já os protestantes são amigos dos indianos, hindus ou não, por isso formaram 160 igrejas em uma só região, para livrá-los da escravidão do pecado. Os católicos se unem a Jesus para salvar a própria pele. Os protestantes se unem a Cristo no sofrimento e na perseguição para salvar os indianos.

Finalmente, se algum líder evangélico for tentado a fazer acordo com os gibeonitas, eis aqui, para pensar, algo que o Senhor dos senhores disse: “Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada… Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim não é digno de mim; e quem não toma a sua cruz e vem após mim não é digno de mim. Quem acha a sua vida perdê-la-á; quem, todavia, perde a vida por minha causa achá-la-á.” Mt 10:34,37-39. Na Índia tereis aflições, mas tende bom ânimo!

Fonte: http://www.evangelizabrasil.com
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via blog
Confeitaria Cristã

segunda-feira, 15 de junho de 2009

EVANGELIZE HOJE O HOMEM DE AMANHÃ

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l. AS CRIANÇAS DE HOJE – QUE TIPO DE HOMENS SERÃO AMANHÃ?

Como será o homem de amanhã?

Antes de olhar para o futuro e fazer conjecturas sobre como serão e como viverão os homens amanhã, deveríamos olhar para o agora, e verificar como são e como vivem as crianças de hoje.
Hoje, infelizmente, está difícil olhar para as crianças e observar a inocência, a pureza, a ingenuidade, a beleza, o sorriso, as brincadeiras, as cantigas, a felicidade na escola, no lar e a própria esperança.
Hoje, milhões de crianças desamparadas nos colocam diante de um monstruoso quadro de dor, de lágrimas, de tristeza, de fome, de exploração, de abandono, de engano, de frustração, de miséria, de abuso sexual, de droga, de promiscuidade, de delinqüência, de crime, de analfabetismo, de violência, de suicídio, de morte e de desesperança. Crianças perdidas!
Outras, embora de condição social bem elevada, são mantidas o dia todo fora de casa, em colégios e em aulas de música, de ginástica, de inglês, de judô, etc. Quando estão na rua, estão dentro de um automóvel e, quando em casa, estão diante de um computador.
Outras ainda, que raramente vêem seus pais, pois ambos trabalham fora, passam a maior parte do tempo diante da televisão e se alimentam de espetáculos de violência, de intrigas, de cenas sexuais.
Diante deste quadro, perguntamos: “O que virá a ser, pois, este menino?” (Lc 1:66).
Existem milhões de crianças sem Cristo. O que acontecerá amanhã com o menino de rua? Com o menino da vila? Com aquele cujos pais se separaram? Com o menino do asilo ou casas de internos? Com as crianças que são deficientes? O que acontecerá amanhã com o menino que convive com as guerras e rumores de guerras que acontecem em todos os continentes? Quantas crianças cujas famílias desapareceram, ou que estão em campos de refugiados, ou que procuram no lixo algo para comer.
Que tipo de homens estas crianças serão amanhã?

2. OS HOMENS DE HOJE – COMO FORAM NO TEMPO DA INFÂNCIA?

Veja logo abaixo a idade em que as pessoas recebem a Cristo como seu Salvador pessoal, conforme registrado no “Hand Book on Children’s Evangelism” de Lionel Hunt, publicado pela Moody Press. Os números desta pesquisa demonstram, de maneira inequívoca, qual a melhor idade para a evangelização e a conversão.

COM QUE IDADE SE RECEBE A CRISTO?
Antes dos 5 anos - 1%
Dos 5 aos 15 anos - 85%
Dos 15 aos 30 anos - 10
Após os 30 anos - 4

As crianças são importantes para Deus. Elas têm uma alma imortal e uma vida inteira pela frente. Elas ouvem e atendem à mensagem do Evangelho mais prontamente do que qualquer outro grupo de pessoas.
Outras pesquisas comprovam o fato de que se uma pessoa não receber a Cristo quando criança, dificilmente o fará na idade adulta:
Georg W. Truet, ao entrevistar 1.200 crentes, constatou que 96% deles recebeu a Cristo antes dos 21 anos.
A Divisão de Pesquisa de Educação Cristã de uma grande editora evangélica nos Estados Unidos entrevistou 1.417 professores de 116 igrejas e constatou que a grande maioria das decisões por Cristo ocorrem nas classes de crianças.
Considerando que os crentes são a luz do mundo e o sal da terra, e uma bênção para toda a sociedade, e que pelo menos 85% deles se tornaram crentes antes dos 15 anos de idade, chegaremos à conclusão de que, se quisermos ter um mundo melhor amanhã, devemos evangelizar com mais intensidade e sabedoria as crianças de hoje.
Os homens incrédulos de hoje, em sua grande maioria, não ouviram de Cristo na infância.
Pensemos em alguns homens famosos da história recente. Você certamente já ouviu falar de Hitler, Stalin, Mao Tse-Tung e Billy Graham. Por causa das decisões que Hitler tomou, morreram 55 milhões de pessoas na Europa. Por causa das decisões de Stalin, morreram 30 milhões de pessoas na Rússia. Por causa das decisões de Mao Tse-Tung, morreram 25 milhões de pessoas na China. Por intermédio do ministério de Billy Graham, muitos milhares de pessoas vieram a Cristo em todo o mundo.
Billy Graham, o maior evangelista de todos os tempos, recebeu a Cristo como seu Salvador quando ainda era criança. A História teria sido muito diferente se Hitler, Stalin ou Mao Tse-Tung, tivessem sido levados a ter uma relação pessoal com Jesus Cristo na infância.

3. EVANGELIZE HOJE O HOMEM DE AMANHÃ

Muitos líderes evangélicos têm asseverado que o evangelismo de crianças é frutífero.
D. L. Moody disse: “Eu creio que, se as crianças têm idade suficiente para vir à Escola Dominical, elas têm idade suficiente para vir ao Calvário. Vamos abrir nossas mentes e que Deus nos ajude a ganhar as crianças para Cristo.”
C. H. Spurgeon afirmou: “Geralmente tenho encontrado um conhecimento mais claro do Evangelho e um amor mais fervoroso a Cristo na criança convertida do que no adulto convertido. Elas não precisam abandonar a incredulidade e as noções erradas que impedem tantos de aceitar o Evangelho”. E ainda acrescentou: “Uma criança de cinco anos, devidamente instruída, pode verdadeiramente crer e ser regenerada tanto quanto um adulto.”
Pr. Artur Gonçalves escreveu: “As maiores vítimas dos males da nossa sociedade estão sendo as crianças. É das crianças que vêm os mais angustiantes apelos. Para construirmos um mundo melhor, concentremos nossos esforços nas crianças. Para expandirmos o reino de Deus, demos prioridade à evangelização das crianças.”
Durante o 2º Congresso Nacional da APEC da Argentina, o Pr. Samuel Libert, um dos oradores, assim se expressou: “As crianças são as mensagens viventes que mandaremos para uma época futura, na qual não estaremos.”
Que tipo de mensagens enviaremos para o próximo milênio? Será que as crianças que alcançamos hoje para Cristo serão os homens que amanhã anunciarão o precioso Evangelho às futuras gerações?
Que mensagens vivas estamos enviando? Serão mensagens de ódio ou de amor? Da mentira ou da verdade? De pecado ou de santidade?
Evangelizemos já o homem de amanhã!

4. ABRINDO PORTAS PARA A EVANGELIZAÇÃO DAS CRIANÇAS

Abra primeiro a porta do seu próprio coração. Por que seu coração é fechado para o ministério entre as crianças? Por que toda esta resistência à evangelização dos pequeninos? Por que toda esta indiferença quanto a influenciar a criança com a memorização das Escrituras?
Vamos abrir um espaço em nossa vida para alcançar as crianças para Cristo, sem barreiras e nem oposição.

Abra depois a porta de sua própria casa. Por que não abrir a porta do seu lar para que as crianças da sua vizinhança possam vir a ser instruídas pela Palavra de Deus?
Por que não abrir a porta do seu lar para a realização da Classe de Cinco Dias na época das férias? Este ministério, através de seu programa dinâmico que inclui cânticos, memorização de versículos, brincadeiras, história missionária e lição bíblica, visa dar oportunidade às crianças para receberem a Cristo. Por que não abrir a porta de seu lar para a realização da Classe de Boas Novas, durante uma hora por semana, para dar crescimento espiritual às crianças?

Abra também a porta de sua igreja. Por que não investir mais no treinamento dos professores e líderes do Departamento Infantil? No melhor material didático? Na realização de múltiplos ministérios como Escolas Bíblicas de Férias, Campanhas Evangelísticas, etc.
Uma igreja de portas abertas para as crianças certamente irá crescer!

5. DEPENDE DE QUEM?

Um menino, de seis anos idade, foi interrogado:
— O que você vai ser quando crescer?
A resposta foi dada com toda a tranqüilidade:
— Bandido... ou missionário.
— O quê?! — exclamou admirado o adulto. — Como assim?
— Depende de quem me ganhar primeiro — completou rapidamente o garoto.
Realmente, depende de quem ganhá-lo primeiro!
É urgente e prioritário alcançar as crianças com a mensagem do Evangelho. Não há tempo a perder. Se negligenciarmos a criança, uma geração inteira se perderá. Depende de cada um de nós.
Alcancemos as crianças com a Palavra de Deus. Evangelizemos hoje o homem de amanhã! Lembremos das palavras do Senhor Jesus Cristo: “Assim, pois, não é da vontade de vosso Pai celeste que um só destes pequeninos se perca” (Mateus 18:14).

6. EVANGELIZE A FUTURA GERAÇÃO

Tome como divisa as palavras do Senhor Jesus Cristo que estão registradas em Mateus 18:5 – “E quem receber uma criança, tal como esta, em meu nome, a mim me recebe.” e como tema a frase: ABRINDO A PORTA ÀS CRIANÇAS, lançando-se assim ao desafio de alcançar as crianças em todo o Brasil.
Você pode realizar, por exemplo, CLUBES DE CINCO DIAS, cujo principal objetivo é levar crianças à salvação em Cristo.
O CLUBE DE CINCO DIAS é um ministério planejado para alcançar as crianças da vizinhança. Quando um lar cristão, cheio do amor de Deus, abre suas portas para as crianças com um caloroso convite: “Venha como você está!”, este lar abre, na verdade, o caminho para a salvação da criança e da família, pois acaba vencendo a indiferença e o preconceito que há em tantas famílias, impedindo-as de vir à igreja.
Embora este CLUBE DE CINCO DIAS possa ser realizado em qualquer época do ano, o período das férias tem sido o mais favorável e é excelente quando o clube pode ter a participação de jovens da Igreja, que podem ser treinados para este ministério.
O CLUBE DE CINCO DIAS é dinâmico: os cânticos, as brincadeiras bíblicas, a memorização de versículos, as histórias missionárias emocionantes e as lições bíblicas visualizadas, num programa de uma hora, cada dia, produzem um grande impacto na vida da criança que dele participa.
O ministério do CLUBE DE CINCO DIAS é também uma estratégia preciosa e frutífera para uma igreja que deseja crescer, não só em quantidade (novas famílias vindo à Igreja), como também em qualidade (mais pessoas da própria Igreja envolvidas no serviço e no testemunho, e sendo treinadas para isto).
A APEC coloca à disposição todo o material necessário para a realização destes Clubes: convites para as crianças, lições bíblicas e missionárias, lembretes dos versículos para as crianças, cânticos ilustrados, livreto de orientação para este ministério, folha de chamada para marcar a presença das crianças no CLUBE, etc.
Vamos abrir a porta dos nossos corações. Vamos abrir a porta das nossas casas. Vamos abrir a porta das nossas igrejas. Vamos juntos ABRIR A PORTA ÀS CRIANÇAS.
Em todo o Brasil, milhares destes CLUBES DE CINCO DIAS serão realizados agora, no mês de julho, através dos alunos dos cursos da Aliança Pró Evangelização das Crianças que são ministrados em quase todas as capitais do país.
Ore por estes CLUBES e realize também o seu, na sua própria casa.

Gilberto Celeti

Fonte: http://www.gilbertoceleti.com

Visite o site da APEC (Aliança Pró Evangelização de Crianças) - http://www.apec.com.br/

domingo, 14 de junho de 2009

DEZ FORMAS PARA TORNAR AGRADÁVEL O DIA DO PASTOR

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A Ovelha Perdida - Alfred Soord

Danny R. Von Kanel


1. Elogia seus sermões
O maior medo de um pastor consiste em se achar inadequado no púlpito. Elogiando-o honestamente, você apaga a sua ansiedade.

2. Não seja previsível.
Quando ele não estiver procurando por você, esteja lá. Quando o pastor não espera sua ajuda, ajude-o.

3. Valorize o Dia do Pastor.
Se sua igreja geralmente falha e esquece deste dia, tome a iniciativa. Os benefícios para ele são evidentes.

4. Lembre-se do seu aniversário.
Um presente adequado ou uma festa-surpresa dirá muito ao pastor sobre o quanto ele é amado. Mesmo que pareçam que não ligam, por dentro ficam felizes.

5. Apóie seus projetos.
Às vezes, você fica tão entusiasmado com seus próprios projetos que se esquecem daqueles que são caros para o seu pastor. Quando você participa dos projetos que ele propõe, está dizendo que se interessa por seus sonhos e aspirações e que você está pronto para ajuda-lo nas suas realizações.

6. Pague um almoço para ele.
Comunhão, discussão e refeição -- que bela combinação. Pode ser tudo o que o seu pastor precisa, especialmente se for num bom restaurante.

7. Reconheça suas realizações.
Seja o primeiro a comentar, na igreja ou em casa, o novo livro do seu pastor ou algum destaque que recebeu. Todos gostamos que as pessoas notem nossas conquistas. Seu pastor também.

8. Faça parte de sua equipe.
Deixe de lado o seu programa e integre a equipe do pastor. Troque o "eu" por "nós" nas tarefas da igreja. Seu pastor vai notar a diferença. Ele perceberá seu esforço em participar da equipe.

9. Organize uma equipe de oração do pastor.
Atue como o coordenador desta equipe. Ore publicamente pelo seu pastor. Ore individualmente pelo seu pastor.

10. Ponha seu pastor em primeiro lugar aos olhos da congregação.
Quanto mais crédito você dá a seu pastor mais crédito você terá. A congregação honrará você por honrar ao seu pastor.

Os pastores são verdadeiros homens de Deus. Lançando mão destas ações você mostrará seu amor e seu apoio e tornará mais fácil o trabalho do seu pastor. Isto lhe dará ânimo para continuar.

(Tradução de Israel Belo de Azevedo)

*Nota: o Dia do Pastor é comemorado em todo segundo domingo de Junho.

Fonte: http://www.prazerdapalavra.com.br

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Corrie ten Boom, heroína da fé

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• "A árvore sobre a montanha aceita o que as intempéries lhe mandarem. Se ela tem alguma escolha, é a de fincar as raízes o mais profundamente que conseguir."
Cornelia Johanna Arnalda ten Boom, mais conhecida como Corrie ten Boom,(15 Abril, 1892 – 15 Abril, 1983)

Cornelia Johanna Arnolda ten Boom, conhecida como Corrie ten Boom (15 de abril de 1892 – 15 de abril de 1983) foi uma escritora e resistente holandesa que ajudou a salvar a vida de muitos judeus ao escondê-los dos nazistas durante a II Guerra Mundial. Ten Boom registrou sua autobiografia no livro O Refúgio Secreto, que posteriormente foi adaptado para o cinema em um filme com o mesmo nome. Em dezembro de 1967, Ten Boom foi honrada com a inclusão de seu nome nos "Justos entre as Nações" pelo Estado de Israel.

• Corrie ten Boom nasceu em 15 de abril de 1892 em Amsterdã, Holanda, a mais nova de quatro irmãos. Poucos meses depois do seu nascimento, sua família mudou para Haarlem. Casper ten Boom, seu pai, era um relojoeiro. Sua mãe morreu de um ataque cardíaco aos 63 e sua irmã mais velha, Elisabeth (Betsie) havia nascido com uma anemia perniciosa. Willem, irmão delas, graduado em uma escola teológica, afirmava que se a Holanda não tomasse uma atitude, ela cairia sob os nazistas. Em 1927, na faculdade teológica, como preparação para sua ordenação, ele escreveu uma dissertação sobre anti-semitismo racial. Era casado e pai de quatro filhos. Sua filha mais nova, Nollie, casou com um professor e teve seis filhos. Corrie e Betsie nunca se casaram. Corrie começou a aprender relojoaria em 1920 e, em 1922 tornou-se a primeira mulher relojoeira licenciada na Holanda.

Em 1940, os nazistas invadiram a Holanda e, em 1942, Corrie e sua família tornaram-se ativos na resistência holandesa, escondendo refugiados em sua casa, na rua na Barteljorisstraat 19, em Harlem, Holanda. Dessa forma, eles viriam livrar muito judeus da morte certa nas mãos da SS nazista. A devota família cristã dos ten Boom era conhecida pela sua atitude prestativa para com todos, com relação aos judeus isso foi ainda mais acentuado pelo reconhecimento dos ten Boom da importância do povo judeu nas escrituras e na fé cristã. Os ten Boom chegavam a se preocupar em providenciar comida kosher e respeitar o Sabá.

Em maio de 1942, uma mulher muito bem vestida chegou à porta dos ten Boom com uma pasta na mão. Nervosamente, ela disse que era judia, que seu marido havia sido preso meses antes e seu filho tinha ido se esconder na casa de Corrie ten Boom. Autoridades da ocupação haviam recentemente a visitado e ela temia retornar para casa. Após ouvir que eles tinha ajudado os Weils, a mulher perguntou se poderia ficar com eles. Corrie e seu pai prontamente concordaram. Devotado leitor do Velho Testamento, Casper ten Boom acreditava que os judeus eram de fato o “povo escolhido” e disse à mulher que em sua casa “o povo de Deus era sempre bem-vindo”.

Assim começou “o refúgio secreto”, ou "de schuilplaats", como era conhecido em holandês (também conhecido como “de BéJé”, em referência à rua onde ficava o esconderijo Barteljorisstraat). Ten Boom e sua irmã começaram a receber refugiados, alguns dos quais eram judeus, outros, membros da resistência procurados pela Gestapo e sua contrapartida holandesa. Havia diversas salas extras na casa, mas a comida era escassa devido aos tempos de guerra. Cada holandês não judeu recebia um carão de racionamento com o qual poderia procurar cupons semanais e trocá-los por comida.

Corrie conhecia muitos em Haarlem, graças ao seu trabalho de caridade e lembrou-se de uma família que tinha uma filha deficiente. Por cerca de vinte anos, Corrie ten Boom conduziu um programa especial na igreja para crianças deste tipo e assim, conhecia a família. O pai era um civil encarregado do escritório local que controlava os cartões de comida. Uma noite ela, sem aviso, foi à casa deste homem e ele parecia saber o porquê. Quando ele perguntou quantos cartões ela precisava, “eu abri minha boca para dizer cinco”, ten Boom escreveu no “O Refúgio Secreto”. “Mas a quantia que inesperada e espantosamente saiu foi “Cem”.

Por volta do meio-dia e trinta do dia 28 de fevereiro de 1944, os alemães prenderam toda a família ten Boom, com a ajuda de um informante holandês (mais tarde a família ten Boom ira descobrir que o nome do informante era Jan Vogel[1]). Eles foram enviados para a prisão de Scheveningen (onde o pai de Corrie morreu dez dias após a prisão), em seguida para o campo de concentração Vught (ambos na Holanda), e finalmente para o campo de Ravensbrück, na Alemanha, em setembro de 1944, onde Betsie a irmã de Corrie morreu. Antes de morrer ela diria a Corrie “não há abismo tão profundo que o amor de Deus não seja ainda mais profundo”. Corrie foi solta no dia de Natal de 1944.[2] No filme “O Refúgio Secreto”, tem Boom narra o episódio de sua saída do campo de concentração, contando que mais tarde ela soube que sua soltura havia sido um erro burocrático. As prisioneiras de sua idade no campo foram todas mortas uma semana após sua libertação.

Após a guerra, Corrie ten Boom retornou à Holanda para estabelecer centros de reabilitação. Ela voltou à Alemanha em 1946 e passou muitos anos de ensino itinerante por mais de sessenta países se seguiram, durante os quais ela escreveu diversos livros.

Ten Boom narrou a história de sua família e seu trabalho durante a II Guerra Mundial em seu livro mais famoso “O Refúgio Secreto” (1971), o qual foi transformado em filme pela World Wide Pictures em 1975. O livro e o filme deram contexto à história de Anne Frank, que também esteve em um esconderijo na Holanda durante a guerra[3].

Em 1977, ten Boom, aos 85 anos, mudou-se para Orange (Califórnia). Sucessivos ataques em 1978 reduziram sua capacidade de comunicação e deixaram-na inválida. Em 15 de abril de 1983, no dia do seu 91 aniversário, ela veio a falecer.

Ten Boom foi homenageada pelo Estado de Israel pelo seu trabalho em auxílio ao povo judeu. Ela foi convidada a plantar uma árvore na Alameda dos Justos, em Yad Vashem, próximo a Jerusalém. Em 2007, seu pai e sua irmã Elisabeth receberam a mesma honraria[4].

Tem Boom foi homenageada pela Rainha da Holanda em reconhecimento ao seu trabalho durante a guerra e um museu em homenagem a ela e sua família foi criado na cidade de Haarlem.

O rabino Daniel Lapin, que espantou-se ao tomar conhecimento da história de Corrie apenas na idade adulta, lamenta o desconhecimento por parte da comunidade judaica americana assim como o descaso do Museu Memorial do Holocausto de Washington em relação ao trabalho em favor dos judeus realizado pela família ten Boom[5].

Seus ensinamentos eram focalizados no evangelho cristão, com ênfase no perdão. Em seu livro Tramp for the Lord (1974), ela narra a história de como, após estar ensinando na Alemanha, em 1947, ela se aproximou de um dos mais cruéis guardas de Ravensbrück. Ela estava relutante em perdoá-lo, mas orou para que conseguisse fazê-lo. Ela escreveu que,

Por um longo momento, nós tocamos nossas mãos, o ex-guarda e a ex-prisioneira. Eu jamais havia conhecido o amor de Deus tão intensamente quanto naquela hora.

Na mesma passagem, ela escreve também que, em sua experiência do pós-guerra com outras vítimas da brutalidade nazista, aqueles mais capazes de perdoar foram os que mais facilmente puderam reconstruir suas vidas. Ela era conhecida por sua rejeição à doutrina do arrebatamento pré-tribulação. Em seus escritos ela afirma que não fundamentação bíblica para isso e argumenta que a tal doutrina deixou a Igreja Cristã mal preparada em tempos de grande perseguição, como na China de Mao. Corrie apareceu em muitos programas de televisão cristãos narrando sua experiência com o Holocausto, perdão e amor de Deus.
http://arsenaldocrente.blogspot.com
Fonte: http://www.armazemdeideias.net

domingo, 7 de junho de 2009

Evangelização em Condomínios

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Sugestões para a realização de ações evangelísticas dentro de condomínios


Uma das grandes dificuldades para a evangelização nos grandes centros urbanos é a existência de muitos condomínios. Prédios altos com inúmeros apartamentos ou até mesmo aqueles formados por casas ou sobrados, como é o caso da cidade de Curitiba, capital paranaense. Os condomínios são áreas praticamente fechadas para a evangelização. É proibida a entrada de qualquer pessoa que não more nesse local, com exceção de convidados expressamente autorizados pelo morador. Esta é uma realidade para muitas igrejas que desejam realizar uma estratégia evangelística em seu bairro ou cidade. Neste caso, a evangelização de casa em casa não funciona, a evangelização em massa também não. Qualquer outra ação evangelística encontrará suas dificuldades no acesso aos moradores de condomínios.

Diante desta realidade, o que fazer? Deixar de evangelizar simplesmente porque não há acesso ao público que se deseja alcançar? De forma alguma! Deus sempre abre as portas que estão fechadas para e evangelização. A seguir estão algumas sugestões de como a igreja pode vencer estes obstáculos e realizar ações evangelísticas em condomínios.

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A primeira coisa que o/a evangelista deve fazer é realizar uma pesquisa em sua igreja, para ver se há algum membro que more num dos condomínios existentes no bairro de sua igreja, ou na área onde se pretende alcançar. Havendo alguém da igreja que more nestes condomínios facilitará muito o acesso.
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Depois de identificar os moradores de condomínios em sua igreja, inicia-se a fase de contatos entre o evangelista, o morador e o síndico do condomínio. É necessário ter um bom projeto para ser apresentado ao síndico. Este projeto deve trazer algum benefício para o público, pensando nisto, pode-se fazer algo como “promoção da família”, “Dia da Família”, etc. Na maioria dos condomínios não é permitida a realização de eventos religiosos de qualquer espécie, então é melhor tomar cuidado para não fechar esta porta. Não promova sua igreja neste projeto, promova a família, o bem-estar de seu público através da Palavra de Deus.
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Quando tudo estiver acordado, o dia e horário agendados, começa a divulgação. O convite para esta programação deve seguir alguns critérios: a) Comunique de modo que as pessoas entendam; b) Use uma uma linguagem simples, utilizando palavras compreensíveis; c) Use também na apresentação de vantagens a idéia de “o que você ganha ao aceitar o convite”. Tenha certeza de que sua mensagem é irresistível. Utilize folhetos (para serem distribuídos em todos os apartamentos), folders e cartazes para colocar na portaria ou no salão social de cada prédio.
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A programação poderá ser realizada no salão de festas do condomínio ou numa área de lazer. Neste caso, o tamanho da área/local deverá ser de acordo com o número de pessoas/crianças que participarão. Isto deve ser acertado no momento da conversa com o síndico.

Algumas das programações que podem ser realizadas em condomínios:

1. Projeto Áquila

O Projeto Áquila é uma boa estratégia para a evangelização em condomínios, e pode ser trabalhado sob o tema da família: “Celebração da Família”, “O Dia da Família”, etc. Onde podem ser montadas cinco tendas (se não tiver tendas, pode dividir em cinco grupos), com um número de 15 a 20 crianças e duração de 15 minutos em cada tenda ou grupo. (Para obter o Projeto Áquila completo você pode adquirir a Revista Evangelizar número 14 “Onde Mora a Paz?”, pág. 14 e 15).

2. Filme Socorro

Pode-se fazer uma programação para passar o filme Socorro. Para isto você pode entrar em contato com a AMME Evangelizar para saber se há algum equipamento (projetor, aparelho de DVD e telão) disponível e próximo de você. Para esta programação você precisará solicitar o Filme Socorro para um dos missionários da AMME Evangelizar. Também solicitar o Livro da Esperança para ser distribuído para as crianças que estiverem presentes.

Você pode montar o telão numa área livre (se o tempo estiver bom) e preparar uma programação de aproximadamnente três horas, começando em torno das 15h com brincadeiras populares como pega-pega, pular corda, siga-o-chefe, etc. É interessante aproveitar estas oportunidades para um bom testemunho e interação com as crianças. Por volta das 17h30min. Pode-se projetar o Filme Socorro e fazer uma aplicação da mensagem do filme na vida das crianças e dos pais que estiverem presentes, e havendo oportunidade pode-se fazer um apelo. A previsão para o encerramento desta programação é às 18h30min.

3. Kid’s Games

Os Kid’s Games são programações esportivas que apresentam lições bíblicas para crianças entre 6 e 14 anos. Esta estratégia é muito eficiente, pois a linguagem do esporte alcança pessoas de qualquer confissão de fé ou classe social. Também consegue uma boa interação entre os participantes. No final pode ser servido lanche para a garotada. É necessário ter uma equipe preparada e monitores para evitar transtornos.

Para adquirir os materiais dos Kid’s Games acesse o link: http://www.evangelizabrasil.com/2009/02/09/material-de-download-pacificadores-2009/#more-3794

Se você tiver outras sugestões para alcançar os moradores de condomínios ou queira comentar este artigo, escreva no campo abaixo.

Missionário Élcio Sales

0800 121 911 / (11)4428 3220 ou e-mail/msn: elciosales@evangelizabrasil.com

Fonte: http://www.evangelizabrasil.com/

sexta-feira, 5 de junho de 2009

AJUDE MISSIONÁRIOS!

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Texto publicado originalmente no blog da União de Blogueiros Evangélicos
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Pablo Picasso

“A menos que a Igreja seja mobilizada, o mundo inteiro não poderá ser alcançado. Esta mobilização só verá o resultado do seu esforço tornar-se realidade se efetivamente existir uma operação conjunta do Povo de Deus.”

John Stott

Amado irmão, você gostaria de ajudar missionários? Ajudar diretamente? Orando, escrevendo-lhes palavras de ânimo, contribuindo financeiramente para o avanço do Evangelho? Preparamos uma pequena lista com endereços de blogs e sites pessoais de missionários brasileiros, que estão neste exato momento em ação em diversos campos espalhados pelo mundo. E a cada membro da UBE, fazemos o convite: Conheça, se envolva, contribua!

Família Matioli (Quênia, na África) - http:// www.familiamatioli.com.br

Leonardo e Jonara Gonçalves da Silva (Peru) – http:// www.projetopiura.blogspot.com

Pr. Henrique Davanso (Albânia) – http:// www.projetoalbania.blogspot.com

Família Buchmanns (Guiné Bissau) - http://www.freewebs.com/timoteobachmannfamily/

Missionário Rubens e família (Senegal) - http://www.missionfleursendesert.com.br/

Ezequiel e Janaína (Moçambique) - http://www.levantateafrica.com

Emeric Ernest Vasváry (Escócia) - http://emericmarcie.blogspot.com/

Rodrigo Allan Ildefonso (Venezuela) - http://missoesvenezuela.blogspot.com/

Família Iud (Peru) - http://familiayud.wordpress.com/

Sílvia e Laura Octaviano (África do Sul) - http://www.silviaelauranaafrica.blogspot.com/

Fábio Diniz (Sibéria, Rússia) - http://www.fabiodiniz.com

Olimpio Tiberio (JOCUM Sibéria, Rússia) - http://www.ywamsiberia.org/focartasnoticiasdasiberia.html

Missionário Eliezer Neto (Piauí) - http://aguavivaparaosertao.wordpress.com

Missionária Kelem Gaspar (está construindo uma escola de Missões no Pará) – http:// www.missionariakelem.blogspot.com

Fredson e família (missionários entre os pescadores no sul da Bahia) – http:// www.fredsons.blogspot.com

Silvany Luiz da Silva (sertão do Rio Grande do Norte) - http://www.prosertao.com.br


Vale lembrar que há muitos e muitos outros missionários atuantes, que não possuem blog ou site pessoal, mas que também precisam de sua ajuda. Uma boa fonte de informações sobre missionários brasileiros é o tradicional site UniãoNet ( http://www.uniaonet.com/), mantido pelo abnegado irmão Yrorrito. Se você quer informações missionárias, vale a pena assinar a newsletter dele.
Outra dica é buscar diretamente nos sites de Missões e Agências Missionárias (a maioria das grandes denominações brasileiras possui um órgão dedicado a Missões). No blog Veredas Missionárias (http://www.veredasmissionarias.blogspot.com/) está reunida uma excelente lista de links missionários, para páginas de Agências, Missões, missionários e uma gama de temas relacionados.

Uma questão importante: há muitos missionários que estão em países onde é grande a perseguição aos cristãos. A situação em alguns casos pode ser tão perigosa que eles (os missionários) evitam veicular informações sobre a obra realizada diretamente na internet, com medo de serem ‘encontrados’ pelos aparelhos repressores desses países, através de sites de busca como o Google. Por isso, meu caro blogueiro, caso você venha a se deparar com informações sobre irmãos que estão em ação em países assim (em sua grande maioria países muçulmanos, mas também alguns budistas e comunistas), evite divulgar DIRETAMENTE em seu blog tais informações.

Nós da UBE somos uma família de mais de 3.000 membros. Vamos mostrar a nossa força, e mostrar fazendo a diferença na obra primordial da igreja, que é o cumprimento da Grande Comissão. A frase já clássica sobre Missões nunca deixará de ser verdadeira:

Missões se fazem com os pés dos que vão, com os joelhos dos que ficam e com as mãos dos que contribuem.

Assuma sua posição como membro útil do maravilhoso Corpo de Cristo, e de mãos dadas avancemos!

Sammis Reachers

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Uma mensagem bíblica para o Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho)

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Por determinação da ONU, 5 de Junho é o Dia Mundial do Meio Ambiente.

Israel Belo de Azevedo

Este é um assunto sobre o qual as igrejas não podem e não devem silenciar.
Antes, é um tema sobre o qual precisam e devem se manifestar.

Leia o estudo completo Aqui.

domingo, 31 de maio de 2009

Entrevista com James C. Hunter, autor do livro O Monge e o Executivo

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Por trás do monge e do executivo


Poucos líderes nunca ouviram falar do livro O Monge e o Executivo (Editora Sextante). Ele se tornou febre no mundo corporativo, está há 222 semanas no ranking dos livros mais vendidos da Revista Veja e já vendeu mais de 2 milhões de cópias no mundo.

No livro o norte-americano James C. Hunter conta a história de um executivo que vai buscar soluções para seus dilemas profissionais e pessoais num mosteiro beneditino. Neste lugar ele ouve falar de um homem que não ocupou cargo algum, não fez faculdade e sequer pisou numa empresa: Jesus Cristo. O monge apresenta o Mestre como nosso exemplo maior de líder.
No entanto, o que a maioria dos leitores dos livros de Hunter não sabe é que o homem por trás do livro que introduziu o conceito de liderança servidora nas empresas é crente em Jesus Cristo há quase 30 anos. E foi sobre a sua experiência na fé que Hunter concedeu esta entrevista exclusiva para o nosso site.

Qual é a sua experiência pessoal com Cristo?

Hunter – Tenho sido um cristão sério e praticante nos últimos 28 anos. Fui batizado ainda criança, mas não levei minha fé a sério até ter 30 anos. A salvação fez sentido para mim em 1981. Atualmente, eu e minha família freqüentamos uma pequena igreja batista próxima de nossa casa.

Você já ocupou algum cargo de liderança na sua igreja local?

Hunter - Sim, já fui ancião e depois o presidente do conselho da igreja. Atualmente, sou professor do curso de Liderança e também do curso Construindo nossa Comunidade, ambos na igreja local.

Seria possível escrever um livro sobre liderança servidora sem ter experimentado o novo nascimento?

Hunter – Não! Minha fé é extremamente importante para mim e foi fundamental ao escrever livros sobre o tema.

Que tipo de retorno você tem recebido dos pastores e de outros lideres cristãos sobre seu livro?

Hunter – Os pastores e lideres cristãos que entram em contato têm apoiado e dado indicações de que amaram o livro. Mas, a maior surpresa foi que os líderes de organizações seculares foram aqueles que realmente se interessaram pelo livro. Eu gasto 98% do meu tempo ensinando o conceito de liderança servidora em empresas e somente 2% em organizações cristãs. Isto foi surpreendente! Muitas organizações cristãs acreditam que entendem e praticam o conceito de liderança servidora, embora minha experiência mostre o contrário... Na realidade, poucas organizações cristãs realmente entendem e praticam a liderança servidora.

Você acredita que os seus leitores não cristãos tem se interessado em conhecer mais sobre Jesus Cristo?

Hunter – Sim, eu realmente creio que os princípios de meus livros podem ajudar a criar uma abertura para Jesus. Eu não tenho nenhuma estatística para apoiar esta afirmação, mas meu instinto diz que o conceito de liderança servidora pode gerar mentes e corações abertos para ouvir o Evangelho de Jesus Cristo.

Qual foi o seu maior desejo ao escrever este livro?

Hunter - Apresentar os princípios de liderança servidora que podem mudar nossas vidas em um mundo perdido e falido.

Que conselho daria aos lideres cristãos em relação ao tema Liderança Servidora em suas igrejas?

Hunter – O melhor conselho que posso dar é seguir o conselho e o exemplo de nosso líder Jesus. Ele disse que liderar é servir. Sendo assim, amem e sirvam os outros. Amar significa se doar para os outros, identificando e suprindo suas reais necessidades e buscando o melhor para suas vidas.

Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o site www.institutojetro.com e comunicada sua utilização através do e-mail artigos@institutojetro.com

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Autor afirma que John Lennon fez pacto com Satanás

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A subida meteórica dos Beatles, sem precedentes na cultura popular e sem rival durante quase quatro décadas depois que a banda se dividiu, é explicada pelo menos em parte por um pacto que John Lennon fez com o diabo, diz um livro recente.

No livro “The Lennon Prophecy”, o escritor Joseph Niezgoda revela que o próprio Lennon, obcecado com o ocultismo, poderes mágicos, a numerologia e em ser maior do que Elvis Presley, confidenciou a seu amigo Tony Sheridan que ele fez tal acordo. O livro também defende a idéia de que os “sinais sobre morte” há muito ligados a Paul McCartney eram realmente mensagens subliminares dando pistas sobre o destino fatal de Lennon.

Escrito por um músico que foi fã dos Beatles a vida inteira, o livro especula que o pacto foi feito logo antes de a banda experimentar seus primeiros grandes sucessos e terminou 20 anos mais tarde com o assassinato de Lennon em Nova Iorque. O assassino foi Mark David Chapman, que posteriormente afirmou que demônios foram expulsos dele enquanto ele estava cumprindo sentença na Prisão Estadual de Attica pelo assassinato.

“Chapman disse que quando o último demônio saiu do seu corpo ele entendeu o motivo por que ele vivia possesso”, Niezgoda disse para WND. “Foi para exibir o grande poder de Satanás no mundo usando o assassinato de John Lennon como o veículo. Sempre cri intuitivamente… que o verdadeiro autor dessa história é Satanás e que eu sou apenas o mensageiro”.

É claro que muitos rejeitarão a noção de que há um espírito real chamado Satanás. Outros zombarão da noção de que as pessoas possam fazer pactos com ele que possam trazer resultados no mundo real.

Por isso, Niezgoda dedica um capítulo ao que pode surpreender a muitos leitores como pactos satânicos razoavelmente bem documentados durante a História — inclusive o caso de Johann Faust, que, no período da Renascença, conquistou fama e fortuna talvez iguais às de Lennon e dos Beatles quatro séculos depois. Ele também teve uma morte prematura misteriosa e estranhamente inexplicável 20 anos depois.

Embora Faust se gabasse de realizar mais milagres do que Jesus Cristo, Lennon criou controvérsia ao se gabar de que sua banda era mais famosa do que Jesus Cristo.

“Se John tivesse entrado num pacto de 20 anos com Satanás para adquirir riqueza e fama mundial, esse contrato terminou em 8 de dezembro de 1980, com sua morte violenta”, disse Niezgoda. “Contando 20 anos passados, ocorreu algo incomum na história dos Beatles em dezembro de 1960?”

De fato, ocorreu, recorda Niezgoda. Em 27 de dezembro de 1960, os Beatles fizeram um show no salão de bailes da prefeitura de Litherland, Inglaterra.

“Dizem que depois da apresentação nessa única noite, os Beatles nunca mais foram os mesmos”, recorda Niezgoda. “Cada um dos Beatles se lembra dessa noite como o momento mais decisivo de suas carreiras”.

Logo depois dessa apresentação inesquecível, os Beatles começaram a tocar no Clube Caverna de Liverpool, onde se tornaram um fenômeno local. Então foram para Hamburgo, onde as audiências alemãs ficavam fora de si.

Essa apresentação também marcou o começo da conduta declaradamente anticristã de Lennon. No livro “The Love You Make”, de Peter Brown, ele reconta como Lennon vestia uma coleira de cachorro feita de papel, depois recortava-a, transformando-a numa cruz de papel, e começava a pregar à audiência de Hamburgo — desenhando um retrato debochado de Jesus pendurado na cruz usando um par de pantufas.

Mais tarde, também na Alemanha, na Sexta-Feira Santa, Lennon direcionou para um grupo de freiras um retrato de Jesus em tamanho real na cruz pendurado na sacada de seu apartamento.

“Enquanto as freiras fitavam pasmas essa exibição sacrílega, John começava a jogar nelas camisinhas cheias de água”, escreveu o biógrafo Albert Goldman.

Pete Best, o baterista original do grupo, também testemunhou tal conduta e escreveu sobre isso em seu próprio livro descrevendo como Lennon urinou em outro grupo de freiras da sacada de seu prédio enquanto proclamava: “Gotas de chuva celestial!”

Esses eram apenas alguns dos modos como Lennon confrontava e antagonizava quem adorasse a Cristo — sem nenhuma razão aparente, a não ser para seu próprio divertimento.

O livro dedica um capítulo inteiro às tragédias, desapontamentos e tristezas de Lennon. Sua mãe, Julia, e seu pai, Freddie, brigavam para ficar com a custódia do menino John. Aos 5 anos, ele foi forçado a decidir se queria ficar com o pai ou com a mãe. De início, ele escolheu seu pai. Mas quando sua mãe lhe perguntou se ele tinha certeza, ele correu para ela.

“John nunca se esqueceu do horror desse incidente”, escreve Niezgoda. “Deixou uma cicatriz permanente e grandes sentimentos de insegurança, e só depois de passados 20 anos é que ele viu seu pai de novo”.

Viver com Julia Lennon não era fácil. Ele era muitas vezes deixado em casa sozinho e tinha dificuldade para dormir. Mais tarde Lennon lembrou que ela “não estava se prostituindo por dinheiro, mas para ter vestidos caros”.

Aos 6 anos, Lennon começou a fugir de casa para ficar com sua tia Mimi. Ele aprendeu qual bonde pegar pela qualidade das poltronas de couro preto, explicou ele.

“Até hoje, adoro couro preto”, diria ele mais tarde. “Acho-o confortante”.

Às vezes, ele era apanhado por adultos preocupados com seu bem-estar e levado a uma delegacia de polícia local.

“Nunca consegui achar as palavras certas para explicar minha situação”, diria ele.

Os problemas de Lennon prosseguiram no período escolar — ele tinha pouco interesse em aprender na sala de aula, mostrava desprezo pelos professores, faltava às aulas, fumava e falava palavrões, colava nas provas, roubava doces das outras crianças e furtava cigarros para fazer dinheiro.

Ele foi expulso de um coral de igreja por substituir as letras dos hinos por palavras obscenas.

Outro biógrafo escreveu: “John regularmente zombava das lideranças da igreja, satirizava os hinos e fazia desenhos blasfemos de Cristo na cruz de um jeito que só os desviados conseguem fazer”.

Talvez para compensar sua dura infância, Lennon ficou obcecado de se tornar rico e famoso.

Pete Best recordou como Lennon diria que ia chegar ao topo — de um jeito ou de outro.

“Se tivermos de ser determinados e enganadores, então isso é o que teremos de fazer para chegar ali”, Best citou Lennon, que disse: “Não importa o que seja necessário para chegar ao topo. Poderia causar alguma dor de cabeça, mas uma vez ali em cima, será um tipo diferente de maçada. Sim, ele dizia, ‘eu’ e não ‘nós’. Esse era o real John Lennon, brilhante, divertido, mas cruel”.

Niezgoda cita o “delírio” sem precedentes e sem igual que cercava os Beatles como um dos sinais mais intrigantes sugerindo algo sobrenatural na carreira deles.

“John, Paul, George e Ringo eram escritores e músicos de muito talento — como ficou bem evidenciado pelas carreiras solo deles”, Niezgoda disse para WND. “Mas o que é que estava no começo que os distinguiu de outros músicos da época deles? O que foi que os elevou em poucos anos da total obscuridade para se tornarem o maior espetáculo da terra? Quando eles viajaram para a Austrália em 1964, que tipo de força terrena fez com que 400.000 fãs se ajuntassem fora do hotel deles para meramente olhar de relance os quatro rapazes de Liverpool? Como dá para explicar de forma lógica que eles tenham conseguido, por 20 vezes, o lugar número 1 nas paradas de sucesso num curto período de seis anos?

“Nada antes ou depois chegou perto de se igualar ao rápido e popular delírio emocional universal que cercava os Beatles. Não dá para eu ficar enumerando interminavelmente as realizações sobrenaturais deles… Tentar explicar a fonte da fama e fortuna dos Beatles é como tentar definir os poderes da magia”.

No pico da popularidade deles, os fãs dos Beatles ficaram obcecados com o que pareciam ser sinais na música deles acerca de uma morte dentro da banda. Na época, o foco era sobre uma especulação de que McCartney havia morrido num acidente de carro e havia sido substituído por um sósia.

Nem mesmo uma entrevista coletiva à imprensa de Paul conseguiu persuadir os fãs dos sinais de que ele era, de fato, o real Paul. Tudo pareceu bobagem depois que a longa e reconhecida carreira solo de McCartney decolou.

“A suspeita, porém, não era sem mérito”, explica Niezgoda. “As pistas estavam ali, e numerosas demais para se ignorar. Elas só precisavam ser vistas mediante lentes diferentes para criar não um quadro de uma conspiração passada, mas uma tragédia futura. Quando examinadas como possível profecia, os sinais parecem ser bem claramente não sobre Paul, mas sobre John Lennon”.

Niezgoda está convencido de que os Beatles tinham assistência sobrenatural — não só com sua subida ao topo, mas com esses “sinais” que pareciam tão convincentes de que algo não estava certo dentro dos Beatles. Ele não está feliz com sua conclusão. Aliás, como fã a vida inteira dos Beatles, ele parece estar num conflito profundo.

“Sempre tive de lidar com o constante conflito do meu amor pela música genuína deles e o mal que percebo a cerca”, ele disse para WND. “A única diferença é que tenho procurado definir ou fazer sentido dela com a ajuda deste livro”.

Fonte: WorldNetDaily / http://noticias.gospelmais.com.br
Traduzido por: Julio Severo


Jesus no Livro dos Recordes


Pr. Airton Evangelista da Costa

É impressionante como homens e mulheres estão dispostos a dar a própria vida para que seus nomes sejam inscritos no Livro dos Recordes, ou Livro Guinness dos Recordes.

O Guinness foi editado pela primeira vez em 1955. Cinqüenta anos depois, atingiu o número de 100 milhões de exemplares publicados. Arthur Guinness, proprietário de uma cervejaria irlandesa, há 300 anos no mercado, deu origem ao nome do famoso livro.

Os recordes são dos mais variados tipos. São exemplos: o maior colecionador de cachaça do mundo; maior tempo despido, numa temperatura de 29 graus negativos; maior combate com bolas de neve; carregador de esposa nos braços, por mais tempo, etc.

Há importantes informações no Guinness, mas muitas não têm qualquer significado cultural: a cuspadela mais distante; o maior tempo de permanência entre serpentes venenosas, e outras.

O desejo de entrar no Guinness, mutatis mutandis, assemelha-se ao desejo feminino de ser capa da Revista Play Boy, ou ao anseio de homens e mulheres de participarem do Big Brother. Em todos os casos, a intenção primeira é a notoriedade, não importa se a alma seja ou não vendida ao diabo. Em segundo lugar, o dinheiro auferido nessas participações, como no caso da revista e do programa televisivo.

O sacrifício que fazem para entrar no Guinness é sacrifício de tolos. Tolos também os milhões de telespectadores ávidos de conhecer os nomes e as façanhas mais espetaculares; a exposição mais ousada no Big Brother, as briguinhas, fofoquinhas, quinquilharias, basbaquices e outras inutilidades.

O nome de Jesus Cristo deveria ser o primeiro da lista do Guinness, porque Ele jamais foi superado em número de milagres; ninguém como Ele andou sobre as águas; o milagre de transformar água em vinho nem sequer foi tentado por alguém; Ele superou a todos ao curar dez leprosos de uma só vez. É preciso continuar citando?

Jesus se tornou o mais notável recordista ao carregar a própria cruz por algumas centenas de metros, e nela ser crucificado. Igual a Jesus, jamais alguém predisse sua própria ressurreição; e afirmou ressuscitaria ao terceiro dia. Tudo isso Ele fez para que pudéssemos entrar no Livro da Vida.

Para entrarmos nesse Livro, o da Vida, não precisamos fazer sacrifício de tolos. Não precisamos de obras de nossas próprias mãos; da força de nossos braços e pernas; não precisamos enfiar centenas de cigarros em nossa boca ou uma enorme espada garganta abaixo. Não. Basta a fé no Filho, através da qual a graça divina nos alcança.

Os que estão com seus nomes no Guinness são reconhecidos e invejados pelos homens. Homens exaltando homens. Os que estão com os seus nomes no Livro da Vida são filhos de Deus e terão o privilégio de vencer a morte pela ressurreição, e ganhar vida eterna.

Nenhuma recompensa terrena pode ser comparada à de morarmos para sempre no céu. Quando alguns discípulos se mostraram alegres e recompensados porque curaram enfermos e expulsaram demônios, Jesus lhes disse: “Não vos alegreis porque se vos sujeitem os espíritos; alegrai-vos antes por estarem vossos nomes escritos nos céus” (Lc 10.20). Portanto, é essa a nossa grande alegria.

Fonte: http://www.palavradaverdade.com

sábado, 23 de maio de 2009

Nota de Repúdio às declarações do Ministro Carlos Minc

Divulguem!


Nota de Repúdio

Assine este abaixo-assinado

A União de Blogueiros Evangélicos, neste ato representada pelos associados abaixo assinados, vem, mui respeitosamente, repudiar publicamente a atitude do Excelentíssimo Ministro do Meio Ambiente, sr. Carlos Minc, que, no dia 18 de maio de 2009, durante discurso no Palácio Guanabara, no Rio de Janeiro, afirmou o seguinte: "Tem alguns momentos em que a Igreja erra feio. Um deles é a questão da camisinha. Se a gente fosse atrás da Igreja, quantas pessoas não estariam doentes? Outra questão é a da homofobia. Como é que uma religião pode dizer que é fraterna e solidária com todos se pressiona os parlamentares a não aprovarem a lei que criminaliza a homofobia?"; e ainda completou: "Quem se opõe à aprovação dos projetos que criminalizam a homofobia é corresponsável pela multiplicação dos crimes que nada têm de fraternos e solidários". Como que fornecendo o corolário para a discussão do problema, conforme as agências noticiosas, o ministro também forneceu o emblemático número de três mil crimes por homofobia, nos últimos dez anos no Brasil.


Sobre o desastroso pronunciamento do sr. Ministro, a UBE entende:

1) Que o Ministro pode e deve se manifestar no exercício democrático do seu juízo. Inclusive, discordando da posição da Igreja e dos cristãos de uma forma geral; afinal, a livre manifestação do pensamento é garantia assegurada pela Carta Magna em seu art. 5º, inciso IV. Garantia essa que, ironicamente, o PLC 122/2006 pretende acabar a pretexto da tipificação criminal da homofobia..

2) Que o Governo Federal, representado naquele ato pelo então Ministro, enquanto Poder Executivo do Estado brasileiro, deve zelar para que todos os cidadãos tenham seus direitos resguardados em consonância com os dispositivos legais vigentes, de maneira isonômica e justa, independente de sua cor, raça, sexo, opção sexual e religião, conforme estabelece o artigo 5º, caput, da Constituição Federal, o qual estabelece que "Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes".

3) Que o sr. Ministro acabou por atacar frontalmente todas as igrejas e entidades religiosas que se opõem a tais projetos legislativos, responsabilizando-as levianamente por aquilo que ele denomina de "multiplicação dos crimes que nada têm de fraternos e solidários". Entidades essas que, inclusive, estão inseridos os milhares de blogueiros evangélicos que assinam virtualmente a presente nota de repúdio;

4) Que, da maneira infeliz e irresponsável como foi feito, o pronunciamento evoca uma separação de grupos sociais, de modo a suscitar uma luta de classes entre aqueles que são contrários e aqueles que são favoráveis aos projetos de lei de criminalização da homofobia. Luta esta inexistente, uma vez que nenhuma igreja aqui representada assassinou, instigou ou colaborou para que gays, lésbicas e simpatizantes sofressem qualquer tipo de violência; muito menos incita ou incitou ódio contra os homossexuais.

5) Que o simples fato de apoiar ou não apoiar determinado projeto legislativo não significa necessariamente incentivo a um certo comportamento social; principalmente quando esse comportamento é maléfico para a sociedade. Com efeito, ser contrário à aprovação dos projetos que criminalizam a homofobia não é o mesmo que incitar o ódio ou a violência contra os homossexuais. Absolutamente. Afinal, se essa for a lógica padrão, concluiríamos também que o sr. Ministro é incentivador do uso de drogas, notadamente da maconha, isso porque, recentemente, ele mesmo participou de ato público onde pedia – aos gritos - a descriminalização do uso da maconha. Portanto, se essa idéia estiver correta, o sr. Carlos Minc é também "corresponsável pela multiplicação dos crimes que nada têm de fraternos e solidários" originados a partir do uso da maconha (furtos, roubos, homicídios, violência, etc.), bem como corresponsável pela destruição de milhares de famílias brasileiras que possuem dentro de casa viciados nesse tipo de droga.

6) Que as igrejas aqui representadas se resguardam o direito ao exercício do mesmo juízo resguardado ao nobre ministro e discordam igualmente de suas palavras e do apoio a tais projetos. Desta forma, as igrejas e seus membros podem discordar de quaisquer opiniões que julguem contrárias à sua fé e crença, inclusive, entre si, e o fazem de maneira ordeira e responsável. Não lembramos de qualquer enfrentamento religioso, apesar das divergências pontuais entre as correntes evangélicas brasileiras, o que é sadio;

7) Que, diante da afirmação de que nos últimos dez anos houve no Brasil 3.000 crimes por homofobia, se faz necessária a seguinte pergunta: Por que o ministro, ou seu correspondente na pasta da Justiça, não disponibiliza as investigações das 3.000 mortes? Porque muitos destes crimes foram sequer investigados! Entendemos que o emblemático número é fruto de mistificação grosseira e sintetiza a omissão e inabilidade do próprio Governo frente à crescente criminalidade de nossos dias. Senão leiamos um trecho de reportagem do Jornal do Commercio, do dia 15 de abril deste ano sobre o mesmo assunto. Na ocasião o jornal divulgava estatísticas semelhantes (grifos nossos):

Os gays são mais "frequentemente assassinados dentro da própria casa", geralmente a facadas ou estrangulados. Já os travestis são executados na rua a tiros. O perfil dos criminosos é descrito assim pelo relatório: "80% são desconhecidos, predominando garotos de programa, vigilantes noturnos, 65% menores de 21 anos".

Os gays são assassinados dentro de casa por 80% de desconhecidos!? Não lhes parece estranho? Veja como a contradição fica mais aparente quando se acrescenta predominando garotos de programa? Ou seja, na maioria das vezes, o gay chama um garoto de programa para sua própria casa, assumindo os riscos inerentes a esta atitude, e por alguma razão, os dois se desentendem e o gay é assassinado! Isso não é homofobia desde o início, porque, a priori, quem aceita um programa com um gay é porque gosta de sexo com ele.

Apesar das mortes, que devem ser sempre lamentadas, as ONGs dos movimentos engajados desejam um tratamento específico ao problema. O que querem? Um policial para cada casa, para poderem fazer sexo em segurança com um desconhecido? Observemos, por oportuno, que a questão colocada em foco não é a violência como drama brasileiro, mas a que atinge especificamente a homofobia. Uma classe especial de apuração somente para os gays. Como se as demais mortes de brasileiros fossem menos importantes. Outrossim, o que dizer dos gays que morrem disputando parceiros? Ou isto não acontece? Ou os que se envolvem em brigas que não tem nada a ver com sua opção sexual e em decorrência delas são assassinados? Dos que se arriscam nos programas noturnos? Enfim, em que circunstâncias foram mortas cada uma destas pessoas? A alquimia esconde, por exemplo, os praticantes do bareback!

8) Que tais projetos criam uma classe especial de privilegiados. Que de posse dos direitos especiais providos pelos projetos irão arguir as opiniões contrárias, de maneira agressiva e violenta, como já ocorre nos EUA. Decerto, a prevalecer a maneira tendenciosa como o Governo Federal cria políticas segregacionistas, um dia o Brasil vai ter uma Delegacia para apurar crimes contra os gays (aliás, já tem, só que com mais ênfase tem em vista os projetos em trâmite), outra contra os negros, os pardos, os amarelos, os narigudos, os baixinhos, os carecas, os gordos, os babalorixás, os que usam colete; enfim, contra cada categoria que reclame para si uma apuração diferenciada. Quando todos, repetimos, todos, os crimes deveriam ser apurados indistintamente, e nuances como sexo, religião, raça e opção sexual fossem contornos do fato. Exceto, nos casos em que há ligação explícita, como, por exemplo, os crimes praticados por neonazistas;

9) Que o Governo Federal desde há algum tempo luta por reparações históricas. O que seria muito bom, se tais reparações não segregassem os brasileiros em castas. A segregação impõe uma classe. Tal imposição se configura racista, quando aloca privilégios. Repudiamos tal articulação, pois historicamente perseguidas pela Igreja Católica, por exemplo, as evangélicas, nunca ousaram reivindicar reparação alguma;

10) Que a fala do excelentíssimo ministro Carlos Minc tenta mantê-lo em foco, desviando-o dos verdadeiros problemas de sua pasta, quais sejam, em resumo:

a) Desmatamento recorde. Provavelmente ao término deste texto o tamanho de uma quadra de futebol de árvores foi abaixo, em nome da ilegalidade e da exploração desordenada;

b) Poluição desmedida de nossos rios e costas. As matas ciliares estão em franco desaparecimento e os rios brasileiros agonizam;

c) Crescimento desordenado de nossas cidades, com déficit sensível de saneamento básico;

d) Impunidade nos delitos contra a natureza;


e) Ausência de políticas de longo prazo para o meio ambiente, tais como implantação da sustentabilidade plena em áreas de preservação ambiental.

Em suma, diante do fiasco à frente do Ministério do Meio Ambiente, o excelentíssimo senhor Carlos Minc procura desesperadamente por visibilidade advogando causas estranhas à sua pasta. Como militância na marcha da maconha e portavoz de evento gay.

União dos Blogueiros Evangélicos


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