segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Cartoons para abençoar - Joyful 'toons!






Publicado aqui no Arsenal do Crente sob a autorização do autor, Mike Waters (Joyful 'toons).
Versão em português produzida pelo próprio autor com o auxílio de tradução do Mural na Net.
Agradecemos ao autor por permitir a publicação aqui, e ao Mural na Net pela colaboração, e por traduzir este tão rico material.

sábado, 10 de outubro de 2009

Curso Prevenção ao Uso Indevido de Drogas


Estão abertas as pré-inscrições
para capacitação de 15 mil conselheiros comunitários municipais de todo o Brasil para atuar, em rede, na prevenção da violência e da criminalidade relacionadas ao uso indevido de drogas. O curso terá início em outubro deste ano e será promovido pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas - SENAD, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), da Presidência da República, em parceria com o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI), do Ministério da Justiça e Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). . . . (cRERPE)



Para maiores informações acesse: www.conselheiros.senad.gov.br

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Raiz de Todos os Males: as igrejas evangélicas e o dinheiro

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Alderi Souza de Matos

Historicamente, muitos grupos e líderes evangélicos têm enfrentado sérios problemas na sensível área das finanças. No Brasil, um caso relativamente recente envolveu o casal Hernandes, os fundadores da Igreja Renascer em Cristo.

Não é sem razão que o dinheiro e seu uso estão entre os temas mais freqüentes da Bíblia. Na maior parte dos textos que falam do assunto, o tom é de solene advertência quanto aos perigos que espreitam nessa área (ver 1Tm 6.9-10). Existem alguns elementos no ambiente cultural evangélico e pentecostal que contribuem para esses problemas.

Personalismo

Os reformadores protestantes do século 16 contestaram um sistema religioso cujos líderes eram tidos como detentores de um poder espiritual especial. Eles insistiram no princípio bíblico de que os crentes são sacerdotes de Deus (1Pe 2.5,9; Ap 1.6) e, portanto, iguais diante dele. Sem desmerecer a figura dos ministros cristãos, eles os qualificaram como instrumentos escolhidos por Deus através dos fiéis, não tendo qualquer status espiritual superior. Todavia, com o passar dos anos muitas igrejas herdeiras da Reforma têm ficado fascinadas com o antigo sacerdotalismo questionado pelos reformadores.

A tendência de colocar os líderes eclesiásticos em um pedestal, considerando-os “ungidos do Senhor” e, portanto, intocáveis, imunes a contestações e críticas, tem sido motivo de inúmeros males para a causa de Cristo. Muitos líderes evangélicos contribuem para esse nefasto culto da personalidade quando alegam possuir virtudes e dons especiais, atribuem a si mesmos títulos grandiosos e condicionam os seus liderados a obedecê-los cegamente, desprezando exortações bíblicas claras como 1Pedro 5.1-4.

Triunfalismo

Durante a maior parte da Idade Média, a cristandade européia foi afligida por uma série de distorções, uma das quais recebeu o nome de “simonia”, a comercialização de bens religiosos, em especial a compra e venda de cargos eclesiásticos. Os mais cobiçados eram os mais lucrativos, como a chefia dos bispados e dos grandes mosteiros. Esse vício floresceu graças à mentalidade triunfal de uma instituição que detinha a hegemonia do campo religioso e era extremamente rica e poderosa.

A atitude triunfalista é cultivada nas igrejas evangélicas sempre que os líderes e os membros se consideram tão próximos de Deus, tão abençoados e protegidos por ele, que nada poderá atingi-los. O problema dessa atitude, além da falta de humildade, é a tendência de minimizar os pecados dos crentes, especialmente dos líderes, e de considerar as críticas e reveses que sofrem por causa dos seus erros como provações passageiras ou ataques do inimigo. Com isso, os problemas não são admitidos, tratados e solucionados de maneira bíblica e cristã.

Falta de prestação de contas

O final dos anos 80 foi péssimo para a imagem dos evangélicos nos Estados Unidos. Diversos escândalos vieram a público, a maior parte na área financeira, envolvendo “tele-evangelistas” como Oral Roberts e Jim Bakker. Este último, após ser denunciado pela secretária com quem teve um caso, foi investigado pelo governo e condenado à prisão por evasão fiscal e malversação das contribuições dos fiéis. Em resposta a esses episódios, foi criada uma organização chamada Conselho Evangélico pela Responsabilidade Financeira, que examina as contas dos ministérios que desejam um atestado de boa conduta.

É importante reconhecer que a maior parte das igrejas evangélicas realiza o seu trabalho cristão com seriedade e integridade. No entanto, as práticas financeiras de muitas igrejas e ministérios são uma incógnita. Com freqüência são os próprios obreiros e pastores que recolhem e administram as contribuições. Não há tesoureiros eleitos, relatórios periódicos publicados, comissões de exame de contas. Os fiéis têm pouca ou nenhuma participação nessa área tão importante. Nesse ambiente de falta de transparência e de ausência de prestação de contas, tudo pode acontecer.

Teologia distorcida

Talvez a causa mais básica dos problemas que têm ocorrido seja uma interpretação bíblica tendenciosa e uma teologia falha, que surgiu há várias décadas na América do Norte e chegou ao Brasil como o “evangelho da prosperidade”. O fundamento dessa ideologia afirma que a obra redentora de Cristo conquistou para os crentes a vitória sobre todos os tipos de males, resultando em salvação, saúde física e sucesso financeiro. Argumenta-se que os “filhos do Rei” devem, por definição, ser prósperos em tudo.

Ao mesmo tempo, são convenientemente esquecidos os muitos textos bíblicos que apontam na direção oposta, condenando a preocupação com os bens materiais, alertando para a armadilha espiritual representada pela ganância, bem como destacando o exemplo de Cristo e o discipulado cristão humilde e altruísta. Com a pragmática teologia da prosperidade, muitas igrejas enchem seus templos e seus cofres, mas oferecem pouca nutrição aos seus fiéis e uma mensagem alienante em relação aos problemas que assolam o país. Por trás do discurso piedoso, essas igrejas tornam-se cada vez mais parecidas com o mundo.

Conclusão

O Brasil vive um dos piores períodos da sua história. Apesar da relativa estabilidade econômica, o crime e a insegurança atingem níveis sem precedentes; as instituições públicas estão com sua imagem destroçada; o sentimento predominante é de cinismo, indiferença e perda do idealismo.

Nesse ambiente desolador, as igrejas evangélicas e seus líderes podem mostrar que há esperança nos valores e princípios apregoados pela fé cristã. Todavia, em primeiro lugar é necessário que pratiquem os valores bíblicos em sua própria casa, vivendo de modo digno do evangelho de Cristo (Fp 1.27). Só assim terão autoridade espiritual, moral e ética para serem instrumentos de transformação.

FONTE: http://www.institutojetro.com

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Rio de Janeiro é a sede das Olimpíadas 2016 - Oportunidades Missionárias

Rio de Janeiro é a sede das Olimpíadas 2016




A cidade do Rio de Janeiro foi escolhida pelo Comitê Olímpico Internacional em reunião realizada em Copenhague, capital da Dinamarca, como a sede dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016. A cidade brasileira derrotou suas concorrentes – Madri (em segundo lugar), Chicago, primeira eliminada com o menor número de votos, e Tóquio, segunda eliminada – e comemora a escolha como sede da primeira Olimpíada na América do Sul.

Até a cerimônia de abertura, que acontecerá no estádio do Maracanã, serão mais de 2.400 dias. Neste tempo, o Comitê de Organização terá tempo suficiente de colocar em prática o planejamento que venceu a disputa. Entre os vários investimentos prometidos pelos governos municipal, estadual e federal pretende-se ampliar o sistema de transporte da cidade, aumento na segurança pública e construção de instalações para os jogos e acomodações de turistas e atletas.

Para a obra missionária, a confirmação do Rio de Janeiro, e consequentemente do Brasil, como cidade-sede das Olimpíadas em 2016 abre oportunidades de fazer missões mundiais sem sair do país, e de quebra mobilizar um exército de evangelistas. Os 2.400 dias até a abertura dos Jogos representam a contagem regressiva para a invasão da maior "delegação" de voluntários já vista, como relata o Pr. Marcos Grava, coordenador do Programa Esportivo Missionário (PEM).

“Sem dúvida alguma, a escolha do Rio de Janeiro para sede em 2016 do maior evento esportivo do mundo, os Jogos Olímpicos, é uma das maiores conquistas brasileiras no cenário esportivo mundial nos últimos anos. Entretanto, para nós que há décadas militamos no uso desta linguagem universal como ferramenta evangelística, Rio 2016 tem um enfoque mais relevante que o aspecto meramente esportivo e econômico.

Com esta escolha o Brasil se projeta em definitivo no mapa de esporte mundial. Serão cinco anos de grandes eventos esportivos no Brasil, começando em 2011 com os Jogos Militares Mundiais, também na cidade do Rio de Janeiro, a Copa das Confederações em 2013, a Copa do Mundo de Futebol em 2014, e os Jogos Olímpicos em 2016, sem contar com um sem número de eventos paralelos para teste de instalações e etc.

Porém, este privilégio implica também em grandes responsabilidades para nossa Igreja. Muitos líderes em nosso país questionam o uso destes eventos esportivos como palco para ações evangelísticas. É preciso, porém, dizer que o binômio esporte-missões remonta aos primórdios da Igreja Cristã. No capítulo 18 do livro de Atos, a Bíblia descreve a história do apóstolo Paulo em sua segunda viagem missionária, quando deixa a cidade de Atenas e vai para Corinto onde encontra um casal de judeus, Priscila e Áquila, e como eram todos da mesma profissão, se une a eles e juntos começaram a fabricar tendas.

Infelizmente a ênfase da Igreja contemporânea neste texto tem sido no uso da profissão para o levantamento de recursos no campo missionário, mas nós sabemos muito bem que o que movia Paulo a percorrer cidades não era a necessidade de levantar recursos para seu ministério, mas sim sua paixão evangelística. Paulo sabia que naqueles dias estava acontecendo em Corinto um evento esportivo conhecido como Jogos Ístmicos, uma variação dos Jogos que acontecia na cidade próxima de Olímpia, e por isso um grande número de visitantes atraira a atenção do apóstolo.

Levamos dois mil anos para entender que eventos esportivos mundiais são grandes palcos para a pregação do evangelho, e por isso levamos 104 voluntários para a China no ano passado, e no próximo ano levaremos 300 voluntários para a África do Sul para servirem durante a Copa.

Se tudo isto não serve para mostrar a força atrativa destes eventos aos apaixonados pela obra missionária, podemos então demonstrar isso de outra maneira. Poucos minutos após a escolha do Rio, o telefone do escritório da JMM tocou e uma de nossas secretárias atendeu, era um jovem interessado em saber se a JMM irá desenvolver algum trabalho missionário neste evento. Com a resposta, nossa denominação".

Pr. Marcos Grava

Coordenador do PEM da JMM
Coordenador do Projeto Voluntários África 2010
Coordenador do Projeto Voluntários Brasil 2014

Maiores informações:

http://www.fabteo.com.br/
e
http://www.fabteo.com.br/component/content/article/97-inscricoes-abertas-conexao-africa-2010.html
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Via blog http://tempodemissaoafrica2010.blogspot.com/

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Obra Missionária: Uma Profissão em que o Desemprego é Zero

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A atual crise financeira mundial atingiu, em muitos dos países industrializados, um nível que não víamos havia várias décadas. Com isso, muitas pessoas estão perdendo grande parte do que investiram no mercado de ações. Em várias nações, as taxas de desemprego estão batendo recordes. Então muita gente procura desesperadamente “segurar” aquilo que tem. É como diz meu pai:

“Pegam tudo o que podem e guardam tudo o que pegam.”

Enquanto isso, Deus procura fiéis que se disponham a dar-lhe tudo o que possuem, consagrando a vida à expansão do seu Reino.

Já estou servindo a Deus há muitos anos, praticamente durante metade de minha vida, atuando como missionário e como mobilizador de obreiros de países latinos. Por isso, creio ter autoridade para afirmar que nunca houve, nem haverá, desemprego no campo missionário. Contudo ninguém precisa aceitar isso só de minha boca. Mais de dois mil anos atrás, o próprio Jesus disse que “os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para sua seara” (Mt 9.37,38). Então, de acordo com a Bíblia, parece que a falta de obreiros é um fato espiritual intemporal. Entretanto não devemos nos desanimar, nem parar de orar para que Deus envie trabalhadores para a seara, já que assim estaríamos desobedecendo a ele.

Todos os anos, tenho a oportunidade de visitar nossos missionários em várias partes do mundo e constato, sem exceção, que sempre há um grande déficit de obreiros. A qualquer lugar que eu vá – seja nas grandes cidades da Ásia ou em pleno deserto do norte da África – o clamor é o mesmo:

“Mandem mais obreiros!”

Como Enviar Mais Obreiros

Orar ao Senhor, pedindo-lhe que mande trabalhadores!

“Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para sua seara.” (Mt 9.38.)
São bem poucas as vezes em que Jesus nos dá instruções sobre o que devemos pedir em oração. No caso desse verso, ele não se limita a ensinar que devemos orar para que Deus envie obreiros. Na verdade, ele usa o termo “rogai”, ou “clamai”, ou “intercedei” para que o Senhor da seara mande trabalhadores para o campo.

Joy Dawson, que trabalha com a missão JOCUM, certa vez disse o seguinte:

“Deixar de orar é um pecado gerado pelo orgulho. É achar que podemos realizar algo sem Deus.”

Quantos crentes realmente entendem esse princípio e estão orando diligentemente, ou seja, (clamando) a Deus para que ele envie trabalhadores para a seara? Receio que sejam bem poucos. No corpo de Cristo, existe muito orgulho e autossuficiência. A igreja está envolvida com mil realizações dentro do contexto das suas quatro paredes. Entretanto tem se esquecido dos milhões de pessoas que se acham fora delas e que ainda não ouviram o evangelho. E esses milhões só ouvirão a mensagem de Cristo se entendermos que precisamos interceder para que Deus envie obreiros à sua seara e considerarmos a possibilidade de nós mesmos irmos.

O fato mais interessante sobre a oração e a intercessão é que, muitas vezes, nós somos a resposta de nossa petição. Alguém já disse que devemos ser cautelosos quando orarmos a Deus, pedindo que ele envie trabalhadores para sua seara. É que poderemos ouvir a seguinte resposta:
“Está bem; vá você!”

Ter a visão correta

Será que estamos enxergando os fatos corretamente? Nossos olhos físicos e espirituais se acham abertos para o mundo que nos cerca? Em outra ocasião, Jesus falou sobre a necessidade de erguermos os olhos para vermos “os campos, pois já branquejam para a ceifa” (Jo 4.35). A meu ver, ele quer dizer que precisamos deixar de ser egoístas e parar de olhar só para nós mesmos. George Otis Jr. afirmou o seguinte:

“Nós só teremos sucesso se nos identificarmos com a visão e o coração do Senhor Jesus.”

E o próprio Jesus disse: “Quem quiser preservar a sua vida, perdê-la-á; e quem a perder de fato a salvará” (Lc 17.33).

Jesus veio ao mundo para buscar e salvar o perdido. E, passados todos esses séculos, o propósito de Deus ainda não mudou, nem a sua estratégia. O desejo dele é que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento (2 Pe 3.9). Analisando o mundo hoje, constatamos que a vontade de Deus não está sendo feita aqui. E a culpa disso, em parte, é nossa; é da Igreja.

Alguém já disse que “esta geração de cristãos é responsável pelas almas desta geração”. Deus não irá pedir contas a nós da geração passada, nem da próxima que ainda não nasceu, mas da nossa. Jesus ordenou que fôssemos ao mundo inteiro e pregássemos o evangelho a toda criatura. Creio que podemos afirmar que a maioria dos crentes hoje não está se identificando com a visão e o coração de Jesus com relação às multidões. Parece-me que a maior parte dos cristãos está mais preocupada com o próprio bem-estar, com seus investimentos no mercado de ações, etc. Não estão voltados para aquilo que interessa a Deus.

Pelo que diz a Palavra de Deus, uma parte da solução do problema da escassez de trabalhadores na seara está em “erguermos os olhos”, em termos a visão correta da situação. Em suma, precisamos ter a mesma perspectiva de Deus. Isso implica tirarmos os olhos de nós mesmos e os colocarmos em um mundo que necessita de nós. Implica ainda reconhecer que Deus também precisa de nós para realizar sua vontade na Terra. Ele quer usar nossa vida para a concretização de seus propósitos. Sem Deus, não podemos fazer nada. Sem nós, ele não irá fazer nada.

Encher-nos de compaixão

Como o Espírito Santo habita em nós, não podemos evitar sentimentos de compaixão, ao vermos as multidões. E compadecer-se delas implica entrar em ação. Ter tal sentimento e não agir é como ver um prédio em chamas, ter pena de quem está lá dentro, mas não fazer nada. A compaixão implica e exige ação.

Em toda a Bíblia, vemos Deus como um Ser muito compassivo. Jesus mesmo, por várias vezes, ao ver as multidões, sentiu-se fortemente compadecido delas (Mt 9.36; 14.14; 15.32; Mc 1.41; 6.34; 8.2). E ele expressou essa compaixão curando os enfermos, restaurando a vista aos cegos, expulsando demônios, providenciando alimento para as multidões e ressuscitando mortos (Lc 7.13).

Lemos em 1 João 3.17 que quem não expressa compaixão não tem em si o amor de Deus. E Judas afirma que compadecer faz toda a diferença (22). Meu irmão, você está fazendo alguma diferença no mundo?
Bob Pierce, da missão “Visão Mundial”, expressou o seguinte anseio:
“Que meu coração possa se quebrantar com as mesmas coisas que quebrantam o coração de Deus!”

Conclusão

“Vendo ele as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor. E, então, se dirigiu a seus discípulos: A seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para sua seara.” (Mt 9.36-38.)

Após todos esses séculos, a estratégia que Deus estabeleceu para a evangelização do mundo ainda é a mesma: enviar trabalhadores para sua seara. E a necessidade de mais trabalhadores é grande, principalmente nos dias atuais, pois creio que estamos no final dos tempos. As nações (em grego, etnos) estão precisando urgentemente do nosso testemunho para que a tarefa da evangelização seja concluída e venha o fim (Mt 24.14).

Meu irmão, se você estiver procurando um “trabalho”, uma atividade estratégica à qual valha a pena consagrar sua vida, pois ela alcança a eternidade, aceite o desafio de Deus. Venha atuar onde o trabalho é mais abundante, mais necessário e onde a necessidade de trabalhadores é mais premente.

Por um lado, é crucial e indispensável que você tenha a certeza de que é Deus quem o está enviando para o campo missionário. É que essa convicção será o único fator que o fará permanecer ali, quando as dificuldades lhe sobrevierem. Por outro lado, como alguém já disse, “Quem tem um mandamento como ‘ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura’, não precisa esperar um chamado. Deus já fez o chamado!”

Embora ambas as afirmações sejam verdadeiras, a realidade é que a escassez de obreiros hoje não se deve à falta de um chamado, nem a uma compreensão falha do mandamento divino. O fato é que as pessoas querem viver de acordo com a própria vontade. Por isso, não consultam a Deus sobre essa questão.

Lembremos, então, que sempre houve – e sempre haverá – uma profissão em que o desemprego é zero. Na obra missionária, não existe desemprego! Portanto, meu irmão, fique de olhos abertos. Encha seu coração de compaixão e clame ao Senhor da seara para que mande mais trabalhadores à sua seara. E, por último, pergunte a Deus – não se esqueça de perguntar – será que ele não o está chamando para o campo?

Extraído de Una Profesión com Cero Desempleo, publicado inicialmente em espanhol por Kerry A. Olson

Fonte: Revista Mensagem da Cruz #145 - http://www.betania.com.br/mes.htm, publicada pela Missão Evangélica Betânia

via blog da Igreja Congr. Independente de Ocara - CE

NOVA DÉLHI - ÍNDIA


Veja a série completa com oito belas fotos de Nova Délhi no blog Equattoria - http://equattoria.blogspot.com

domingo, 27 de setembro de 2009

Legião da Boa Vontade – LBV

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Alziro Elias David Abraão Zarur, ou simplesmente Alziro Zarur, como é conhecido, fundou esse movimento em 1° de janeiro de 1950. Segundo ele, seu movimento era a quarta revelação que veio substituir o espiritismo kardecista, considerado, pelo próprio Zarur, a terceira revelação. A LBV se denomina como a ‘Religião de Deus’, e busca reunir em si, de forma ecumênica, todas as religiões.

Ainda que a Legião da Boa Vontade faça constantes referências ao cristianismo e tenha adotado Jesus como objeto de culto, não considera as Sagradas Escrituras infalíveis. Em seu entendimento, as Escrituras estão cheias de erro, conforme o grau de evolução de seus autores humanos. O livro mais perfeito para eles é o ‘Livro de Deus’, da autoria de Zarur, que viera substituir a Bíblia, já que a Palavra de Deus está repleta de fábulas e lendas.

Seu conceito sobre Deus é de um ser infinito, que controla todo o Universo como um poder impessoal. Sobre Jesus, apresenta semelhança com o kardecismo, pois nega um corpo físico para o Salvador (chamam seu corpo de ‘fluídico’) e o sentido vicário de sua morte, que resultou na salvação dos pecadores. Assim, não aceita o nascimento virginal de Cristo e muito menos em corpo real para Ele. Esse conceito é muito semelhante ao gnóstico de Cerinto, que surgiu no século 2° da Era Cristã.
Dentro desse contexto, sua concepção a respeito do Espírito Santo não é de uma Pessoa dentro de uma Trindade divina, mas de uma mera emanação, um conjunto de espíritos puros, bons e superiores, bem distante da definição bíblica.

Uma vez que não aceitam a obra vicária de Cristo na cruz, a salvação é alcançada por sucessivas reencarnações. Ou seja, por meio dos sofrimentos e das boas obras, o homem vai-se tornando um espírito cada vez mais perfeito. Por isso não aceitam a ressurreição, de forma alguma. Após a morte, a alma fica ainda um tempo ao lado do corpo e, depois, viaja pelo mundo dos espíritos, recebendo, então, instruções para a próxima reencarnação.

O universalismo extremo é uma característica excêntrica dessa seita. Acredita que, ao fim de tudo, todos terão seus pecados perdoados, inclusive Satanás, a quem chama de ‘nosso irmão Lúcifer’, e a favor de quem Alziro Zarur ensinou a interceder.

Fonte: Bíblia Apologética de Estudo – Editora ICPhttp://www.icp.com.br

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Joyful Toons - Os Cartoons Edificantes!

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Joyful 'toon 137_God's Army Knife PT.BR
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Publicado aqui no Arsenal do Crente sob a autorização do autor, Mike Waters (Joyful 'toons).
Versão em português produzida pelo próprio autor com o auxílio de tradução do Mural na Net.

Agradecemos ao autor por permitir a publicação aqui, e ao Mural na Net pela colaboração, e por traduzir este tão rico material.

INSATISFEITOS

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O Milagre dos Peixes - Adonias Assunção

Dr. Joed Venturini
Nós estamos insatisfeitos. Insatisfeitos com os nossos púlpitos de onde emanam cada vez mais mensagens sem relevância para o cotidiano do homem comum . Mensagens que dependem das ciências sociais , que se baseiam em filosofias e psicologias modernas e que soam mais como discursos de auto- ajuda do que a palavra de Deus . Mensagens que respondem a perguntas que o auditório não fez e que citam personagens desconhecidos da maioria. Mensagens desprovidas de conteúdo bíblico como se o prazo de validade da escritura estivesse vencido.

Estamos insatisfeitos. Insatisfeitos com o rumo de nossas igrejas. Igrejas que valorizam o marketing mais que o poder de Deus. Que vivem para resultados numéricos independentes de conversões reais e de discipulado que leve a verdadeiro crescimento. Igrejas que vivem apenas para a glória de certos líderes e que se tornaram clubes onde os interesses de alguns se sobrepõe ao desejo da maioria e a busca do Senhor ficou para um plano secundário.

Estamos insatisfeitos. Insatisfeitos com o tipo de Louvor que tem surgido no nosso meio. Louvor profissional, feito por profissionais, pagos como profissionais. Louvor que manipula as emoções, que aceita qualquer sugestão do mundo e que se contenta com as palmas da multidão. Louvor que deixa a idéia que adoração é algo apenas momentâneo, local e profissional e despreza a importância de uma vida que louve a Deus em espirito e em verdade.

Estamos insatisfeitos. Insatisfeitos com nossa Teologia. Teologia que não aprendeu a pensar sozinha. Que até hoje depende de pensadores de outros hemisférios e de outras épocas. Teologia que á falta de algo contextualizado recorre a pacotes de crescimento de igreja importados que prometem resultados miraculosos, mas exige do povo o que na maioria dos casos não pode dar .

Estamos insatisfeitos. Insatisfeitos com nossas publicações. Um enorme número de editoras e publicadoras voltadas para as leis de mercado. Publicações que misturam o trigo e o joio enganando o povo de Deus. Publicações que dependem de autores estrangeiros e despreza o pensador nacional. Publicações que enfatizam o sobrenatural, o incrível e o milagroso a fim de vender, mas que mostram pouco conteúdo sólido para o crescimento do povo de Deus.
Estamos insatisfeitos. Insatisfeitos com o estado da familia cristã. Família onde os divórcios são quase tantos quanto na população geral e onde os líderes casam e descasam sem dificuldade. Famílias onde as crianças são seres estragados por presentes demais, sem disciplina e sem temor de Deus. Famílias onde os jovens vivem exatamente como os jovens do mundo e no domingo fingem ser cristãos. Famílias onde o amor é tão vago quanto neblina matinal.
Mas nossa insatisfação não é apenas um brado de revolta intolerante. Queremos fazer dela uma força motriz positiva. Queremos usar toda a energia que ela desperta de maneira a produzir respostas a suas inquietações. E nossa primeira busca será por aqueles que sentem como nós uma insatisfação santa diante da derrocada da igreja. Cremos que como nos dias de Elias nem todos se curvaram a Baal. Procuramos por esses para juntos lutarmos pela purificação de nossos caminhos como cristãos e como igreja. Desejamos unir forças, pensamentos, orações e ações na busca de soluções para a hora em que vivemos.

Queremos ver nossos púlpitos pregando a palavra de forma expositiva e clara. Respondendo ás questões que o brasileiro tem. Falando de maneira equilibrada sobre como viver com Deus, como conhecer sua vontade, como manter um casamento saudável, como criar filhos para o Senhor, como estabilizar as finanças domésticas, como enfrentar a violência urbana, como lidar com uma doença terminal, como ser benção para as familias da terra. Queremos mensagens relevantes que sejam mais que injeção de ânimo para uma semana de trabalho. Mensagens que no seu término nos deixem e impressão clara de que “ouvimos a voz de Deus”.

Queremos ver igrejas unidas em oração e jejum. Arrependidas por suas falhas, dispostas a pedir e a delegar perdão. Igrejas que dependem da orientação do Espirito Santo e não de regras publicitárias. Igrejas onde a comunhão é prioridade e o apoio mútuo acontece a cada dia, onde as conversões são genuínas e o discipulado é contínuo. Igrejas onde os líderes são servos, os templos são a casa de serviço e oração e os membros se sentem parte integrante do corpo.

Queremos um louvor voluntário e espiritual. Não artistas impressionando mas adoradores rendendo graças. Louvor que emane da experiência com Deus e flua em gratidão. Louvor que não constrange nem manipula mas conduz suavemente á presença do altíssimo. Louvor que sai do templo e da hora do culto e continua nas casas ao longo da semana.

Queremos uma Teologia nossa. Contextualizada e prática. Queremos pensadores brasileiros nos mostrando o que a palavra tem para a nossa realidade brasileira. Queremos ver homens de Deus da nossa terra, cujas vidas e ministérios atestam de sua vida espiritual com o Senhor escrevendo e pregando de tal modo que nos vejamos em suas palavras e entendamos seus raciocinios. Queremos Teologia Brasileira.

Queremos Publicações que se atenham à palavra de Deus. Que nos transmitam a verdade da Bíblia independentemente de ser ou não um “sucesso” de mercado. Queremos livros que nos sirvam de advertência, admoestação, estímulo e regozijo naquilo que nosso Deus é e faz seja nas páginas das escrituras seja nas vidas de seus servos. Queremos publicações que dêem lugar aos escritores de nossa terra cujas vidas e obras estão dentro de nosso universo. Queremos alimento sólido e não sensacionalismo.

Queremos familias cristãs ajustadas e felizes. Famílias onde os casamentos refletem o amor de Jesus, onde os casais vivem um amor pleno, romântico, físico e espiritual, os filhos conhecem as regras da disciplina e respeito e os jovens conhecem a Deus de primeira mão e não de ouvir falar. Famílias que são luz nas trevas de nossa sociedade e que atraem aqueles que não conhecem a vida com Deus.

Acreditamos que nosso discurso não é utópico por mais irrealista que pareça. Acreditamos que nossa insatisfação vem do Senhor. Cremos estar em boa companhia pois muitos foram os insatisfeitos nas páginas da Bíblia e na História da Igreja. Desejamos conhecer e encontrar aqueles que sentem como nós . Queremos agir usando idéias e soluções práticas para que nossos sonhos caminhem em direção à realidade. E que o Senhor da Obra nos abençoe.

Visite o blog do autor: http://www.joedventurini.blogspot.com

sábado, 19 de setembro de 2009

Sobre Livros grátis, Creative Commons, Cristianismo e o futuro do Conhecimento

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ABAIXO LISTO OS E-BOOKS QUE ESCREVI OU ORGANIZEI, E QUE PODEM SER BAIXADOS GRATUITAMENTE. BAIXE, LEIA E COMPARTILHE:

ÁGUAS VIVAS. Uma antologia reunindo textos de 10 poetas evangélicos contemporâneos, apresentando autores relativamente pouco conhecidos ao lado de outros já consagrados, como o Pr. Israel Belo de Azevedo, Pr. Josué Ebenézer e o Prof. Noélio Duarte, membros Academia Evangélica de Letras do Brasil (AELB), e o bardo português João Tomaz Parreira, entre outros.
Para baixar, Clique Aqui.


SABEDORIA: Breve Manual do Usuário. Uma antologia temática de versículos bíblicos, frases, pensamentos, trechos de poemas, e ditados de diversas culturas, em 250 páginas.
Para baixar, Clique Aqui.


3 Irmãos Antologia. Um pouco do melhor da poesia evangélica em língua portuguesa. Poemas de Gióia Júnior, Joanyr de Oliveira e J. T. Parreira.
Para baixar, Clique Aqui.


A Blindagem Azul. Segundo livro de poesias evangélicas de minha lavra.
Para baixar, Clique Aqui.



Antologia de Poesia Cristã em Língua Portuguesa. Antologia reunindo poemas de caráter genuinamente cristão de grandes nomes da literatura lusófona, desde Camões até os dias atuais, passando por escritores e poetas como Machado de Assis, Fernando Pessoa, Alexandre Herculano e muitos e muitos outros. Poemas de mais de 80 autores, dentre brasileiros, portugueses e africanos.
Para baixar, Clique Aqui.


Uma Abertura na Noite. Meu primeiro livro de poemas, escrito logo após minha conversão. Do ateísmo e anarquismo para os braços de Cristo!
Para baixar, Clique Aqui.
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A alguns dias o pastor Jarbas Aragão escreveu um excelente artigo, que publiquei aqui, Cristianismo Creative Commons. Todos os livros acima, que escrevi ou organizei, estão liberados por uma licença Creative Commons.

Mas o que é Creative Commons?, o leitor mais desavisado deve estar se perguntando. No site da Creative Commons Brasil, que é de iniciativa da Fundação Getúlio Vargas, há uma sucinta, mas creio que bastante clara definição para o termo:

“O Creative Commons disponibiliza opções flexíveis de licenças que garantem proteção e liberdade para artistas e autores. Partindo da idéia de "todos os direitos reservados" do direito autoral tradicional nós a recriamos para transformá-la em "alguns direitos reservados".”

Para você ter uma idéia, até o famigerado Blog do Planalto (leia-se Blog do Presidente Lula), tem seus textos licenciados em CC. A Wikipédia também.

Creative Commons é uma padronização de uma idéia maior, a do Copyleft. Vejamos o que mamãe Wikipédia diz sobre isso:

“Copyleft é uma forma de usar a legislação de proteção dos direitos autorais com o objetivo de retirar barreiras à utilização, difusão e modificação de uma obra criativa devido à aplicação clássica das normas de propriedade intelectual, sendo assim diferente do domínio público que não apresenta tais restrições. "Copyleft" é um trocadilho com o termo "copyright" que, traduzido literalmente, significa "direitos de copia".”

Para entender em profundidade estes conceitos de Copyright e Copyleft, além dos próprios ditos Direitos Autorais, Clique Aqui para ler um artigo de Pablo Ortellado, fundamental sobre este tema. Vale a pena ler até o fim.

Uma boa iniciativa neste sentido foi criada pelo irmão espanhol Jaaziel. Valendo-se do conceito de Creative Commons, ele engendrou a licença Copycristian (copyleft cristão). Veja Aqui e Aqui. A iniciativa já agrega mais de 100 blogs.

Eu acredito em Copyleft. Eu acredito em Creative Commons, e acredito que este é o futuro da informação e do conhecimento. E acredito ainda que este livre compartilhar de saberes é a forma mais cristã possível de socializar a informação, seja ela qual for. Deveríamos mesmo ter sido nós, cristãos, a criarmos este conceito de Copyleft, embora a igreja sempre tenha se valido do mesmo, desde seu início. Nada mais natural.

Há muitos ministérios e pessoas (pastores, escritores, etc.), e até mesmo editoras evangélicas que oferecem material gratuito na internet, em português e principalmente em inglês. Eles entenderam a mensagem, vencendo, por amor a Cristo, de diversas formas e em variados níveis, o jugo do Grande Cifrão ($). O Grande Cifrão-Deus, do qual muitos cristãos nem se deram ainda conta de que são prisioneiros, ou o mais usual, não entenderam o alcance viral e multidimensional desta prisão, que molda e compõe tudo o que eles fazem e mesmo são. Calma aí, não estou pregando o comunismo, nem demonizando quem ‘vende’ seus livros, DVDs e etc. Trata-se de algo bem mais simples e prosaico, é como aquele lance do filme Matrix: Como me libertar se não sei que sou prisioneiro, se não percebi que estou numa grande e feita invisível (ao seu criador agrada isso) Matrix? O dinheiro faz isso conosco, e mudamente ‘responde por tudo’ (Ec 10.19). Quando não, o mínimo que todo este movimento pode produzir é uma diminuição do preço geral dos produtos. E mesmo o fim da pirataria. O quê??! Sim, isso mesmo.

Amigos, o assunto é muito vasto e profundo, e me sinto humildemente incapaz de explaná-lo como deveria. Por isso falo dele aqui e tenho proposto esta discussão em meus blogs e outros canais, por isso quero que você conheça, entenda e se envolva. Sua opinião é importante. Agora mesmo, enquanto você lê este texto, este assunto dos Direitos Autorais e sua problemática está sendo pensado e discutido por grande parte da vanguarda do pensamento atual, em diversos países.

Mas mudemos de foco. Nos meus primeiros contatos sistemáticos com a internet, lá pelos anos de 2005, 2006, conheci o irmão Naasom Souza, e seu blog, o Letras Santas . O Naasom já vinha a um bom tempo fazendo algo singular: ‘garimpando’ a internet em busca de material evangélico LIBERADO PELOS PRÓPRIOS AUTORES, e divulgando em seu blog. E também material escrito por ele mesmo. Passei a enviar dicas, e em pouco tempo me tornei colaborador do mesmo, blogando e garimpando. Hospedando os materiais encontrados no site 4Shared, ele criou a Biblioteca Letras Santas. Estamos já em 2009, e esses anos de ‘garimpo’ contínuo renderam bons frutos: já são centenas de materiais (e-books, apostilas, gráficos, apresentações e etc.) livremente disponibilizados ali.
Acesse a Biblioteca e confira, ela é pública e livre:

http://www.4shared.com/dir/1727479/71ecfce9/sharing.html

Poderia ainda citar todos os ministérios e sites que conheço e que oferecem materiais livremente, mas o artigo se prolongaria. Deixemos para outro post. E você, tem algo para compartilhar com o Corpo de Cristo? O que está esperando?

Pensou mesmo que eu terminaria o artigo sem citar o versículo que você pensou que eu não citaria? Nã-nã...

“De graça recebestes, de graça dai”. (Mt 10.8b)

Sammis Reachers

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Ministério PELM disponibiliza o livro COMO ORAR EFICIENTEMENTE PELOS PERDIDOS para download gratuito

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UBEMISS


O Ministério Praying Effectively for the Lost Ministries (http://www.pelministries.org/)
está oferecendo para download gratuito o e-book COMO ORAR EFICIENTEMENTE PELOS PERDIDOS. O livro, de 40 páginas em PDF, está disponível em diversas línguas, inclusive português.

Não deixe de baixar, ler e compartilhar com seus irmãos este excelente livro gratuito!

Para baixar o e-book direto em português, Clique Aqui.

Tomei a liberdade de formatar o e-book em Word, para otimizá-lo para impressão (diminuindo o tamanho das fontes, removendo ou diminuindo espaços, etc.). Meu objetivo é imprimir e distribuir diversas cópias entre os irmãos. Assim, nesta formatação, o e-book ficou com 25 páginas, no formato de uma apostila. Caso você queira baixar esta versão, Clique Aqui.

sábado, 12 de setembro de 2009

Evangelização via Orkut / Facebook

orkutFacebook Conhecidos como “Redes Sociais” esses sites já algum tempo fazem parte da vida diária de milhões de pessoas. Já foram palco para muitas polêmicas sobre privacidade de informações e exposição excessiva. Tanto alarde pois estes sites tratam daquilo que as pessoas tem de mais precioso, suas vidas.
No Brasil o site mais conhecido é o Orkut, que em todo o restante do mundo não fez tanto sucesso como em nosso país, em outros países o Facebook é mais utilizado. Ambos são muito simples de se utilizar, com apenas um e-mail e preenchendo um formulário é possível formar um perfil e a partir de então, adicionar contatos para enviar recados, compartilhar fotografias, filmes, etc.
Ter um perfil em um destes sites dá ao usuário a possibilidade de partilhar parte da sua vida, suas experiências, rotinas e atividades assim como dá poder a outros usuários de comentarem quanto a isso, criando dessa forma um ambiente social, sendo de certa forma um espelho da vida das pessoas.
Maneiras não eficientes de evangelização
Quando o assunto é evangelizar através desta ferramenta muitas pessoas tem agido de maneira errada, simplesmente enviando mensagens bíblicas aos seus contatos sem uma devida atenção ou um devido planejamento. Essa forma de evangelização tem se tornado ineficaz conforme cresce o número de mensagens spam (não desejadas) e o comportamento dos usuários em relação a isso é de simplesmente ignorar ou apagar as mensagens, sem receber seu impacto. Da mesma forma que tem acontecido com o folheto, que por falta de uma abordagem criativa tem é muitas vezes ignorado (confira o artigo ‘Reinventando o Folheto’, na Revista Evangelizar 21). As pessoas tem procurado coisas novas, diferentes e criativas.
Uma maneira mais eficientes de evangelização
Sabendo que nestes sites as pessoas preenchem um perfil e se juntam a comunidades de comum interesse, podemos traçar seu perfil, saber por qual tipo de informações se interessa, coisas que gosta e o que não gosta e a partir daí encontrar uma mensagem mais relevante – sendo um vídeo, ou postagem em blog (veja o artigo Evangelização através de Blogs), imagem, etc. Sendo o Orkut e o Facebook sites de redes sociais você pode aproveitar esta possibilidade e levar uma mensagem que desperte interesses de maneira que possa não apenas pregar uma mensagem isolada, mas a ensinar mais a respeito do evangelho, realizando assim uma evangelização continuada.
Com a falta de tempo que a vida agitada pós moderna tem imposto as pessoas, a vida social é a que mais tem enfrentado dificuldades. Mas para isso a internet busca trazer solução através das redes sociais. E porque não levar uma solução real para as pessoas, através destas redes sociais?
Posts relacionados
Evangelização 2.0
Evangelização Através de Blogs
Evangelização pelo Twitter
FONTE: MISSÃO AMME EVANGELIZAR - http://www.evangelizabrasil.com

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Estudos no Evangelho de João para download

Estudo no Evangelho de João

A Editora Elim, que produz belos folhetos evangelísticos (há até modelos trílingues), está oferecendo para download uma série de 4 lições sobre o Evangelho de João. Um material que pode ser usado em evangelismo, ou com novos convertidos em sua igreja. Totalmente gratuito. É só personalizar com as informações de sua igreja (endereço etc) e imprimir.

Visite o site e baixe: http://www.editoraelim.com.br


domingo, 6 de setembro de 2009

As 7 Áreas de Influência

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Alcançando nossas esferas de influência


Por Loren Cunningham

Às vezes Deus faz coisas dramáticas para nos chamar atenção. Em 1975 eu estava orando e considerando como os cristãos - não somente os da missão a qual eu faço parte, mas todos nós, poderiam mudar o mundo para Jesus. Uma lista veio a minha mente: categorias da sociedade nas quais eu cria que deveríamos nos concentrar para mudar para Deus. Eu escrevi, no dia seguinte eu encontrei o Dr. Bill Brihgt, fundador do Campus Crusade for Christ. Ele me disse que Deus havia dado-lhe algo, diversas aéreas para concentrar-se em trazer as nações de volta a Deus! Elas eram as mesmas áreas, apesar das palavras serem um pouco diferentes.

Aqui está aquela lista ( refinada e clarificada um pouco ao longo dos anos ):

Família – Lar
Religião – A igreja
Educação – Escolas
Governo
Mídia – Comunicações
Artes – entretenimento e esportes
Economia – Negócios, Comércio, ciência e tecnologia

Estas sete esferas de influencia nos ajudarão a formar nações para Cristo, são ferramentas para usarmos no cumprimento de Mateus 28, discipular nações para Ele. Ele obviamente, não teve a intenção de as usarmos em JOCUM. Eu creio que o que Ele deseja é que seu povo use as sete esferas para estender o reino de Cristo por toda a terra. Sendo assim, como que nós pegamos de volta estas sete áreas que são tão influentes em qualquer nação?

Nós devemos tomar território de satanás em oração. Como o poder do Espírito Santo, através das armas poderosas de guerra espiritual descritas em Ef. 6:10-20, 2 Co.10:1-6 e Tiago 4:7-10, nos é dito para destruirmos as fortalezas do diabo. Nós devemos orar contra a influência do inimigo em qualquer área que estamos cientes. Oração é uma parte poderosa da guerra espiritual que usamos para recapturar este mundo para Jesus Cristo.

Nossas orações devem ser específicas. À medida que escutamos a voz do Espírito Santo em nossas mentes ele nos dirá como devemos orar. ( veja Prov. 3:5-6, Isaias 55:8, is. 59:16 ). Então nós oramos para que o Espírito Santo traga sua influência às pessoas numa área estratégica.

Digamos que somos direcionados a orar pelo governo de uma determinada região. Devemos orar para que uma testemunha cristã venha até os indivíduos naquele governo levando-os ao Senhor Jesus.

Depois de termos orado por uma categoria específica, seja ela governo, sistema escolar, ou mídia, seja o que for, Deus pode escolher-nos nesta mesma área pela qual estivemos orando. Ele pode chamar-nos para penetrar neste lugar de influência para Ele, colocando-nos assim como fez com Daniel ou José do Egito, numa posição de autoridade.

Seja qual for a área de influência que Deus nos der, seja a família ou palácio presidencial, nós devemos vivenciar sua vontade em nossas vidas, não devemos fazê-lo de forma a dominar outros, mas devemos ser servos da mesma forma como Jesus o foi. Jesus deseja administrar o mundo através de nós. À medida que seguimos o exemplo de Jesus em nossas esferas de influência, nós trazemos o seu reino à terra.

Consideramos as sete áreas de influência, agora em mais detalhes.

Família
Através das famílias, estamos discipulando a próxima geração, para o bem ou para o mal, nós podemos ter lares cristãos seguindo padrões bíblicos para brilhar em lugares espirituais.

Religião
Jesus ordenou seus discípulos que discipulassem as nações. Nós fazemos isto não estando dentro das igrejas, mas saindo pelo mundo. Igreja é onde nos alimentamos para que possamos levar o reino de Deus por toda a terra.

Educação
A próxima geração é influenciada diariamente em nossas escolas e universidades. Cristãos devem se envolver escrevendo currículos, ensinando, administrando e participando em associações de pais e mestres e como membros de conselhos escolares.

Artes (celebração, entretenimento, esportes cultura)
Qualquer território que abandonamos, satanás preenche. Isto é o que aconteceu com o mundo do entretenimento. O drama moderno nasceu como forma de evangelismo, peças de teatro medieval sobre moralidade ensinado escritura para um público que não sabia ler. Nós devemos recapturar cada forma de entretenimento para Jesus, buscando-o para dar-nos formas criativas de mostrar ao mundo o autor do drama, espetáculo, beleza, cor, vida, emoção e alegria.

Mídia
Jornalistas são vistos como servidores de causa própria e manipuladores. Mas ainda assim, a mídia eletrônica e a impressa são cruciais no modelar da sociedade. A maioria das pessoas da mídia tem pouca ou nenhuma crença religiosa: precisamos de cristãos para trazer a verdade para esta esfera.

Governo
A Bíblia é clara: O povo de Deus deve se envolver em política. Pense nos líderes da nação escolhida de Deus, tais como Davi, Salomão, e os que governaram em países pagãos, como Daniel e José, jovens que exerciam princípios piedosos e eventualmente se tornaram primeiro ministros. Se Deus levantou líderes piedosos no Egito antigo e na Babilônia, ele o pode fazer hoje. Mas se cristãos desejarem servir em governo, eles terão de enfrentar uma cova de leões moderna. Deus usará isto para purificá-los e edificar seu caráter, para produzir seu estilo de líderes, líderes servos.

Economia
Jesus sabia que era difícil servir a Deus quando somos abençoados materialmente. Mas Deus quer que seu povo seja bem sucedido no mundo dos negócios e sejam missionários ali. O problema não é o dinheiro, mas se o dinheiro significa mais para nós do que Deus ( veja Lucas 18:18-25 ).
Deus nos testará nisto, e poderá pedir-nos para darmos tudo que temos. De igual modo, precisamos de cristãos chamados à ciência e tecnologia como seus campos missionários, pois nuca antes uma sociedade pode fazer tantos milagres tecnológicos e mesmo assim estar tão incertas de suas amarras morais.

Há dois reinos – luz e trevas e eles estão em guerra. Precisamos vencer para o reino da luz e o fazemos à medida que nos movemos para dentro de cada uma dessas sete áreas de influência no espírito oposto ao que satanás está trabalhando. Onde ele espalha ódio, nós devemos mostrar amor, onde a ganância prevalece, devemos dar mais do que qualquer outro. Onde a intolerância está ganhando, devemos mostrar lealdade e perdão. Precisamos orar venha a nós o teu reino, seja feita a sua vontade em qualquer que seja a área de influência para qual Deus nos chamou.

À medida que discipulamos as nações através do ouvir ao mestre e obedecê-lo, Ele nos usará para dar ao mundo sistemas econômicos piedosos, formas de governo baseadas na Bíblia, a educação ancorada na palavra de Deus, famílias que tenham Jesus como cabeça, entretenimento que mostra a Deus em sua variedade e animação, mídia baseada em comunicar a verdade em amor e igrejas que enviam missionários para todas as áreas da sociedade, aí então veremos a grande comissão sendo completada e milhões entrando no reino.

Fontes: UofN reference guide 2005, via site da Família Brito - http://www.fbrito.com/

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Seminário de Ciências Bíblicas no RJ

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Nos dias 15 e 16 de setembro, a cidade do Rio de Janeiro será palco de uma edição especial e gratuita do Seminário de Ciências Bíblicas. O evento acontecerá na capela da conhecida Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Realizada desde 2000, a iniciativa tem o objetivo de transmitir às igrejas e lideranças cristãs um pouco do conhecimento envolvido na arte de traduzir a Bíblia Sagrada e difundir os seus ensinamentos a todas as pessoas. Confira a programação completa no site da SBB e participe!

Para maiores informações, Clique Aqui.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Cristianismo Creative Commons


Por Jarbas Aragão

Muita gente hoje em dia discute os conceitos de propriedade intelectual, de direitos autorais e de pirataria. Não há dúvida que a internet mudou muita coisa e sua popularização trouxe novas discussões sobre coisas quem antes nunca se pensou. Não quero e nem posso avaliar aqui as implicações éticas e teológicas dos downloads modernos, dos sites de torrents, da transmissão de músicas, filmes, jogos e até de livros. Na grande maioria das vezes é fácil determinar que o erro distribui material que não é seu por direito. Até ai tudo bem, que fique claro: não compro material pirata! Mas poucas vezes vi discussões em nosso meio sobre a atitude de quem produz e distribui esse material.

Há algum tempo o mundo tem visto surgir tentativas de se mudar o conceito de propriedade intelectual. Muitos softwares, por exemplo, são distribuídos gratuitamente. Aos poucos foram surgindo filmes, CDs e livros que aderiram a esse “movimento”. Essa maneira de pensar gerou conceitos novos como copyleft (oposto do termo copyright) e as licenças chamadas de creative commons (mais informações no www.creativecommons.org.br )

O que isso tem a ver com nossa fé cristã? Existem várias passagens que nos mostram que não é correto exercer qualquer tipo de cobrança pela mensagem de salvação. O famoso “de graça recebestes, de graça dai” (Mt 10:8). Mas o que tem se visto nos últimos tempos é uma grande comercialização do evangelho e da mensagem de Cristo. E não estou falando da teologia da prosperidade!

Tomemos por exemplo o texto bíblico no Brasil (diferentemente de outros países) que possui direitos autorais. Ou seja, é proibido por lei a reprodução de uma quantidade maior que 500 versículos sem autorização da editora que possui os “direitos” de determinada tradução. Ou seja, você não pode imprimir milhões de exemplares da Bíblia e sair distribuindo por aí. Alguns softwares que trazem o texto bíblico apresentam essa restrição. A pergunta que fica é: ter o direito autoral da Palavra de Deus é correto? Exigir-se pagamento para se reproduzir o texto é bíblico?

Também é sabido que muitos pastores/pregadores e cantores/cantoras só vão para um determinado local, seja igreja ou não, mediante o pagamento de um cachê. Alguns não chamam de cachê, óbvio, chamam de “oferta”. Mas até que ponto eles têm o direito de cobrar para louvar a Deus ou cobrar para ensinar o caminho do Senhor? Não tenho nada contra as ofertas, até porque isso é claramente mostrado nas Escrituras. Minha dificuldade é ver gente enriquecendo com isso. Claro, se ninguém pagasse essa prática já teria acabado ou certamente diminuído bastante.

Conheço bem algumas empresas ditas “evangélicas”. Sei como funciona a produção e a distribuição de muito do material que circula no “mercado gospel”. Não seria leviano em dizer que todas as empresas agem da mesma maneira. Nada tenho contra aqueles que fizeram a opção de viver de maneira integral do evangelho, de usar os dons e talentos dados por Deus para de alguma maneira contribuir para a igreja de Cristo espalhada pela face da terra. Meu objetivo é refletir até que ponto se justificam certas coisas.

Quando vemos alguns livros sendo vendidos na categoria religião das livrarias ou mesmo o material que é encontrado nas chamadas livraria evangélicas dificilmente se pergunta “quem produz esse material?”, “para onde vai o lucro obtido?”. Talvez isso não pareça importante para a maioria das pessoas, uma vez que se coloca sobre essas coisas o “selo” que os identifica como “abençoado” ou “abençoador”. A verdade é que nem todas as empresas que produzem e comercializam esse material estão necessariamente envolvidas com a proclamação das boas novas.

O que eu gostaria de refletir neste espaço é sobre a prática de usar o nome do evangelho de Jesus para enriquecer pessoas, ministérios ou empresas. Não sou ingênuo a ponto de pensar que tudo deva ser de graça ou ignorar que existem custos muitas vezes altos para produzir todas essas coisas. Eu continuo comprando material que entendo ser útil e proveitoso para minha vida cristã. Mas confesso que deixei de ir a certos eventos e de comprar certas coisas por causa disso. Considero abusivo o preço de muito material que apenas por ser evangélico é mais caro que os demais. Por exemplo, tenho vivido isso toda vez que quero comprar um filme em DVD para meu filho!

Não é segredo para ninguém que existe uma verdadeira “indústria” montada por trás disso tudo. O mercado cristão ainda dá muito dinheiro. Nada tenho contra o lucro. Porém, poucas vezes li alguma reflexão séria sobre essa questão. Com a popularização da internet vieram as mudanças de certos conceitos e acredito que ainda existe muito para ser pensado. A questão é que está surgindo uma concepção diferente de direito autoral e isso nos atinge também.

Já é possível hoje baixar livros, vídeos, e músicas da internet autorizados e incentivados pelos seus próprios criadores. Existem grupos evangélicos que já entenderam que estamos diante de um novo tempo e fizeram a opção de oferecer o seu material gratuitamente na web, possibilitando que os ouvintes façam algum pagamento se desejarem. A lógica que está por trás disso não é mais única e exclusivamente a busca do lucro. O princípio é a divulgação do que foi produzido sem que o lucro seja a motivação principal. Já visitei sites de produtoras que disponibilizam seu material gratuitamente. Posso citar alguns exemplos gringos. O músico Derek Webb distribuiu um tempo atrás o seu CD Mockingbird, o site de audiolivroswww.christianaudio.com disponibiliza uma vez por mês um download gratuito de um livro diferente. Particularmente gosto do site theresurgence.com , do ministério Mars Hill, liderado pelo pastor Mark Driscoll, além de pregações livres de direitos, é possível encontrar também CDs de música e livros do pastor para baixar. No Brasil alguns autores menos conhecidos, bem como grupos musicais tem disponibilizado seu material. A editora Mundo Cristão chegou a disponibilizar o download gratuito (por tempo limitado) de alguns títulos. Mas ainda é algo muito tímido, quase inexpressivo. Acredito que faltam iniciativas do gênero no meio evangélico nacional.

Por outro lado existem pessoas que aproveitam todas as oportunidades para transmitirem sua mensagem gratuitamente. Inclusive grupos religiosos. Um bom exemplo claro é o longa de animação de 2008, Sita Sings the Blues, que tem como enredo uma história da tradição hinduísta, o Ramayana e em essência é uma historia sobre espiritualidade. No site do filme, www.sitasingstheblues.com é possível ler que seus idealizadores acreditam que o valor do filme vai além da questão financeira e disponibilizaram na licença Creative Commons. A imagem ai em cima dá uma mostra do material. Não dá pra não se perguntar porque ainda não temos feito o mesmo para divulgar a mensagem do evangelho. Desconheço um esforço para a produção e distribuição de filmes com conteúdo evangélico que estejam sendo distribuídos com o simples propósito de divulgar a mensagem. Não está na hora de vermos mais iniciativas propondo um cristianismo livre de direitos autorais restritivos e abusivos? Não seria necessário repensar qual o objetivo da produção e comercialização de muito do que se produz em nome de Jesus nos dias de hoje? Sou favorável a um cristianismo Creative Commons, onde o lucro não é a mola propulsora, mas sim o desejo de ver a Palavra sendo levada às pessoas. Você conhece mais iniciativas assim? Deixe a dica ai nos comentários para todos verem e conhecerem.

via http://www.blogdos30.tk/

PARA ENTENDER MELHOR O QUE É COPYLEFT E A QUESTÃO DOS DIREITOS AUTORAIS, LEIA UM EXCELENTE ARTIGO
CLICANDO AQUI.