sábado, 14 de janeiro de 2012

Telemarketing na Igreja

http://www.institutojetro.com


Com o avanço de outras tecnologias alguns poderiam acreditar no fim do telemarketing, mas ele continua sendo uma excelente ferramenta. É evidente, no entanto, o despreparo das organizações para o telemarketing, resultando em ligações em horários inconvenientes, para o público-alvo e com abordagem errados.

A maioria já recebeu uma ligação no horário do jantar ou em finais de semana, com o oferecimento de um produto que não lhe interessa ou pior, um produto o qual você já é cliente como: televisão a cabo, jornais, etc. A ligação não é o problema, mas sim o tipo de abordagem, a forma de tratamento e do oferecimento do produto.
E as Igrejas? Elas têm usado o telemarketing corretamente?
É lamentável o fato do mau uso ou não uso do telemarketing pelas Igrejas, já que há ótimas oportunidades para a criação de campanhas diferenciadas que podem gerar relacionamento, evangelização e divulgação.
Para falar sobre o assunto, entrevistamos Mara Cristina Almeida, supervisora de Telemarketing dos Seguros União, com15 anos de experiência em Telemarketing, sendo 9 destes na supervisão da implantação de projetos de call center na área comercial.

O que é telemarketing? Como a Igreja pode se utilizar dele para evangelização, relacionamento e divulgação?

O telemarketing é tudo que se faz para conquistar e manter seus fiéis, estabelecendo-se com eles um sólido vínculo de relacionamento direto,usando-se o telefone como principal meio de comunicação, associados a outras mídias.
A igreja pode usar este canal iniciando com um trabalho de percepção nas necessidades dos fiéis membros da IGREJA e procurar, sem agredir os princípios cristãos ou os mandamentos, sem perder a ética de vista, motivá-los, satisfazê-los, e cativá-los.

Quais os erros mais comuns no uso do telemarketing na Igreja?

Entendendo que o telemarketing é ferramenta importante na comunicação, e que abre portas para a missão acolhedora da igreja, destacamos o cuidado na capacitação dos profissionais envolvidos, pois estes deverão ser muito bem treinados e informados sobre os assuntos da igreja e prontos a oferecer apoio ajustados às necessidades e interesses de seus fiéis.
Destacamos um erro comum ao nos depararmos com atendimentos sem nenhum critério de abordagem, destoando totalmente do foco do contato.

Qual o roteiro que deve ser seguido pelo operador de telemarketing? Ele deve conter a abordagem, identificação, motivo da ligação, sondagem (perguntas abertas e fechadas), fechamento (instrução do que o operador vai fazer e do que a pessoa que recebeu a ligação deverá fazer)?

O "script" ou roteiro não é um discurso técnico. Ele pode atender as necessidades mais precisas, que serão direcionadas por um vocabulário mais apurado, mas acima de tudo, é uma conversa entre duas pessoas e deve fluir com naturalidade. O roteiro bem elaborado garante uma comunicação eficiente, objetiva, clara e personalizada. (Veja um roteiro simples em nossa seção de download)

O ponto principal a ser desenvolvido no script é o motivo da ligação, ou seja, qual o objetivo da campanha, público-alvo, norteados de acordo com a missão e planejamento da igreja.

Quais as campanhas que podem ser realizadas pelo telemarketing?

Agendamento de aconselhamento, boas-vindas aos novos membros batizados e visitantes, comunicação de assembléias do corpo ministerial, acompanhamento e auxilio a membros em formação, apoio espiritual aberto a visitantes, atualização de cadastros, pedidos de oração, entre outras.

Quais os passos que devem ser dados para uma excelente campanha de telemarketing ou deste retorno telefônico para membros e visitantes?

Para que se tenha êxito nas campanhas é necessário que as mesmas estejam interligadas ao planejamento da igreja segundo sua filosofia, primando por relacionamentos íntegros e que envolvam todos os seus frequentadores, e vão além dos limites dos cultos aos domingos.

Em sua opinião, quem deve ser o operador do telemarketing? Qual o perfil desta pessoa e quais os cuidados em sua seleção. É necessário uma profissional que supervisiona o trabalho?

Consideramos requisito imprescindível para quem quer ser um operador eficiente é o " saber ouvir com atenção" para que haja envolvimento e compartilhamento de informação, e não somente conversação.
Durante uma seleção são observadas pessoas que tenham concentração, espírito de equipe, boa comunicação e clareza.
O trabalho de telemarketing exige o acompanhamento de um profissional que supervisione as ações, direcionando, acompanhando e medindo a eficácia das mesmas.

Quais os conselhos para pastores e líderes que pensam no uso do telemarketing como viável para a Igreja?

O mercado disponibiliza inclusive a ferramenta CRM(Customer Relationship Management) que são softwares desenvolvidos para auxiliar na gestão eclesiástica seja na administração de igrejas tradicionais bem como igrejas em células.
Esta ferramenta permite a elaboração de ações de telemarketing com intuito maior de estreitar o relacionamento entre os frequentadores com Deus, ou seja, com uma visão que prioriza relacionamentos.
As ações de marketing bem sucedidas em outras religiões podem ser aproveitadas (Benchmarking). Benchmarking é a atividade de verificarmos, no ambiente onde atuamos quais as soluções que os nossos "companheiros em Cristo" encontram para atrair e fidelizar os membros e visitantes em potencial.
Desde que não se firam os princípios éticos e legais inerentes, os bons exemplos de ações bem sucedidas em outras religiões, podem e devem ser aproveitados e, se necessário adaptados.

Baixe AQUI o arquivo com o  Script para Campanha de Telemarketing

Reprodução autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e a fonte como:http://www.institutojetro.com/ e comunicada sua utilização através do e-mail artigos@institutojetro.com

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Tornando-se bilíngue



Nele vivemos, e nos movemos, e existimos, como alguns dos vossos poetas têm dito: Porque dele também somos geração. —Atos 17:28

É possível — numa sociedade que parece cada vez mais indiferente ao evangelho — comunicar as boas- -novas às pessoas que não compartilham a nossa fé?

Uma maneira de conectar-se às pessoas não familiarizadas com as coisas de Cristo é tornar-se culturalmente “bilíngue”. Fazemos isso comunicando-nos de maneiras com as quais as pessoas possam identificar-se facilmente. Conhecer e discutir sobre música, filmes, esportes e televisão, por exemplo, podem proporcionar tal oportunidade. Se as pessoas nos ouvirem “falar seu idioma”, sem endossar ou perdoar a mídia ou os eventos aos quais nos referimos, isso pode abrir a porta para compartilharmos a sempre atual mensagem de Cristo.

Paulo nos deu um exemplo disto em Atos 17. Em visita ao Areópago em Atenas, ele falou a uma cultura fortemente secular citando poetas pagãos gregos como um ponto de referência para os valores espirituais que ele desejava comunicar. E disse: “Nele vivemos, e nos movemos, e existimos, como alguns dos vossos poetas têm dito: Porque dele também somos geração” (Atos 17:28). Assim como Paulo se dirigiu àquela cultura conhecendo o que eles liam, também podemos ter maior impacto para o evangelho repassando-o às pessoas de maneira que possam abraçar facilmente.

Você está tentando alcançar um vizinho ou colega de trabalho com o evangelho? Tente tornar-se bilíngue.

Bill Crowder
Fonte: http://ministeriosrbc.org

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

O COMBATE À CORRUPÇÃO NO BRASIL: UMA QUESTÃO DE FÉ, HONRA E CIDADANIA


Pr. Maurício Price

‘’De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.’’ Rui Barbosa

Recentemente, o Brasil foi mobilizado ainda que superficialmente por um movimento de protesto civil contra a corrupção, sendo o maior deles em Brasília. Em outras cidades, como no Rio de Janeiro, a manifestação de protesto foi bem modesta. Apenas 2,5 mil pessoas compareceram no ato de protesto – a maioria motivada por outras questões – sem qualquer comparação com os manifestos populares já realizados no Chile, na Europa, nos Estados Unidos e até no mundo árabe, onde se vê uma mobilização muito maior e mais representativa da população envolvida nas questões políticas que definem os rumos de uma nação. Pense nisso.
Diferentemente, em terras brasileiras quando se fala em samba, rock, futebol, pagode e outras diversões e entretenimentos, vemos que os brasileiros são em sua maioria muito mais interessados. Por exemplo, shows musicais até mesmo do segmento ‘’gospel’’ conseguem mobilizar uma ‘’massa’’ muito mais significativa da população em torno de uma causa ou evento e seus ídolos. Na festa da passagem de ano entre 1994 e 1995, o roqueiro inglês Rod Stewart se apresentou para mais de 3,5 milhões de pessoas na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Entretanto, quando a população carioca é convocada para se manifestar publicamente contra a ‘’praga’’ da corrupção que assola o país, notamos que o povo da ‘’Cidade Maravilhosa’’, bem como o restante do país, anda desacreditado, descrente e por que não dizer ‘’acostumado’’ com toda ‘’malignidade sistêmica’’ que atualmente domina praticamente todas as esferas do Poder em nossa nação. O Executivo, o Legislativo e o Judiciário estão em ‘’crise’’. Isso mesmo! Essa ‘’crise’’ acima de tudo é moral.
Aliás, o mundo está em plena decadência moral, e no Brasil não é diferente. Apesar de sermos conhecidos mundialmente como um país de maioria “cristã”, o Brasil tem sido palco ultimamente de grandes conquistas, mas também de intensas crises, principalmente na esfera moral tanto do seu povo, quanto na vida de seus líderes e governantes. Os desvios morais e éticos são cada vez mais freqüentes principalmente na vida daqueles que deveriam ser exemplo para o povo do nosso imenso e amado Brasil. Inserido nesse cenário, nós cidadãos, religiosos e não religiosos, estamos acompanhando um momento crítico em nosso país: a institucionalização da corrupção no Brasil. Diariamente, acompanhamos diversas notícias na mídia que evidenciam que essa “praga” tem contaminado todas as esferas do Poder Público e Privado. A população anda descrente. A impunidade tem desanimado os mais esperançosos por um Brasil de todos e para todos. Pergunto-lhe: qual será o futuro moral da nossa nação?
Uma pesquisa feita por um economista da Fundação Getúlio Vargas, Marcos Fernandes da Silva, reunindo dados de investigações da Controladoria Geral da União, da Polícia Federal e do Tribunal de Contas da União, revelou que pelo menos o valor equivalente à economia da Bolívia foi desviada dos cofres do governo federal em sete anos, de 2002 à 2008. Cerca de R$ 40 bilhões foram perdidos com a corrupção, sendo este valor subestimado pois não foi considerado os desvios em Estados e municípios, que possuem orçamentos próprios. São R$ 6 bilhões por ano que deixam de serem aplicados na provisão de serviços públicos essenciais como saúde, saneamento e educação. Com esse volume de recursos seria possível aumentar em 23% o número de famílias beneficiadas pelo Bolsa Família – hoje quase 13 milhões. Ou ainda reduzir à metade de casas sem saneamento – no total, cerca de 25 milhões de moradias. Creia, meu amigo(a), que a corrupção mata nesse país! Essa “praga” tem causado estragos inestimáveis em nossa população já tão sofrida. Pense nisso.
Segundo o sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi, Marcos Coimbra, uma das razões que explicam a baixa adesão popular aos protestos anticorrupção no Brasil é o lugar que o tema ocupa na hierarquia dos problemas sociais. Em pesquisa realizada pela Vox Populi, foi pedido aos entrevistados que dissessem quais os três principais problemas do país( em pergunta espontânea, i.e. sem exibir lista). Como mais grave, a corrupção foi citada por 5% dos ouvidos e ficou em sexto lugar.Ou seja, não é uma preocupação central e atual para muita gente, inclusive para grande parte da Igreja Brasileira.
Meu amado(a), estamos às vésperas de um colapso moral em nosso país. E não adianta só orar; é preciso agir. Precisamos enquanto Igreja de Cristo nessa nação exercer a autoridade que nos foi confiada pelo Senhor Jesus, sendo uma voz profética denunciando todo mau e todo tipo de pecado que afronta ao próprio Deus e ameaça à vida e à dignidade humana. É hora de toda a Igreja de Cristo orar, agir e reagir contra essa “praga” da corrupção que contamina o país, pois é “....a Igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade”(1Tm3.15) é uma voz profética contra toda manifestação do pecado, inclusive contra a corrupção e seus agentes malignos. Desperta Igreja! Reage Brasil! Pois, assim diz o nosso Senhor:‘’ Sai dela, povo meu, para que não sejas participantes dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas, porque já os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou das iniqüidades dela.’’(Ap 18.4-5). Ele espera por você!

No amor de Cristo, Pastor Mauricio Price



*Missionário e médico. Presidente do Diretório Estadual no RJ e Conselheiro Nacional da Sociedade Bíblica do Brasil(SBB). Membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil(AELB). Coordenador Geral da Capelania Evangélica Universitária na UERJ. Oficial Médico da Marinha do Brasil. Escritor, radialista e apresentador do Programa Aviva Gospel todos os sábados às 21h na 93FM. www.mprice.com.br / mauricioprice@gmail.com

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

FOMOS PLANEJADOS - E-book disponível para leitura online


Assunto: Criacionismo x Evolucionismo

MNE

O Professor Marcos Eberlin, da UNICAMP, disponibilizou para leitura online seu excelente livro Fomos Planejados, onde o autor debate o tema do Criacionismo e do Design Inteligente. Leitura recomendada!
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Acesse o livro: Fomos Planejados

President IMSF, Vice-President BrMASS
Coordinator ThoMSon Mass Spectrometry Laboratory
Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP Instituto de Química
University of Campinas - UNICAMP, Institute of Chemistry

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

A estrutura maligna no desvio de nossos jovens

O presente artigo é parte do material de preparação dos facilitadores que atuarão no #PACI12 – PACIFICADORES, a escola da AMME Evangelizar de liderança para adolescentes e jovens evangélicos, que na presente edição fará o enfrentamento do desvio. O artigo procura descrever o cenário da atuação malígna no desvio (nossa luta não é contra a carne).

Uma inaceitável taxa de desvio diminui a contribuição que adolescentes e jovens poderiam dar para o estabelecimento da Igreja. No que se refere especialmente aos adolescentes e jovens, o relatório SUPER20, conjunto de dados sobre o crescimento da Igreja, demonstrou que 77% da Igreja Evangélica hoje assentada em nossos bancos foi formada por pessoas que se converteram até os 24 anos de idade. Nesse grupo de idades de 20 anos os adolescentes entre 11 e 17 anos tem a maior representatividade. Então não é novidade que o inimigo tenha organizado uma estrutura para seduzir, cativar e destruir essa parte importante da Igreja.
O relatório SUPER20 demonstrou que, dos crentes que se converteram quando crianças, adolescentes ou jovens e estão na igreja hoje, 27% se desviou e passou anos fora, durante os quais sofreram consequências do pecado que diminuiram sua capacidade e possibilidade de serem usados por Deus. A maior porcentagem nesse grupo foi a de adolescentes. Esses dados se referem apenas aos que se desviaram e retornaram. Embora não haja dados confiáveis sobre o total de desviados, é possível supor que o número dos que nunca retornaram seja bem maior.
Um dos aspectos do desvio apareceu em outra pesquisa realizada pela AMME: o crescente número de cristãos evangélicos nominais entre crianças, adolescentes e jovens. Em julho de 2011 a AMME Evangelizar concluiu e publicou, em inglês, um relatório de pesquisa realizada com 780 pessoas, crianças, adolescentes e jovens na maioria, em quinze cidades das três regiões mais populosas do país e constatou que 17,11% dos evangélicos entrevistados se declararam não praticantes. Esse número pode ser comparado ao dos ‘sem vínculo institucional’ no “Novo Mapa das Religiões” (Neri 2011), publicado dois meses depois do relatório da AMME e referente a adultos. Conforme Marcelo Neri e sua equipe, os evangélicos ‘sem igreja’ são 14%.
No trabalho com o grande número de adolescentes e jovens afetados de alguma forma por esses altos índices de desvio, é preciso identificar se eles se desviaram da Igreja ou da fé. Considerando essas duas possibilidades, ainda é possível identificar quatro categorias de desvio:
a) Hipocrisia – esses são os desviados dentro da igreja, aqueles que frequentam os cultos mas não vivem de acordo com a fé e ainda corrompem a outros. As pesquisas recentes falam do crescimento do sexo fora do casamento entre jovens na igreja, diminui a idade da primeira experiência sexual. Ouve-se também ques se torna comum a prática do homossexualismo e da pornografia. Vícios como a mentira e a violência de todos os tipos fazem parte do cotidiano desses crentes.
b) Afastamento – esses são os evangélicos não praticantes, aqueles que estão fora da igreja mas continuam se classificando como evangélicos. Não aderem a outra religião, eventualmente vão a algum culto, vivem junto a parentes envolvidos com a igreja, conservam alguns hábitos religiosos como símbolos, expressões e práticas.
c) Oposição – fazem forte oposição à fé evangélica, evidenciando escândalos, atacando práticas e lideranças até como modo de justificar seu afastamento. Podem assumir comportamentos abertamente anti-evangélicos como a promiscuidade, sensualidade, homossexualismo, violência etc. Promovem seu ataque a partir da experiência classificada como negativa: ‘eu fui evangélico, sei como é’.
d) Inversão – assumiram uma nova prática religiosa como o catolicismo, o espiritismo ou o islamismo, tanto para se distanciar do Evangelho como por se identificar com aspectos doutrinários ou práticos, i.e. reencarnação, disciplia islâmica, iconologia católica.
Além do trabalho da AMME com o programa Reconquista, há pouco trabalho específico no resgate de desviados e nenhum especializado no resgate de crianças, adolescentes e jovens. Preparando-se para oferecer opções nessa frente, a AMME reconhece que este é um trabalho triplamente dificultado: a) Por causa da natureza do adolescente – sua necessidade de individualização, seu sentimento de saber, sua vontade de poder; b) Por causa de sua experiência – o adolescente crescido na Igreja acha que conhece plenamente o cristianismo e desconfia das tentativas de lhe mostrarem algo novo; c) Por causa da Igreja – o Evangelho do ‘bem estar’ promovido atualmente pelas três principais correntes teológicas (da prosperidade, terapêutica e da libertação) formam um ‘outro evangelho’, incapaz de produzir uma conversão intensa, verdadeira e definitiva.
Há urgentes medidas corretivas, contensivas e preventiva a serem tomadas pela igreja. Mais do que resgatar adolescentes que se desviaram, a Igreja precisa urgentemente fechar as enormes brechas na muralha espiritual por onde seus membros mais jovens estão se desviando. Olhando para o cenário que temos adiante, esse não é um trabalho fácil, mas para Deus, tudo é possível, e o trabalho da AMME Evangelizar é cooperar com Deus nessa obra. Pacificadores em 2012 será um marco nessa luta. Ore por isso.

domingo, 1 de janeiro de 2012

A IGREJA E O BANHO - Porque não vou e porque não tomo




A IGREJA E O BANHO


10 razões porque não vou à Igreja
1 – Fui forçado a ir à igreja quando era criança.
2 - Pessoas que vão à igreja são hipócritas - elas acham-se mais santas que as outras.
3 - Há muitos tipos de igrejas, eu nunca saberia qual a certa.
4 - Eu costumava ir à igreja, mas tornou-se uma coisa chata.
5 - Nenhum dos meus amigos vai à igreja.
6 – Vou à igreja apenas no Natal ou na Páscoa.
7 - Começarei a ir à igreja quando ficar mais velho.
8 - Não tenho tempo.
9 – A igreja é muito fria.
10 - Os pastores estão somente atrás do meu dinheiro.


10 razões porque não tomo banho
1 – Fui forçado a tomar banho quando era criança.
2 - Pessoas que se banham são hipócritas - elas se acham mais limpas que as outras.
3 - Há muitos tipos de sabonete, eu nunca decidiria qual usar.
4 - Eu costumava tomar banho, mas tornou-se uma coisa chata.
5 - Nenhum dos meus amigos toma banho.
6 - Tomo banho apenas no Natal ou na Páscoa.
7 - Começarei a tomar banho quando ficar mais velho.
8 - Não tenho tempo.
9 - O banheiro é muito frio.
10 - Os fabricantes de sabonete estão somente atrás do meu
dinheiro.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Castelos de areia


…onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração. —Lucas 12:34

Quando nossos filhos eram crianças, minha esposa Martie e eu tirávamos férias com a família na Flórida, visitando nossos pais. Era maravilhoso estar lá no calor, para uma pausa do congelante vento de Michigan. Mal podia esperar a hora de apenas relaxar na praia com um bom livro. Mas, meus filhos tinham outras ideias. Eles queriam que eu os ajudasse a construir castelos de areia. Relutantemente, levantava-me para ajudar e, rapidamente, era totalmente envolvido pelo projeto. Antes que percebesse, já havia passado horas criando um impressionante castelo — sem pensar que era apenas uma questão de tempo até que a maré levasse embora todo o meu árduo trabalho.

Com frequência, cometemos o mesmo erro na vida, investindo muito tempo e energia construindo nossos castelos individuais e nos deleitando em nossas realizações. Pode parecer que tudo vale a pena, mas no final é inútil.

Em Lucas 12, Jesus desafiou Seus seguidores a vender suas posses e dá-las aos pobres, “…porque onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração” (v.34). Em outras palavras, a maneira como investimos nosso tempo e recursos diz muito sobre a nossa perspectiva de eternidade. Como uma antiga canção de louvor diz, “Somente uma vida, que logo passará; somente o que é feito para Cristo durará.” Portanto, o que você fez hoje que durará por toda a eternidade?

Joe Stowell 
Nosso Andar Diário - http://ministeriosrbc.org/

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Esperança nele - uma reflexão natalina

…a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel. —Isaías 7:14

Uma noite, ao voltarmos para casa após uma festa de Natal, minha família e eu nos aproximamos de uma pequena igreja rural aninhada entre brilhantes bancos de neve. À distância, pude ver sua ornamentação natalina. Cordões de luzes brancas formavam a palavra E-S-P-E-R-A-N-Ç-A em letras maiúsculas. A visão dessa palavra brilhando na escuridão lembrou-me de que Jesus é, e sempre foi, a esperança da raça humana.

Antes de Jesus nascer, as pessoas esperavam pelo Messias — Aquele que carregaria seus pecados nos ombros e intercederia por elas junto a Deus (Isaías 53:12). Elas esperavam a vinda do Messias através de uma virgem que teria um filho em Belém e o chamaria Emanuel, “Deus conosco” (7:14). Na noite em que Jesus nasceu, a esperança deles se concretizou (Lucas 2:1-14).

Embora não estejamos mais esperando por Jesus na forma de um bebê, Ele ainda é a fonte da nossa esperança. Aguardamos Sua segunda vinda (Mateus 24:30); aguardamos com expectativa o lar celestial que Ele está preparando para nós (João 14:2); e sonhamos em viver com Ele em Sua cidade celestial (1 Tessalonicenses 4:16). Como cristãos, podemos olhar para o futuro porque o bebê da manjedoura era, e ainda é, “…Cristo Jesus, nossa esperança” (1 Timóteo 1:1).


Jennifer Benson Schuldt


Fonte: http://ministeriosrbc.org

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

LUGAR: QUEM O FAZ MELHOR OU PIOR SOMOS NÓS



No mundo há lugares. Porém, em si mesmo, nenhum lugar é bom ou ruim. Ser um bom lugar ou um mal lugar depende da pessoa que o ocupa.
Por mais elevado ou por mais baixo que seja o lugar ou posição, se você é bom, esse lugar será bom, e se você é excelente, esse lugar será excelente.
Da mesmo forma, se você for mau, o lugar que você ocupar será mau, e se você for péssimo, esse lugar será péssimo.

Jesus disse certa vez que sobre a cadeira de Moisés estavam assentados os escribas e fariseus (Mt 23.2). E quem foi Moisés, e quem foram os escribas e fariseus?
Moisés foi o maior e melhor homem do seu tempo, e os escribas e fariseus foram os mais baixos e piores homens do tempo deles.

Pois se os escribas e fariseus estavam assentados na cadeira de Moisés, por que não eram como Moisés? Por que são os homens que transmitem a melhoria e a excelência aos lugares, e não os lugares aos homens.
Se você for bom, ainda que a cadeira seja dos escribas e fariseus, o seu lugar será bom. Mas se você for mau, ainda que a cadeira seja de Moisés, o seu lugar será mau.

Será que houve na terra melhor lugar que o Paraíso? Não. Haverá no universo melhor lugar que o Céu? Não.

Pois nem o Paraíso manteve bom a Adão, que era inclinado à desobediência, nem o Céu manteve bom a Lúcifer, que era inclinado à soberba. A índole de ambos era má.
Jeremias, mesmo estando preso e atolado na lama dentro de um calabouço (Jr 38.6), continuou sendo aquele mesmo homem sincero, íntegro e temente a Deus que atuara como profeta diante dos reis Josias, Jeoaquim e Zedequias (Jr 1.1-3).

Jó, mesmo assentado sobre a cinza e se coçando com um caco de telha (Jó 2.8), continou sendo o homem a quem o próprio Deus elogiara diante dos filhos de Deus e de Satanás (Jó 1.8).
O melhor lugar para se estar no mar durante uma tempestade é em um navio, e não no ventre de uma baleia. Pois Jonas foi melhor no ventre da baleia, onde orou (Jn 2.1), do que no porão do navio, onde só dormiu (Jn 1.5).

Portanto, os lugares por si mesmos não são maus nem bons, nem há lugar melhor ou pior. Entre os Doze Apóstolos, o lugar que passou a ser ocupado por Matias não tinha sido antes ocupado por Judas? (At 1.15-26).

Se você for como Judas, não se tornará um homem bom só por estar ocupando o lugar que foi de Matias; e se for como Matias, não se tornará um homem mau só por estar ocupando o lugar que foi de Judas.
Se você quer ocupar o melhor lugar entre todos, esforce-se para ser a melhor pessoa entre todas. Então o seu lugar, seja ele qual for, será também o melhor.

(Adapt. do trech. do serm. da Dom. Dec. Sext . s/d, s/l, de AntonioVieira)

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Promoção Às Margens do Quebar - Editora Ágape e blog A Tenda Na Rocha





O blog A Tenda na Rocha, de nossa amiga Wilma Rejane, estará sorteando dois exemplares do livro Ás Margens do Quebar, lançado em Novembro desse ano pela Editora Novo Século, sob o selo Editora Ágape.  O livro, já em segunda tiragem, contém 54 mensagens Bíblicas e 184 páginas.


   As visões junto ao Quebar.


Quando toda uma nação estava em cativeiro, formando um campo de mortos e feridos, Ezequiel ousou se isolar junto ao Rio Quebar para interceder e renovar os ânimos. Ali, no meio dos cativos o céu se abriu para o profeta que solitário vivenciou visões de Deus com promessa de restauração: "Junto ao Quebar ali esteve sobre ele a mão do Senhor" Ez 1: 3.

Esse relato nos convida a crer que Deus não abandona seu povo e mesmo diante de grande sofrimento Ele está  trabalhando por conversões nos corações e mudança de direção. Deus renova vida e visões "junto ao Rio Quebar".

Para participar

É só comentar no artigo da promoção (no blog A Tenda na Rocha) o  versículo:  "junto ao Rio Quebar, se abriram os céus e eu tive visões de Deus" Ez 1:1. 

Prazo

De 20 a 22 de Dezembro 2011



O livro esta à venda em todo o Brasil, através das seguintes livrarias:







sábado, 17 de dezembro de 2011

A importância do cinema na obra de evangelização

Moisés Menezes
A importância do cinema nas missões (em 3 atos)
Ato 1 – O Contexto
“O Menino e o Barco” 2Já está consagrado: mídia, TV e cinema são os instrumentos mais poderosos de comunicação que há. A musica não fica para trás, tem seu lugar especial. A TV e o cinema, no entanto, ocupam um espaço prioritário. Quase todos os dias, bilhões de pessoas no mundo todo assistem ou a um programa de TV, ou a um filme. Os cinemas ficam cada vez mais lotados – principalmente nas grandes cidades. O áudio-visual ocupa portanto o primeiro lugar em quase todos os paises. Não há dúvida de que pessoas vão ao cinema, ou alugam um filme por uma razão que vai muito mais além da diversão. Pessoas assistem a filmes porque querem que suas mentes sejam ativadas inteligentemente e estão sempre em busca de uma história que “mexa” com suas vidas. A má notícia sobre tudo isto é que nosso inimigo se apoderou desta eficientíssima arma, e nós, cristãos, ficamos muito, muito para trás!
Ato 2 – O Drama e a Trama
“O Menino e o Barco” 3Seria redundante escrever sobre os danos que filmes, principalmente os produzidos por Hollywood, têm causado em todo o globo. Basta dizer que desde os anos 30 os principais estúdios de cinema estão comprometidos em ridicularizar o cristianismo, as autoridades e a família – e eles têm tido êxito. O cinema produzido por homens e mulheres que não conhecem a Deus tem distorcido o conceito de “beleza”, que é parte da natureza de Deus e sua criação, e beleza é parte essencial da cinematografia e da história.
“O Menino e o Barco” 4Milhares de filmes são produzidos a cada ano e todos eles mostram a cosmovisão dos roteiristas, diretores e diretores de fotografia. Quase todos mostram conflitos reais da vida humana, mas sem solução ou com a solução errada. Alguns, como Quentin Tarantino, mostram uma cinematografia caótica, porque reflete sua visão, seu estilo e sua vida. Se aceitarmos então de fato que se trata de um poderoso meio de comunicação, os pensamentos, os sentimentos e as atitudes podem ser transformados para bem ou para mal. Há um estrago sendo feito, não há dúvidas, mas também cresce o número de espectadores insatisfeitos com a resposta que o cinema mundial está apresentando. Na Academia de Cineastas Cristãos, em 2005, mostraram uma Hollywood ladeira abaixo.
Ato 3 – A Solução
O filme vai chegando ao seu final e pouco a pouco o grande vilão tem sido revelado. Mas o que muita gente não sabe é que a Igreja de Cristo tem sido preparada para usar o cinema como um importante instrumento de evangelização no que pode ser o último avanço missionário na história. Uma das coisas que sabemos e que Hollywood não sabe é que temos as histórias que todos querem ver, temos verdadeiros heróis que constróem nossa fé e um Deus que é o melhor diretor, produtor e financiador em todo o universo. Diretores e produtores comprometidos com Deus estão prontos para começarem a fazer filmes que impactarão o mundo nos próximos anos. Um filme produzido por uma igreja no interior da Geór“O Menino e o Barco” 1gia, “Desafiando os Gigantes” mostra que Davi derrotou a Golias, ou seja, um filme de 100 mil dólares derrubou outras produções milionárias de Hollywood. Milhares de vidas têm sido transformadas por meio desse filme nos Estados Unidos e em outros países do mundo. Não somente o filme em si é uma ferramenta missionária, mas todo o processo de pré-produção e produção cinematográfica pode ser uma grande oportunidade para transformação de vidas.
O cinema, no nosso caso, tem aberto portas no campo missionário. Como diretor posso ter acesso a pessoas e lugares que não poderia como missionário somente. Esperamos com nossas produções poder, no mínimo, levar pessoas a conhecer Jesus por meio de todo processo que envolve fazer um filme. Esperamos aprender o que Hollywood sabe e que nós não sabemos, ou seja, fazer filmes com profissionalismo e excelência cinematográfica. Com os dois elementos, história e arte, nosso vilão será derrotado – porque, em Cristo, somos mais do que vencedores.
The End
Moisés Menezes

Missionário em Varsóvia (Polônia)Membro da Primeira Igreja Batista de Boston (EUA)

Cineasta, diretor dos filmes “My Name is Nadia” e “O Menino e o Barco” (cujas fotos ilustram este artigo)

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

O Testemunho de conversão do Mestre-Maçom Charles Finney


Charles Finney

Quando fui convertido a Cristo, eu pertencia à Loja Maçônica em Adams, Nova Iorque.
Durante as lutas da convicção do pecado pelas quais passei, eu não me lembro se a questão sobre a Maçonaria já havia ocorrido em minha mente.

Novas Visões das Práticas da Loja
Logo depois da minha conversão, entretanto, fui certa noite a uma sessão em minha Loja.
Eles, obviamente, estavam cientes de que eu me havia tornado um cristão, e os Mestres me convidaram para abrir os trabalhos da Loja com uma oração.
Eu fiz isso, e derramei o meu coração diante do Senhor, pedindo bênçãos sobre a Loja.
Observei que isso criou considerável alvoroço.
A noite passou, e no fechamento dos trabalhos da Loja me pediram para rezar novamente.
Assim procedi, e me retirei muito deprimido em espírito.
Logo descobri que eu era completamente convertido da Maçonaria para Cristo, e que eu não tinha mais simpatia com qualquer das deliberações da Loja.
Seus juramentos pareciam-me monstruosos, profanos e bárbaros.
Naquela época eu não sabia o quanto tinha sido sujeito a muitas das pretensões da Maçonaria.
Após reflexão e análise, entretanto, sob uma luta severa e fervorosa em oração, achei que não poderia permanecer com eles de modo consistente.
Minha nova vida estava instintiva e irresistivelmente resguardada de qualquer simpatia com aquilo que eu já considerava como as improdutivas obras das trevas.

Afastando-me da Membresia
Sem consultar ninguém, eu finalmente fui à Loja e pedi meu desligamento.
Minha mentalidade havia sido formada.
Retirar-me deles é um dever - esperava, se possível, com seu consentimento; sem esse consentimento, se eu precisasse.
Sobre isso não me manifestei, mas de alguma maneira tornou-se conhecido que eu havia me desligado.
Assim, eles planejaram um ágape e enviaram-me um convite, pedindo para que eu fizesse um discurso nessa ocasião.
Calmamente eu me recusei a fazê-lo, informando à comissão que eu não poderia, de maneira tranquila e em qualquer hipótese, fazer algo que pudesse mostrar a minha aprovação àquela instituição, ou simpatia para com ela;
No entanto, durante certo período de tempo e nos anos seguintes eu permaneci em silêncio, e não disse nada contra a Maçonaria, embora eu já tivesse opinião formada sobre a questão que diz respeito aos meus juramentos maçônicos, considerando-os como absolutamente nulos e sem efeito.
A partir desse momento, entretanto, nunca mais me permiti ser reconhecido como maçom, por onde quer que eu andasse.

Iniciando um Testemunho Público
Passaram-se poucos anos antes da publicação das revelações sobre a Maçonaria, pelo capitão William Morgan.
Quando esse livro foi publicado, eu lhe perguntei se ele era uma autêntica revelação sobre a Maçonaria.
Argumentei que ele ia muito além do que eu sabia sobre a Maçonaria e que, até onde eu podia lembrar, consistia numa fiel revelação dos três primeiros graus, tal qual eu mesmo os havia obtido.
Eu reconheci com sinceridade que o que havia sido publicado fora uma autêntico relato sobre a instituição, bem como uma autêntica exposição de seus juramentos, princípios e procedimentos.
Após eu ter considerado essa revelação mais profundamente, eu fui convencido de modo mais perfeito de que eu não tinha o direito de aderir àquela instituição, nem ao menos na aparência, e que eu estava vinculado, sempre que viesse a ocasião, a manifestar livremente minha opinião em relação a ela, e de renunciar aos terríveis juramentos que eu havia feito.

Juramentos Maçônicos Tomados Através da Fraude
Descobri que, ao efetuar esses juramentos, eu havia sido enganado de modo grosseiro, uma vez sendo por eles sujeito.
Eu tinha sido levado a supor que havia alguns segredos muito importantes a me serem comunicados; nisso, todavia, encontrei-me totalmente decepcionado.
Na verdade cheguei deliberadamente à conclusão de que meu juramento tinha sido tomado pela fraude e pelo engano; que a instituição não era aquilo de que eu fui informado a seu respeito e, como já tinha os meios de examiná-la mais exaustivamente, tornou-se-me cada vez mais evidente, de modo irresistível, que a Maçonaria é altamente perigosa para o Estado, e de todas as formas prejudicial para a Igreja de Cristo.

Características de um Anticristão
Ao julgar por evidências inquestionáveis, como podemos deixar de considerar a Maçonaria como uma instituição anticristã?
Podemos ver que a sua moralidade é anticristã;
Seus segredos vinculados a juramentos são anticristãos;
Sua ministração e tomada de juramentos são anticristãos,
Além de uma violação do comando positivo de Cristo;

Os juramentos maçônicos fazem com que seus membros se comprometam com algumas das atitudes mais ilegais e anticristãs possíveis:
Ocultar os crimes, uns dos outros;
Oferecerem-se mutuamente para auxílio nas dificuldades, sejam elas corretas ou incorretas;
Favorecer indevidamente a Maçonaria em ações políticas e nas questões comerciais;
Seus membros juram retaliar e perseguir os violadores dos deveres maçônicos, até a morte;
A Maçonaria não conhece misericórdia, e faz seus candidatos jurarem que suportarão vingança a violação dos deveres maçônicos, até a morte;
Seus juramentos são profanos, tomando o nome de Deus em vão;
As sanções dos seus juramentos são bárbaras, até mesmo selvagens;
Seus ensinamentos são falsos e profanos;
Seus propósitos são parciais e egoístas;
Suas cerimônias são uma mistura de infantilidade e irreverência;
Sua religião é falsa;
Eles professam a salvar os homens, sob outras condições diferentes daquelas reveladas no Evangelho de Cristo;
Ela é, em seu todo, uma enorme mentira;
É uma vigarice a obtenção de dinheiro de seus membros sob falsos pretextos;
Ela se recusa a todas as indagações, protegendo-se sob a capa do segredo vinculado a um juramento;
Trata-se de uma virtual conspiração contra ambos Igreja e Estado.

Algumas Conclusões Diretas
Ninguém, todavia, jamais se comprometeu a defender a Maçonaria dos argumentos ora expostos.
Os próprios maçons não fingem que a sua instituição, tal como revelado em livros confiáveis, e por algumas das suas próprias testemunhas, seja compatível com o Cristianismo.
Por isso, segue-se que:
Em primeiro lugar, a Igreja Cristã não deveria ter comunhão com a Maçonaria, e aqueles que aderem de modo consciente e determinado a essa instituição não têm o direito de estar na Igreja Cristã.
Eu pronuncio esta sentença de modo triste, mas solene.
Em segundo lugar, deve-se perguntar:
"O que deve ser feito com o grande número de cristãos professos que são maçons"?
Eu respondo: não há mais nada a fazer com eles.
Que fique claramente atado a suas consciências de que todos os maçons, acima dos dois primeiros graus, têm de jurar solenemente ocultar os crimes, homicídios e traição uns dos outros, exceto estes últimos de si próprio, e que todos acima do sexto grau têm conjurado abraçar a causa um do outro, e de livrá-los de qualquer dificuldade, esteja ela correta ou incorreta.
Em terceiro lugar, se forem relevados aqueles graus em que se deva jurar a perseguir até à morte aqueles que violarem seus deveres maçônicos, questionemo-nos se eles realmente têm a intenção de agir assim.
Deixe questioná-lo de modo especial, se tencionam à ajudar e amparar a ministração e a tomada de tais juramentos, se ainda pretendem suportar os ensinamentos falsos e hipócritas da Maçonaria, ou se eles pretendem suportar a profanação das suas cerimônias, bem como a parcialidade das suas práticas juramentadas. Se assim o for, certamente não deveria ser permitido o seu lugar na Igreja Cristã.
Em quarto lugar, pode um homem que alcançou, e ainda aderiu ao juramento do grau de Mestre Maçom, ocultar qualquer crime que o irmão de Grau cometeu em segredo, exceto homicídio e traição, ser um homem justo a quem se confie um cargo público, qualquer que ele seja? Ele pode ser confiável como uma testemunha, como um jurado, ou com qualquer serviço relacionado à administração da justiça?
Em quinto lugar, pode um homem que alcançou, e ainda aderiu ao juramento do Real Arco Maçônico, ser confiável para ocupar cargos públicos? Ele jura abraçar a causa de um companheiro desse Grau, quando este se envolve em qualquer situação de dificuldade, e tão logo de livrá-lo, esteja ele certo ou errado.
Ele jura ocultar seus crimes, INCLUSIVE OS DE HOMICÍDIO E TRAIÇÃO. Tal homem, amarrado por esse juramento, pode ser empossado num cargo? Ele deveria ser aceito como testemunha ou jurado quando outro maçom é parte, no caso?
Ele deveria ser empossado no cargo de juiz, ou juiz de paz, como um delegado, ou policial, oficial de justiça ou em qualquer outro cargo?

Qual é a tua resposta?
Eu apelo à tua consciência, aos olhos de Deus, para uma resposta honesta a estas três perguntas:
Existe algum homem que, sob um juramento solene de matar a todos os que violem qualquer parte dos juramentos maçônicos, se encaixe no perfil de autoridade sobre pessoas?
Maçons dessa estirpe deveriam fazer parte da irmandade na Igreja Cristã?
Você acredita que os pecados dos juramentos maçônicos serão perdoados apenas para aqueles que se arrependem, e não o fazem quanto àqueles pecados aos quais nós ainda aderimos, e cuja adesão nos torna também cúmplices dos pecados de outros homens?
"o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado";

"E qualquer que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também ele é puro" (I João 1:7b; 3:3).

Pr. Charles Finney

Fonte: Wanderley do Projeto Boas Novas