quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Arraigado no Caráter de Deus - Sobre a tradução da Bíblia


Eddie Arthur
Em uma conferência recente para líderes de tradução da Bíblia foi feita uma pergunta fascinante para o público, mais ou menos com estas palavras: ‘Quem provê nossa motivação para a tradução da Bíblia: a igreja mundial ou os grupos de povos não-alcançados?’
Esta é uma pergunta fascinante que até certo ponto reflete a história das organizações que mais se envolveram na tradução da Bíblia por todo o mundo. As Sociedades Bíblicas Unidas, em sua maior parte, foram motivadas para traduzir as Escrituras por grupos de igrejas por todo o mundo; sua tradução foi motivada pela eclesiologia.
Outras organizações, tais como a Wycliffe, foram motivadas para pôr a Bíblia (ou pelo menos o Novo Testamento) a disposição de povos que ainda não ouviram o evangelho; sua motivação é primordialmente missionária. Nos últimos anos esta distinção se erodiu progressivamente devido ao crescimento explosivo da igreja por todo o mundo; grupos que até recentemente não tinham sido alcançados agora têm igrejas florescendo que estão clamando acesso às Escrituras em sua própria língua.
Em termos pragmáticos, a tradução das Escrituras para um povo não-alcançado é um empreendimento muito diferente de traduzi-las para uma igreja já existente. O grau em que a comunidade local assumirá a responsabilidade e proverá recursos para o trabalho de tradução dependerá em grande parte de quanto a consideram importante.
Obviamente, é mais provável que uma igreja estabelecida veja a tradução da Bíblia como importante do que um grupo com um sistema de crença muito diferente. Devido a isto, pode ser mais estratégico que uma organização de tradução invista seus recursos no povo não-alcançado, porque é improvável que eles mesmos traduzam as Escrituras.
Por outro lado, a tradução da Bíblia é uma tarefa altamente técnica, e poucos povos minoritários, por mais motivados que estejam, têm a capacidade para traduzir as Escrituras por si mesmos. Não só isso, mas também uma tradução feita em cooperação com uma igreja estabelecida tem maior probabilidade de ser usada do que a produzida como esforço missionário para um povo não-alcançado. Talvez seja melhor esperar que se inicie uma igreja antes de começar a tradução. Não há respostas fáceis.
No final das contas, nossa motivação para a tradução das Escrituras não são nem as necessidades da igreja nem a dificuldade dos povos não-alcançados; ela reside no caráter e nas ações do Deus trino. Escrevi isto em um blog faz alguns meses:
... a motivação e visão para a missão começou no Cristo encarnado, irrompendo na história sem reservas, esvaziando-se a si mesmo e finalmente submetendo-se à morte em uma cruz. Assim como Cristo veio ao mundo, do mesmo modo seu povo se estende por todo o globo espalhando as Boas Novas de um Deus que traduziu a si mesmo a fim de que possamos entendê-lo. O centro destas Boas Novas é a criação de comunidades nativas redimidas que expressam o evangelho através das múltiplas culturas, todas se somando para produzir uma sinfonia de louvor ao nosso Deus. A tradução das Escrituras se encontra bem no núcleo disto. A tradução não é simplesmente uma maneira de levar a mensagem; a tradução é a mensagem.
A diversidade na unidade, encarnação e comunicação são fundamentais para a natureza de Deus, e é o caráter de Deus que provê a base para a tradução da Bíblia e expressões diferentes da fé cristã em diferentes contextos. A fé cristã não sabe nada sobre conformidade monolítica; começou em uma alegre expressão de variedade e diferença que continua diversificando-se conforme se estende pelo planeta.
Parte do resultado desta explosão de variedade é que as pessoas (sejam igrejas ou povos não- alcançados) podem entender o evangelho com clareza porque se expressa em sua própria língua. Isto se ilustra em um artigo de leitura obrigatória de Patrick Johnstone (do Operation World) titulado “A Tradução da Bíblia e o DNA Transcultural da Igreja Cristã”. Patrick demonstra com clareza como as Escrituras traduzidas foram essenciais para o crescimento da igreja cristã através dos séculos.
Entretanto, atrevendo-me a debater com um personagem tão bem conhecido, penso que ele realmente não capta a essência do assunto. Patrick fala que a igreja tem um DNA transcultural, mas não mostra como a igreja herdou este DNA da unidade na diversidade que se acha no coração da natureza de Deus. A missão não começa com a natureza da igreja, começa com a natureza de Deus. Onde os recursos são limitados, todas as organizações de tradução têm que tomar decisões quanto a comunidades às que poderão servir melhor. Entretanto, quere trabalhemos com igrejas estabelecidas ou com povos não-alcançados, a tradução da Bíblia fala de unir-se a Deus em sua grande visão para chamar diversos povos multilíngües e multiculturais para servi-lo e adorá-lo neste mundo e no vindouro. Fazemos tradução da Bíblia porque assim é o Deus a quem servimos.
Com base em um artigo intitulado, "Who do we translate the Bible for?" publicado no blog de Eddie Arthur, Kouya Chronicle.
Eddie Arthur currently serves as Executive Director of Wycliffe UK.
- See more at: http://www.wycliffe.net/resources/missiology/Bibletranslationandmission/tabid/96/Default.aspx?id=1104#sthash.hHZ8DuN6.dpuf

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Tributo à memória de Pedro Poty, primeiro mártir nativo brasileiro


Josué Sylvestre

Pesquisando sobre os primeiros mártires da fé evangélica no Brasil, entre as surpresas que a garimpagem histórica me reservou, a mais significativa foi, com certeza, a descoberta de um autóctone paraibano como protomártir brasileiro do Evangelho. Sua execução ajunta-se ao sacrifício dos huguenotes franceses Jean de Bourdel, Matthieu Verneuil, Pierre Bourdon e Jean Jacques Le Balleur (o João de Bolés), mortos no Rio de Janeiro. Os três primeiros, em 1558, sob a responsabilidade ignominiosa do "Caim da América" — Nicolau Durand de Villegaignon: o último, em 1567, por decisão do governador-geral Mem de Sá, com a participação pessoal do padre José de Anchieta, conforme pesquisa do Rev. Dr. Álvaro Reis.
 Mas o holocausto de Pedro Poty, 85 anos depois, tem um relevante diferencial. Os outros eram estrangeiros. O índio potiguara era um filho da terra.
A primeira vez que tomei conhecimento da existência e do testemunho de Pedro Poty foi através de um trabalho de muita lucidez e perseverança, organizado pelo pesquisador e escritor Álvaro Jorge Ribeiro, autor da História da Igreja Presbiteriana da Parahyba.
Ali encontrei uma preciosa — embora concisa — narrativa, com remissão creditada ao notável historiador paraibano Horácio de Almeida que, no seu livro A História da Paraíba — Volume I, conta a saga impressionante de Pedro Poty, arrimado em longas pesquisas realizadas em arquivos holandeses pelo diligente historiador pernambucano Pedro Souto Maior.

Cultura e religião - O historiador José Fernandes de Lima,
que não era protestante, descreve no seu discurso de posse no Instituto Histórico e Geográfico  da Paraíba, em solenidade ocorrida em 1971, a sequência dos episódios que envolveram e transformaram a trajetória de Pedro Poty.
1)   Poty foi levado para a Holanda, com outros companheiros, lá estudou o idioma da terra e foi instruído na doutrina da Igreja Cristã Reformada. Ficou na Europa, de 1625 a 1631.
2)    Voltou falando e escrevendo corretamente o holandês, manteve-se fiel aos seus protetores e, sobretudo, à fé evangélica, que havia adotado.
3)   Por sua cultura, coragem, fidelidade e prestígio entre os de sua gente, foi designado, pelo Supremo Comando Holandês, Regente dos Índios da Paraíba, enquanto Antonio Paraupaba liderava no Rio Grande do Norte.
4)    No curso das hostilidades entre Portugal e Holanda, recebeu várias cartas de seu primo Felipe Camarão, líder do apoio indígena aos lusitanos, que lhe encarecia adesão e prometia recompensas e prestígio se passasse para o seu lado.
Firme, leal e convicto de que estava defendendo a melhor opção para a sua gente e seu país, respondeu:
Eu me envergonho da nossa família e nação ao me ver  sendo induzido por tantas cartas vossas à traição e deslealdade, isto é, a abandonar meus legítimos chefes, dos quais tenho recebido tantos benefícios.
Na continuação de sua carta a Felipe Camarão, procurando esclarecer e justificar seu posicionamento espiritual, Por afirma com plena convicção:
Sou cristão e melhor do que vós; creio só em Cristo, sem macular a religião com a idolatria, como fazeis com a vossa.
Aprendi a religião cristã e a pratico diariamente, e se vós a tivésseis aprendido não serviríeis com os pérfidos e perjuros portugueses, que apesar das promessas do rei e de juramento feito por ele, depois de roubarem os bens dos holandeses, vêm atacar traiçoeiramente a esses e a nós mesmos; mas hão de receber o devido castigo de Deus.

Tortura e morte - O sofrimento e a execução de Pedro Poty são registrados por Fernandes de Lima, baseando-se em descrição de Antônio Paraupaba (que após a rendição dos batavos foi com eles para a Holanda, em 1654).
Diz o historiador paraibano:
Correram os tempos e em janeiro de 1654 os holandeses foram expulsos do Brasil. Em agosto desse mesmo ano, Antonio Paraupaba foi para a Holanda.
   Formulou o chefe indígena dois memoriais sobre a situação dos índios após a expulsão dos holandeses.
Em um deles, narra o martírio e o heroísmo de seu companheiro Poty, afirmando: ‘Pedro Poty, Regedor dos índios da Paraíba (da infeliz nação), tendo caído prisioneiro dos portugueses a 19 de fevereiro de 1649 na segunda batalha dos Guararapes, foi barbaramente tratado por aqueles algozes, excedendo as crueldades perpetradas para consigo, as mais desumanas que se possa imaginar. Era constantemente açoitado, sofreu todas as espécies de tormentos, foi atirado preso por cadeia de ferros nos pés e nas mãos, a uma escura enxovia, recebendo por alimento unicamente pão e água, e realizando ali mesmo durante seis longos meses as suas necessidades naturais.
Resultou daí, que, decorrido os seis meses, vendo aqueles sanguinários que de um ânimo tão firme nada se podia conseguir por meio de torturas ou promessas de honra, cargo nem fortuna, tiram-no do escuro subterrâneo onde tanto sofrera, sob o pretexto de mandá-lo à Bahia, mas cujo plano era matá-lo, cruelmente, o que depois concretizaram.

Esquecimento e resgate - Acerca da omissão da maioria dos historiadores sobre a presença marcante de Poty na fase da ocupação holandesa, Fernandes de Lima assinala:
Pedro Poty, considerado herege, apóstata, sujeito na época às penas da inquisição por aceitar uma religião repudiada pelos que defendiam a colonização portuguesa, não poderia merecer a devida consideração pelos historiadores de antanho quase sempre propensos a exaltar o poder triunfante.
Outro prestigiado historiador paraibano, Horácio de Almeida, também não-evangélico, registra:
Pedro Poty, natural da Baía da Traição, esteve na Holanda até 1631, tendo recebido aprimorada educação, tanto no conhecimento da língua, que falava e escrevia corretamente, como no da religião reformada, do qual se tornou fervoroso adepto.
Pedro Poty caiu no esquecimento duas razões (...) Ter tomado partido contra os vencedores da guerra de ocupação e ter professado uma religião que os portugueses abominavam.

Por sua vez, Souto Maior, garimpando arquivos na Holanda, encontrou documentos que comprovam indubitavelmente o destacado desempenho de Poty como líder de sua gente. Entre os papéis, há uma citação do historiador holandês Johannes de Laet, que, no seu livro Nouveau Monde, anotou ter estado várias vezes com os indígenas levados à Holanda e que eles aprenderam o holandês e a doutrina da religião cristã reformada.
Culminou Pedro Poty sua trajetória de superação das condições adversas em que nasceu e foi criado, com uma derrota? Absolutamente não. Jamais são derrotados os que lutam convictamente por um ideal legítimo que buscam atingir.
Poty foi um proclamador do Evangelho no Brasil-criança do século 17. Pioneiro da evangelização no Nordeste, foi um dos primeiros a defender a Graça transformadora do Cristo de Nazaré no território nacional.
Foi cruelmente assassinado, é verdade, mas o Jesus, ao qual ele servia com tanto entusiasmo e dedicação, asseverou certa vez: “Quem crê em mim ainda que morra, viverá.
Nas mansões da eternidade, quando se fizer chamada para o galardão das recompensas da graça e do amor de Deus, lá estará o índio Pedro Poty, nosso compatriota e nosso irmão, que, três séculos e meio depois do seu martírio, embora quase anônimo, permanece como um paradigma de coragem e de firmeza moral e espiritual.
Mas enquanto não chega esse dia, nós, evangélicos brasileiros, precisamos prestar, sem maiores delongas, um TRIBUTO À MEMÓRIADE PEDRO POTY.

Do livro Antologia - Primeira Coletânea de Textos Seletos, da Academia Evangélica de Letras do Brasil (Rio de Janeiro: AELB, 2012)


Josué Sylvestre, Membro emérito da AELB (Cadeira no 40), da qual foi Presidente no período de 2000 a 2008, é escritor, historiador e jornalista. Pertence também à Associação Nacional de Escritores (Brasília-DF), à Academia Paraibana de Letras (João Pessoa-PB) e à Academia de Letras de Capina Grande - PB 

sábado, 2 de novembro de 2013

DESCOBERTA - Lições para Descobrir a Mensagem, o Mundo e as Metas de Deus - Apostila para download

O Ministério Perspectivas Brasil (Perspectivas no Movimento Cristão Mundial) oferece para download gratuito o livrete DESCOBERTA - 6 Lições para descobrir a Mensagem, o Mundo e as Metas de Deus. Um excelente material para ampliar sua visão teológica e missiológica sobre os propósitos de Deus para o homem. 

Alguma vez você já se perguntou...

  • Afinal de contas, sobre o que a Bíblia fala?
  • Nos dias de hoje, Deus ainda age em nosso mundo?
  • A minha vida faz parte de algo maior?

    O que é DESCOBERTA?

  • É sobre o que Deus disse a Adão e Eva a respeito do que eles fizeram.
  • É sobre a promessa de Deus a Abraão.
  • É sobre o coração de Jesus.
  • É sobre o propósito da Igreja.
  • É sobre um movimento que está crescendo rapidamente em todo o mundo.
  • É sobre o coração de Deus... Sua paixão pelo conhecimento de Sua glória para cobrir a terra como as águas cobrem o mar.
  • Comece a descobrir!

    Esta série de estudos foi desenhada para que você comece a descobrir a mensagem, o mundo e as metas de Deus. Reúna-se com os seus amigos e compartilhe sobre o que você tem aprendido nessa jornada.

    Faça o Download de sua Descoberta agora. Clique aqui!


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

OS DISPARATES DENTRO DA IGREJA - David Botelho



David Botelho

O que temos visto é que parte da igreja evangélica brasileira encontra-se enfronhada nas mais incongruentes distorções teológicas. Se olharmos para o que tem acontecido em nosso meio veremos os mais diversos, surpreendentes e tremendos problemas que listamos a seguir. 

Tudo o que vemos é devido à falta de conhecimento cultural e sociológico, e da prática do livro sagrado, pois a bíblia nos diz para sermos praticantes e não apenas ouvintes. Isto quer dizer que devemos conhecer o entorno social e saber atuar sobre ele, pois temos todas as respostas para este mundo tenebroso, que é o Senhor Jesus Cristo. Esse fato é baseado na realidade triste da falta desse conhecimento, mostrada pela maioria dos pastores, que são os líderes que deveriam conduzir as ovelhas a pastos verdejantes. 

Onde perdemos nossas bíblias? Antes líamos mais a Palavra de Deus, carregávamo-la sempre conosco e com frequência a consultávamos para tomar as decisões que afetavam o nosso cotidiano. O culto doméstico em sua maioria também foi esquecido, devido às múltiplas atividades, e a bíblia tinha uma presença importante. Hoje, novelas diabólicas, reality shows, jogos, lazer e filmes têm tomado o lugar do culto doméstico. O resultado de perder a bíblia tem afetado o crescimento do cristão.
Pequenas Igrejas Grandes Negócios

Queremos compartilhar um deles que está em nosso livro, no prelo, Os inconformados, onde estão eles no século XXI. 

Um amigo, empresário bem sucedido nos negócios e pastor nos contou em 2008, com grande admiração, que um "apóstolo" de uma igreja neopentecostal, atuante na mídia, compartilhou numa reunião de pastores, em uma próspera e grande cidade no interior do estado de São Paulo, o exemplo dele. 

A mega igreja contava, na época, com 1.200 igrejas afiliadas ao ministério e que usam o nome "fantasia" da igreja sede. A realidade é que cada uma delas contribui com 10% do bruto para a igreja "mãe". Ele justifica que este custo destina-se na promoção do nome fantasia nos programas radiofônicos e televisivos que visa promover a franqueada para atrair os clientes.

Vindo da área de marketing, ele aprecia usar os termos comuns da profissão e menciona o termo que este é o método de "franquias". Ele também afirma que esse é melhor método de sucesso, por ser o menor valor de contribuição para a sede no mercado e além de que cada afiliada tem governo próprio, portanto autonomia para gerir os recursos e administração. Além de que as afiliadas são autônomas ou tem a liderança local enquanto que as demais não tem nenhuma autonomia de liderança, pois tudo é dirigido pelo presidente da sede e é similar a hierarquia romana. 

Ele ainda afirma que os demais valores cobrados, em percentagem, pelas pentecostais são absurdos. A realidade das igrejas pentecostais é que cada congregação deve contribuir com 50% a 100% das entradas para a igreja mãe. 

Alguns devem até pensar em questionar os autores como é que se pode sobreviver uma igreja ou congregação que contribui com 100% dos dízimos para a sede se ela precisa de manutenção ou ampliação? Para estes casos existe a oferta alçada, ou segunda oferta e em alguns casos até terceira oferta é retirada, específica para tal projeto. 

Outros casos mais criativos das igrejas pentecostais são os de fazerem rifas para alguns projetos de construção, compra de aparelhagem de som, sistema de ar condicionado ou um terreno para estacionamento. Este método de rifas está se popularizando em muitas dessas igrejas, pois todo ou a maioria dos dízimos vão para a igreja sede. 

Este tal líder também compartilhou outro método inédito de que orientava a cada pastor afiliado a "investir ou semear" no ministério particular deste famoso líder apóstolo a contribuição de R$ 120,00 mensais, portanto tinha um "extrinha" mensal de R$ 144.000,00 para alguns gastos pessoais. 

Quanto será o tal "extrinha" nos dias de hoje?. Será que os membros dessa tal "neo" igreja não conseguem ver tal exploração a que são submetidos e que claramente visa encher os bolsos do tal apóstolo? O mais impressionante é que alguns membros dessa tal igreja chegam ao absurdo de tatuar em seus corpos os nomes e as fotos de seus líderes. 

Este extra perfazia, na época, um total de R$ 1.728.000,00 ao ano e alguns líderes neo pentecostais até admiram da sagacidade deste líder influente e querem imitá-lo, e até propagam o tal exemplo como algo estratégico e inovador. 

Entendemos que realmente seja estratégico, mas para enriquecer o tal lobo voraz, pois o ministério apostólico tem outra finalidade e o definimos mais claramente em outra parte do livro e que não é um cargo hierárquico. Temos enfatizado neste livro e esperamos que este alerta sirva para nascer um movimento nacional da igreja séria com bons obreiros, pois muitos membros dessas igrejas não tem nenhuma ideia dessa realidade e são omissos e ou estão nessas igrejas por conveniência. 

Esse é um valor além do salário que tal apóstolo recebe da mega igreja que "pastoreia" ou, melhor dizendo "lobeia" (de lobo), criando um novo verbo para definir a atuação do tal líder. 

Quanta injustiça diante de nossos olhos, visto que temos uma tarefa gigantesca e que exige muito de cada de um nós. Temos tanto a fazer e que precisa de muito recurso econômico e sacrifício de poucos para alcançar quase 150 tribos indígenas no Brasil que não possuem nenhum obreiro evangélico. Além de que temos um grande desafio global que são os 6.400 povos não alcançados da terra, e ainda temos cerca de duas mil línguas que nada possuem traduzido da bíblia.

É devido a isso que cremos que o Senhor nos levou a escrever este livro que servirá de alerta e conscientização aos crentes verdadeiros que estão sendo explorados nessas igrejas que têm líderes exploradores, egoístas e aproveitadores da ignorância de seus liderados.

sábado, 19 de outubro de 2013

Um livro de peças de teatro evangélico grátis: Teatro Missionário – Peças teatrais e jograis sobre Missões e Evangelização para igrejas evangélicas


Em sua igreja costuma-se encenar peças ou jograis? Você costuma organizar/participar das mesmas? Pois agora poderá contar com um valioso recurso: o livro gratuito Teatro Missionário – Peças teatrais e jograis sobre Missões e Evangelização para igrejas evangélicas.

Com o objetivo de despertar e informar a Igreja sobre a urgência e necessidade de evangelizar e fazer missões, o livro é uma antologia que reúne mais de 50  textos de diversos autores, em de 246 páginas.

Organizado pelos escritores e promotores missionários Sammis Reachers (blog VeredasMissionárias) e Vilma Aparecida de Oliveira Pires (blog Celeiro Missionário), a antologia teatral está disponível tanto para você baixar quanto para ler online. Baixe e compartilhe com seus irmãos e igrejas conhecidas!

Para baixar o livro no site 4Shared (em formato PDF), CLIQUE AQUI.

Para baixar o livro no site 4Shared (em formato Word), CLIQUE AQUI.

Para leitura online ou download pelo site Scribd, CLIQUE AQUI.

*Caso tenha dificuldades em fazer o download, por favor, solicite-me o envio por e-mail: sammisreachers@ig.com.br

**Você pode e deve redistribuir (sempre gratuitamente) este livro entre seus amigos e contatos, bem como reproduzir este post/livro em seu site, blog ou outra mídia, sem necessidade de prévia autorização. Ajude-nos na divulgação!

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Resultado da Promoção do livro Vou Desistir... Não Aguento Mais

A promoção do livro Vou Desistir... Não Aguento Mais, de Wallace Sousa, chega hoje ao fim do prazo, e temos já a ganhadora: Vilma Pires.
Infelizmente não houve maior participação dos leitores. Isso nos desmotiva a realizar novas promoções, pois sem a sua interatividade, querido leitor, não há como mantermos este tipo de iniciativa.

Vilma, parabéns, e em breve o livro estará chegando em sua casa.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

'Vou Desistir... Não Aguento Mais!' Concorra a um exemplar do livro de Wallace Sousa


Quantas vezes você já pensou em desistir? Desistir de seus sonhos, das metas um dia traçadas, de sua própria caminhada?
Wallace Sousa é um homem que já teve todos os motivos para desistir. Mas em algum momento ele escolheu acreditar. Combater. Perseverar.
Neste livro, ele reúne uma seleção dos melhores textos motivacionais publicados no blog Desafiando Limites. Wallace, com sua forma despojada e amigável de narrar, convida-nos a caminhar com ele através dos problemas e reveses da vida de todos nós. E mostra o caminho para a vitória, que passa fundamentalmente por uma entrega e uma confiança radical em Cristo Jesus.
Um livro que irá lhe insuflar um novo fôlego, e lhe ajudará a vencer seus limites, quebrar suas barreiras.

Ficha Técnica:
Autor: Wallace Sousa
Editora: Fonte Editorial, SP - Setembro/2013
Páginas: 200
Classificação: Vida cristã, motivação, espiritualidade.


Valor do livro: 25,00 + 3,00 de frete. Total= 28,00
Modo de aquisição: direto com o autor em: desafiandolimites@gmail.com

*   *   *

PROMOÇÃO: Vamos sortear um exemplar do livro para os leitores do Arsenal do Crente. Para concorrer, deixe um comentário ou breve testemunho sobre alguma vitória que você obteve, lutando contra qualquer adversidade. Um testemunho sobre um momento de perseverança, de fé em Deus e em você, e de ação baseada nesta fé. No dia 14 de outubro escolheremos o melhor comentário, cujo autor receberá um exemplar do livro em sua casa. 
Não perca tempo, e boa sorte!



sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Uma rede contra a dependência química

As estatísticas sobre o uso de drogas são cada vez mais alarmantes, desde a idade que se inicia o consumo até o reflexo que isto gera na população. A dependência química é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma doença multifatorial, orgânica, incurável, progressiva e fatal. E, neste cenário, não se encontra apenas o dependente, mas sua família, amigos e, em consequência, toda a sociedade.
A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), desde sua fundação, se dedica a levar a palavra de Deus como instrumento de transformação social e integral do ser humano. Ao longo dos anos, temos constatado que a disseminação da Bíblia tem ajudado muitas pessoas que sofrem com a dependência química e com as demais questões ligadas e geradas por este problema que afeta a humanidade.
Em 2006, a SBB passou por um período de reestruturação dos projetos sociais e percebeu que cerca de 60% das organizações que solicitavam a doação de materiais bíblicos eram comunidades terapêuticas. A partir deste momento, tivemos um direcionamento específico para a questão da dependência química. Com o levantamento, constatamos também que grande parte dessas organizações eram geridas por pessoas que tiveram experiência de vida com a dependência química e, após estarem libertas, tinham como missão ajudar outras pessoas que passavam pelo mesmo problema. E muitas organizações, em sua composição, não tinham as condições mínimas de estrutura para funcionamento, e pouco ou quase nenhum recurso financeiro para se manter. No entanto, traziam muito amor e dedicação em suas ações.
Deparamo-nos, então, com dois grandes desafios: o primeiro era o de disseminar a importância da utilização da Bíblia no processo de recuperação e tratamento da dependência química; e o segundo, de contribuir de alguma forma para que as comunidades terapêuticas tivessem o mínimo de informação e conhecimento para se manterem na legalidade e ampliassem o conhecimento sobre a dependência química e formas de tratamentos. Formamos assim, em 2007, a Comunidades Terapêuticas em Rede (COMTER), que tem como objetivo geral o de “contribuir na qualidade do desenvolvimento das atividades de Comunidades Terapêuticas e organizações sociais, que trabalham no processo de prevenção e tratamento da dependência química. Promovendo informações, trocas de experiências e facilitando o estudo da bíblia entre o público envolvido nesta temática”.
A rede foi formada com a participação de dirigentes de comunidades terapêuticas e de representantes de conselhos municipais de políticas sobre drogas, e permanece ativa até hoje. Não foi uma tarefa fácil e ainda temos vários desafios para se trabalhar em rede. Tivemos – e temos, a cada dia – de nos despir de nossos mitos, conceitos, metodologias e opiniões para, juntos, trabalharmos para um único propósito, o de resgatar vidas. Nessa caminhada, tivemos itens importantes na consolidação da rede. O de contar com a participação de um grupo gestor comprometido, que não mede esforços para trazer elementos que venham ao encontro da necessidade das comunidades terapêuticas; a participação de dirigentes dessas entidades que têm a visão de que, se trabalharmos juntos, teremos mais força; uma rede de profissionais voluntários que nos assiste dando palestras e orientações sobre a dependência química; e a Bíblia Despertar, baseada nos 12 passos dos alcoólicos anônimos, um forte instrumento que traz em seu conteúdo conceitos fundamentais para a recuperação.
Nos últimos cinco anos, a SBB beneficiou com materiais bíblicos cerca de 400 comunidades terapêuticas no Brasil, promoveu 17 seminários e realizou 20 grupos de estudos com temas diversos, de interesse dessas entidades. Ainda há muito para ser feito, ainda há muitas pessoas que morrem vítimas dessa doença, ainda há famílias desesperadas que esperam a recuperação. E trabalhar em rede é um grande desafio, mas temos a certeza de que toda e qualquer ação que promova a recuperação de vidas é válida. A recuperação é difícil, um verdadeiro milagre, que nem sempre vem na hora que imaginamos e, infelizmente, muitos morrem sem alcançá-la. E talvez por isso seja comum nos perguntarem se vale a pena investir nisso. Logo corremos para a Bíblia, que nos dá a certeza de que há esperança para a recuperação. “Para uma árvore há esperança; se for cortada, brota de novo e torna a viver. Mesmo que suas raízes envelheçam, e o seu toco morra na terra, basta um pouco de água, e ela brota, soltando galhos como uma planta nova” (Jó 14.7-9).
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Emilene Oliveira Araujo é assistente social, pós-graduada em gestão de organizações do terceiro setor, mestre em Serviço Social pela PUC-SP. É gestora da COMTER (Comunidades Terapêuticas em Rede) e gerente de Projetos Sociais da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB).

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

SBB promove VIII Seminário de Ciências Bíblicas no RJ


VIII Seminário de Ciências Bíblicas no RJ 

A cidade do Rio de Janeiro (RJ) receberá pela oitava vez o tradicional Seminário de Ciências Bíblicas. Promovido pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), o evento será realizado nos dias 09 e 10 de outubro 2013, na Capela da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), no campus Maracanã. 

A iniciativa visa contribuir para a ampliação do conhecimento sobre o Livro Sagrado. Para isso, reúne palestras que abordam aspectos sobre tradução da Bíblia e sua história, bem como a aplicação dos ensinamentos do Livro Sagrado em diferentes setores sociais, na igreja, na família e na escola, entre outros. Realizados desde o ano 2000, esses encontros já alcançaram milhares de pastores, líderes cristãos, obreiros, professores de escola bíblica e seminaristas. 

A edição da capital fluminense terá dois painéis principais, além de espaço para uma sessão de perguntas e respostas. O moderador do evento será o Pastor Mauricio Price, coordenador geral do Movimento Evangélico Universitário. Na ocasião, haverá também apresentações musicais do Coral da Igreja Assembléia de Deus em Madureira e da Orquestra da UCADERJ ( União dos Corais das Assembléias de Deus do Estado do Rio de Janeiro). Haverá certificados aos participantes. Entrada franca. Inscrições no dia e local. 

Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (21) 2221-9883 (ramal 05) e 0800-727-8888. Confira, a seguir, a programação completa do evento e participe: 

09 de outubro 
Horário: Das 19h às 22h 
Tema do painel: A Bíblia no mundo digital – Elismar Vilvock 

10 de outubro 
Horário: Das 19h às 22h 
Tema do painel:   A Bíblia e o futuro da Humanidade – Henrique Araújo 

Os palestrantes e moderador 
::A Bíblia no mundo digital : Em toda a Bíblia há relatos de mensagens sendo escritas em diversos materiais e esta tem sido, por muito tempo, a melhor maneira de transmitir conhecimento de uma geração para outra. Com a descoberta do mundo digital, notou-se que aquilo que antes parecia a solução ideal, tinha seus problemas, dando início a uma nova busca, chamada de "conteúdo digital". A SBB desenvolve alguns produtos digitais, entre os quais a Biblioteca Digital da Bíblia (Libronix), Glow e webservice de textos bíblicos. 

Elismar Vilvock: É bacharel em Teologia pelo Instituto Concórdia de São Paulo e em Ciência da Computação pela UNIFIEO, Osasco (SP). Trabalha há mais de 10 anos na SBB com preparação, codificação, revisão e conversão de textos bíblicos para diversos formatos, incluindo livros digitais. Atualmente, é gerente de Desenvolvimento de Publicações Digitais.

::A Bíblia e o futuro da humanidade : Livro milenar que tem transformado culturas e nações, a Bíblia é a Palavra de Deus revelada ao homem. Como tal, ela descreve o passado, elucida o presente e profetiza o futuro. Como a Bíblia apresenta o futuro da humanidade? De que forma o conhecimento bíblico acerca do futuro pode ajudar no presente? Que fatos presentes foram preditos no passado acerca do futuro e já estão se cumprindo? Estas e outras questões serão analisadas no referido encontro.

 Henrique Araújo: Bacharel em Teologia e mestre em Ministérios Globais pelo Seminário Teológico Betel, tem licenciatura em Letras (Português-Grego) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro(UFRJ) e é mestre em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil. Doutor em Teologia pelo Trinity Theological Seminary. É escritor e professor do Seminário Teológico Betel e Seminário Teológico Moriah nas áreas de Teologia e Bíblia. 

:: Mauricio Price (moderador): Graduado em Medicina pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro(UERJ), é pós-graduado em Clínica Médica, Medicina do Trabalho e Medicina Hiperbárica. Fez Mestrado em Ministérios Globais pelo Seminário Teológico Betel, estudou Teologia no Instituto Bíblico Ebenézer, ambos no RJ. Presidente do Diretório Estadual no Rio de Janeiro(2009-2013) e Conselheiro Nacional da SBB, é membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil e coordenador geral do Movimento Evangélico Universitário. É também radialista, evangelista e escritor.  

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Congresso Brasileiro de Grupos Específicos e Missões Urbanas


Nos dias 4 e 6 de outubro será realizado o Congresso Brasileiro de Grupos Específicos e Missões Urbanas, na Igreja Batista Central em Paulínia (SP). Abordagem a profissionais do sexo, população de rua e ministério prisional são os temas das oficinas que serão ministradas pelas missionária Raineire Godoy, Pr. Humberto Machado e pelos pastores Celso Godoy e Luís Carlos Magalhães. O missionário Leandro Poçam também estará presente e fará apresentações de hip hop.  As inscrições serão feitas no local.

Facebook do evento: http://www.facebook.com/events/163522510476080

sábado, 14 de setembro de 2013

Aprenda a usar o Facebook para alcançar os povos não alcançados

Usando o Facebook para chegar aos Povos Não Alcançados

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Sobre o crescimento e a saúde da Igreja


Sobre o crescimento e a saúde da Igreja


Aos pastores do rebanho de Cristo Jesus, alegria e paz no Senhor, seu e meu. Permitam-me como servo dedicado à saúde e ao crescimento da Igreja. As informações que compartilho a seguir são de seu interesse.


Convido os irmãos a fazerem essa experiência, peçam para levantarem a mão os crentes em suas igrejas que se converteram com vinte e quatro anos ou menos. Para igrejas que não forem uma rara exceção, vocês verão três de cada quatro crentes levantarem a mão, 77% do total (SUPER20*). Três quartos de todos os nossos cristãos evangélicos se converteram no primeiro quarto da vida, por isso uma igreja saudável deve dar especial atenção à evangelização e ao pastoreio de crianças, adolescentes e jovens.

Os adolescentes, as pessoas de onze a dezessete anos, formam o maior grupo de conversão com 32,71% do total. Um terço de todos os crentes brasileiros atuantes em nossas igrejas se converteu enquanto era adolescente. Esse número poderia ser ainda maior se o descuido e a falta de estrutura não tivesse permitido tanto desvio.
Levando em conta essa realidade, venho dedicando especial atenção a ajudar pastores e líderes a melhorarem a evangelização para pessoas nesses vinte anos em que estão mais abertas a receber e a pregar o Evangelho (4 a 24 anos). Através de programas desenvolvidos na AMME Evangelizar e no ministério Salva Vidas temos alcançado milhões de crianças, adolescentes e jovens junto com igrejas de todo o Brasil.
Agora quero lhes apresentar mais um recurso, a Ferramenta de Avaliação do Ministério de Adolescentes. Esse questionário com 7 temas, 21 quesitos, permitará aos irmãos avaliar a eficiência do ministério dos adolescentes e identificar pontos para melhoria. O objetivo é envolver mais adolescentes como alvos e como agentes da evangelização, garantindo o crescimento e a saúde da igreja.

Essa ferramenta está disponível no grupo Melhor Escolha no Facebook. Após se inscrever em www.fb.com/groups/melhorescolha o irmão poderá fazer o download na pasta arquivos. Se tiver alguma dificuldade, escreva paraatendimento@salvavidas.biz e minha equipe lhe dará a assistência necessária.

Seu para fazermos o que Jesus ordenou,
José Bernardo

sábado, 31 de agosto de 2013

Congressos da APEC pelo Brasil - Aliança Pró Evangelização de Crianças

CONGRESSO NACIONAL da APEC, nos dias 27 de novembro a 01 de dezembro em Águas de Lindóia - SP


SIMPÓSIO da APEC, no dia 26 de outubro, em Presidente Prudente - SP


SIMPÓSIO da APEC, nos dias 04 e 05 de outubro, em Manhuaçu - MG


SIMPÓSIO da APEC, no dia 14 de setembro, em Mogi das Cruzes - SP


SIMPÓSIO da APEC, nos dias 13 a 15 de setembro, em Fortaleza - CE


SIMPÓSIO da APEC , nos dias 6 a 8 de setembro, no Rio de Janeiro