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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Breve palavra sobre liderança - Ronaldo Lidório


Alguns conceitos gerais e posturas na formação de líderes

1.    Faça uma clara diferença entre problemas e conflitos.

-    Problemas são disfunções na estrutura ou dinâmica do grupo. Seja rápido e objetivo na intervenção.
-    Conflitos são disfunções nos relacionamentos. Permita que passem pelo ciclo platônico da insatisfação / inconformação / respeito / tolerância / amor. Seja apenas um pacificador e moderador.

2.    Avalie um possível líder de acordo com a capacidade de resolver problemas e solucionar conflitos. Se necessário gere situações em que os conflitos se tornem mais evidentes para que todos pratiquem solucioná-los.

3.    Não confronte tudo. Confronte o prioritário e não parta para o próximo capítulo até que o presente tenha sofrido mudanças positivas.

4.    Mantenha em mente que investir em pessoas é uma ação de médio e longo prazo. Não espere mudanças instantâneas.

5.    Tenha em mente a visão geral e os poucos elementos não negociáveis. Sobre estes, seja sempre claro e esteja pronto para defendê-los.

6.    Desenvolva amigos na equipe que tenham liberdade para lhe apontar o erro.

7.    Não procure agradar em tudo. Admita que outros possam não gostar de seu estilo e posições. Porém não seja desagradável em seu testemunho e integridade.

8.    Procure não atrapalhar.

9.    Pondere sobre o custo/benefício entre a instituição e as pessoas. Em alguns casos permita que a primeira sofra por algum tempo a fim de que a segunda cresça.

10.    Enfraqueça sua liderança em momentos tranquilos a fim de que novas lideranças surjam.

11.    Fortaleça sua liderança em momentos de crises para que o essencial seja mantido.

12.    Leve a equipe a pagar preços pastorais, investindo em pessoas, para que o caráter de todos seja forjado de acordo com o amor e não apenas justiça.

13.    Procure ser um exemplo em três areas principais: tolerância, iniciativa e amor.

14.    Trate cada membro de acordo com seu perfil e habilidade. Não compare nem as pessoas nem as habilidades e sobretudo o potencial.

15.    Descubra o potencial da equipe dando-lhes atividades desafiadoras, fora de sua visível area de ação, que demande domínio próprio ou grande grau de maturidade.

16.    Sua missão em relação à instituição é ser um coordenador e facilitador, para que todos possam produzir o máximo dentro de suas habiidades e dons, e que o alvos gerados sejam concluídos.

17.    Sua missão em relação às pessoas é ser um investidor, para que daqui a 2 anos sejam melhores homens e mulheres do que eram.

18.    Invista em pessoas para a vida e não simplesmente para o tempo de atuação na instituição ou equipe.

19.    Não terceirize o pastoreio. Não permita mobilização de grupos contra um indivíduo. 

20.    Defenda o fraco para que não se quebre. Gere oportunidades para que se fortaleça.

21.    Identifique em sua equipe aqueles que a) tem um espírito ensinável; b) seja um simplificador de problemas; c) tenha caráter íntegro. 

22.    Mantenha-se perto de todos, mas especialmente dos novos e dos enfraquecidos.

23.    Caso a equipe não o pastoreie como líder, procure gerar o contexto para tal através da amizade. Caso isto não aconteça facilite o pastoreio com amigos de fora do grupo. Não deixe de prestar contas a alguém.

24.    Não instrua abusivamente. Permita que cada um desenvolva seu conhecimento e experiência.

25.    Prepare a equipe para funcionar bem com pouca liderança.


Do livro Liderança e Integridade

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Evangelização de Grupos Específicos




Definição

Podemos definir como grupos específicos: viciados em drogas, alcoólatras, homossexuais, prostitutas e marginais.

Removendo os preconceitos

Para evangelizar viciados em drogas, alcoólatras, homossexuais, prostitutas e outros, temos que vencer preconceitos, não só para a fase da evangelização, como para a fase da integração dos que se converterem.
Geralmente, o crente, em alguns casos por falta de treinamento, tem a tendência de evitar pessoas que vivem na prática de certos pecados socialmente condenáveis.
Todos procuram evitar os viciados, até mesmo por receio de serem influenciados ou até de serem apanhados pelas autoridades.
Em alguns casos, podemos chamar essa reação de preconceito. Em outros casos, temor. Até certo ponto, isto é justificável, mas não totalmente. Pelo menos o evangelista tem que pagar o preço e entender que tais pessoas estão na lista dos pecadores que Jesus Cristo veio "buscar e salvar" (Lucas 19:10).
Mas o problema não tem que ser encarado só pelo evangelista. Ele é de toda comunidade evangélica e eclesiástica. E o que é mais sério ainda, quando um ex-viciado ou qualquer outro tipo dessa classificação, depois de integrado a igreja, comete um escândalo, todos procuram livrar-se dele.
Para encararmos a evangelização dessas pessoas, temos que reformular nossos conceitos sobre pecado, salvação e vida cristã. Temos que entender que certos pecadores enfrentam mais dificuldades de se recuperarem do que outros. Assim são os viciados, que são portadores de dependências e precisam de amor e compreensão. A comunidade e o povo em geral precisam saber que uma igreja evangélica seja ela de que denominação for, não é uma comunidade perfeita. Mas todos somos pecadores recuperados ou em processo de recuperação.
Às vezes, ficamos querendo dar atenção à sociedade e descuidamos das almas preciosas que precisam ser salvas.
Nas instituições de internamento, a recuperação deles é trabalhada, realmente, com o evangelho. Há reuniões todos os dias e a mensagem da palavra de Deus é o remédio de cada dia. No entanto, nossas igrejas geralmente realizam poucos cultos na semana e o irmão ex-viciado fica sem atividade e isto é muito perigoso para sua vida cristã que não raro, tem que lutar com cicatrizes de feridas recentes.
Além disso, esses novos crentes precisam ser acompanhados com amor e compreensão. Eles não podem sentir-se marginalizados ou rejeitados ou tratados com desconfiança.
Precisamos conviver com eles sem temor e sem receios. Eles não são diferentes de nós mesmos, que também fomos resgatados dos nossos pecados.

Contexto de abordagem

Quando abordar pessoas dessa classe? Onde abordá-los? Como abordá-los? Aqui temos que trabalhar com duas possibilidades ou etapas.

Na primeira etapa, pessoas dessa classe poderão ser abordados no contexto comum da comunidade. Pode ser na rua, numa loja, numa escola ou até mesmo em uma crise em que sejam alcançadas, eventualmente, pelo evangelista.
A segunda etapa seria numa entidade de internamento. Pode ocorrer que comece aqui o trabalho de evangelização. Para essas entidades são levadas pessoas já evangelizadas e convertidas e pessoas ainda não evangelizadas.

Abordagem das entidades de internamento

1º - Problemas já conhecidos

Nessa etapa, a coisa é diferente de uma abordagem comum. Aqui cada um já é conhecido pelo seu problema: se homossexual, ou se é viciado ou se é prostituta e outros.

2º - Ambiente de atividade

As instituições geralmente têm atividades programadas para o dia todo. Atividades físicas, mentais e espirituais. Nisso se incluem: trabalhos manuais e braçais; jogos de Inteligência e cultos. Tudo é feito num clima de liberdade, em que os internos aceitam voluntariamente as tarefas.

3º - Tratamento enérgico dos problemas

No ambiente deve haver muita franqueza, muito amor, mas muita energia. Há proibições para que sejam afastados da pessoa fatores que lembrem o seu vício. Ele participará de atividades físicas, mentais e aprendizado para sublimar sua situação.


4º - O remédio é a Bíblia

Dificilmente essas entidades fazem uso de remédio, o que só poderá acontecer em situações excepcionais de crise. Mas aqui a Bíblia funciona poderosamente. E a Bíblia aplicada é vida.
Quando começamos a entrar nesse campo, constatamos, com mais entusiasmo, que a bíblia, realmente, tem solução para todos problemas.

5º - Evangelização aberta e constante

Ninguém é obrigado, mas o plano da salvação é constantemente colocado para as pessoas nos cultos. As pessoas não são coagidas, mas fica sempre claro para elas que só Jesus pode mudar a situação delas, pelo poder do Espírito Santo. Foi isso mesmo que Jesus veio fazer neste mundo.

6º - O plano da salvação

O plano da salvação é o mesmo para qualquer tipo de pecador.

7º - O conceito de pecado e linguagem apropriado

Dos muitos conceitos segundo os originais bíblicos, dois são importantíssimos. O primeiro é que "pecar" é “errar o alvo". O ser humano, ao desobedecer às ordens de Deus, errou o alvo, o objetivo para o qual foi criado. O segundo conceito é que pecar é transgredir, é ultrapassar a cerca.
A vontade é controlada pela compreensão, mas a compreensão é afetada pela nossa mente. Como arrependimento é mudança de mente, operada pelo Espírito Santo por permissão da pessoa, ela tem que ser levada ao arrependimento para mudar a compreensão e controlar a vontade.

8º - O esquema da conversão

Tudo isso redunda na conversão genuína do pecador. A conversão ocorrerá com o pecador desde que, ouvindo a mensagem do Evangelho, resolva crer em Jesus como Senhor pessoal. Para pessoas em tais condições a compreensão do assunto ajuda no trabalho de recuperação, por isso o evangelista deve ser e estar preparado.

9º - A certeza da salvação

Acima de tudo, as pessoas que se convertem, devem ser trabalhadas no sentido de entenderem que estão salvos por Cristo. A pessoa poderá ter recaídas, mas isso não quer dizer nada. Ela pode se recuperar. E quanto mais firme for essa certeza, menos probabilidade terá de recaídas.

Integração

A integração dessas pessoas assume alguns aspectos especiais. Além das regras normais para integração de novos crentes, precisamos atentar para os seguintes pontos:

1º- A preparação da igreja

As igrejas nem sempre estão preparadas para receber pessoas egressos das drogas, da prostituição, do homossexualismo e do alcoolismo. Assim, a igreja deve ser preparada. A integração neste caso começa com a igreja.

2º - A preparação do novo crente

O novo crente desta área também deve ser preparado. Ele tem que estar consciente do fato de que vai entrar num ambiente especial. Os pecadores convertidos são todo ex-pecadores perdidos e devem estar preparados para mudar. Mudança é a palavra de ordem ao longo de toda nossa jornada cristã. Quem não aceita a mudança é porque ainda não se converteu, de fato.

3º - Tratamento das causas dos problemas

Uma das dificuldades da integração de pessoas nesta área são recaídas. Muitas delas, depois de estarem ligadas a igreja, voltam a cair no pecado em que viveu antes.


O Evangelista

O evangelista habilidoso terá que ouvir constantemente a história de vida dessas pessoas. É um longo e cansativo trabalho, até que chegue a origem do problema, e a partir daí trabalhar para remover as causas.

Causas

Os viciados tinham problemas familiares: falta de carinho ou carinho de mais; em alguns casos, eram rejeitados; em outros, eram filhos de casais separados, e daí enveredaram-se pelo mundo da droga para fugir da dura realidade da vida.
As prostitutas, muitas delas, caíram nesse tipo de pecado por razões econômicas. É possível ter havido outras causas, até mesmo drogas, mas, em geral, as razões econômicas costumam ser a principal causa.
Os homossexuais de um modo geral chegaram a situação por má educação. Alguns foram presos demais, tendo sempre que viver com meninas e nunca com meninos. Outros, sem qualquer vigilância dos pais, foram explorados por meninos mais fortes na escola ou pela comunidade, e tiveram que acomodar essas pressões de outrem para relações sexuais. E por não ter diálogo em casa, nunca revelaram nada aos pais. Existem alguns casos patológicos e orgânicos, mas não são muitos, segundo os melhores especialistas.
Os alcoólatras estão incluídos nas classificações gerais dos viciados. Muitos deles se refugiaram na bebida para fugir de problemas familiares, problemas financeiros, decepções, frustrações, desastres econômicos, etc.
O evangelista muitas vezes, terá que se envolver em um trabalho com familiares. E será sempre bom ouvir familiares.
O trabalho será não só de tentar remover a causa ou afastá-la da pessoa, como também preparar a pessoa mentalmente para superá-la. A vida de fé em Cristo é o melhor remédio para esse tipo de problema.
Deverá, portanto, haver um acompanhamento programado e intenso.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Capacite toda a sua igreja para a evangelização com as Oficinas da AMME


Nós da AMME Evangelizar cremos que a missão da Igreja é ir por todo o mundo e pregar o Evangelho a cada criatura. Cremos que isso não é tarefa para alguns crentes em particular ou mesmo para um pequeno grupo. Todo crente, em todo mundo, pregando todo o Evangelho a Toda criatura, essa é a nossa missão bíblica. Por isso nós existimos, para ajudar as igrejas evangélicas brasileiras a cumprir sua missão bíblica de evangelizar todo mundo. Um dos meios para ajudarmos são as nossas oficinas.
Treinamentos dinâmicos e bem práticos, as oficinas tem de 6 a 8 horas de duração divididas em dois períodos, um de laboratório com o treinamento em classe e outro de campo, com os crentes treinados exercitando o que aprenderam em situações reais de evangelização. As oficinas motivam, treinam e oferecem material para as igrejas continuarem o trabalho de evangelização. Atualmente, quatro oficinas estão disponíveis, escolha a que sua igreja necessita e entre em contato com nossos missionários pelo telefone (11) 4428 3222 ou pelo e-mail portal@ammeevangelizar.org.
Conheça as oficinas da AMME (clique nos títulos)
Oficina +amigos – Evangelização pessoal e discipulado básico
Oficina Circuito Áquila – Evangelização de crianças
Oficina Vivência bíblica – Evangelização de adolescentes e jovens
Oficina Acende a Luz – Evangelização pessoal

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Evangelizando adeptos da Nova Era


Matheus Loures


A partir dos anos 60 acompanhamos o crescimento do movimento new-age (nova era). Este movimento é extremamente complexo e possui fronteiras muito fluidas, isso vem estabelecendo um grande desafio para sociólogos e antropólogos que estudam o tema. Esse neo-esoterismo é caracterizado pelo resgate do paganismo antigo, bem como do xamanismo indígena, mesclado-os com o panteísmo oriental¹. Seus seguidores tendem a peregrinar pelas várias opções religiosas retendo aquilo que lhes agrada. É um movimento marcado pela máxima “definir é limitar” dando prioridade àquilo que se pode sentir internamente. Apesar de estar bem presente nos grandes centros, existe todo um circuito new-age pelos interiores do Brasil, passando por cidades como Alto Paraíso (GO), São Thomé das Letras (MG) e o Vale do Capão (em Palmeiras, na Bahia), que recebem místicos de todo o mundo. Geralmente, esotéricos tem uma grande resistência com o cristianismo por considerá-lo muito institucional e exclusivista.²


Tendo lido isso talvez você se faça a pergunta: como posso fazer conhecida a mensagem do evangelho a este grupo? Baseado em nossa experiência no campo missionário, listarei 5 pontos que julgo muito importantes: 



1-Exerça um cristianismo integral e engajado: Embora moldados por cosmovisões bem diferentes a ideia de um evangelho (e missão) integral possui muitos pontos de contato com a busca por uma “espiritualidade holística” por parte dos esotéricos. Todo fruto de justiça do evangelho, todo cuidado com a criação e o cultivo do belo que vem de Deus é uma poderosa pré-evangelização neste meio. Explore, desfrute e se lambuze da graça comum. Contudo, faça isso ombro-a-ombro com eles e aproveite as oportunidades para ensinar porque essas manifestações são coerentes com a fé cristã. 



2- Enfatize a graça na pregação: Para C.S.Lewis a diferença central do cristianismo para as outras religiões é a graça. Em todos os outros caminhos espirituais o indivíduo deve conquistar a salvação pelo seu esforço e mérito. Por isso ela é, simultaneamente, escândalo e loucura para os adeptos do misticismo. Ao mesmo tempo em que não deixa de ser aquilo que é de fato: uma boa notícia. Quando alguém do meio místico entende/vivencia o amor gracioso de Deus, este é obrigado a descartar as crenças básicas do esoterismo: panteísmo, divindade do eu e capacidade própria para alcançar a iluminação. Procure contemplar e experimentar cotidianamente a graça de Deus, para que suas palavras tenham a veracidade da experiência, a intensidade da vivência. 



3- Se encha do Espírito: Bem essa verdade serve para o evangelismo a qualquer público, mas de certa forma o esotérico são muito sensitivos e abertos para os aspectos não-verbais da realidade. Já perdi a conta de quantas vezes, depois de um bom momento devocional, não surgiu o comentário: “- Nossa, você tem uma energia tão boa, tão pura”. Muitas vezes esse comentário parte de pessoas que nunca havia visto. Cultivar uma “conexão com o divino” é desejo deles, logo podemos ser a prova de que apesar de nossas imperfeições o ministério de Cristo possibilita um relacionamento com Deus íntimo, intenso e verdadeiro. Somos morada do Santo Espírito.



4- Seja firme, seja legal: A fé dos new agers de tão aberta aos manejos individuais, se torna superficial e sem legado. Os vínculos comunitários também tendem a ser frágeis. É por isso que ser firme naquilo que se crê tende a exercer certa atração. Mas a elegância da firmeza da fé pode ser ofuscada por atitudes arrogantes e intolerantes. Tudo que é “denso” e “pesado” tende a ser rejeitado, mas se a certeza no evangelho for demonstrada com humildade e mansidão, é derrubada uma grande barreira para que a Palavra fecunde o coração.



5- Construa relacionamentos: Esotéricos tendem a ser linha dura no seu anti institucionalismo. Entretanto, são muito abertos a tudo que é pessoal e orgânico. Portanto, mais do que criar estratégias de atração às reuniões da igreja, deve-se dispor de tempo para convivência. Os new agers geralmente estão super abertos a isso. São grandes críticos da “correria” da sociedade urbana que mina o tempo de relacionamento, por isso existe esse circuito pelas cidades de interior. Por isso invista mais na convivência do que em programas e atividades institucionais. Viva missionalmente, frequente os mesmo lugares que eles. Cultive o habito comunitário da hospitalidade, atraindo-os para grupos de convivência de sua igreja. Deixei este ponto por último, pois julgo que é nele que todos os outros tópicos podem ser posto em prática. Ter relacionamentos com este público é uma experiência maravilhosa que continua me fascinando depois de mais de 10 anos nesse ministério. Devido à abertura para se falar sobre religiosidade, devoção e sentido da vida existe a todo tempo inúmeras oportunidades para falarmos do Evangelho. Nessas conversas, não raras vezes testemunhamos quando a Palavra penetra a fundo o coração. 



Toda essa reflexão não é pertinente somente a missionários que atuam nesse meio, pois em determinada perspectiva essa onda do esoterismo é a tradução da religiosidade de uma modernidade tardia. Por isso, esses cinco pontos irão ajudar bastante na evangelização de toda uma sociedade pós-cristã, que tende a ser cada dia mais esotérica.



• Matheus Loures, 29 anos, casado com Chrystiane Pereira, mora desde 2010 em Alto Paraíso de Goiás. É formado em comunicação social atua como radialista e produtor cultural e é pastor da Comunidade Seiva.



____________
¹ MCGRATH, Alister, Apologética Cristã no séc XXI Ed Vida Acadêmica São Paulo: Ed Vida, 2008, p 315
²Para saber mais sobre essas e outras informações sobre a new-age sugiroa leitura de AMARAL, Leila Os Errantes da Nova Era e sua Religiosidade Caleidoscópica. Cadernos de Ciências Sociais, Belo Horizonte, v. 3, n. 4; e tambem HERVIEU-LÉGER, Danièle O Peregrino e o Convertido: a religião em movimento. Petrópolis: Vozes, 2008. 

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Belo Horizonte (MG) sedia Seminário sobre Dependência Química


Promovido pela Sociedade Bíblica do Brasil, evento acontece no dia 25 de abril, na Faculdade Batista de Minas Gerais, com o tema “Vencendo Um Dia de Cada Vez: Desafios e Possibilidades”. 

No dia 25 de abril, a cidade de Belo Horizonte (MG) sediará, pela terceira vez, o Seminário sobre Dependência Química, promovido pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB). O evento, a ser realizado no Auditório da Faculdade Batista de Minas Gerais, este ano terá como tema “Vencendo Um Dia de Cada Vez: Desafios e Possibilidades” e abordará os processos de recuperação que auxiliam tantas pessoas a superar a dependência química.
 “Para vencer o desafio de ficar afastado das drogas, os dependentes químicos em recuperação precisam contar com o apoio de familiares e profissionais, que contribuam para que este processo seja exitoso. Pensar em viver um dia de cada vez é um método que tem se mostrado eficiente, e isso fica mais fácil quando se tem por base a Palavra de Deus”, afirma o secretário de Comunicação, Ação Social e Arrecadação da SBB, Erní Seibert, que está encarregado da palestra sobre esse tema. 
O programa, das 13h às 17h30, inclui, ainda, as palestras “Vivências: Um dia de cada vez!”, com Kaká, presidente da Comunidade Terapêutica Ele Clama, e “Políticas Públicas, Drogas, Comunidades Terapêuticas e parcerias com o Setor Público”, com Rafael Miranda Alves Pereira, subsecretario de Políticas sobre Drogas do Estado de Minas Gerais. Estão previstas apresentação de vídeo sobre a Bíblia de Estudo Despertar e atrações culturais. 

Confira a programação completa: 
 13h – Credenciamento 
 14h – Abertura 
 14h20 – Apresentação do Coral da APAC de Nova Lima 
 14h40 – Palestra: “Vencendo Um Dia de Cada Vez: Desafios e Possibilidades” – Erní Seibert, secretário de Comunicação, Ação Social e Arrecadação da SBB 
 15h20 – Apresentação do vídeo sobre a Bíblia de Estudo Despertar. 
 15h30 – Palestra: “Vivências: Um dia de cada vez!” – Kaká, presidente da Comunidade Terapêutica Ele Clama. 
 16h10 – Apresentação cultural 
 16h20 – Palestra: “Políticas Públicas, Drogas, Comunidades Terapêuticas e Parcerias com o Setor Público” – Rafael Miranda Alves Pereira – subsecretario de Políticas sobre Drogas do Estado de Minas Gerais. 
 17h – Debate 
 17h30 – Encerramento 

Seminário sobre Dependência Química – “Vencendo Um dia de Cada Vez: Desafios e Possibilidades” 
Data: 25 de abril de 2016 
Horário: das 13h às 17h30 
Local: Auditório da Faculdade Batista de Minas Gerais Rua Plombagina, 305 A – Colégio Batista – Belo Horizonte (MG) 
Informações e confirmação de presença: Tel.: 0800 727 8888 | (31) 3343-9118 e 99732-1647 www.sbb.org.br 

A SBB e o programa A Bíblia na Recuperação da Dependência Química: Fundada em 1948, no Rio de Janeiro, a Sociedade Bíblica do Brasil tem como missão "promover a difusão da Bíblia e sua mensagem como instrumento de transformação e desenvolvimento integral do ser humano”. É uma entidade sem fins lucrativos, de natureza religiosa, social e cultural. Sua finalidade é traduzir, produzir e distribuir a Bíblia, um bem de valor inestimável, que deve ser disponibilizado a todas as pessoas. Por seu caráter social, desenvolve programas com o objetivo de promover o desenvolvimento espiritual, ético e social da população brasileira. O programa A Bíblia na Recuperação na Dependência Química tem o objetivo de contribuir para a recuperação dos dependentes químicos e prevenir o uso de drogas. É desenvolvido em parceria com organizações especializadas no tratamento terapêutico desse público. Em parceria com essas organizações, a SBB criou a Comter (Comunidades Terapêuticas em Rede), a fim de estimular a troca de experiências e a utilização da Bíblia como ferramenta no processo de recuperação. Por meio deste programa, a SBB promove, desde 2008, os seminários, cujo grande diferencial é divulgar o papel da Bíblia neste processo e incentivar a participação de dependentes químicos em recuperação, sejam eles internados em comunidades terapêuticas ou em tratamento ambulatorial. 

quinta-feira, 21 de maio de 2015

5 MOTIVOS PARA SE ENVOLVER COM CAPELANIA PRISIONAL - E-book gratuito



5 Motivos para se Envolver em Capelania Prisional é mais um livro da série “Um livro, Uma Causa”, projeto da Editora Ultimato que celebra o conteúdo bíblico e os diferentes campos de ação ministerial e engajamento da igreja.

A capelania prisional não se resume ao conhecido texto “Lembrai-vos dos encarcerados, como se presos com eles” (Hb 13.3). A Bíblia tem muito mais a dizer. Aliás, a assistência religiosa aos encarcerados é também um trabalho missionário transcultural e clama pelo envolvimento da igreja.

Considerando um retrato do sistema prisional brasileiro, 5 MOTIVOS PARA SE ENVOLVER COM CAPELANIA PRISIONAL aponta biblicamente alguns caminhos e instrumentos práticos para o envolvimento ministerial da igreja no ambiente prisional.


Para baixar o livro, acesse o site e preencha um pequeno formulário. Acesse: 

sábado, 2 de agosto de 2014

Baixe o número 4 da revista Passatempos Missionários - Tema: Biografias Missionárias


Já está disponível para download o novo número da revistinha Passatempos Missionários. Esta edição tem por tema Biografias Missionárias
Mais do que de grandes figuras e personalidades, a história da expansão do Reino, do Evangelho de Cristo pela terra, é uma história construída por anônimos. “Deus escolheu as coisas que não são para humilhar as que são” (1Co 1.28), e tenha por certo que somente na Glória saberemos que pequenos agentes, e que pequenas ações, foram usadas por Deus para causar as maiores repercussões espirituais que redundaram na salvação de almas e no alcance de territórios e corações hostis.
Apresentamos nesta edição pequenas biografias de: Conde Zinzendorf e os Irmãos Morávios, William Carey, Amy Carmichael, C.T.Studd, Robert Reid Kalley, David Brainerd, David Livingstone, José Manoel da Conceição e William Cameron Townsend. E ainda palavras cruzadas, uma listagem de livros biográficos e filmes sobre missionários, e a página Reflexões Missionárias, com citações de cada um dos biografados.
As breves biografias que apresentamos aqui têm como único objetivo servir de instrução e inspiração, dando exemplo da grande visão, da humilde entrega e da ferrenha perseverança com que muitos servos de Deus doaram-se à Sua vontade, cientes de que Deus “quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade.” (1Tm 2.4). O espaço de que dispomos é exíguo, pelo que as biografias estão bastante resumidas. Incentivamos-lhes a conhecerem a fundo as riquíssimas vidas desses e de outros dedicados servos de Deus, através dos muitos livros disponíveis em português sobre esses verdadeiros heróis da fé.
Esta edição possui 16 páginas e está disponível em formato pdf.

Para baixar a revista pelo site 4Shared, CLIQUE AQUI.
Para visualizar online, ou baixar pelo site Scribd, CLIQUE AQUI.

Caso não consiga realizar o download, solicite-me o envio por e-mail: sreachers@gmail.com

Colabore conosco, repassando esse recurso para outros irmãos e igrejas, divulgando em seu blog, site ou redes sociais.

sábado, 19 de julho de 2014

Ebook gratuito - Drogas: Como Evitar — princípios para pais e educadores

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O segundo livro digital (e-book) da série “Um Livro, Uma Causa” acaba de sair do forno. E é grátis. Trata-se do livro publicado pela Editora Ultimato em parceria com Eirene do Brasil, Drogas: Como Evitar — princípios para pais e educadores. A série “Um livro, Uma Causa”, iniciada com o lançamento de Teologia Bíblica da Criação, é um projeto da Editora Ultimato que celebra o conteúdo bíblico e os diferentes campos de ação ministerial e engajamento da igreja. Com o lançamento da série “Um Livro, Uma Causa”Ultimato coloca a disposição dos leitores um instrumento para a criação e o desenvolvimento de grupos de trabalho e reflexão, bem como divide com a igreja sua prática e vocação editorial, relacionadas a meio ambiente, criança em vulnerabilidade social, arte, presidiários, unidade da igreja, evangelização transparoquial, ação social, missão integral, entre outras. Acesse Drogas: Como Evitar, baixe o seu livro e espalhe essa boa notícia.