sábado, 11 de fevereiro de 2012

Dream Beam, um programa gratuito de projeção para igrejas



Dreambeam é um programa aberto de apresentação de música para as igrejas. Ele é projetado para suporte a dois monitores, o que significa uma janela para edição de música e seleção e uma para apresentação em um projetor digital 

Mais informações e download no site do fabricante: http://www.dreambeam.de 


Conheça ainda outras opções gratuitas no gênero:

Datasoul - Programa de projeção para igrejas - Gratuito/Código Aberto - Linux

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

O Crescimento da Cristofobia ao redor do Mundo - Quando os ricos países cristãos irão protestar e reagir?


Jornal do Brasil 
Ives Gandra


Ayaan Hirsi Ali publicou na revista Newsweek, de 13 de fevereiro passado, artigo fartamente documentado sobre a guerra que os países islâmicos estão desencadeando contra os cristãos, atingindo sua liberdade de consciência,  proibindo-os de manifestarem sua fé e assassinando quem a professa individualmente ou mediante atentados a Igrejas ou locais onde se reúnam.

Lembra que ao menos 24 cristãos foram mortos pelo exército egípcio, em 9 de Outubro de 2011; que, no Cairo, no dia 5 de Março do mesmo ano, uma igreja foi incendiada, com inúmeros mortos; que, na Nigéria, no dia de Natal de 2011, dezenas de cristãos foram assassinados ou feridos, e que no Paquistão, na Índia e em outros países de minoria cristã a perseguição contra os que acreditam em Cristo tem crescido consideravelmente. Declara a autora que “os ataques terroristas contra cristãos na África, Oriente próximo e Ásia cresceram 309% de 2003 a 2010”. E conclui seu artigo afirmando que, no Ocidente, “em vez de criarem-se histórias fantasiosas sobre uma pretensa “islamofobia”, deveriam tomar uma posição real contra a “Cristofobia”, que principia a se infestar no mundo islâmico. “Tolerância é para todos, exceto para os intolerantes”.


Entre as sugestões que apresenta, está o Ocidente condicionar seu auxílio humanitário, social e econômico a que a tolerância para com os que professam a fé cristã seja também respeitada, como se respeita, na maioria dos países ocidentais a fé islâmica.


Entendo ser o Brasil, neste particular, um país modelo. Respeitamos todos os credos, inclusive aqueles que negam todos os credos, pois a liberdade de expressão é cláusula pétrea na nossa Constituição.Ocorre, todavia, que as notícias sobre esta “Cristofobia islâmica” são desconhecidas no país, com notas reduzidas sobre atentados contra os cristãos, nos principais jornais que aqui circulam. Um homossexual agredido é manchete de qualquer jornal brasileiro. Já a morte de dezenas de cristãos, em virtude de atos de violência planejados, como expressão de anticristianismo, é solenemente ignorada pela imprensa.

Perseguição aos cristãos em Orissa -2008

Quando da Hégira, em 622, Maomé lançou o movimento islâmico, que levou à invasão da Europa em 711 com a intenção de eliminar todos os infiéis ao profeta de Alá. Até sua expulsão de Granada — creio que em 1492 — os mulçumanos europeus foram se adaptando à convivência com os cristãos, sendo que a filosofia árabe e católica dos séculos 12 e 13 convergiram, fascinantemente. Filósofos de expressão, como Santo Tomas de Aquino, Bernardo de Claraval, Abelardo, Avicena, Averróes, Alfa-rabi, demonstraram a possibilidade de convivência entre credos e culturas diferentes.


Infelizmente, aquilo que se considerava ultrapassado reaparece em atos terroristas, que não dignificam a natureza humana e separam os homens, que deveriam unir-se na busca de um mundo melhor. Creio que a solução apresentada por Ayaan Hirsi Ali é a melhor forma de combater preconceitos, perseguições e atentados terroristas, ou seja, condicionar ajuda, até mesmo humanitária, ao respeito a todos os credos religiosos (ou à falta deles), como forma de convivência pacífica entre os homens. É a melhor forma de não se incubarem ovos de serpentes, prodigalizando auxílios que possam se voltar contra os benfeitores.

Via www.ubeblog.net

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

O Livro de Histórias do Pastor: Para o Treinamento de Novos Pastores de Novas Igrejas - Grátis



O ministério Paul Timothy disponibiliza, dentre muitos outros recursos, um excelente e-book para download gratuito, em várias línguas: O Livro de Histórias do Pastor - Para o Treinamento de Novos Pastores de Novas Igrejas, de Rob Thiessen, Anne Thiessen e George Patterson. Um livro excelente mostrando o passo-a-passo de uma boa e bíblica formação pastoral. Livro de grande valia para todo cristão, notadamente aqueles com ministério na igreja.

Para baixar este livro em português, CLIQUE AQUI.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Pré Estreia de "Dom Gratuito", filme cristão nacional da 4U Films


A 4U Films fará a pré-estreia do filme curta-metragem "Dom Gratuito", seu segundo filme, no dia 11/02/2012 (sábado), às 19 horas, no Espaço Um Novo Tempo (Batista da Liberdade).
Endereço: Rua Santo Amaro, 412 - Bela Vista  São Paulo - SP (2° Subsolo).
Pedimos para que confirme sua presença até Quinta-feira, dia: 09/02/2012, enviando um e-mail para: fale@4ufilms.com

Assista ao trailer do filme:
A 4U (for You) Films é um ministério de cinema formado por cineastas cristãos de diversas denominações evangélicas. Jovens que estão inconformados com o mundo e insatisfeitos com a qualidade técnica e criativa do audiovisual gospel nacional.
A equipe conta com servos de Deus que estudaram em diversas instituições, tais como: Academia Internacional de Cinema, PUC, Universidade Estácio de Sá, Escola de Cinema Darcy Ribeiro, IATEC, Escola Livre de Cinema, Adalpho Bloch, Oficina Tela Brasil e UNIRIO. Profissionais que fizeram trabalhos em empresas renomadas no cenário nacional e internacional, por exemplo: Warner Bros, O2 Filmes, Buriti Filmes, 3rd Day Films, MTV, Ouroboros Filmes, ISTOÉ, Record, TV Brasil, Globo e outros.
A 4U Films realizou o curta “Não Me Deixe Te Deixar”, tendo mais de 10 mil acessos na internet, fora exibições em igrejas, lares, eventos e etc. O filme teve um retorno de depoimentos dos espectadores, sobre vidas transformadas, ministradas e abençoadas. O ministério 4U Films tem como principal visão utilizar da arte cinematográfica para falar do amor de Deus e propagar o evangelho de Jesus a toda criatura. Realizando filmes com excelência para Deus, for You!


Aproveite para assistir o primeiro filme da 4U, o curta metragem (14 min.) Não Me Deixe Te Deixar: http://www.4ufilms.com/naomedeixetedeixar/

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Como conduzir o funeral de um incrédulo

Jared C. Wilson
Jared C. Wilson
por Jared C. Wilson
Embora eu esteja no ministério profissional (entre idas e vindas) por 15 anos, quando eu me mudei para a zona rural de Vermont em 2009, eu nunca tinha conduzido um funeral. Casamentos, sim. Funerais, não. Mas eu fui rapidamente tive um batismo de fogo nessa pequena cidade, e nos últimos dois anos ou mais como pastor da Igreja Comunitária de Middletown Springs, eu perdi a conta dos funerais que participei ou que conduzi. E a maioria desses funerais foi daqueles que não tinham professado a sua fé publicamente em Jesus Cristo para perdão dos pecados e o recebimento da vida eterna.
Acontece que até na irreligiosa região de New England, onde uma grande porcentagem da população não pisa em uma igreja por décadas, e uma crescente porcentagem nunca pôs o pé em uma igreja a vida inteira, a tradição vence quando um ente querido morre. Você pode ignorar a religião a sua vida inteira, mas nunca na morte. E porque sou pastor da única igreja protestante em nossa cidade, recebo na maioria das vezes o chamado de abençoar aqueles que estão de luto.
Conduzi funerais de homens velhos que morreram dando tchau (metaforicamente) pra Deus, de homens de meia-idade bem vistos, mas sem muito costume de religião, de jovens que tiveram overdose e se suicidaram. (Na providência de Deus, eu também presidi funerais de santos queridos – todos de mulheres idosas até agora – e eu sou grato pelo tom de vitória que mais acompanha esses cultos.) Cada um destes funerais tem seus desafios únicos. Como eu tenho pregado em muitos funerais de uma grande família nos últimos dois anos, eu tenho até apresentado o evangelho de diferentes ângulos e com textos bíblicos diferentes das referências habituais de funerais.
Eu ainda estou aprendendo como fazer isso. Eu não acredito que eu descobri tudo. Mas eu tenho pensado muito nesse tipo de culto e nos riscos envolvidos. Enquanto eu não diria que todos deveriam fazer desse jeito, aqui estão alguns pensamentos nascidos de muita reflexão e experiência contínua com a pregação em funerais de incrédulos.

Presença antes de Profissionalismo

Quando os diretores de funerária ligam para perguntar sobre a disponibilidade de conduzir um funeral de um ou ente querido de uma família que não vai à igreja, a última coisa que eu quero pensar é em fazer negócios. Nenhuma família quer que o pastor que eles contataram lide com esse aspecto do seu ministério como o florista faz com as flores. Muitas vezes eles não sabem o que perguntar e o que esperar. Então depois de dizer sim ao responsável por fazer o arranjo fúnebre, eu faço contato com um membro da família para eles saberem que eu estou pensando neles, orando por eles, e que gostaria de conhecer um representante da família o mais rapidamente possível para falar sobre o culto.
Geralmente as famílias não se preocupam em me encontrar, e tudo bem. Mas quase sempre eu recebo um parente ou dois no meu escritório, ou eu vou à casa deles para discutir os arranjos. Mas a primeira coisa que sempre conversamos é o falecido. Normalmente peço para ver fotos. Pude perceber que, em um encontro particular na mesa da cozinha da família, foi especialmente proveitoso para eles, principalmente porque em um ponto, cada um deles começou a lembrar histórias engraçadas sobre o seu filho/irmão, algo que eu tinha facilitado, mas depois eu somente observava. Eu até não disse muito nesse encontro, mas depois eles contaram para um membro da igreja como eles estavam impressionados pela minha presença e quanto isso significava para eles.
Eu já sentei com moribundos nos hospitais e funerárias, compartilhando a alegria de Jesus com eles em suas horas finais. Eu já aconselhei membros revoltados da família em meu escritório, que procuravam honrar o seu ente querido enquanto tentavam lidar com a hostilidade de longa data entre eles. Já estive de mãos dadas em uma cena de crime e no necrotério enquanto uma mãe esperava para identificar o corpo de seu filho. Quando um ente querido morre, não é um negócio comum para a família, então não deve ser também um negócio de costume para o pastor.
Quando possível, eu também participo das recepções e reuniões pós-funeral. Eu sou introvertido por natureza, então geralmente é difícil começar conversas com estranhos, mas eu me adapto muito bem nesse aspecto com os moradores de Vermont. Não é esperado que eu esteja cumprimentando, me inserindo nas conversas familiares e compartilhando. Mas eu fui avisado que estar disponível é muito útil. Nunca subestime o poder da presença. Chegar ao lado de uma família, mesmo em silêncio – às vezes, especialmente em silêncio – já basta pra não fazer as necessidades deles parecerem como algo que você está riscando da sua lista de afazeres.
No entanto, há um sentido em que o profissionalismo pode ser esperado, necessário e bastante útil.

Profissionalismo pode ser pastoral

É verdade que, irmãos, não somos profissionais. Porém, tenho aprendido com as visitas às famílias em profundo luto que assumir o fardo do planejamento do culto fúnebre sem deixar muito para eles pode ser muito confortante. Poucos costumam pensar muito nos detalhes desse momento. E muitas famílias que não frequentam a igreja não tem muita ideia sobre o que o pastor faz, como um culto deve parecer ou o que é apropriado incluir. Sou exigido um pouco sobre leituras das Escrituras e reflexões; apesar da inclinação irreligiosa de Vermont, ainda há respeito e consideração pela tradição. Famílias cujo luto é respeitado normalmente confiam a mim o planejamento do culto.
Quando reviso a liturgia de um culto fúnebre com as famílias, muitas vezes eles simplesmente balançam a cabeça e respondem com alguma variação de “O que você achar vai ficar bom.” Aprendi a um tempo que uma das melhores coisas que posso fazer por essas famílias é entrar no “modo profissional”. Enquanto eles estão tratando a vinda da família e amigos à cidade, lidando com todos os outros andamentos decorrentes da perda de um ente querido e lidando com os seus próprios sentimentos, tirar “pensar sobre o culto fúnebre” de sua lista de afazeres pode ser um grande alívio. E tenho percebido como o profissionalismo de bons diretores de funerárias e de coveiros pode ser um serviço confortante nesse momento também. A maioria das famílias não sabe o que deve acontecer, então contar que o pastor sabe e que vai tomar conta é uma benção.

Proclamação vence presunção

Aqui está o mais perigoso aspecto de pregar em um funeral de um (aparentemente) incrédulo. Funerais estão repletos de segurança confortante. “Ele está em um lugar melhor agora.” “Ela está lá em cima dançando com Jesus.” “Ele era uma boa criança, e agora ele é um dos anjos de Deus.” Quando você abre a palavra para compartilhamento daqueles que estão reunidos, o resultado pode ser uma mistura de sentimentalismo pseudo-religioso e histórias explícitas sobre quão santo era o velho rabugento que às vezes beira a heresia.
Quando famílias irreligiosas que respeitam a religião perdem um ente querido, eles não se preocupam se o falecido agora encara um julgamento eterno. Eles assumem que ele não está. Ele ou ela era uma “boa pessoa.” Minha opinião sobre esse costume – e mentes pastorais melhores que a minha podem e vão discordar – é que é trabalho do pastor aliviá-los dessas hipóteses de um jeito circunstancialmente apropriado.
Ninguém nunca me perguntou “O meu ente querido está no céu?” porque todos assumem que ele ou ela está. Nesses momentos eu me lembro que eu sou um convidado no luto dessa família. É melhor eu falar a minha parte acerca do evangelho verdadeiro e confiar no Espírito para trabalhar a lógica internamente contra hipóteses de parentes do que contradizer direta e pessoalmente com um “Bom, na verdade…” as pessoas que estão lidando com seu sofrimento e tentando oferecer conforto. Há momentos apropriados para correção pessoal sobre estas questões, mas eu não estou convencido que esse tempo deve vir no meio de um culto fúnebre.
Ao mesmo tempo, eu não posso afastar a realidade de que ninguém realmente sabe, da maneira que Deus sabe, qual é o destino eterno de cada um. A salvação para o ladrão na cruz é um precedente suficiente para nos mantermos humildes nessa questão. Acredito em conversões no leito de morte, não porque a graça é barata, mas precisamente porque é profunda o bastante para cobrir a longa vida de desobediência de uma pessoa pecadora. Portanto, eu tenho a perspectiva de que recusar-se a declarar que o falecido está no inferno não é a mesma coisa que negar a realidade do inferno.

A Proclamação confia na providência

Ainda assim, a lealdade primordial do pastor é com Jesus Cristo, não com qualquer família. Eu habitualmente não aceito pagamento de famílias incrédulas para realizar os seus funerais porque eu nunca quero involuntariamente atar minha mensagem às ordens daqueles que estão pagando.
Eu nunca disse em um funeral de alguém que não viveu uma vida de fé pública algo sobre ele estar no céu, jogando uma partida de golfe com Deus, ou algo do tipo. É tão importante evitar falsa segurança quanto evitar condenações presunçosas. Em vez disso, eu tipicamente descrevo de maneira resumida o que a Bíblia diz sobre o sofrimento, demonstro pelas Escrituras que o próprio Jesus experimentou sofrimento e então apresento a narrativa bíblica de onde a morte surge, o que ela significa para nós que estamos vivos, e o que ela significa para nós na morte. Faço questão de dizer que aqueles que rejeitam Jesus vão morrer eternamente enquanto aqueles que se arrependeram dos seus pecados e confiam em Jesus vão viver eternamente, vão para o céu quando morrerem e desfrutarão os novos céus e a nova Terra no dia futuro das suas próprias ressurreições corporais. (Essa última parte tem funcionado quase sempre como um “vamos conversar mais depois”, pois muitas pessoas nunca ouviram a promessa da Bíblia de “vida após a vida após a morte” desse jeito, e a noção de uma Terra restaurada é muito apelativa aos moradores de Vermont que já amam bastante a Terra criada.
Ao negar assumir onde o falecido está, mas me comprometendo em proclamar as realidades eternas de cada pessoa falecida em relação a Jesus, eu estou me entregando à soberania de Deus, que vai usar o seu evangelho para acordar espiritualmente seus filhos para desejarem o seu Filho.
Existem outras oportunidades para os pastores de permanecem em contato com as famílias enlutadas para compartilharem mais direta e pessoalmente o evangelho de Jesus depois, mas no culto fúnebre em si, uma proclamação clara, concisa e inequívoca das boas novas desconectada das condenações presunçosas ou de falsa segurança sobre o falecido é o curso mais sensato. Vou até fazer destacar que confiar somente Jesus é o único caminho para o céu, pois aqui na região, certo tipo de “pluralismo Nova Era” é comum e prevalecente.
Essas são regras básicas para um funeral. Elas podem mudar dadas as necessidades do seu contexto ou da sua comunidade, mas eu acredito que elas apresentam uma forma fiel a Jesus Cristo e ao ministério da sua Palavra entre incrédulos no campo missionário de New England.
Traduzido por Pedro Vilela | iPródigo.com | Original aqui

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

DESINTOXICAÇÃO SEXUAL: Um Guia para o Jovem Solteiro - E-book para download


O ministério iProdigo traduziu e compartilha gratuitamente o e-book DESINTOXICAÇÃO SEXUAL:  Um Guia para o Jovem Solteiro, de Tim Challies. Uma excelente leitura para todo jovem cristão, solteiro ou casado.

Para baixar o e-book, CLIQUE AQUI.

sábado, 21 de janeiro de 2012

O Salmo do Consumista



O calendário é meu ditador, nada me sossegará
Deitar-me faz apenas quando esgotado, guia-me à depressão profunda, 
persegue a minha alma.


Guia-me em círculos de frenesi por amor à atividade.
Ainda que eu corresse freneticamente de loja em loja,


não faria tudo porque os anúncios de TV estão comigo.
Prazos e minha necessidade de presentes me consolam.
Exige meu desempenho além dos limites do meu cheque especial.


Unge minha cabeça com enxaquecas, meu carrinho de compras transborda. Certamente que a fadiga e as multas de estacionamento me seguirão todos os dias da minha vida. E habitarei com as contas do Natal por longos dias.


Encontrado no Jornal Missionário da Rede DCI -  http://www.dci.org.uk/blog/pt-br

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

A Bússola e a Peregrina, uma reflexão



Ela sempre esteve ali, eu não a via até ficar cega.




Wilma Rejane

Blog A Tenda na Rocha -  http://www.atendanarocha.com 

Aquele não era um destino que eu conhecesse: medo, frio e incertezas.  Queria repousar em lugar seguro que me fizesse perder tudo que me perdia e ganhar tudo o que ainda não tinha. Foi preciso retornar ao começo para chegar bem ao fim. Esse fim que não tem fim porque ao morrer, renasce para continuar vivo em mim.


Eu não sabia que a vida era esse caminho inesperado, cheio de atalhos que cortam terrenos planos e desembocam em abismos. Eu não sabia porque caminhava como caminham os deuses; inabaláveis em suas convicções, guardados em oráculos convenientes e promessas irreais de salvação. Onde estaria a glória do Olimpo ,  as mansões de cristais morada dos doze ? Elas que fundaram a ilusão da graça, do mito, da fúria, do belo? Eu já  não conseguia enxergar a vida com tanta fantasia. Havia algo que eu precisava saber para me livrar da morte, das sombras que espreitavam minha alma com ânsia de ganhá-la para o inferno.

Acuada na beira da estrada, peregrina cansada de  dores e lágrimas, não sabia quem era ,porque em algum lugar do passado e do presente havia perdido a identidade. Eu peregrina.  Em caravana,  mas solitária, porque na multidão de pessoas que caminhava, não encontrava nenhuma capaz de me responder para onde estávamos indo. Algo estava errado. Por que a vida havia me obrigado a parar no caminho? Por que estava tão ferida?  Onde estava a chegada daquela estrada?  Vidas iam e vinham, algumas apressadas, outras devagar, onde ficava a morada que me daria abrigo seguro? Onde, estavam as respostas para minhas indagações de peregrina?


“Pela fé,  Abraão, sendo chamado, obedeceu indo para um lugar que havia de receber por herança e saiu, sem saber para onde ia. Pela fé habitou na terra da promessa, como em terra alheia, morando em cabanas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa” Hb 11:8,9.


O amor de Deus nos sustenta.

Descobri que as respostas não estavam na estrada que eu percorria e nos atalhos que explorava para conquistar territórios de paz. Não. Para cada passo, havia Alguém que me sustentava . O percurso, não era propriedade minha, não era seguro se O que sustentava meus passos, também não me segurasse a mão. Havia uma escolha. Caminhar sozinho, eternamente peregrino, sem rumo ou abrigo, cujo fim seria o abismo ou peregrinar acompanhado com destino certo, rumo a um alvo.  As respostas sempre estiveram em mim, mas eu não percebia. A bussola que me conduziria a salvação, sempre estivera ali e eu não a percebia, até ficar cega !


Segurei-a firme em minhas mãos . Outrora peregrina perdida, hoje com direção. 



Não há caminho seguro sem certeza da Salvação. A Bíblia é nosso manual, a Bússola que nos assegura o destino.  Ela transforma e faz por nós acima do que pensamos ou mesmo somos capazes. Através da Palavra de Deus, o homem nasce para uma viva esperança, onde o espírito encontra Refúgio e Fortaleza. Crescemos no caminhar e aprendendo com Cristo, nos transformamos para viver uma vida melhor e eterna. A bússola, é a Fonte inesgotável que alivia as dores do mundo. Caminhar com Deus e viver novos planos e realizar novos sonhos, é ter felicidade: " E guiarei os cegos por um caminho que nunca conheceram, fá-los-ei caminhar por veredas que não conheceram, tornarei as trevas em luz perante eles e as coisas tortas farei direitas. Essas coisas lhes farei e nunca os desampararei" Is 42:16.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Telemarketing na Igreja

http://www.institutojetro.com


Com o avanço de outras tecnologias alguns poderiam acreditar no fim do telemarketing, mas ele continua sendo uma excelente ferramenta. É evidente, no entanto, o despreparo das organizações para o telemarketing, resultando em ligações em horários inconvenientes, para o público-alvo e com abordagem errados.

A maioria já recebeu uma ligação no horário do jantar ou em finais de semana, com o oferecimento de um produto que não lhe interessa ou pior, um produto o qual você já é cliente como: televisão a cabo, jornais, etc. A ligação não é o problema, mas sim o tipo de abordagem, a forma de tratamento e do oferecimento do produto.
E as Igrejas? Elas têm usado o telemarketing corretamente?
É lamentável o fato do mau uso ou não uso do telemarketing pelas Igrejas, já que há ótimas oportunidades para a criação de campanhas diferenciadas que podem gerar relacionamento, evangelização e divulgação.
Para falar sobre o assunto, entrevistamos Mara Cristina Almeida, supervisora de Telemarketing dos Seguros União, com15 anos de experiência em Telemarketing, sendo 9 destes na supervisão da implantação de projetos de call center na área comercial.

O que é telemarketing? Como a Igreja pode se utilizar dele para evangelização, relacionamento e divulgação?

O telemarketing é tudo que se faz para conquistar e manter seus fiéis, estabelecendo-se com eles um sólido vínculo de relacionamento direto,usando-se o telefone como principal meio de comunicação, associados a outras mídias.
A igreja pode usar este canal iniciando com um trabalho de percepção nas necessidades dos fiéis membros da IGREJA e procurar, sem agredir os princípios cristãos ou os mandamentos, sem perder a ética de vista, motivá-los, satisfazê-los, e cativá-los.

Quais os erros mais comuns no uso do telemarketing na Igreja?

Entendendo que o telemarketing é ferramenta importante na comunicação, e que abre portas para a missão acolhedora da igreja, destacamos o cuidado na capacitação dos profissionais envolvidos, pois estes deverão ser muito bem treinados e informados sobre os assuntos da igreja e prontos a oferecer apoio ajustados às necessidades e interesses de seus fiéis.
Destacamos um erro comum ao nos depararmos com atendimentos sem nenhum critério de abordagem, destoando totalmente do foco do contato.

Qual o roteiro que deve ser seguido pelo operador de telemarketing? Ele deve conter a abordagem, identificação, motivo da ligação, sondagem (perguntas abertas e fechadas), fechamento (instrução do que o operador vai fazer e do que a pessoa que recebeu a ligação deverá fazer)?

O "script" ou roteiro não é um discurso técnico. Ele pode atender as necessidades mais precisas, que serão direcionadas por um vocabulário mais apurado, mas acima de tudo, é uma conversa entre duas pessoas e deve fluir com naturalidade. O roteiro bem elaborado garante uma comunicação eficiente, objetiva, clara e personalizada. (Veja um roteiro simples em nossa seção de download)

O ponto principal a ser desenvolvido no script é o motivo da ligação, ou seja, qual o objetivo da campanha, público-alvo, norteados de acordo com a missão e planejamento da igreja.

Quais as campanhas que podem ser realizadas pelo telemarketing?

Agendamento de aconselhamento, boas-vindas aos novos membros batizados e visitantes, comunicação de assembléias do corpo ministerial, acompanhamento e auxilio a membros em formação, apoio espiritual aberto a visitantes, atualização de cadastros, pedidos de oração, entre outras.

Quais os passos que devem ser dados para uma excelente campanha de telemarketing ou deste retorno telefônico para membros e visitantes?

Para que se tenha êxito nas campanhas é necessário que as mesmas estejam interligadas ao planejamento da igreja segundo sua filosofia, primando por relacionamentos íntegros e que envolvam todos os seus frequentadores, e vão além dos limites dos cultos aos domingos.

Em sua opinião, quem deve ser o operador do telemarketing? Qual o perfil desta pessoa e quais os cuidados em sua seleção. É necessário uma profissional que supervisiona o trabalho?

Consideramos requisito imprescindível para quem quer ser um operador eficiente é o " saber ouvir com atenção" para que haja envolvimento e compartilhamento de informação, e não somente conversação.
Durante uma seleção são observadas pessoas que tenham concentração, espírito de equipe, boa comunicação e clareza.
O trabalho de telemarketing exige o acompanhamento de um profissional que supervisione as ações, direcionando, acompanhando e medindo a eficácia das mesmas.

Quais os conselhos para pastores e líderes que pensam no uso do telemarketing como viável para a Igreja?

O mercado disponibiliza inclusive a ferramenta CRM(Customer Relationship Management) que são softwares desenvolvidos para auxiliar na gestão eclesiástica seja na administração de igrejas tradicionais bem como igrejas em células.
Esta ferramenta permite a elaboração de ações de telemarketing com intuito maior de estreitar o relacionamento entre os frequentadores com Deus, ou seja, com uma visão que prioriza relacionamentos.
As ações de marketing bem sucedidas em outras religiões podem ser aproveitadas (Benchmarking). Benchmarking é a atividade de verificarmos, no ambiente onde atuamos quais as soluções que os nossos "companheiros em Cristo" encontram para atrair e fidelizar os membros e visitantes em potencial.
Desde que não se firam os princípios éticos e legais inerentes, os bons exemplos de ações bem sucedidas em outras religiões, podem e devem ser aproveitados e, se necessário adaptados.

Baixe AQUI o arquivo com o  Script para Campanha de Telemarketing

Reprodução autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e a fonte como:http://www.institutojetro.com/ e comunicada sua utilização através do e-mail artigos@institutojetro.com

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Tornando-se bilíngue



Nele vivemos, e nos movemos, e existimos, como alguns dos vossos poetas têm dito: Porque dele também somos geração. —Atos 17:28

É possível — numa sociedade que parece cada vez mais indiferente ao evangelho — comunicar as boas- -novas às pessoas que não compartilham a nossa fé?

Uma maneira de conectar-se às pessoas não familiarizadas com as coisas de Cristo é tornar-se culturalmente “bilíngue”. Fazemos isso comunicando-nos de maneiras com as quais as pessoas possam identificar-se facilmente. Conhecer e discutir sobre música, filmes, esportes e televisão, por exemplo, podem proporcionar tal oportunidade. Se as pessoas nos ouvirem “falar seu idioma”, sem endossar ou perdoar a mídia ou os eventos aos quais nos referimos, isso pode abrir a porta para compartilharmos a sempre atual mensagem de Cristo.

Paulo nos deu um exemplo disto em Atos 17. Em visita ao Areópago em Atenas, ele falou a uma cultura fortemente secular citando poetas pagãos gregos como um ponto de referência para os valores espirituais que ele desejava comunicar. E disse: “Nele vivemos, e nos movemos, e existimos, como alguns dos vossos poetas têm dito: Porque dele também somos geração” (Atos 17:28). Assim como Paulo se dirigiu àquela cultura conhecendo o que eles liam, também podemos ter maior impacto para o evangelho repassando-o às pessoas de maneira que possam abraçar facilmente.

Você está tentando alcançar um vizinho ou colega de trabalho com o evangelho? Tente tornar-se bilíngue.

Bill Crowder
Fonte: http://ministeriosrbc.org

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

O COMBATE À CORRUPÇÃO NO BRASIL: UMA QUESTÃO DE FÉ, HONRA E CIDADANIA


Pr. Maurício Price

‘’De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.’’ Rui Barbosa

Recentemente, o Brasil foi mobilizado ainda que superficialmente por um movimento de protesto civil contra a corrupção, sendo o maior deles em Brasília. Em outras cidades, como no Rio de Janeiro, a manifestação de protesto foi bem modesta. Apenas 2,5 mil pessoas compareceram no ato de protesto – a maioria motivada por outras questões – sem qualquer comparação com os manifestos populares já realizados no Chile, na Europa, nos Estados Unidos e até no mundo árabe, onde se vê uma mobilização muito maior e mais representativa da população envolvida nas questões políticas que definem os rumos de uma nação. Pense nisso.
Diferentemente, em terras brasileiras quando se fala em samba, rock, futebol, pagode e outras diversões e entretenimentos, vemos que os brasileiros são em sua maioria muito mais interessados. Por exemplo, shows musicais até mesmo do segmento ‘’gospel’’ conseguem mobilizar uma ‘’massa’’ muito mais significativa da população em torno de uma causa ou evento e seus ídolos. Na festa da passagem de ano entre 1994 e 1995, o roqueiro inglês Rod Stewart se apresentou para mais de 3,5 milhões de pessoas na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Entretanto, quando a população carioca é convocada para se manifestar publicamente contra a ‘’praga’’ da corrupção que assola o país, notamos que o povo da ‘’Cidade Maravilhosa’’, bem como o restante do país, anda desacreditado, descrente e por que não dizer ‘’acostumado’’ com toda ‘’malignidade sistêmica’’ que atualmente domina praticamente todas as esferas do Poder em nossa nação. O Executivo, o Legislativo e o Judiciário estão em ‘’crise’’. Isso mesmo! Essa ‘’crise’’ acima de tudo é moral.
Aliás, o mundo está em plena decadência moral, e no Brasil não é diferente. Apesar de sermos conhecidos mundialmente como um país de maioria “cristã”, o Brasil tem sido palco ultimamente de grandes conquistas, mas também de intensas crises, principalmente na esfera moral tanto do seu povo, quanto na vida de seus líderes e governantes. Os desvios morais e éticos são cada vez mais freqüentes principalmente na vida daqueles que deveriam ser exemplo para o povo do nosso imenso e amado Brasil. Inserido nesse cenário, nós cidadãos, religiosos e não religiosos, estamos acompanhando um momento crítico em nosso país: a institucionalização da corrupção no Brasil. Diariamente, acompanhamos diversas notícias na mídia que evidenciam que essa “praga” tem contaminado todas as esferas do Poder Público e Privado. A população anda descrente. A impunidade tem desanimado os mais esperançosos por um Brasil de todos e para todos. Pergunto-lhe: qual será o futuro moral da nossa nação?
Uma pesquisa feita por um economista da Fundação Getúlio Vargas, Marcos Fernandes da Silva, reunindo dados de investigações da Controladoria Geral da União, da Polícia Federal e do Tribunal de Contas da União, revelou que pelo menos o valor equivalente à economia da Bolívia foi desviada dos cofres do governo federal em sete anos, de 2002 à 2008. Cerca de R$ 40 bilhões foram perdidos com a corrupção, sendo este valor subestimado pois não foi considerado os desvios em Estados e municípios, que possuem orçamentos próprios. São R$ 6 bilhões por ano que deixam de serem aplicados na provisão de serviços públicos essenciais como saúde, saneamento e educação. Com esse volume de recursos seria possível aumentar em 23% o número de famílias beneficiadas pelo Bolsa Família – hoje quase 13 milhões. Ou ainda reduzir à metade de casas sem saneamento – no total, cerca de 25 milhões de moradias. Creia, meu amigo(a), que a corrupção mata nesse país! Essa “praga” tem causado estragos inestimáveis em nossa população já tão sofrida. Pense nisso.
Segundo o sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi, Marcos Coimbra, uma das razões que explicam a baixa adesão popular aos protestos anticorrupção no Brasil é o lugar que o tema ocupa na hierarquia dos problemas sociais. Em pesquisa realizada pela Vox Populi, foi pedido aos entrevistados que dissessem quais os três principais problemas do país( em pergunta espontânea, i.e. sem exibir lista). Como mais grave, a corrupção foi citada por 5% dos ouvidos e ficou em sexto lugar.Ou seja, não é uma preocupação central e atual para muita gente, inclusive para grande parte da Igreja Brasileira.
Meu amado(a), estamos às vésperas de um colapso moral em nosso país. E não adianta só orar; é preciso agir. Precisamos enquanto Igreja de Cristo nessa nação exercer a autoridade que nos foi confiada pelo Senhor Jesus, sendo uma voz profética denunciando todo mau e todo tipo de pecado que afronta ao próprio Deus e ameaça à vida e à dignidade humana. É hora de toda a Igreja de Cristo orar, agir e reagir contra essa “praga” da corrupção que contamina o país, pois é “....a Igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade”(1Tm3.15) é uma voz profética contra toda manifestação do pecado, inclusive contra a corrupção e seus agentes malignos. Desperta Igreja! Reage Brasil! Pois, assim diz o nosso Senhor:‘’ Sai dela, povo meu, para que não sejas participantes dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas, porque já os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou das iniqüidades dela.’’(Ap 18.4-5). Ele espera por você!

No amor de Cristo, Pastor Mauricio Price



*Missionário e médico. Presidente do Diretório Estadual no RJ e Conselheiro Nacional da Sociedade Bíblica do Brasil(SBB). Membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil(AELB). Coordenador Geral da Capelania Evangélica Universitária na UERJ. Oficial Médico da Marinha do Brasil. Escritor, radialista e apresentador do Programa Aviva Gospel todos os sábados às 21h na 93FM. www.mprice.com.br / mauricioprice@gmail.com

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

FOMOS PLANEJADOS - E-book disponível para leitura online


Assunto: Criacionismo x Evolucionismo

MNE

O Professor Marcos Eberlin, da UNICAMP, disponibilizou para leitura online seu excelente livro Fomos Planejados, onde o autor debate o tema do Criacionismo e do Design Inteligente. Leitura recomendada!
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Acesse o livro: Fomos Planejados

President IMSF, Vice-President BrMASS
Coordinator ThoMSon Mass Spectrometry Laboratory
Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP Instituto de Química
University of Campinas - UNICAMP, Institute of Chemistry

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

A estrutura maligna no desvio de nossos jovens

O presente artigo é parte do material de preparação dos facilitadores que atuarão no #PACI12 – PACIFICADORES, a escola da AMME Evangelizar de liderança para adolescentes e jovens evangélicos, que na presente edição fará o enfrentamento do desvio. O artigo procura descrever o cenário da atuação malígna no desvio (nossa luta não é contra a carne).

Uma inaceitável taxa de desvio diminui a contribuição que adolescentes e jovens poderiam dar para o estabelecimento da Igreja. No que se refere especialmente aos adolescentes e jovens, o relatório SUPER20, conjunto de dados sobre o crescimento da Igreja, demonstrou que 77% da Igreja Evangélica hoje assentada em nossos bancos foi formada por pessoas que se converteram até os 24 anos de idade. Nesse grupo de idades de 20 anos os adolescentes entre 11 e 17 anos tem a maior representatividade. Então não é novidade que o inimigo tenha organizado uma estrutura para seduzir, cativar e destruir essa parte importante da Igreja.
O relatório SUPER20 demonstrou que, dos crentes que se converteram quando crianças, adolescentes ou jovens e estão na igreja hoje, 27% se desviou e passou anos fora, durante os quais sofreram consequências do pecado que diminuiram sua capacidade e possibilidade de serem usados por Deus. A maior porcentagem nesse grupo foi a de adolescentes. Esses dados se referem apenas aos que se desviaram e retornaram. Embora não haja dados confiáveis sobre o total de desviados, é possível supor que o número dos que nunca retornaram seja bem maior.
Um dos aspectos do desvio apareceu em outra pesquisa realizada pela AMME: o crescente número de cristãos evangélicos nominais entre crianças, adolescentes e jovens. Em julho de 2011 a AMME Evangelizar concluiu e publicou, em inglês, um relatório de pesquisa realizada com 780 pessoas, crianças, adolescentes e jovens na maioria, em quinze cidades das três regiões mais populosas do país e constatou que 17,11% dos evangélicos entrevistados se declararam não praticantes. Esse número pode ser comparado ao dos ‘sem vínculo institucional’ no “Novo Mapa das Religiões” (Neri 2011), publicado dois meses depois do relatório da AMME e referente a adultos. Conforme Marcelo Neri e sua equipe, os evangélicos ‘sem igreja’ são 14%.
No trabalho com o grande número de adolescentes e jovens afetados de alguma forma por esses altos índices de desvio, é preciso identificar se eles se desviaram da Igreja ou da fé. Considerando essas duas possibilidades, ainda é possível identificar quatro categorias de desvio:
a) Hipocrisia – esses são os desviados dentro da igreja, aqueles que frequentam os cultos mas não vivem de acordo com a fé e ainda corrompem a outros. As pesquisas recentes falam do crescimento do sexo fora do casamento entre jovens na igreja, diminui a idade da primeira experiência sexual. Ouve-se também ques se torna comum a prática do homossexualismo e da pornografia. Vícios como a mentira e a violência de todos os tipos fazem parte do cotidiano desses crentes.
b) Afastamento – esses são os evangélicos não praticantes, aqueles que estão fora da igreja mas continuam se classificando como evangélicos. Não aderem a outra religião, eventualmente vão a algum culto, vivem junto a parentes envolvidos com a igreja, conservam alguns hábitos religiosos como símbolos, expressões e práticas.
c) Oposição – fazem forte oposição à fé evangélica, evidenciando escândalos, atacando práticas e lideranças até como modo de justificar seu afastamento. Podem assumir comportamentos abertamente anti-evangélicos como a promiscuidade, sensualidade, homossexualismo, violência etc. Promovem seu ataque a partir da experiência classificada como negativa: ‘eu fui evangélico, sei como é’.
d) Inversão – assumiram uma nova prática religiosa como o catolicismo, o espiritismo ou o islamismo, tanto para se distanciar do Evangelho como por se identificar com aspectos doutrinários ou práticos, i.e. reencarnação, disciplia islâmica, iconologia católica.
Além do trabalho da AMME com o programa Reconquista, há pouco trabalho específico no resgate de desviados e nenhum especializado no resgate de crianças, adolescentes e jovens. Preparando-se para oferecer opções nessa frente, a AMME reconhece que este é um trabalho triplamente dificultado: a) Por causa da natureza do adolescente – sua necessidade de individualização, seu sentimento de saber, sua vontade de poder; b) Por causa de sua experiência – o adolescente crescido na Igreja acha que conhece plenamente o cristianismo e desconfia das tentativas de lhe mostrarem algo novo; c) Por causa da Igreja – o Evangelho do ‘bem estar’ promovido atualmente pelas três principais correntes teológicas (da prosperidade, terapêutica e da libertação) formam um ‘outro evangelho’, incapaz de produzir uma conversão intensa, verdadeira e definitiva.
Há urgentes medidas corretivas, contensivas e preventiva a serem tomadas pela igreja. Mais do que resgatar adolescentes que se desviaram, a Igreja precisa urgentemente fechar as enormes brechas na muralha espiritual por onde seus membros mais jovens estão se desviando. Olhando para o cenário que temos adiante, esse não é um trabalho fácil, mas para Deus, tudo é possível, e o trabalho da AMME Evangelizar é cooperar com Deus nessa obra. Pacificadores em 2012 será um marco nessa luta. Ore por isso.

domingo, 1 de janeiro de 2012

A IGREJA E O BANHO - Porque não vou e porque não tomo




A IGREJA E O BANHO


10 razões porque não vou à Igreja
1 – Fui forçado a ir à igreja quando era criança.
2 - Pessoas que vão à igreja são hipócritas - elas acham-se mais santas que as outras.
3 - Há muitos tipos de igrejas, eu nunca saberia qual a certa.
4 - Eu costumava ir à igreja, mas tornou-se uma coisa chata.
5 - Nenhum dos meus amigos vai à igreja.
6 – Vou à igreja apenas no Natal ou na Páscoa.
7 - Começarei a ir à igreja quando ficar mais velho.
8 - Não tenho tempo.
9 – A igreja é muito fria.
10 - Os pastores estão somente atrás do meu dinheiro.


10 razões porque não tomo banho
1 – Fui forçado a tomar banho quando era criança.
2 - Pessoas que se banham são hipócritas - elas se acham mais limpas que as outras.
3 - Há muitos tipos de sabonete, eu nunca decidiria qual usar.
4 - Eu costumava tomar banho, mas tornou-se uma coisa chata.
5 - Nenhum dos meus amigos toma banho.
6 - Tomo banho apenas no Natal ou na Páscoa.
7 - Começarei a tomar banho quando ficar mais velho.
8 - Não tenho tempo.
9 - O banheiro é muito frio.
10 - Os fabricantes de sabonete estão somente atrás do meu
dinheiro.