terça-feira, 23 de junho de 2026

Jesus, Deus e homem

  


Jesus, Deus e homem

 

Jesus foi tão humano, que nasceu de uma mulher (cf. Mt 1,21).

Jesus foi tão divino, que é unigênito de Deus (cf. Jo 3,16).

 

Jesus foi tão humano, que foi batizado por João (cf. Mt 3,16).

Jesus foi tão divino,

que nunca precisou arrepender-se (cf. Jo 4,12).

 

Jesus foi tão humano, que em tudo foi tentado (cf. Lc 4,2).

Jesus foi tão divino, que nunca cedeu à tentação (cf. Hb 4,15).

 

Jesus foi tão humano, que teve fome (cf. Mt 4,2).

Jesus foi tão divino que disse:

Eu sou o pão da vida (cf. Jo 6,35).

 

Jesus foi tão humano, que teve sede (cf. Jo 4,7).

Jesus foi tão divino, que é a água da vida (cf. Jo 4, 10).

 

Jesus foi tão humano, que pagou tributo (cf. Mt 17,27).

Jesus foi tão divino, que seu reino não era aqui (cf. Jo 18,36).

 

Jesus foi tão humano, que sentiu cansaço (cf. Jo 5,6).

Jesus foi tão divino, que disse:

Vinde a mim vós que estais cansados e oprimidos (cf. Mt 11,18).

 

Jesus foi tão humano, que chorou (cf. Jo 11,35).

Jesus foi tão divino, que consolou os que choravam (cf. Lc 7,13).

 

Jesus foi tão humano, que sentiu o peso da cruz (cf. Mt 27,46).

Jesus foi tão divino, que levou a cruz resignado (cf. Lc 23,47).

 

Jesus foi tão humano, que morreu (cf. Jo 19,30).

Jesus foi tão divino, que venceu a morte (cf. 1 Co 15,20).

 

Jesus foi tão humano, que levou os homens a Deus.

Jesus foi tão divino, que trouxe Deus aos homens.

 

Autor desconhecido


quinta-feira, 4 de junho de 2026

Henry Ward Beecher em 400 Citações: O "Shakespeare dos Púlpitos"


E-BOOK GRATUITO: Henry Ward Beecher em 400 Citações - O norte-americano Henry Ward Beecher (1813 – 1887) foi um dos pregadores protestantes mais influentes do século XIX, além de escritor, reformador social e orador público de enorme prestígio. Ardente abolicionista e defensor da união durante a Guerra Civil Americana, seu pensamento cristão foi marcado por uma teologia centrada no amor de Deus, em contraste com o tom severo do calvinismo tradicional herdado de gerações anteriores. Para Beecher, o cristianismo não era primeiramente um sistema jurídico de culpa e punição, mas uma religião de restauração, esperança e transformação moral. Beecher foi chamado por Charles Spurgeon de “o Shakespeare dos púlpitos”, dada sua capacidade de perceber as profundidades multifacetadas da alma humana, e desenvolver seus temas de forma poética. Sua vasta obra infelizmente possui pouquíssimas traduções para nossa língua. Este breve e GRATUITO e-book, reunindo uma coleção de citações extraídas de diversos de seus livros, é um esforço para tornar mais conhecido o pensamento de Beecher entre nós. Leia e compartilhe!

 

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