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quarta-feira, 5 de junho de 2024

10 Reflexões sobre a Fé - Sammis Reachers

 


A fé é um salto no escuro, que pega impulso no escuro, que mira adiante, no escuro – para alcançar além do escuro.

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A fé é fundamentalmente uma modalidade de combate. Uma forma de bater-se, de golpear, seja em plena luz, seja (e quase sempre vai ser assim) nos muitos níveis da escuridão, pelos quais temos que atravessar. A passividade do ato de fé, o 'sentar-se e esperar em Deus' é uma ilusão: ter fé é guerrear. É agir sabendo que Deus é a ponta-de-lança - o que na frente vai, rasgando caminhos - e a rija retaguarda. Somos combatentes: não é senão por isso que Deus já nos disponibilizou uma valorosa indumentária, uma perfeita ARMADURA (Ef 6.13-17).

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Depositar esperança no menor e mais impotente dos homens, assim como estender a mão aos piores e mais perversos, é caritativamente exercitar e explicitar seja aos homens, seja ao céu ou ao inferno, a fé que move montanhas.

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A fé não atenta contra a razão. Pelo contrário: A verdadeira fé usa a razão como um cavalo. Num jogo de senhor e servo? Não, mas num jogo de centauro.

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Abertamente ou em secreto, todos somos circundados por tantas dúvidas que, se formos parar para duvidar, não faremos outra coisa.

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O que Deus espera e a vida requer é que você a pegue, a essa tão pequenina fé que possui, e a levante sobre si, como um farol e uma bandeira. E siga adiante, um dia depois do outro.

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E quando fazer o que é certo implica em infelicidade duradoura? E quando a cruz é banhada em chumbo, o que me diz, amigo-da-cruz-de-papel? Nem se quisesse teria o que dizer, insofrido amigo. Independente de quem seja, dos anos de magistério eclesiástico. Não teria como saber como é estar como Abraão ao pé do monte, pegando pela mão a Isaque para sacrificá-lo, imerso na própria substância do absurdo... Como Kierkegaard, o pai de dois séculos, esclareceu em Temor e Tremor: a fé é um salto para dentro do absurdo. Um voo sem escalas, objetivando, ao projetar-se sobre o absurdo, alcançar o Deus-que-transcende.

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A Fé cura o doente, o Amor cura a doença. A Esperança arregimenta seus irmãos.

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A Coragem diz "vá".

A Fé diz "vamos".

Com Fé você nunca vai sozinho.

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Uma fé veraz coordena todos os demais sentimentos. É a serviçal – logo, a capitã – da casa.


Sammis Reachers


sexta-feira, 15 de março de 2024

21 citações de Soren Kierkegaard sobre a FÉ

 


1.               A fé é a mais elevada paixão de todos os homens.

 

2.               A fé é a paixão pelo possível e a esperança é a companheira inseparável da fé.

 

3.               Fé significa precisamente a inquietude profunda, forte, bem-aventurada, que impulsiona o crente, para que ele não possa aquietar-se neste mundo, de modo que se ele se aquietou completamente também cessou de ser um crente; pois um crente não pode assentar-se calmamente, tal como a gente se assenta com o cajado na mão, um crente caminha adiante.

 

4.               A fé enxerga melhor no escuro.

 

5.               A fé é um absurdo. Seu objeto é extremamente improvável, irracional e para além do alcance de qualquer argumento… Suponhamos que alguém decida que quer adquirir fé. Acompanhemos essa comédia. Ele quer ter fé, mas ao mesmo tempo também quer ter a certeza de que está dando o passo certo – então empreende um exame objetivo da probabilidade de estar certo. E o que acontece? Por meio desse exame objetivo da probabilidade, o absurdo torna-se algo diferente: torna-se provável, cada vez mais provável, extremamente provável, absolutamente provável. Agora essa pessoa está pronta para acreditar e diz a si mesma que não acredita da mesma maneira que os homens comuns, como sapateiros ou alfaiates, mas apenas depois de ter pensado toda a questão de forma adequada e compreendido sua probabilidade. Agora está pronta para acreditar. Mas vejam, nesse exato momento torna-se impossível para ela acreditar. Algo que é quase provável, possível ou extrema e absolutamente provável é algo que a pessoa pode quase conhecer, praticamente conhecer ou bem aproximadamente conhecer – mas é impossível crer. Pois o absurdo é objeto de fé e o único objeto que pode ser crível.

 

6.               A fé não resulta da investigação científica; não tem de todo uma origem direta. Pelo contrário, nesta objetividade há a tendência para perder o interesse pessoal infinito pela paixão que é a condição da fé, o ubique et musquam [lat.: por toda parte e em nenhum lugar] no qual a fé pode brotar.

 

7.               A incerteza objetiva, sustentada na apropriação da mais apaixonada interioridade é a verdade, a mais alta verdade que há para um existente. Lá onde o caminho se desvia (e onde é esse ponto não se pode estabelecer objetivamente, pois ele é, precisamente, a subjetividade), o saber objetivo é suspenso. Objetivamente ele tem, então, apenas incerteza, mas é exatamente isso que tensiona a infinita paixão da interioridade, e a verdade é justamente a ousada aventura de escolher, com a paixão da infinitude, o que é objetivamente incerto. Observo a natureza a fim de encontrar Deus e, de fato, vejo onipotência e sabedoria, mas vejo também muita outra coisa que preocupa e perturba. A summa summarum [lat.: soma total] disso é a incerteza objetiva, mas precisamente por isso a interioridade é tão grande, porque a interioridade abrange a incerteza objetiva com toda paixão da infinitude.

 

8.               Sem risco não há fé. Fé é justamente a contradição entre paixão infinita da interioridade e a incerteza objetiva. Se eu posso apreender objetivamente Deus, então eu não creio; mas, justamente porque eu não posso fazê-lo, por isso tenho de crer; e se quero manter-me na fé, tenho de constantemente cuidar de preservar na incerteza objetiva, de modo que, na incerteza objetiva, eu estou sobre “70.000 braças de água”, e contudo creio.

 

9.               Com efeito, a fé tem duas tarefas: vigiar e descobrir a cada momento a improbabilidade, o paradoxo, para então, com a paixão da interioridade, permanecer firme. […] Onde o entendimento desespera, lá a fé já está presente, a fim de tornar o desespero bem decisivo, para que o movimento da fé não se torne uma transação dentro da esfera de negociações do entendimento.

 

10.          O cristianismo ensina que tudo o que é essencialmente cristão depende somente da fé; quer, portanto, ser precisamente uma ignorância socrática e com temor de Deus que por meio da ignorância guarda a fé contra a especulação, vigiando para que o abismo da diferença qualitativa entre Deus e o homem possa ser mantido como é no paradoxo e na fé, a fim de que Deus e o homem, ainda mais terrivelmente do que nunca no paganismo, não se transformem de algum modo, philosphicepoetice [filosoficamente, poeticamente], numa unidade — no sistema.

 

11.          Tenho que confessar que jamais encontrei, no curso de minhas observações, um só exemplar autêntico do cavaleiro da fé, sem com isso negar que talvez um homem em cada dois o seja...

 

12.          Não é permitido a ninguém fazer acreditar aos outros que a fé tem pouca importância ou que é coisa fácil, quando é, pelo contrário, a maior e a mais penosa de todas as coisas.

 

13.          O verdadeiro cavaleiro da fé é uma testemunha, nunca um mestre.

 

14.          Enquanto que até agora a fé teve na incerteza um pedagogo proveitoso, ela deveria ter seu maior inimigo na certeza. De fato, se se exclui a paixão, a fé deixa de existir, e certeza e paixão não se atrelam juntas.

 

15.          Para quem serve a demonstração? A fé não precisa dela, pode até mesmo considerá-la sua inimiga. Ao contrário, quando a fé começa a se envergonhar de si mesma; quando, como uma amante que não se contenta com amar, mas que no fundo se envergonha de seu amado e por isso precisa provar que ele é algo de notável; portanto, quando a fé começa a perder a paixão; portanto, quando a fé começa a deixar de ser fé, aí a demonstração se torna necessária para que se possa desfrutar da consideração burguesa da descrença.

 

16.          Pobre, incompreendida, maior de todas as paixões: fé.


17.  O engenhoso pagão disse: Dá-me um ponto lá fora e eu moverei a terra; o nobre disse: Dá-me um grande pensamento; oh, a primeira coisa não se deixa fazer, e a segunda não adianta o bastante. Só há uma única coisa que pode ajudar, mas esta não pode ser dada por um outro alguém: crê, e transportarás montanhas!


18.               Não existe a obediência fora do sofrimento, a fé não existe fora da obediência, a eternidade não existe fora da fé. No sofrimento a obediência é obediência, na obediência a fé é fé, na fé a eternidade é eternidade.


19.               As tarefas, tanto da fé quanto da esperança, e do amor e da paciência e da humildade e da obediência, em suma, todas as tarefas humanas repousam sobre a certeza eterna, na qual têm paradeiro e aprovação, de que Deus é amor.


20.               Fé e dúvida não são dois tipos de conhecimento: são paixões opostas.


21.               O engenhoso pagão disse: Dá-me um ponto lá fora e eu moverei a terra; o nobre disse: Dá-me um grande pensamento; oh, a primeira coisa não se deixa fazer, e a segunda não adianta o bastante. Só há uma única coisa que pode ajudar, mas esta não pode ser dada por um outro alguém: crê, e transportarás montanhas!


Frases extraídas do e-book gratuito 150 Frases de Soren Kierkegaard.

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sábado, 25 de março de 2023

Frases cristãs em imagens para suas redes sociais

 









































Essas e outras frases do autor podem ser lidas no e-book gratuito SABENÇAS & SENTENÇAS DA MISSÃO. Baixe seu exemplar pelo Google Drive, CLIQUE AQUI.



sexta-feira, 1 de março de 2019

Não preste atenção na montanha – O aprendizado de Bill Hybels na Índia



Este é o primeiro princípio para vencermos os problemas: a fé vem pelo olhar para Deus, não para a montanha.
Há alguns anos, um membro do coral da minha igreja e eu fomos convidados por um líder cristão para ir ao sul da índia. Ali nos reuniríamos a um grupo de ministério composto por pessoas de diversas regiões dos Estados Unidos. Foi-nos dito que Deus nos usaria para alcançar para Cristo muçulmanos, hindus e pessoas sem religião. Todos nós nos sentimos chamados por Deus para ir, embora sem saber o que nos aguardava.
Ao chegarmos, o líder indiano nos convidou para ir a sua casa. No decorrer dos dias, falou-nos de seu ministério.
O pai dele, orador e líder dinâmico, havia iniciado a missão em uma região de domínio hindu. Certo dia, um líder hindu pediu a seu pai que orasse.
Ansioso para orar com o homem, na esperança de levá-lo a Cristo, aquele cristão conduziu-o a uma sala particular, ajoelhou-se com ele, fechou os olhos e pôs-se a orar. Enquanto orava, o hindu tirou uma faca da roupa e apunhalou-o repetidas vezes.
Meu amigo, ouvindo os gritos do pai, correu em seu auxílio. Tomou-o nos braços, enquanto o sangue se espalhava pelo assoalho da cabana. Três dias depois, o pai morreu. Em seu leito de morte, falou ao filho: "Diga, por favor, àquele homem, que ele está perdoado. Cuide de sua mãe e continue com este ministério. Faça o que for necessário para ganhar pessoas para Cristo."
Com mais coragem e fé do que a maioria das pessoas jamais sonharia em obter, este homem de Deus obedeceu. Há mais de vinte anos vem trabalhando com fervor inacreditável. Fundou mais de cem igrejas, uma clínica médica, além de vários tipos de ministérios.
Todo ano, geralmente em fevereiro, ele aluga um enorme parque, monta um palco e um sistema de som improvisados, pendura algumas lâmpadas e dirige reuniões evangelísticas durante uma semana. Faz publicidade das reuniões por intermédio de cartazes e alto-falantes por toda a cidade. As pessoas acorrem aos milhares e sentam-se no chão, em frente ao palco, homens de um lado e mulheres e crianças, do outro.
As reuniões da noite começam às 18 horas. Por cerca de meia hora eles ouvem música instrumental gravada, seguida por alguns números especiais. Depois, vem o sermão de aquecimento. Instrutivo, prático e relevante para a vida diária, seu objetivo é mostrar aos ouvintes que o Cristianismo faz sentido.
Mais ou menos às 20 horas, mais dois números musicais são apresentados, antes da mensagem principal, que é sempre centrada na pessoa de Jesus Cristo. O pregador fala sobre quem era Jesus, o que Ele fez, como morreu, como sua morte paga o preço pelo pecado, como sua ressurreição dá poder àqueles que colocam sua fé e confiança nele.
Das 21h até 21h30, os ouvintes, quer sejam hindus, muçulmanos ou não religiosos, são convidados a crer em Cristo. São chamados à frente para receber perdão, purificação e vida eterna, depois são desafiados a abandonar outros deuses ou sistema religioso que trouxeram consigo para a reunião, e a colocar fé e confiança somente em Jesus.

Uma missão assustadora na índia

De terça até quinta-feira, minhas tarefas foram viáveis. Eu falava em uma reunião bem pequena, na parte da manhã ou pregava o sermão de aquecimento, à noite. Na sexta-feira, o líder do ministério disse: "Eu recebi orientação de Deus e quero que você se encarregue do sermão principal desta noite."
Estarrecido, fiquei imaginando por que eu não havia recebido uma orientação semelhante.
A barreira do idioma parecia quase intransponível, mesmo com o tradutor.
Eu não estava familiarizado com a cultura e minha palavra seria de pouca ou nenhuma relevância para a situação das pessoas. Seria difícil usar ilustrações engraçadas. Eram tantas incógnitas que, toda vez que eu tentava orar, depois de trinta segundos era impedido por dúvidas e temores. De que adianta?, pensava. As barreiras são intransponíveis.
A noite chegou. Pegamos um riquixá para o parque. Ao nos aproximarmos, ouvi a primeira mensagem pelo alto-falante. Havia um pouco de tempo para acalentar minha paranoia.
Sentamos no fundo do palco. Olhei, e vi o maior mar de rostos que já vira na vida. Um dos líderes indianos me cutucou e disse: "Temos vinte mil hoje, talvez trinta."
Depois desta, qualquer migalha de confiança que eu pudesse ter, desapareceu. Vai ser um desastre - pensei. O que estou fazendo aqui?
Olhei para trás do palco. O líder do ministério e diversos líderes de sua confiança, com os rostos em terra, oravam.
Sei a respeito do que estão orando - refleti. Já se deram conta de que o americano que vai pregar o sermão principal é bem capaz de esvaziar o parque em questão de minutos!
Era do meu conhecimento que aqueles homens viviam na pobreza e lutavam com dificuldades incríveis para pregar a Palavra de Deus. Haviam dado suas vidas para que as pessoas presas em sistemas religiosos falsos pudessem conhecer a verdade de Jesus Cristo. Como as reuniões anuais eram o ponto alto de seus esforços de todo um ano, sentia-me angustiado com o revés que o trabalho deles iria sofrer devido à minha pregação inepta.

Grande é a tua fidelidade

Àquela altura, o primeiro pregador terminou a mensagem. Eu teria ainda cerca de dez minutos antes de entrar na linha de fogo. Pouco depois, a solista da minha igreja se aproximou do microfone, para cantar.
Tenho que sustentá-la em oração - pensei - mas serei o próximo, e quando o navio está afundando, é cada um por si.
Minha oração tornou-se mais veemente. Oh, Senhor, livra-me. Faça chover. Faça com que eu desapareça!
A montanha parecia tão grande que eu não via porque pedir a Deus para removê-la. Eu ficaria feliz se ela caísse sobre mim e me libertasse da angústia.
Enquanto minhas orações lastimáveis dançavam em minha mente cheia de dúvidas, eu ouvi timidamente a solista.

Grande é a tua fidelidade, meu Pai celestial,
Não há sombras ao teu lado;
Tu não mudas, tuas misericórdias jamais se acabam;
Como tu eras, sempre serás.
Grande é a tua fidelidade! Grande é a tua fidelidade!
Tuas misericórdias se renovam a cada manhã;
Tua mão provê todas as minhas necessidades —
Grande é a tua fidelidade para comigo, Senhor!

Como eu, a cantora não sabia a língua dos ouvintes. Portanto, ela não podia apenas cantar uma canção; devia haver uma comunicação de coração para coração, ou nada aconteceria. Ao mesmo tempo em que ela se comunicava, de coração para coração, com milhares de pessoas diante do palco, também se comunicava com um pastor angustiado, inseguro, sem fé, que precisava bem mais daquela música do que a própria multidão. Algo aconteceu comigo ao ouvir a letra de: "Grande é a tua fidelidade". Enquanto as palavras penetravam em meu cérebro, lembrei-me para onde eu havia direcionado a minha atenção durante todo o dia. Em mim mesmo: a barreira da linguagem, minha perplexidade cultural, minha inexperiência, minha fraqueza, meu medo de fracassar, meu pavor de uma multidão tão grande. Eu estava olhando apenas para a minha montanha, e só conseguia ver minha incapacidade para removê-la.
Minhas orações eram lamentáveis porque eu olhava para minha insuficiência, em vez de olhar para a suficiência de Deus!

Mudança de direção

À medida em que o hino continuava, disse a mim mesmo: Espere um pouco, vou mudar a direção agora mesmo. Vou olhar para Deus, não para Hybels.
Eu tinha pouco tempo, e comecei a orar com fervor: "Oro ao criador do mundo, rei do universo, o Deus Todo-Poderoso, onisciente e fiel. Oro ao Deus que criou as montanhas e que, se for preciso, pode movê-las. Oro ao Deus que tem sido sempre fiel a mim, que jamais me desapontou por mais assustado que eu estivesse ou por mais difícil que fosse a situação. Oro ao Deus que deseja produzir frutos por meu intermédio, e confio que serei usado por Ele esta noite, não por ser quem eu sou, mas por quem Ele é. Ele é fiel."
Quando o hino terminou, o meu interior era de uma pessoa diferente. Eu bem que aceitaria um substituto, caso alguém se oferecesse, mas não me sentia mais apavorado. Estava pronto para começar, porque um Deus fiel era o objeto de toda a minha atenção. Quando subi à plataforma com o tradutor, fiz a oração que move montanhas, porque estava firmemente direcionada para a suficiência de Deus, e não, para a minha insuficiência.
Naquela noite falei com a confiança concedida pelo Espírito Santo, baseada na suficiência de Deus. Contei àquelas pessoas que alguém havia derramado o sangue para pagar pelos seus pecados. Este alguém não era Buda, nem um deus hindu, ou um personagem de um mito, ou conto de fadas. Foi um ser humano de verdade chamado Jesus, o único Filho de Deus. Repeti inúmeras vezes: "Você é importante para Ele. Ele derramou o próprio sangue para perdoar os seus pecados e vocês podem ser libertos se colocarem sua fé e confiança nele."
Eu sabia que Deus estava operando enquanto eu falava.
Terminei a mensagem e as pessoas foram convidadas para aceitar a Cristo.
Voltei para o fundo do palco, caí de joelhos e comecei a orar: "Senhor, sei como estas pessoas são importantes para ti. Traga-as para junto de ti."
Centenas e centenas de pessoas vieram à frente: hindus, muçulmanos, incrédulos de todos os tamanhos e formas, cores e idade. Foram tantos que pensei que meu coração fosse explodir. Estava me rejubilando por todos os que encontraram uma nova vida em Cristo e, também, porque naquela noite Deus, por intermédio da oração, havia pego uma montanha chamada medo e a havia lançado nas profundezas do mar.
Naquela noite eu aprendi que, para Deus, não existem barreiras. Deus está pronto para me usar. Quando eu me concentrei em Deus e não na montanha, Ele pode operar por meu intermédio.

Bill Hybels

Trecho do livro Ocupado Demais Para Deixar de Orar (Editora United Press).


quinta-feira, 12 de outubro de 2017

As Virtudes Teologais reunidas em livro de citações - Amor, Esperança e Fé


      Amor (ou caridade), Esperança e Fé: As três principais virtudes cristãs, conforme arroladas pelo apóstolo Paulo no décimo terceiro capítulo da Primeira Carta aos Coríntios, um dos ou talvez mesmo o mais belo capítulo de todo o Novo Testamento. Os católicos chamam-nas de virtudes teologais, que seriam infundidas por Deus no homem, e cuja ação é complementada pelas virtudes cardinais (prudência, justiça, fortaleza e temperança).
      Este pequeno e-book surge por ocasião das comemorações dos 500 anos da Reforma Protestante, deflagrada pelo monge agostiniano Martinho Lutero. Nesta breve seleta, reunimos nada menos que setecentas e cinquenta citações, duzentas e cinquenta abarcando cada uma das virtudes. São textos notadamente de autores cristãos (reformados e de outras vertentes), mas não somente; autores de outras confissões religiosas aqui comparecem, e mesmo agnósticos e livres pensadores os mais diversos, contribuindo para o entendimento e a reflexão plurais sobre tais temas de infindável profundidade. Assim, mesmo focado na seara cristã, esta pequena antologia é de valia para todo tipo de leitor, todo aquele que tem sua atenção capturada pelo mundo das ideias.
      “Mas, as virtudes teologais: o que tem isso a ver com a Reforma?”, perguntará o leitor mais desatento. E que foi a Reforma, senão um retorno ou esforço de retorno aos fundamentos da fé cristã uma vez perdidos ou obnubilados? Anseio desesperado de tornar às bases e raízes que foram amortecidas ou banidas em troca de conceitos débeis e prostituídos? Se assim entendermos, percebemos que nada há de mais basilar em nossa crença do que o consórcio destas três virtudes capitais. São elas que garantem a simplicidade revolucionária da mensagem dAquele que se ofereceu na cruz.
      Como editor e antologista, esta é minha singela forma de celebrar o reempoderamento da verdade manifesta no entendimento do suficiente poder salvífico da fé, herança maior da Reforma. E também um presente aos leitores.
      Entendo a fé como certeza alicerçante, base de todas as bases, chão do ente feito à imagem de Deus. A esperança é uma rebelião contra um status, revolta primeva e perene contra uma maldição herdada no Éden, que seja, a morte (Gn 3). Esperança é rebelião contra a Queda, contra a sua consequência: Deus puniu e não há recuo, mas ainda assim Deus encontrará em amor uma forma de nos remir. E o elo de tudo, o amor, ah... como escrevi algures, prefaciando o livro de um amigo: Este mistério fundacional da espécie [e do cosmos], a um tempo barco e co-navegante com o Homem sobre o mar do Tempo, esta magna transcendência que desvela o motivo de ser do próprio Universo, o Amor é âmago e imago (imagem) das razões de Deus.  
      Que esta pequena seleta seja de proveitosa e edificante leitura a você, amigo leitor.  Mais que um livro a ser lido, nosso esforço foi para tornar este pequenino volume um livro a ser revisitado.

Sammis Reachers, editor

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Colabore conosco, repassando este e-book para seus amigos e contatos. Você pode ainda disponibilizá-lo para download (sempre gratuitamente) a partir de seu site ou blog. E caso não consiga realizar o download, e queira receber o arquivo por e-mail, escreva para: sreachers@gmail.com

domingo, 23 de julho de 2017

As frases definitivas sobre a Fé num pequeno e-book


Que tal poder ler, num único e-book, (mais de) 200 frases com definições e também reflexões sobre a Fé, coligidas de diversos autores cristãos e também de outras vertentes? É o que se propõe o e-book Fé em 200 Frases.
Este e-book faz parte da Coleção 200 Frases, que a cada volume abarca um tema em particular.
As outras assim chamadas virtudes teologais também já contam com seu volume: Amor em 200 Frases e Esperança em 200 Frases. A coleção conta ainda com o e-book a Amizade em 200 Frases, e em breve outros temas serão lançados.

Uma leitura breve mas profundamente edificante, num livrinho para onde sempre retornar em busca de sabedoria e inspiração.

Os e-books estão disponíveis na Amazon. Mesmo se você não possuir o leitor de e-books da Amazon, o Kindle, você pode fácil e gratuitamente baixar o aplicativo de leitura da Amazon, para poder ler os e-books em seu celular, tablet ou computador, sem problemas.

O e-book Fé em 200 Frases custa apenas R$ 2,99, e pode ser comprado aqui: https://goo.gl/srE2CT

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