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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

A criança e o Carnaval




Num Estado onde existem vários blocos carnavalescos, grandes escolas de samba, é praxe entre as várias escolas públicas ou particulares formar seu bloco e cair na folia. Aliás, este procedimento também ocorre nas festas juninas, nas quais muitas escolas decoram suas salas com adereços alusivos às festas. Inclusive, algumas escolas obrigam o aluno a participar de tais festas como parte do currículo escolar, sob pena de perda de pontos. O aluno deve não apenas participar dos grupos, como se caracterizar para a festa.
Ocorre que no meio das festas estão os alunos cristãos. E aí a coisa complica, porque tais pais, não sabendo dos direitos que têm, imaginam que poderão sofrer retaliações e liberam com resignação seus pupilos. Eu pergunto: É lícito ao pai cristão deixar suas crianças brincar Carnaval?
Analisando as origens de tal festa, primeiro pagã, depois católica, não temos dúvidas que o cristão, não apenas o adulto, não deve participar de tal festa. É mundana, devassa, corrompe a alma, destrói os relacionamentos, pois baseia-se na licenciosidade. É fora de dúvida sua inspiração maligna. Chegaríamos a esta conclusão sob qualquer prisma. E não é necessário ser cristão para não gostar dela.
E com as crianças? Bem, as crianças também são salvos. São nossos filhos a quem devemos ensinar valores e o Carnaval não se enquadra, nem de longe, no quesito. O que fazer? Saiba que você está resguardado de qualquer ação que vá de encontro à sua liberdade e à de seus filhos pela Constituição de nosso País, tanto quanto um aluno islâmico, numa escola pública ou privada, não confessional (aliás, até elas devem se submeter, apenas duvido que seja uma situação possível), pode se recursar a recitar o Pai Nosso.
A escola tem o direito de fazer o bloco, mas não pode obrigar seu filho a participar dele, nem subtrair pontos por causa de sua ausência. A obrigação do aluno é com a sala de aula e com o aprendizado. A menos que você ache bonitinho sua fantasia?! É isso que você vai deixar de mais precioso para seu filho?
Para os cristãos em folia, eu lamento que tão depressa vocês hajam se distanciado do objetivo da graça de Deus. Se querem sambar, que seja, mas não por serem cristãos, mas porque na dureza do coração não percebem que tais práticas dizem respeito ao velho homem, que deve estar crucificado. Ou Cristo ou o velho homem. Sem negociatas, nem meio-termos. O mais não vem de Deus!

domingo, 27 de fevereiro de 2011

SEGUNDA-FEIRA DE CINZAS

Quarta-feira de cinzas, obra do pintoralemão Carl Spitzweg

Derli Machado


Às vésperas do carnaval, fantasias e alegorias de três escolas de samba viraram cinzas no incêndio que atingiu a Cidade do Samba no Rio. Esse episódio me fez lembrar Sodoma e Gomorra. Segundo a narrativa bíblica, um incêndio devastou essas duas cidades da antiguidade: “Disse mais o SENHOR: Com efeito, o clamor de Sodoma e Gomorra tem-se multiplicado, e o seu pecado se tem agravado muito” (Gênesis 19.20); “Então o Senhor, da sua parte, fez chover do céu enxofre e fogo sobre Sodoma e Gomorra”(Gênesis 19.24). Como está bem claro no texto, ao contrário do primeiro, ocorrido na última segunda-feira 07/02, cuja causa ainda é desconhecida (provavelmente falta de prevenção), o incêndio histórico teria sido provocado pela depravação total dos habitantes daquelas cidades. Retificando: 99,99 %. Ló, aparentemente, era o único justo naquele meio. “e livrou o justo Ló, afligido pelo procedimento libertino daqueles insubordinados” (2 Pedro 2.7).

Sodoma e Gomorra tornaram-se símbolos de vício e iniquidade (a palavra “sodomia” passou a ser usada para designar as perversões sexuais) e exemplo para os ímpios do futuro, inclusive os do século XXI: “e, reduzindo a cinzas as cidades de Sodoma e Gomorra, ordenou-as à ruína completa, tendo-as posto como exemplo a quantos venham a viver impiamente” (2 Pedro 2.6).

O Brasil é tradicionalmente conhecido como o país do carnaval, e muitos até se orgulham dessa “identidade nacional”, sob a alegação de que faz parte da cultura. No entanto, longe de ser apenas uma “festa cultural”, o carnaval é uma festa pagã que celebra as paixões carnais. Vincula-se historicamente à homenagem ao deus Baco, patrono da orgia, da embriaguês e dos excessos da carne. Atualmente o carnaval é sinônimo de toda espécie de orgia sexual, consumo de drogas, além de assassinatos e toda sorte de violência.

Durante a festa da “carne”, o Rio de Janeiro, fevereiro e março (e milhares de cidades desse país) se transforma em Sodoma e Gomorra moderna: “cidade maliciosa, cheia de enganos mil, cidade maliciosa, o insensato coração do meu Brasil”.

A Bíblia faz advertência contra a carne: “Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas , se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis” (Rm 8.13). A Palavra de Deus diz que "os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito, para as coisas do Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz" (Rm. 8.5-6).

Sodoma e Gomorra tornaram-se também exemplo de condenação eterna: “... o Senhor sabe livrar da provação os piedosos e reservar, sob castigo, os injustos para o Dia de Juízo, especialmente aqueles que, seguindo a carne, andam em imundas paixões e menosprezam qualquer governo...” (2 Pedro 2.10).

E você? Vai ficar em Sodoma e Gomorra, em meio à imundície, ou vai deixá-las como fez o justo Ló? O ministério do Bem-Estar espiritual adverte: não faça como a mulher dele que olhou pra trás e se deu mal; virou estátua de sal.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Carnaval, a festa do Diabo

*

Por Ismênia Noleto

O carnaval chegou ao Brasil em meados do século XVII, sendo influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa. Na França, o carnaval acontecia em forma de desfiles urbanos, ou seja, os carnavalescos usavam máscaras e fantasias. 

Embora de origem européia, alguns personagens como o Rei momo, o pierrô e a colombiana entre outros foram incorporados ao carnaval brasileiro. Os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos cortejos de automóveis (corsos) se tornaram mais populares no começo do século XX. As pessoas decoravam seus carros, se fantasiavam e em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades, dando origem assim, aos carros alegóricos. 

No século XX o carnaval se tornou mais popular e teve um crescimento considerável neste período surgindo as famosas marchinhas carnavalescas (músicas que faziam o carnaval mais animado). A primeira escola de samba foi criada no dia 12 de agosto de 1928, no Rio de Janeiro e chamava-se “Deixa Falar”.
Anos depois, a escola mudou seu nome para Estácio de Sá. A partir daí, o carnaval de rua começa a ganhar um novo formato. No Rio de Janeiro e São Paulo, começaram a surgir novas escolas de samba. Organizadas em Ligas de Escolas de Samba, iniciam os primeiros campeonatos para constatar qual escola de samba era a mais bela e animada. 

Na região Nordeste, algumas cidades como Recife e Olinda permaneceram com as tradições originais do carnaval de rua. As pessoas saem às ruas durante o carnaval no ritmo do frevo e do maracatu. Na Bahia, o carnaval de rua conta com a participação dos trios elétricos, embalados por músicas como o axé.
No entanto, há bailes e blocos de Carnaval que levam nomes tais como: "Filhas d’Oxum", "Filhas de Olorum" (Orixás), "Baile do Diabo", "Noite do Diabo", "Festa do Diabo" o que leva a pensar que o Carnaval é patrocinado pelo Diabo e por seus demônios. Isso explica tantas dores, roubos, violências e muitas mortes.

ÁLCOOL: Um ponto a ser destacado, é que nesse período, há um abuso do álcool aumentando os riscos à saúde em decorrência do excesso no consumo de álcool. No Carnaval, são altos os índices de acidentes e violências agravados pela ingestão de bebidas alcoólicas, inclusive pelas características socioculturais desse feriado para os brasileiros. 

O álcool é o principal responsável pelas inúmeras mortes no Carnaval. Na maioria dos países, o álcool tem um impacto ainda maior em termos de mortes, ferimentos e custos econômicos se comparado com as drogas ilícitas. 

PROSTITUIÇÃO: Nesse período, é constante a propagação de camisinhas incentivando o sexo promíscuo. Postos de saúde distribuem camisinhas de forma gratuita. A alegação é de “fazer sexo de forma segura” e com isso, impedir doenças sexualmente transmissíveis e uma gravidez indesejada (o que de fato, não acontece). A prostituição que cresce de forma assustadora em cada estado, no carnaval atinge o ápice da imoralidade e da falta de pudor. 

É comum ligar a TV e ver mulheres nuas com o corpo pintado ou seminuas desfilando em carros alegóricos. Artistas globais mostram suas curvas e tentam despertar a libido de quem assiste a todo aquele “espetáculo” de perversão sexual. 

No Rio de Janeiro, conhecida por ser a cidade do carnaval (e também a cidade da violência), turistas de todos os estados do Brasil e do mundo, se envolvem nesse jogo de sedução e de sexo fácil. O turismo sexual tem motivado inúmeros de estrangeiros a se relacionarem com mulheres e até com meninas brasileiras em troca de dinheiro. Não é à toa que os estrangeiros associam o Brasil como o país da prostituição.

O Cristão e o carnaval

O cristão ao contrário do que se pensa, tem outra forma de “comemorar” o carnaval. Para fugir da folia que toma conta as ruas, Igrejas evangélicas realizam retiros espirituais. Nos retiros, é comum a presença de todas as faixas de idade juntas em um só objetivo: louvar e adorar o nome de Deus. 

“A diferença principal do carnaval do cristão com o secular, já é a quem o tempo é dedicado. O nosso é um retiro espiritual, que tem seus momentos de lazer, mas é um momento principalmente de buscar a Deus e até pedir que Ele tenha misericórdia dos que estão se perdendo pelo mundo nessa época de tanta folia. O carnaval do mundo é completamente dedicado ao próprio umbigo. É o folião que quer ter prazer ao extremo, o empresário que quer vender muito... assim por diante...dizem que é cultura. Uma cultura sempre tem saldos negativos no final”, afirmou Kleidiane Nogueira, da Assembléia de Deus Pio XII, em Teresina, no Piauí.

Os retiros geralmente costumam ser realizados em sítios afastados da cidade e reúnem centenas de pessoas. Além de muito louvor, adoração, estudos e pregação da palavra de Deus, os cristãos também se divertem com brincadeiras, gincanas, além de ser uma ótima oportunidade de se conhecer gente nova e até mesmo, de encontrar um grande amor.

“O retiro é uma ótima opção para quem quer fugir da folia do Carnaval, desde que seja realmente espiritual. Em um retiro tem muita novidade, como por exemplo: testemunhos, estudos sobre as verdades bíblicas, conscientização dos perigos do mundo com palestras interessantes e atrativas”, disse a adventista Marinalva de Macêdo, que já participa de retiros espirituais desde criança.

Francisco das Chagas Silva, da Igreja Cristã Evangélica em Teresina organiza retiros espirituais há 22 anos. Ele esclareceu que para um retiro realmente abençoado, há alguns desafios. “Primeiramente temos que ter um local bastante agradável. Hoje as pessoas não querem mais sair de suas casas para ficarem em situações precárias. Aquela idéia de acampamento com barracas, redes debaixo de árvores ou varandas estão realmente saturadas. As pessoas hoje preferem acomodações mais modernas como hotéis e sítios. Depois temos q observar a questão de taxas, pois a alimentação também é outro fator que interessa muito aos jovens e somos bastante cobrados por isso. Mas entendo que a principal preocupação de todos deveria ser prioritariamente, a observação da palavra de Deus e os ensinamentos que possam estar sendo mostrados como algo que nós realmente devemos priorizar”, enfatizou.

Para Francisco das Chagas Silva, o retiro é um instrumento eficaz de afastar os jovens de festas mundanas, mas segundo ele, há alguns pontos a serem observados. “Tudo depende do espírito de cada um. Se você vai ao retiro com a finalidade de adorar a Deus, é ótimo e ele será abençoado, mas se o jovem vai para o retiro com o pensamento ligado nas coisas externas e mundanas, ele certamente não será abençoado”.

Visite o blog da autora: http://eutenhoamarcadecristo.blogspot.com/

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

CARNAVAL - A maior festa popular brasileira


Prof. João Flávio Martinez

Origem Histórica


Segundo definição genérica, o carnaval é uma festa popular coletiva, que foi transmitida oralmente através dos séculos, como herança das festas pagãs realizadas a 17 de dezembro (Saturnais - em honra a deus Saturno na mitologia grega.) e 15 de fevereiro (Lupercais - em honra a Deus Pã, na Roma Antiga.). Na verdade, não se sabe ao certo qual a origem do carnaval, assim como a origem do nome, que continua sendo polêmica.
Alguns estudiosos afirmam que a comemoração do carnaval tem suas raízes em alguma festa primitiva, de caráter orgíaco, realizada em honra do ressurgimento da primavera. De fato, em certos rituais agrários da Antigüidade, 10 mil anos A.C., homens e mulheres pintavam seus rostos e corpos, deixando-se enlevar pela dança, pela festa e pela embriaguez.
Originariamente os católicos começavam as comemorações do carnaval em 25 de dezembro, compreendendo os festejos do Natal, do Ano Novo e de Reis,Continua→ onde predominavam jogos e disfarces. Na Gália, tantos foram os excessos que Roma o proibiu por muito tempo. O papa Paulo II, no século XV, foi um dos mais tolerantes, permitindo que se realizassem comemorações na Via Lata, rua próxima ao seu palácio. Já no carnaval romano, viam-se corridas de cavalo, desfiles de carros alegóricos, brigas de confetes, corridas de corcundas, lançamentos de ovos e outros divertimentos.
O baile de máscaras, Continua →força nos séculos XV e XVI, por influência da Commedia dell'Arte. Eram sucesso na Corte de Carlos VI. Ironicamente, esse rei foi assassinado numa dessas festas fantasiado de urso. As máscaras também eram confeccionadas para as festas religiosas como a Epifania (Dia de Reis). Em Veneza e Florença, no século XVIII, as damas elegantes da nobreza utilizavam-na como instrumento de sedução.
Na França, o carnaval resistiu até mesmo à Revolução Francesa e voltou a renascer com vigor na época do Romantismo, entre 1830 e 1850. Manifestação artística onde prevalecia a ordem e a elegância, com seus bailes e desfiles alegóricos, o carnaval europeu iria desaparecer aos poucos na Europa, em fins do século XIX e começo do século XX.
Há que se registrar, entretanto, que as tradições momescas ainda mantêm-se vivas em algumas cidades européias, como Nice, Veneza e Munique.

Etmologia da Palavra

Assim como a origem do carnaval, as raízes do termo também têm se constituído em objeto de discussão. Para uns, o vocábulo advém da expressão latina "carrum novalis" (carro naval), uma espécie de carro alegórico em forma de barco, com o qual os romanos inauguravam suas comemorações. Apesar de ser foneticamente aceitável, a expressão é refutada por diversos pesquisadores, sob a alegação de que esta não possui fundamento histórico.
Para outros, a palavra seria derivada da expressão do latim "carnem levare", modificada depois para "carne, vale !" (adeus, carne!), palavra originada entre os séculos XI e XII que designava a quarta-feira de cinzas e anunciava a supressão da carne devido à Quaresma. Provavelmente vem também daí a denominação "Dias Gordos", onde a ordem é transgredida e os abusos tolerados, em contraposição ao jejum e à abstenção total do período vindouro (Dias Magros da Quaresma).

Posição da igreja evangélica no período do carnaval

Como pudemos observar, o carnaval tem sua origem em rituais pagãos de adoração a deuses falsos. Trata-se, por, isso de uma manifestação popular eivada de obras da carne, condenadas claramente pela Bíblia.
Seja no Egito, Grécia ou antiga Roma, onde se cultua, respectivamente, os deuses Osíris, Baco ou Saturno, ou hoje em São Paulo, Recife, Porto Alegre ou Rio de Janeiro, sempre notaremos bebedeira desenfreada, danças sensuais, música lasciva, nudez, liberdade sexual e falta de compromisso com as autoridades civis e religiosas.
Traçando o perfil do século XXI, não é possível isentar a Igreja evangélica → → deste movimento histórico. Então qual deve ser a posição do cristão diante do carnaval? Devemos sair de cena para um retiro espiritual, conforme o costume de muitas igrejas? Devemos por outro lado, ficar aqui e aproveitarmos a oportunidade para a evangelização?Ou isso não vale a pena porque, especialmente neste período, o deus deste século lhes cegou o entendimento?
Cremos que a resposta cabe a cada um. Mas, por outro lado, a personalidade da Igreja de Deus nasce de princípios estreitamente ligados ao seu propósito: fazer conhecido ao mundo um Deus que, dentre muitos atributos, é santo.
Há quem justifique como estratégia evangelística a participação efetiva na festa do carnaval, desfilando com carros alegóricos e blocos evangélicos, o que não deixa de ser uma tremenda associação com a profanação. Pergunta-se, então: será que deveríamos freqüentar boates gays, sessões espíritas e casas de massagem, a fim de conhecer melhor a ação do diabo e investir contra ela? Ou deveríamos traçar estratégias melhores de evangelismo?
No carnaval de hoje, são poucas as diferenças das festas que o originaram, continuamos vendo, imoralidade, promiscuidade sexual e bebedeira.
Como cristãos não podemos concordar e muito menos participar de tal comemoração, que vai contra os princípios claros da Palavra de Deus Romanos 8.5-8; I Co. 6.20).

Evangelismo ou retiro espiritual?

A maioria das igrejas evangélicas hoje tem sua própria opinião quanto ao tipo de atividade que deve ser realizada no período do carnaval.
Opinião, esta que, baseia-se em parte na teologia que cada uma delas prega. Este fato é que normalmente justifica sua posição. A saber: enquanto umas participam de retiros espirituais, outras, no entanto, preferem ficar na cidade durante o carnaval com o objetivo de evangelizar os foliões.
Primeiramente, gostaríamos de destacar que respeitamos as duas posições, pois cremos que os cristãos fazem tudo por amor com a intenção de ganhar almas para Cristo, edificando seu Corpo. Entendemos também o propósito dos retiros espirituais: momentos de maior comunhão com o Senhor. Muitos crentes tem sido edificados pela pregação da Palavra e atuação do Espírito Santo nos acampamentos das igrejas.
Todavia, a oportunidade de aproveitarmos o carnaval para testemunhar é pouco difundida em nosso meio.
Em meio à pressão provocada pelo mundo, a igreja deve buscar estratégicas adequadas para posicionar-se à estas mudanças dentro da Bíblia, e não dentro de movimentos contrários a ela. A Bíblia é a fonte, e não fatores externos.
Cristãos de todos os lugares do Brasil possuem opinião diferente s a este respeito de maneira adequada para evangelização no período do carnaval. Mas devemos notar que Cristo nunca perdeu uma oportunidade para pregar. Partindo deste princípio não podemos deixar de levar o evangelho não importando o momento.
Assim devemos lançar mão da sabedoria que temos recebido do Senhor e optar pela melhor atividade para nossa igreja nesse período tão sombrio que é o carnaval.

Fonte: http://www.cacp.org.br