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segunda-feira, 12 de maio de 2025

Viagens missionárias, cursos e eventos de missões acontecendo pelo Brasil (mai/jun/jul 2025)

 


Como já é tradicional, publicamos a nossa listagem de eventos (viagens, congressos, cursos etc.) de missões acontecendo no Brasil, na janela de meio de ano. Caso conheça algum evento no gênero que não conste na listagem, por favor nos envie a informação, para que o mesmo possa ser acrescentado.


Inscrições AQUI.


Acampamento Missionário CTAM. Informações e inscrições AQUI.





Inscrições pelo número: (83) 99680-9031



Informações e inscrições: https://www.mef.org.br/emef












Igreja O Brasil Para Cristo. De 17 a 20 de out em SP. Informações AQUI.


Acampamento Batista Fluminense - Rio Bonito/RJ. Informações e inscrições AQUI.



Voc Day (Vocare/AMTB) Eventos já confirmados em Macaé/RJ e Porto Alegre/RS. Informações AQUI.







domingo, 22 de dezembro de 2024

domingo, 18 de junho de 2023

Livro reúne 2.000 citações sobre Missões e temas relacionados

 

Fruto de extensa pesquisa, é com prazer que apresentamos ao público cristão brasileiro uma obra verdadeiramente única em língua portuguesa. 

Em 266 páginas, o livro CITAÇÕES MISSIONÁRIAS objetiva ser um manancial de ciência e sabedoria (Pv 11.14), ao reunir por meio de citações as opiniões e entendimentos de centenas e centenas de servos do Senhor – teólogos, missiólogos, pastores, missionários, leigos – cuja produção intelectual, reiteradas vezes experimentada no campo de testes da vida real, é um presente de Deus para a sua igreja.

A obra reúne, em mais de 2.000 citações, reflexões sobre temas fundamentais da missão cristã, divididos em pouco mais de 40 tópicos:

AVIVAMENTO – BATALHA ESPIRITUAL – BÍBLIA – CHAMADO E DECISÃO – CONTEXTUALIZAÇÃO – DISCIPULADO – ENVIADORES E MANTENEDORES – ESPÍRITO SANTO – ESPIRITUALIDADE – EVANGELIZAÇÃO – FAMÍLIA E RELACIONAMENTOS – GRANDE COMISSÃO – IDE – IGREJA – JESUS – LITERATURA – MARTÍRIO – MINISTÉRIO      – MISSÃO, MISSÕES – MISSIO DEI – MISSIOLOGIA – MISSIONÁRIOS – MISSÕES DE CURTO PRAZO – MISSÕES URBANAS – MOBILIZAÇÃO MISSIONÁRIA – MOTIVAÇÃO – NÃO ALCANÇADOS – OBRAS DE MISERICÓRDIA (CARIDADE; AÇÃO E JUSTIÇA SOCIAL) – ORAÇÃO – PASTORES E LÍDERES – PERGUNTAS REINCIDENTES – PERSEGUIÇÃO – PERSEVERANÇA – PREGAÇÃO / PROCLAMAÇÃO – PREPARO MISSIONÁRIO – PROVIDÊNCIA DIVINA – QUEBRANTAMENTO – RENÚNCIA (SOFRIMENTO, SACRIFÍCIO) – SERVIÇO (MORDOMIA CRISTÃ) – TEOLOGIA – TESTEMUNHO – UNIDADE (COLABORAÇÃO NA MISSÃO, COMUNHÃO) – URGÊNCIA – VOCAÇÃO.


O livro custa apenas 40 reais, já com o valor do frete INCLUÍDO. E mais: Os lucros desta obra serão revertidos para agência missionária SEMADEC (São Gonçalo – RJ), filiada à AMTB.


NO MOMENTO, O LIVRO ESTÁ ESGOTADO



sábado, 7 de maio de 2022

Missiologia em pauta: Baixe TCCs sobre temas missiológicos ou de interesse

  

Diversos (mas, infelizmente, não todos) seminários evangélicos disponibilizam os Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) de seus alunos concluintes de cursos superiores (Teologia etc.), para download/consulta gratuita.
Apresentamos hoje o acervo da Faculdade Batista Pioneira. No site das instituição, você poderá baixar diversos TCCs de interesse, tais como:

BUTESEKE, Wagner | O chamado: características e consequências da vocação ministerial

ECKERT, Mariane | IGREJA E MISSÕES: Como levar o amor de Deus aos muçulmanos.

GRANDO, Delize Gabriela | As Perspectivas Bíblica e Histórica Sobre Vocação

MENEZES, Acsa | Refugiados: a perda da dignidade humana e aresposta da igreja em meio à crise migratória atual

NAVA, Evandro | A prática da mordomia cristã em relação àcriação divina como parte da visão da teologia da missão integral

POSSA, Rodrigo | Treinamento de liderança autóctone comoestratégia de evangelização dos povos

SCHUBERT, Giovani | Desafios e possibilidades para acomunicação do evangelho entre a cultura gaúcha

SCHUBERT, Kethryn A. A. | A Europa no momento missionáriomundial e condição atual - fatores da falta de fé e portas de acesso


Clicando sobre os títulos, você poderá fazer o download gratuito. E, clicando AQUI, você poderá conferir todos os trabalhos disponíveis.

quarta-feira, 16 de março de 2022

AÇÃO SOCIAL E EVANGELÍSTICA DAS IGREJAS ATRAVÉS DE EQUIPES DE PRONTA-RESPOSTA

 


Em tempos recentes temos visto o aumento no número de moradores em situação de rua, a multiplicação das cracolândias, as enchentes e deslizamentos, incêndios florestais...

É antiga a pergunta, de dentro e principalmente DE FORA da igreja, sobre a real influência que exercemos, como Corpo e Cristo, na sociedade. Seja a nível moral, seja a nível de ações sociais, e mesmo de PRESENÇA em momentos de crise. É sobre isto que gostaria de falar. Uma forma de aumentar a ajuda que a igreja pode oferecer à sociedade, e ao mesmo tempo AUMENTAR exponencialmente a percepção da sociedade para a ação e presença da igreja, seria a criação de uma equipe (ou equipes) de PRONTA-RESPOSTA. Tal equipe, reunindo membros selecionados – oriundos de diversas profissões – com um mínimo de treinamento e disponibilidade de tempo, poderia ser empregada exatamente naquilo que seu nome afirma, PRONTA-RESPOSTA em momentos e locais de crise e necessidade (veja por exemplo os recentes deslizamentos de terra em Petrópolis – RJ). Tal equipe pode ser rapidamente mobilizada e despachada para locais de desastres, áreas de carência e mesmo impactos evangelísticos/assistenciais em áreas de difícil ou sensível penetração, como cracolândias etc. A utilização de camisas identificando a equipe e a igreja (exemplo: EQUIPE DE PRONTA-RESPOSTA / ASSEMBLEIA DE DEUS AAA) será fundamental para, como dito, aumentar a percepção social sobre a relevância da igreja. É uma forma ainda de sair do lugar comum em ambientes urbanos já bem evangelizados, onde muitos ficam, seja dita a verdade, sem saber o que fazer (ou fazer A MAIS) de realmente útil parta a expansão da obra de Cristo em tal contexto.

Jovens podem ser bem empregados nesta obra, mas a presença de adultos é fundamental. A equipe deve primar pela QUALIDADE ao invés da QUANTIDADE. A proatividade deve ser a norma. Idealmente, a equipe deve contar com alguém com conhecimentos médicos mínimos para além de primeiros socorros (técnico em enfermagem, por exemplo), ter contato com clínicas de recuperação de dependentes químicos para encaminhamento, e outros conhecimentos de utilidade. O ideal é que a equipe possa unir capacidade de evangelismo com capacidade de ajuda em múltiplos contextos/problemas e, claro, PONHA A CARA NA RUA.

Para finalizar, que fique claro que tais atividades são responsabilidade de TODOS OS CRENTES, e que a existência de uma tal equipe na igreja não sirva para os demais membros transferirem o peso de suas responsabilidades individuais.

ARSENAL DO CRENTE

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Breve palavra sobre liderança - Ronaldo Lidório


Alguns conceitos gerais e posturas na formação de líderes

1.    Faça uma clara diferença entre problemas e conflitos.

-    Problemas são disfunções na estrutura ou dinâmica do grupo. Seja rápido e objetivo na intervenção.
-    Conflitos são disfunções nos relacionamentos. Permita que passem pelo ciclo platônico da insatisfação / inconformação / respeito / tolerância / amor. Seja apenas um pacificador e moderador.

2.    Avalie um possível líder de acordo com a capacidade de resolver problemas e solucionar conflitos. Se necessário gere situações em que os conflitos se tornem mais evidentes para que todos pratiquem solucioná-los.

3.    Não confronte tudo. Confronte o prioritário e não parta para o próximo capítulo até que o presente tenha sofrido mudanças positivas.

4.    Mantenha em mente que investir em pessoas é uma ação de médio e longo prazo. Não espere mudanças instantâneas.

5.    Tenha em mente a visão geral e os poucos elementos não negociáveis. Sobre estes, seja sempre claro e esteja pronto para defendê-los.

6.    Desenvolva amigos na equipe que tenham liberdade para lhe apontar o erro.

7.    Não procure agradar em tudo. Admita que outros possam não gostar de seu estilo e posições. Porém não seja desagradável em seu testemunho e integridade.

8.    Procure não atrapalhar.

9.    Pondere sobre o custo/benefício entre a instituição e as pessoas. Em alguns casos permita que a primeira sofra por algum tempo a fim de que a segunda cresça.

10.    Enfraqueça sua liderança em momentos tranquilos a fim de que novas lideranças surjam.

11.    Fortaleça sua liderança em momentos de crises para que o essencial seja mantido.

12.    Leve a equipe a pagar preços pastorais, investindo em pessoas, para que o caráter de todos seja forjado de acordo com o amor e não apenas justiça.

13.    Procure ser um exemplo em três areas principais: tolerância, iniciativa e amor.

14.    Trate cada membro de acordo com seu perfil e habilidade. Não compare nem as pessoas nem as habilidades e sobretudo o potencial.

15.    Descubra o potencial da equipe dando-lhes atividades desafiadoras, fora de sua visível area de ação, que demande domínio próprio ou grande grau de maturidade.

16.    Sua missão em relação à instituição é ser um coordenador e facilitador, para que todos possam produzir o máximo dentro de suas habiidades e dons, e que o alvos gerados sejam concluídos.

17.    Sua missão em relação às pessoas é ser um investidor, para que daqui a 2 anos sejam melhores homens e mulheres do que eram.

18.    Invista em pessoas para a vida e não simplesmente para o tempo de atuação na instituição ou equipe.

19.    Não terceirize o pastoreio. Não permita mobilização de grupos contra um indivíduo. 

20.    Defenda o fraco para que não se quebre. Gere oportunidades para que se fortaleça.

21.    Identifique em sua equipe aqueles que a) tem um espírito ensinável; b) seja um simplificador de problemas; c) tenha caráter íntegro. 

22.    Mantenha-se perto de todos, mas especialmente dos novos e dos enfraquecidos.

23.    Caso a equipe não o pastoreie como líder, procure gerar o contexto para tal através da amizade. Caso isto não aconteça facilite o pastoreio com amigos de fora do grupo. Não deixe de prestar contas a alguém.

24.    Não instrua abusivamente. Permita que cada um desenvolva seu conhecimento e experiência.

25.    Prepare a equipe para funcionar bem com pouca liderança.


Do livro Liderança e Integridade

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Evangelização de Grupos Específicos




Definição

Podemos definir como grupos específicos: viciados em drogas, alcoólatras, homossexuais, prostitutas e marginais.

Removendo os preconceitos

Para evangelizar viciados em drogas, alcoólatras, homossexuais, prostitutas e outros, temos que vencer preconceitos, não só para a fase da evangelização, como para a fase da integração dos que se converterem.
Geralmente, o crente, em alguns casos por falta de treinamento, tem a tendência de evitar pessoas que vivem na prática de certos pecados socialmente condenáveis.
Todos procuram evitar os viciados, até mesmo por receio de serem influenciados ou até de serem apanhados pelas autoridades.
Em alguns casos, podemos chamar essa reação de preconceito. Em outros casos, temor. Até certo ponto, isto é justificável, mas não totalmente. Pelo menos o evangelista tem que pagar o preço e entender que tais pessoas estão na lista dos pecadores que Jesus Cristo veio "buscar e salvar" (Lucas 19:10).
Mas o problema não tem que ser encarado só pelo evangelista. Ele é de toda comunidade evangélica e eclesiástica. E o que é mais sério ainda, quando um ex-viciado ou qualquer outro tipo dessa classificação, depois de integrado a igreja, comete um escândalo, todos procuram livrar-se dele.
Para encararmos a evangelização dessas pessoas, temos que reformular nossos conceitos sobre pecado, salvação e vida cristã. Temos que entender que certos pecadores enfrentam mais dificuldades de se recuperarem do que outros. Assim são os viciados, que são portadores de dependências e precisam de amor e compreensão. A comunidade e o povo em geral precisam saber que uma igreja evangélica seja ela de que denominação for, não é uma comunidade perfeita. Mas todos somos pecadores recuperados ou em processo de recuperação.
Às vezes, ficamos querendo dar atenção à sociedade e descuidamos das almas preciosas que precisam ser salvas.
Nas instituições de internamento, a recuperação deles é trabalhada, realmente, com o evangelho. Há reuniões todos os dias e a mensagem da palavra de Deus é o remédio de cada dia. No entanto, nossas igrejas geralmente realizam poucos cultos na semana e o irmão ex-viciado fica sem atividade e isto é muito perigoso para sua vida cristã que não raro, tem que lutar com cicatrizes de feridas recentes.
Além disso, esses novos crentes precisam ser acompanhados com amor e compreensão. Eles não podem sentir-se marginalizados ou rejeitados ou tratados com desconfiança.
Precisamos conviver com eles sem temor e sem receios. Eles não são diferentes de nós mesmos, que também fomos resgatados dos nossos pecados.

Contexto de abordagem

Quando abordar pessoas dessa classe? Onde abordá-los? Como abordá-los? Aqui temos que trabalhar com duas possibilidades ou etapas.

Na primeira etapa, pessoas dessa classe poderão ser abordados no contexto comum da comunidade. Pode ser na rua, numa loja, numa escola ou até mesmo em uma crise em que sejam alcançadas, eventualmente, pelo evangelista.
A segunda etapa seria numa entidade de internamento. Pode ocorrer que comece aqui o trabalho de evangelização. Para essas entidades são levadas pessoas já evangelizadas e convertidas e pessoas ainda não evangelizadas.

Abordagem das entidades de internamento

1º - Problemas já conhecidos

Nessa etapa, a coisa é diferente de uma abordagem comum. Aqui cada um já é conhecido pelo seu problema: se homossexual, ou se é viciado ou se é prostituta e outros.

2º - Ambiente de atividade

As instituições geralmente têm atividades programadas para o dia todo. Atividades físicas, mentais e espirituais. Nisso se incluem: trabalhos manuais e braçais; jogos de Inteligência e cultos. Tudo é feito num clima de liberdade, em que os internos aceitam voluntariamente as tarefas.

3º - Tratamento enérgico dos problemas

No ambiente deve haver muita franqueza, muito amor, mas muita energia. Há proibições para que sejam afastados da pessoa fatores que lembrem o seu vício. Ele participará de atividades físicas, mentais e aprendizado para sublimar sua situação.


4º - O remédio é a Bíblia

Dificilmente essas entidades fazem uso de remédio, o que só poderá acontecer em situações excepcionais de crise. Mas aqui a Bíblia funciona poderosamente. E a Bíblia aplicada é vida.
Quando começamos a entrar nesse campo, constatamos, com mais entusiasmo, que a bíblia, realmente, tem solução para todos problemas.

5º - Evangelização aberta e constante

Ninguém é obrigado, mas o plano da salvação é constantemente colocado para as pessoas nos cultos. As pessoas não são coagidas, mas fica sempre claro para elas que só Jesus pode mudar a situação delas, pelo poder do Espírito Santo. Foi isso mesmo que Jesus veio fazer neste mundo.

6º - O plano da salvação

O plano da salvação é o mesmo para qualquer tipo de pecador.

7º - O conceito de pecado e linguagem apropriado

Dos muitos conceitos segundo os originais bíblicos, dois são importantíssimos. O primeiro é que "pecar" é “errar o alvo". O ser humano, ao desobedecer às ordens de Deus, errou o alvo, o objetivo para o qual foi criado. O segundo conceito é que pecar é transgredir, é ultrapassar a cerca.
A vontade é controlada pela compreensão, mas a compreensão é afetada pela nossa mente. Como arrependimento é mudança de mente, operada pelo Espírito Santo por permissão da pessoa, ela tem que ser levada ao arrependimento para mudar a compreensão e controlar a vontade.

8º - O esquema da conversão

Tudo isso redunda na conversão genuína do pecador. A conversão ocorrerá com o pecador desde que, ouvindo a mensagem do Evangelho, resolva crer em Jesus como Senhor pessoal. Para pessoas em tais condições a compreensão do assunto ajuda no trabalho de recuperação, por isso o evangelista deve ser e estar preparado.

9º - A certeza da salvação

Acima de tudo, as pessoas que se convertem, devem ser trabalhadas no sentido de entenderem que estão salvos por Cristo. A pessoa poderá ter recaídas, mas isso não quer dizer nada. Ela pode se recuperar. E quanto mais firme for essa certeza, menos probabilidade terá de recaídas.

Integração

A integração dessas pessoas assume alguns aspectos especiais. Além das regras normais para integração de novos crentes, precisamos atentar para os seguintes pontos:

1º- A preparação da igreja

As igrejas nem sempre estão preparadas para receber pessoas egressos das drogas, da prostituição, do homossexualismo e do alcoolismo. Assim, a igreja deve ser preparada. A integração neste caso começa com a igreja.

2º - A preparação do novo crente

O novo crente desta área também deve ser preparado. Ele tem que estar consciente do fato de que vai entrar num ambiente especial. Os pecadores convertidos são todo ex-pecadores perdidos e devem estar preparados para mudar. Mudança é a palavra de ordem ao longo de toda nossa jornada cristã. Quem não aceita a mudança é porque ainda não se converteu, de fato.

3º - Tratamento das causas dos problemas

Uma das dificuldades da integração de pessoas nesta área são recaídas. Muitas delas, depois de estarem ligadas a igreja, voltam a cair no pecado em que viveu antes.


O Evangelista

O evangelista habilidoso terá que ouvir constantemente a história de vida dessas pessoas. É um longo e cansativo trabalho, até que chegue a origem do problema, e a partir daí trabalhar para remover as causas.

Causas

Os viciados tinham problemas familiares: falta de carinho ou carinho de mais; em alguns casos, eram rejeitados; em outros, eram filhos de casais separados, e daí enveredaram-se pelo mundo da droga para fugir da dura realidade da vida.
As prostitutas, muitas delas, caíram nesse tipo de pecado por razões econômicas. É possível ter havido outras causas, até mesmo drogas, mas, em geral, as razões econômicas costumam ser a principal causa.
Os homossexuais de um modo geral chegaram a situação por má educação. Alguns foram presos demais, tendo sempre que viver com meninas e nunca com meninos. Outros, sem qualquer vigilância dos pais, foram explorados por meninos mais fortes na escola ou pela comunidade, e tiveram que acomodar essas pressões de outrem para relações sexuais. E por não ter diálogo em casa, nunca revelaram nada aos pais. Existem alguns casos patológicos e orgânicos, mas não são muitos, segundo os melhores especialistas.
Os alcoólatras estão incluídos nas classificações gerais dos viciados. Muitos deles se refugiaram na bebida para fugir de problemas familiares, problemas financeiros, decepções, frustrações, desastres econômicos, etc.
O evangelista muitas vezes, terá que se envolver em um trabalho com familiares. E será sempre bom ouvir familiares.
O trabalho será não só de tentar remover a causa ou afastá-la da pessoa, como também preparar a pessoa mentalmente para superá-la. A vida de fé em Cristo é o melhor remédio para esse tipo de problema.
Deverá, portanto, haver um acompanhamento programado e intenso.