segunda-feira, 2 de maio de 2016

Apostila Contabilidade para Igrejas


Amados irmãos, hoje disponibilizamos a apostila gratuita APLICABILIDADE CONTÁBIL DE INSTITUIÇÕES RELIGIOSAS PARA LÍDERES CRISTÃOS, de autoria de Arlete Terezinha Farinhas. Em 15 páginas, a autora explica sobre legislação, patrimônio, recolhimento de tributos, contratos (com modelos de contratos prontos para trabalhadores voluntários, caseiro da igreja etc.).

Para baixar a apostila, CLIQUE AQUI.


sábado, 23 de abril de 2016

Apostilas de Áudio e Iluminação para Igrejas


Amados irmãos, disponibilizamos aqui algumas apostilas gratuitas com dicas de áudio e também de iluminação cênica, que podem ser utilizadas na igreja. Os arquivos estão hospedados no site 4Shared.

Apostila Básica de Áudio para Igrejas - Para baixar, CLIQUE AQUI.
Apostila Noções Básicas de Microfones - Para baixar, CLIQUE AQUI.
Apostila Dicas de Iluminação Cênica  - Para baixar, CLIQUE AQUI.

terça-feira, 19 de abril de 2016

A Beleza dos Quadrinhos Cristãos no Evangelismo


Nate Butler

Enquanto existem todos os tipos de desenhos animados ou formatos de 'narrativa visual' que chamamos de quadrinhos ou graphic novels (conhecidos como mangábandes dessinées, ou Histórias em Quadrinhos em outras culturas), o meu favorito é folhetos. Algumas pessoas dizem que 'folheto' é a terminologia velha escola (o cartunista e pastor cristão Rick Bundschuh no Havaí criativamente chama seus folhetos de "Grab & Go" comics), mas a verdade é que um folheto em estilo cartoon bem trabalhado é lido. O visual dos desenhos atrai o leitor.
Folhetos são acessíveis, portáteis e revisáveis: fácil de distribuir, fácil para os destinatários levarem no bolso, e fácil de ler novamente mais tarde, sozinho ou com amigos e familiares. Folhetos também são relativamente baratos para comprar, tornando mais fácil para dá-los em campanhas de evangelismo sem ir a falência.
Aqui nos EUA, onde há convenções de quadrinhos na maioria das grandes cidades, a ideia de usar folhetos em quadrinhos nestes eventos para alcançar geeks e 'otakus' (amantes de quadrinhos e animação japoneses) é natural. Mas há outros lugares menos óbvios onde folhetos em quadrinhos podem e estão sendo usados.
Anos atrás, eu fui abençoado por ouvir o lutador de luta livre cristão George South falar em uma palestra na Comic Con no sul. Ao invés de gabar-se de alguma grande vitória que ele tinha experimentado em seu mundo de "circuitos de luta livre rústicos", George contou de uma derrota pessoal embaraçosa. Durante sua palestra, ele mencionou que os folhetos caseiros que deu após seus jogos de luta livre não foram bem recebidos.
Eu entendi porque no minuto em que os vi; eles eram desagradáveis com fotos preto e branco na capa e com texto de canto a canto das páginas. George compartilhou que as crianças rasgavam seus folhetos e jogavam em seu rosto ou pisavam e cuspiam neles - e nele! Bem, desde que George reveleu seu coração humilde em sua história, eu sabia que ele era o verdadeiro ideal. Então, depois, eu disse a ele que estávamos indo lançar um folheto que nenhuma criança jamais iria rasgar ou jogar fora novamente.
Eventualmente, nós criamos três folhetos coloridos em papel brilhante, desenhados em um estilo de quadrinhos de super herói. Com certeza, as crianças em seus jogos ficaram instantaneamente ansiosas para receber, ler e até mesmo guardar seus folhetos. Recentemente, George escreveu: "Esses três folhetos em quadrinhos tem sido distribuídos em todo mundo, das maiores arenas de luta livre até os menores ginásios escolares! Muitas escolas não me deixam dizer uma palavra sobre meu Salvador, mas eu posso ter certeza de compartilhar meus folhetos - cerca de 100 por semana - o número total só Jesus sabe!."
Um ministério de literatura internacional no Texas desenvolveu um folheto em quadrinhos para meninos pré-adolescentes. Eles usam robôs transformers para ilustrar o sacrifício de Cristo através da sua morte voluntária por um amigo pecador. Nós sabemos de pelo menos um grupo de jovens de uma pequena igreja que distribuiu cópias nos cinemas locais durante a semana de lançamento de Transformers 2.
Pessoalmente, acho que os melhores folhetos são os que contêm testemunhos pessoais. O estúdio COMIX35 está trabalhando com ex-detentos, que agora são evangelistas na prisão para contar suas histórias em um formato de cartoon. Estes folhetos não são só para os presos, mas eles são produzidos por escritores e artistas atualmente encarcerados. Um desses missionários na prisão é o músico Bobby McGee da ChristSong na Carolina do Norte. Seu folheto, "U-Turn", foi distribuído nas prisões em todo os EUA, tanto quando Bobby se apresentava em instalações prisionais como também através do correio. Bobby escreve periodicamente para contar de presos que foram salvos e disse: "nós os passamos à frente, ou os deixamos para trás, e eles sempre encontram o seu caminho para as mãos de quem Deus planejou para eles. Nós descobrimos que é a nossa ferramenta mais poderosa no ministério."
Talvez você esteja pensando: Testemunhar durante uma convenção de quadrinhos ou depois de um ringue de luta? No estacionamento de um teatro ou atrás das grades? Esses locais parecem um pouco exóticos para aqueles de nós que querem apenas chegar a um amigo na escola, um membro da família, ou o cara ao lado! Talvez, mas o princípio permanece o mesmo: Palavras e imagens trabalhando juntas são poderosas, porque elas tornam mais fácil para o leitor pegar e reter informações.
A linha de fundo é que os quadrinhos são excelentes ferramentas de testemunho. Eles podem explicar as verdades do evangelho com uma franqueza compreensível. Sua mensagem tem o potencial para permanecer com o destinatário muito tempo depois de suas palavras faladas serem apenas memórias distantes."

Tradução de Erick Henrique

Nate Butler (@NButlercomix35) é um ex-escritor Henson/Marvel/DC/Archie e artista. Atua com treinamento e consultoria em maneiras criativas de usar o meio de narrativa visual dos quadrinhos como ferramenta de evangelismo e discipulado. Ele é o presidente / CEO da COMIX35.

Texto original: 

domingo, 10 de abril de 2016

Boletim Missiológico Veredas - Artigos, entrevistas e mais sobre Missões


O Boletim Missiológico Veredas é uma publicação de caráter evangélico não denominacional, que tem por objetivo compartilhar conhecimentos, fomentar o debate e promover a reflexão missiológica entre cristãos brasileiros e de demais países lusófonos. Mesmo cientes da humildade desta publicação, almejamos com a presente iniciativa ajudar a suprir a incompreensível e também injustificável carência de publicações periódicas que tenham por foco específico a Missiologia em nossas fileiras protestantes.
Sendo assim, efetivamos aqui um clipping de artigos, resenhas, monografias, entrevistas e notícias de interesse para a igreja protestante e o seu esforço de reflexão & ação missionárias.
Nesta primeira edição, trazemos uma entrevista exclusiva com o missionário e escritor Jairo de Oliveira; o artigo O perfil do missionário em um mundo turbulento, do Dr. Jonatán Lewis, inédito em português; e ainda artigos de Wellington Barbosa e Bárbara Helena Burns. E as seções: Humor, Livros em Lançamento, Eventos, Gráficos e Mapas e Citações.

Editor: Sammis Reachers

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Se preferir, leia ou baixe por aqui:


Boletim Missiológico Veredas #1

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segunda-feira, 4 de abril de 2016

Belo Horizonte (MG) sedia Seminário sobre Dependência Química


Promovido pela Sociedade Bíblica do Brasil, evento acontece no dia 25 de abril, na Faculdade Batista de Minas Gerais, com o tema “Vencendo Um Dia de Cada Vez: Desafios e Possibilidades”. 

No dia 25 de abril, a cidade de Belo Horizonte (MG) sediará, pela terceira vez, o Seminário sobre Dependência Química, promovido pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB). O evento, a ser realizado no Auditório da Faculdade Batista de Minas Gerais, este ano terá como tema “Vencendo Um Dia de Cada Vez: Desafios e Possibilidades” e abordará os processos de recuperação que auxiliam tantas pessoas a superar a dependência química.
 “Para vencer o desafio de ficar afastado das drogas, os dependentes químicos em recuperação precisam contar com o apoio de familiares e profissionais, que contribuam para que este processo seja exitoso. Pensar em viver um dia de cada vez é um método que tem se mostrado eficiente, e isso fica mais fácil quando se tem por base a Palavra de Deus”, afirma o secretário de Comunicação, Ação Social e Arrecadação da SBB, Erní Seibert, que está encarregado da palestra sobre esse tema. 
O programa, das 13h às 17h30, inclui, ainda, as palestras “Vivências: Um dia de cada vez!”, com Kaká, presidente da Comunidade Terapêutica Ele Clama, e “Políticas Públicas, Drogas, Comunidades Terapêuticas e parcerias com o Setor Público”, com Rafael Miranda Alves Pereira, subsecretario de Políticas sobre Drogas do Estado de Minas Gerais. Estão previstas apresentação de vídeo sobre a Bíblia de Estudo Despertar e atrações culturais. 

Confira a programação completa: 
 13h – Credenciamento 
 14h – Abertura 
 14h20 – Apresentação do Coral da APAC de Nova Lima 
 14h40 – Palestra: “Vencendo Um Dia de Cada Vez: Desafios e Possibilidades” – Erní Seibert, secretário de Comunicação, Ação Social e Arrecadação da SBB 
 15h20 – Apresentação do vídeo sobre a Bíblia de Estudo Despertar. 
 15h30 – Palestra: “Vivências: Um dia de cada vez!” – Kaká, presidente da Comunidade Terapêutica Ele Clama. 
 16h10 – Apresentação cultural 
 16h20 – Palestra: “Políticas Públicas, Drogas, Comunidades Terapêuticas e Parcerias com o Setor Público” – Rafael Miranda Alves Pereira – subsecretario de Políticas sobre Drogas do Estado de Minas Gerais. 
 17h – Debate 
 17h30 – Encerramento 

Seminário sobre Dependência Química – “Vencendo Um dia de Cada Vez: Desafios e Possibilidades” 
Data: 25 de abril de 2016 
Horário: das 13h às 17h30 
Local: Auditório da Faculdade Batista de Minas Gerais Rua Plombagina, 305 A – Colégio Batista – Belo Horizonte (MG) 
Informações e confirmação de presença: Tel.: 0800 727 8888 | (31) 3343-9118 e 99732-1647 www.sbb.org.br 

A SBB e o programa A Bíblia na Recuperação da Dependência Química: Fundada em 1948, no Rio de Janeiro, a Sociedade Bíblica do Brasil tem como missão "promover a difusão da Bíblia e sua mensagem como instrumento de transformação e desenvolvimento integral do ser humano”. É uma entidade sem fins lucrativos, de natureza religiosa, social e cultural. Sua finalidade é traduzir, produzir e distribuir a Bíblia, um bem de valor inestimável, que deve ser disponibilizado a todas as pessoas. Por seu caráter social, desenvolve programas com o objetivo de promover o desenvolvimento espiritual, ético e social da população brasileira. O programa A Bíblia na Recuperação na Dependência Química tem o objetivo de contribuir para a recuperação dos dependentes químicos e prevenir o uso de drogas. É desenvolvido em parceria com organizações especializadas no tratamento terapêutico desse público. Em parceria com essas organizações, a SBB criou a Comter (Comunidades Terapêuticas em Rede), a fim de estimular a troca de experiências e a utilização da Bíblia como ferramenta no processo de recuperação. Por meio deste programa, a SBB promove, desde 2008, os seminários, cujo grande diferencial é divulgar o papel da Bíblia neste processo e incentivar a participação de dependentes químicos em recuperação, sejam eles internados em comunidades terapêuticas ou em tratamento ambulatorial. 

sexta-feira, 25 de março de 2016

O que Deus nos ensina através da Páscoa?




O SENHOR é o nosso Criador e por isso tem direitos sobre nossa vida: “Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas.” (Apocalipse 4:11)  “... o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças.” (Deuteronômio 6:4-5)  “Confia no Senhor e faze o bem [...] Deleita-te também no Senhor”. (Salmo 37:3-4)  “Sede santos, porque eu sou santo.” (1Pedro 1:16)  “... o Senhor Deus, misericordioso e piedoso, tardio em irar-se e grande em beneficência e verdade; [...] que perdoa a iniquidade, e a transgressão e o pecado; que ao culpado não tem por inocente”. (Êxodo 34:6-7)  “Nada, em toda a criação, está oculto aos olhos de Deus. Tudo está descoberto e exposto diante dos olhos daquele a quem havemos de prestar contas.”  (Hebreus 4:13)  “Eis que todas as almas são minhas; [...] a alma que pecar, essa morrerá.” (Ezequiel 18:4)

O SENHOR conhece a terrível condição de cada um de nós: “E viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente.” (Gênesis 6:5)  “Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça.” (Isaías 59:2)  “Este povo se aproxima de mim com a sua boca e me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim.” (Mateus 15:8)  “Não há um justo, nem um sequer [...] Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só. Nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado.” (Romanos 3:10, 12, 20)

Em Sua justiça e misericórdia, o SENHOR determinou: “... sem derramamento de sangue não há remissão (de pecados).”(Hebreus 9:22)  “Então falou Isaque a Abraão seu pai: [...] onde está o cordeiro para o holocausto? E disse Abraão: Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto”. (Gênesis 22:7-8).  “O cordeiro, ou cabrito, será sem mácula [...] e todo o ajuntamento da congregação de Israel o sacrificará à tarde. E tomarão do sangue, e pô-lo-ão em ambas as ombreiras, e na verga da porta, nas casas em que o comerem. [...] esta é a páscoa do Senhor. E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo eu sangue, passarei por cima de vós”. (Êxodo 12:5-7, 11, 13)  “Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos. Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca.” (Isaías 53: 6-7)

No tempo certo, em cumprimento às promessas do SENHOR: “o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” (João 1:14)  “Desde então começou Jesus a mostrar aos seus discípulos que convinha ir a Jerusalém, e padecer muitas coisas dos anciãos, e dos principais dos sacerdotes, e dos escribas, e ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia.” (Mateus 16:21)  “... dou a minha vida para tornar a tomá-la. Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho poder para a dar, e poder para tornar a tomá-la.” (João 10:17-18)  “Porque o Filho do homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos.” (Marcos 10:45)  “E dizia-lhes: Vós sois de baixo, eu sou de cima; vós sois deste mundo, eu não sou deste mundo. Por isso vos disse que morrereis em vossos pecados, porque se não crerdes que EU SOU, morrereis em vossos pecados.” (João 8:23-24)  “Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá.”  (João 11:25-26)  “E aconteceu que, quando Jesus concluiu todos estes discursos, disse aos seus discípulos: Bem sabeis que daqui a dois dias é a páscoa; e o Filho do homem será entregue para ser crucificado.” (Mateus 26:1-2)  “... assim importa que o Filho do homem seja levantado; para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3:14-15)

O Senhor Jesus Cristo é o Cordeiro Pascal, sacrificado em favor de pecadores “João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.” (João 1:29)  “E levaram-no ao lugar do Gólgota, que se traduz por lugar da Caveira. E era a hora terceira, e o crucificaram. E por cima dele estava escrita a sua acusação: o rei dos judeus.”(Marcos 15:22, 25-26)  “... Jesus [...] disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.” (João 19:30)  “E o centurião, que estava defronte dele, vendo que assim clamando expirara, disse: Verdadeiramente este homem era o Filho de Deus.” (Marcos 15:39)  “Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus.”(2Coríntios 5:21)  “E, chegada a tarde, porquanto era o dia da preparação, isto é, a véspera do sábado, chegou José de Arimatéia [...] e pediu o corpo de Jesus. E Pilatos se maravilhou de que já estivesse morto. E, tendo-se certificado pelo centurião, deu o corpo a José; o qual [...] o depositou num sepulcro lavrado numa rocha”. (Marcos 15:42-46)

O Senhor Jesus Cristo venceu o pecado e a morte, ressuscitando dos mortos: “E Jesus, tendo ressuscitado na manhã do primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena [...] E depois manifestou-se de outra forma a dois deles [...] Finalmente apareceu aos onze”.  (Marcos 16:9, 12, 14).  “Eu sou o primeiro e o último; e o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno.” (Apocalipse 1:17-18)  “Pois, assim como o Pai ressuscita os mortos, e os vivifica, assim também o Filho vivifica aqueles que quer. E também o Pai a ninguém julga, mas deu ao Filho todo o juízo; Para que todos honrem o Filho, como honram o Pai. Quem não honra o Filho, não honra o Pai que o enviou.” (João 5:21-23)  “E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo, Assim também Cristo, oferecendo-se uma vez para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação.” (Hebreus 9:27-28)

A Páscoa do SENHOR é a provisão graciosa para o resgate de pecadores rebeldes e indignos por meio do único, perfeito e suficiente sacrifício substitutivo do Cordeiro de Deus.  Que estas preciosas verdades, manifestadas no Evangelho do Senhor Jesus Cristo estejam firmemente alicerçadas em nossas vidas!  “Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, E que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras.” (1Coríntios 15:3-4)

Caso você ainda não tenha conseguido ouvir a dramatização: Páscoa - A História de Jesus em Lucas, no programa Conferência Bíblica, ou tenha perdido alguma parte, não se preocupe.  Clique AQUI para ter acesso ao Conferência Bíblica Online.  Na grade A PEDIDO, você poderá acessar as narrativas de cada dia da semana (segunda a sábado).  Cada transmissão fica disponível durante 6 dias.  Aproveite!  


Que o Senhor abençoe você!

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Dietrich Bonhoeffer: Graça preciosa versus a Graça barata


A graça barata é a graça que nós dispensamos a nós próprios. A graça barata é a pregação do perdão sem arrependimento, é o batismo sem a disciplina de uma congregação, é a Ceia do Senhor sem confissão dos pecados, é a absolvição sem confissão pessoal. 

A graça barata é a graça sem discipulado, a graça sem a cruz, a graça sem Jesus Cristo vivo, encarnado. A graça preciosa é o tesouro oculto no campo, por amor do qual o homem sai e vende com alegria tudo quando tem; a pérola preciosa, a qual o comerciante se desfaz de todos os seus bens para adquiri-la; o governo régio de Cristo, por amor do qual o homem arranca o olho que o escandaliza; o chamado de Jesus Cristo, o qual, ao ouvi-lo, o discípulo larga as suas redes e o segue. 

A graça preciosa é o evangelho que há que se procurar sempre de novo, o dom pelo qual se tem que orar, a porta à qual se tem que bater. A graça é preciosa porque chama ao discipulado, e é graça por chamar ao discipulado de Jesus Cristo; é preciosa por custar a vida ao homem, e é graça por, assim, dar-lhe a vida; é preciosa por condenar o pecado, e é graça por justificar o pecador. Essa graça é sobretudo preciosa por tê-la sido para Deus, por ter custado a Deus a vida de seu Filho – “fostes comprados por preço” – e porque não pode ser barato para nós aquilo que para Deus custou caro. A graça é graça sobretudo por Deus não ter achado que seu Filho fosse preço demasiado caro a pagar pela nossa vida, antes o deu por nós.

A graça preciosa é a encarnação de Deus. A graça preciosa é a graça considerada santuário de Deus, que tem que ser preservado do mundo, não lançado aos cães; e é graça como palavra viva, a palavra de Deus que ele próprio pronuncia de acordo com seu beneplácito. Chega até nós como gracioso chamado ao discipulado de Jesus; vem como palavra de perdão ao espírito angustiado e ao coração esmagado. A graça é preciosa por obrigar o indivíduo a sujeitar-se ao jugo do discipulado de Jesus Cristo. As palavras de Jesus: ‘O meu jugo é suave e o meu fardo é leve’ são expressão da graça [...] A graça e o discipulado permanecem indissoluvelmente ligados.


Dietrich Bonhoeffer

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Apostila: Secretária Estatutária e Eclesiástica

A autora Liana Natalense, em colaboração com o Instituto Jetro, uma instituição voltada para capacitar e auxiliar líderes cristãos, disponibilizou a excelente apostila Secretária Estatutária,  Secretária Moderna - Aprenda a ser uma Secretária de sucesso Profissional e Ministerial. Na apostila, de 54 páginas, tópicos fundamentais para a correta execução das atividades secretariais, tanto a nível eclesiástico quanto secular, são abordados e detalhados.

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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

A arte cristã em revista: Revista AMPLITUDE chega à segunda edição



    É com felicidade que apresentamos o segundo número de AMPLITUDE. Durante estes seis meses de espera ou gestação desta segunda edição, pudemos auferir a boa recepção que a nossa primeira edição obteve entre autores e leitores. Isso nos incentiva a avançarmos na jornada, cientes da seriedade e importância da iniciativa de reunir em revista, o melhor da produção literária poética e ficcional, além de outras expressões artísticas levadas a cabo por cristãos protestantes e de outras filiações.

      Vamos ao panorama da edição: Na seção Hot Spots, a sapiência de um dos maiores nomes da mística cristã, Ramon Llull (Raimundo Lúlio). Em Galeria, a obra da pastora, artista plástica, grafiteira, quadrinista e ativista cultural Lya Alves. Na seção Cinema, destacamos a realização da terceira edição do Festival Nacional de Cinema Cristão.

      Esta edição chega inaugurando diversas novas seções. Uma delas é Poeta em Detaque, iniciando com a obra da pernambucana Júlia Lemos.

      Inaugurando a nossa seção Especial, de enfoque temático, temos como mote Estêvão para tempos de perseguição, uma mini-antologia reunindo as percepções de seis excelentes poetas acerca de nosso protomártir, sobre quem nos é oportuno refletir em tempos de recrudescimento das perseguições aos cristãos ao redor do globo.

      E as artes visuais ganharam ainda mais destaque: além da já citada seção Galeria, e de HQ (História em Quadrinhos), inauguramos mais uma seção, Luminares, destacando, em singelas inserções, a pintura, ilustração ou desenho de nossos concidadãos de Reino. E a Fotografia chega com força na seção Álbum, abrindo as portas com a obra de William Rosa.

      Os contos, como diria meu pai, estão de lascar: Iniciamos com Eça de Queiroz, na seção Jardim dos Clássicos, apresentando o conto O Suave Milagre. Seguimos com o humor e a precisão de Judson Canto (A Morte da Encrenqueira); a dramaticidade soberba de J.T.Parreira (O Poeta do Salmo Exilado); Florbela Ribeiro relatando (em O Hóspede) sobre o príncipe que tinha por norma se hospedar junto aos pobres; Lindolfo Weingärtner num conto terno e luminoso (O canto do sabiá preto); Joed Venturini com o impactante & metafísico A Troca; este vosso humilde escriba, num conto de terror(!?), A Matilha Fantasma; e concluímos com nossa saudosa e maravilhosa Myrtes Mathias, num conto com um toque arrebatador (O Menino).

      O objetivo de AMPLITUDE é fomentar a reflexão e a expressão, AMPLIAR visões, entreter com valores cristãos, comunicar a verdade e o belo e estimular o engajamento artístico/intelectual entre nossos irmãos. Convidamos todos a compartilhar esta publicação gratuita, seja por e-mail e nas redes sociais, e ainda em blogs e sites, livremente.

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Caso não consiga realizar o download, solicite o envio por e-mail escrevendo para  sammisreachers@ig.com.br

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Palhaçaria como estratégia evangelística


A arte da Palhaçaria, da ação de palhaços (do italiano pagliaccio), remonta às cortes dos Faraós do antigo Egito e a feiras livres na China, passando por Grécia e Roma. Seu desenvolvimento seguiu os passos da civilização, sempre trazendo diversão e entretenimento às cortes ou feiras das cidades e burgos.

A palhaçaria tornou-se ainda mais conhecida no Brasil, fora do ambiente circense, em virtude do trabalho da ONG secular Doutores da Alegria, que através de seus voluntários visita hospitais para promover melhores relações humanas e levar alegria às crianças, acompanhantes e profissionais da Saúde.
Atualmente, diversos ministérios e pessoas dedicam-se à arte da palhaçaria, clowns e outras atividades de caráter circense como forma de trabalhar para o Reino, nos mais diversos contextos - ações ao ar livre, visitas em hospitais, asilos, orfanatos e outras instituições, dentro das próprias igrejas etc. Há também diversos ministérios oferecendo cursos de palhaçaria em diversas partes do Brasil.

Alguns ministérios que realizam atividades evangelísticas nesta área, e ainda oferecem cursos:

Ide Missões & Arte - http://www.idemissoesearte.com/
Ministério Entre Jovens - http://www.entrejovens.com.br/

Para aqueles que querem se aprofundar mais no tema, alguns livros interessantes:

Ministros do Riso. Alex Rangel. Ed. Agbook, 2010.
Caçadores de Risos - O Maravilhoso Mundo da Palhaçaria. Demian Reis. Editora Edufba, 2013
O Elogio da Bobagem – Palhaços no Brasil e no Mundo. Alice Viveiros de Castro. Editora Alice de Castro, 2005.
A Nobre Arte do Palhaço. Marcio Libar. Ed. Do autor, 2008.
Palhaços. Mario Bolognesi. Ed. UNESP, 2003.
O Livro do Palhaço (Coleção Profissões). Cláudio Thebas. Ed. Companhia das Letras, 2005.
O Clown Visitador - Comicidade, Arte e Lazer para Crianças Hospitalizadas. Ana Elvira Wuo. Ed. Edufu, 2011.

Para aqueles que, além da palhaçaria, interessam-se por outras técnicas e práticas circenses, confiram estas apostilas gratuitas:

Apostila de Circo para Grupos Cristãos Adulão - Para ler online ou baixar pelo site Scribd, CLIQUE AQUI.

Manual Básico de Instrução das Artes Circenses da FEDEC (Federação Europeia das Escolas Profissionalizantes de Circo) - Para baixar diretamente do site dos tradutores, o Manual dividido em dez apostilas, CLIQUEAQUI.

Sobre temas circenses recomendamos ainda o site Circonteúdo, que, como o nome denuncia, traz muito conteúdo sobre a temática (inclusive uma biblioteca virtual com muitos recursos para download): http://www.circonteudo.com.br/



Aqui, alguns vídeos onde você poderá aprender ainda mais sobre o tema da palhaçaria:





quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

DESENVOLVENDO UMA IGREJA MISSIONAL - Livro gratuito


Desenvolvendo Uma Igreja Missional - O Modo de Jesus, é um livro escrito por Gustavo Crocker, diretor geral de missões para a Eurásia da Igreja do Nazareno nos EUA. 

Como diz em seu subtítulo, trata-se de "um modelo bíblico da Igreja". O Dr. Crocker elaborou o Modo de Jesus como um modelo para nós desenvolvermos a igreja. Jesus tinha um plano que nos ajuda ainda hoje. Reconhecer os problemas que enfrentamos por todo o mundo irá ajudar-nos com soluções para um desenvolvimento natural e holístico. Os princípios apresentados são universais e funcionarão nos mais diversos diversos contextos. O Dr. Crocker tomou a vida de Jesus e deu-nos um plano paralelo para a igreja desenvolver-se baseada na lei divina de Deus. O crescimento natural é como respirar naturalmente. O desenvolvimento de uma igreja saudável está envolvido com o conceito de Jesus nos dois grandes mandamentos. O Amor por Deus e o Seu amor cravado em nós leva as nossas vidas na direção que Deus pretendeu. É esse tipo de relação com Deus que realiza um impacto na Igreja e no Reino. Ao ler isto e colocar os princípios na vida da igreja e dos indivíduos, ver-se-ão novos resultados na sua forma de alcançar outros que farão a diferença. Os exemplos práticos ajudarão os seus esforços para o mobilizar o seu círculo de influência.

Para ler online ou baixar o livro pelo site Scribd, CLIQUE AQUI.
Para baixar o livro pelo site 4Shared, CLIQUE AQUI.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Folhetos evangelísticos gratuitos, em 23 línguas


A Missão MEI (Ministério Evangelístico Internacional) é uma iniciativa do senhor Attilio Finazzi que, a partir do Rio de Janeiro, oferece folhetos evangelísticos em 23 línguas diferentes, incluindo duas línguas indígenas brasileiras. Os folhetos são gratuitos, e aqueles que desejarem recebê-los pagam apenas a taxa de envio pelo Correio. 

Para maiores informações, acesse: http://www.mei.srv.br/portal/


domingo, 13 de dezembro de 2015

CALENDÁRIOS EVANGÉLICOS 2016 - Baixe e imprima


Olá amigos! Continuando nosso esforço de disponibilizar recursos voltados para a conscientização e promoção missionária, desta feita elaboramos dois calendários missionários para vocês baixarem e imprimirem, gratuitamente.

O primeiro modelo tem o foco na importância da evangelização infantil: são duas páginas (tamanho A4), cada qual com calendários referentes a seis meses do ano, e uma frase inspiracional acerca da evangelização e discipulado infantis, sobre a imagem temática.

O segundo modelo tem o foco em países onde é muito pequena a presença cristã. Consta de seis folhas (A4), cada qual abarcando dois meses do ano. Além de uma bela foto do país, há informações básicas sobre o mesmo (população, maiores cidades, religião, língua oficial, classificação na Lista de Países por Perseguição daPortas Abertas e ainda a quantidade de grupos étnicos dentro do país, e dentre estes, os grupos étnicos ainda não alcançados, segundo dados do Joshua Project). E, em cada página, uma frase inspiracional de caráter missionário. Um dos objetivos é lhe despertar a orar sempre pelo país enfocado no calendário!

Você pode baixar os arquivos em formato pdf, para imprimir, e pode ainda copiar as imagens (formato jpg) em seu computador (clique com o botão direito do mouse sobre a imagem, e em seguida em 'salvar' ou 'salvar como'). Assim você poderá, por exemplo, usar a imagem como papel de parede de seu desktop, ou outro uso que achar oportuno.

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domingo, 29 de novembro de 2015

Qual Seu Ponto? Cinco Sugestões para Sermões Mais Claros


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Robert Kinney
Suplicai, ao mesmo tempo, também por nós, para que Deus nos abra porta à palavra, a fim de falarmos do mistério de Cristo, pelo qual também estou algemado; para que eu o manifeste claramente, como devo fazer. (Colossenses 4.3-4)
No que diz respeito ao seu modo de proclamar a palavra – ou o que os retóricos chamavam estilo na oratória –, parece que clareza era algo prioritário para Paulo.[1] E, quer ele pretendesse ou não que aquela frase fosse prescritiva para a nossa pregação, há algo a se aprender aqui.[2]
É algo que eu preciso aprender. Certamente, clareza é uma das coisas pelas quais mais tenho lutado na minha própria pregação. Mas também me parece ser algo que muitos pregadores consideram desafiador. Clareza é difícil. E é difícil por muitas razões. Contudo, um aspecto chave da pregação, do qual a clareza geralmente depende, é a articulação de uma única ideia ou proposição principal. É claro que a pregação expositiva nem sempre precisa ser proposicional num sentido técnico. Todavia, a exposição sempre tentará localizar e comunicar o cerne da passagem bíblica.
É isso que você está tentando fazer em sua preparação para o sermão, a cada semana?
Ou será que a sua pregação não tem um ponto central?[3]
Uma preocupação prática com a clareza
Há uma séria falta de clareza resultante de não se apresentar a ideia mais ampla, o ponto central. E essa falta de clareza é comum. Essa pregação sem ponto central pode ser o resultado da influência da assim chamada Nova Homilética, ou do aparente sucesso de muitos pregadores com a pregação narrativa, ou do desejo dos pregadores de serem criativos ou de criarem suspense em seus sermões, ou de um desejo muito mais rasteiro de simplesmente entreter, ou da capacidade cada vez menor de concentração do nosso povo, ou de uma variedade de outras influências. 
É fácil deter-se numa boa história ou querer enfatizar a emoção de um texto ou a beleza de algum elemento secundário. Quaisquer que sejam as causas, alguns de nós parecem ter aderido a um tipo de pregação que deixa de lado o estabelecimento de uma ideia principal, seja dedutiva ou indutivamente. Muitas vezes, não há nenhuma coerência de pensamento que permita identificar um ponto central único e memorável. E, tristemente, nosso povo muitas vezes vai embora sem nenhuma ideia do que deveria ter aprendido.
É compreensível, em nossa era pós-moderna de abordagens voltadas para a reação do leitor e de compromissos inabaláveis com a auto-realização, que o sermão tenha se tornado um bufê de pensamentos da mente do pregador (três ou quatro observações sobre o texto, talvez uma ou duas tangentes, poucas aplicações vagamente relacionadas, algumas boas histórias ou citações, talvez uma referência à ilustração de abertura para envelopar tudo), no qual a congregação simplesmente põe no prato o que lhe parece bom e se alimenta daquilo.
Enquanto pregadores, nós pensamos que construir apenas um argumento único e então defendê-lo a partir do texto parece excessivamente rudimentar, formulaico ou, talvez, até mesmo legalista. Então, nós tentamos evitar dizer ao nosso povo o que pensamos ser o ponto central do texto. Evitamos estruturar nossos sermões como uma demonstração composta de várias partes. Evitamos o foco de uma ênfase única, porque temos medo de que estejamos errados, o que acidentalmente mostraria que não sabemos de tudo. Ou, o que é pior, temos medo de que a nossa pregação se pareça demais com uma pregação.
E, embora haja algum valor em evitar o formulaico (já que nosso povo sem dúvida acharia cansativo ter a mesma estrutura toda semana), essa abordagem aleatória e sem ponto central da pregação pode estar fazendo um desserviço ao nosso povo. Quando somos ocupados (ou preguiçosos?) demais para chegarmos a um ponto único, ou quando tentamos escondê-lo em retórica, ou quando falhamos em estabelecer uma estrutura clara para o nosso sermão, nosso povo – cansado, ocupado e distraído como é –, quase sempre irá perder o ponto central. Ou, o que é mais provável, eles podem simplesmente perceber que, na verdade, somos nós que não tínhamos um ponto principal.
Clareza: unidade e ponto central
A clareza que provém de formular um argumento bem fundamentado, culminando em uma proposição única, é uma característica chave da retórica antiga.[4] Essa premissa foi capturada nas preleções de Robert Lewis Dabney sobre A Retórica Sacra, publicadas no final do século XIX, as quais oferecem meditações sobre a relação entre a oratória antiga e a pregação. De modo relevante, dois dos sete requisitos cardinais do sermão apontados por Dabney enfatizam essa ideia de apresentar um ponto central único.
Primeiro, embora cuidadosamente rejeite o reducionismo, ele sugere que a unidade do sermão (seu segundo requisito) resulta da combinação de todas as suas diferentes partes, que conduz a uma impressão geral para o ouvinte. Assim, o pregador deve “ter um assunto principal de discussão, ao qual ele adere com supremo respeito do começo ao fim”, bem como deve apresentar “uma impressão definida à alma do ouvinte, para a qual tudo no sermão converge”.[5]
Essa segunda exigência, a apresentação de “uma impressão definida”, parece ser expandida no sexto requisito de Dabney: um ponto central. “Com esse fim, deve haver, primeiro, uma verdade principal, prática e importante, distintamente capturada pelo pregador em sua relação com a ação da alma que ele deve estimular. E toda a questão do discurso deve se organizar de tal modo a pôr em destaque essa proposição”.[6] Dabney conjectura que sermões deficientes em um ponto central ou não contêm em si Verdades valiosas, ou essas Verdades “não são colocadas de modo a se sobressaírem à compreensão dos ouvintes”.[7]
O que fazer? Cinco sugestões para encontrar clareza
Se você também luta com a questão da clareza, há algumas coisas práticas a serem consideradas enquanto você prepara o sermão:
1. Tenha um ponto central
Pregação expositiva não é simplesmente um comentário sobre o texto. É a transmissão da Verdade do texto.[8] Como tal, é muito importante que você chegue, em sua própria mente, a uma proposição clara e curta que expresse a ideia geral do seu sermão (a qual, é claro, será derivada da ideia geral do texto) e, então, de fato, apresente essa proposição em algum momento do sermão. Como Bryan Chapell observa tão claramente em seu livro Pregação Cristocêntrica: “Os ouvintes rapidamente se cansam de caçar ideias e anedotas pela paisagem teológica no esforço de descobrirem aonde o seu pastor está indo”.[9]
2. Mostre como o ponto central está fundamentado no texto
Boa exegese e boa reflexão teológica lhe revelarão uma clara ênfase no texto. Se você tiver trabalhado duro, isso lhe dará a ideia geral para o seu sermão. Mas você deve mostrá-la claramente no texto. É claro que você deseja que o seu povo confie em você, mas, mais do que isso, você deseja que tenham confiança na Verdade daquilo que você está dizendo a partir da Palavra de Deus. Você não precisa ser um guru ou um mágico expositivo. Os melhores sermões são aqueles em que as pessoas sentem que você simplesmente lhes apontou o que está no texto e deixou que ele fizesse efeito em seus corações e mentes.
3. Contenha-se: edite para alcançar clareza
Não tenha medo de “aparar” o seu trabalho com liberalidade. Uma das maneiras mais rápidas de dar clareza ao seu tema central é cortar fora de sua apresentação tudo o que não sirva para apoiá-lo. Isso pode ser muito difícil se você tiver se dedicado bastante em sua exegese. Você terá aprendido bastante sobre o seu texto durante a última semana e ficado bem eloquente em questões secundárias. Não obstante, se você fez o trabalho de restringir-se a uma ideia principal, não confunda nem distraia as pessoas com outras coisas, não importa quão curiosas lhe pareçam.
4. Contenha-se: edite para alcançar simplicidade
Não leve seu povo em um caça-tesouros exegético. O instinto de apontar seu povo para o texto e desfrutar daquele momento em que todos voltam sua atenção para as Escrituras é bom. Contudo, mais não é sempre melhor. Os editores de nossas Bíblias nos deram milhares de referencias cruzadas. O seu povo não precisar vê-las todas. Não confunda uma multidão de conexões com algo que pode dar um apoio real para seu argumento. Se há um texto chave, claro, leve a igreja até lá. Porém, é mais que provável que haja somente uma ou talvez duas passagens assim em um sermão. Abra mais passagens que isso e você possivelmente estará na esfera da teologia bíblica  (o que pode ser útil), porém isso poderá custar o ponto principal da sua passagem.
5. Contenha-se: edite para alcançar vigor
Pregue sermões mais curtos. Poucos são pregadores de 50 minutos. Ainda menos são pregadores de 60 minutos. Eu provavelmente nunca o conheci, mas me sinto relativamente confiante (pelo menos estatisticamente) em dizer que a duração média do seu sermão é, provavelmente, um pouco maior do que deveria ser. E, mesmo que eu esteja errado, estou bastante confiante em dizer que a duração média do seu sermão é maior do que a sua congregação gostaria que fosse. Leva tempo, destreza e uma incrível autodisciplina para edificar uma congregação que aprecie um discurso longo e bem articulado. Se você não herdou uma congregação assim nem dedicou anos (na verdade, décadas) para desenvolver uma, considere encurtar o seu sermão. No mínimo, o ato de encurtar seu sermão irá forçá-lo a uma maior clareza e, idealmente, a apresentar de modo simples e sucinto a sua ideia geral.
Notas:
[1] “Com respeito ao estilo, um dos seus principais méritos pode ser definido como perspicuidade. Isso se mostra no fato de que o discurso, se não tem o seu significado aclarado, não irá cumprir a função que lhe é própria”. Aristóteles, Retórica 1404b (LCL, Freese). Quando os retóricos antigos consideravam a clareza, ou perspicuidade, eles parecem estar primariamente focados na escolha das palavras e em se elas causariam confusão à audiência. Ver também Quintiliano, Institutio Oratoria 8.1.1-7. Isso poderia muito bem ser o que Paulo tinha em vista em 1 Coríntios 1.17: “Porque não me enviou Cristo para batizar, mas para pregar o evangelho; não com sabedoria de palavra, para que se não anule a cruz de Cristo”. Para Cícero, a clareza também se estende à organização do material em favor de um argumento primário. “Uma organização dos assuntos a serem mencionados em um argumento, quando feita de modo adequado, torna toda a oração clara e inteligível”. Ver Cícero, De Inventione 1.22. Essa tradução vem de Cicero, The Orations of Marcus Tullius Cicero, Volume 4 (trans. C.D. Yonge; London: G. Bell & Sons, 1913), 241-306.
[2] Embora muito do argumento deste artigo não possa ser precisamente defendido como uma prescrição do Novo Testamento, é digno de nota que muito do que eu sugerirei sobre a clareza e a apresentação de um ponto central único e identificável, com uma clara estrutura retórica, é observável na pregação dos apóstolos em Atos e na “pregação” escrita de Paulo em suas epístolas.
[3] N.T.: O autor joga com a palavra inglesa pointless, que comumente significa “sem sentido”, mas, literalmente, significa “sem ponto”. A pregação sem ponto central (pointless preaching) não é necessariamente sem sentido, embora possa padecer da falta da clareza a qual alude o autor.
[4] Seria fácil começar com Aristóteles no século IV a.C. e a sua definição de retórica como “os meios reais e aparentes de persuasão” – Aristóteles, Retórica 1.1.14 (LCL, Freese). Poderíamos considerar os manuais de retórica de Cícero e Quintiliano, os quais parecem se fundamentar na presunção de que oratória é persuasão. Sendo assim, se assumirmos essa premissa básica da retórica para a nossa pregação, então o trabalho do pregador –  de fato, a sua responsabilidade –  é persuadir. A clareza que conduz à persuasão, por exemplo, exige um tipo particular de estrutura discursiva. E a estrutura básica da oratória sempre inclui a afirmação de uma proposição principal única, no princípio. Ver Cícero, Rhetorica ad Herennium 1.8.11-1.9.16 e Quintiliano, Institutio Oratoria 4.4. A estrutura da oratória também inclui, tipicamente, uma reafirmação do ponto principal como uma peroração ao final. Ver Cícero, De Inventione 1.52-56. “Que prazer pode um orador esperar produzir, ou que impressão até do mais moderado aprendizado, a menos que ele saiba como fixar um único ponto nas mentes da audiência pela repetição e outro, pela ênfase, como fazer uma digressão e retornar ao seu tema, como desviar a culpa de si mesmo e transferi-la a outro, ou decidir quais pontos omitir e quais ignorar como insignificantes? São qualidades como essas que dão vida e vigor à oratória; sem elas, ela jaz entorpecida como um corpo que carece de fôlego para mover seus membros” – Quintiliano, Institutio Oratoria 9.2.4 (LCL, Butler).
[5] Robert Lewis Dabney, Sacred Rhetoric (New York: Anson D.F. Randolph & Co., 1870), 109. Here, Dabney cites Cicero, De or. 2.114.
[6] Robert Lewis Dabney, Sacred Rhetoric (New York: Anson D.F. Randolph & Co., 1870), 126.
[7] Robert Lewis Dabney, Sacred Rhetoric (New York: Anson D.F. Randolph & Co., 1870), 127.
[8] Considere, por exemplo, as definições de pregação expositiva oferecidas por Mark Dever (“um sermão que toma o ponto central do texto como o ponto central do sermão”) ou Mike Bullmore (“pregação na qual o conteúdo e o propósito da passagem moldam o conteúdo e o propósito da mensagem”). Exposição, assim, não é simplesmente o conteúdo ou o tema central do texto (extraído pela exegese e reflexão teológica). Exposição também exige a simplicidade e a clareza de apresentar o ponto central do texto.
[9] Bryan Chapell, Christ-Centered Preaching, Second Edition (Grand Rapids: Baker Academic, 1994), 44 (Publicado em português com o título Pregação Cristocêntrica (Editora Cultura Cristã, 2002).
Tradução: Vinícius Silva Pimentel
Revisão: Vinícius Musselman Pimentel