quinta-feira, 21 de maio de 2015

5 MOTIVOS PARA SE ENVOLVER COM CAPELANIA PRISIONAL - E-book gratuito



5 Motivos para se Envolver em Capelania Prisional é mais um livro da série “Um livro, Uma Causa”, projeto da Editora Ultimato que celebra o conteúdo bíblico e os diferentes campos de ação ministerial e engajamento da igreja.

A capelania prisional não se resume ao conhecido texto “Lembrai-vos dos encarcerados, como se presos com eles” (Hb 13.3). A Bíblia tem muito mais a dizer. Aliás, a assistência religiosa aos encarcerados é também um trabalho missionário transcultural e clama pelo envolvimento da igreja.

Considerando um retrato do sistema prisional brasileiro, 5 MOTIVOS PARA SE ENVOLVER COM CAPELANIA PRISIONAL aponta biblicamente alguns caminhos e instrumentos práticos para o envolvimento ministerial da igreja no ambiente prisional.


Para baixar o livro, acesse o site e preencha um pequeno formulário. Acesse: 

terça-feira, 21 de abril de 2015

ONDE ESTÃO OS TIMÓTEOS DO SÉCULO 21?


Oswaldo Luiz Gomes Jacob

Esta indagação tem inquietado o meu coração. Tenho visto muita baixa qualidade no ministério pastoral hoje. Há muita gente no ministério que não é séria. Estamos no século 21 e precisamos de pastores comprometidos com o ministério delineado e fundamentado nas Escrituras.
Segundo John Stott, o apóstolo Paulo faz a Timóteo um apelo tríplice: apelo ético, apelo doutrinário e apelo vivencial. O velho líder, morto em 27 de julho de 2011, foi muito sábio nesta abordagem. Temos notado problemas muito sérios nestas três áreas. Aliás, elas são vitais no exercício do ministério concebido na Palavra de Deus. Fazem parte do DNA do ministério pastoral. Timóteo, discípulo de Jesus ensinado por Paulo, era um jovem pastor comprometido com o caráter de Jesus Cristo, pronto a perder a vida pela missão que o Senhor lhe havia confiado apenas por graça. Vejamos então os três apelos paulinos: ético, doutrinário e vivencial.

O APELO ÉTICO |

Quando examinamos o apelo ético, ficamos estarrecidos. Há elementos com deformação de caráter exercendo a atividade ministerial. Elementos que usam de mentira, fazem do povo massa de manobra, não são sinceros em suas manifestações, não sabem liderar com mansidão, não honram seus compromissos financeiros, gastando mais do que ganham; usam de vaidade, aspiram uma vida confortável e o pódio; desejam carros sofisticados, gostam de roupas de grife, transitam em lugares não próprios, maltratam a família, buscam se aproveitar do povo para fins de lucro, exigem salários altos, não honram compromissos de agenda e pregam sermões dos outros como se fossem seus. Estão longe da ética do Reino de Deus. Não têm intimidade com o Senhor por meio da oração e da Palavra. Não fazem o culto doméstico. Vivem uma vida mundana, sem autoridade espiritual. 


O APELO DOUTRINÁRIO 

O apelo doutrinário está ligado ao compromisso com as doutrinas bíblicas, com a ortodoxia batista (no meu caso). Timóteo estava visceralmente ligado à verdade das Escrituras. Estas eram centrais em sua experiência como cristão e pastor. Paulo o orientou a combater o combate da fé. O apóstolo lembra a Timóteo e a Tito a verdade revelada. O velho pastor os ensinou a amar a Palavra, a tradição oral e escrita da parte de Deus por meio do Seu Espírito. A doutrina dos apóstolos e profetas estava enraizada em Tito e Timóteo. 

O pastor é aquele que está comprometido com a apologética, com a defesa da fé. Um homem versado nas Escrituras, cuja vida está pautada nelas. Stott indica que devemos defender, proclamar e ensinar a Sagrada Escritura com toda a fidelidade. Timóteo devia manejar muito bem a Palavra da Verdade (2 Tm 2.15). Paulo o orientou à leitura pública das Escrituras, à exortação e ao ensino (2 Tm 4.13). A exortação de Paulo a Timóteo é clara: "Tem cuidado de ti mesmo e do teu ensino; persevera nessas coisas. Dessa forma, salvarás tanto a ti mesmo com os que te ouvem" (1 Tm 4.16). O pastor genuíno, chamado por Deus como homem comum para um trabalho extraordinário, deve amar as Escrituras, estudá-las com dedicação e zelo. Ensiná-las com convicção.


O APELO VIVENCIAL 

O último apelo de Paulo a Timóteo é o vivencial. A partir de uma vida íntegra (ética), um compromisso com a Palavra de Deus (doutrinário), temos a prática no dia a dia. Vida mais Escritura nos levam à vivência, ao testemunho fidedigno, absolutamente comprometido com o caráter de Deus Pai. Paulo ordenou a Timóteo a tomar posse da vida eterna. Esta vida eterna está bem exposta em João 17.3: "Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste". Esta vida eterna foi-lhe dada quando ele creu na suficiência da obra de Cristo Jesus na cruz e na ressurreição. O Senhor Jesus é o modelo de vida do pastor. Ele é o Bom Pastor que dá a Sua vida pelas ovelhas (João 10.11). Deus, nosso Pai, tinha prazer na vida de Jesus Cristo, Seu Filho. Como pastores, devemos dar prazer ao nosso Senhor, Àquele que nos vocacionou. Que ao olhar para nós Ele veja ética, amor à Palavra e obediência. Que cada pastor siga e sirva a Jesus Cristo com alegria e singeleza de coração, sendo o exemplo para o rebanho.

À semelhança de Timóteo, os pastores mais jovens do século 21 precisam ouvir os mais velhos. Carecem de mentores, homens de Deus experimentados e aprovados. Não nos esqueçamos de que os Timóteos de hoje, do século 21, precisam testemunhar como Paulo, quando da despedida dos pastores de Éfeso: "Mas em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contato que eu complete a carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus" (At 20.24). 

Também, olharem para o velho apóstolo, preso em Roma, quando declara com profunda convicção: "Combati o bom combate, terminei a carreira, guardei a fé. Desde agora a coroa da justiça me está reservada, a qual o Senhor, Justo Juiz, me dará naquele dia, e não somente a mim, mas a todos quantos amarem a Sua vinda" (2 Tm 4.7,8). Os Timóteos do século 21 devem estar conscientes do equilíbrio entre ética, doutrina e vivência. O Senhor Jesus, nosso Pastor supremo, sabia, vivia e ensinava esse equilíbrio. 

John Stott pergunta: onde estão os Timóteos do século 21? Ao responder, ele diz: "Eles procuram ser leais não só a um ou outro desses apelos, mas para toda a revelação bíblica, sem pinçar o que lhes agrada mais. Eles buscam a retidão, combatem o combate da fé e tomam posse da vida eterna - tudo isso ao mesmo tempo". 

Deus é glorificado na vida dos ministros comprometidos com os Seus propósitos em Cristo Jesus! Louvado seja Deus pelos Timóteos do século 21! Que mais e mais obreiros assim sejam chamados, busquem a excelência no preparo e trabalhem arduamente para a salvação de vidas e a edificação da Igreja lavada pelo sangue de Jesus Cristo até que Ele volte!


Oswaldo Luiz Gomes Jacob, pastor, desejando ser um Timóteo. 

Reprodução autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e a fonte como: http://www.institutojetro.com/ e comunicada sua utilização através do e-mail artigos@institutojetro.com.

sexta-feira, 20 de março de 2015

Ferramenta gratuita simplifica a gestão de Eventos

Criar um site específico para um evento, gerenciar inscrições, receber pagamentos, elaborar crachás, controlar presenças e emitir certificados personalizados. Essas são algumas ferramentas disponibilizadas por uma plataforma online gratuita criada por ex-alunos do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação(ICMC) da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos (SP). O objetivo é reduzir o tempo que os organizadores de um evento gastam quando precisam lidar com as questões ligadas à tecnologia da informação, otimizando custos e recursos humanos.

Segundo André Marcatto, um dos criadores da plataforma, a ideia de lançar a ferramenta surgiu a partir da identificação de um problema. Vitor Pereira, na época aluno do ICMC tal como Marcatto, deparou-se com uma série de dificuldades ao organizar um evento para a empresa em que atuava, a ICMC Júnior. Logo, vislumbrou uma oportunidade: criar uma solução integrada para atender às demandas dos eventos científicos. Nascia, assim, nos corredores do ICMC, a vpEventos.
A jornada empreendedora de Marcatto e Pereira já completou três anos, tempo no qual várias versões da ferramenta foram lançadas. O foco dos sócios, agora, é adaptá-la para atender as necessidades de eventos corporativos e aprimorar a funcionalidade destinada ao gerenciamento financeiro. No caso específico de eventos em que são cobradas inscrições, a plataforma recolhe uma taxa de 10% sobre o valor de cada pagamento efetuado. Para efetuar esses pagamentos, os participantes podem optar pelo boleto bancário, por débito em conta corrente ou usar o cartão de crédito.
Desenvolvimento
Para Marcatto, a vpEventos não existiria se não fosse o ICMC: “Sempre que precisamos desenvolver algo para a nossa plataforma, procuramos mão-de-obra no Instituto”. Ele cita o exemplo do ex-aluno Igor de Lorenzi Andrade, que cursou Ciências de Computação no ICMC, e criou o aplicativo para gerenciar frequência nos eventos. O aplicativo possibilita que, na entrada do evento, os organizadores façam a leitura do QR Code existente no crachá dos participantes e registre automaticamente sua presença.
Também faz parte da equipe da VP Eventos o estudante Ricardo Chino, que cursa Ciências de Computação no Instituto. “No ICMC você tem muitos talentos. Eu diria que 90% dos alunos são muito acima da média na parte técnica porque estudam muito e gostam do que fazem”, completa Marcatto.
Ele adiciona outro importante ingrediente quando discorre sobre os diferenciais dos alunos formados no ICMC: “Um dos pontos fundamentais é a cidade em si, porque aqui você tem muitas empresas de tecnologia.” Segundo Marcatto, essas empresas possibilitam que os alunos encontrem facilmente um lugar para estagiar. “Tenho muitos amigos que não conheciam nada sobre aplicações móveis, conseguiram um estágio durante o próprio curso e, em seis meses, já estavam dominando o assunto”, conta.
Mas a vontade de empreender, no caso de Marcatto, nasceu muito antes que ele sonhasse em estudar no ICMC. Quando tinha apenas 10 anos, ele já pensava em desenvolver algo novo no mundo da internet. “Ter um negócio meu e ver as pessoas usando a ferramenta que criamos é o máximo”, finaliza.
Para acessar a ferramente, basta clicar neste link.
Mais informações
Telefone: (16) 3373-9666

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Lista de países que mais perseguem cristãos - 2015




Um dos objetivos mais importantes de se monitorar a situação religiosa dos países é para que a Portas Abertas defina onde sua ajuda é mais urgente. A lista relaciona 50 países segundo o grau de perseguição que os habitantes cristãos enfrentam. Sua atualização é feita considerando-se os acontecimentos e o ambiente religioso do país ao longo do ano anterior.

ATUALIZAÇÃO

Os dez países onde os cristãos enfrentaram a maior pressão e violência em 2014 foram: a Coreia do Norte, Somália, Iraque, Síria, Afeganistão, Sudão, Irã, Paquistão, Eritreia e Nigéria. 
Neste ano, dois países ingressaram na lista dos 10 onde há mais perseguição aos cristãos: o Sudão (de 11º para 6º); e a Eritreia (de 12º para 8º). Outra mudança é a entrada de três novos países: México (38º), Turquia (41º) e Azerbaijão (46º). 
Desde 2002, e também para a Classificação dos Países Perseguidos 2015, a Coreia do Norte continua a ser o lugar mais difícil do mundo para praticar o cristianismo. 
Três novos países da Classificação: México (38), Turquia (41) e Azerbaijão (46).

ÚNICA NO MUNDO

Esta é a única pesquisa do tipo realizada anualmente em todo o mundo. Ela avalia a liberdade que um cristão tem para praticar sua fé nas cinco esferas de sua vida: na individualidade, na família, na comunidade, na nação e na igreja.

Classificação da Perseguição Religiosa:
1. Coreia do Norte
2. Somália
3. Iraque
4. Síria

5. Afeganistão
6. Sudão
7. Irã
8. Paquistão
9. Eritreia
10. Nigéria
11. Maldivas
12. Arábia Saudita
13. Líbia
14. Iêmen
15. Uzbequistão 
16. Vietnã
17. República Centro-Africana
18. Catar
19. Quênia
20. Turcomenistão
21. Índia 
22. Etiópia
23. Egito
24. Djibuti
25. Mianmar
26. Territórios Palestinos
27. Brunei
28. Laos
29. China
30. Jordânia
31. Butão
32. Comores
33. Tanzânia
34. Argélia
35. Colômbia
36. Tunísia
37. Malásia
38. México
39. Omã
40. Mali
41. Turquia
42. Cazaquistão
43. Bangladesh
44. Sri Lanka
45. Tajiquistão
46. Azerbaijão
47. Indonésia
48. Mauritânia
49. Emirados Árabes Unidos
50. Kuwait

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Heróis da Fé: Conde Zinzendorf e os Morávios


Embora se plantassem igrejas nos territórios colonizados por nações protestantes, a obra missionária sempre fora largamente negligenciada nos primeiros SÉCULOS da Reforma Protestante. Até que um movimento realmente missionário e totalmente desvinculado do colonialismo surgiu em 1727. Ele foi não apenas o primeiro, mas, por 200 anos, o maior dos movimentos missionários da HISTÓRIA do protestantismo. O lema deles: “Nosso Cordeiro já venceu. Vamos segui-lo.” Eram os Irmãos Morávios.
As origens dos Irmãos MORÁVIOS são anteriores à Reforma. Dissidentes do Catolicismo, são filhos espirituais de John Huss, o pré-reformador queimado na fogueira em 1415. Com o início da Reforma deflagrada por Lutero, a igreja moraviana abraçou o novo movimento. Durante a Guerra dos TRINTA Anos (1618-1648) foram expulsos de sua terra, a Morávia, e, violentamente perseguidos, espalharam-se por toda a Europa. A partir de 1722 conseguiram encontrar um porto seguro na Saxônia, onde um jovem conde, Nikolaus Ludwig von Zinzendorf (1700-1760), permitiu que instalassem sua comunidade em suas terras. Desde sempre um dedicado e autêntico cristão, Zinzendorf logo passou a LIDERAR a comunidade morávia, que crescia mais e mais, atraindo entusiastas de toda a Alemanha.
Numa viagem à Conpenhague, na Dinamarca, Zinzendorf conheceu nativos da Groênlândia e das Índias Ocidentais. Seu coração foi incendiado pelo ARDOR missionário, e ao voltar aos morávios compartilhou sua visão com os irmãos. Em pouco tempo eram enviados missionários à Groenlândia e às Ilhas Virgens. O próprio Zinzendorf dedicou-se a viagens missionárias, e nos anos seguintes grupos de morávios foram enviados à Jamaica, Suriname, GUIANA, África do Sul, Argélia e outros países. Em 1842, havia 42 núcleos missionários morávios ao redor do mundo, quase sempre em locais de difícil semeadura.
Nesse pequeno espaço, é impossível relatar as muitas histórias de heroísmo e sacrifício de que os morávios foram protagonistas. Nunca na história da igreja um grupo tão pequeno fez tanto por MISSÕES. Seu exemplo de devoção e empenho serviu de inspiração para homens como John Wesley e William Carey, e inspirou a criação de algumas das primeiras agências missionárias.

A Igreja dos Irmãos Morávios, cujo nome oficial é UNITAS Fratrum (Unidade de Irmãos), atualmente encontra-se espalhada por diversos países. 

Sammis Reachers
in Revista Passatempos Missionários #4 - Biografias Missionárias

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Heróis da Fé: Robert Reid Kalley, um missionário para a lusofonia


Recém-formado na Universidade de Glasgow, o jovem ESCOCÊS Kalley conseguiu trabalho como médico de bordo num navio, atividade que levou-o a conhecer muitos países. Algum tempo depois, já medicando na Escócia, Kalley tem reacesa sua fé cristã e passa a nutrir o desejo de tornar-se missionário, tendo a CHINA como objeto de seus sonhos. Mas, em face da saúde precária de sua esposa, alguns o aconselharam a estabelecer-se na ilha da Madeira, possessão portuguesa que abrigava uma pequena colônia de escoceses. Assim, em 1838 o casal estabeleceu-se na ilha, dando origem à primeira comunidade protestante em território português. 
Na Madeira, Kalley fundou um hospital e diversas escolas, além de promover a distribuição de Bíblias. Em 1843 é preso, passando alguns meses na CADEIA. Em 1845 é fundada a igreja presbiteriana, mesmo de maneira clandestina, pois Portugal reprimia o culto protestante entre portugueses. A jovem igreja passou a ser duramente perseguida, sendo a casa dos Kalley incendiada em 1846. Com muito custo, Kalley conseguiu fugir para os EUA. Mas a perseguição continuou: 2.000 madeirenses evangélicos foram expulsos ou fugiram da ilha, espalhando-se então por diversos PAÍSES. 
Estando nos EUA (onde os refugiados madeirenses chegaram até a fundar uma cidade, Jacksonville), Kalley deparou-se com o livro Reminiscências de viagens e permanências nas Províncias do Sul e Norte do Brasil (1845), do Rev. Daniel Parrish Kidder, que por sua vez tivera uma experiência missionária no BRASIL. O livro impactou Kalley, que, quando viu surgir uma oportunidade, partiu como missionário para o Brasil, em 1855. Nesse mesmo ano, já instalado na cidade de Petrópolis (RJ) os Kalley iniciaram a primeira Escola Bíblica Dominical. Vendo que a terra estava sedenta, Kalley solicitou ajuda dos irmãos de Jacksonville, que enviaram alguns OBREIROS para auxiliar na obra. Em 1858 Kalley fundou a Igreja Evangélica Fluminense, considerada a primeira igreja protestante do Brasil a ministrar em português. Kalley possuía uma visão abrangente do Evangelho, sendo avesso a denominacionalismos, e instituiu um modelo de governança onde cada IGREJA era independente. 
Depois de plantar diversas igrejas em território nacional, não sem passar por polêmicas e provações as mais diversas, as quais suportou com bravura, Kalley retornou para a Escócia em 1876, onde faleceu em 1888. A CAUSA do Evangelho no Brasil e em Portugal é grande devedora de seu esforço e visão.

Sammis Reachers
in Revista Passatempos Missionários #4 - Biografias Missionárias

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Pastor, você tem visitado igrejas ou visitado suas ovelhas?


Em tempos de dor e engano, mulas falam, pedras clamam - e tudo pela misericórdia de Deus, que não quer que nenhum se perca. Desperta, tu que dorme! O $how tem que parar!

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Cartazes de Datas Comemorativas para igrejas evangélicas - Baixe grátis


Caros irmãos, cá estamos nós com mais cartazes gratuitos para você e sua igreja! Desta vez nós elaboramos uma série de 16 cartazes sobre Datas Comemorativas para igrejas evangélicas, além de alguns outros cartazes que podem ser úteis à igreja. E mais: desta vez, a grande maioria dos cartazes é colorida.

As datas assinaladas são: Dia do Evangélico; Dia do Pastor; Dia do Diácono; Dia do Presbítero; Dia Nacional de Missões; Dia da Reforma Protestante; Dia da Bíblia; Dia do Músico; Dia Nacional da Escola Bíblica Dominical e Dia do Professor.

Os cartazes auxiliares são: Cantina; Hoje é dia de culto de Missões; Mural dos aniversariantes do mês/ano; Tela Crente (cartaz-convite para exibição de filme na igreja); Escola Bíblica Infantil, e Cartaz de Boas Vindas aos visitantes.


Os cartazes podem ser afixados no mural da igreja, classes de escola dominical, salas, na sua casa e onde mais você desejar!

Os cartazes estão em tamanho A4, num único arquivo em formato pdf.

Para baixar os cartazes pelo site 4Shared, CLIQUE AQUI.
Para baixar (ou visualizar online) os cartazes pelo site Scribd, CLIQUE AQUI.
Para baixar (ou vizualizar online) pelo site Issuu, CLIQUE AQUI.

Caso não consiga realizar o download, solicite-me o envio por e-mail. Escreva para sammisreachers@ig.com.br

domingo, 14 de dezembro de 2014

REIKI e sua incompatibilidade com o Cristianismo


REIKI, o poder para curar?


Tradução de um artigo em espanhol do Pe. Miguel Carvallo Campos,

especialista em Seitas e Heresias.

 O Reiki é uma técnica de cura promovida pela corrente da Nova Era. É uma disciplina oriental, segundo afirmam os seus seguidores, que ajuda a utilizar a capacidade escondida em cada ser humano de aproveitar a "energia vital do universo" para acabar com as doenças do corpo e da alma.
Reiki é uma palavra de origem japonesa que se refere à "energia vital do universo" que fluiria através de um discípulo "activado" por ela.
O Reiki afirma que as enfermidades são sempre ocasionadas pôr um desequilíbrio na energia e a sua técnica procura encontrar "a harmonia", "o equilíbrio" da energia existente nos diferentes centros energéticos do corpo humano (chakras), mediante a imposição de mãos. Os que utilizam o Reiki, prometem um grande alívio no plano físico, espiritual, e uma plena sensação de paz.

A História do Reiki
O Reiki surgiu a princípio do século XX com Mikao Usui, decano de uma pequena universidade cristã em Kyoto - Japão. Contam que teve que deixar o seu posto de decano porque os seus alunos lhe pediram para que lhes ensinasse a técnica utilizada por Jesus para curar com as mãos, e ele teria se sentido constrangido por não possuir este conhecimento. Decidido a investigar esta questão da imposição das mãos, matriculou-se  para estudar Teologia na Universidade de Chicago. Por não encontrar aí a "receita" para fazer curas como Jesus Cristo, viajou para o norte da Índia e para o Tibete, pois "suspeitava" que aí havia estudado, também, Jesus Cristo. Estudou os escritos budistas do Tibete, e conta ter aí encontrado a resposta intelectual para a sua inquietação interior. A seguir, voltou para o Japão e aprofundou o estudo da doutrina do Buda, pois sabia que ele também havia realizado curas. Estando num mosteiro budista, depois de fazer um jejum de 21 dias, diz ter recebido uma visão que lhe revelou o segredo do Reiki para fazer curas físicas. Mais adiante, conta que em outra visão foram revelados os cinco princípios filosóficos do Reiki, e a partir daí teria "descoberto" que toda a enfermidade física tem uma origem espiritual.

O Reiki é compatível com o cristianismo?
O Reiki rapidamente se espalhou para o ocidente, conquistando inúmeros adeptos. Um dos segredos para o seu crescimento está em dizer que é somente uma técnica de cura, e, por isso, não entra em conflito com o cristianismo. Esta é uma das estratégias mais comuns usadas pelos adeptos da Nova Era, para atrair pessoas para a sua filosofia, com o objectivo final de levar a perda da confiança nos cuidados amorosos de Deus.
Quando o Reiki fala de uma energia universal, faz desaparecer o Deus da Bíblia. A Sagrada Escritura nos revela que Deus não é uma energia, mas é uma Pessoa que nos ama com um amor pessoal. Se alguém precisa somente aprender a "activar a energia universal", não é mais necessário Deus, religião ou fé. Tudo passa a ser sem sentido, porque a própria pessoa passa a dominar o poder presente no universo. E isso, assemelha-se à heresia do panteísmo. Para este pensamento filosófico, Deus e a natureza identificam-se um com o outro. Para o panteísmo tudo é Deus, e o homem é também deus, por ser parte deste todo.
No cristianismo, Deus é o criador, e o homem a criatura. Mesmo criado à imagem e semelhança de Deus, o homem nunca será Deus.

Os cristãos crêem na cura pela imposição de mãos. Este foi um ensino de Jesus Cristo para os seus seguidores: "...imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados." (Marcos 16:18). Esta prática Jesus não a aprendeu na Índia, Tibete ou em alguma outra doutrina oriental. Ele é Deus, veio habitar entre nós  para anunciar a salvação. Nele recebemos o poder do alto: "Toda autoridade me foi dada no céu e na terra." (Mateus 28:18). Para exercitar a autoridade dada por Jesus basta a fé: "Em verdade vos declaro: todo o que disser a este monte: levanta-te e lança-te ao mar, se não duvidar em seu coração, mas acreditar que sucederá tudo o que disser, obterá esse milagre." (Marcos 11:23).


terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Dez regras para o viver diário cristão


1. Considera o teu corpo como o templo do Espírito Santo e trata-o com reverência e cuidado.
2. Conserva tua mente ativa. Estimula-a com pensamentos de outros, que te levam a fazer alguma coisa.
3. Toma tempo para ser santo, com leitura bíblica e oração diárias.
4. Auxilia a igreja de tua fé. Junta-te a outros em teu culto.
5. Cultiva a presença de Deus.
6. Leva Deus contigo nos detalhes de tua vida. Naturalmente tu o chamas nas dificuldades e nas coisas maiores.
7. Ora por este mundo confuso e abalado, e pelos líderes que regem os destinos das várias nações.
8. Tem um espírito grato pelas numerosas bênçãos de Deus, tais como pais, lar e amigos.
9. Trabalha como se tudo dependesse do trabalho, e ora como se tudo dependesse da oração.
10. Pensa na morte, não como algo tenebroso, mas como uma grande e nova experiência onde os entres queridos são encontrados e onde as ambições são realizadas.


In Revista Visão Missionária

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Dica: Caixa de Folhetos e Recursos para sua igreja evangelizar


Hoje apresentamos uma pequena dica para sua igreja: a Caixa de Folhetos e Recursos Evangelísticos.
A ideia é preparar uma pequena caixa, pode ser uma caixa de sapatos ou outra a seu critério, e segmentá-la, disponibilizando para sua igreja folhetos de temática variada, COM MENSAGENS para evangelização EM GERAL, e também para GRUPOS ou SEGMENTOS ESPECÍFICOS. 


No caso da igreja onde congrego, preparamos uma caixa simples e sem muito acabamento (mas você pode decorar a sua da forma que achar melhor, e se possuir recursos pode preparar algo mais elaborado, como uma caixa ou mostruário de madeira, por exemplo) e colocamos a caixa sobre a mesa da portaria da igreja, sempre ao fim do culto (ela fica ao lado da cantina). Assim, todos os membros da igreja podem visualizar a caixa e apanhar folhetos para evangelizar em seu dia-a-dia. Veja nas imagens o texto afixado na caixa, que busca informar ao leitor sobre seu conteúdo e propósito.


Para o sucesso desta iniciativa, a liderança da igreja deve sempre que possível comunicar à membresia sobre a disponibilidade e a finalidade do recurso, convidando todos a apanharem as literaturas na quantidade que cada qual achar necessária, para evangelizar.
A ideia dos folhetos/materiais com temas específicos é muito oportuna, pois geralmente apenas quem conhece tais recursos segmentados é o responsável por evangelismo da igreja. Veja que no nosso caso, utilizamos 4 tipos de material (você pode usar quantos quiser, e sobre os temas que achar oportuno, conforme o contexto sociocultural em que sua igreja e membros estiverem inseridos): 
  • Folhetos para evangelismo em geral; 
  • Folhetos para evangelismo no Natal, que servem até como cartão natalino ou para ser inserido junto a presentes (o tema do Natal é devido a estarmos já no mês de dezembro - nesse caso, você deve aproveitar as datas temáticas, como Páscoa, Carnaval, dia de finados etc.); 
  • Folhetos para evangelização de crianças (também há no mercado folhetos para evangelização específica de jovens e adolescentes); 
  • E folhetos para pessoas afastadas da igreja, ou desviadas, como alguns dizem. 


Os folhetos de temática específica que utilizamos são da Cruzada Mundial de Literatura. Mas muitas outras empresas e ministérios produzem material específico. Por exemplo, há folhetos para prisioneiros, para hospitalizados, viajantes, dependentes químicos, combate a seitas e heresias etc. E a sua igreja pode preparar as próprias mensagens.
Você pode ainda disponibilizar na Caixa pequenos Novos Testamentos ou mesmo Bíblias, se estiver em suas condições. E ainda jornais, revistas, informativos e quaisquer pequenos materiais de valor evangelístico que você julgar oportunos

Veja nesta página uma extensa série de empresas e ministérios que produzem literaturas para evangelismo: Centro Bíblico Palavra da Fé .

domingo, 16 de novembro de 2014

QUE DIZ A BÍBLIA? O evangélico atual e sua relação com as Escrituras



Uma das críticas que eu sempre ouvi no decurso de minha longa vida cristã evangélica alude ao desconhecimento que os adeptos do catolicismo - não sem exceção - transparecem relativamente à Bíblia Sagrada. É de praxe que Roma nunca tenha estimulado os seus fiéis ao estudo bíblico: essa atividade, de certo modo, compete apenas aos clérigos. Na verdade, vale a concepção de que o fiel católico deve frequentar a missa e, razoavelmente, pautar sua vida dentro de princípios éticos. Assim está formada a religiosidade católico-romana.
Por outro lado, propaga-se a ideia de que os evangélicos, também chamados crentes (não sem razão, em alguns lugares, foram chamados de "bíblias") aprendem desde logo a importância do conhecimento da Palavra de Deus. Daí a importância das reuniões de estudo bíblico, durante a semana, da Escola Bíblica Dominical e da meditação no próprio lar.
Mas, no trajeto, algo aconteceu, que mudou o rumo desse conceito.
Os cursos de teologia, de teor evangélico, sem pretensão acadêmica, independentemente de sua qualidade, dizem-se cursos de natureza bíblica. A frequência de leigos a esses cursos é bem grande; entretanto, é de se notar que o interesse de tais alunos é, antes, alcançar títulos eclesiásticos. O conhecimento das Escrituras, propriamente dito, tornou-se secundário.
Os demais membros de igrejas evangélicas - não sem exceção - desviaram-se pelas veredas da falta de estudo da Palavra de Deus. As Escolas Bíblicas Dominicais têm minguado dia a dia; as reuniões semanais de estudo bíblico nos templos já não existem e o interesse de verificar no lar o texto sagrado esvaiu-se.
Sou originário de uma família que estudava a Palavra de Deus. Meu pai, com a família à volta da mesa, diariamente acompanhava o curso bíblico da Escola Bíblica Dominical. Naquela época havia um modelo de Lições Bíblicas que traziam o "dever diário" de estudo preparatório para a reunião de domingo. E não faltávamos à Escola Dominical! Quanto aprendemos do Senhor!
Por que essa derrocada de conhecimento? O que substituiu essa saudável prática cristã?
A derrocada do conhecimento bíblico é o resultado da inobservância do estudo e, (pasmemos!) da oração, que é a comunhão do homem com Deus. Todo músico sabe que, afastado de seu instrumento durante alguns dias, sua capacidade de execução extingue-se. O profissional que não pratica sua profissão perde-a rapidamente. Quem se afasta das Escrituras desconhece-a de tal forma, que lhe acrescenta coisas alheias ao conteúdo. 
Acontece que os crentes substituíram a Bíblia e a oração pela "música"; pela chamada "música gospel", e, com isso, fizeram crescer como massa fermentada a quantidade de "cantores", disputando espaço e mercado. Cultos viraram espetáculos de cantores, claro, desafeitos à Bíblia, mas "muito hábeis" na guitarra e na bateria! Eis a alegria do povo. E haja palmas!
Chegada a hora da mensagem da Bíblia, a euforia desaparece. É hora de acompanhar o relógio, nos poucos minutos - que se arrastam - dados à pregação. A euforia só volta, quando após o encerramento da mensagem, os cantores reassumem seu lugar de honra.
O efeito da "desbibliarização" (perdoem o neologismo) é o avanço incontrolável de "igrejas" heréticas - e de heresias já encontradas em igrejas que eram bíblicas. Aquelas, supridas pelos pseudoteólogos inadaptados à realidade da Palavra de Deus; estas, pressionadas pelo fator "música gospel", que se tornou capaz de ajuntar "fiéis"; tornando-as evidentes pelo número de frequentadores.
Pelo exposto, caso as igrejas que se pretendem em acordo com a Palavra de Deus não assumam uma posição doutrinária firme, a "desbibliarização" trará consequências tão graves para o mundo evangélico quanto a atitude de Roma trouxe para o catolicismo: pessoas exteriormente religiosas, sem qualquer vínculo com a mensagem de Deus para o homem.

Izaldil Tavares de Castro
Visite o blog do autor: http://prof2tavares.blogspot.com.br/

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Divulgação: Eventos evangélicos e projetos missionários pelo Brasil

31o Congresso Nacional Atletas de Cristo

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1o Congresso Nacional de Evangelização de Crianças

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Seminário de Capelania Asilar em Anápolis - GO

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Congresso da APEC 

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62º Projeto Missionário da Missão Juvep - Assunção do Piauí/PI, 
de 05 a 26 de janeiro de 2015.

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10a Expedição Missionária - Bela Vista do Piauí - PI
Para maiores informações, acesse:  http://www.aguavivaparaosertao.com.br/

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