segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Heróis da Fé: Conde Zinzendorf e os Morávios


Embora se plantassem igrejas nos territórios colonizados por nações protestantes, a obra missionária sempre fora largamente negligenciada nos primeiros SÉCULOS da Reforma Protestante. Até que um movimento realmente missionário e totalmente desvinculado do colonialismo surgiu em 1727. Ele foi não apenas o primeiro, mas, por 200 anos, o maior dos movimentos missionários da HISTÓRIA do protestantismo. O lema deles: “Nosso Cordeiro já venceu. Vamos segui-lo.” Eram os Irmãos Morávios.
As origens dos Irmãos MORÁVIOS são anteriores à Reforma. Dissidentes do Catolicismo, são filhos espirituais de John Huss, o pré-reformador queimado na fogueira em 1415. Com o início da Reforma deflagrada por Lutero, a igreja moraviana abraçou o novo movimento. Durante a Guerra dos TRINTA Anos (1618-1648) foram expulsos de sua terra, a Morávia, e, violentamente perseguidos, espalharam-se por toda a Europa. A partir de 1722 conseguiram encontrar um porto seguro na Saxônia, onde um jovem conde, Nikolaus Ludwig von Zinzendorf (1700-1760), permitiu que instalassem sua comunidade em suas terras. Desde sempre um dedicado e autêntico cristão, Zinzendorf logo passou a LIDERAR a comunidade morávia, que crescia mais e mais, atraindo entusiastas de toda a Alemanha.
Numa viagem à Conpenhague, na Dinamarca, Zinzendorf conheceu nativos da Groênlândia e das Índias Ocidentais. Seu coração foi incendiado pelo ARDOR missionário, e ao voltar aos morávios compartilhou sua visão com os irmãos. Em pouco tempo eram enviados missionários à Groenlândia e às Ilhas Virgens. O próprio Zinzendorf dedicou-se a viagens missionárias, e nos anos seguintes grupos de morávios foram enviados à Jamaica, Suriname, GUIANA, África do Sul, Argélia e outros países. Em 1842, havia 42 núcleos missionários morávios ao redor do mundo, quase sempre em locais de difícil semeadura.
Nesse pequeno espaço, é impossível relatar as muitas histórias de heroísmo e sacrifício de que os morávios foram protagonistas. Nunca na história da igreja um grupo tão pequeno fez tanto por MISSÕES. Seu exemplo de devoção e empenho serviu de inspiração para homens como John Wesley e William Carey, e inspirou a criação de algumas das primeiras agências missionárias.

A Igreja dos Irmãos Morávios, cujo nome oficial é UNITAS Fratrum (Unidade de Irmãos), atualmente encontra-se espalhada por diversos países. 

Sammis Reachers
in Revista Passatempos Missionários #4 - Biografias Missionárias

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Heróis da Fé: Robert Reid Kalley, um missionário para a lusofonia


Recém-formado na Universidade de Glasgow, o jovem ESCOCÊS Kalley conseguiu trabalho como médico de bordo num navio, atividade que levou-o a conhecer muitos países. Algum tempo depois, já medicando na Escócia, Kalley tem reacesa sua fé cristã e passa a nutrir o desejo de tornar-se missionário, tendo a CHINA como objeto de seus sonhos. Mas, em face da saúde precária de sua esposa, alguns o aconselharam a estabelecer-se na ilha da Madeira, possessão portuguesa que abrigava uma pequena colônia de escoceses. Assim, em 1838 o casal estabeleceu-se na ilha, dando origem à primeira comunidade protestante em território português. 
Na Madeira, Kalley fundou um hospital e diversas escolas, além de promover a distribuição de Bíblias. Em 1843 é preso, passando alguns meses na CADEIA. Em 1845 é fundada a igreja presbiteriana, mesmo de maneira clandestina, pois Portugal reprimia o culto protestante entre portugueses. A jovem igreja passou a ser duramente perseguida, sendo a casa dos Kalley incendiada em 1846. Com muito custo, Kalley conseguiu fugir para os EUA. Mas a perseguição continuou: 2.000 madeirenses evangélicos foram expulsos ou fugiram da ilha, espalhando-se então por diversos PAÍSES. 
Estando nos EUA (onde os refugiados madeirenses chegaram até a fundar uma cidade, Jacksonville), Kalley deparou-se com o livro Reminiscências de viagens e permanências nas Províncias do Sul e Norte do Brasil (1845), do Rev. Daniel Parrish Kidder, que por sua vez tivera uma experiência missionária no BRASIL. O livro impactou Kalley, que, quando viu surgir uma oportunidade, partiu como missionário para o Brasil, em 1855. Nesse mesmo ano, já instalado na cidade de Petrópolis (RJ) os Kalley iniciaram a primeira Escola Bíblica Dominical. Vendo que a terra estava sedenta, Kalley solicitou ajuda dos irmãos de Jacksonville, que enviaram alguns OBREIROS para auxiliar na obra. Em 1858 Kalley fundou a Igreja Evangélica Fluminense, considerada a primeira igreja protestante do Brasil a ministrar em português. Kalley possuía uma visão abrangente do Evangelho, sendo avesso a denominacionalismos, e instituiu um modelo de governança onde cada IGREJA era independente. 
Depois de plantar diversas igrejas em território nacional, não sem passar por polêmicas e provações as mais diversas, as quais suportou com bravura, Kalley retornou para a Escócia em 1876, onde faleceu em 1888. A CAUSA do Evangelho no Brasil e em Portugal é grande devedora de seu esforço e visão.

Sammis Reachers
in Revista Passatempos Missionários #4 - Biografias Missionárias

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Pastor, você tem visitado igrejas ou visitado suas ovelhas?


Em tempos de dor e engano, mulas falam, pedras clamam - e tudo pela misericórdia de Deus, que não quer que nenhum se perca. Desperta, tu que dorme! O $how tem que parar!

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Cartazes de Datas Comemorativas para igrejas evangélicas - Baixe grátis


Caros irmãos, cá estamos nós com mais cartazes gratuitos para você e sua igreja! Desta vez nós elaboramos uma série de 16 cartazes sobre Datas Comemorativas para igrejas evangélicas, além de alguns outros cartazes que podem ser úteis à igreja. E mais: desta vez, a grande maioria dos cartazes é colorida.

As datas assinaladas são: Dia do Evangélico; Dia do Pastor; Dia do Diácono; Dia do Presbítero; Dia Nacional de Missões; Dia da Reforma Protestante; Dia da Bíblia; Dia do Músico; Dia Nacional da Escola Bíblica Dominical e Dia do Professor.

Os cartazes auxiliares são: Cantina; Hoje é dia de culto de Missões; Mural dos aniversariantes do mês/ano; Tela Crente (cartaz-convite para exibição de filme na igreja); Escola Bíblica Infantil, e Cartaz de Boas Vindas aos visitantes.


Os cartazes podem ser afixados no mural da igreja, classes de escola dominical, salas, na sua casa e onde mais você desejar!

Os cartazes estão em tamanho A4, num único arquivo em formato pdf.

Para baixar os cartazes pelo site 4Shared, CLIQUE AQUI.
Para baixar (ou visualizar online) os cartazes pelo site Scribd, CLIQUE AQUI.
Para baixar (ou vizualizar online) pelo site Issuu, CLIQUE AQUI.

Caso não consiga realizar o download, solicite-me o envio por e-mail. Escreva para sammisreachers@ig.com.br

domingo, 14 de dezembro de 2014

REIKI e sua incompatibilidade com o Cristianismo


REIKI, o poder para curar?


Tradução de um artigo em espanhol do Pe. Miguel Carvallo Campos,

especialista em Seitas e Heresias.

 O Reiki é uma técnica de cura promovida pela corrente da Nova Era. É uma disciplina oriental, segundo afirmam os seus seguidores, que ajuda a utilizar a capacidade escondida em cada ser humano de aproveitar a "energia vital do universo" para acabar com as doenças do corpo e da alma.
Reiki é uma palavra de origem japonesa que se refere à "energia vital do universo" que fluiria através de um discípulo "activado" por ela.
O Reiki afirma que as enfermidades são sempre ocasionadas pôr um desequilíbrio na energia e a sua técnica procura encontrar "a harmonia", "o equilíbrio" da energia existente nos diferentes centros energéticos do corpo humano (chakras), mediante a imposição de mãos. Os que utilizam o Reiki, prometem um grande alívio no plano físico, espiritual, e uma plena sensação de paz.

A História do Reiki
O Reiki surgiu a princípio do século XX com Mikao Usui, decano de uma pequena universidade cristã em Kyoto - Japão. Contam que teve que deixar o seu posto de decano porque os seus alunos lhe pediram para que lhes ensinasse a técnica utilizada por Jesus para curar com as mãos, e ele teria se sentido constrangido por não possuir este conhecimento. Decidido a investigar esta questão da imposição das mãos, matriculou-se  para estudar Teologia na Universidade de Chicago. Por não encontrar aí a "receita" para fazer curas como Jesus Cristo, viajou para o norte da Índia e para o Tibete, pois "suspeitava" que aí havia estudado, também, Jesus Cristo. Estudou os escritos budistas do Tibete, e conta ter aí encontrado a resposta intelectual para a sua inquietação interior. A seguir, voltou para o Japão e aprofundou o estudo da doutrina do Buda, pois sabia que ele também havia realizado curas. Estando num mosteiro budista, depois de fazer um jejum de 21 dias, diz ter recebido uma visão que lhe revelou o segredo do Reiki para fazer curas físicas. Mais adiante, conta que em outra visão foram revelados os cinco princípios filosóficos do Reiki, e a partir daí teria "descoberto" que toda a enfermidade física tem uma origem espiritual.

O Reiki é compatível com o cristianismo?
O Reiki rapidamente se espalhou para o ocidente, conquistando inúmeros adeptos. Um dos segredos para o seu crescimento está em dizer que é somente uma técnica de cura, e, por isso, não entra em conflito com o cristianismo. Esta é uma das estratégias mais comuns usadas pelos adeptos da Nova Era, para atrair pessoas para a sua filosofia, com o objectivo final de levar a perda da confiança nos cuidados amorosos de Deus.
Quando o Reiki fala de uma energia universal, faz desaparecer o Deus da Bíblia. A Sagrada Escritura nos revela que Deus não é uma energia, mas é uma Pessoa que nos ama com um amor pessoal. Se alguém precisa somente aprender a "activar a energia universal", não é mais necessário Deus, religião ou fé. Tudo passa a ser sem sentido, porque a própria pessoa passa a dominar o poder presente no universo. E isso, assemelha-se à heresia do panteísmo. Para este pensamento filosófico, Deus e a natureza identificam-se um com o outro. Para o panteísmo tudo é Deus, e o homem é também deus, por ser parte deste todo.
No cristianismo, Deus é o criador, e o homem a criatura. Mesmo criado à imagem e semelhança de Deus, o homem nunca será Deus.

Os cristãos crêem na cura pela imposição de mãos. Este foi um ensino de Jesus Cristo para os seus seguidores: "...imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados." (Marcos 16:18). Esta prática Jesus não a aprendeu na Índia, Tibete ou em alguma outra doutrina oriental. Ele é Deus, veio habitar entre nós  para anunciar a salvação. Nele recebemos o poder do alto: "Toda autoridade me foi dada no céu e na terra." (Mateus 28:18). Para exercitar a autoridade dada por Jesus basta a fé: "Em verdade vos declaro: todo o que disser a este monte: levanta-te e lança-te ao mar, se não duvidar em seu coração, mas acreditar que sucederá tudo o que disser, obterá esse milagre." (Marcos 11:23).


terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Dez regras para o viver diário cristão


1. Considera o teu corpo como o templo do Espírito Santo e trata-o com reverência e cuidado.
2. Conserva tua mente ativa. Estimula-a com pensamentos de outros, que te levam a fazer alguma coisa.
3. Toma tempo para ser santo, com leitura bíblica e oração diárias.
4. Auxilia a igreja de tua fé. Junta-te a outros em teu culto.
5. Cultiva a presença de Deus.
6. Leva Deus contigo nos detalhes de tua vida. Naturalmente tu o chamas nas dificuldades e nas coisas maiores.
7. Ora por este mundo confuso e abalado, e pelos líderes que regem os destinos das várias nações.
8. Tem um espírito grato pelas numerosas bênçãos de Deus, tais como pais, lar e amigos.
9. Trabalha como se tudo dependesse do trabalho, e ora como se tudo dependesse da oração.
10. Pensa na morte, não como algo tenebroso, mas como uma grande e nova experiência onde os entres queridos são encontrados e onde as ambições são realizadas.


In Revista Visão Missionária

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Dica: Caixa de Folhetos e Recursos para sua igreja evangelizar


Hoje apresentamos uma pequena dica para sua igreja: a Caixa de Folhetos e Recursos Evangelísticos.
A ideia é preparar uma pequena caixa, pode ser uma caixa de sapatos ou outra a seu critério, e segmentá-la, disponibilizando para sua igreja folhetos de temática variada, COM MENSAGENS para evangelização EM GERAL, e também para GRUPOS ou SEGMENTOS ESPECÍFICOS. 


No caso da igreja onde congrego, preparamos uma caixa simples e sem muito acabamento (mas você pode decorar a sua da forma que achar melhor, e se possuir recursos pode preparar algo mais elaborado, como uma caixa ou mostruário de madeira, por exemplo) e colocamos a caixa sobre a mesa da portaria da igreja, sempre ao fim do culto (ela fica ao lado da cantina). Assim, todos os membros da igreja podem visualizar a caixa e apanhar folhetos para evangelizar em seu dia-a-dia. Veja nas imagens o texto afixado na caixa, que busca informar ao leitor sobre seu conteúdo e propósito.


Para o sucesso desta iniciativa, a liderança da igreja deve sempre que possível comunicar à membresia sobre a disponibilidade e a finalidade do recurso, convidando todos a apanharem as literaturas na quantidade que cada qual achar necessária, para evangelizar.
A ideia dos folhetos/materiais com temas específicos é muito oportuna, pois geralmente apenas quem conhece tais recursos segmentados é o responsável por evangelismo da igreja. Veja que no nosso caso, utilizamos 4 tipos de material (você pode usar quantos quiser, e sobre os temas que achar oportuno, conforme o contexto sociocultural em que sua igreja e membros estiverem inseridos): 
  • Folhetos para evangelismo em geral; 
  • Folhetos para evangelismo no Natal, que servem até como cartão natalino ou para ser inserido junto a presentes (o tema do Natal é devido a estarmos já no mês de dezembro - nesse caso, você deve aproveitar as datas temáticas, como Páscoa, Carnaval, dia de finados etc.); 
  • Folhetos para evangelização de crianças (também há no mercado folhetos para evangelização específica de jovens e adolescentes); 
  • E folhetos para pessoas afastadas da igreja, ou desviadas, como alguns dizem. 


Os folhetos de temática específica que utilizamos são da Cruzada Mundial de Literatura. Mas muitas outras empresas e ministérios produzem material específico. Por exemplo, há folhetos para prisioneiros, para hospitalizados, viajantes, dependentes químicos, combate a seitas e heresias etc. E a sua igreja pode preparar as próprias mensagens.
Você pode ainda disponibilizar na Caixa pequenos Novos Testamentos ou mesmo Bíblias, se estiver em suas condições. E ainda jornais, revistas, informativos e quaisquer pequenos materiais de valor evangelístico que você julgar oportunos

Veja nesta página uma extensa série de empresas e ministérios que produzem literaturas para evangelismo: Centro Bíblico Palavra da Fé .

domingo, 16 de novembro de 2014

QUE DIZ A BÍBLIA? O evangélico atual e sua relação com as Escrituras



Uma das críticas que eu sempre ouvi no decurso de minha longa vida cristã evangélica alude ao desconhecimento que os adeptos do catolicismo - não sem exceção - transparecem relativamente à Bíblia Sagrada. É de praxe que Roma nunca tenha estimulado os seus fiéis ao estudo bíblico: essa atividade, de certo modo, compete apenas aos clérigos. Na verdade, vale a concepção de que o fiel católico deve frequentar a missa e, razoavelmente, pautar sua vida dentro de princípios éticos. Assim está formada a religiosidade católico-romana.
Por outro lado, propaga-se a ideia de que os evangélicos, também chamados crentes (não sem razão, em alguns lugares, foram chamados de "bíblias") aprendem desde logo a importância do conhecimento da Palavra de Deus. Daí a importância das reuniões de estudo bíblico, durante a semana, da Escola Bíblica Dominical e da meditação no próprio lar.
Mas, no trajeto, algo aconteceu, que mudou o rumo desse conceito.
Os cursos de teologia, de teor evangélico, sem pretensão acadêmica, independentemente de sua qualidade, dizem-se cursos de natureza bíblica. A frequência de leigos a esses cursos é bem grande; entretanto, é de se notar que o interesse de tais alunos é, antes, alcançar títulos eclesiásticos. O conhecimento das Escrituras, propriamente dito, tornou-se secundário.
Os demais membros de igrejas evangélicas - não sem exceção - desviaram-se pelas veredas da falta de estudo da Palavra de Deus. As Escolas Bíblicas Dominicais têm minguado dia a dia; as reuniões semanais de estudo bíblico nos templos já não existem e o interesse de verificar no lar o texto sagrado esvaiu-se.
Sou originário de uma família que estudava a Palavra de Deus. Meu pai, com a família à volta da mesa, diariamente acompanhava o curso bíblico da Escola Bíblica Dominical. Naquela época havia um modelo de Lições Bíblicas que traziam o "dever diário" de estudo preparatório para a reunião de domingo. E não faltávamos à Escola Dominical! Quanto aprendemos do Senhor!
Por que essa derrocada de conhecimento? O que substituiu essa saudável prática cristã?
A derrocada do conhecimento bíblico é o resultado da inobservância do estudo e, (pasmemos!) da oração, que é a comunhão do homem com Deus. Todo músico sabe que, afastado de seu instrumento durante alguns dias, sua capacidade de execução extingue-se. O profissional que não pratica sua profissão perde-a rapidamente. Quem se afasta das Escrituras desconhece-a de tal forma, que lhe acrescenta coisas alheias ao conteúdo. 
Acontece que os crentes substituíram a Bíblia e a oração pela "música"; pela chamada "música gospel", e, com isso, fizeram crescer como massa fermentada a quantidade de "cantores", disputando espaço e mercado. Cultos viraram espetáculos de cantores, claro, desafeitos à Bíblia, mas "muito hábeis" na guitarra e na bateria! Eis a alegria do povo. E haja palmas!
Chegada a hora da mensagem da Bíblia, a euforia desaparece. É hora de acompanhar o relógio, nos poucos minutos - que se arrastam - dados à pregação. A euforia só volta, quando após o encerramento da mensagem, os cantores reassumem seu lugar de honra.
O efeito da "desbibliarização" (perdoem o neologismo) é o avanço incontrolável de "igrejas" heréticas - e de heresias já encontradas em igrejas que eram bíblicas. Aquelas, supridas pelos pseudoteólogos inadaptados à realidade da Palavra de Deus; estas, pressionadas pelo fator "música gospel", que se tornou capaz de ajuntar "fiéis"; tornando-as evidentes pelo número de frequentadores.
Pelo exposto, caso as igrejas que se pretendem em acordo com a Palavra de Deus não assumam uma posição doutrinária firme, a "desbibliarização" trará consequências tão graves para o mundo evangélico quanto a atitude de Roma trouxe para o catolicismo: pessoas exteriormente religiosas, sem qualquer vínculo com a mensagem de Deus para o homem.

Izaldil Tavares de Castro
Visite o blog do autor: http://prof2tavares.blogspot.com.br/

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Divulgação: Eventos evangélicos e projetos missionários pelo Brasil

31o Congresso Nacional Atletas de Cristo

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1o Congresso Nacional de Evangelização de Crianças

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Seminário de Capelania Asilar em Anápolis - GO

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Congresso da APEC 

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62º Projeto Missionário da Missão Juvep - Assunção do Piauí/PI, 
de 05 a 26 de janeiro de 2015.

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10a Expedição Missionária - Bela Vista do Piauí - PI
Para maiores informações, acesse:  http://www.aguavivaparaosertao.com.br/

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quinta-feira, 16 de outubro de 2014

De cabeça para baixo (Devocional)

"... Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes." Mt 9.12

   Na Índia eu cultuei a Deus entre pacientes leprosos. A maioria dos avanços da medicina no tratamento da lepra surgiu como resultado de médicos missionários que se dispuseram a viver entre os pacientes e a arriscar-se à exposição à pavorosa doença. Como resultado, desenvolvem-se igrejas na maioria dos grandes centros de lepra. Em Mianmar visitei casas de órfãos aidéticos onde voluntários cristãos tentam substituir a afeição dos pais que a doença já roubou. No Chile e no Peru, visitei os cultos mais avivados no interior de uma penitenciária federal. Entre os simples, os desprezíveis, os oprimidos - os rejeitados deste mundo - o reino de Deus cria raízes. 
   Levar a sério algo designado por Deus significa que precisamos aprender a olhar para o mundo de cabeça para baixo, como Jesus fez. Em vez de buscar pessoas com recursos que possam nos fazer favores, procuramos pessoas com poucos recursos. Em vez dos fortes, encontamos os fracos; em vez do saudável, o doente. Em vez do espiritual, o pecador. Não é assim que Deus reconcilia o mundo consigo? "...Os são não precisam de médico, e sim os doentes [...] pois não vim chamar os justos, e sim pecadores" (Mateus 9:12,13). 
   Para ganhar uma nova perspectiva, olhe para o mundo de cabeça para baixo, como Jesus o fez. 

Philip Yancey - in Devocional Pão Diário

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

A história da Harpa Cristã



Os primeiros hinos cantados nas Assembleias de Deus
A música pentecostal, no início do movimento no Brasil, se dividia em música importada e em composições brasileiras. Em seus primórdios, as Assembleias de Deus cantavam os tradicionais hinos formais protestantes do hinário da Igreja Congregacional, Salmos e Hinos, para o seu cântico congregacional, que também eram utilizados por diversas igrejas evangélicas históricas. O hinário Salmos e Hinos havia sido publicado em 1861 pelos missionários congregacionais Robert e Sara Poulton Kalley.

Os primeiros compositores assembleianos
Mas havia a necessidade de hinos que enfocassem as verdades pentecostais e refletissem o fervor pentecostal. Começam, então, a surgir compositores e tradutores pentecostais: José Rodrigues, Maria Antônia Nobre, Sylvio Brito, Frida Vingren, Almeida Sobrinho, Adriano Nobre de Almeida, Manoel Hygino de Souza, Paulo Leivas Macalão, Gunnar Vingren, Antonio Torres Galvão, Samuel Nyström, Emílio Conde e muitos outros. São também traduzidos hinos de hinários suecos e americanos pentecostais pelos missionários Gunnar Vingren, Samuel Nyström, Frida Vingren, Joel Carlson, Eufrosyne Kastberg e outros. Grande parte desses hinos que veio a fazer parte da Harpa Cristã, hinário assembleiano, teve suas versões musicais feitas pelo pastor Paulo Leivas Macalão. Alguns desses hinários estrangeiros são: Best of all (e.g, o hino “Glória a Deus o Pai eterno”), Segertone (e.g., “Os teus pecados tu queres deixar”), Herrens Lov (e.g., “Oh, porque duvidar sobre as ondas do mar”) e Lovangst (e.g., “Jesus disse aos discípulos no monte ao subir”).
Muitos desses hinos expressavam uma temática que incluía a doutrina do revestimento de poder pelo batismo com o Espírito Santo, ressaltava necessidade de devoção e santificação na vida do crente, e falava da iminente segunda vinda de Cristo e a esperança do crente fiel se encontrar logo com o Senhor na vida eterna.

Hinários precursores da Harpa Cristã
Em 1917, o missionário sueco Gunnar Vingren, fundador das Assembleias de Deus juntamente com Daniel Berg, montou um caderno particular de hinos com letra e música. Tinha 24 hinos, 10 com letra em inglês e 14 com letra em sueco. 


Caderno de hinos, elaborado em 1917, por Gunnar Vingren

Os líderes da Assembleia de Deus de Belém (PA), os missionários suecos, prepararam um hinário, cuja impressão ficou pronta em 6 de outubro de 1917, e tinha 194 hinos. Em 1921 foi lançado o Cantor Pentecostal, impresso pela tipografia Guajarina, sob a orientação editorial de Almeida Sobrinho e tinha 44 hinos e 10 corinhos. Foi distribuído pela AD de Belém, que, naquela época, achava-se localizada na Travessa 9 de Janeiro 75.

 2ª edição do 
Cantor Pentecostal, publicado em 1921, em Belém do Pará, por Almeida Sobrinho

Em 1931, Gunnar Vingren, então pastor da Assembleia de Deus de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, editou o Psalterio Pentecostal, impresso na Gráfica Fernandes & Rohe, no Rio de Janeiro. Tinha 221 hinos.

Capa e apresentação do 
Psalterio Pentecostal, publicado em 1931, por GunnarVingren, no Rio de Janeiro

Fontes:

ARAUJO, Isael de. Dicionário do movimento pentecostal.
Rio de Janeiro, CPAD, 2007, 1ª edição, 154, 155, 341, 342, 496, 497 e 758.
Idem. 
100 Acontecimentos que Marcaram a História das Assembleias de Deus no Brasil.
Rio de Janeiro, CPAD, 2011, 1ª edição, p. 116 - 120, 179 - 182.


A HARPA CRISTÃ

O lançamento da Harpa Cristã
Em 1922, foi lançada em Recife (PE), a primeira edição da Harpa Cristã com 100 hinos, que viria a tornar-se hinário oficial das Assembleias de Deus. Sob a orientação editorial do pastor Adriano Nobre, teve uma tiragem inicial de mil exemplares, impressa nas oficinas do Jornal do Comércio e foi distribuída para todo o Brasil pelo missionário Samuel Nyström. Não consta nenhum exemplar desta edição histórica nos arquivos da CPAD, porém, seu prefácio é conhecido, pois foi reimpresso nas páginas iniciais da segunda edição.

Cópia do prefácio da 1ª edição da Harpa Cristã lançada em 1922




A segunda edição da Harpa Cristã, já com 300 hinos, foi impressa nas Oficinas Irmãos Pongetti, no Rio de Janeiro, em 1923, numa tiragem de 3.000 exemplares, segundo o avivo publicado no jornal Boa Semente de dezembro de 1923, página 4.


Cópia da página de abertura da 2ª edição da Harpa Cristã, publicada em 1923


A terceira edição, em 1932, tinha a Harpa Cristã 400 hinos e foram 5.000 exemplares, segundo informa Samuel Nyström no livro Despertamento apostólico no Brasil, p. 126. A quarta edição foi de 10.000 exemplares com 458 hinos e a quinta, com 512 hinos, foi de 8.000 exemplares. Da quarta edição foram publicados mais de 4.000 exemplares. O preço mais barato do hinário foi de 3 mil-réis.
(Foto ao lado: cópia da página de abertura da 4ª edição da Harpa Cristã impressa em 1932, com 458 hinos e 11 corinhos)
Sucederam-se muitas outras edições e vindo a ser impressas nas oficinas da Casa Publicadora das Assembleias de Deus. Com o passar dos tempos, outros hinos foram sendo acrescentados até que o nosso hinário oficial em 1941 atingisse 524 hinos. Número esse que, durante várias décadas, caracterizou a Harpa Cristã.
Até 1981, quase todos os hinos da Harpa Cristã já haviam sido revisados. Os mais altos foram transpostos para tons mais acessíveis ao cântico congregacional. Na elaboração dos hinos, muito contribuiu o missionário Samuel Nyström. Como não tivesse perfeito conhecimento da língua portuguesa, ele traduziu, literalmente, diversas letras da riquíssima hinódia escandinava. Para que os poemas fossem adaptados às suas respectivas músicas, foi necessário que o pastor e músico Paulo Leivas Macalão empreendesse semelhante tarefa. Por isso, tornou-se o pastor Macalão no principal tradutor e adaptador da Harpa Cristã.


No início, a Assembleia de Deus utilizava o hinário Salmos e Hinos, que também era usado por outras igrejas evangélicas históricas. Em 1921, os pioneiros decidiram criar um hinário destacando também as doutrinas pentecostais da denominação. Foi criado, então, o Cantor Pentecostal, sob a orientação editorial de Almeida Sobrinho, com 44 hinos e dez corinhos, impressos pela tipografia Guajarina.
A primeira edição da Harpa Cristã, em 1922, teve uma tiragem inicial de mil exemplares. A segunda edição, em 1923, foi impressa no Rio de Janeiro e tinha 300 hinos. Já em 1932, a Harpa Cristã contava com 400 hinos.

A primeira Harpa Cristã com letra e música começou a ser elaborada em 1937. Com o passar dos anos, foram acrescentados outros hinos até que o hinário oficial chegou a 524. Até o ano de 1981, todos os hinos já haviam sido revisados.

Em 1979, o Conselho Administrativo da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD), cumprindo resolução da Assembleia Geral da CGADB, nomeou uma comissão para proceder a revisão geral da música e letra dos hinos da Harpa Cristã. A proposta foi apresentada pelo pastor Adilson Soares da Fonseca. As análises tiveram o apoio técnico e especializado de João Pereira, na correção e adaptação da música; e Gustavo Kessler, na revisão das letras.

Hinos cantados e amados em todo o país

A Harpa Cristã tem sido o instrumento de consolidação nacional da hinologia pentecostal, principalmente por meio do cântico congregacional. Um dos motivos que contribuiu para isso foi o fato de cada crente assembleiano ter que possuir o seu próprio exemplar do hinário e levá-lo para a igreja, diferentemente das igrejas das denominações tradicionais no Brasil, América do Norte e Europa, onde são os templos que possuem exemplares dos seus hinários disponíveis para os fiéis usarem em seus cultos. 

Após 90 anos de existência, muitos dos belos e edificantes hinos da Harpa Cristã, ultrapassam as fronteiras assembleianas, tocando os corações de milhares de crentes de outras denominações evangélicas brasileiras, alcançando o honrado posto de hinário mais conhecido e amado em todo o país.


Fontes:
ARAUJO, Isael de. Dicionário do movimento pentecostal.
Rio de Janeiro, CPAD, 2007, 1ª edição, 154, 155, 341, 342, 496, 497 e 758.
Idem. 100 Acontecimentos que Marcaram a História das Assembleias de Deus no Brasil.
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terça-feira, 30 de setembro de 2014

Líderes evangélicos confirmam apoio à Marina Silva

Na manhã desta sexta-feira (26) a candidata à Presidência Marina Silva (PSB) esteve em São Paulo participando do Encontro Nacional de Lideranças Evangélicas.
Promovido pela apóstola Valnice Milhomens, o evento atraiu centenas de líderes evangélicos de diversas denominações até o Club Homs, localizado na Avenida Paulista.
Entre os presentes estava o apóstolo César Augusto da Igreja Fonte da Vida que foi o responsável pela oração inicial da reunião. Vindo de Brasília para declarar seu apoio à Marina, César Augusto afirmou que a ex-senadora representa um novo tipo de fazer política citando três motivos para votar nela.
“O meu apoio e da Fonte da Vida, segmento que represento, se deu primeiro porque ela representa um novo tipo de política, segundo porque a alternância de poder é saudável para a democracia e terceiro porque ela comunga dos mesmos princípios que nós comungamos”, disse.
Na mesa disposta no palco estavam a candidata e três representantes evangélicos, o pastor Lélis Marinho, coordenador político da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), a apóstola Valnice Milhomens, da Igreja Nacional do Senhor Jesus Cristo, e o pastor ED René Kivitz da Igreja Batista da Água Branca.
Marinho confirmou o apoio da CGADB à Marina em um breve discurso onde falou sobre a crise financeira no Brasil. Citando textos bíblicos, ele encorajou os ouvintes dizendo que Deus está no controle de tudo e afirmou que Marina está sendo levantada por Deus para mudar essa situação.
O pastor assembleiano também fez um apelo aos evangélicos dizendo: “Nós estamos ameaçados, nossos princípios estão ameaçados. Temos poucos dias, vamos dobrar nossos joelhos”.
A anfitriã do evento foi breve em seu discurso, falando que as lideranças resolveram se reunir com Marina para apoiá-la, sem fazer nenhum tipo de cobrança. “Não estamos aqui para criticar ou pedir, mas para dizer que estamos contigo”.
O pastor Ed René Kivitz foi o responsável pelo discurso principal que enalteceu a candidata do PSB falando sobre sua trajetória política. Kivitz também afirmou que seu apoio não foi escolhido por conta da religião de Marina, mas por suas propostas e pelo que ela representa para o Brasil.
“Não é hora de mudar a página, é hora de mudar o livro”, disse ele arrancando aplausos dos presentes. Ao se dirigir à Marina, o pastor batista de visão progressista afirmou: “Não se intimide. Só agride quem tem medo”.
Kivitz estava se referindo às perseguições que Marina tem enfrentado por parte de seus adversários políticos. Desde que se tornou a candidata do PSB, após a morte de Eduardo Campos, Marina passou a se destacar nas pesquisas eleitorais.
Para impedir este avanço os candidatos do PT, Dilma Rousseff, e do PSDB, Aécio Neves, passaram a atacá-la nas propagandas eleitorais e nos eventos.
Entre os ataques há rumores de que a pessebista acabaria com o programa Bolsa Família; que ela não tem experiência em cargo executivo e que seu plano de governo foi “escrito a lápis”, se referindo às mudanças do texto apresentado pelo PSB.

Marina apresenta suas propostas aos pastores

Marina foi convidada a falar com os líderes reunidos e não tocou em temas recorrentes como aborto e casamento gay, falando de propostas para a reforma política, segurança pública, saúde, educação e economia.
A candidata afirmou que nunca em sua trajetória política se valeu da religião para conquistar votos, nem mesmo quando era católica. “Jamais instrumentalizei minha fé. Há uma diferença entre o político evangélico e o evangélico político”, disse. A ex-senadora explicou a diferença entre eles dizendo que o primeiro instrumentaliza a fé e o segundo sabe que não se deve fazer isso.
“As pessoas tinham uma visão de que por ser evangélica eu iria transformar as igrejas em palanques e os palanques em púlpitos.”
Frustrando quem esperava esse tipo de atitude, Marina não tem se apresentado dentro de igrejas e está dialogando com representantes das mais diferentes religiões.
Voltando a falar de seus projetos, Marina Silva prometeu manter as coisas boas já realizadas pelos antecessores, corrigir o que estiver errado e fazer o que precisa ser feito.
“Meu objetivo não é ser presidente da República, mas de ajudar a melhorar o Brasil”, disse ela se comprometendo também a não difamar seus concorrentes, mesmo sendo alvo deles. “Não quero destruir Dilma ou Aécio, quero construir o Brasil.”

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Cartaz JESUS: PROCURADO e outros para você baixar e imprimir


Traduzimos e adaptamos um antigo cartaz evangelístico, originalmente elaborado na década de 60 por uma Missão norte-americana que era uma ramificação da Cruzada Estudantil e Profissional para Cristo. Um excelente e criativo recurso para evangelização, principalmente de jovens.


Junto também disponibilizamos mais três cartazes para incentivar sua igreja a evangelizar. 
Imprima e espalhe à vontade! O arquivo está em formato PDF.

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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Cartazes para Escola Bíblica Infantil



Dentro de nossa proposta de oferecer recursos, ainda que humildes, para servir às igrejas, disponibilizamos desta vez uma série de 9 cartazes, em preto e branco, para serem utilizados com crianças (Departamento Infantil, EBI, EBF, Culto Infantil etc.). 
São cartazes que podem ser coloridos pelas crianças, e cujo foco é incentivá-las a evangelizar e apoiar Missões. Há ainda um bonito cartaz para você marcar os aniversariantes do mês.
O arquivo está em formato PDF.

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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Cartazes contra as drogas, álcool e cigarros para você baixar e imprimir


Elaboramos uma série de seis cartazes simples, em tamanho A4 e preto-e-branco, com mensagens de combate ao uso de drogas, álcool e cigarro. Para tal, valemo-nos tanto da criação 'pura' como da adaptação de materiais/mensagens já disponíveis na internet, como a mensagem sobre o álcool solvente, ou o cartaz da caveira formada por drogas, que é um cartaz do artista americano Jude Landry, e que nós traduzimos. São materiais ideais para você imprimir e tirar cópias, e espalhar por sua comunidade, e em murais de escolas, faculdades, empresas etc.
Outra dica: note que os cartazes sobre álcool e cigarro possuem dois modelos de cada um: em um está inserida uma pequena mensagem evangelística, e no outro não, para que ele possa ser veiculado em locais onde é proibida ou mal recebida a mensagem religiosa.
O arquivo com os cartazes está em formato PDF.

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