quarta-feira, 20 de maio de 2020

EM BUSCA DA SABEDORIA: Um estudo da sabedoria bíblica num e-book gratuito

 

Ao longo das 111 páginas deste livro, o leitor é brindado com um muito amplo e profundo estudo bíblico sobre a sabedoria. Após delimitar a diferença entre inteligência, sabedoria humana e sabedoria divina, o autor concentra-se naquela sabedoria que do alto procede, cuja origem ou princípio, segundo a Bíblia, é "o temor do Senhor". Afinal, segundo o próprio autor, Pablo Augusto, "a sabedoria é uma benção dada por Deus para ajudar o ser humano".
Ao discorrer sobre a aplicação prática da sapiencialidade, o autor, biblicamente embasado, elenca preceitos de sabedoria que trafegam sua aplicabilidade desde o proceder de solteiros e casados, indo até a sabedoria nos negócios e no trato com o dinheiro, dentre outras segmentações, configurando-se o livro num verdadeiro "pequeno manual de sabedoria".
Um livro de grande edificação, que certamente há de enriquecer os entendimentos e os procedimentos de todos quantos dele se alimentarem.
E uma notícia de grande alegria: ciente de seu compromisso como servo e emissário de Cristo, o autor optou por disponibilizar GRATUITAMENTE o seu livro, para que ele alcance a todos quantos o Senhor permitir.

PARA BAIXAR O LIVRO PELO SITE GOOGLE DRIVE, CLIQUE AQUI.

O autor pode ser contatado pelo Instagram: pabloaugustomoura

terça-feira, 12 de maio de 2020

Lutero em meio a pandemia


Paulo Wille Buss
A atual pandemia do coronavírus ou COVID-19 traz à lembrança a maior de todas as pandemias que já assolou a humanidade: a peste negra, ou simplesmente a peste, do século 14. Embora existam enormes e evidentes diferenças entre aquele século e o nosso, também se constatam surpreendentes semelhanças, especialmente, mas não só, nas atitudes das pessoas diante da doença. Neste artigo, além do contexto histórico, queremos buscar as orientações e práticas do líder da Reforma da igreja no século XVI, dr. Martinho Lutero.
Pandemia da Idade Média e hoje
Uma primeira diferença é que a pandemia da Idade Média foi causada por uma bactéria (a Yersinia pestis), e a atual, por um vírus. Outras diferenças incluem uma mortalidade muito maior da peste negra do que a provocada, até agora, pela COVID-19. Calcula-se que a bactéria causou a morte de 75 a 200 (segundo alguns, até 300) milhões de pessoas no mundo todo. Na Europa, a peste dizimou de um terço à metade da população total. Diferentemente de hoje, quando todos “sabem” que a doença é causada por um vírus, ninguém sabia o que causava a peste. Falava-se em ar envenenado, em miasmas, névoas pegajosas e assim por diante. Alguns pensavam que os judeus tinham envenenado os poços ou fontes de água dos cristãos e, em razão disso, os judeus foram perseguidos. A explicação “científica” da época, fornecida pela faculdade de medicina da universidade de Paris em 1348, era de que a peste resultava de uma conjunção de planetas ocorrida no dia 20 de março de 1345. Mas o povo em geral via a peste como um castigo de Deus. As condições de moradia, a falta de higiene, o consumo de água contaminada, a falta de saneamento básico nas cidades, a ignorância e a superstição favoreceram a rápida proliferação da peste.
Já se sabia então que a doença era contagiosa e se adotava o isolamento dos doentes. Mas o pânico provocado pela alta taxa de mortalidade da peste levava grande parte da população a fugir das cidades atingidas, deixando para trás mesmo os familiares mais próximos que apresentassem sintomas da doença. Alguns praticavam o isolamento com dietas leves e exercícios moderados. Outros tentavam livrar-se da peste buscando o prazer desenfreado com bebidas nas tavernas, diversões e farras, rindo e procurando fazer pouco caso da doença. Houve uma grande decadência moral e criaram-se situações caóticas devido à morte de muitas autoridades civis e religiosas. Algumas pessoas tinham a noção de que a sujeira e falta de higiene favoreciam a propagação da peste. Assim, por exemplo, na cidade de Nürnberg, na Alemanha, foram adotadas medidas de saneamento tais como a pavimentação das ruas, o recolhimento do lixo e o incentivo à higiene pessoal incluindo os banhos que, em geral, costumavam ser tomados apenas duas ou três vezes por ano naquela época e que alguns até consideravam prejudiciais à saúde.
A manifestação e transmissão da peste negra
A peste negra se manifesta de três formas: a bubônica, a pneumônica e a septicêmica. A bubônica, a mais comum, deriva seu nome dos bubões ou inchaços dos nódulos linfáticos que podem chegar ao tamanho de um ovo. O nome ‘peste negra’ deriva das manchas negras que podem aparecer em várias partes do corpo do doente devido a hemorragias internas. A forma pneumônica ataca os pulmões e a septicêmica infecta a corrente sanguínea. A doença é transmitida ao ser humano pelas picadas de pulgas de ratos. Posteriormente, a transmissão também pode ocorrer a partir do contato com uma pessoa infectada. A doença é altamente contagiosa e matava a maioria dos infectados em poucos dias. Tudo o que sai do corpo dos doentes das formas pneumônica e bubônica tem um cheiro forte e altamente repugnante. Por esse motivo, e pelo medo do contágio, as pessoas evitavam o contato e a proximidade com os doentes e esses, muitas vezes, morriam de forma solitária e sem nenhuma assistência.  A ignorância quanto ao modo de transmissão da doença deixava as pessoas ainda mais apavoradas. Pensava-se, inclusive, que até o simples fato de olhar nos olhos de um doente poderia transmitir a doença.
O impacto social da peste na Europa
O primeiro e maior surto da peste manifestou-se na Europa entre os anos de 1346 e 1352. Ela surgiu na Ásia e, acredita-se, que foi trazida à Europa por navios mercantes genoveses que trafegavam pelo Mar Mediterrâneo. Desconhecendo a causa da doença, os médicos prescreviam os remédios mais exóticos e caros que, porém, se revelavam completamente ineficientes. A peste se propagou pela Europa em ondas sucessivas ao longo de aproximadamente quatro séculos.
A persistente presença da morte em larga escala ao seu redor, impactou a mente do ser humano do final da Idade Média de forma profunda e desestabilizadora. Até o tema da arte passou a ser a morte. Alimentados por uma teologia do mérito humano que enfatizava as boas obras como meio de satisfazer um Deus exigente, as pessoas viviam aterrorizadas com a ideia da morte iminente que as colocaria diante do Cristo juiz que poderia destiná-las ao céu ou ao inferno. Com isso, cresceu a invocação dos santos e proliferaram as mais diversas manifestações religiosas como peregrinações, jejuns, flagelações do corpo e aquisição de indulgências, entre outras. Mas essa religiosidade externa revelou-se como incapaz de trazer verdadeira paz à consciência aflita. O jovem Lutero é um exemplo desta busca insistente, mas infrutífera, de um Deus misericordioso, antes que o encontrasse no evangelho das Escrituras Sagradas.
Lutero e a pandemia
Ao longo da vida de Lutero, manifestaram-se diversos ciclos da peste negra na Alemanha. Por exemplo, em 1505, quando Lutero iniciou seus estudos na faculdade de direito em Erfurt e posteriormente ingressou no mosteiro agostiniano local, a peste ceifou a vida de diversas pessoas da faculdade de Erfurt e, posteriormente, também a de dois irmãos de Lutero. Em 1516, há registro de que a peste ameaçava chegar novamente a Wittenberg. Outros surtos da doença se manifestaram em Wittenberg em 1527, 1535 e 1538-39.  
Em 1527, quando a chegada da peste se evidenciou em Wittenberg, o príncipe-eleitor da Saxônia, João, o Constante, ordenou a transferência da universidade local para Jena ­­– uma cidade localizada a aproximadamente 170 quilômetros de Wittenberg. Mas Lutero, juntamente com o pastor João Bugenhagen e os capelães Jorge Rörer e João Mantel, decidiram permanecer na cidade. Lutero acolheu a todos em sua casa – o antigo mosteiro agostiniano ­– e a transformou num hospital, apesar de sua esposa Catarina estar nos últimos meses de gravidez e seu primogênito Hans também estivesse doente. A esposa de Rörer faleceu de peste na casa de Lutero, e outros doentes se recuperaram ali. Lutero continuou lecionando para um pequeno grupo de estudantes que ficara em Wittenberg, embora se queixasse de que sua própria doença não permitia que trabalhasse como gostaria. Ele estivera bastante debilitado e doente fisicamente, e depois mergulhou numa profunda depressão. Lutero também permaneceu em Wittenberg quando a peste chegou à cidade em 1535 e 1538, sempre estendendo sua ajuda a pessoas necessitadas ou abandonadas.
As recomendações e os conselhos de Lutero parecem, em sua maioria, bastante atuais. Eles continuam válidos porque são provenientes da Palavra de Deus.
 Vivência da fé em meio à pandemia
Quando a peste assolava várias partes da Alemanha, em 1527, um pastor de Breslau, o Dr. João Hess, pediu insistentemente a opinião de Lutero sobre se era correto, ou não, fugir de uma praga mortal. Lutero inicia sua carta de resposta registrando a polarização existente em relação à questão. Algumas pessoas pensavam que não se precisava e nem se devia fugir de uma praga mortal. Para estas, a morte é um castigo de Deus por nossos pecados e devemos nos submeter a Deus e à sua punição. Fugir seria uma falta de fé em Deus. Outros eram da opinião de que se poderia fugir, especialmente se a pessoa não ocupasse nenhum cargo público.
Lutero afirma que, por mais elogiável que a primeira opinião seja, não se pode esperar o mesmo pensamento e atitude de todos. Há diferenças na fé dos cristãos: uns são fortes na fé, outros têm uma fé fraca, e Cristo não quer que os fracos sejam abandonados (Rm 15.1 e 1Co 12.22). Se a pessoa não ocupa cargo público e não há pessoas que dependem de seus cuidados, então ela está livre para decidir entre fugir ou permanecer. Tentar salvar a própria vida e cuidar do corpo é uma tendência natural implantada por Deus (Ef 5.29; 1Co 12.21-26). Lutero cita vários personagens bíblicos que procuraram salvar suas vidas quando estas corriam perigo: Abraão, Isaque, Jacó, Davi, o profeta Urias, Elias, Moisés e outros (Gn 22.13; 26.7; 27.43-45; 1Sm 19.10-17; 2Sm 15.14; Jr 26.21; Êx 2.15; Ez 14.21).
Conselhos para diferentes funções e ações
Lutero argumenta contra a afirmação de que não se deve fugir de um castigo de Deus dizendo que, nesse caso, também não se deveria fugir de uma casa em chamas porque o fogo também seria um castigo de Deus. Também não se deveria comer e beber ao sentir fome e sede, mas esperar que essas punições parassem por si mesmas. Em última análise, não se deveria, então, nem mesmo orar a petição “livra-nos do mal”. Ao contrário, diz Lutero, devemos orar contra toda forma de mal e nos proteger contra ela da melhor maneira possível para não agir contra a vontade de Deus. Contudo, se for da vontade de Deus que o mal venha sobre nós e nos destrua, nenhuma de nossas precauções vai nos ajudar.
Mas, argumenta Lutero, existem pessoas que não devem fugir, mas devem permanecer em seus postos mesmo quando correm risco de vida. Entre essas pessoas, ele inclui os pastores (Jo 10.11). Pois quando as pessoas estão morrendo, então é que elas mais precisam de atendimento espiritual para fortalecer e confortar suas consciências por meio da Palavra e do sacramento, para que possam superar a morte pela fé. Mas, numa situação em que há vários pastores num local, apenas precisam permanecer os que são necessários para realizar o atendimento espiritual, os demais podem sair para não se expor desnecessariamente ao perigo (At 9.25; 19.30).
Igualmente, autoridades e funcionários públicos devem permanecer em seus postos para governar e proteger o povo, impedindo que o caos se estabeleça (Rm 13.4). Se, porém, devido à sua fraqueza, quiserem fugir, eles só poderão fazê-lo se deixarem substitutos capazes em seu lugar.
A mesma regra aplicada a pastores e autoridades civis também vale para todos os que estão numa relação mútua de serviço ou dever: empregados e patrões, pais e filhos, funcionários públicos como médicos, policiais e outros. Estes também não podem abandonar os que dependem deles sem haver algum acordo ou sem providenciar um substituto. Da mesma forma, ninguém pode fugir abandonando órfãos ou outras pessoas necessitadas de cuidado sem providenciar alguém que cuide deles.
Lutero prossegue na sua argumentação dizendo que o amor cristão nos obriga a ajudar o próximo em todas as suas necessidades. “Alguém que não vai querer ajudar ou apoiar os outros a menos que possa fazê-lo sem arriscar sua própria segurança ou propriedade, nunca ajudará seu próximo.” Continua ele dizendo que a peste, ou a punição de Deus, não veio apenas como punição pelos nossos pecados, mas também para testar nossa fé e amor. Nossa fé é testada para vermos e experimentarmos como está nossa relação com Deus. E nosso amor é testado para percebermos como está nossa disposição em servir ao nosso próximo conforme a Escritura o ensina (1Jo 3.16).
O diabo tenta impedir que ajudemos nosso próximo, criando em nós horror e nojo diante da pessoa doente. Devemos resistir a seus ataques, sabendo que ajudar o próximo é algo que é muito agradável a Deus e a todos os seus anjos. Também resistimos ao diabo recorrendo à poderosa promessa com que Deus encoraja aos que servem aos necessitados: “Bem-aventurado é aquele que ajuda os necessitados, o Senhor o livra no dia do mal” (Sl 41.1-3; Sl 91.11-13).
Cuidado para não tentar a Deus
Por outro lado, diz Lutero, também existem pessoas que tentam a Deus ao agir de forma precipitada e imprudente, não tomando cuidados para proteger-se da morte e da peste. Tais pessoas não tomam remédios e não evitam lugares e pessoas infectadas, levam a doença na brincadeira, tentando mostrar que não têm medo dela. Diz Lutero: “Isto não é confiar em Deus, mas tentá-lo. Deus criou medicamentos e nos deu inteligência para proteger e cuidar bem de nossos corpos para que possamos viver em boa saúde”. Ele continua dizendo que a pessoa que não toma os devidos cuidados e assim prejudica seu corpo, corre o risco de cometer suicídio aos olhos de Deus. E, se essa pessoa ficar doente e depois contagiar outras pessoas, ela será responsável perante Deus por assassinatos.
Lutero diz que um cristão deve pensar assim: “Pedirei a Deus que misericordiosamente nos proteja. Então vou fumigar, ajudar a purificar o ar, dar remédios e tomá-los. Evitarei lugares e pessoas onde minha presença não é necessária para não me contaminar e, desta forma, talvez me infectar e contagiar outros e assim causar sua morte como resultado de minha negligência. Se Deus quiser me levar ele certamente me encontrará e eu terei feito o que ele esperava de mim e por isso não sou responsável pela minha própria morte ou pela morte de outros”.
Isolamento social e o cuidado com os contaminados
O reformador defende o isolamento de pessoas contaminadas pela peste, mas estas precisam receber a devida assistência e não devem ser abandonadas. Por outro lado, pessoas contaminadas devem tomar cuidado para não transmitir a doença a outros. Se um doente for tão perverso a ponto de procurar contagiar outros intencionalmente, este deve ser retirado de circulação pelas autoridades. Lutero ainda acrescenta que, em Wittenberg, a doença foi causada pela sujeira, e assim a preguiça e o descuido de alguns levou à contaminação de outros.
As recomendações e os conselhos de Lutero parecem, em sua maioria, bastante atuais. Eles continuam válidos, porque são provenientes da Palavra de Deus.
Assim como todo o mal existente no mundo, a peste negra e também a COVID-19 resultam da entrada do pecado no mundo. Mas a Palavra de Deus nos aponta para o amor de Deus e nos concede o perdão obtido por Cristo.
Um teste para a fé e o amor ao próximo
Também a COVID-19 testa nossa fé em Deus e nosso amor ao próximo. Nosso próximo continua precisando de nós, embora tenhamos hoje mais instituições públicas e privadas especializadas no cuidado dos doentes e acolhimento dos necessitados do que no século 16. Mas há coisas que hospitais e outras instituições não fazem: oferecer ajuda para comprar remédios e alimentos para pessoas que compõe grupos de risco, telefonar para essas pessoas para levar a elas o conforto e a orientação da Palavra de Deus, etc. Cada cristão precisa se perguntar como ele pode ajudar os outros dentro de sua vocação.
Ainda continua valendo a recomendação sobre o cuidado e as medidas preventivas que temos que tomar para procurar preservar a nossa vida e a vida do próximo: ter hábitos saudáveis, cuidar da higiene e limpeza e tomar remédios quando necessário.
Assim como nos dias de Lutero, ainda hoje precisamos decidir com sabedoria e prudência quando é importante ficar em casa e quando é preciso expor-se ao risco do contágio porque o próximo precisa de nós. Dessa forma, não seremos nem temerários e nem omissos.
Confiando nas promessas de Deus, entregamos nossa vida em suas mãos misericordiosas, pedindo sua proteção em todas as circunstâncias desta vida e a preservação na fé em Jesus Cristo para obtermos a vida eterna.

sábado, 25 de abril de 2020

Três ilustrações sobre o Ide, por Sammis Reachers


DEUS MANDOU EVANGELIZAR, MAS HESITEI

No tempo em que eu era recém-convertido, andava já com folhetos evangelísticos no bolso, pois Deus plantara a necessidade de levar a boa nova ao próximo em meu coração, e eu aos trancos e barrancos me esforçava em luta contra minha timidez em evangelizar. Também procurava adquirir folhetos para “municiar” outros irmãos, motivo por que estava sempre "carregado". Certo dia, estando num ponto de ônibus, vi um conhecido, morador de meu bairro, a quem só cumprimentava à distância. De repente, senti um impulso de ir até ele e dar-lhe um folheto; acontece que nunca havia sentido aquele tipo de toque direto do Espírito, focado em uma pessoa em particular, e fiquei confuso e duvidoso sobre o que fazer; isso somado à minha timidez e de certa forma vergonha de confessar a Cristo, pois o rapaz nem sabia que eu me tornara crente, e talvez fosse até rir de mim, me fez hesitar, e entrei em meu ônibus assim que ele chegou. Cinco dias depois, apenas alguns metros adiante daquele mesmo ponto de ônibus, o rapaz foi atropelado e faleceu enquanto se dirigia para o trabalho, de bicicleta.


VOCÊ TEM UTILIZADO REALMENTE TODAS AS SUAS FORÇAS?

Trabalhando num campo hostil, determinado missionário tentava realizar uma espinhosa obra, sem obter sucesso. Cansado de pelejar, resolveu dedicar-se a um período de jejum e oração. Dizia em oração a Deus: “Senhor, estou esgotado. Por mais que eu faça, não vejo solução. Minhas mãos estão calejadas”. “Filho”, disse Deus, “está você utilizando realmente todas as suas forças?”. Espantado, o jovem semeador afirmou: “Sim, Senhor!”. “Tem certeza?”, replicou o Senhor, e em visão lhe estendeu suas mãos onipotentes. “Você não tem usado todas as suas forças, pois você não tem usado as minhas mãos”.


A FAMÍLIA DE LENHADORES E O REINO DE DEUS

Certa família de lenhadores foi contratada por um rico proprietário de terras para derrubar árvores de uma plantação de madeiras de lei que ele mantinha, com objetivos de lucro.
Uma comitiva daquela família instalou-se na propriedade, edificando pequenas habitações. Iniciaram logo os trabalhos, enquanto aguardavam a chegada do seu mestre, o chefe daquela família.
Ao chegar, o líder dos lenhadores percebeu uma situação constrangedora, e que explicava o motivo de o trabalho não estar seguindo o prazo estipulado pelo dono das terras:
Transportando um enorme tronco de madeira, havia em uma das pontas oito trabalhadores, enquanto na outra extremidade do tronco, apenas um suportava o fardo, e o pobre trabalhador perigava desfalecer em virtude do grande peso que sustentava. Movidos pela preguiça, os desavergonhados lenhadores juntavam-se na ponta onde viam mais trabalhadores, para não ter que suportar muito peso.
Amados, esta ilustração fala da igreja. O dono das terras é o nosso Deus; a família de lenhadores é a Igreja; o chefe da família de lenhadores é Jesus Cristo; a tora de madeira é a obra de Deus; o trabalhador que segura sozinho uma das pontas da imensa tora é um missionário transcultural, um daqueles que se doaram para levar o evangelho ATÉ ONDE ELE AINDA NÃO CHEGOU; e os oito madeireiros que seguram a outra ponta do tronco são os muitos cristãos que se encontram em suas zonas de conforto. São um grupo variado, indo de pastores a ovelhas, e nada ou pouco fazem pela obra missionária transcultural. Amontoam-se em suas igrejas, bairros, países já cristianizados, e seguem felizes, fazendo de conta que ajudam na obra. Mas a obra não anda na velocidade desejada por Deus, o dono das terras, pois aquele trabalhador solitário que segura a ponta sozinho não pode avançar com a velocidade que deveria.

Sammis Reachers
Do livro gratuito Ilustrações Missionárias - 777 Ilustrações sobre mordomia cristã e as obras de evangelização e missões. CLIQUE AQUI para baixar o seu exemplar.

domingo, 12 de abril de 2020

BILLY GRAHAM SOBRE A MORTE (Capelania funerária)



Billy Graham conta em seu livro Enfrentando a morte e vida além: "O Dr. Donald Gray Barnhouse foi um dos maiores pregadores dos Estados Unidos. Sua primeira esposa morreu de câncer antes dos quarenta anos, deixando três filhos menores de doze anos. Barnhouse decidiu pregar ele mesmo a mensagem no serviço funerário. O que um pai poderia dizer a seus filhos órfãos em um momento assim?
"Quando eu estava a caminho do funeral, um grande caminhão passou pelo carro dos Barnhouse na estrada, lançando uma sombra sobre eles. Barnhouse virou-se para sua filha mais velha, que olhava pela janela, e se aproveitou do ocasião para perguntar:
- Diga-me filha, o que você preferia mais que passasse sobre você, o caminhão ou sua sombra?
A menina olhou intrigada para o pai e respondeu:
- A sombra, sem dúvida. A sombra nunca poderia me machucar.
O Dr. Barnhouse usou a resposta para dizer aos seus três filhos pequenos:
- A mãe não foi esmagada pela morte, mas pela sombra da morte É por isso que não há nada a temer.
Durante o funeral, ele falou com confiança e energia baseado nos Salmos, enfatizando o Salmo 23:4: 'Mesmo que eu ande no vale da sombra da morte, não temerei o mal, porque você estará comigo '.
A morte não é quem vence no final, porque temos a vitória garantida em Cristo Jesus. " Tragada foi a morte pela vitória. Onde está, ó morte, a sua vitória? Onde está, ó morte, o seu aguilhão?” (1 Co 15:55).

José Luis Martínez - 503 Ilustraciones Escogidas

quinta-feira, 9 de abril de 2020

A Bíblia Sagrada em 250 Citações: Citações de autores de todos os tempos sobre o Livro dos Livros


A Bíblia, o mais amado e mais combatido dos livros, é o coração literário do cânon ocidental, a base de legislações e cosmovisões. Sua leitura é atividade informativa e terapêutica, instigante e consoladora, sapiencial e inspirativa tanto para o cristão quanto para aqueles que não comungam da mesma fé.
Reunimos aqui uma seleção de nada menos que 250 citações, de autores os mais diversos no tempo e espaço, sobre este que não sem razão tem sido chamado de O Livro dos livros.
Futuramente, esta antologia comporá obra maior, gratuita, em torno das Sagradas Escrituras, mas achei por bem disponibilizar desde já estes pequenos tesouros para os leitores interessados.

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terça-feira, 31 de março de 2020

Sete Dinâmicas Bíblicas - Sammis Reachers


Este ano comemoramos o Ano Global da Bíblia. Aproveitando a data e também as comemorações anuais do Dia da Bíblia (sempre no segundo domingo de dezembro), estamos trabalhando num grande livro relacionado ao tema das Escrituras, e que acreditamos beneficiará a toda igreja. Como sempre, será um livro GRATUITO.

Nestes tempos de isolamento social e quarentena devido à crise do Covid19antecipo aqui estas sete pequenas dinâmicas que criei especialmente para o referido trabalho, e que podem servir não apenas para as comemorações temáticas, mas desde já para sua classe de EBD, EBF, grupo de estudos, célula e a diversão - com aprendizado - em família.


A FORÇA DAS ESCRITURAS

Objetivo: Conscientizar os participantes sobre a importância do correto estudo e interpretação da Bíblia.
Material: Um feixe de varas amarrado e outro com varas soltas (podem ser espetos de bambu utilizados para churrascos); em cada vareta de cada um dos feixes deverá ser colada uma tira de papel com um versículo escrito ou impresso. Em ambos os feixes (o das varetas unidas e o das soltas) deverão ser utilizados os mesmos versículos de um mesmo capítulo da Bíblia.

Distribua as pessoas pelo recinto de maneira a que formem um círculo e mostre a elas o feixe de varetas soltas. Entregue então uma para cada participante e peça que que leiam. Em seguida, fale sobre a importância da Bíblia para nossas vidas, e de como ela é um guia seguro e um farol tanto para indivíduos quanto para a humanidade inteira.
Em seguida, peça que cada um quebre sua vareta. Eles ficarão um pouco surpresos. Após o terem feito, fale sobre um perigo que ronda a todo estudante da Bíblia: Os erros de interpretação. Todos podem se confundir com aquilo que estão lendo, e uma das formas mais comuns do erro acontecer é isolarmos um versículo, como esses que vocês acabaram de “quebrar”, dos demais versículos ao seu redor, ou seja, de seu contexto. Há mesmo aquela frase clássica que diz que “texto sem contexto é pretexto”. Muitos erros e heresias surgiram e surgem todos os dias dentro e fora da Igreja em virtude da interpretação equivocada de um versículo isolado.
Em seguida, apanhe o feixe das varetas que estão amarradas. Enquanto tenta quebrá-lo, pode dizer:
Agora, olhem para esse feixe de varetas. Em cada uma delas estão os mesmos versículos que foram distribuídos para vocês. Vejam como, ao tentar quebrá-las todas de uma vez, eu não consigo. Unidas elas se tornam fortes. A união aumenta sua solidez e robustez.
Em seguida, caso queira, o feixe pode ser passado para alguns dos participantes, para que tentem quebrá-lo.
Entenderam a lição? Sempre que estudar a Bíblia, não se alimente apenas de versículos isolados; amplie sua compreensão e assegure-a, conferindo todo o contexto, seja do capítulo em que o versículo se encontra, seja do livro inteiro. A Bíblia explica a Bíblia.

OBS.: A escolha do capítulo bíblico a ser utilizado fica a seu critério, e conforme o número de participantes. Por exemplo, Lc 16 possui 31 versículos; Lc 21 possui 19. As varetas podem sobrar, mas não faltar. Lembre-se ainda de que, caso utilize um capítulo com muito poucos versículos, o feixe será facilmente quebrado, prejudicando a atividade.




CAIXA DE RECORTES

Objetivos: Estimular o raciocínio associativo e a pesquisa bíblica.
Materiais: Recortes diversos de fotografias, desenhos etc., e uma Bíblia para cada participante.

Preparar de antemão uma coleção de recortes de fotografias, desenhos, gráficos etc. Busque material o mais variado possível: Fotos de alimentos, lavradores, guerras, pessoas praticando ações diversas, etc.
Após reunir o grupo, peça que cada participante apanhe, de dentro de uma sacola, sem observar seu interior, um recorte. Após todos apanharem um recorte, eles terão em torno de cinco a dez minutos (conforme o critério do organizador e o nível dos participantes) para encontrar alguma passagem bíblica que possa ser relacionada àquela imagem.
Caso queira, ao invés de a participação ser individual, poderão ser formados pequenos grupos, cada qual sendo responsável por uma imagem.




DESENHE A CENA BÍBLICA

Objetivos: Estimular a criatividade e o raciocínio.
Materiais: Folhas e caneta, lápis de cor, giz de cera ou hidrocor variados, conforme a disponibilidade.

Essa dinâmica poderá ser praticada por participantes individuais ou reunidos em pequenos grupos. Cada pessoa ou grupo terá a tarefa de desenhar, sem que os demais participantes ou grupos vejam, uma passagem bíblica (de livre escolha), ou algo que remeta a ela. Em seguida deverá comunicar ao coordenador, para ele ver se o trabalho está adequado em representar a passagem escolhida.
Após todos terem feito seus desenhos, e os mesmos terem sido aprovados pelo coordenador, cada participante ou grupo exporá seu desenho, e os demais participantes deverão tentar adivinhar qual a passagem bíblica que aquele desenho expressa. Cada pessoa ou grupo poderá dar apenas um palpite. Caso todos palpitem e errem, cada um terá nova chance de opinar. Aquele que acertar receberá um ponto, que deverá ser anotado pelo coordenador.
Ao final, vence a pessoa ou grupo que obtiver o maior número de acertos.



CIRCUITO BÍBLICO

Objetivos: Estimular a atenção e concentração.
Materiais: Uma Bíblia.
O grupo deve ser espalhado pelo recinto formando um círculo. Dando início à atividade, o coordenador apanhará a Bíblia e entregará ao primeiro participante, que lerá um versículo à sua escolha, citando a referência. Após ler, o participante passará a Bíblia para o participante à sua direita, que também deverá ler algum versículo, à escolha, e citar a referência. A Bíblia, assim, passará para as mãos de cada um dos participantes – cada um a passará para seu companheiro da direita, até completar o círculo. A seguir aquele que foi a primeiro a ler deverá repetir o versículo e a referência que foram lidos pelo seu companheiro da esquerda. Acertando ou errando, a Bíblia será passada para esse mesmo companheiro à esquerda, que por sua vez deverá se recordar e ler o versículo lido pelo participante à sua esquerda, e assim sucessivamente, até completar-se o círculo “ao contrário”. O coordenador deverá ter anotado as referências lidas por cada um, para poder conferir os erros e acertos.
A seguir, a atividade poderá ser repetida, mas agora, como todos já sabem como funciona, os erros e esquecimentos serão muito menores.
Conclamar o grupo para a necessidade de atenção e concentração quando estivermos lendo ou ouvindo a Palavra de Deus.



JOGO DAS GENEALOGIAS

Objetivos: Desenvolver a atenção e aprender as genealogias da Bíblia.
Materiais: Papéis com os nomes de personagens bíblicos escritos ou impressos.

Elaborar diversos conjuntos de papéis com os nomes de personagens bíblicos bem conhecidos, que possuam uma ordem genealógica/temporal clara na Bíblia, por exemplo: Abraão – Isaque – Jacó – José – Manassés etc. Cada pessoa ou grupo receberá um conjunto de papéis com um nome em cada um deles, e deverá colocá-los em ordem.
Vence o indivíduo o grupo que, ao fim da atividade, tiver acertado a ordem do maior número de nomes.



RÁPIDO! QUEM SABE A RESPOSTA?

Objetivos: Estimular a atenção, a memorização de versículos e a consulta bíblica.
Materiais: Bíblias.


O coordenador reunirá os participantes em grupos de dois ou mais, espalhados por uma sala. Cada participante deverá portar uma Bíblia. O coordenador, abrindo a sua Bíblia, e sem que os participantes possam ver em que parte foi aberta, passará a ler versículos bíblicos aleatoriamente (ou, se preferir, previamente selecionados), sem citar as referências. Os grupos terão então um pequeno tempo para descobrir as referências daquele trecho que foi lido (livro, capítulo e versículo). Quem acertar soma um ponto. Independente de alguém acertar ou não, rapidamente o coordenador deverá passar para outro versículo, após o tempo estipulado. A ideia é imprimir uma boa velocidade à dinâmica, de forma a colocar todos do grupo empolgados e em agitação.



FLORES DO JARDIM DE DEUS

Objetivos: Estimular a associação de ideias e a verbalização.
Materiais: Papéis quadrados e dobrados com versículos escritos em seu interior, uma bacia com água.

O coordenador selecionará diversos versículos bíblicos, de temática diversa: Promessas de bênção, palavras de consolo, exortação, conserto etc. Em seguida, escreverá cada um num pequeno papel quadrado (5cm x 5cm). Em seguida dobrará para dentro suas quatro pontas, de forma que cubra o versículo ali escrito, formando como que “pétalas” dobradas de uma flor.
Reunindo o grupo em volta de uma bacia cheia de água, o coordenador pedirá que cada participante, um de cada vez, apanhe um dos papéis numa cesta e, sem olhar o que está escrito, o coloque na bacia, sobre a água, com as pontas das dobraduras voltadas para cima. Em pouco tempo as pontas se abrirão, como uma flor, exibindo o versículo. A pessoa deverá então fazer uma pequena explanação sobre aquele versículo, falando sobre a aplicação daquela mensagem para sua própria vida, bem como para os demais. Em seguida, outro participante apanhará o papel e repetirá o processo, até que todos tenham participado.
Ao final o coordenador poderá explicar que a Palavra de Deus é como uma flor que se revela no momento oportuno para nos guiar, guardar e instruir em toda a boa obra.

Sammis Reachers

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Aproveitando: Há algum tempo publiquei um livro de dinâmicas, com enfoque em Missões. Caso você não conheça, confira e baixe gratuitamente (pois o Cordeiro já pagou o preço) o seu exemplar:


Dinâmicas Missionárias - Dinâmicas e quebra-gelos para promover a visão missionária em sua igreja, grupo e família - 
Procurei neste livro reunir uma série de dinâmicas e atividades focadas na promoção de valores missionários; atividades que visam o despertamento dos participantes sobre diversos aspectos referentes àquela que é a missão fundamental da igreja na Terra, e motivo único dela, a Igreja, permanecer aqui: Levar o Evangelho de Cristo a todos os homens, cumprir a ordem final de Cristo que conhecemos como a Grande Comissão.
PARA BAIXAR O LIVRO (FORMATO PDF) PELO SITE GOOGLE DRIVE, CLIQUE AQUI.

sábado, 21 de março de 2020

Lista de checagem de igrejas que realmente ORAM



Igrejas que oram...
- Incluem a oração na sua declaração de missão
- Enfatizam o papel da oração na visão para o ministério da igreja
- Têm a oração como um dos valores principais
- Ensinam aos novos membros o papel estratégico da oração
- Esperam o envolvimento pessoal dos membros na oração
- Têm a constituição saturada com a palavra “oração”
- Especificam a oração no orçamento do ministério
- Providenciam recursos para motivar e cultivar a oração
- Incluem a oração no louvor e na adoração coletiva
- Encorajam os membros a desenvolver uma vida forte de oração pessoal
- Esperam que cada comissão, equipe, grupo, classe e ministério devotem uma parte de suas reuniões à oração
- Equipam jovens e crianças para orar
- Focalizam a oração em sermões, workshops práticos e assembleias especiais
- Dão ênfase à oração em boletins, informativos, quadros de aviso, literatura e centros de recurso
- Estabelecem expectativas altas de oração para a liderança
- Agendam reuniões de oração no ciclo de atividades semanais, mensais e sazonais
- Esperam que o pastor ore com outros pastores
- Fazem caminhadas de oração na comunidade
- Encontram membros em oração uns pelos outros antes e depois de reuniões, nos corredores e pelo telefone.

domingo, 15 de março de 2020

J. N. DARBY E O SALMO 23


Conta-se sobre o famoso tradutor e estudioso da Bíblia, John N. Darby (1800 - 1882), que, durante um feriado entre as montanhas, ele conheceu um pastor pobre que estava doente. Averiguando, descobriu que o jovem havia adoecido depois de procurar um cordeiro de seu rebanho que havia se perdido na neve; salvou-lhe a vida ao custo da sua porque estava morrendo de tuberculose como resultado das horas passadas ao ar livre naquela noite.

Darby contou a ele do Bom Pastor que veio do céu à procura de ovelhas humanas perdidas, sacrificando sua vida por amor a elas. Darby ensinou a ele o primeiro versículo do Salmo 23 e, para ajudá-lo a se lembrar, ele disse as palavras contando nos dedos. Existem cinco: "O Senhor é meu pastor" e ensinou-o a enfatizar a palavra MEU, segurando o quarto dedo da mão. O senhor Darby retornou no próximo ano ao mesmo lugar e foi visitar a cabana onde morava o pastorzinho doente. A mãe disse a ele que poucos dias depois de sua primeira visita, havia encontrado o filho morto. Ele segurava o quarto dedo da mão. Darby se sentiu muito emocionado ao ouvir isso e teve certeza de que encontraria o pastor no céu, pois não duvidava que o menino havia aceitado o Senhor Jesus como seu Pastor e Salvador.

Adolfo Robleto - 501 Ilustraciones Nuevas

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

777 Ilustrações para Sermões - Livro gratuito para download


Ilustrações de incentivo ao serviço dos santos: Em torno deste eixo principal se desenvolve esta seleta.
Muitos pastores e pregadores conscientes adquirem, já cedo em suas carreiras, o costume de colecionar ilustrações. Essas verdadeiras ferramentas de trabalho são coletadas nos mais diversos meios de comunicação, de uma crônica ou notícia de jornal a livros específicos sobre o tema, passando pela experiência pessoal e o absorvido de relatos orais. Esta seleta é, de certa forma, fruto do e homenagem ao trabalho desses verdadeiros rapsodos modernos.
Tudo pode ser motivo de ilustração; a natureza e a sociedade são painéis poderosos de onde o observador perspicaz e atento poderá coletar exemplos para aplicação em seus sermões.
Independente de o sermão ser uma exortação missionária ou de chamado ao serviço, ele pode albergar ilustração de qualquer tipo. Poderíamos, assim, neste livro, fazer um apanhado geral de ilustrações de quaisquer temas. Mas tais obras existem em boa profusão. Assim, reunimos aqui apenas ilustrações que, de alguma maneira, refiram-se mais diretamente às obras de missões/evangelização e de incentivo à mordomia cristã, ou que possam ser mais facilmente correlacionadas a tais temáticas.
Colecionamos ilustrações de fontes diversas; algumas circulam já há bastante tempo; outras, que traduzimos diretamente do espanhol e do inglês, talvez nunca tenham sido veiculadas em nossa língua. Quando julgamos necessário, as ilustrações sofreram breves adaptações e acréscimos para enriquecimento da informação que buscam transmitir.
Ao final do livro, além de um índice geral das ilustrações, agregamos o artigo Adaptando Ilustrações Para Que Sejam Úteis A Você, de Craig Brian Larson, que apresenta oportunas dicas para que você possa criar e adaptar ilustrações ao propósito da mensagem que deseja comunicar.
Este é um livro gratuito, parte de uma família de publicações (abrangendo teatro, dinâmicas, esboços de sermões, poesias, citações etc.) que objetiva municiar a igreja lusófona com literatura de qualidade e gratuita para incentivar e enriquecer seus esforços de promoção e ação missionárias.
Somos mordomos e devedores de todos os homens (Rm 1.14), e serviçais de nossos conservos (Lc 22.24-27). Que os exemplos aqui narrados sirvam como brasas, tições de calor e luz a vivificar o nosso chamado.
Não deixe de compartilhar esta publicação, sempre gratuitamente, com todos os cristãos ao seu alcance.
A Deus, para cuja glória vivemos, seja tributado o louvor.

Sammis Reachers

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Caso não consiga efetuar o download e queira receber o arquivo por e-mail, escreva para:   sreachers@gmail.com

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

A IGREJA E SUAS ANALOGIAS



A IGREJA E SUAS ANALOGIAS

A igreja é o único movimento que Cristo deixou sobre a terra para representá-lo. Todo mundo que quer estar no centro do que Deus está fazendo no mundo hoje deve envolver-se com sua igreja. A intenção de Jesus é que ela fosse, acima de tudo, instrumento para a evangelização do mundo, a edificação dos crentes e a ministração às necessidades humanas.
A melhor maneira de entender a natureza da igreja é pensar nas analogias usadas para ela. Ela é chamada de esposa de Cristo, o corpo de Cristo, a família de Deus, o exército do Senhor e o edifício de Deus.
Uma esposa é uma mulher com quem um homem se compromete. A igreja é, então, um conjunto de pessoas com quem Cristo está comprometido. Um corpo é um organismo através do qual alguém atua. A igreja são pessoas através das quais Cristo trabalha. Uma família é um grupo de pessoas intimamente relacionadas que nutrem e cuidam umas das outras. A igreja são pessoas por meio das quais Cristo alimenta e cuida de seus discípulos. Um exército é um grupo de soldados armados e organizados para a guerra. A igreja são pessoas através das quais Cristo combate o mal. Um edifício é uma estrutura onde uma pessoa mora. A igreja é uma cidade em que Deus habita.
A ideia de esposa sugere nosso relacionamento com Cristo; a ideia do corpo indica nosso trabalho para Cristo; a ideia da família fala da nossa íntima comunhão com Jesus; a ideia do exército sugere nossa missão para o Senhor; a ideia de um edifício fala da nossa unidade nele. Como esposa, devemos amar; como corpo devemos servir; como família, devemos nutrir; como um exército devemos avançar; como edifício, devemos permanecer.

José Luis Martínez – 504 Ilustraciones Preferidas

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

LIVROS E RECURSOS GRATUITOS PUBLICADOS EM 2019 - CONFIRA E BAIXE


Desde 2012, costumo realizar retrospectivas editoriais, uma forma de recapitular todas as publicações e projetos significativos realizados durante o ano que transcorreu. 
Além de servir como balanço e memorial do trabalho empreendido com êxito, é uma forma de compartilhar com os leitores publicações e atividades que eles possam ter perdido ou das quais não tenham tomado conhecimento.
Assim, vamos lá para a Retrospectiva Editorial de 2019?

Logo em janeiro, iniciamos o ano publicando um tipo de recurso que é do que mais sentimo-nos realizados em fazer, o coração daquilo que entendemos como nossa missão, já desde o início da conversão: são os recursos voltados para ajudar pequenas igrejas, em geral deficitárias em recursos financeiros e/ou humanos (embora todos os recursos, claro, prestem-se sempre ao uso de qualquer pessoa/igreja/ministério). Trata-se de uma série de 43 Certificados, Cartazes e Utilidades diversos para igrejas.
Vamos à lista de recursos:

CERTIFICADOS: Certificado de Matrimônio (Casamento) - 3 modelos; Certificado de Apresentação de Criança; Certificado de Participação em Encontro de Casais; Certificado de Batismo - 3 modelos.

CARTAZES UTILITÁRIOS PARA AFIXAR EM PORTAS: Gabinete Pastoral; Secretaria; Secretaria de Missões; Tesouraria; Berçário; Sala das Crianças - 2 modelos; Biblioteca; Banheiro Masculino; Banheiro Feminino; Cozinha;Cantina; Aconselhamento Pastoral – Não entre.

OUTRAS UTILIDADES: Escala de Culto / Escala de Obreiros; Formulário Arrecadação Dízimos e Ofertas – 2 modelos; Aniversariantes; Lista de Visitantes; Lista para Oração (deixe seu nome); Lista para Intercessão por afastados dos caminhos do Senhor (desviados); Cartaz com frases para pessoas afastadas dos caminhos do Senhor; Ficha para Cadastro de Visitantes; Ficha para; Cadastro de Membros ;Cartaz Eventos Anuais da Igreja; Cartaz Prioridades Missionárias (intercessão etc. – 2 modelos); Cartaz Itinerário da Missão (cronograma de ações); Cartaz Plano de Aula EBD; Cartaz Almoço Missionário; Cartaz Mobilização Missionária IDE; Cartaz Festividade Aniversário da Igreja; Cartaz Convite para Filme Tela Crente; Cartaz Culto de Missões; Cartaz Culto de Santa Ceia; Com Defeito.

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Em maio, publicamos uma antologia com algo de "colossal": trata-se de uma das mais significativas obras sobre a ORAÇÃO já publicadas em nossa língua, obra onde foram coligidas em torno de mil citações, de autores os mais diversos da cristandade, sobre o tema da ORAÇÃO.
Para além disso, coligimos 150 esboços de sermões sobre o mesmo tema, e ainda trechos de orações de grandes nomes do cristianismo, desde Pais da Igreja como Clemente de Roma até nomes recentes como Martin Luther King
Como se fosse pouco, agregamos a este livro recursos outros como Concordância Bíblica ExaustivaDatas Comemorativas para a Intercessão específica, um modelo de Diário de Oração e outros recursos. Baixe e compartilhe sem pena - ou melhor, com toda a piedade!
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No mesmo maio, veio à luz este pequenino e-book, uma "palhinha" de outro livro, com o mesmo toque "colossal" do anterior, e em que eu vinha trabalhando de forma concomitante. Trata-se de uma reunião de onze esboços de sermões de caráter missionário, que elaborei enquanto trabalhava na antologia de esboços "Sermões Missionários".
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Em junho, nosso outro grande livro do ano veio a público: A antologia Sermões Missionários.
A obra colige esboços de autores os mais diversos, de ontem e de hoje, do Brasil e do exterior. Esboços de tamanho variado, indo desde breves tópicos de três linhas até esqueletos de sermão de página e meia, já quase “prontos”. Há ainda uma pequena série de sermões completos. Para enriquecimento da reflexão dos leitores, agregamos a este livro uma seleção de nada menos que trezentas citações sobre Pregação e Pregadores, e um interessante “Círculo Homilético”, na forma de gráfico ilustrando o processo da criação de uma mensagem, da oração por inspiração até sua exposição e avaliação.    
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No mesmo e movimentadíssimo junho, deu o ar de sua graça o novo (terceiro) número de AMPLITUDE, nossa Revista Cristã de Literatura e Artes. Após três anos de seu anunciado hiato (hiato devido aos hercúleos e clichés motivos de força maior), ela retornou. Contos, poesias, artigos e muito mais na simplesmente única revista do gênero que temos (infelizmente, pois não dou boa conta de tocar este gênero de publicação, que é por demais trabalhoso, e seria magnífico se outras congêneres despontassem no horizonte).
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Ainda em junho (ufa!), os dois primeiros frutos de uma ação envolvendo o Veredas Missionárias e o Missões em Suas Mãos, coordenando um grupo de irmãos voluntários, deram o ar da graça: Trata-se de folhetos evangelísticos gratuitos, com mensagens contextualizadas para dois públicos (provavelmente) ainda não contemplados por este tipo de literatura: Moradores em Situação de Rua e Gamers (aficionados em jogos eletrônicos).
PARA BAIXAR A PASTA COM O FOLHETO VIVENDO EM SITUAÇÃO DE RUACLIQUE AQUI.
PARA BAIXAR A PASTA COM O FOLHETO ETERNAL LIFE (para GAMERS), CLIQUE AQUI.

Logo no mês seguinte, retomamos um projeto que já dera cinco belos frutos, mas estava "parado": A revista Passatempos Missionários. Nesta sexta edição de Passatempos Missionários, aprenda um pouco sobre essa que é a mais magnífica das tarefas que um ser humano pode realizar – levar a Palavra de Deus a todos os povos da Terra, de uma forma que eles entendam! São caça-palavras, cruzadas e quizz em 12 páginas com muita informação.
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Em agosto, mais um pequenino recurso: elaboramos uma série de dez pôsteres (cartazes) de temática diversa, ideais para afixar em igrejas. 
Constam no pacote: aviso de Santa Ceia, bazar missionário, chamadas para evangelizar, deixar nome no livro de orações, deixar dados (endereço, contato etc.) com obreiros da igreja, obter informações sobre batismo, além de frases motivacionais para membros e visitantes.
Os pôsteres estão em boa definição, podendo ser impressos tanto em impressoras caseiras quanto em gráficas.
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Por fim, ainda em agosto, a última publicação do ano veio na forma da realização de um sonho antigo, um tipo de "promessa silenciosa" de Deus, pois já desde a primeira semana de minha atribulada conversão eu, que fora um ateu destruidor de folhetos evangelísticos, soube que trabalhar com folhetos (além de outras literaturas) seria a minha missão. Já havia criado ou ajudado a criar folhetos antes; mas este trabalho teve algo de especial, ainda mais por ser disponibilizado também em inglês, língua universal do mundo e do universo marítimo.
Trata-se de um folheto dedicado à evangelização de MARINHEIROS (marítimos / aquaviários). 
O arquivo do folheto (em PDF), está disponibilizado em DOIS formatos: um ideal para a impressão em CASA, e outro otimizado para a impressão em GRÁFICAS. 

PORTUGUÊS
Para baixar a versão em PORTUGUÊS para a impressão EM CASA, CLIQUE AQUI.
Para baixar a versão em PORTUGUÊS para a impressão EM GRÁFICAS, CLIQUE AQUI.

INGLÊS
Para baixar a versão em INGLÊS para a impressão EM CASA, CLIQUE AQUI.
Para baixar a versão em INGLÊS para a impressão EM GRÁFICAS, CLIQUE AQUI.



E no frigir dos ovos de 2019, já em plena noite do dia 31 de dezembro, enquanto você estava curtindo a ceia com a família ou num culto da virada ou apenas dormindo com força, um último recurso veio à lume, desta vez devido à operosidade de minha esposa, a videomaker que Deus agregou à (agora sim uma) equipe. Trata-se de um pequeno vídeo reunindo diversas frases e versículos para a reflexão dos que se encontram afastados dos caminhos do Senhor. A seleção de frases já circulava, apenas como texto, no blog evangelístico Amor Scan, mas agora com uma versão em vídeo cremos que muitas outras almas serão alcançadas. Outros projetos de minha esposa em vídeo já estão em andamento (alguns podem ser conferidos no canal do youtube Estudos Bíblicos), e esperamos que neste ano de 2020 tenhamos mais novidades nesta área.
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Amigo/a, talvez você já saiba (ou, espantado, esteja descobrindo agora) que este ministério que levo adiante não possui número de conta bancária. Sim, meu sustento é conseguido pelo trabalho secular, e desde o início optei por trabalhar gratuitamente para o Senhor e seus servos, o que muito me honra. Também não necessito, quando você faz o download de um dos nossos recursos, que você preencha um cadastro com os seus dados, como alguns o fazem (ao oferecer livros de 30 páginas, com dez delas quase em branco). Não preciso de seus dados pois não tenho nada para lhe vender, e nem a quem vender os seus dados (o motivo de muitos cadastros, se não lhe avisaram). Nem preciso expandir minha "marca". Esta obra avança pela graça de Deus, e pela sua boa fé, amigo leitor, em prestigiar e compartilhar os recursos que produzimos.
Rogo a você que ofereça o que sempre roguei desde o início: suas orações. São elas que nos mantém em pé e trabalhando. Ore por minha família: nossas vidas materiais e espirituais, ministério, profissão, e os novos projetos em serviço e para a edificação da Igreja, e pela conquista de almas.

Ao Senhor seja dada toda a glória.

Sammis Reachers